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A ler

22 Agosto, 2014

Corresponsales en Gaza: la verdad sea dicha Ou como aqui se pergunta Reporters Have Finally Found Hamas. What Took So Long?

 

Alternativa à lei Barreto

21 Agosto, 2014

Amazon-logoVocê pode fazer cópias privadas. Quando compra um CD está a comprar o direito ao usufruto em privado da música nele contida. Com a lei da cópia privada terá que pagar uma taxa para poder criar uma cópia para ouvir no carro ou no iPod, em privado. A ideia é que, sem a taxa, você está a impedir o autor de receber royalties pela compra de um segundo CD para ter no carro. O corolário deste princípio é que os leitores de CD dos carros deverão vir a ter um detector do número de passageiros para evitar o risco de uma pessoa que não adquiriu o CD o vir a escutar durante a boleia para o trabalho. Ou então, em alternativa, uma ranhura onde se introduzem moedas para escutar faixas de discos comprados para usufruto em privado. Tecnicamente, pode ouvir música no carro mas não é aconselhável que o faça com o vidro aberto se outras pessoas estiverem nas imediações: é que são menos cópias do disco que são vendidas, entendem? A alternativa, se pretende circular num carro onde ouve música em CD devidamente comprado na lojinha, é pedir uma licença de radiodifusão e pagar a respectiva taxa. Há muito espaço para ampliar esta brilhante lei: falem comigo, vamos extorquir dinheiro à malta.

Em alternativa, podem começar a fazer as compras de suportes digitais na empresa dos capitalistas neoliberais da figura.

Lido assim talvez se perceba melhor

21 Agosto, 2014

 

 

 

A Cópia Privada Volta a Atacar

20 Agosto, 2014
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Em Portugal, existe uma lei de extorsão de consumidores a que se chama Lei da Cópia Privada. O primeiro passo para esta moderna forma de roubo foi dado em 1998, com a publicação da lei 62/98 que regulava o disposto no artigo 82.º do Código do Direito de Autor e dos Direitos Conexos, mais tarde alterada pela Lei 50/2004.

Nessa lei estabelece-se que “a remuneração a incluir no preço de venda ao público dos aparelhos de fixação e reprodução de obras e prestações é igual a 3% do preço de venda, antes da aplicação do IVA, estabelecido pelos respectivos fabricantes e importadores” e fixa as taxas a cobrar na venda de suportes de gravação  (Cassetes áudio e vídeo VHS – apenas VHS – CDs, CD-Rs, Minidiscs, DVDs). As taxas foram fixadas em cêntimos – por exemplo, 26 cêntimos por cassete VHS, 30 cêntimos por cada DVD-RW.

Depois, como todas as leis portuguesas, estabeleciam-se isenções: artistas, entidades de carácter cultural, etc. A lei era para extorsionar os consumidores a favor dos artistas, pelo que não faz sentido que os artistas sejam extorsionados a favor deles próprios.  Ler Mais…

Os retornados começaram a chegar há 40 anos

20 Agosto, 2014

Para muitos os retornados surgiram em 1975, eram brancos e vieram na ponte aérea. Mas não: os primeiros chegaram no Verão de 74. Boa parte deles não eram brancos e muitos nunca tinham saído de África.

É uma história longa e complexa, a dos retornados. Três fugiram de bicicleta. Outros arriscaram atravessar o oceano em simples traineiras. Milhares embarcaram em paquetes para uma viagem que eles sabiam não ser de retorno nem ter retorno. Existem ainda aqueles que ao volante de camiões ou de simples automóveis inventaram rotas de fuga pelo continente  africano. Por fim, a maior parte, chegou às centenas de milhar numa ponte aérea que parecia interminável

Contudo não só eles não eram retornados como surgiram muitos meses antes de a palavra retornado ter conseguido chegar às primeiras páginas dos jornais portugueses. Desde Junho de 1974 que encontramos notícias sobre a fuga dos colonos, dos brancos, dos africanistas, dos europeus, dos ultramarinos, dos residentes e dos metropolitanos. No Observador começo a contar-lhes parte da história.

 

 

Desocupem Al-Andalus, infiéis

20 Agosto, 2014
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o emplastro do brasil

19 Agosto, 2014
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Devo ser das poucas pessoas que considera que a entrada de Lula da Silva na campanha presidencial brasileira não vai desequilibrar as coisas em favor da sua “presidenta”. Julgo até que, pelo contrário, a maioria dos brasileiros começa a estar farta do “Lulinha-carregador-de-postes”, isto é, do cabo eleitoral que elege fulanos que quase ninguém conhece, e que não irá, desta vez, na sua cantiga habitual. Na verdade, o PT tem já doze anos de poder, com histórias diárias de corrupção e escandaleiras permanentes, e as pessoas parecem começar a entender que a alternância é a principal virtude da democracia. E, no meio desse circo mediático, Lula está cada vez mais parecido com um emplastro que aparece sempre na fotografia ao lado de figurões importantes. Já não há pachorra!

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