Too big to fail, tem sido o argumento alarmista usado pelas autoridades para justificar a intervenção nas entidades financeiras que ameaçam ruir. Para além das nacionalizações mais ou menos encapotadas, tem-se assistido a um processo de concentração bancária com a “prestimosa” ajuda dos bancos centrais. Na próxima crise, assistiremos à impotência das autoridades com a lamúria too big to save.
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12 Comentários
O que é que se deve fazer então, LR? Qual seria, com o perdão da palavra, o seu plano?
português nordestino
-quem os criou fô Deus
com respeito pela divindade
e falta do mesmo pela autoridade
O que é que se deve fazer então, LR? Qual seria, com o perdão da palavra, o seu plano?
Muito simplesmente, deixar falir quem fez asneiras e não pôr o justo (contribuinte) a pagar pelo pecador.
LR, todos nós temos de pagar as asneiras dos outros, nessa ou noutras circunstâncias. Mesmo no âmbito das únicas tarefas do Estado que os liberais blasfemos admitem, a da segurança e da defesa nacional. A alternativa, nestas como em outras coisas, é muito má.
“LR, todos nós temos de pagar as asneiras dos outros, nessa ou noutras circunstâncias. Mesmo no âmbito das únicas tarefas do Estado que os liberais blasfemos admitem, a da segurança e da defesa nacional. A alternativa, nestas como em outras coisas, é muito má.”
Ou seja, institua-se o benefício do infractor. Quanto à maldade da alternativa, o que lhe garante que é pior do que a solução proposta?
“Ou seja, institua-se o benefício do infractor.”
LR, atrás falava em “asneiras”, agora já fala em “infractor”, pelo que parto do princípio de que para si serão sinónimos. E esse benefício já está instituido nesses tais sectores onde os blasfemos admitem a intervenção do estado. Quando você pratica a “asneira” de deixar a janela da sua casa aberta, terá sempre de ser um policia pago também por mim que tem de correr atrás do ladrão.
Quanto à solução, apenas tenho a impressão de que deixar falir uma grossa parte do sistema financeiro mundial será pior do que não deixar. É só o o que considero bom senso, nada de especial, Só isso, não sou especialista.
Penso que isto tudo vai acabar em bem. Se… se o Brasil estiver a altura. Acho que o Brasil tinha capacidade para substituir os Estados Unidos da América como motor da economia.
Além de que nós portugueses sempre fomos muito amigos dos brasileiros e até falamos a mesma língua. Lula da Silva! Lula da Silva!
Meu coração é verde amarelo, azul…. Brasil…. meu coração é brasileiro
Quero é sambar, sambar….
Brasillllllllll!
LR Diz:
1 Outubro, 2008 às 12:11 pm
Muito simplesmente, deixar falir quem fez asneiras e não pôr o justo (contribuinte) a pagar pelo pecador.
LR, como é que um liberal lida com o facto do mercado quando deixado à solta sem regulação cria produtos absolutamente loucos, veja este artigo por exemplo, autentico casino:
http://money.cnn.com/2008/09/30/magazines/fortune/varchaver_derivatives_short.fortune/index.htm
Como é que um liberal lida com estas coisas ? Deixar falir ? E a dimensão que tudo isto tem e as consequências nas pessoas ?
É comum ouvir da parte dos liberais muitas queixas de que existe muito estado e muita regulação, mas ultimamente só vejo desculpas de que a culpa foi de não haver regulação mas depois acrescentam que medidas que estão a ser tomadas (nos hedges, shorts, etc) são excesso de regulação. Fico confuso e parece-me que também há muita desorientação e fuga para a frente da parte dos liberais.
Se ler o artigo sobre os CDS (credit default swaps) que linquei acima, como é que se resolvem os problemas deste tipo de produtos (criados pelo mercado) que podem ter efeitos devastadores na economia e nas pessoas ?
“LR, como é que um liberal lida com o facto do mercado quando deixado à solta sem regulação cria produtos absolutamente loucos, veja este artigo por exemplo, autentico casino:”
Ninguém o obriga a subscrever os “produtos loucos”. E se o faz, deve assumir as consequências do risco que corre e não pretender que seja outrém a suportar os custos.
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Não há Crise. Deixa ruir desde que os Estados garantam 100% do dinheiro dos Depositantes e Pensionistas.
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É a unica OBRIGAÇÃO DOS GOVERNOS para representarem os Cidadãos. O resto é MERCADO. É CAPITALISMO. Caiem uns arruinados de velhice e vicios, aparecem outros mais novos. Melhores ? piores ? Nem em Ditadura nem em Democracia. E volta a funcionar o Mercado. Os que investiram mal perdem, porque há outros que souberam não investir lá.
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Ninguém sabe. Parece que nem os Deuses incluindo os ateístas e agnósticos. Senão “os esses Deuses protegeriam todos”.
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Temos de falar assim para sermos compreendidos. A linguistica do “Economês” e dos “Latins Académicos” não dizem nada a ninguém. Nunca RESOLVERAM NADA NA HUMANIDADE. Por vezes em dizem nada mesmo aos próprios “pares do salamaleque”.
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Lá dizia o grande Leonardo da Vinci “A simplicidade é a sofisticação suprema”.
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