Financiamente privado do Estado II
Posted by JoaoMiranda em 5 Março, 2008
João Galamba tenta discutir um tema cuja essencia não compreende, como mostra esta frase:
Se os Portugueses que somos precisaram do Estado, onde é vamos buscar os portugueses que poderíamos ser?
Vale a pena lembrar, de vez em quando, que são os portugueses que sustentam o Estado. Não é o Estado que sustenta os portugueses. É fácil de ver quem precisa de quem.
Sofia Ventura disse
Se eu fosse mazinha ou quisesse brincar ao Sr. do post acima, punha-o de castigo, com orelhas de burro no canto da sala, a ler o contrato social.
Sofia Ventura disse
Que é como quem diz: se o Estado é uma invenção tão estúpida e que, ainda por cima, nos sai cara, como é que não há registo (actual) de comunidades que se organizem de outra forma?
JoaoMiranda disse
««Que é como quem diz: se o Estado é uma invenção tão estúpida e que, ainda por cima, nos sai cara, como é que não há registo (actual) de comunidades que se organizem de outra forma?»»
O que não faltam são comunidades que se organizam de outra forma.
Sofia Ventura disse
«O que não faltam são comunidades que se organizam de outra forma.»
Comunidades políticas? Com um território e identificação cultural? Quais?
JoaoMiranda disse
««Comunidades políticas? Com um território e identificação cultural? Quais?»»
Não estava a falar de comunidades? Mas porque é que uma comunidade se haveria de organizar de um modo político e territorial?
Sofia Ventura disse
Não estava a falar de Estados?
Os Estados caracterizam-se, precisamante, por serem organizações funcionais de comunidades que pessoas que se sentem identificadas entre si e que se situal, obviamente, num determinado território. É disto que falo quando me reporto as um “Estado”. E o JM?
Quando fala de Estado fala do quê? Se calhar se ilustrar com exemplos de comunidades que não se organizam em Estados, eu percebo.
Diogo disse
«Não é o Estado que sustenta os portugueses. É fácil de ver quem precisa de quem.»
Há alguns portugueses que mais do que sustentados, são verdadeiramente apaparicados:
Miguel Sousa Tavares – Expresso 07/01/2006
«Todos vimos nas faustosas cerimónias de apresentação dos projectos [Ota e TGV], [...] os empresários de obras públicas e os banqueiros que irão cobrar um terço dos custos em juros dos empréstimos. Vai chegar para todos e vai custar caro, muito caro, aos restantes portugueses. O grande dinheiro agradece e aproveita.»
«Lá dentro, no «inner circle» do poder – político, económico, financeiro, há grandes jogadas feitas na sombra, como nas salas reservadas dos casinos. Se olharmos com atenção, veremos que são mais ou menos os mesmos de sempre.»
Pay Day disse
O Diogo, com essa citação o MST até parece inteligente, sobretudo se confrontado com as besteiras do JM (eu acho que só são provocações do JM, que gosta de dizer umas graças).
Amadeus disse
Segundo me parece, o Estado sustenta o genial Miranda.
lucklucky disse
“Que é como quem diz: se o Estado é uma invenção tão estúpida e que, ainda por cima, nos sai cara, como é que não há registo (actual) de comunidades que se organizem de outra forma?”
O Estado a partir de determinada dimensão passa a ter vida e poderes próprios sem terem sido delegados e subornar cidadãos para lhe darem ainda mais poder.
Ruben disse
A FASE ECONOMICO-EUGENICA, no TEMPO PASSADO, apostou num filho por casal e noutras limitações da natalidade (aborto, pílula etc);
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os Cidadãos financiavam os Governos, o Colectivo, com um cabaz de Contribuições em cascata(IRS, IRC, IVA, Segurança Social, IP etc);
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os Governos gastavam esse dinheiro dos Cidadãos, Tesouro Nacional, em rubricas (lista) inflexíveis de gastos públicos (emprego publico, obras publicas, instalações e veículos do Estado, subsídios estatais etc etc)sendo que a Segurança Social financiada por mais permitia universalmente Reformas e Pensões a menos bem como leques de Pensões com mínimo mas sem máximo controlado.
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Dessa politica Economico-Eugénica no Passado certa resultou o Presente errado que transitoriamente pensaram ser resoluvel pela Emigração.
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Os TRADICIONALISTAS parados no Tempo defendem a Doutrina expressa na noticia, mais do mesmo mas doutra forma: não mexer nas rubricas (lista) inflexíveis de gastos públicos optando por não cumprir o Contrato Social Estado/Cidadão “os Cidadãos trabalhem mais tempo”;
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“gato escondido com rabo de fora”: SOBRE-EMPREGO a montante (os velhos, mais velhos), SUBEMPREGO e DESEMPREGO a jusante (os jovens). Isto é, tapam dum lado e destapam do outro, não gastam num lado para gastarem no outro. E tem de ser assim para se defenderem da revolta social que altere o Tradicionalismo. Convite ao trabalho dum lado, convite ao ócio e maus costumes do outro. A mesma gestão dos dinheiros públicos, insustentável e sem futuro imediato ou longínquo; remendos.
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os PROGRESSISTAS, no TEMPO PRESENTE e FUTURO, defendem: é imperativo anular várias rubricas (lista) antigamente inflexíveis de gastos públicos optando por os Governos, pessoas de bem, cumprirem o Contrato Social Estado/Cidadão, primeiro as Pessoas depois as Coisas nos gastos dos dinheiros nacionais dos Cidadãos, Tesouro Nacional. Outra gestão governamental dos dinheiros públicos, sustentável, lógica e rentável económica e socialmente. Prioridade á Educação, Saúde e Pensões
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Tradicionalistas e Progressistas são transversais da Esquerda á Direita porque se trata apenas do fracturante e incontornavel: como está HOJE o Estado Social na Europa ? Como se adapta, sem acabar, á Globalização ? A Nova Europa versus a Velha corcunda de vícios públicos paridos pelo Muro de Berlim, Guerra Fria pos II Guerra.
bipennis disse
nesta republiqueta socialista dos frankensteins e dráculas do afundanço verifica-se
estado versus contribuintes
resultado:
2 milhões de pobres (crianças com fome ao lado das gordas)
1/2 de desempregados
Anónimo disse
A pouco e pouco o João Miranda vai mostrando a vacuidade das suas teorias.
Mas topete não lhe falta. Diz ele que os outros é que não compreendem os conceitos que ele mostra que está longe de compreender.
cinco dias » Liberal Marxismo disse
[...] Marxismo 10 Março 2008 | por João Galamba O João Miranda acusa-me de tentar discutir um tema cuja essencia não compreendo. E não compreendo porque não percebo que são os portugueses que sustentam o Estado. Não é o [...]