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O chamado estudo de fulanização

21 Novembro, 2014

Banqueiros têm tendência cultural para mentir, dizem cientistas suíços

Dá sempre jeito um estudo assim: pode fazer-se com judeus, com portugueses, com portugueses negros versus portugueses brancos, com médicos, com juízes, com padres…

E se uma víbora os tivesse mordido? Se aparecesse um lobo? Se tivessem confundido o teixo com uma planta para fazer infusões?

21 Novembro, 2014

Correio da Manhã: O Supremo Tribunal de Justiça reduziu para 114.400 euros a indemnização a pagar pela concessionária do Parque das Termas do Gerês à família de um homem que ali morreu quando tentava socorrer o filho que caíra ao rio.

O acidente registou-se a 7 de junho de 2008, sendo a vítima um homem de 37 anos, residente no Porto, que estava a gozar com a família um fim de semana no Gerês, oferecido na compra de um automóvel. No parque, um filho da vítima, de 9 anos, desceu até uma rocha para ser fotografado pelo pai junto a uma queda livre de água, junto ao chamado “poço verde”. O rapaz escorregou e caiu ao poço, onde a água tinha dois metros de profundidade e um de diâmetro.

O pai, que não sabia nadar, atirou-se à água para tentar salvar o filho, acabando por ficar submerso durante algum tempo. Foi reanimado e transportado, ainda com vida, ao hospital, mas acabou por não resistir às lesões, morrendo no dia seguinte, presumivelmente vítima de congestão ou choque térmico.

O filho sabia nadar e conseguiu sair da água pelos seus próprios meios. A família da vítima moveu um processo judicial contra a concessionária, exigindo uma indemnização superior a 373 mil euros por alegada violação do dever de prevenção do perigo relacionado com a possibilidade de acesso à área envolvente do denominado “poço verde”.

O Tribunal de Vieira do Minho julgou a ação improcedente mas a família recorreu para a Relação de Guimarães, que condenou a concessionária ao pagamento de uma indemnização de 276 mil euros. A Relação atribuiu a culpa exclusiva do acidente à concessionária, por omissão do dever de assinalar o perigo da aproximação ao local do acidente, conhecido por “poço verde”.

Após o acidente, a concessionária colocou uma rede para impedir o acesso ao “poço verde” e à envolvente. Também afixou à entrada do parque o Regulamento de Utilização, do qual constam avisos para os visitantes não se aproximarem ou debruçarem sobre o ribeiro e sobre o lago e para não saírem dos percursos próprios para passeio.

Subvenciona isto

21 Novembro, 2014

As subvenções têm impacto nulo no orçamento em termos de contabilidade da despesa; porém, têm um impacto brutal na capacidade dos parlamentares demonstrarem compreender os cortes que necessariamente terão que intensificar na despesa pública. Parece que a situação está a dividir o PSD enquanto o PS se divide em bloquistas ambiciosos no seu analfabetismo aritmético e socialistas que sabem que o acto de governar não tem relação com o objectivo que é obter o poder.

Se parece divertido é porque é.

asasfafa

efeito messiânico, via Popstar

«lá vamos cantando e rindo…»

20 Novembro, 2014
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Passos e Portas chefiam um governo de «estarolas», que mantém um «conflito insanável com o regime democrático», Marques Mendes tem «sete vidas» como os gatos, Teixeira da Cruz «mente com quantos dentes tem», Cavaco Silva é um carteirista que rouba relógios aos seus apoiantes, Miguel Macedo está enterrado até aos cabelos no caso dos «vistos gold», e por aí vai a repelência política da honradíssima esquerda socialista pela direita que está no governo, sempre de dedo em riste para apontar as poucas-vergonhas e trafulhices do PSD e do CDS. Sempre? Bom, sempre, sempre, nem sempre, porque também convém não exagerar. Quando toca nos bolsos de todos, do PS, do PSD e do CDS, o silêncio é de ouro e a palavra de prata. E como a prata está cara, o melhor é não dizer nada. Uma verdadeira União Nacional, neste caso protagonizada por dois Chefes de Quina de ambos os partidos, Lello e dos Santos. A Bem da Nação!

Não sei que é mais espantoso: se a voz de seminarista de Eduardo Cabrita, se a paciência de Paulo Núncio se os jornalistas levarem sempre estas coisas do PS para a brincadeira

20 Novembro, 2014

Deputado e secretário de Estado lutam por microfone

Secretário de Estado e deputado do PS discutem no Parlamento

O microfone é meu. Não, é meu… e assim por diante (na íntegra)

Momento de humor

20 Novembro, 2014

Carlos do Carmo foi homenageado por um bando de pardais à solta e alto patrocínio da Rádio Comercial, estação reconhecida por não passar discos de mais de 3/4 das aves índias capitães da malta canoras.

É caso para dizer que quando a tarde cai, vai-se a revolta, sentam-se ao colo do pai, é a ternura que volta; e ouvem-no a falar do homem novo, são os putos deste povo a aprenderem a ser homens.

Vale a pena ver uma boa canção ser assassinada:

Manipulando a informação

19 Novembro, 2014
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É verdade Vítor, o Público tem-nos brindado com uns títulos bem caricatos, mas não têm o exclusivo da falta de noção do ridículo. A imprensa económica, de quem se esperaria um maior rigor em temas da sua suposta especialidade, também dá frequentemente para esse peditório. Veja-se o título abaixo, que pede meças na manipulação insidiosa da notícia:

 
O texto depois detalha que a decisão não tinha de ser autorizada pelo Governo. O que comprova que não estamos perante ignorância do articulista. É puro jornalismo de causas. Ou de sarjeta, parafraseando um conhecido e assertivo ex-ministro socialista.
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