Skip to content

Continuo sem perceber

19 Dezembro, 2014

porque não pode José Sócrates dar entrevistas.

E fazer com que os sindicatos fossem serviço público?

18 Dezembro, 2014

Independentemente de fazer ou não sentido a requisição civil apresentada hoje para colmatar o mal já feito pelo pré-anúncio de greve da TAP na semana do Natal, greve esta tão moralmente censurável como greve aos exames nacionais ou ao serviço de urgência hospitalar, o argumento anti-privatização a partir do pressuposto que, ao fazer a requisição civil, o governo opta por evidenciar o serviço público imprescindível fornecido pela TAP, simplesmente não colhe frutos.

Ninguém diz que a TAP não faz um serviço público importantíssimo. A Ryanair também faz e não é por isso que deve ser nacionalizada. O que isto evidencia é que serviço público importantíssimo não pode ser gerido por grupos de interesse com poder suficiente para chantagear contribuintes. Dito de outra forma, se não é passível de requisição civil, não deve ser gerido pelo Estado; se é gerido pelo Estado deve ser consensual que é passível de requisição civil.

Aliás, nenhuma greve percepcionada como não possuindo risco acarreta qualquer poder reivindicativo. Uma greve só é consequente se há risco real de despedimento do grevista, que opta por aceitar esse risco em prol da possibilidade de benefício maior. As greves que se vêem na função pública e em empresas públicas são menos que teatro, são uma fantochada de privilegiados habituados a vacas gordas que apenas servem para alimentar a engrenagem dos palonços cuja função na vida é empecer por vício.

Em Portugal ninguém desvirtua mais a função sindical que os próprios sindicatos. Eu começaria por dissecar o financiamento destes antes de emprenhar pelos ouvidos qualquer ceninha que vos faça sentir bem com o que julgam ser magnânimas demonstrações espalhafatosas de bondade; mas cada um humilha-se com o que quer.

O PS alinhar na posição do papalvo inútil não é surpreendente: sempre tiveram dificuldade em distinguir o que é do Estado do que é do partido.

não tem meio termo

18 Dezembro, 2014
by

Os objectivos das greves recentes da TAP são clarinhos como água: evitar a sua venda, desvalorizando a companhia com prejuízos consideráveis e, sobretudo, enviando aos potenciais compradores a mensagem de que a companhia é ingovernável sem os sindicatos, o que assusta qualquer investidor. Neste braço de ferro, o governo, de duas três: ou privatiza ou capitula. A requisição civil é um remendo de circunstância. Já a questão de fundo não tem meio termo.

Só faltava mesmo mais uma idiotice…

18 Dezembro, 2014

Requisição civil? Esta gente é parva ou faz-se.

Estamos porventura em situação de Estado de Sítio ou Estado de emergência?

Não? É que não conheço outras situações em que os direitos civis dos cidadãos possam ser legitimamente restringidos. Então querem obrigar as pessoas a trabalhar negando o direito à greve? Lamento informar, mas tal «resolução do conselho de ministros » é treta e letra morta.

Pode a greve ser uma chatice, e pode-se discordar das suas razões, mas isso não dá direito ao governo de tentar alinhar na idiotice vigente e  ser mais estúpido do que o habitual.

A partir de hoje o Jingle Bells não soa ao mesmo

18 Dezembro, 2014

Quantas horas tem o disco de Natal da TAP? Estou há largo tempo a tentar alterar as datas de um voo na TAP. Creio que Já ouvi o Jingle Bells mais vezes que a Gaivota voava em 1975

Também lhe terão chumbado o PEC IV?

18 Dezembro, 2014

Putin: Crise no rublo é resultado de fatores externos

TAP, da próxima vez será diferente …

18 Dezembro, 2014

O manifesto contra aprivatização da TAP informa-nos das asneiras que a gestão pública foi fazendo ao longo dos anos:

a TAP viu-se impelida a comprar a Portugália, que também estava falida. Depois, viu-se obrigada a recomprar a Groundforce, então já espanhola, a quem tinha sido entregue todo o handling do aeroporto de Lisboa e Faro, e que prestava cada vez pior serviço. E, finalmente, num negócio desastroso, tanto a nível financeiro como estratégico, e cuja opacidade está por clarificar, foi empurrada para comprar a VEM, no Brasil, operação que tem vindo a custar à holding somas absurdas, que perturbam o plano operacional da empresa no seu core business: o transporte aéreo.

Ao mesmo tempo, pede aos contribuintes para meter lá mais dinheiro:

Por isso, só não é possível financiar a TAP se o Governo se demitir das suas obrigações e decidir não defender o seu património e o interesse nacional.
[…]
Por forma a assegurarem alguma estabilidade concorrencial no sector, estas políticas são norteadas pelo princípio “one time, last time”, que proíbe uma empresa de receber apoio e ajuda na reestruturação mais do que uma vez a cada dez anos. Ora, não há apoio estatal à TAP há 18 anos!

Seguir

Get every new post delivered to your Inbox.

Junte-se a 34.908 outros seguidores