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Lembram-se da última “pandemia” do “perigoso” vírus da gripe suína?

7 Junho, 2021

Provavelmente já não se lembra do pânico gerado pelo “mortífero” vírus da gripe suína. É normal. Infelizmente o Homem tem memória curta. Mas eu vou lhe recordar aqui como tudo aconteceu, nesta reportagem, e depois, veja as semelhanças com a actual do novo corona. E não, qualquer semelhança não é mera coincidência. Você, de facto, está a ser manipulado.

Em Abril de 2009, surgiram os primeiros casos reportados no México. O país inteiro entrou em pânico. Os media de todo o mundo reportavam que o vírus H1N1 era altamente contagioso e mortal. A OMS começou a mandar cargas de equipamentos para acudir ao combate da “mortífera ameaça”. Deixam transparecer que diariamente morrem pessoas do vírus. Começou a propagandear-se o terror e inicia-se a manipulação.

Mas a verdade é que não se sabe quantos na realidade morreram efectivamente desse vírus. O governo do México reportou 159 mortes nas primeiras semanas do surto mas pouco depois o ministro da saúde corrigia drasticamente para baixo, ou seja, só 26 pessoas por H1N1.

Porém, não compararam essas mortes com as dos anos anteriores com a gripe sazonal para se saber se estavam dentro da media. Nada.

E começaram os discursos de terror:

Gregory Hartl disse: ” A OMS está muito apreensiva com o que se está a passar no México e EUA”.

Robert Madelin Comissário Europeu disse: ” Estamos a lidar com uma nova estirpe humana de gripe, um vírus mortal que é o maior perigo para a saúde”.

Margaret Chan disse: “O vírus é contagioso e a propagação é rápida entre humanos” e que “temos de tomar isto da pandemia deste influenza seriamente porque pode alastrar-se a todo o mundo”

O mote estava dado: aterrorizar o mais possível a população ao propagandear o medo.

Curiosamente, ou talvez não, todas as medidas para parar o vírus, falham (onde é que já vimos isto?). Ainda em Abril os médicos reportavam o 1º caso na Europa e em Junho a OMS anunciava o maior nível de alerta de pandemia e passa da fase 5 para a fase 6.

A fase 6 significa que a OMS deve implementar o Plano Nacional de Prevenção Pandémica, ordenar a vacinação e terapêutica. É o nível mais alto de alerta mas só depois de estarem contemplados 9 critérios.

Porém, em Maio tinham sido apagados 2 desses critérios de definição de pandemia pela OMS. Um deles em que tinham de ser registados um elevado número de mortes e pessoas infectadas em vários países, foi alterado para ser suficiente o número de infectados por um vírus que se espalhe rapidamente e massivamente pelo mundo. Passar para a fase 6 significa biliões de investimento em vacinas e medicamentos. Se a OMS não tivesse mudado o critério, negócios a esta escala não seriam possíveis.

As directrizes da OMS não são vinculativas mas ela exerce uma grande pressão sobre os Estados. E os políticos vão atrás porque significa dinheiro para eles.

Na Alemanha, o Robert Koch Institute aconselha o governo sobre assuntos relacionados com a saúde pública, faz estudos de monotorização de doenças e a sua prevenção. Este levou o alerta da OMS muito a sério e recomendou o armazenamento de vacinas e medicamentos levando o seu governo a fazer uma despesa de 500 biliões de euros. Numa acção concertada, os médicos começam a lançar o pânico. Consequentemente, o ministro da saúde decide comprar 50 milhões de doses de vacinas. Quando se constatou que a gripe suína não era mais letal que a gripe sazonal, e que não eram necessárias vacinas para o seu tratamento, rapidamente mudaram o discurso. Neste processo, políticos mal assessorados por gente incompetente, fizeram gastar sem precisar, enquanto os verdadeiros especialistas eram silenciados. O mesmo procedimento a que assistimos hoje com os media.

Na França começou-se também a questionar as estatísticas mas os políticos apressaram-se a criticar publicamente (censurar). O deputado Jean Marie Le Guen pediu mais transparência no processo ao ministro da saúde que ordenara 94 milhões de vacinas e sobre o qual havia a suspeita de ter gasto 1 a 1,4 biliões de euros. Tudo no segredo dos deuses.

Em Setembro de 2009, cinco meses depois de declarada a “pandemia do H1N1”, o governo francês continuava a considerá-lo muito perigoso mas só depois deste tempo todo é que os políticos começaram a questionar a segurança e a necessidade desta vacina quando já se sabia que o H1N1 não era letal e no entanto continuava a narrativa do medo para gerar pânico.

Entretanto, no México os estádios ficaram vazios, o metro era desinfectado, os espectáculos cancelados e máscaras impostas para controlo da propagação.

A China reagiu com medidas rigorosas de quarentenas impostas em hotéis ( um deles com 200 pessoas) só por terem um hospede mexicano. A histeria imperava.

Entretanto, seis Estados baniram a importação de suínos do México e EUA. Porém, já estava há muito provado que que estes animais não transmitem a doença.

O Egipto, mesmo assim, ordenou a incineração de 350 000 porcos.

Gerou-se um mundo em pânico com um vírus tão ofensivo como a gripe sazonal e que já era conhecido na sua estrutura por ter sido descoberto em 1930. Portanto, não era sequer um vírus novo. Já estava entre os humanos.

Com efeito, em 1976, os EUA esperavam 1 milhão de mortos e queriam conter o vírus de forma “musculada”. Vacinaram 45 milhões de americanos. Especialistas constataram que centenas de pessoas ficaram com paralisia e cerca de 25 tinham morrido. Mas só uma pessoa morreu efectivamente da gripe. A campanha de vacinação fora cancelada.

Nos milhões de casos supostamente detectados com a gripe suína, apenas alguns desenvolveram sintomas leves idênticos à gripe sazonal e que passavam dias depois.

Por via desta pandemia do H1N1 implementaram-se regras como não beijar, não cumprimentar e lavar as mãos. A Associação da Indústria Farmacêutica juntamente com a OMS estavam de acordo: que o vírus era perigoso e obrigava a medicamentos e vacinas porque havia que proteger a população. A indústria farmacêutica sabe que vende melhor com o medo generalizado. No século passado, a gripe espanhola reclamava 2 milhões de mortes e 2 vagas. Voltaram a usar este cenário para induzir medo. Todos alinhados nesta narrativa, mesmo com especialistas a referir que não pode haver comparação porque a maioria das pessoas não morreram directamente da gripe mas de uma infecção bacteriana nos pulmões e que hoje podem ser tratados com antibióticos. Eis porque não pode haver comparação.

Surgiu com o H1N1 a mesma conversa com as mutações e variantes. Críticos diziam à época que as farmacêuticas estão demasiado próximas da OMS que se deixa influenciar por interesses e que há pessoas que trabalhavam nessas indústrias, e agora estão na OMS.

A gripe suína veio no timming certo para a ROCHE e o resto da indústria que estava em dificuldades. No início do milénio questionava-se como manter os lucros. Surgiu então o desenvolvimento de vacinas onde inventaram epidemias e pandemias. A primeira tentativa foi com a gripe das aves. Os mesmos que alertavam contra a gripe suína são os mesmos protagonistas da gripe das aves. A ROCHE fez lucros gigantes com o Tamiflu à conta da gripe das aves: mais de 500 milhões de euros.

Havia e continua a haver teias de interesses entre a indústria farmacêutica, governos e ciência.

A Inglaterra aparentemente ficou “muito atingida” com a gripe suína. Tomaram fortes medidas: grande armazenagem de medicamentos e vacinas por 180 milhões de euros. O Imperial College avisou o governo e a OMS do perigo do vírus do H1N1. Sir Roy Macolm Anderson do Imperial College, ao mesmo tempo que aconselhava publicamente a terapêutica dessa indústria, recebia 136 000 euros da GlaxoSmithKline, que estava a fazer biliões com a vacina.

A Alemanha também: aqui o lobby é forte. As indústrias farmacêuticas são quem define o preço dos medicamentos patenteados. Não é sequer negociável como noutros países da europa. Aqui os seguros de saúde têm de pagar seja qual for o preço. Há corrupção e fraude nas estruturas do sistema de saúde. Segundo a Agência da Transparência Alemã, os estudos médicos são falseados, autoridades corrompidas, e há pouca regulamentação. A população acredita que as autoridades e governo têm o controle. Mas a Agência da Transparência alemã critica também a acção da Comissão Permanente da Vacina do Instituto Robert Koch porque são quem recomenda que vacina os seguros irão pagar. Porém, os membros desse comité são médicos cujos projectos de investigação são parcialmente financiados pela indústria farmacêutica.

A GSK antecipou uma pandemia há anos. Gastou 200 milhões nisso. Queixou-se depois ao governo que gastara 2 biliões de euros no desenvolvimento de uma vacina e que isso tinha de ser pago. Resultado: a Alemanha só encomendou vacinas à GSK. Críticos entretanto denunciaram que a vacina não fora devidamente desenvolvida e testada. Disse Dr. Wolfgang Wodarg: “Se a vacinação massiva com 20 milhões de doses tem um efeito secundário de 1 por 1000, são 20 000 pessoas afectadas e isto é um sério efeito, isto é uma catástrofe”

No mesmo seguimento, Dr. Marc Girard alertava: “Imagine que tem uma complicação mortal de 1 em 1000 e vacinamos 60 milhões de franceses, então terá 60 000 vítimas incluindo crianças saudáveis, grávidas, mulheres e jovens. É uma catástrofe”.

Mais: as pessoas que se voluntariaram para fazer testagem, permaneceram em segredo.

Tal como agora, minimizaram os efeitos secundários. Na Alemanha esta indústria não tem só domínio sobre as investigações, mas também sobre a legislação. A indústria farmacêutica até “comprou” uma lei ao governo. Isto é, o governo fez uma lei para regular os preços das patentes em medicina e a indústria farmacêutica pagou milhões para que essa lei não fosse aplicada. Este é o poder da indústria farmacêutica.

Questões se levantaram com o Tamiflu por causa dos efeitos secundários. A Universidade de Oxford revelou um estudo em que apontava que não havia evidência que este medicamento reduzia riscos de complicações severas ou prevenia a hospitalização e não encontrou benefício em grupos de risco. Mas encontraram efeitos secundários graves: 1 em cada 20 crianças vomitaram e ficam muito doentes e desidratadas. No entanto foi prescrito por todo o mundo para a gripe suína.

O Japão também duvidou da eficácia do medicamento, em estudos realizados em 2005, depois de vários jovens terem-se atirado das janelas após a toma do Tamiflu.

Desde 2007, a bula tem de conter advertimento sobre o anormal comportamento, mudanças de humor, alucinações, e delírios, como efeitos secundários.

Em consequência, a ROCHE fez uma conferência de imprensa após a divulgação destes estudos. Dr. Alan Kumar do Canadá, começou por reforçar a perigosidade do vírus, (mas já se tinha provado não ser perigoso), das pessoas que viu muito doentes e que nunca vira igual (o drama, o horror das mortes que viu, isto não vos lembra nada?). No entanto, referiu que os seus estudos tinham sido financiados pela ROCHE. O líder da Task Force para a gestão da pandemia da ROCHE, Dr. David Ready, ainda referiu aos jornalistas que os efeitos não estavam relacionados com a medicação mas sim, que eram efeitos da gripe suína. Percebem como já nesta época se manipulava a opinião pública com mentiras descaradas?

Resumindo: atribuíram aos estudos feitos pela Universidade de Oxford entre outros, imprecisão por não ter toda a base de dados necessária apesar de Oxford ter pedido tudo à ROCHE.

GSK e ROCHE fizeram contratos em segredo com governos onde não se sabe até hoje o que foi gasto nem como. Os governos aceitam condições da “Big Pharma” sem impor nada, e sem quaisquer mecanismos de controlo.

Ontem com as gripes suínas, das aves e outras tantas, hoje com esta nova virose que – com o vazamento dos mails de Fauci – tudo indica ter nascido num laboratório, as mesmas patranhas, os mesmos interesses obscuros, a mesma manipulação, o mesmo recurso ao terror psicológico, a mesma “prostituição” dos media com os governos, os mesmos biliões a jorrar para as mãos da indústria farmacêutica e meia dúzia de bilionários.

Uma diferença apenas: NUNCA se foi tão longe na destruição até da própria Humanidade para levar a cabo uma agenda.

27 comentários leave one →
  1. Expatriado permalink
    7 Junho, 2021 17:16

    É claro que vão aparecer por aqui os do costume a dizer que isto não passa de mais uma “teoria de conspiração”…

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    • Vasco Silveira permalink
      7 Junho, 2021 19:32

      Não acredito: mesmo sem incluir o (ex) casal Gates a Gavi e D Barroso, esta exposição é muito clara sobre o assunto…!

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    • voza0db permalink
      9 Junho, 2021 21:38

      Pelo que se vê na rua, por cada escravo boçal a andar de açaime no focinho há um desses “do costume”!

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  2. Weltenbummler permalink
    7 Junho, 2021 18:38

    infelizmente não matou os suinos da CS e da política

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  3. Augusto Santos permalink
    7 Junho, 2021 19:40

    O COVID 19
    A VACINAÇÃO
    é sobretudo um tema FINANCEIRO ,
    que se confunde com uma questão SANITÁRIA
    mas que começa a ser sinónimo de
    INCOMPETENTE e DESONESTIDADE POLÍTICO-CIENTÍFICA
    ( … e tudo isto acontece durante o maior e melhor negócio do século … mas não existe nenhum igual esforço na investigação de uma cura … )
    E o Mundo continua a navegar na imundice do medo …

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  4. António Queirós permalink
    7 Junho, 2021 21:20

    bem e agora para ir a Espanha a pé, tendes de ser vacinados ou testados, caso contrário multa!!!!!!!

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    • jose valeriano permalink
      7 Junho, 2021 21:42

      Pois é que País vergonhoso, que Presidente e Primeiro Ministro também eles vergonhosos depois de terem estado todos reunidos para apresentar a candidatura ao Mundial de Futebol que é o que mais interessa neste momento eis que os amiguinhos do PR e PM Pedro Sanches e o Filipinho desferem um rude golpe e até este momento o Estado Português ainda esta calado.
      Para qualquer Governante que se prese e que represente o POVO estes já teriam tomado uma atitude severa e ainda mais drástica que os Espanhóis.
      Por este tipo de atitude não sei para que servem os Tratados Europeus da livre circulação de pessoas e bens, pois se não são compridos para quê pertencer a esta Organização que esta a fechar a porta aos seus Cidadãos.
      Há que pensar se vale a pena estar dentro ou fora da mesma.

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  5. rui campos permalink
    7 Junho, 2021 22:51

    EU já comprei a minha lanterna de ultravioletas … para o que der e vier … ! …

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  6. smack permalink
    8 Junho, 2021 00:44

    A indústria farmacêutica adquiriu, ao longo do século XX, tanto poder e dinheiro (para comprar politicos, jornalistas, médicos ou “estudos científicos”) que se tornou simplesmente indestrutível. Manda mais do que qualquer governo,
    E enquanto a carneirada não desligar a televisão, continuará presa no redil das teorias e narrativas que a farmáfia promove em benefício próprio. Narrativas como as dos vírus perigosíssimos, das bactérias letais e dos horríveis germes. Que não passam de fraudes científicas altamente lucrativas. A indústria farmacêutica vive da doença, não da saúde. Logo, é natural que promova a doença. Simples.
    Quem tiver curiosidade, que investigue a solidez experimental da teoria dos germes atamancada pelo químico Pasteur.

    Cristina Miranda, grande trabalho!

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  7. Expatriado permalink
    8 Junho, 2021 11:13

    Cá por mim estou safo. Nunca apanhei a vacina da gripe, nem vou apanhar, e o mesmo vai acontecer com a da tal covid-19. Assim tenho maiores chances de viver mais uns anitos para além dos 73 que já passaram por cá.

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  8. Rogério Monteiro permalink
    8 Junho, 2021 18:15

    Excelente trabalho .
    Só não vê quem não quer. Como é possível que “quase” todo o mundo tenha embarcado nesta narrativa e apelide de negacionistas quem não se deixou enganar.
    Por mim podem ficar com todas as doses que teria direito pois acima de tudo quero cuidar da minha saúde mais uns bons anos ( tenho quase 72 ).
    Força Cristina que nunca lhe doa a garganta e os dedos para desmascarar toda esta patranha.

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  9. 8 Junho, 2021 19:57

    maluk@

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    • Cristina Miranda permalink
      8 Junho, 2021 20:49

      Desculpe?

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      • voza0db permalink
        9 Junho, 2021 21:43

        Estava a falar dela própria…

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    • João Lopes permalink
      8 Junho, 2021 21:21

      Vossa Mercê, Dª Zazie, é uma mal-educada de primeira. Tenha vergonha e respeite as provas apresentadas pela autora do post. Se não concorda, apresente argumentos que refutem aquilo que é irrefutável. Se tem medo do covid isole-se do mundo, que o mundo provavelmente não sentirá a falta de si. Se é conivente com esta farsa, está no seu direito.

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      • 10 Junho, 2021 20:32

        Maluk@, marado dos cornos, só papagueia imbecilidades

        Com gente besta não se argumenta- faz-se kung-fu

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  10. António C. Mendes permalink
    9 Junho, 2021 17:53

    Estes filhos de uma meretriz tornaram-se vendedores de testes.

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    • voza0db permalink
      9 Junho, 2021 21:44

      Neste caso a expressão NEGÓCIO DA CHINA assenta mesmo na perfeição!

      O Ronaldo é que sabe a FRAUDE que tudo isto é…

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  11. voza0db permalink
    9 Junho, 2021 21:52

    Cristina… A MANADA BOÇAL tuga nem sequer se lembra como é que a actual fraude “pandémica” começou, quanto mais as passadas há anos!

    Se algo fica demonstrado com a brilhante OPERAÇÃO COVIDIUS é que as manadas actuais de escravos boçais são mais fáceis de controlar que cães, incluindo os rafeiros.

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  12. voza0db permalink
    9 Junho, 2021 22:08

    Pessoalmente tenho pena que a eficácia das terapias genéticas mRNA seja tão baixa, pelo menos no curto prazo está a desiludir bastante…

    Até 05 de Junho de 2021 apenas 13.867 otários foram mortos pelas vacinas milagrosas
    MRNA MODERNA (CX-024414), MRNA VACCINE PFIZER-BIONTECH, VACCINE ASTRAZENECA (CHADOX1 NCOV-19) e VACCINE JANSSEN (AD26.COV2.S)

    Pode ser que tenha sorte e no médio prazo a limpeza comece a acelerar.

    Fonte da dados EudraVigilance.

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    • 15 Junho, 2021 05:22

      O site da EudraVigilance não é fácil de navegar. Podes postar aqui o link? Obrigado.

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      • voza0db permalink
        16 Junho, 2021 00:01

        Já respondi… Como tem ligações está PARADO na gaveta da CENSURA democrática!

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  13. Anónimus permalink
    9 Junho, 2021 22:45

    -O PPC, a China, não entregou dados ou amostras do vírus a nenhum laboratório exterior à China. Nem o tinham em sua posse. Afinal o vírus é americano, não é chinês.
    -A OMS “iden iden aspas aspas”, não solicitou vírus e dados aos chinas. Não houve nada para ninguém daquele lado.

    Entretanto um grupo de perítos acha impossível a Pfeizer e a Moderna terem anunciado em dois ou três dias o estrarem prontas para iniciar a produção da vacina. Isto sem terem nem vírus nem documentação que o descreva em promenor. Ou será que já tinham?.
    Sem uma pesquiza que pode demorar anos, acertam o mra em causa e de olhos fechados?. Biliões de hipóteses em 2 ou 3 dias. Terá sido assim?. E como sabiam que tinham acertado no MundoBiliões?. Ou, ainda, afinal o dinheiro tem razões que a razão desconhece?. Bom trabalho, Cristina.

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  14. 15 Junho, 2021 05:17

    Cara Cristina, considero este artigo duma irresponsabilidade imensa.

    Não me diga que não sabe que anda para aí um vírus, que mata menos de 1% de quem infecta (com uma média de idades acima dos 75 anos); e que é tão contagioso e letal, mas tão letal que, em apenas 18 meses dizimou menos de 0.005% (sim, por cento) da população mundial.

    Repito, é de uma responsabilidade imensa da sua parte pôr as coisas em prespectiva e usar a razão em vez da emoção.
    Eu quero ter medo e este tipo de discurso não me está a ajudar!

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  15. 20 Junho, 2021 01:07

    Pois uma das raízes dos problemas no mundo é que os estúpidos estão cheios de certezas e os inteligentes estão cheios de dúvidas, já assim dizia o inglès Bertrand Russell.

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