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Não achavam que era a mística?

17 Fevereiro, 2020

Vivi largos anos ao pé de um estádio de futebol. Protestei solitariamente contra os desmandos que eram permitidos aos adeptos. É a mística!” – diziam-me. Da mística fazia ver a rua atravessada por uma multidão que entre outras lindezas entova isto “Eu quero ver Lisboa a arder!” Era tudo mística. Politicos dos mais diversos partidos tornaram-se comentadores de futebol. Mas é a mística. Jornalistas-adeptos que vivem indignados com a corrupção normalizam as mais extraordinárias transações financeiras desde que sejam as do seu clube. Tudo por causa da mística. Agora estão todos indignados porque um jogador foi insultado? Realmente alguma coisa ajavardou na sociedade portuguesa entre aquele momento em que “o rei” era um negro, Coluna o “senhor Coluna” e esta malta que agora grunhe nos estádios.

E a culpa não foi dos jogadores nem sequer dos grunhos. A culpa é de quem na política e nas redacções achincalhou as suas funções.

30 comentários leave one →
  1. Filipe Bastos permalink
    17 Fevereiro, 2020 14:32

    Extinguir o futebol profissional.
    Proibir debates da bola na TV.
    Taxar a 99% os salários obscenos dos broncos futeboleiros.
    Investigar os principais clubes e dirigentes – investigar a sério, não como agora.
    Identificar e responsabilizar os pulhíticos ligados a estes antros de corrupção.

    Isto é que era assunto.

    E quem sabe – talvez muita carneirada acordasse. Mas é duvidoso. Não há carneiro mais cego que o da bola.

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    • André Silva permalink
      17 Fevereiro, 2020 16:43

      Nem assim tu irias acordar.

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    • lucklucky permalink
      17 Fevereiro, 2020 19:45

      Como bom Marxista Reaccionário se Filipe Bastos tivesse todo o poder quase tudo seria proibido… excepto a tecnologia capitalista para ele. Disso não abdicaria 🙂

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    • Duarte de Aviz permalink
      18 Fevereiro, 2020 00:11

      Reacção típica de um norte-coreano… Os das amplas liberdades.

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  2. MJRB permalink
    17 Fevereiro, 2020 16:59

    Perfeito, conciso e na mouche !, Helena Matos.

    Para além do “monstro sagrado” Mário Esteves Coluna houve o rei Eusébio, mais os extraordinários Matateu, Hilário, Espírito Santo, Vicente, e tantos outros respeitados, não só porque defendiam a Selecção.
    Outros tempos, em que não haviam “redes sociais” para surgirem publicamente o avarento, oportunista, hipócrita e racista Ventura, mais uma vez patético, ao comentar o caso Marega.
    O que ontem aconteceu enoja. É mais uma imagem de um país sem rumo e por isso rasca. Outros episódios, racistas e outros, não duvido, acontecerão nos estádios. A escumalha, liderada por opiniões de comentadores, de “notáveis” clubísticos, de políticos de galinheiro, sente-se com rédea solta.
    MAS (e vai em maiúsculas para os toninhos deste regime “socialista”) A CULPA TEM OUTRO NOME: António Costa e o seu imberbe e yes man secretário de estado da Juventude e Desportos, que desde que é (des)governante tem assistido a casos graves sem actuação profilática e punitiva alguma, “a bem da nação” delirada com futebolices nas TV’s, jornais desportivos, rádios e…nos comentários clubísticos, irracionais de ministros momentos antes e após os conselhos de ministros…
    A propósito da “pacificação” do sítio político-social-futebolístico, é verdade que o Fisco (dirigido pelo Centeno que COM o AC-DC deixou de frequentar o camarote da Luz desde que rebentou um alegado favorecimento das Finanças…) pediu para a não execução de dívida no valor de 1,5 M ao gajo que preside ao SLBenfica e à Benfica,SAD ? O Ventura,André é forte com casos “normais” e cala-se, é fraco com casos “fortes” ?

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  3. 17 Fevereiro, 2020 17:35

    « Politicos dos mais diversos partidos tornaram-se comentadores de futebol. Mas é a mística. Jornalistas-adeptos que vivem indignados com a corrupção normalizam as mais extraordinárias transações financeiras desde que sejam as do seu clube. Tudo por causa da mística. »

    Esta é uma das maiores críticas que faço ao André Ventura. O homem cai nas duas poias: político agregado como comentarista e indignado pela corrupção que justifica o ladrão de pneus… É o país que somos…

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    • MJRB permalink
      17 Fevereiro, 2020 18:03

      O Ventura não se importa nadinha –vai calar-se sempre !– que os tugas “normais” que pagam impostos e não bufam (nem fazem pedidos de Jeitinhos a governantes…) sejam sempre gozados, sacrificados, em prol dos mega-vigaristas com dívidas colossais, prejudiciais para o país e quase sempre perdoadas.
      O Ventura só petisca, não arrisca, não lhe é permitido arriscar.

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  4. ATAV permalink
    17 Fevereiro, 2020 17:49

    Gosto muito deste post da Leninha. Conciso e directo!

    Mas creio que ainda está um bocadinho palavroso. Vamos resumir:

    “Na altura do Estado Novo é que era bom. Não havia racismo, isso apareceu após o 25 de Abril pela mão dos políticos e jornalistas da democracia.”

    Humm… Melhorou, mas acho que conseguimos resumir mais:

    “Viva Salazar!”

    Pronto, perfeito! Mais sucinto que isto é impossível…

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    • Artista português permalink
      18 Fevereiro, 2020 20:22

      O racismo em Portugal surgiu com o 25/4. A lei da nacionalidade então parida dividiu a população em pretos que ficam com a nacionalidade do lugar onde nasceram e brancos que continuavam portugueses. Antes disso eram todos portugueses. E depois, como os regimes instalados (aqui também) eram dirigidos por incompetentes e corruptos, os tais pretos tiveram que emigrar para cá. Mas já não eram portugueses, embora assim se sentissem. Agora, estamos a passar pelas consequências e, assim parece, ainda não se viu tudo…

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  5. maria permalink
    17 Fevereiro, 2020 18:00

    Não vi nada, apenas comentaristas idiotas a falar durante horas para a carneirada.
    SERÁ Verdade, que foi o tal Marega que foi festejar para a bancada dos adversários? Se de facto fez essa provocação, teve a resposta.

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    • MJRB permalink
      17 Fevereiro, 2020 18:11

      Maria,

      não viu nem ouviu o necessário, e está mal informada. Acontece.

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    • Churchill permalink
      17 Fevereiro, 2020 18:23

      Maria, hoje aparecem imagens em que adeptos chamam filho da … ao jogador, com o comentário de está provado o racismo.
      Nem vale a pena comentar nada, o comboio vem em grande andamento e é impossível parar, tal a quantidade de defensores da teoria racista.
      O facto de estarem em campo, de ambos os lados, vários jogadores negros que não foram atacados não interessa a ninguém, pelos vistos.

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  6. JPT permalink
    17 Fevereiro, 2020 18:47

    Como há aqui malta lenta (ou que finge que é lenta), vou explicar devagarinho: Insultar um jogador (ou treinador/presidente/árbitro/clube) faz parte da experiência de ir à bola. Isso inclui assobiá-lo de cada vez que toca na bola e usar insultos como “filho da puta”, “paneleiro”, “cabrão” (que não visam colocar em causa a filiação e a orientação sexual do visado, ou a probidade da sua esposa, tal como mandar “à merda” ou “pró caralho”, não visam remeter o visado a uma poia ou pénis em concreto). Usar estes termos para um jogador que é preto/negro/afro-descendente NÃO é racismo: É BOLA (salvo para o Sr. Ba e similares, claro). Quem não gosta disto, não joga à bola e não vai à bola (é o caso, e está no seu direito, da HM). Já fazer sons de macaco (“uh-uh-uh”) de cada vez que um jogador preto/negro/afro-descendente toca na bola (ao menos neste século, que já leva vinte anos) é racismo. o jogador só é equiparado a um símio por ser preto/negro/afro-descendente. Logo, é racismo, é racismo, é racismo. E se um jogador da bola (tal como, por exemplo, um político) tem de gramar com todo o tipo de opiniões a seu respeito (incluindo as gritadas ou grunhidas), não tem, certamente, que gramar com racismo. Por isso, obrigado Sr. Marega.

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    • Filipe Bastos permalink
      17 Fevereiro, 2020 19:21

      Só para perceber: se gozar e insultar os outros faz parte de “ir à bola”, porque fica a raça de fora do gozo e dos insultos?

      Ninguém escolhe a sua raça? Também ninguém escolhe a mãe, ou a orientação sexual, ou (regra geral) a condição de cabrão. Logo, qual o critério?

      Se uma claque gozar com as orelhas dum jogador orelhudo, ou chamar pigmeu a um jogador baixo, ou, sei lá, chamar urso polar a um jogador muito branco, a indignação será comparável?

      Pode explicar também devagarinho?

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      • JPT permalink
        17 Fevereiro, 2020 19:26

        Se, realmente, acha que é comparável “gozar com as orelhas dum jogador orelhudo, ou chamar pigmeu a um jogador baixo” e chamar macaco a uma pessoa preta não há velocidade suficiente lenta para eu lhe explicar o que quer que seja.

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      • Filipe Bastos permalink
        17 Fevereiro, 2020 19:44

        Não são ambas características físicas que não se escolhem? Não podem ambas ferir os sentimentos de quem as tem, se gozadas?

        Há ofensas mais e menos graves, ofendidos mais e menos sagrados na complexa etiqueta escatológica de “ir à bola”?

        Não será essa valoração diferente, essa ultra-sensibilidade, em si mesma, uma forma de racismo? Digo eu, que nem vou à bola.

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      • lucklucky permalink
        17 Fevereiro, 2020 19:52

        “Se, realmente, acha que é comparável “gozar com as orelhas dum jogador orelhudo, ou chamar pigmeu a um jogador baixo” e chamar macaco a uma pessoa preta não há velocidade suficiente lenta para eu lhe explicar o que quer que seja.”

        Qualquer das duas são características físicas das pessoas.
        Por exemplo diga-me chamar paneleiro a um jogador como é?

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      • rogerio alves permalink
        18 Fevereiro, 2020 16:39

        Filipe Bastos, sim, tem razão. Fala de características físicas que, quem quer insultar, vai usar. E não vejo grandes diferenças, de facto, entre atacar a raça ou outra característica física. Nos tempos que correm, há muita sensibilidade quando essa característica e a raça negra. Pergunta porquê e pergunta bem.

        Há mais exemplos de ataques a características físicas: se for um gordo, vai ser insultado de “ó gordo, vai pró…”, se for mulher, ainda pior, pois arrisca-se a “ó pt, …”. Mesmo se for bonita não escaparia a um “ó boazona, faz-me um b**”, etc. etc. Caracterísiticas físicas que, de uma maneira geral, o insultador não discrimina, apenas usa no momento do insulto.

        Acho que o JPT, independentemente da velocidade a que o quiser fazer, não vai conseguir explicar com facilidade a diferença que ele diz existir. Mas espero que o tente fazer.

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  7. JCA permalink
    17 Fevereiro, 2020 18:51

    .
    Ponto de ordem à mesa :))
    .
    Marega = insulto racial
    Filho da p*a ao arbitro= insulto maternal
    Cab
    o a jogador branco adversário = insulto matrimonial
    Panel***oo a um terinador = insulto sexual
    .
    Por gestos o ofendido mandá-los f.d.r= insulto aos pagantes do bilhete
    .
    Resumindo, em todos os casos trata-se apenas de INSULTO.
    .
    Puxar a brasa à sardinha no interesse ideológico/politico dalguns etiquetando de racial porque está na moda tem Igual valor provocatório que o grosseiro violento duma parte dos espectadores provocadores,
    .
    amplificado pelo estranho apoio televiso de horas e horas e horas todos os dias a esta industria de multi milhões em beneficio de alguns,
    .
    ao mesmo tempo que sugere promover a a alarvice e a violência dando palco nacional a arruaceiros que não são todos os que ainda insistem ir aos estádios, tudo na presença de elites, políticos, juízes etc nos camarotes de honra.
    .
    A maioria dos Portugueses repudia esta programação televisiva e politica. Foge das TV´s para a Net por rejeitar ao que isto chegou igual ao tempo em que não havia Liberdade de Informação. Os problemas graves de Portugal, da Europa e do Mundo eram escondidos atrás da cortina das futebolices, alarvismos, arruaceiros, comentadores etc. Portugal está farto..
    .
    É o futebol até agora igual ao tempo totalitário do antes 25 de Abril agora em Democracia.
    .
    Como resolver ?
    .
    Reduzir a presença massiva que os programadores televisivos impingem ‘às toneladas’ diárias para cima do País à força abusiva do poder informativo que têm. Não andarem para aí a deitar culpas hipócritas ao secundário no caso Clubes, Presidentes e não sei quantas
    .

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  8. Chopin permalink
    17 Fevereiro, 2020 18:53

    As claques de futebol fazem todo o tipo de disparates. Desde invadir as áreas de serviço, roubar os restaurantes, espancar os funcionários e os clientes, tráfico de droga, rixas, confrontos com forças policiais e até assassinatos, etc.
    Porquê agora o espanto de insultarem um futebolista?
    Esta falsa indignação dos filhos de Abril, classe política e jornaleirada, é ridícula.
    Os profissionais do racismo estão a aproveitar o incidente para lançar o labéu de racista sobre toda a população, exceto os rendeiros do regime. Emporcalham internacionalmente os portugueses e vêm justificadas as suas sinecuras.
    Basta ir a um desses bairros periféricos para ver como os brancos, que estão no seu país, são recebidos sem racismo. Isto fervilha de hipócritas e vigaristas 🙂
    No ano passado, o sr Guterres deslocou-se ao pântano para nos chamar racistas a todos. Os portugueses acham já normal serem acusados de tudo o que há de pior. Dá pena ver uma nação sem alma.

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  9. 17 Fevereiro, 2020 19:07

    As claques de futebol são a salvação de qualquer nação contaminada pela sobresociabilização passiva agressiva do politicamente correto de uma sociedade efeminada à espera de submissão. Espero que nunca mudem, quando mais bárbaros melhor.
    E sim, Lisboa precisa mesmo literalmenrte de arder.

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  10. MJRB permalink
    17 Fevereiro, 2020 19:17

    Porque o assunto situa-se em Portugal, o meu bitaite: num concerto de jazz, numa ópera ou num meeting científico, político, académico, nunca ouvi um branco a enxovalhar um preto. E numa avenida, rua ou praça e bem audível, nadinha de nada — só em surdina ou num estádio. Portugal em aceleração para consolidada palermice.

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    • José Monteiro permalink
      17 Fevereiro, 2020 20:14

      Com o Expresso de Daniel Oliveira, ou DN de Fernanda Câncio, sem espaço para isto:
      Racismo pós-moderno & Mondlane* em Moçambique

      O autor abaixo, amante da liberdade africana, mas sem cultura (ou deformação) marxista, religioso e meio ocidentalizado, será talvez uma testemunha menos abonatória – Eduardo Mondlane:
      A) 10/09/51 – Não sou cidadão da África do Sul, embora tenha sido educado em Johansburgo. Nasci na África Ocidental Portuguesa, na capital, chamada Lourenço Marques.
      (…) Os problemas sociais, políticos e económicos do meu país são um pouco diferentes dos da União da África do Sul. Por exemplo, nós não temos uma barreira de cor ou discriminação racial no nosso país.
      (…) Pessoalmente penso que há duas maneiras que ajudarão os africanos:
      1.Educação massiva…
      2.O espalhar da verdadeira cristandade.
      (…) É esta a razão porque eu tenho a obrigação de regressar a África para fazer tudo o que puder para contribuir com a pequena parte de boa vontade com que eu sei que Deus quer que eu contribua na vida.
      B) 24/09/51 – Lembra-te que eu próprio não sou cidadão sul-africano. Sou cidadão português. No meu país não temos leis de segregação… Eu farei tudo para lutar pelos direitos do meu povo no meu próprio país…
      C) 24/04/54 – O meu desacordo com o governo tem pouco a ver com a sua política racial porque, embora não seja a ideal, não é tão má como a dos países vizinhos… O que não posso suportar é a falta de liberdade de expressão. Isto é verdade para todos os cidadãos portugueses, em Portugal e em África.
      PS: enxertos das cartas de Mondlane a sua mulher Janet.
      Livro de Nadja Manguezi, Maputo 2001, Centro de Estudos Africanos e Livraria Universitária:
      Com “Uma história da vida de Janet Mondlane” com o título “O Meu Coração está nas Mãos de um Africano”
      *Primeiro presidente da FRELIMO.
      É um facto o sucedido ‘uma’ noite, o assassinato de um africano na fronteira Moçambique-Rodésia (Mukumbura) pela DGS (PIDE) no interrogatório a um fumo da região (27Fev72). Sem resultado para as informações, tal como constatado em Guantánamo e é defendido pelos bons chefes militares, quanto ao papel do uso da tortura.
      Não só com a violência exercida sobre tais ‘suspeitos’ habitualmente sem esse resultado fatal, mas também com os papéis generalizados dos soldados que perante os detidos, se desfaziam facilmente dos artigos das suas rações de combate para adultos, mulheres ou crianças.
      Confundindo falta de ‘educação’ e instintos primários de alguns energúmenos, com a generalidade da população, vem surgindo uma série de gente capaz de descobrir uma ‘nova’ genética entre os indígenas portugueses. Parte da elite pensante com lugar cativo na política e ou imprensa, descobre aqui uma ocupação dos seus amplos espaços mentais.

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      • MJRB permalink
        17 Fevereiro, 2020 20:44

        Eduardo Mondlane sabia muito bem quais as suas raízes. A cultura, a História, é a melhor e necessária seiva.
        Portugal actual está destravado rumo à irrelevância disfarçada por festanças várias e “êxitos” fátuos. É mais um ciclo, outro melhor surgirá, quando, não consigo prever.

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  11. Beirão - RC permalink
    18 Fevereiro, 2020 09:26

    Um nojo o que aí vai de gritaria de racismo, com as televisões vendidas, marxistas e miseravelmente vesgas, a massacrarem a moleirinha dos tugas, a toda a hora, vergonhosamente, que o Marega é santo, mártir, herói, e todos os outros, os branquelas, são uma corja de racistas nojentos que precisam ser açoitados e metidos a ferros enquanto não respeitarem que quem manda são os donos disto tudo, a cultura da dialéctica marxista.
    Que hipocrisia de merda destes trastes!

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    • Portuga permalink
      18 Fevereiro, 2020 23:14

      É verdade. Agora só falta o Presidente condecorá-lo com uma medalha de bom comportamento. Só miséria.

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  12. Velho do Restelo permalink
    18 Fevereiro, 2020 18:35

    Não percebo patavina de futebol, mas diz-se por aí que o Marega já jogou no Guimarães, que agora o apupou !
    Quantas vezes esta claque o apupou enquanto jogador do Guimarães ?
    Se o fez, então sou levado a pensar que há mesmo racismo por lá !
    Ou será que o objectivo da claque era mesmo irritar o jogador para lhe baixar o rendimento ?
    Parece que conseguiram, mas foram estúpidos, pois deram um trunfo aos que andam a tentar demonstrar que há racismo (branco contra negro) em Portugal.
    Tendo em conta que o futebol representa 99% de Portugal …

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    • sam permalink
      18 Fevereiro, 2020 18:49

      Apuparam-no agora precisamente por o pintarem de traidor (típico em transferências mal digeridas). Escolheram-no como alvo a abater e usaram todas as armas que puderam. Acabaram por descobrir o seu calcanhar de Aquiles. A partir de agora, é um jogador marcado. Uma pena.

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  13. hajapachorra permalink
    18 Fevereiro, 2020 22:47

    o exagero de austrolopitecos, cro-magnos e outros símios nestes comentários impede um sapiens sapiens de pousar aqui. adeus. d. helena, não percebe porra nenhuma de futebol. fale de racismo. ou de política. passe a redundência

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  14. Artista português permalink
    19 Fevereiro, 2020 23:32

    Depois do Figo ter sido transferido para o RMadrid, de cada vez que ele jogava em Barcelona era assobiado e insultado sempre que tocava na bola. Toda a gente sabe isso. Será que tal atitude era tida por anti-portuguesismo ou xenofobia? Nunca ouvi tal acusação…

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