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A vida para lá da bonecada progre das empenas

3 Junho, 2021

Homem morto a tiro e três pessoas esfaqueadas em rixa entre moradores de prédio: Portugal é hoje simbolizado por essas empenas cobertas por murais progressistas em prédios onde a degradação avança. Tudo paisagem para ver ao longe. Ao pé nada faz sentido.

16 comentários leave one →
  1. Mario Figueiredo permalink
    3 Junho, 2021 11:23

    Nem de longe dá para olhar para essas fachada de prédio.

    Aliás, o objectivo é mesmo o de sinalizar bairros indesejados à distância. Da mesma forma pérfida como o radicalismo combativo das politicas de causas acaba por, isso sim, promover e perpetuar o racismo (veja-se a forma de actuar do dirigente do SOS Racismo) e outros ismos (MetToo, Greta Thunberg, etc), também sob a capa de um pretenso movimento de consciência social e promoção das artes, colocam-se nas mangas destes bairros estrelas de David para que todos os vejam bem.

    São os novos métodos de segregação.

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    • balio permalink
      3 Junho, 2021 11:28

      Na avenida Fontes Pereira de Melo, em Lisboa, há alguns prédios com murais. Não se trata de um bairro indesejado. Os turistas que por ali passam ficam encantados e tiram fotografias.
      No Campo Grande, em Lisboa, ao pé do Colégio Moderno há um mural evocando a visita de Nelson Mandela a Lisboa. Não me parece que aquele seja um bairro indesejado.

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      • Mario Figueiredo permalink
        3 Junho, 2021 11:47

        A arte dita urbana fazem-na em prédios devolutos e com fachadas tapadas, numa tentativa de esconder o mau aspecto que dão à cidade. Você ou não percebe a diferença ou está a ser intencionalmente desonesto.

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      • chipamanine permalink
        3 Junho, 2021 12:31

        Mario Figueiredo. Este tipo de argumentário do balio já é costume. Noutro post até dizia que as regras de distanciamento social, das máscaras e de proibição de beber alcool na rua eram invenção das cabecinhas dos portugueses, numa evidente má fé de raciocínio , se é que se pode chamar a isso de reciocínio. Depois justificava balas de borracha porque dois adeptos do Torreense teria agredido os polícias “esquecendo” que no Porto dois ingleses foram detidos exactamente pela mesma razão e que a turba inglesa era maior e muito mais insurreta do que a de Torres.
        Raciocínios escroques .

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      • balio permalink
        3 Junho, 2021 14:43

        Portanto, pinturas em prédios devolutos e degradados são “arte urbana”, pinturas em prédios de bairros sociais são “murais progressistas” . É isso?

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      • Mario Figueiredo permalink
        3 Junho, 2021 15:07

        Você continua a não perceber. Ambos querem esconder o horror, criatura! Resolvê-lo é que não. E é esse o tema deste postal da Helena!

        E no caso dos bairros da classe baixa em particular, são também uma excelente forma de os segregar — porque lhe garanto que em bairros de classe média para cima, você não vê estas fantochadas! — ao mesmo tempo que se esconde a falta de manutenção das CM e das organizações satélite responsáveis pela sua gestão.

        Eu tenho amigos a viver nestes bairros! Uma grande amiga minha vive num todo pintalgado na outra banda do Tejo. Garanto-lhe que entre os problemas de degradação social, crescente criminalidade e anos seguidos sem qualquer manutenção, as pinturas ainda os irritam mais a eles que a mim.

        Mas você disso sabe muito pouco. Claramente!

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      • chipamanine permalink
        3 Junho, 2021 16:09

        Pegando na palavra. Pinturas em prédios urbanos degradados são para esconder a miséria física desses prédios. Pinturas em prédios de bairros sociais são para esconder a miséria dos mesmos e sobretudo a miséria humana deles. “Ambos os dois” prédios e pessoas continuam degradados e estão-se a cagar para os dois. Eu deixaria cair os prédios mas nunca tentaria esconder os humanos como fazem. Mas cada um faz as suas escolhas. Pintem lá os prédios de deixem-nos na miséria e trauteiem os amanhãs que cantam.
        Fazem lembrar as maravilhosas fachadas dos prédios de Berlim Oriental que transpostas as portas eram a maior miséria de apartamentos minusculos sobrelotados com quartos de banho colectivos completamente degradados e cozinhas colectivas também completamente insalubres. As fachadas é que importam

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      • A. R permalink
        3 Junho, 2021 18:24

        Nelson Mandela? Um terrorista que dizimou o Inkata matando de forma bárbara os seus apoiantes? Um comerciante de diamantes de sangue?
        Um colocador de bombas que mataram dezenas de civis?
        Chiça

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  2. balio permalink
    3 Junho, 2021 11:25

    Não vejo em que é que os murais sejam “progressistas”.
    A Helena parece ter raiva contra os murais quando, na verdade, eles não fazem mal nenhum, de facto até fazem algum bem, porque são decorativos, alegres e, muitas vezes, até artísticos.

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    • chipamanine permalink
      3 Junho, 2021 12:35

      Os murais em bairros sociais são sempre apresentados , inaugurados e repetidamente noticiados como “inclusivos” melhorando a “vista” e as condições habitacionais das populações aí residentes. A realidade não muda com essas aleivosias. A hipocrisia também não.

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  3. 3 Junho, 2021 13:26

    Penso que os murais até resolvem problemas de humidade dos edifícios.

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  4. Weltenbummler permalink
    3 Junho, 2021 14:42

    comentário na https://portadaloja.blogspot.com/2021/06/fauna-lusitana-macacos-cabras-e-cabritos.html#disqus_thread
    « perigos ‘digitálicos (digitalina)’
    Floribundus do blogue ‘Viático de Vagamundo’ 90 anos com ca de 1200 € /mês da SS
    A 2.03.2021 impedido de proceder ao IRS por ter vendido acções de NB
    Comprou as últimas no tempo do fascismo: nacionalizadas em 1975
    Familiar contratou advogado para tentar desfazer situação criada pelo estado
    CV ‘mais de 70 anos de luta inglória contra burocracia do estado, onde parece não haver profissão mas modo de vida »

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  5. 3 Junho, 2021 14:47

    Por aqui abundam os defensores das populações desfavorecidas! Gostei!
    Alguns, porém, parecem preferir as empenas lisas ou simplesmente manchadas de bolor!

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  6. chipamanine permalink
    3 Junho, 2021 16:16

    Defensores de desfavorecidos só existem se tiverem algum cariz socialista. Por isso é que quando ele se instala são todos iguais em “desfavorecimento”. O bolor instala-se dentro da cabeça deles muito mais do que nas paredes com consequências trágicas e mentalmente irrecuperáveis. De tal maneira que do alto desse bolor intracraniano que desliga um sem número de neurónios, eles se sentem moralmente muito acima dos que eles consideram a miséria humana.

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  7. Fernando Nogueira permalink
    4 Junho, 2021 09:15

    A meu ver haver empenas de prédios pintadas com algumas figuras é bem melhor que estarem escritas com letras garrafais. As pinturas , bem feitas, atraem a atenção e os transeuntes olham para elas. Os escritos olham uma vez, não mais, e esquecem.
    Na próxima vez, ao passar nem fixam o olhar. Resumindo, uma mensagem só se consegue transmitir com algo que atraia a atenção mais que uma vez.

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