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A velha música do povo que manda nas empresas nacionalizadas

29 Abril, 2020

“A música agora é outra no que diz respeito à TAP” – declarou o ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos que completou o seu raciocícinio com esta frase: “E se é o povo português, é bom que seja o povo português a mandar”.  Pedro Nuno Santos usa a retórica da extrema-esquerda para reforçar o poder da nomenklatura. É o socialismo de estado. O povo nunca mandou nem manda nas empresas nacionalizadas. As empresas nacionalizadas servem para  reforçar o poder do círculo do poder.

A pretexto do Covid está a ser imposto em Portugal o estatismo como regime possível.

27 comentários leave one →
  1. sam permalink
    29 Abril, 2020 12:40

    Definição corrente de democracia: o povo é que manda.
    Definição socialista de democracia: o povo é que paga.

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  2. Manuel Assis Teixeira permalink
    29 Abril, 2020 12:49

    Aí está ele de novo! O jovem Pedro Nuno! O revolucionário do Porsche o filho do papá industrial. O traumatizado com a abundância com que foi educado! O Pedro Nuno é jovem na idade mas anquilosado nas ideias, que aliás estão muito ” coladas com cuspo” ! O povo a mandar nas empresas… isso até Pedro Nuno sabe que nunca aconteceu! Mas Pedro Nuno teve necessidade de reaparecer! O Covid tirou-lhe todo o protagonismo! Mesmo com o esforço das agencias de dos jornalistas amigos Pedro Nuno desapareceu! O protagonismo vai todo para o Siza, para a Temido para a menina Mariana e até pasme-se para o Pina Manique de trazer por casa Cabrita! Até o Medina seu rival não pára! Para ele… nada! Por isso há que tentar reconquistar protagonismo com tiradas revolucionarias! Mas assim não vais lá Pedro Nuno! Já nos basta o Dr Rodrigues da Assembleia…

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    • Zé Manel Tonto permalink
      29 Abril, 2020 16:26

      Aos comunas pobres chamo-lhes invejosos.

      Aos comunas ricos o que lhes chamo mete vernáculo.

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  3. Weltenbummler permalink
    29 Abril, 2020 13:13

    ‘o polvo unido ..’

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  4. Tiro ao Alvo permalink
    29 Abril, 2020 14:18

    Porque não deixam a TAP falir? De certeza que os aviões iriam voar, embora com outra bandeira, mas não à custa dos nossos impostos.
    Assim será mais do mesmo – a TAP vai entrar em tempos de prezuízos, que serão pagos por nós, portugueses, quer voemos quer não, sempre às ordens de comissários políticos enchendo a barriga, a sua e dos seus.
    Abram os olhos!

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    • 29 Abril, 2020 16:38

      Meu caro Tiro: se a TAP falisse, ou fosse completamente privatizada, como é que se metia lá o amigo Lacerda Machado ou a esposa do Fernando Medina?

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  5. Manuel Dias permalink
    29 Abril, 2020 14:26

    Este não era o grunho do “…os banqueiros alemães até lhes tremem as pernas…”, continua um arrogante merdoso…

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  6. Filipe Bastos permalink
    29 Abril, 2020 14:50

    “O povo nunca mandou nem manda nas empresas nacionalizadas.”

    Pois não, D. Helena: nem nas empresas, nem nos organismos públicos, nem no “banco público”, nem nos governos, nem na “casa da democracia”, nem nada.

    Porque esta democracia representativa não representa o povo; representa as pseudo-elites que mandam nos pulhíticos eleitos por uma carneirada cada vez menor. Já só metade vai votar.

    Cada governo, seja PS ou PSD, é eleito por ~20% da população. Um quinto. E nenhuma das suas decisões é depois validada por voto popular.

    O povo, o tal que “mais ordena”, é chamado a botar o botinho de 4 em 4 anos para rodar o tacho. Nada mais. Tudo o resto é feito nas suas costas. Qual democracia? Qual representatividade? Qual legitimidade?

    Mas se alguém fala em democracia semidirecta… estão doidos ou quê?!

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  7. Albino manuel permalink
    29 Abril, 2020 15:26

    No estado em que está o transporte aéreo a alternativa é o carro ou o burro. Estão todas falidas ou a caminho. O burro é aliás muito amigo do ambiente. A d. Helena pode carregar com duas velhas às costas como as mulas de Santorini. Talvez zorrasse menos.

    Com umas boas esporas até se desunhava.

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  8. LTR permalink
    29 Abril, 2020 15:55

    Chegámos ao ponto em que o governo se regozija em conferência de imprensa através do MAI pelo retorno dos guardas florestais, conduzidos à extinção pela mão de Sócrates e Costa no decreto-lei nº22/2006, aprovado em Dezembro de 2005.

    Esta malta é venezuelana até ao osso.

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    • 29 Abril, 2020 16:45

      É o mesmo governo que se regozijou pela compra (hipotética e futura) de comboios para substituir aqueles que deixou degradar. Este governo tem um modus operandi muito apurado: deixa apodrecer, por premeditação ou negligência, os serviços estatais e faz-se depois passar por seu salvador.

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  9. 29 Abril, 2020 16:31

    O “povo” não tem que “mandar” nas empresas.
    Nem em empresas que, como uma transportadora aérea, não têm de ser “públicas”, “nacionalizadas”.
    Nem em empresas privadas.
    As empresas devem ser geridas pelos respectivos empresários, pelos seus accionistas privados. Que são quem arrisca o seu dinheiro e que são por isso os principais interessados no seu bom funcionamento. Que conhecem a realidade das empresas e os respectivos mercados e as sabem gerir muito melhor do que os burocratas do aprelho de Estado.
    Se a TAP não for ajudada financeiramente pelo Estado, através de uma garantia para poder financiar-se no mercado, pode efectivamente vir a falir.
    Se o poder politico acha que é do interesse nacional evitar a falência de uma empresa como a TAP só pode ser porque parte do principio de que a não falência da TAP é melhor para o pais, para os portugueses. Correcta ou incorrectamente (há quem pense que o papel do Estado não é “salvar” empresas falidas).
    Não é portanto para ajudar os accionistas da TAP que, de resto, têm perdido dinheiro e vão perder ainda mais, mesmo com ajudas do Estado.
    Com ou sem ajuda estatal, o melhor para o pais, para os portugueses, é que a TAP continue a ser gerida pelos privados, que são quem conhece melhor a actividade, e não que passe a ser “mandada” por ministros e burocratas, desligados da realidade e com agendas que são meramente politicas e carreiristas e que não têm nada a ver com a maximização da eficiência da empresa em termos da melhor utilização de recursos escassos para uma maior satisfação dos utilizadores dos seus serviços.

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  10. Rão Arques permalink
    29 Abril, 2020 16:42

    Quando é que este camelo propõe que os portugueses votem em nomes da própria preferência, e que deixem de ser os partidos a fazer a pré escolha nas suas clientelas?

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  11. Duarte de Aviz permalink
    29 Abril, 2020 17:18

    Por um momento fechem os olhos e imaginem que esta criatura, o Santos Silva e o Medina são os putativos candidadtos à sucessão do Costa, quando ele fugir com o rabo entre as pernas…
    Um filme de terror… Ou será antes cómico?

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  12. JgMenos permalink
    29 Abril, 2020 18:03

    Haverá mais pretensioso cretino esquerdalho no governo?

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  13. Filipe Bastos permalink
    29 Abril, 2020 18:30

    O “povo” não tem que “mandar” nas empresas.

    Tem sim senhor, quando as empresas são, pela sua dimensão e/ou actividade, essenciais ao país. Mais ainda quando são monopólios naturais.

    A classe pulhítica e pseudo-gestora precisa é de rédea curta. Todas as decisões relevantes podem e devem ser validadas pela população que sofre na prática as suas consequências.

    Os privados que criem novas empresas e serviços, em vez de se limitarem a chupar em tetas garantidas. Ademais, os seus interesses não estão acima do bem comum.

    Mesmo empresas sempre privadas como a Amazon ou o Google já deviam ser pelo menos semi-públicas. São demasiado grandes e poderosas para ficarem nas mãos de mamões.

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    • Zé Manel Tonto permalink
      30 Abril, 2020 09:56

      “Tem sim senhor, quando as empresas são, pela sua dimensão e/ou actividade, essenciais ao país.”

      Esperemos, nesse caso, que a empresa de IT do Filipe seja sempre pequena e inconsequente. Caso contrário o “povo” ainda podia querer mandar na sua empresa.

      “Mais ainda quando são monopólios naturais.”

      Não me parece que isso se aplique no transporte aéreo. Eu, depois de um overbooking manhoso no Natal de 2017, do qual fui avisado dois dias antes, sem terem sequer a decência de pedir desculpa, recuso-me a voar na TAP.
      Mas consigo ir a Portugal sempre que quero.

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  14. grangeio permalink
    29 Abril, 2020 22:44

    Isto, já lá não vai a bem…

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  15. 29 Abril, 2020 23:50

    FB : “Tem sim senhor, quando as empresas são, pela sua dimensão e/ou actividade, essenciais ao país. Mais ainda quando são monopólios naturais.”

    A TAP não é uma empresa essencial ao pais. Nem o transporte aéreo é um monopólio natural. O que é essencial é que haja oferta de transporte aéreo ajustada à procura. E, para tal, nada melhor do que a concorrência entre empresas privadas, sejam elas quais forem. Uma delas até pode ser a TAP se estiver à altura, se for capaz de fornecer serviços de transporte com relações qualidade-preço adequadas e se for viável.

    .
    FB : “Os privados que criem novas empresas e serviços, em vez de se limitarem a chupar em tetas garantidas. Ademais, os seus interesses não estão acima do bem comum.”

    A TAP não é uma “teta garantida”. Quando era só do Estado deu sempre prejuizo, coberto por subsidios do Orçamento, dinheiro dos contribuintes. Mesmo com monopólios, exclusivos e privilégios. E mesmo assim prestando um serviço mau e caro. Costumava-se dizer “TAP = Take Another Plain”. Com a entrada dos privados não passou a “teta”, continuou a dar prejuizo, não “chuparam” coisa nenhuma. Com a diferença de que foram feitos investimentos significativos e o volume de actividade aumentou considerávelmente. Antes da pandemia a TAP era uma empresa em crescimento e viável.
    Os privados não se “limitam” a comprar empresas estatais que custam caro aos contribuintes e prestam maus serviços. Os privados sempre criaram muitas mais empresas do que o Estado. Não há sequer comparação possivel. Muitas vezes acontece antes o contrário : o Estado “nacionaliza” empresas criadas pelos privados … e depois de as estragar … privatiza-as !…
    Quando se trata do fornecimento da generalidade dos bens e serviços, incluindo o transporte aéreo de passageiros e mercadorias, o interesse geral, o “bem comum”, é melhor assegurado através de empresas privadas concorrenciais do que por empresas estatais que custam rios de dinheiro aos contribuintes e prestam serviços maus e, no fim de contas, caros.
    O interesse geral é o Estado não fazer, mal e gastando recursos que são mais úteis empregues algures, aquilo que pode ser feito por privados de forma mais eficiente, com economia de recursos e melhores resultados.

    .
    FB : “Mesmo empresas sempre privadas como a Amazon ou o Google já deviam ser pelo menos semi-públicas. São demasiado grandes e poderosas para ficarem nas mãos de mamões.”

    O modelo chinês de “capitalismo de Estado comunista” ?!…
    Os “mamões”, estes e muitos outros, criaram e desenvolveram empresas que estão na base de enormes progressos tecnológicos e nas condições de vida das pessoas.
    Há aquele provérbio de sabedoria popular que diz qualquer coisa como : “Não matar a galinha dos ovos de ouro !”

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  16. Filipe Bastos permalink
    30 Abril, 2020 01:06

    “O interesse geral é o Estado não fazer, mal e gastando recursos que são mais úteis empregues algures, aquilo que pode ser feito por privados de forma mais eficiente, com economia de recursos e melhores resultados.”

    Eis a conversa do bandido, que permitiu pôr nas unhas de mamões privados vários activos e serviços – ditos ‘estratégicos’ – que são essenciais e transversais a toda a economia: a EDP, a REN, a Galp, a PT, a ANA, até os CTT.

    Fora, claro, a jóia mais apetecida: a Saúde. Num país a envelhecer e com um SNS cada vez mais pobre, até se lambuzam. E assim vamos subordinando a saúde das pessoas ao lucro e à ganância, num retrocesso civilizacional.

    A receita é simples: os pulhíticos e seus pseudo-gestores arruinam a coisa. Os privados compram-na por tuta e meia. Depois somos chulados a dobrar – pelo Estado e pelos privados. É sempre, sempre assim.

    Os resultados até podem ser melhores; não é difícil. Mas os preços aumentam sempre. E quanto maior o monopólio, cartel ou oligopólio, mais chulice em roda livre. Como é óbvio: os privados têm de ter lucro, o Estado não.

    O Estado é mal gerido; precisamos de melhor Estado. Temos maus pulhíticos; precisamos de políticos. E precisamos de tê-los sob trela curta; e de participar das decisões relevantes. Precisamos de uma democracia digna do nome.

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    • Jorge MR permalink
      30 Abril, 2020 22:18

      E então porque será que cada vez mais tugas aderem em massa à saúde privada ficando a pública só para os pobres? Deve ser porque encontram melhor serviço e estão-se nas tintas para conversas fiadas de mamões e saliva na boca.

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  17. 30 Abril, 2020 02:55

    FB : “Eis a conversa do bandido, que permitiu pôr nas unhas de mamões privados vários activos e serviços …”

    Conversa de comuna, contra os privados, contra a economia de mercado, pela estatização da economia.
    O capitalismo, baseado no mercado e na iniciativa privada, é que tem permitido avanços civilizacionais.
    O “retrocesso civilizacional” tem sido sempre obra do “socialismo” e do “comunismo”, sistemas totalitários onde o Estado esmaga a liberdade individual.
    A democracia “digna do nome” de que fala só pode ser a “popular” dos velhos “comunismos”. .

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    • Jornaleca permalink
      30 Abril, 2020 07:48

      Muito bem dito.

      Ele é altivo e nada de economia sabe.

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    • Tiro ao Alvo permalink
      30 Abril, 2020 08:49

      Tem toda a razão Fernando S. O Filipe deve ser funcionário público e estar abrangido pela ADSE, tendo as costas quentes.
      Ninguém entende qual o sistema que o homem defende, mas tudo indica que seja comunista.
      Ou então é um invejoso. É capaz de sofrer desse mal, a Inveja. Ele, pela maneira que escreve, não é destituído, mas está cego e não quer ver o que se passou e está a passar nos Estados comunistas. Está visto, a inveja cega.

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  18. Filipe Bastos permalink
    30 Abril, 2020 19:18

    O habitual choradinho direitalha:

    Quem não aprecia ser chulado por mamões é obviamente comunista, fã de Mao, admirador de Estaline, e tem na secretária um retrato (autografado) de Pol Pot, como o Botas tinha do Benito.

    Quem gostaria de um mínimo de decência, equidade, razoabilidade e justiça neste mundo é obviamente invejoso (e cego).

    Estes bots direitalhas dividem-se geralmente em dois tipos:

    1) a injustiça é lamentável mas inevitável, pois a alternativa é pior.

    2) não há injustiça alguma, os mamões a mamar e o resto a penar é justo e bom.

    O 1º tipo é o do TINA. São mais carneiros. O 2º é o do Trampa. São mais otários.

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  19. Tiro ao Alvo permalink
    30 Abril, 2020 21:36

    Filipe, vai chamar direitalhas ao teu pai. Tu não me conheces mas fica a saber que eu também não gosto de ser chulado por mamões. Para mim, cada um de nós deve apenas comer o pão angariado com o suor do seu rosto, coisa que não deve acontecer contigo, pois deves ter o pão assegurado sem ter de te esforçares, vivendo de uma boa renda, ou, dito por outras palavras, tu não deves passar de um parasita que anda por aqui a chatear toda a gente, sem acrescentar nada de novo.
    E para terminar: quem não quer ser lobo não lhe veste a pele; se não queres que te chamem comuna, não andes por aí a defender as ideias deles.

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  20. Filipe Bastos permalink
    30 Abril, 2020 23:46

    quem não quer ser lobo não lhe veste a pele

    Idem, Tiro: se não falar à carneiro direitalha, a ver inveja e comunas em todo o lado, talvez não lho chamem.

    E vá tutear o seu paizinho. Seja direitalha ou esquerdalha.

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