Posted by PMF em 7 Setembro, 2010
Referida aqui, pelo João Miranda, a medida aprovada no Eurogrupo e no ECOFIN – o que significa (é bom, não esquecer) pelos respectivos governos nacionais.
Ora, deixando de lado o argumentário político-partidário interno, de circunstância (ouvi, por exemplo, Mota Soares, do CDS, dizer basicamente coisas contraditórias, tipo “boa medida”, mas “nunca deverá significar perda de soberania”…. como se não fosse, em parte, isso mesmo – e ainda bem! – sob o ponto de vista fiscal e financeiro – público), talvez isto imponha, agora decisivamente a Passos Coelho e ao PSD, mais firmeza na negociação do OGE para 2011, fiscalizando, efectivamente, o respeito pelas condições impostas e anunciadas, mesmo contra ventos e marés (leia-se, mesmo contra a conveniência de Cavaco Silva).
Vendo bem as todas as implicações da medida, talvez Passos Coelho esteja, agora, a pensar que afinal teria dado jeito, não ter sido simpático com o Governo, há uns meses atrás, em relação ao PEC!
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Posted by JoaoMiranda em 7 Setembro, 2010
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Posted by CAA em 7 Setembro, 2010
«No presente momento político, os maiores aliados da táctica socrática são os que desejam que o PSD hiberne até Fevereiro próximo. Marcelo Rebelo de Sousa converteu-se no porta-voz daqueles que requerem uma auto-anulação do principal partido da oposição até depois das presidenciais. Na sua inenarrável lição na Universidade de Verão dos social-democratas sustentou que a única estratégia válida para o PSD nos próximos seis meses seria facilitar a eleição de Cavaco Silva – leia-se, evitar uma crise política a todo o custo, admitir qualquer espécie de Orçamento, eventualmente abraçar mais acordos com o governo ainda que o seu conteúdo contenda com o ADN ideológico do PSD, enfim, desistir de ser alternativa ao PS, falar fininho e baixinho para que Cavaco Silva não tenha obstáculos na sua caminhada presidencial.»
* Ontem, no Jornal de Notícias
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Posted by Gabriel Silva em 7 Setembro, 2010
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Posted by LR em 7 Setembro, 2010
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Posted by Carlos Loureiro em 6 Setembro, 2010
Há mais de um ano, rebentou uma guerra entre as petrolíferas que se dedicam ao retalho e os hipermercados que também vendem combustíveis, a propósito dos aditivos. As petrolíferas garantiam que os combustíveis vendidos nos postos dos hipermercados eram piores, pois não tinham “aditivos”, os segundos asseguravam que os seus combustíveis eram exactamente iguais aos vendidos pelas primeiras. Nunca percebi quem tinha razão nesta polémica (confesso que nunca notei grande diferença entre uns e outros, nem sequer entre os combustíveis comuns e os mais caros ditos “premium“, que experimentei por desfastio). Com o crescimento da quota de mercado dos hipermercados, a GALP teve uma ideia genial: criar um posto de abastecimento que vende combustíveis a preços de hipermercado, avisando, porém, os clientes que ali pretendam abastecer que estão a comprar produto de segunda categoria (ou terceira, considerando os premium), pior para os motores e para o ambiente. Como a generalidade dos consumidores não tem um laboratório de análises em casa e as diferenças entre uns e outros são difíceis de medir em condições de utilização normal (“mais 30 km por depósito” obtêm-se mais depressa reduzindo a velocidade do que mudando de combustível), acreditar ou não nas vantagens dos combustíveis aditivados é uma pura questão de fé (ou de marketing). A publicidade gratuita que a Galp obteve hoje (relançando, além disso, a dúvida sobre os combustíveis low cost dos hipermercados) vale bem os 15 cêntimos por litro que está a perder em Setúbal.
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Posted by CAA em 6 Setembro, 2010

Queria demonstrar aqui toda a minha solidariedade para com o povo oprimido do ilhéu da Pontinha que o poder luso-madeirense tem subjugado desde há muito tempo. Anuncio, ainda, a preparação de manifestações a favor desta causa em frente à representação da União Europeia, da Casa da Madeira e da AR. Para além disso, um vasto anel de solidariedade internacional vai convocar protestos em várias capitais da Europa e do resto do Mundo para que esta causa não seja esquecida.
ABAIXO O COLONIONALISMO! PELA AUTODETERMINAÇÃO DOS POVOS! FIM À OPRESSÃO DA MADEIRA SOBRE O POVO INJUSTÇADO DO ILHÉU DA PONTINHA! UNIDOS VENCEREMOS!
Publicado em Cartoons | 17 Comentários »
Posted by JoaoMiranda em 6 Setembro, 2010
Cavaco Silva pede aos portugueses que “ponham de lado as divisões”
Existe uma divisão antiga entre os portugueses. De um lado estão os que são contra a divisão dos portugueses. Este grupo defende que dvemos ficar todos unidos a assistir ao apodrecimento da situação. Do outro lado estão os que são pelo confronto entre ideias e projectos distintos para o país. Este grupo acha que o apodrecimento da situação deve ser acompanhado por um confronto de projectos para resolver o problema. Cavaco tomou partido pelo primeiro grupo.
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Posted by JoaoMiranda em 6 Setembro, 2010
British Airways – privatizada em 1987
Iberia – privatizada em 2001
Lufthansa – Totalmente privada desde 1997
Air France – privatização iniciada em 1999
Alitalia – faliu em 2008
Swissair – faliu em 2002
Sabena – faliu em 2001
KLM – fundiu-se com a Air France em 2004
Olympic Airlines – Com um excelente aeroporto para servir de hub, governo grego passou 10 anos à procura de comprador (cessou actividade em 2009 e os seus activos foram vendidos)
TAP – ?
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Posted by PMF em 6 Setembro, 2010
“Seria uma desgraça total não haver consenso político no Orçamento do Estado para 20111″, declarou Basílio Horta, ao Público (ver aqui).
Esta campanha “pró-OGE-2011-a-todo-o-custo” que eclodiu mal o PSD anunciou as suas exigências para votar (ou abster-se) em relação ao próximo Orçamento e que tem tido, nos últimos dias, Cavaco como principal paladino (pré-campanha para as Presidenciais?) até nos pode levar a pensar que qualquer OGE servirá, desde que suscite o dito “consenso” partidário. Mais vale um mau OGE que mantenha a sacrossanta estabilidade política (leia-se, manutenção do status quo do poder actual), do que o risco de uma qualquer mudança! Ainda que haja também um consenso sobre o facto de as coisas terem que mudar!
A ”desgraça total” é termos alegremente mais do mesmo (uma má ”estabilidade” que até possa permitir coisas destas), até à bancarrota final!!!
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Posted by JoaoMiranda em 6 Setembro, 2010
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Posted by Gabriel Silva em 5 Setembro, 2010
O Rui A. foi um dos inspiradores da criação deste blog e um dos seus fundadores. Liberal de todos os costados, admirador incansável dos grandes clássicos, sempre actuais, aqui e noutras paragens, produziu e produz certamente dos melhores ensaios, crónicas e textos de filosofia e análise política em língua portuguesa.
É com muito prazer, gosto e orgulho que anunciamos o seu regresso ao seu Blasfémias.
Publicado em Blasfémias | 10 Comentários »
Posted by helenafmatos em 5 Setembro, 2010
Se bem percebi Jerónimo de Sousa em matéria de financiamento partidário e muito particularmente dos fundos que o PCP recolhe está contra a igualdade e sobretudo manifesta-se contra os militantes daqueles partidos que vivem na dependência do Estado e que almejavam que esses fundos fossem assim para uma espécie de bolo a dividir posteriormente por todos. Ou seja pelos comunistas que funcionam como uma espécie de empresários por contra própria na recolha de fundos e os outros, os subsidiodependentes. Camarada Jerónimo o discurso parecia uma missa mas nessa matéria o Blasfémias manifesta todo o apoio a esse pensamento liberal: os fundos a quem os recolhe!
Obs. E não se esqueça nunca dessa fúria contra aqueles que vivem na dependência do estado e nada fazem. Vamos ter de falar sobre isso.
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Posted by Gabriel Silva em 5 Setembro, 2010
Thilo Sarrazin é director do banco central alemão com o pelouro dos sistemas informáticos. Escreveu um livro onde, segundo noticiado pela imprensa internacional, certamente entre outras ideias, advoga que as comunidades muçulmanas na Europa não estão, por natureza, interessadas em se integrarem na vida das sociedades ocidentais, que os seus membros tem menos sucesso no aproveitamento escolar e portanto serão incapazes de contribuírem para o desenvolvimento dos países de acolhimento; que são uma ameaça populacional por terem taxas de nascimento muito superiores aos «autóctones», e que os judeus possuem um gene distintivo dos demais.
Pode-se, por preconceito (pois ninguém leu o livro ainda), pensar o que se quiser das ideias expostas. Pode alguém sentir-se ofendido e recorrer para os tribunais. Pode-se, quando for conhecido o seu argumentário, refutar os argumentos, os factos e as conclusões. Nada de muito especial, acontece com qualquer livro onde se exponham ideais.
Mas o verdadeiramente estranho, escandaloso e extremamente perigoso (e infelizmente, não é caso único), é o julgamento sumário na praça pública que o autor tem vindo a ser sujeito, tentando-se desde já puni-lo pelas suas ideias. Algo que se pensava não ser possível em sociedades abertas, livres e democráticas. Desde já, os seus colegas retiraram-lhe todas as suas competências e existem movimentos e pressões políticas para que seja demitido. Não porque tenha extravasado as suas competências. Ou por ser incompetente. Ou sequer por ter expressado alguma ideia que pusesse em questão o desempenho do seu cargo ou a instituição que serve. Não. Pura e simplesmente, querem puni-lo pelas suas ideias.
Ora, a refutação das ideias faz-se, em sociedades abertas e livres de censura, pelo seu debate, refutação e contrargumentário. Não pelo despedimento profissional e tentativa de silenciamento por via da denegrição pessoal e intelectual do autor.
Pode-se argumentar «ah, mas é xenófobo». Será. Ou não. «Ah, mas é racista». Talvez. Ou não. «Ah, mas é preconceituoso». Também quem o critica sem ler. Mas, e se for verdadeiramente isso tudo? Qual o problema mesmo? A liberdade de expressão deve ser plena, incluindo o direito ao disparate, pois que fica com quem o profere. E nada mais. O que não é aceitável é a condenação de quem profere ideias, sejam quais forem. Mas nos dias de hoje, parece crescer assustadoramente o número dos que assim não pensam, o que é perigoso sinal para a liberdade geral.
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Posted by JoaoMiranda em 5 Setembro, 2010
O Público dá hoje destaque na 1ª Página a uma reportagem cujo tema é “Quanto custa educar um filho?”. Não se percebe de que estão a falar. A Constituição diz que cabe ao Estado estabelecer progressivamente a gratuitidade de todos os graus de ensino e a criação de uma rede de estabelecimentos públicos de ensino que cubra as necessidades de toda a população. Educar um filho é, 35 anos após a gloriosa revolução de Abril, totalmente gratuito.
Andam a propagar a mentira de que o futebolista José Torres terá tido dificuldades financeiras no fim da vida, agravados pelo facto de sofrer de Alzheimer. Não pode ser verdade porque a Constituição portuguesa garante que o direito à protecção da saúde é realizado através de um serviço nacional de saúde universal e geral e, tendo em conta as condições económicas e sociais dos cidadãos, tendencialmente gratuito.
As pessoas continuam a pensar de forma individualista e burguesa procurando dar aos filhos uma educação elitista e desejando para os velhos autonomia financeira para lidar com a adversidade. Esta é uma forma de pensar ultrapassada. O Estado está aí para assegurar a saúde e a educação e ninguém precisa de ter ambições egoístas nessa matéria.
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Posted by PMF em 5 Setembro, 2010
Sócrates tem uma característica: vocação para ser boneco “sempre-em-pé! Parece ser um resistente. Apanha, vai apanhando, continua a apanhar, não fala, fala pouco e sempre de uma realidade imaginária (o país) como se estivesse a descrever a verdade (como se acreditasse nessa sua própria ilusão!). Enquanto não caí, vai-se preparando para voltar a correr. Tem como lema obsessivo o ”daqui não saio; daqui ninguém me tira”!
Esta característica é um pressuposto fundamental para se perceber o discurso de Matosinhos: fuga para a frente.
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Posted by JoaoMiranda em 5 Setembro, 2010
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Posted by LR em 4 Setembro, 2010
Muito interessante esta entrevista de Miguel Relvas. Em 10 minutos – vale a pena ver os vídeos – fica-se a compreender porque não consegue o PSD afirmar-se como verdadeira alternativa ao status quo vigente, com o qual não propõe qualquer ruptura, apenas diferente cosmética e nova roupagem.
Nada muda em substância, principalmente nas áreas que mais hipotecam o futuro: as malfadadas PPPs, esse sofisticado instrumento de reciclagem de custos públicos em proveitos privados, mantêm-se com “outra regulação”, um eufemismo que no fundo significa apenas a mudança de alguns beneficiários; a CGD já não se privatiza (bons tempos em que Passos Coelho teve essa grande ideia), mas atribui-se-lhe um estatuto de “banco de desenvolvimento”, naquela ridícula e muito socretina pretensão dos políticos se darem ares de CEOs do país e das suas grandes empresas; na legislação laboral, uma perfeita trapalhada com medidinhas avulsas, indiciador de que não se sabe o que se quer; os mega-projectos não se cancelam pura e simplesmente, diabolizam-se q.b. e retomam-se com outra terminologia, com excepção do aeroporto que seria para fazer já.
Sobre o aeroporto, não resisto a transcrever o palavreado de Miguel Relvas, um rapaz que pede meças a Guterres no estilo “picareta falante” (bolds meus):
O novo aeroporto em Lisboa é fundamental para manter a existência da TAP como uma grande companhia de bandeira. A TAP só continuará a ter futuro e a ser uma grande companhia se continuar por este caminho de Lisboa ser um hub aéreo entre África e a Europa, entre a América do Sul e a Europa. E este caminho só é possível construir com uma infra-estrutura dotada dessas condições.
O aeroporto é para servir a TAP, os passageiros e os seus interesses estão totalmente ausentes do discurso de Miguel Relvas. Este detalhe é importante, pois é nas grandes “empresas do regime”, públicas e para-públicas que se faz o cimento agregador das políticas do grande centrão.
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Posted by jmf1957 em 4 Setembro, 2010
Não fosse o advogado José Augusto Rocha ter decidido juntar a sua voz à da legião de protocensores que condenam o facto de José António Cerejo (JAC) se ter constituído assistente no caso Freeport e não teria decidido, dado a insignificância de algumas dessas vozes e o vazio da sua argumentação, regressar ao tema. Faço-o não por causa do tom insultuoso dessa prosa – infelizmente na linha da dos actuais dirigentes da Ordem dos Advogados -, mas porque esta tem o objectivo confesso de limitar a liberdade de informação, porventura através de uma alteração ad hoc da legislação. Não vou, por isso, perder tempo a rebater, por exemplo, a ideia de que no jornalismo não se deve ter em consideração o “interesse público”, pois isso seria – imagine-se! – “totalitário”. Vou apenas explicar por que motivos uma cultura democrática, livre e aberta considera absolutamente legítimo recorrer à figura de “assistente” no processo judicial, como fez JAC. Leia o resto deste artigo »
Publicado em Geral | 11 Comentários »
Posted by jmf1957 em 4 Setembro, 2010
Há jornalistas que defendem a expropriação dos contribuintes sem que estes tenham, sequer, direito protestarem. Mas felizmente ainda há juízes que entendem que pedir um empréstimo bancário para comprar uma habitação não é uma manifestação de riqueza “escandalosa” e, por isso, taxável pelo fisco. São cada vez menos, mas ainda sobram no sistema magistrados com um mínimo de bom senso.
Publicado em Geral | 15 Comentários »
Posted by Gabriel Silva em 4 Setembro, 2010
«Em África Angola é um exemplo a seguir. Muitos líderes africanos fazem tudo para adoptar o nosso modelo. O Presidente José Eduardo dos Santos recebe todos os dias enviados de Chefes de Estado estrangeiros que lhe transmitem a vontade de aprofundar relações com Angola e pedem apoio e conselhos para resolverem os seus problemas internos. (…)
Apesar deste quadro, organizações que funcionam sob lógicas muito opacas continuam a atacar Angola de uma forma tão baixa que atinge já as raias do inadmissível. Porque atacar o Presidente da República é atacar todos os angolanos. Insultá-lo e atentar contra a sua honra, é o mesmo que insultar e desonrar todos os angolanos. O mais alto magistrado da Nação representa-nos a todos, mesmo os que são empregados da Open Society, a organização que mais se destaca na guerra contra a honra da pátria e dos seus dirigentes.
(no Jornal de Angola)
Publicado em Geral | 21 Comentários »
Posted by PMF em 4 Setembro, 2010
“Em 1986, Manuel de Oliveira realizou um estranho filme: “O meu caso – Repetições”. Confesso que enquanto simples e

despreocupado amador de cinema, tive uma angustiante sensação de “non-sense” quando assisti àquele “exercício” de experimentalismo cinematográfico. Na realidade, o desenrolar do filme fica ancorado num personagem que não se cansa de perguntar obsessivamente qualquer coisa como “então e o meu caso? Ninguém liga ao meu caso?!”
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Publicado em Geral | Tagged: GRANDE PORTO | 5 Comentários »
Posted by Gabriel Silva em 3 Setembro, 2010
Na Euronews, no Frankfurtter Allgemeine Zeitung, France24, Sky News, TVE, CNN, Washington Post, Publico.es, Le Monde, Le Figaro, La Vanguardia, The Independent, Guardian, Globo, Fox News, Faro de Vigo, ElPerodico, El Pais, El Mundo, Daily Telegraph, Aljazeera, BBC.
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Posted by CAA em 3 Setembro, 2010

A partir de hoje, dou início a uma colaboração com o jornal desportivo Record.
Publicado em Futebol, Portugal | 17 Comentários »
Posted by Gabriel Silva em 3 Setembro, 2010
Na escola:
«AVISO
O ano lectivo tem início no dia 13 de Setembro
(…)
Os horários serão afixados no dia 13 de Setembro
Publicado em Geral | Tagged: andam a gozar connosco | 12 Comentários »
Posted by JoaoMiranda em 3 Setembro, 2010
Publicado em Geral | 50 Comentários »
Posted by jmf1957 em 3 Setembro, 2010
Ponto prévio: não conheço José António Cerejo de lado algum. Mas o jornalista do ‘Público’, que tem acompanhado o caso Freeport, representa bem o que eu espero de um jornalista a sério: coragem, independência e uma disponibilidade total para vigiar o poder de forma implacável. (…) Isto, pelos vistos, não cai bem na tradição nativa, para a qual o jornalista perfeito é o bedel perfeito: uma criatura sem autonomia, sempre pronta para se lambuzar no poder e, não raras vezes, disponível para dormir com ele. Lá fora, o jornalismo vigia; entre nós, vigia-se o jornalismo que vigia. (…)
Publicado em Geral | 15 Comentários »
Posted by PauloMorais em 2 Setembro, 2010
Publicado em Impostos | 31 Comentários »
Posted by helenafmatos em 2 Setembro, 2010
Publicado em Geral | 6 Comentários »
Posted by helenafmatos em 2 Setembro, 2010
percebe-se como na falta de brancos para culpar, colonialismos para acusar e doutras muletas que tanto jeito deram, os jornalistas ficam meio constrangidos, quase embaraçados por algo que está a acontecer mas que não era suposto. A realidade troca-lhes as voltas do guião com que partem para as histórias sobre África e, para cúmulo, não encontram as personagens do costume que fizeram as histórias do costume sobre África.
Publicado em Geral | 195 Comentários »
Posted by helenafmatos em 2 Setembro, 2010
Publicado em Geral | 30 Comentários »
Posted by Gabriel Silva em 2 Setembro, 2010
João Paulo Meireles é o líder da concelhia da JSD/Porto e membro da Assembleia Municipal da cidade porque alguém o meteu numa lista. Parece ser também especialista encartado (quiçá via Novas Oportunidades) em mentalidade do cidadão comum.
«Em relação a uma medida concreta de abertura de orgãos políticos à sociedade, nomedamente a transmissão do video das sessões da Assembleia Municipal do Porto considera que “ainda não estão criadas as condições para que essa medida pudesse ir avante”, até porque “a mentalidade do cidadão comum pode ainda não estar ao ponto de essa medida ter mais vantagens que desvantagens”.(no portoemconversa via taf)
Seria bom, embora não se preveja fácil, que o líder da JSD/Porto fosse capaz de enunciar, em meia folha A4, uma qualquer «desvantagem» da transmissão em vídeo das magnas reuniões da Assembleia Municipal. O cidadão comum (que ele obviamente não é…), agradeceria, a fim de poder conformar a sua mentalidade com a dos seus escolhidos.
Publicado em Cretinismo, Poder Local, Transparência | 41 Comentários »
Posted by CAA em 2 Setembro, 2010
«Passos Coelho pode estar prestes a ser enfiado num beco com poucas saídas – um Cavaco robustecido, reeleito à primeira volta, dificilmente consentirá que o PSD chegue ao poder com esta liderança. A ser assim, Belém voltará a querer caudilhar o PSD por interposta pessoa. E a mensagem para o interior de um partido ansioso pelo poder será bem clara: ou se “belenizam” ou terão de aguentar Sócrates até ao fim. Nesse quadro, a actual direcção conhecerá tempos difíceis, talvez fatais, atendendo aos usos e costumes do PSD. O antídoto, qualquer que ele seja, terá de ser aplicado até Novembro.
Depois disso, os dados estarão lançados mas não pela mão de Passos Coelho.»
* Ontem, no Diário de Notícias
Publicado em Política nacional | 23 Comentários »
Posted by PauloMorais em 2 Setembro, 2010
Em Leiria, capital de distrito de país europeu, na estação de combóios, a bilheteira está aberta das 8:30 da manhã até às 9:30… da manhã.
Quem quiser um bilhete, tem uma hora, a partir deste momento.
Publicado em Cretinismo | 86 Comentários »
Posted by JPLN em 2 Setembro, 2010
Publicado em Geral | Comentários Desligados
Posted by JoaoMiranda em 2 Setembro, 2010
Decisão da Adop é assinada pelo presidente do IDP e arrasa Conselho de Disciplina
Se não existisse separação de poderes toda a justiça seria assim:
1. O réu não é ouvido nem tem direito de defesa.
2. Organismo do Estado decide em causa própria.
3. Decisão é passada para o superior hierárquico, embora a lei não o preveja.
4. Decisor depende hierarquicamente de um político que já demonstrou ter interesse na sentença.
5. Condecorações e serviços prestados ao Estado pelo réu contam como atenuante.
6. Duração da pena fora do previsto pela lei
7. O facto de o réu não considerar legítima uma acção de um organismo do Estado é tido como relevante para a decisão.
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Posted by LR em 1 Setembro, 2010
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Posted by JoaoMiranda em 1 Setembro, 2010
Publicado em Geral | 19 Comentários »
Posted by Gabriel Silva em 1 Setembro, 2010
Para a história dos «Grandes títulos», o Jornal de Negócios brindou-nos, em pleno Agosto com um sonante: «Governo garante que aumento de despesa não agrava défice» (via 4R), a que se segue a cândida explicação do ministro, já nossa bem conhecida, e que todos sofremos na carteira: «porque, em regra, o aumento da despesa é compensado por um aumento da receita». «Em regra», note-se. Pode não ser assim. Pode decidir-se aumentar mais a receita do que a despesa. Ou o seu inverso certamente. Aliás aumentar mais a receita do que a despesa (mas nunca esta deixando de aumentar), tem sido a receita única dos últimos 5 anos. Ainda agora, o próprio governo nos anunciou, através da execução orçamental de Janeiro a Julho, que a despesa pública corrente subiu 4% (apesar de não sei quê que tinham acordado com aquele partido que se diz da oposição e os pec e coisa e tal…), irmanada com a necessária «correcção» da subida da receita pública, em 5,9%. É uma alegria, tudo sobe: gasta-se mais e mais se retira a cada português.
Mais despesa vem ainda aí. E outras. Terá que se encontrar quem a pague. Hum…como fazer? Ah, já sei, é seguir a doutrina Teixeira dos Santos: a receita vai ter de aumentar. Eh pá, ele já merece uma sameira no 10 de Junho, ele é mesmo bom a resolver a situação….
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