Arquivos Diários: 3 Março, 2009

Sem mais

«À medida que se sente mais e mais acossado, José Sócrates está a ultrapassar todos os limites. Numa coisa estamos de acordo: ele tem vergonha da democracia portuguesa por ser “terreno propício para as campanhas negras”; eu tenho vergonha da democracia portuguesa por ter à frente dos seus destinos um homem sem o menor respeito [...]

Desculpem lá, mas…

… que raio de nome!

Sobre um partido (mal) fulanizado

Um partido unido, por Constança Cunha e Sá na sua estreia como colunista do Correio da Manhã. José Sócrates: o Cristo da política portuguesa, por João Miguel Tavares, no DN. Sócrates 2009, por este V. criado, no Correio da Manhã.

O legislador ainda não tem internet III

Portugal é um pequeno território com 10 milhões de habitantes num mercado de mais de 450 milhões de consumidores. Quase todos os mercados relevantes têm escala europeia. A maior parte das grandes empresas portuguesas não tem escala para competir no mercado europeu e está confinada a um mercado que vale menos de 1% do PIB europeu. [...]

O legislador ainda não tem internet II

Francisco Van Zeller do Cachimbo de Magritte sobre a lei “do Pluralismo e da Não Concentração dos Meios”: Durante os últimos 8 anos, o mercado publicitário cresceu 0% a preços reais. ZERO. Ainda que os nossos “barões” dos media não se gramem (alguns nem se falam) será necessária uma nova vaga de consolidações para que Portugal [...]

Leituras:

«Crime e castigo», por Manuel António Pina

Os embaladores de arroz que se cuidem

Deputados socialistas convidam colegas portugueses a visitar Caracas Chávez determina ocupação militar de empresas de arroz

Mesquinhices

Parafaseando o secretário de Estado Gomes Cravinho que perante os assassínios ocorridos em Bissau defende «que os militares guineenses têm de deixar de ser «mesquinhos»» (no restante mundo quando se mata é por violência, crime, despotismo, corrupção… em África é por mesquinhez!) aconselha-se os portugueses a deixarem-se de mesquinhices e a prepararem-se para isto.

Caso não durasse tanto tempo até virava série

O novo processo de investigação. Mais ou menos o dito funciona assim: durante anos e anos os processos vão andando. Quando são arquivados é ordenado um inquérito ao próprio inquérito e anuncia-se que o inquérito será reaberto caso surjam elementos qb. Não sei porquê mas isto não me parece normal.

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