Maior manifestação de sempre em defesa da escola pública
A “maior manifestação de sempre em defesa da escola pública” depois da anterior “maior manifestação de sempre em defesa da escola pública“, conseguiu obter a participação de 80 mil pessoas contra os 100 mil da outra “maior manifestação de sempre em defesa da escola pública“.
O crescimento em termos de “maior manifestação de sempre em defesa da escola pública” tem um factor multiplicativo cainesiano de 0,8. Isto gera um défice de 20% em relação à “maior manifestação de sempre em defesa da escola pública” anterior em termos homólogos.
Sendo que a anterior “maior manifestação de sempre em defesa da escola pública“ visava a demissão da ministra e a presente “maior manifestação de sempre em defesa da escola pública” visava a demissão do governo, pode inferir-se que a ministra Maria de Lurdes Rodrigues era mais impopular que o governo em exercício.
Contabilidade manifestativa
Média
Sondagem: greve é boa para o ensino público?
O nosso Querido Líder
Navegando pelo site da FENPROF descobri o que de mais parecido existe em Portugal com a Coreia do Norte: o culto em torno do Querido Líder Mário Nogueira. Sem abrir qualquer notícia 17 (dezassete) vezes temos escrito o nome de Mário Nogueira outras vezes designado como Secretário Geral. Quanto a fotos sem abrir qualquer notícia assim num simples passeio pela página vemos 12 (doze ) vezes Mário Nogueira. (Ou treze se aquele senhor de costas muito sumidinho no encontro com a direcção do PS for também Mário Nogueira Vá lá saber-se porquê desta vez os participantes na reunião não foram identificados). Clicando em qualquer um dos títulos lá temos mais uma panóplia de fotos de Mário Nogueira. De perfil, de frente… A página da FENPROF é uma espécie de álbum de Mário Nogueira: temos Nogueira combativo em Professores firmes na luta (com direito a de Nogueira) Nogueira explicativo em “Os professores não se deixam ir em cantigas…” (artigo devidamente ilustrado com mais duas fotos de Nogueira), Nogueira rodeado de camaradas em Professores contra o regime de mobilidade especial, o aumento do horário de trabalho e o desemprego (artigo que devidamente ilustrado com mais 5 fotos de Nogueira)… Fantástico! Aqui fica uma pequena amostra das imagens disponíveis no site da Casa-Museu Mário Nogueira 





Indignações selectivas
Alguém encontrou comunicados de idêntico teor do Sindicato dos Jornalistas sobre as tentativas de silenciamento do mais importante jornal da Argentina, o Clarín, pelo governo Kirchner e sobre a venda forçada pelo governo venezuelano da televisão Globovisión?
Portugal é isto
Depois de terem marcado a greve para dia de exame, alegando a defesa da escola pública, sindicalistas e grevistas queixam-se que se exame não for adiado os alunos do privado são beneficiados porque os professores do privado não fazem greve.
Oportunidade para a RENOVA
Encontramos a Inês
Cá está, com o homem de meia-idade de bigode. Isto bate tudo certo.

Falta o papel
Exames: Adiada apreciação de recurso de Ministério sobre serviços mínimos
Entre os requisitos que o Ministério da Educação não cumprir está o facto de não ter sido enviada cópia da decisão do colégio arbitral que optou por não decretar estes serviços mínimos.
Com esta decisão sobre um recurso que o magistrado deste tribunal entende ser «não urgente», o Ministério da Educação não pode fixar serviços mínimos para os exames de segunda-feira, tendo de cumprir a decisão do colégio arbitral.
A escolha pela negação
Vamos falar a sério
A greve dos professores é para defender o status quo. Compete aos jovens, suas famílias e contribuintes em geral a decisão: se é isso que querem, o status quo, aceitam o aumento de impostos que isso implica.
Que professores achem que colateralmente estão a defender os alunos, só surpreenderia quem ainda não percebeu que as corporações do país acham sempre que sabem o que é melhor para as pessoas.
Está respondido, António Fernando Nabais. Obrigado por ter decidido que sou malcriado: só confirma o segundo parágrafo deste post. Pela minha parte dou por encerrada a participação no “debate”: agora é entre grevistas e os contribuintes.
uma carta à inês
Cara Inês,
Começo por a felicitar pela carta que escreveu na sua página do facebook, que revela um espírito atento e empenhado, bem como um português de muito boa qualidade, o que, infelizmente, é cada vez mais raro nos jovens portugueses da sua idade.
Gostaria de aproveitar a ocasião que nos proporcionou para tentar contribuir para o debate de algumas das ansiedades que o seu texto levanta, e que são comuns a muitos outros jovens como você, bem como à maioria dos portugueses de hoje.
A mais importante de todas, você formula-a logo na primeira pergunta que faz: “Onde mora a preocupação com o futuro dos meus filhos? Dos meus netos? Quem a tem?” A resposta só pode ser uma: em si, cara Inês, e, quando os tiver, nos seus filhos adultos que sejam os progenitores dos seus netos. Chama-se a isso responsabilidade individual (a única que verdadeiramente existe), e é muito por falta dela que Portugal se encontra no estado em que está: ninguém é responsável por nada, nem por coisa nenhuma, e, se um dia alguma coisa falhar, contamos com o estado, essa espécie de grande a amável paizinho, para nos dar aquilo de que precisamos. O problema é que se há pessoas sérias, que vivem vidas normais sem pensarem em pendurar-se no estado, muitas outras há que preferem encarar uma vida tranquila à sombra dos contribuintes. Evidentemente, cara Inês, se tudo falhar alguém nos deverá ajudar. Para isso existem seguros que as pessoas previdentes, isto é, responsáveis, devem fazer quando estão em boas condições para isso. Mas, admito, o estado poderá ser chamado a ajudar em situações limite, até porque está sempre a sacar-nos dinheiro supostamente para cumprir esses desígnios sociais, o que faz cada vez pior. Então, que o gaste com quem verdadeira e comprovadamente precisa, em vez de o desbaratar com políticas absurdas, a querer paternalmente substituir-se ao que deve ser da responsabilidade de cada um de nós. De resto, cara Inês, permita-me que lhe diga que não me parece adequado que você parta para a vida, ainda apenas com 18 anos e com as capacidades que a sua carta deixam adivinhar, com o pessimismo de um idoso de 70 ou mais anos de idade. Você acha que vai precisar de quem olhe pelo futuro dos seus filhos e dos seus netos? Não se acha capaz, com a inteligência que revela, de o vir a fazer, juntamente com a sua família e os seus amigos mais próximos, se necessário? Olhe que, apesar de dura, a vida não nos traz sempre infortúnios e devemos aproveitar os bons momentos para acautelarmos os maus. Por isso, aproveite-a e cuide dela. Faça-se a ela com coragem e arrojo. Não fique à espera que outros cuidem de si e dos seus.
Menos livres? Talvez o contrário
O André tem toda a razão: ao contrário do coro que por aí vai, a gritar que a democracia e a liberdade acabaram, ou estão em vias de acabar, porque na Grécia o governo mandou fechar a televisão estatal, a verdade é que os estados totalitários não fecham televisões públicas, fecham televisões privadas. Televisões, rádios, jornais, sites, tudo o que puderem fechar e que não controlem. Ao contrário do controle que sempre existiu e existe em 99% das televisões estatais, apesar de mil anos e mil governos de juras em contrário. Não me parece que a Grécia tenha ficado menos livre porque uma empresa que era utilizada para depositar afilhados dos partidos que iam passando pelo poder – como é habitual em muitos outros países, de resto – tenha deixado de emitir. Não creio também que ficássemos menos livres se o mesmo se passasse por cá. Até podíamos ficar mais livres. Livres, por exemplo, da azia do personagem que lá pousa aos domingos, depois do telejornal. Ele que passasse a dar entrevistas normais em vez de dispor de um tempo de antena que só mesmo uma estação de “serviço público”, como a RTP gosta de se autodesignar, seria capaz de inventar.
Condolências
Condolências para a família e amigos do blogger e empresário João Pinto e Castro.
Descanse em paz.
(dado o teor deste post, não permitirei comentários)
A prematura leveza do ser
Inês Gonçalves, estudante do secundário, 18 anos, lançou-se no Facebook em Janeiro de 2013 (como qualquer adolescente do 12º ano, descobriu o Facebook em Janeiro de 2013). Não tem fotos dela própria, não tem amigos estudantes, não tem dados biográficos nem o nome da escola que frequenta. Não tem gostos musicais. Alterna a foto de capa entre Marlon Brando em The Wild One (1953) e uma foto fixolas que até foi usada por uma obscura banda de música de dança alemã .
Qual a relevância de Inês Gonçalves? O Arrastão e o Aventar publicaram um texto da típica adolescente, tornando-a no anti-Martim Gonçalves (mas sem cara) da propaganda socialista da geração Facebook. Este texto, verdadeira obra épica para quem nunca escreveu em público antes, foi, em 12 horas, partilhado 4067 vezes. Naturalmente enaltece a greve dos professores, o seu mérito não reconhecido e essas preocupações típicas de adolescente com mega-agrupamentos e cortes de horários lectivos.
Inês Gonçalves não gosta de música, TV, bikinis, motas ou verniz garrido para as unhas. Não gosta de rapazes, malta da televisão, actores de cinema ou praias. Gosta sim dos grupos “Arrenda Lisboa Low Cost“, “Jovens do Secundário do BE de Lisboa“, “Indignados do Secundário – Movimento Estudantil“, “Democracia Local“, “José Mário Branco“, “Contra a privatização das Águas de Portugal“, “Não entro na PT Bluestation“, “Plataforma cidadã de resistência à destruição do SNS” e “Grupo de cidadãos contra a privatização da água – Leiria“.
Se eu fosse um cínico diria que a Inês Gonçalves parece corresponder à descrição de um tipo de meia-idade com bigode.
Adenda: Os mega-agrupamentos e os atropelos democráticos, por Inês Gonçalves, Coordenação Nacional de Estudantes do Bloco de Esquerda.
No país da equidade
Pais exigem anulação de exames se algum aluno não puder fazer provas
A CONFAP quer facilitar a vida aos sindicatos. Defende que se uma única sala de uma única escola for afectada pela greve, todos os exames, de todas as salas de todas as escolas devem ser anulados por uma questão de equidade. O que implicaria que todos os alunos teriam que voltar a fazer a prova num novo dia e assim sucessivamente até os sindicatos deixarem de conseguir boicotar pelo menos uma sala. A ideia não é apenas estúpida, é muito estúpida. Que tenha origem no representante dos pais diz muito sobre Portugal.
Burocracia II
Ouriversarias e outras lojas obrigadas a ter videovigilância
Acrescenta-se mais um conjunto de obrigações às empresas com uma data de legislação agarrada, numa matéria em que isto é totalmente desnecessário. As ourivesarias saberão, melhor que o Estado, quais os seus riscos e quais são os seus interesses em matéria de segurança. Acham que as empresas são prejudicadas por excesso de burocracia?
sondagem
o que disse e o que deveria ter dito
O que deveria ter dito: “Preocupa-me que um país europeu do século XXI fique, nem que seja temporariamente, dependente de um serviço público de rádio e de televisão, com tudo o que isso acarreta de perda para os cidadãos e para a saúde democrática da sociedade, em impostos e ingerências ilegítimas do poder público nos conteúdos informativos.”
a esquerda que se decida
A esquerda portuguesa não se importa que o estado esvazie os cofres e se endivide, muito para além do aceitável, para pagar a sua despesa corrente e os seus custos operacionais. Mas quando, para tentar arranjar dinheiro para ajudar a suportar esses custos, lhe falam em alienar património e empresas públicas, que até estão na origem do problema, como a TAP e a RTP, cai o Carmo e a Trindade. A esquerda tem, então, de se decidir: ou se propõe a cortar nos gastos para ainda tentar manter o património do estado (uma verdadeira contraditio in terminis) ou se dispõe a vender património para ajudar a sustentar os gastos. Dado que o estado gasta mais do que aquilo que recebe (e já recebe muito), que o recurso ao crédito é praticamente impossível, considerando os elevados juros e a dificuldade que tem em arranjar dinheiro, e que fabricar notas já não está mais ao seu alcance, não resta alternativa. A esquerda que se decida, mas que não nos faça passar por tolos, afiançado-nos que conseguirá continuar a gastar dinheiro sem o ter, nem sem ter onde o arranjar.
Troika para drogados
Versão socialista
Precisamos de mais tempo e mais droga. Não se combate o vício da droga roubando o acesso à droga. É preciso consumir mais droga para que aumentem as nossas fontes de financiamento de droga. Uma união a sério mutualizaria toda a droga. Não aceitamos que outros drogados digam como devemos usar a droga que compramos com o dinheiro que nos emprestam para comprar droga.
Versão comunista
A droga é do povo. Reduzir o consumo de droga destrói a vida dos produtores de droga e gera desemprego altamente qualificado. Na Coreia do Norte todos têm a droga que precisam.
Versão bloco de droga
A droga é da burguesia. Troika fora daqui. Só podemos ter a droga que necessitamos se deixarem de nos emprestar dinheiro para droga. Sabiam que se gastou mais em pagar droga consumida do que a comprar nova droga para consumir?
A greve
Os sindicatos dos professores convocaram uma greve para o dia do exame de português de dia 17 de Junho. O objectivo óbvio é impedir que o exame se realize. Quando o ministro anunciou que o exame continuaria marcado para dia 17, e que não há nova data, os mesmos sindicatos ficaram muito indignados. Ficaram indignados porque precisam de fazer greve para ela ter realmente algum efeito. Quando o ministro convocou todos os professores para estarem presentes nas escolas no dia 17, o que garante 9 suplentes para cada professor vigilante, os sindicatos voltaram a indignar-se. Voltaram a indignar-se porque, para a greve ter sucesso, não basta convocarem a greve, é necessário que a adesão seja próxima daquela que os sindicatos costumam anunciar em dia de greve. Ironicamente, um dos obstáculos ao sucesso da greve é a pouca disposição dos professores para perderem um dia de salário. Este problema poderia ser resolvido com um recurso a um fundo de greve, fundo esse que devia ter sido constituído pelos sindicatos ao longo dos anos com as quotizações dos seus membros. Seria interessante saber como foi gasto esse dinheiro.
Centralismo “tuga”
Enfim
depois de andar a patrocinar a Flotilha da Liberdade Erdogan viu a flotilha tornar-se terrestre em Istambul. Mas tal como a Flotilha da Liberdade de livre tinha muito pouco também muitos daqueles manifestantes me parecem menos ou tão amigos da liberdade quanto o próprio Erdogan.
Burocracia
Se perguntarem a um português se em Portugal há excesso de burocracia, ele responderá que sim. Se perguntarem ao mesmo português como é que se combate a economia paralela (ou a corrupção, ou os acidentes de trânsito ou o estacionamento em segunda fila ou qualquer outra deordem) ele dirá que são necessárias mais leis e mais fiscalização.
Melhores resultados? Cortando despesa
O Paulo Guinote chama a atenção para os resultados dos TIMSS de 2011 para dizer que modelos de educação como o sueco têm piores resultados que Portugal.
Assim sendo, traçando os resultados dos TIMSS de países com melhores resultados que Portugal (advanced benchmark) em relação à despesa com educação, chegamos à conclusão que os melhores resultados são obtidos nos países onde a despesa é menor.

Tem razão, o modelo sueco está “em declínio“. É avançar então com a redução da despesa na educação. Sugiro que se copie Singapura.
Juntar o útil ao agradável
A greve geral é uma excelente ideia. Devia durar várias semanas. Troika fora daqui, já.
Exigindo manter a despesa ao nível corrente e expulsando quem a financia resolve dois problemas: redução imediata da tal despesa que não se quer reduzir e abolição de qualquer fonte de financiamento que permita o regresso desta despesa.
Gritem bem alto, “Troika fora daqui“. Outro grito poderá ser “20 é pouco, cortem-nos 60“.
o ministro das finanças de que portugal precisa
sem dúvida, o estado português está cheio de dinheiro

e agora, joaquim, quem paga o pato?
Ao declarar a inconstitucionalidade de várias normas do orçamento de 2013, o Tribunal Constitucional parece ter-se esquecido de perguntar se havia dinheiro para pagar a despesa nelas prevista. Chegada a hora da verdade, o governo não tem dinheiro para responder por elas e também já não pode, ao arrepio do que foi sugerido, há tempos, pelo Dr. Mário Soares, fabricá-lo, a não ser que o faça às escondidas, falsificando as notas originais que são do BCE. Desviar verbas de outras rubricas orçamentais também não serve, porque, quando chegasse o momento de as pagar, o governo voltaria a não ter o mesmo dinheiro que agora já não tem para os subsídios de férias, e a confrontar-se com a constrangedora situação de continuar sem poder imprir belas e reluzentes notas de banco. Pior: teria de explicar aos credores (não esquecer que Portugal está sob intervenção estrangeira e obrigado a cumprir metas orçamentais, que voluntariamente assumiu, em troca de mais dinheiro para se sustentar) por que razão agravara o défice sem a sua autorização, e onde iria buscar dinheiro para o cobrir, já que eles, certamente indispostos com a brincadeira, dificilmente lho emprestariam. Ou seja, não há saída: ou há dinheiro e palhaços, ou não pode haver palhaços por não haver dinheiro. A não ser que o Senhor Dr. Joaquim Sousa Ribeiro, ilustre presidente do Tribunal Constitucional e enfático comentador das politicas deste governo, arranje modo de pagar o pato, Arranja, Senhor Conselheiro?
Obama vs Obama
Candidate Obama debates President Obama on Government Surveillance
um novo poder presidencial
Segundo o iluminado Professor Cardoso Rosas, cabe ao Presidente da República a responsabilidade (constitucional?) de ter um «discurso alternativo ao do governo», «crítico e não seguidista face à Europa e à troika» e «distanciado face à própria acção do executivo». Ora, sabendo-se, e acreditando que o Professor Cardoso Rosas também sabe, que o Chefe de Estado português não governa nem interfere na governação, e aceitando ele que o Presidente não queira eleições «por razões prudenciais», para que serviria, então, tamanho alarido oposicionista? Aparentemente para nada, a não ser que o Professor Rosas tenha em mente conceder um novo poder fáctico ao mais alto magistrado da nação: o de ser também o seu mais alto alcoviteiro, uma espécie de muro das lamentações da pátria, mais ou menos um Tribunal Constitucional singular, ainda que sem o poder de fogo deste órgão de soberania. Era, então, só mesmo falar por falar, que o homem deve andar sufocado e cheio de vontade de desabafar. Não está mal visto, não, senhor professor, embora eu ache que sei o que lhe vai na tola.
1984
De acordo com o Zero Hedge, as vendas do “1984” de George Orwell aumentaram 6884% na Amazon nas últimas 24 horas.
O Obama sabe quem os comprou.
fala, gostosa!!!

Roubado ao Hélio Beltrão.
Boas soluções
A RTP grega vai fechar hoje à meia noite.
de protecção em protecção
A União Europeia apresentou hoje o seu mais recente plano proteccionista, este para “revitalizar” a siderugia na Europa, por sinal, um sector sobredimensionado e com a procura em queda. Esta é a visão que as autoridades da União Europeia têm actualmente da economia: criar condições artificiais de viabilidade económica para certas empresas, impedindo que o mercado se reajuste por si mesmo. Mais do que um verdadeiro plano de apoio à economia, trata-se de um acto desesperado de apoio aos políticos, que têm de enfrentar os erros que cometeram nos seus países e de que o desemprego é, infelizmente, a primeira parcela dessa pesada factura. Foi nisto que a União Europeia, inicialmente um projecto de mercado livre e de concorrência aberta, se transformou, sendo que os resultados estão bem à vista de todos: de protecção em protecção, até ao estouro total dos sectores “protegidos”. Nessa altura, graças à “protecção” de uns em detrimento de todos, não haverá quem se salve.
Mário Soares a Presidente
Com Mário Soares não haverá o perigo da criação de um partido ou de um bloco político, organizados na Presidência da República, contra os partidos existentes.
Com ele na Presidência da República, os portugueses têm a certeza de que tudo se fará para evitar divisões e lutas internas desgastantes, concentrando as energias nacionais na luta contra o atraso e o subdesenvolvimento.
A coragem, a firmeza, a coerência, o passado, a experiência e a competência política de Mário Soares, a sua capacidade de diálogo e de negociação, a sua constante defesa dos valores da liberdade e da tolerância, a sua permanente preocupação de equilíbrio e moderação, são a garantia de que a sua vitória não será a derrota de ninguém: o candidato que, uma vez eleito, será o Presidente de todos os portugueses.
A marcha dos oprimidos
(só com ironia mesmo)
Represento a ONG Minorias Unidas na Luta Ativista (Mula). Somos uma entidade que defende as pobres vítimas do “sistema”, ou seja, os gays, as lésbicas, os transexuais, os negros, as mulheres, os índios, os muçulmanos e todos os demais grupos excluídos que são explorados pelos brancos capitalistas.
Nossa visão de mundo não engloba o indivíduo, essa figura de carne e osso criada pelos ocidentais para fins espúrios. Nós só enxergamos grupos, que formam nossas identidades: classe, raça, gênero, inclinação sexual, religião. Somente essas abstrações nos interessam. Falar em indivíduo é cair na estratégia pérfida dos liberais. Não aceitamos isso!
Leia mais aqui.


