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Os suíços resolveram ser progressistas

30 Novembro, 2009

logo num ímpeto de luta pelo apagamento dos sinais religiosos resolveram proibir os minaretes. Por cá há quem queira fazer o mesmo aos crucifixos nos edifícios públicos. Agora mais a sério o artigo do Carlos Abreu Amorim sobre o resultado deste referendo coloca o dedo na ferida do assunto: o medo:  «Ofendeu-se a liberdade religiosa, a mãe do princípio da tolerância dos modernos. Mas a reacção dos governantes helvéticos é sintomática: temem a repetição das cenas provocadas pelas gravuras dinamarquesas de Maomé: «o medo simplório dos suíços forjou o resultado do referendo. Mas o medo gera outros medos que se amplificam continuamente – agora, é o Governo suíço que está cheio de pavor.»   Aliás o argumentário mais deprimente e contra-producente neste referendo foi o dos governantes suíços que deixavam subjacente a ideia que por entre os prejuízos que a Suíça poderia sofrer caso votasse contra os minaretes se contavam tumultos.

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127 comentários leave one →
  1. caramelo permalink
    30 Novembro, 2009 10:09

    Ok, ok, vamos dizer assim ao de leve, para não ser acusado de fundamentalista ateu fanático mata frades relativista: Helena Matos não me parece excessivamente razoável essa comparação entre a proibição de crucifixos nos edifícios públicos e a proibição de construção de edifícios de culto religioso.

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  2. Carlos permalink
    30 Novembro, 2009 10:21

    Parece ter chegado a altura do Vaticano começar a construir umas catedrais no Irão, Iraque, Afeganistão… Se conseguir a mesma tolerância que o Ocidente manifesta…

    A reciprocidade deveria ser praticada a 100%. A obrigação da indumentária e hábitos, a que ficam sujeitos os estrangeiros nos países islâmicos, deveria ser retribuída de igual modo nos países ocidentais. A França e a Austrália explicam como.

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  3. 30 Novembro, 2009 10:42

    Isso não é reciprocidade. Isso é “olho por olho, dente por dente”. Pensei que nao gostassemos da político-religiosidade deles. Afinal, não somos piores, nem melhores; somos iguais.
    E isso é triste.

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  4. 30 Novembro, 2009 10:56

    O facto mais interessante sobre os blasfemos do Blasfémias é o quão pouco blasfemos eles são. Eu cá acho que devíamos era destruir os sinos das igrejas, são uma praga.

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  5. Pinto permalink
    30 Novembro, 2009 11:03

    Mais uma manifestação do fundamentalismo laico na Europa.

    Mas o mais engraçado no meio disto tudo é que os que há pouco tempo aplaudiam de forma entusiasmada a proibição de crucifixos nas escolas (que deveriam ser um espaço onde imperasse a liberdade académica e não o proibicionismo), são os mesminhos que agora repudiam o resultado. Não conseguem manter a mesma linha de raciocínio.

    Como escrevi nesse blogue, fico curioso por conhecer a posição do Tribunal Europeu noutras matérias. Sempre quero ver como é que esse mesmo tribunal irá interpretar o mesmíssimo art. 2.º do I Protocolo adicional da Convenção de Protecção dos Direitos do Homem e das Liberdades Fundamentais, de 20 de Março de 1952, que serviu para atacar, mais uma vez, a religião católica proibir os crucifixos nas salas de aula, relativamente às aulas de educação sexual e ao direito dos pais em asseugurar a “educação e ensino consoante as suas convicções religiosas e filosóficas“.

    Fico ainda curioso por conhecer a posição do Tribunal Europeu relativamente a eventuais visitas de estudo organizadas pelas escolas a conventos, igrejas e mosteiros ou a eventuais conferências sobre temas religiosos.

    CARAMELO,
    Helena Matos não me parece excessivamente razoável essa comparação entre a proibição de crucifixos nos edifícios públicos e a proibição de construção de edifícios de culto religioso.

    Pois não. Neste caso pelo menos (e até não serve de grande argumento para justificar o que quer que seja, mas adiante) a medida foi referendada. No outr caso foi um tribunal dito europeu que tratou do assunto sem mais nem para quê.

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  6. 30 Novembro, 2009 11:34

    Está tudo a ficar louco?
    Será que para provar uma tese que nunca teve aplicação na história humana, a não ser para os poderosos praticarem o divide et impera com as suas populações, teremos que fazer com que o Ocidente se torne em ponto grande no que são os Balcãs em ponto pequeno?
    Não foi suficiente a experiência jugoslava? Não é suficiente olhar para a guerra civil latente em França? Ou observar o estado totalitário que está a ser erguido em Inglaterra com a desculpa da luta anti-terrorista promovida pelos mesmos que inundaram aquela terra com populações de uma outra civilização?
    Deixem o dogma de lado e passem a ver a realidade como ela é.

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  7. 30 Novembro, 2009 11:51

    “A reciprocidade deveria ser praticada a 100%. A obrigação da indumentária e hábitos, a que ficam sujeitos os estrangeiros nos países islâmicos, deveria ser retribuída de igual modo nos países ocidentais.”

    Desculpe lá, mas quando eu fui a um país islâmico ninguém me impôs nenhuma obrigação de indumentária ou habitos.

    E já agora, quando fala em reciprocidade, quer dizer o quê? Que a religião muçulmana deve ter no Ocidente eitos que a cristã na Albânia? em Marrocos? na Síria? na Turquia? na Malásia? na Arábia Saudita? uma média ponderada?

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  8. Bento XVI permalink
    30 Novembro, 2009 11:53

    A realidade é que o Islão é bastante mais perigoso que o catolicismo,que por cá vai sendo alvo de ataques dos lobbys apanascados,que vêm na doutrina um entrave à dissolução de costumes.

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  9. 30 Novembro, 2009 12:03

    Helena Matos,

    Tem certamente presente que a proibição de crucifixos se aplica a um espaço público, a uma instituição estatal, e que a proibição da construção de minaretes (uma não-questão inventada por quem pretendia cavalgar sentimentos islamófobos e foi bem sucedido) se aplicará à esfera privada dos crentes que, adquirindo um terreno e pretendendo construir um espaço de culto, vão ficar limitados nos seus direitos e discriminados em relação aos restantes- tanto quanto sei os cristão poderão continuar a construir torres sineiras ou a colocar crucifixos nos telhados dos seus templos…

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  10. JJPereira permalink
    30 Novembro, 2009 12:07

    Talvez fosse conveniente aos pobres e antiquados suíços conhecerem as opiniôes esclarecidas e abalizadas cá da paróquia.
    Governar-se-iam muitíssimo melhor, sem dúvida…( a não esquecer que a Confederação é o “besouro” da Europa…).

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  11. Carlos Abrantes permalink
    30 Novembro, 2009 12:10

    Proibição dos minetes? Acho muito bem, não queremos essas porcarias.

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  12. Eleutério Viegas permalink
    30 Novembro, 2009 12:21

    Os ateus, tipo “caramelo” (#1), e os outros “tolerantes” trazem um rosário no espelho retrovisor do carro… “just in case”.

    Que experimentem ir para um destes paraísos islâmicos fazer o que lhes apetece e logo voltam com o rabo entre as pernas a louvar o Senhor e a “bater com a mão no peito”…

    Parece que estes povos “evoluídos” só o são quando permitem modernices tipo “casamentos” apaneleirados. Às vezes, a coisa anda para trás: veja-se a Califórnia.

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  13. 30 Novembro, 2009 12:37

    o medo simplório dos suíços forjou o resultado do referendo diz o tuga espertalhuço que chama a si mesmo caa.

    Qual é a parte do sucesso dos suíços que vocês não entendem?
    A das maiores empresas e da melhor investigação farmacêutica do mundo? A de serem a pátria da maior organização humanitária do mundo?
    Medo? Gente que guarda as armas (de guerra) em casa? Os escolhidos para as mais famosas guardas pessoais do mundo?
    Qual é a parte da democracia referendária que vocês não entendem?
    O que acham os bastos defensores da “tolerância” que aqui comentam que lhes respondia qualquer Câmara Municipal deste país, ou doutro qualquer, se metessem um pedido de viabilidade de construção de uma torre – qualquer torre – com aquela dimensão? O que acham os “tolerantes” se o vosso vizinho decidisse construir no vosso quintal uma torre com uns altifalantes a bradar 5 vezes por dia?
    Os suíços consideram a suíça a sua casa. As ruas, os jardins, as praças, tudo está limpo e cuidado. Como é que os portugueses, gente que deita as “beatas” e toda a espécie de lixo para o chão, que escarram na rua, partem garrafas, etc, etc, poderão compreender este zelo que os suíços têm pela sua terra?
    Mas, já é costume as pessoas mal educadas chamarem simplórios aos que são bem educados.

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  14. Porcageiro permalink
    30 Novembro, 2009 12:39

    ‘Isto faz-me lembrar o Maradona, que jogava muito bem, mas levava porrada porque tinha uma forma muito irritante de fintar, ridicularizava os adversários, isso enervava. O Sócrates é assim. É muito bom naquilo que faz e irrita muito, ficam furiosos. O Sócrates suscita nos adversários uma raiva. ’

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  15. caramelo permalink
    30 Novembro, 2009 12:43

    5.

    Pinto,
    É simples, já está na constituição que o estado é laico, não tem religião, dito de outro modo: não somos um estado teocrático ou com religião oficial. E sendo assim, não se justifica o proselitismo religioso em espaços do estado. Portanto, não se justifica que haja referendo sobre isto.
    Por outro lado, está também na constituição que há liberdade de culto, ou seja, não devem ser proibidos locais de culto privados. Portanto, para mim, não há também referendo sobre isto. Não se deve perguntar ao povo se os seus concidadãos devem ter lugar de culto.

    Espero que por aqui não sigam o exemplo da Suíça. Lembro que também a Grécia, cuja religião oficial é a cristã ortodoxa, é omnipresente em locais públicos e com um poder imenso ao nível do Estado (praticamente tudo tem que ser abençoado pelo patriarca), esteve longos anos até permitir a construção de simples mesquitas, sem minaretes, salvo uma ou outra comunidade no norte em que os muçulmanos de origem turca são maioritários.

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  16. Pinto permalink
    30 Novembro, 2009 12:59

    Caramelo, o facto de um estado ser laico não significa que seja anti-religioso. O Estado português não deve tomar uma posição por uma determinada religião. Mas isso não quer dizer que deva proibir tudo o que cheire a religião sob pena de qualquer dia vir um qualquer fanático (e já faltou mais) vir determinar a demolição de todas as igrejas, mosteiros e conventos em nome da liberdade religiosa.

    A liberdade religiosa não é nada disso. Nada.
    Mas nada me espanta: desde que vi uma Assembleia aprovar, por unanimidade, um voto de congratulação pelo facto da FIFA considerar o Cristiano Ronaldo como o melhor do mundo e, pouco tempio depois, a mesma Assembleia ter vários partidos a oporem-se a um voto de congratulação pelo facto do Vaticano distinguir uma figura da nossa História – Nuno Álvares Pereira – canonizando-a, já me acredito em tudo. Estamos a caminhar num bom sentido. Não tarda nada e a Europa parece a ex-URSS com os seus ímpetos anti-religiosos e com o seu fanatismo ateu.

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  17. asilva permalink
    30 Novembro, 2009 13:01

    Sobre os minaretes, os mesmos nada têm a ver com maomé e com o islam original.
    Na verdade, são mais um insulto ao mesmo e ao islam.
    Também não admira que o sejam.
    Se visto e analisado ao pormenor, quase tudo ou mesmo tudo no islam, são insultos ao próprio islam e a maomé.
    Até por essa razão, todo o islam devia ser proibido em toda a parte.
    Como se sabe, o islam não reconhece o outro, nem que o outro fosse um Allah Bom e Vivo.
    O maometismo estupidificou de tal modo os enganados por maomé, que estes nem se apercebem do que dizem e fazem.
    ___________________________________________________

    Para que se saiba.
    Na prática a última coisa que maomé fez foi assassinar o seu próprio allah maometano.
    Disse que o seu allah não mais falaria e que ficava sem espírito.
    Mas antes, e no islam, maomé tirou o filho a allah e castrou-o para que nem descendência pudesse deixar.
    maomé também antes, assassinou a familia de allah, os amigos e todas as entidades espirituais boas,anjos, arcanjos, santos e outras.
    Pior ainda. No islam as coisas são cada vez piores.
    No islam, maomé só deixou o diabo à solta.
    No islam, satanás é a única entidade espiritual activa e que sussurra aos maometanos.
    Os maometanos eruditos podem confirmar isto.
    Dão é depois voltas e mais voltas a justificar, mas isso só prova que o islam é muito hábil a enganar
    os próprios e a tentar enganar os outros.
    Pode-se dizer que isto acontece no mundo imaginário, mas é este mundo imaginário que controla o maometismo.
    Estas verdades dão uma ideia da intolerância e satanismo que existe na doutrina maometana.
    Para maomé um allah vivo ou qualquer entidade espiritual boa viva, seriam os maiores perigos ao seu poder.
    Nem o próprio allah maometano podia escapar com vida às mãos de maomé.
    Só fora do islam o bem(bom-senso/razão) e o Bom Deus podem existir, estarem vivos e manifestarem-se no mundo e nas pessoas.
    ___________________________________________________________________

    Mais coisas que se vão descobrindo sobre o islam.
    Um muçulmano pode ser o maior criminoso em relação aos não muçulmanos e mesmo para com muçulmanos.
    Os outros muçulmanos não o julgam, allah sabe mais e allah é que o julgará.
    Ele, o muçulmano criminoso, pode ter feito coisas proveitosas para o islam, e os outros muçulmanos não o saberem.

    Um não-muçulmano pode ser a melhor e a mais santa das pessoas.
    Para os muçulmanos não tem valor e é para submeter.
    Para o islam, o pior muçulmano está acima do melhor não muçulmano.

    Um não-muçulmano pode fazer o melhor dos bens aos muçulmanos, estes nada lhe agradecem.
    Agradecem só a allah, mesmo que allah os tenha posto ou ponha na maior das desgraças e misérias.

    Os muçulmanos nunca podem por em causa maomé e allah, quando foi o próprio maomé a revelar-nos que
    o seu allah era o responsável por todo o mal do mundo.

    Os muçulmanos dizem o que dizem e fazem o que fazem, porque isso lhes traz proveitos e os não muçulmanos, continuam
    cegos e a não quererem ver o que o islam realmente foi, é e quer ser.
    Está tudo escrito, é só dar um pouco de atenção para descobrir estas e outras verdades sobre aquela coisa, o islam.

    O islam aproveita-se da bondade, generosidade, ingenuidade e passividade dos não-muçulmanos, para ir construindo a
    sua maldade.

    Mesmo que isso passe por desmascarar o mais mascarado dos males, tipo islam, as boas pessoas têm o direito, dever
    e obrigação de defenderem e construírem o bem.

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  18. 30 Novembro, 2009 13:04

    —> 30-11-2009, após o povo suíço, em referendo, ter rejeitado os minaretes… todos os jornais diários foram unânimes: a Suíça vai ter problemas comerciais/económicos com países islâmicos…
    —> Os intelectuais nacionalistas – promotores da teoria de que «o amor ao próximo» é a causa da derrocada europeia… – serão, porventura, os pensadores mais imbecis da História da humanidade.
    {nota: só os imbecis é que não vêem isto: a maioria dos europeus são seguidores daquela ‘grande tradição europeia’: negociatas fáceis tipo -> exploração de escravos, roubo de territórios a povos indígenas, mão-de-obra servil imigrante ao preço da chuva, etc…}

    ANEXO
    A Civilização do respeito do espaço dos outros… versus… a Civilização das corridas demográficas…
    Todos Diferentes! Todos Iguais!
    {TODOS os povos – quer os de maior, quer os de menor, rendimento demográfico – devem possuir o Direito de ter o SEU espaço no planeta}

    —> Os Anti-racistas são intolerantes para com que é diferente: eles não aceitam que os povos nativos que, pacatamente, apenas procuram sobreviver no planeta, possuam o Direito de ter o SEU espaço no planeta.
    —> Os ‘paladinos’ do anti-racismo são precisamente aqueles povos (africanos, asiáticos, etc) que estão numa corrida demográfica pelo controlo de novos territórios… eles pretendem possuir ‘carta branca’ para ocupar e dominar os territórios que muito bem entenderem…

    Apoiantes da ideologia Anti-racista:
    1- os ‘paladinos’ [são aqueles que estão numa corrida demográfica pelo controlo de novos territórios];
    2- capitalistas selvagens (venham mais consumidores);
    3- os negociatas-fáceis (são os seguidores daquela GRANDE TRADIÇÃO EUROPEIA: negociatas fáceis tipo -> exploração de escravos, roubo de territórios a povos indígenas, mão-de-obra servil imigrante ao preço da chuva);
    4-Os seguidores da lavagem cerebral (propaganda) levada a efeito pelos 3 anteriores.
    {Uma observação:Os anti-racistas são iguais àquelas personalidades históricas – de má memória – que também adoravam inventar teorias com um objectivo muito preciso: negar a outros… o Direito de evocar a legitimidade da sobrevivência da sua Identidade}

    —> Para além da GRANDE TRADIÇÃO EUROPEIA (vulgo negociatas-fáceis), existe uma UMA GRANDE TRADIÇÃO UNIVERSAL: a existência de povos autóctones no SEU espaço.
    —>>> Concluindo: antes que seja tarde demais, há que mobilizar, para o SEPARATISMO-50-50, aquela minoria de europeus que possui disponibilidade emocional para abraçar um projecto de Luta pela Sobrevivência…

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  19. Minuete permalink
    30 Novembro, 2009 13:17

    Nós em Portugal não precisamos proibir mesquitas,a burrocracia das Câmaras Municipais,qualquer projecto que lá entre é tragado pelo monstro,se encarregaria de inviabilizar a coisa…a menos que fosse entregue à Mota/Coelho/PS.

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  20. Caio Otavio permalink
    30 Novembro, 2009 13:26

    A coisa defensora da corrupção e da vigarice não perde oportunidade de morder as canelas ao seus ódios de estimação.
    Também neste tema tinha que vir largar bosta.Uma autêntica enciclopédia de disparates sem nexo!

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  21. Bum permalink
    30 Novembro, 2009 13:41

    Ó Piscoiso, então tu, que tantos defendes as infraestruturas do amigo do Vara, autoestradas, TGVs e aeroportos, o que é que tens contra os minaretes? Não gostas de minaretes? Não gostas que façam minaretes?
    Mesmo que não gostes, não há que os destruir, olha que há muito quem goste!

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  22. Presbitero permalink
    30 Novembro, 2009 14:12

    ‘Encontra-se fortemente indiciado que os suspeitos se vêm dedicando, desde 2004, à prática de crimes de natureza económico-financeira, entre eles a fraude fiscal (carrossel do IVA), numa organização com cariz transnacional que inclui países europeus, sul-americanos e africanos’, diz o comunicado emitido esta quinta-feira pela PJ.
    CM

    “desde 2004”

    Como vê,meu caro pároco,Sócrates dedica-se ao crime há muito mais tempo,logo…são concorrentes!
    E como sabe,ele não gosta de concorrência.

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  23. caramelo permalink
    30 Novembro, 2009 14:31

    16.

    Pinto,

    “o facto de um estado ser laico não significa que seja anti-religioso”

    Exactamente. O problema é que nem todos sabem fazer essa distinção, e, se me permites, parece-me que não a estás a fazer. Um estado laico, obviamente, porque não tem religião, não tem simbolos religiosos. E só um estado laico permite a total liberdade de culto. Um estado laico não proibe simbolos religiosos nem locais de culto, muito pelo contrário, ao contrário dos estados religiosos. Essa é a diferença.

    Quanto ao resto, os partidos têm todo o direito, se quiserem, de se opôr a votos de congratulação no parlamento por um acto religioso, como é o caso da canonização. Os locais de celebração de actos religiosos são os locais de culto, como me parece óbvio. Inferir daqui que, não tarda, o estado está a demolir igrejas ou a mandar católicos para campos de concentração, parece-me um bocado abusivo. Muitos do que defendem essa comparação, deviam, eles sim, ter passado pela união soviética ou, actualmente, por paises como a Arábia Saudita (ainda mais do que o Irão), para saber o que é realmente falta de liberdade religiosa.

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  24. Pároco de Aldeia permalink
    30 Novembro, 2009 15:18

    Ela não gosta de ti

    Oferece-lhe uma caixa de robalos

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  25. Aborigene permalink
    30 Novembro, 2009 15:18

    Por essa Europa fora vai uma onda de xenofobia do povo anónimo a aplaudir o povo Suiço.Tudo à revelia dos bem pensantes, dos “democratas”, dos acolhedores, dos multiculturalistas, dos radicais islâmicos disfarçados de “amantes da paz”
    Todos perguntam de facto como é que a coisa fiunciona nos países islâmicos, como é a separação de poderes religião/estado por lá, como é que os ocidentais são tratados, se a tal paz e tolerância lá funciona…
    deixem-se de merdas que o zé povinho já topou que está a ser escravizado pelos seus próprios governantes que à pala duns financiamentos em envelope se vendem por menos de 10000 eurozinhos…
    A Europa para os europeus e para outros caso a caso e com reciprocidade!Coisa que aqui não é feita pelos traidores que tanto descolonizam como nos colonizam…

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  26. Pinto permalink
    30 Novembro, 2009 15:36

    Ó Caramelo, caramba, mas que raio é um crucifixo que não seja um símbolo?

    Um cricifixo é um símbolo, um símbolo. Um símbolo colocado num espaço onde impera (ou pelo menos deveria imperar) a liberdade académica; e não o proibicionismo.
    Não é uma aula de religião e moral; é um símbolo. Tão só.

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  27. Outside permalink
    30 Novembro, 2009 15:36

    Caro Aborigene, não me leve a mal o comentário( e se levar é problema seu ) mas só lhe desejo (cheio de saude e felicidade sem qualquer maldade e ironia) é um(a) neto(a) negro(a)…e espero que Vc se RE-descubra, e ENCONTRE como uma melhor pessoa, cidadão !

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  28. Aborigene permalink
    30 Novembro, 2009 15:52

    Ó 27
    Já desisti disso.Não foi possível no portugal pluricontinental e agora é que é bom?
    Falei com muita russa levada ao engano para as palhotas africanas(a que se casou com o Santos de angola é uma excepção) pela lavagem cerebral que recebiam no sol do mundo:a URSS…
    Os internacionalistas cá do burgo tudo fizeram para “largar” tudo o que tivesse preto dentro e agora o “preto” volta a ser “ouro”?Pelo que custa…
    Vãp para a PQP…

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  29. 30 Novembro, 2009 15:53

    A solução do Caramelo, pelos vistos serve para tudo.
    Aqui há dias queria, aqui no Blasfémias, que se proibissem e retirassem os comentários de que ele não gosta.
    Agora quer proibir os símbolos religiosos de que ele não gosta.
    O que eu gostava é que ele pedisse a proibição das foices e dos martelos.

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  30. Aborigene permalink
    30 Novembro, 2009 15:54

    Li recentemente que ums marroquinos mataram o “esposo” françês que foi a marrocos visitar a família da mulher…
    Eu aconselho às gajas que nos bairros multiculturais queiram casar-se com um preto que vão primeiro visitar aos familiares africanos…

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  31. 30 Novembro, 2009 15:54

    Para quando a proibição dos emblemas do Benfica?

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  32. caramelo permalink
    30 Novembro, 2009 15:56

    26.

    ?
    “um simbolo. Tão só”? 😉 Bem… vistas as coisas desse ponto de vista…. resta saber se todos concordarão com essa espécie de equiparação do crucifixo ao emblema do Benfica. Tenho a ligeira impressão de que não te apercebes da importância do crucifixo para os fiéis, mas esse já não é problema meu.

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  33. Aborigene permalink
    30 Novembro, 2009 15:56

    E que se inteirem melhos da KULTURA do “enche(barriga) e segue”(para outra)
    A propaganda multicultural é perniciosa, por traidora, só e mais nada…

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  34. TRIBUNUS permalink
    30 Novembro, 2009 16:13

    Um povo que emibgra para outro povo. não pode ir mais longe de 10% de penetração com a sua religião! a partir dai sugeita-se à maioria de religião. sejam crentes ou não- Quando vou a um pais muçulmano dizem que nem posso olhar para um palacio dum idiota qualquer! aconteceu-me no Dubai!

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  35. 30 Novembro, 2009 16:20

    —> Cada um deve ser livre de casar com quem quiser…
    —> Não há é pachorra para aturar a NOVA INQUISIÇÃO… à moda do 27.
    —> Antes que seja tarde demais, há que mobilizar, para o SEPARATISMO-50-50, aquela minoria de europeus que possui disponibilidade emocional para abraçar um projecto de Luta pela Sobrevivência…

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  36. 30 Novembro, 2009 16:29

    P.S.
    Casar (por exemplo) com uma mulher negra… não significa… estar disponível para aturar a NOVA INQUISIÇÃO… à moda do 27.

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  37. Pinto permalink
    30 Novembro, 2009 16:35

    Ó caramelo cada pessoa dá-lhe a importância que acha que deve dar. Tal como há fanáticos do Benfica que até tatuam o símbolo nos braços. E os símbolos restringem a liberdade religiosa de alguma forma?

    O filho de um muçulmano fica constrangido por ter um crucifixo numa parede da sua escola?
    Ai sim? Mas de seguida não há problema que a caminho de casa pare na ponte 25 de Abril com o trânsito e tenha o Cristo Rei durante 45 minutos à sua frente, em tamanho ligeiramente maior.
    Ou sugere a demolição da estátua?

    Sabe qual é o seu grande problema? Sinceramente, incutiram uma ideia, desde o berço, que a pessoa intelectual não é religiosa; não acredita nessas coisas; isso é coisa do labrego lá do campo, que até gosta de ir aos Domingos à missa. E alguns anjinhos, na ânsia de serem conotados como intelectuais toca de falarem mal de tudo o que seja religião … católica, porque apoiar o islamismo na Europa até dá um ar cool

    Eu, quando quero ver esse seu tipo de mentalidade vou até ao Miradouro de Santa Catarina e é vê-los a fumar cannabis, tocar jambé e a filosofar nessa sua linha de pensamento. São os intelectualóides cá da terra.

    Estava a brincar: não vou nada. Fui lá uma vez e bastou.

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  38. caramelo permalink
    30 Novembro, 2009 16:58

    Pinto, quanto ao primeiro parágrafo, continuo espantado. Mas pronto, fico então à espera que um católico benfiquista venha defender que a saula de aula do seu filho deve ter lado a lado a bandeira do Benfica e o cruxifixo.
    Quanto ao que tu supões que eu penso ou sobre o que me inculcaram no berço, é problema teu, não meu. Não dou para esse peditório. Só te adianto, e mais nada do que isto, que sei distinguir entre as minhas devoções, crenças, simbolos, religiosos ou não, e o que devem ser os edifícios públicos. Por exemplo, não vou tocar djambés e fumar canabis para uma saula de aula. Queres ver-me fazer isso, vais ao tal miradouro, que até te deixo dar umas passas 😉
    Quanto ao Cristo Rei… um muçulmano pode até ver mais vezes e mais de perto a Sé de Lisboa do que o Cristo Rei. E daí? Quem é que quer demolir a Sé de Lisboa? Não sabes ver a diferença entre um local de culto e uma saula de aula?

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  39. 30 Novembro, 2009 17:10

    O erro do Carlos Abreu Amorim está na assumpção, muito eurocentrica, de que o islão é “apenas” uma religião, uma coisa privada, dependente da liberdade de cada um.
    Mas não é…trata-se de uma ideologia politica, de um sistema completo, moral, juridico, social, que rege a vida de todos e de cada um, desde o berço ao túmulo.

    Enquanto não fizer a transição para a estrita esfera privada ( coisa que duvido que aconteça nas proximas gerações, deve ser banida e os seus símbolos proibidos.

    Como disse e muito bem, o 1º ministro turco, “As mesquitas são os nossos quartéis, os minaretes as nossas baionetas, as cúpulas os nossos capacetes, os crentes os nossos soldados.”

    Assim sendo, os suíços apenas referendaram a proibição de exibição de armas brancas.

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  40. Aborigene permalink
    30 Novembro, 2009 17:11

    Viva o povo Suiço!
    A propaganda multiculturalista de sentido único tem que ser derrotada!Abaixo os traidores!

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  41. Pinto permalink
    30 Novembro, 2009 17:13

    Olhe caramelo, quando o Porto foi campeão da Europa na sala do infantário do meu filho fizeram um símbolo do FCP que dizia campeão da Europa. E?
    Não me lembro do Tribunal Europeu vir enfiar o nariz nesse caso.

    Quanto ao que tu supões que eu penso ou sobre o que me inculcaram no berço, é problema teu, não meu

    Ó meu caro, o que lhe incutiram a si incutiram-me a mim. A Escola é do Estado e nela ensinam o que os os políticos querem que se ensine. Mas depois há quem se consiga desprender e ver as coisas pelos próprios olhos. E há outros que, coitados, ficam por ali.

    E como já lhe disse as escolas devem ser um espaço onde impere a liberdade académica e não o proibicionismo, pois se assim não fosse não poderia haver lugar a conferências relativas a assuntos religiosos nem visitas de estudo a igrejas, monumentos e conventos. Isso é uma aberração. O que o Tribunal Europeu fez foi uma aberração completa.

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  42. Aborigene permalink
    30 Novembro, 2009 17:14

    Quem quiser experimentar que saia de Portugal.Agora quererem transformar os Portugueses em escravos PQPariu…

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  43. caramelo permalink
    30 Novembro, 2009 17:30

    Ó Pinto, eu acho que tu é que ainda não percebeste a diferença entre o símbolo do Benfica e o crucifixo e demais símbolos religiosos. Olha, o parlamento europeu já percebeu, toda a gente percebeu, católicos, ateus, muçulmanos, até benfiquistas e tu continuas nessa.
    E eu não percebo essa comparação entre a proibição dos símbolos religiosos nas salas de aula e as visitas de estudo a igrejas e monumentos, francamente, não percebo…. Pinto, as crianças vão em visitas de estudo a esses sítios levados pelos porofessores, não para rezarem; vão lá para verem património histórico, seja ao castelo de almourol seja à sé de Lisboa. Mas que confusão…. Tu tens mesmo medo que isto seja um primeiro passo para o parlamento europeu proibir as visitas a castelos e igrejas, ou estás a brincar? Não percebeste ainda que ninguém quer derrubar igrejas, ou proibir quem quer que seja de ter o seu culto e locais de culto? Só podes estar a brincar, só podes.

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  44. caramelo permalink
    30 Novembro, 2009 17:38

    Pinto… não me vais dizer que o cruxifixo está lá nas salas simplesmente para decorar e que a decoração das saulas de aula deve ser livre, como a escolha da tinta para as paredes, vais? 😉

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  45. 30 Novembro, 2009 17:43

    Não foi um cantão suíço que só deixou as mulheres votar nos inícios ou meados dos anos 70?
    http://bulimunda.wordpress.com/2009/11/30/she-who-measures-short-film-agora-que-o-natal-esta-a-porta-e-as-compras-comecam-a-alucinar-nos/

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  46. Outside permalink
    30 Novembro, 2009 17:49

    “Casar (por exemplo) com uma mulher negra… não significa… estar disponível para aturar a NOVA INQUISIÇÃO… à moda do 27.” ???

    Seja eu o 27 ou não…e após ter conhecimento do seu blog (e da verdadeiramente teoria da conspiração dos anti-racistas!!!)…emigre para as Berlengas e procrie exclusivamente com as gaivotas (as brancas para não ficar enjoado!)

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  47. Anónimo permalink
    30 Novembro, 2009 18:10

    O problema é que a escola é obrigatória. Logo, seria obrigatório mandar o catraio para uma sala, olhar para um gajo crucificado.
    Xiça!

    Piscoiso

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  48. Aborigene permalink
    30 Novembro, 2009 18:21

    Parece que a central piscoisa afinal é muito africnista.Quer-se dizer tem muitos africanos a dizer aos portugas o que lhes convém(foda-se….)

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  49. Critico permalink
    30 Novembro, 2009 18:30

    Eu acrescentaria ao artigo- a liberdade tem vindo a ser espezinhada pelas sociedades ditas livres.
    Que a religião tem passado a inimigo publico numero um, tem sido evidente, tudo em prol de um estado laico, no qual alguns valores sociais tem vindo a ser anulados,e por favor não me denotem de religioso tapadinho, mas o certo é, o culto tem vindo a ser atacado, as organizações religiosas, essas, pois, fico-me por aqui.
    De facto tem sido evidentes as constantes provocações a islâmicos, uma dualidade hipócrita, primeiro, permitem que emigrantes entrem “ás carradas”, depois esperam que a má integração seja feita, com incompetentes medidas e má organização e por ultimo a fomentação da islamofobia pelas massas.
    Mas eu pergunto, qual o intuito de deixar entrar emigrantes (de forma escachada) e depois como forma de “brincadeira” negar os princípios mais básicos de liberdade?

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  50. Anónimo permalink
    30 Novembro, 2009 18:54

    #49.
    “Mas eu pergunto, qual o intuito de deixar entrar emigrantes (de forma escachada) e depois como forma de “brincadeira” negar os princípios mais básicos de liberdade?”

    Eu respondo. o intuito é também podermos emigrar para onde nos apetece, em liberdade.

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  51. Jose Domingos permalink
    30 Novembro, 2009 19:00

    Porque motivo. é que na turquia, os católicos, além de terem essa opção no bilhete de identidade, são perseguidos e discriminados nos locais de trabalho e culto.
    Será que os muçulmanos na suiça, não têm os seus locais de culto, ou será que querem mandar na nossa casa.

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  52. Critico permalink
    30 Novembro, 2009 19:35

    #49

    Exacto, e é justificável portanto o clima de anti emigração posteriormente gerado por tal correcto?
    É engraçado ver por um lado permitir a entrada,por outro desrespeitar costumes e em muitos casos “etiquetar” todos de terroristas (para os mais extremistas).

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  53. Critico permalink
    30 Novembro, 2009 19:35

    #50

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  54. Critico permalink
    30 Novembro, 2009 19:51

    #51

    Caro Jose Domingos, em parte partilho m pouco da sua opinião, mas vejamos, apenas entra para a Europa e Suíça quem de facto permitirem entrar,somente entra quem for permitida e autorizada/tolerada a entrada, depois isto é claro, pode servir de escudo tanto para camuflar interesses como liberdade,ou como forma de descredibilizar toda uma região e não falo em religião pois existem diversas ramificações de Islamismo, tal como do Cristianismo.
    Vejamos, a Turquia não falará decerto por tantos outros países muçulmanos e árabes, seria falacioso passar de um pais apenas e retirar uma conclusão geral.
    E tal como disse e bem,há que por mãona nossa casa,para tal seria necessário em primeiro respeitar quem cá está, mas de maneira a serem respeitados os costumes europeus e/ou suíços e ao mesmo tempo não serem negadas liberdades básicas, em segundo lugar, deixar de fomentar mais entradas quando não há condições para albergar de forma qualitativa todos, quer os cidadãos dos paises, quer emigrantes, e isto fomenta a intolerância á posteriori.

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  55. Anónimo permalink
    30 Novembro, 2009 19:51

    Minerete? Eu gosto por cima da jantar

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  56. Pinto permalink
    30 Novembro, 2009 19:57

    Caramelo, afinal o que o atormenta? O facto de a lei X dizer que o Estado é laico, o Código Civil fazer a destrinça entre propriedade pública e privada, que a interpretação feita à lei X com a Y e a seguir com a Z se possa interpretar daí que os crucifixos nas escolas não estão bem bem de acordo com a lei ou o facto de algumas crianças terem de levar com um crucifixo numa parede da sua escola e isso restringir a liberdade dos pais em educar os seus filhos no que concerne às convicções religiosas?

    Se é a segunda hipótese pergunto: qual a diferença entre uma criança ter uma imagem religiosa numa escola pública ou ter uma imagem religiosa à sua frente num local público?
    Ser o Caramelo for com o filho à margem sul e estiver parado no trânsito (o que não é difícil) corre o risco de o expor a uma imagem religiosa de 113 metros de altura durante longo tempo. É que embora o local seja propriedade privada da Igreja, a verdade é que a imagem está a ser exposta a todos os locais públicos.
    Você não consegue andar por muito tempo na cidade de Lisboa sem que “tropece” em símbolos religiosos. E que sugere? A demolição desses símbolos? Afinal de contas não teremos o direito de circular em espaço público sem que estejamos em permanente contacto visual com esses símbolos?

    Mas o que o atormenta afinal? O contacto visual das crianças com símbolos religiosos ou a interpretação estapafúrdia que um tribunal fez de uma lei?

    Não sejamos hipócritas: você está com essa conversa porque de um lado se tratou de um assunto relativo à Igreja católica e de outro com o Islão.

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  57. atom permalink
    30 Novembro, 2009 20:10

    O Islão não é apenas uma religião. É um projecto totalitário de domínio político, jurídico, de costumes, e religioso. Como tal deve ter o mesmo tratamento que os partidos fascistas e nazis tem em alguns países da Europa.

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  58. Aborigene permalink
    30 Novembro, 2009 20:19

    Ó 50
    Boa viagem.tens um continente a sul todo teu…

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  59. indigente permalink
    30 Novembro, 2009 20:39

    Os suiços são corajosos. É por isso que não querem fazer parte da UE. Uma União da hipocrisia e da cobardia onde se caminha de cedência em cedência.

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  60. caramelo permalink
    30 Novembro, 2009 21:16

    Pinto, por acaso, atormenta-me o Cristo Rei. Aquilo é horrivel. A Basilica da Estrela também é feia. Tipo bolo de noiva, faz lembrar o Sacré Coeur. Mas não quero nada demolido, que aquilo custou dinheiro e há quem goste assim. Gosto da Igreja de São Roque e outras, Por acaso, as minhas favoritas são as românicas.
    Eu pensava que tinha sido claro. Para mim, o Estado é laico e deve assim continuar. Isto é: não promover nenhuma religião e aceitar todas, deixando aos particulares, na sua esfera privada, escolher os seus locais de culto. Não se trata de nenhuma simples lei x ou y, mas sim de um dos pilares do Estado que eu, por acaso, prezo assim. Não é uma questão do que me atormenta, é uma questão de princípios. A distrinça entre o público e o prívado do Código Civil também é um princípio fundamental do estado de direito, já tinha reparado? Não é exactamente uma modesta ley x… E é claro que não me atormente nada que o meu filho veja igrejas, antes pelo contrário: tem história (as que têm), tem arquitectura (as que têm), e tem um dia um local de culto, se o quiser escolher. Atormenta-me um bocadinho que veja o cristo-rei, pronto, tá dito. O do Rio de janeiro, sim, é fantástico, mas aí é uma questão de localização.

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  61. Anónimo permalink
    30 Novembro, 2009 21:33

    eheheh
    Deve dar um gozo do caraças apagar-me os comentários.
    Gozo censório.

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  62. Calpúrnia permalink
    30 Novembro, 2009 21:50

    E são de temer tumultos por parte de uma população que se sente discriminada pela sua fé. A história prova que não há discriminação tão violenta como a religiosa, tanto para discriminadores como para discriminados. Declaração de interesse: palavras de um ateu confesso.

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  63. Aborigene permalink
    30 Novembro, 2009 21:55

    Ó 62
    por acaso agradecem-se uns tumutozinhos por causa da fé em Allah.Isso de animação só com canos serrados já chateia…

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  64. Aborigene permalink
    30 Novembro, 2009 21:56

    A malta anda a precisar de bater em alguém percebes?

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  65. CARLOS permalink
    30 Novembro, 2009 22:05

    ‘These are Turkey’s ballistic missiles’

    National Post
    Saturday, Nov. 14, 2009

    Alaa Al-Aswany describes the following quotation from the Prime Minister of Turkey, Recep Tayyip Erdogan, as rhetorical: “The minarets are our lances, the dome our helmets, the mosques our barracks and the faithful our armies.”

    I find his description ironic. A number of years ago, while the group with which I was travelling was being conducted to the Blue Mosque, our guide said, pointing to the minarets, “These are Turkey’s ballistic missiles.”

    It was a strange statement coming from a guide leading Western tourists on their travels in his country and upon whom he depended for his livelihood. The comment took on an even stranger connotation when one considers that Turkey is one of the West’s allies in NATO. It appears that our guide had taken Mr. Erdogan’s rhetoric seriously.

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  66. Anónimo permalink
    30 Novembro, 2009 22:26

    Eu até acho uma vergonha o Magalhães não ter um fundo de trabalho com um crucifixo.

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  67. Goodfeeling permalink
    30 Novembro, 2009 22:35

    Abaixo os minaretes em Lisboa:

    http://www.paroquia-sfxavier.jazznet.pt/folha/igreja.htm

    e ainda por cima com o patrocinio da igreja católica!!!!

    Abaixo!!! Abaixo!!!

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  68. Tio Eufrásio permalink
    30 Novembro, 2009 22:50

    #11# Carlos Abrantes disse
    30 Novembro, 2009 às 12:10 pm
    Proibição dos minetes? Acho muito bem, não queremos essas porcarias

    Porcarias ????

    Já provaste ????

    Prova mas não laves, senão estragas

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  69. Zé Preto permalink
    30 Novembro, 2009 23:05

    A Europa continua a viver em Liberdade, graças a dois americanos fantásticos: Reagan e Bush. O primeiro acabou com a guerra-fria, libertando metade da Europa de cerca de 50 anos de terror e escravatura social-fascista. O segundo, combatendo sem tréguas o nacional-socialismo islamita.

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  70. Tio Estanislau permalink
    30 Novembro, 2009 23:17

    Mas os suiços alguma vez foram especialistas em minaretes ???

    Os gauleses eram especialistas em menires

    E nós éramos especialistas em não governarmos e nem nos deixarmos governar, segundo na altura se escrevia

    E tudo que por aqui passava ficava desmoralizado

    Nem os bardamerdas da américa conseguiram convencer o camarada Salazar

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  71. 1 Dezembro, 2009 00:13

    «Não sejamos hipócritas: você está com essa conversa porque de um lado se tratou de um assunto relativo à Igreja católica e de outro com o Islão.»

    Não.Ele está nesta luta, como milhares deles, por ter uma ideologia marxista que implica uma religião ateia.

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  72. 1 Dezembro, 2009 00:15

    E, essa religião ateia, de raiz marxista- é sempre jacobina.

    Para eles o que não é proibido é obrigatório- e a lei escrita vale mais que a ética, a sensibilidade, ou ate o simples bom senso.

    O ateísmo militante, juntamente com o politicamente correcto, é o último reduto da bandeira totalitária do comunismo.

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  73. 1 Dezembro, 2009 00:20

    Há nesta treta um gozo militante por “deitar abaixo” todos os referenciais civilizacionais.

    Para lá enfiarem depois as novas causas, de tal modo estapafúrdias que nunca seriam populares.

    Como eles sabem disso, que, já não têm o povo com eles- precisam de se agarrar a todas as formas de lei, de poder, de ordem superior, para criar vazios onde imaginam novos nichos de mundo-às-avessas.

    Eles detestam a religião porque sempre souberam que não podem competir com ideologias onde a espiritualidade já existe.

    E é sempre por este motivo que precisam de terra queimada, de revoluções, e agora de meros lobbies infiltrados na burocracia global, para terem proselitarem a religião deles.

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  74. Eduardo F. permalink
    1 Dezembro, 2009 00:23

    #71 e #72

    Muito bem!

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  75. 1 Dezembro, 2009 00:25

    O Caramelo é um bacano que nem se dá conta que ficou parado num tempo de anti-facismos e anti-clericalismos perfeitamente obsoleto.

    Mas, ele esgrime sempre o papão da igreja católica como se fosse uma coisa mais nova que a prática dos mata-frades do carbúncolo republicano.

    E é aí, nesse paradoxo que vive- fora do tempo, querendo viver uma militância revolucionária a chegou demasiado tarde.

    E sem conseguir ser pós-moderno e burguês, sem causas, porque também chegou demasiado tarde a essa geração mais nova.

    É um duplo- mais simpático- mas um duplo do Rui Tavares- são as gerações perdidas tugas, que revivem fantasmas de um passado feito apenas simulacro semântico.

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  76. 1 Dezembro, 2009 00:29

    Mas não se enganem.

    Porque este neo-ateísmo tem um fiel aliado no racismo sionista desta mega-fraude chamada multiculturalismo da globalização.

    E é por isso que, em entrando imigrantes de turbante, comunas e sionistas- ateus- e neoliberais do mito da terraplanagem pela lei da cidadania- estão sempre de mãos dadas.

    Por muito que o comuna do Caramelo seja capaz de se enojar, está de braço dado com todos os “lidadores” Wilmers, de Fitas com Fitnas, provocadores por conta- caricaturistas de BE e militantes da Mossad- na Holanda, na Dinamarca.

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  77. 1 Dezembro, 2009 00:35

    Recomenda-se:

    Chris Hedges- New atheism

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  78. 1 Dezembro, 2009 00:37

    «…)whether it comes from the Christian right or the New Atheists- toward Muslims, who are one-fifth of the world population, most of whom are not Arabs, then what I worry about is that in a moment of collective humiliation and fear, these two strands come together and call for an assault on Muslims, both outside our gates and on the 6 million Muslims who live within our borders.
    And that frightens me, that demonization of a people — turning human beings into abstractions, so that they’re not human anymore. They don’t have hopes, dreams, aspirations, pains, sufferings. They represent an unmitigated evil that must be vanquished. That’s very scary, and that is at the bedrock of the ideology of the New Atheists as it is with the Christian fundamentalists.(…)
    »

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  79. Anónimo permalink
    1 Dezembro, 2009 00:49

    #78,

    ««And that frightens me, that demonization of a people — turning human beings into abstractions, so that they’re not human anymore. They don’t have hopes, dreams, aspirations, pains, sufferings. They represent an unmitigated evil that must be vanquished.»»

    Esta passagem podia perfeitamente ter sido escrita, por exemplo, por Hanna Arendt nos anos 30 do sec. XX. E não seria nos Muçulmanos que ela estaria a pensar.

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  80. Critico permalink
    1 Dezembro, 2009 00:58

    #76

    Cara Zazie, subscrevo este seu comentário quase integralmente, apenas escapulindo a parte que envolve outro comentador, uma vez que a discussão não me diz respeito.

    Esta agenda de globalização e multiculturalidade nada mais é que, uma errada transposição de uma imagem de tolerância, quando as coisas ficam pretas ou são confrontados, aproveitam-se sempre de tal capa,no fundo um escudo politico, porque na optica realista estes senhores apregoa uma coisa e nas costas fazem o mesmo não dando qualquer explicação e “fugindo com o rabo á seringa” com a palavra mágica- “multiculturalismo”.

    Pena que este multi culturalismo já tenha causado inúmeras vitimas, Médio oriente,Euroasia, Africa, Asia e nas nossas próprias sociedades,mas com uma imagem apelativa até um Asmodeu pode ser adorado.

    Um ponto interessante, li a algures que a directora do jornal Jyllands-Posten que publicou as caricaturas de Maomé é mulher de um alto dirigente/politico europeu (não me recordo ao certo), informação que gostaria de investigar.

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  81. Critico permalink
    1 Dezembro, 2009 01:04

    Peço desculpa pelos erros patentes no post anterior

    “#76

    Cara Zazie, subscrevo este seu comentário quase integralmente, apenas escapulindo a parte que envolve outro comentador, uma vez que a discussão não me diz respeito.

    Esta agenda de globalização e multi culturalidade, nada mais é que, uma errada transposição de uma imagem de tolerância, quando as coisas ficam pretas, ou são confrontados, aproveitam-se sempre de tal capa,no fundo um escudo politico, porque na óptica realista estes senhores apregoam uma coisa e nas costas fazem o oposto não dando qualquer explicação e “fugindo com o rabo á seringa”, na esperança que se esqueçam dos “embaraços” com a ideia mágica- “multi culturalismo”.

    Pena que este multi culturalismo já tenha causado inúmeras vitimas, Médio oriente, Euroásia, África, Ásia e nas nossas próprias sociedades,mas com uma imagem apelativa até um Asmodeu pode ser adorado.

    Um ponto interessante, li a algures que a directora do jornal Jyllands-Posten que publicou as caricaturas de Maomé é mulher de um alto dirigente/politico europeu (não me recordo ao certo), informação que gostaria de investigar.”

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  82. 1 Dezembro, 2009 01:04

    Pois é. O paradoxo é esse. A História repete-se. E aqueles que cristalizam apenas nas personagens não se dão conta como as mesmas podem trocar de papel.

    Hoje vítimas; amanhã carrascos.

    Mas, a mentira é outra- a mentira é a crença na possibilidade de um planeta de mãos dadas, sem fronteiras, sem características próprias, sem domínios coloniais ou imperiais uns sobre os outros- descaracterizando o ser humano numa outra abstracção- “o cidadão”.

    O cidadão é mentira- e é esta a maior mentira da globalização.

    Acreditanto que pode viver sem fronteiras, sem identidades e distanciamentos naturais, está a fazer à custa do caos capitalista e do falso paraíso global, o mesmo branqueamento que Portugal fez, quando acreditou ser possível acabar com mouros e judeus, fazendo deles todos- idênticos cristãos sob a mesma bandeira.

    Hoje a bandeira é o mito global, mas a fraude é a que está à vista- as fronteiras e as identidades não se apagam e ainda se torna mais falso ser-se colonizado e querer colonizar dentro de portas que distanciar com autonomias, o que é e será sempre diferente.

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  83. 1 Dezembro, 2009 01:05

    Do domínio do homem branco quiseram saltar para a fusão no farrusco- à United Collors of Beneton e à novos negreiros que vendem a utopia.

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  84. 1 Dezembro, 2009 01:09

    Acerca do Jyllands-Posten eu meti o nariz na altura e a coisa resume-se a sionismo pago pela Mossad com alianças com o BE lá do sítio.

    Mas, estes lobbies que financiam Jyllands-Posten não se ficam por lá.

    Há extensões que podem parecer impensáveis mas existem- se calhar bem dentro de portas.

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  85. 1 Dezembro, 2009 01:12

    E há outras que nós por cá também não imaginamos mas que o Chris Hedges estudou- a aliança com os fanáticos dos evangélicos- nos EUA.

    E, mais uma vez, também parecendo completamente improvável- já temos dentro de portas.

    Financiamentos e bens de raiz de evangélicos totalmente pagos por lobbie que apoiou o Bush.

    Isto contado, e garantido, por um tuga que até é evangélico e militante do PS.

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  86. 1 Dezembro, 2009 01:16

    Esta treta desta utopia da terraplanagem e da fusão global ainda vai fazer muito sangue.

    Disso não tenho dúvidas. Nunca, desde que o mundo é mundo, se imaginou tudo misturado, tudo unido, tudo fundido numa abstracção.

    E, ainda pior, numa abstracção que é feita de contradições gigantescas a todas as escalas. E, na qual, a Europa está a fazer o seu harakiri.

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  87. Critico permalink
    1 Dezembro, 2009 01:16

    Em mãos não sujas de sangue e podres uma ideia de globalização,não sem a descaracterização a identidade e culturas diferentes, sem o desrespeito para com elas, para as cuspidelas em direitos humanos feitas pelos mesmos que os fingem cumprir,dar as mãos com quem? comprados? compadres de clubes? mentirosos profissionais e assassinos? “bestas” com pele de cordeiro? Não me parece que tal traga paz e comunhão entre povos, só a perpetuação de jogos, de antigos interesses e trocas de favores ou agendas, mas á vista de todos transparece apenas “o que deve ser mostrado”.

    Eu interrogo-me,como pode alguém afirmar que é tolerante quando faz um estereotipa um muçulmano, remetendo-o a terrorista quando os média lhe incutiram a tal ideia?
    Algo de facto anda muito podre.

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  88. Critico permalink
    1 Dezembro, 2009 01:32

    Estes erros persistem, irra.Novamente peço desculpa.

    Como disse acerca dessa polémica das caricaturas de Maomé, ainda mais hei-de investigar concerteza, não me fico somente pela explicação convencional, e li, não me recordo onde,mas que a directora do jornal teria que contactos com um certo grupo de “Malta extremamente influente”.

    Da família Bush apenas se espera podridão,tentáculos com mais de meio século de existência, ainda hoje criam sinuosidades monstruosas.
    O problema é mesmo essa fixação pela superioridade racial utilizada até ao tutano durante milénios em proveito das elites, as mesmas elites que nos dias de hoje usam tal desculpa em proveito próprio, portanto, culpar o homem branco por todas as desgraças pelo mundo fora, quando eles (elites) foram os principais impulsionadores das mesmas, mais uma vez uma falácia muito bem transportada, através de “bandos de animais” particulares criticar toda uma raça.

    E hoje, explora-se essa fraqueza, e claro, continuando a infligir dor ás mesmas que pretendem dar a entender que protegem.

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  89. Anónimo permalink
    1 Dezembro, 2009 01:38

    #88,

    Perdoe-me mas não o percebo. É contra as elites em geral ou só relativamente a algumas? Sendoa segunda hipótese verdade, a quais é que se refere?

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  90. Anónimo permalink
    1 Dezembro, 2009 01:59

    Curioso ser a internet, uma das ferramentas mais globalizantes, utilizada por quem é contra a globalização.
    É como andar em campanha anti-tabágica a fumar cigarro.

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  91. Critico permalink
    1 Dezembro, 2009 02:02

    #89

    Todas não,seria algo extremista e muito possivelmente pouco provável,mas uma grande parte sim,posso referir-me ás oligarquias que tem por exemplo tem governado os E.U.A ,famílias de influência,que deram uma mãozinha ao crash, a manipular guerras mundiais (financiando todos os lados),falo mais concretamente de Prescot Bush,como poderia falar dos Morgans,Rockefellers,Rothchilds ligados a Wall Street e a varias áreas da sociedade americana alem da financeira,elites ligadas ao antigo império Britânico que ainda hoje “regem”,muita podridão na União Europeia (Nigel Farage, um deputado europeu que poderá esclarecer-lhe quiçá duvidas que terá sobre a antiga comissão de Barroso e notar que valores regem certas politicas da U.E.).
    Um conceito algo intrigante, New World Order.

    Eu não sou contra elites, sou contra AS elites que manipulam,enganam,matam e atordoam o povo, sociedades secretas meu caro anónimo,sociedades secretas.

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  92. Anónimo permalink
    1 Dezembro, 2009 02:07

    Manipulação diária é feita nos media e nos blogues.
    Este é um deles.

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  93. 1 Dezembro, 2009 02:08

    Ninguém é contra a globalização cultural mas contra a mentira da golobalização neoliberal do caos capitalista e da utopia sem fronteiras que está à vista no que vai dar.

    Pela minha parte recomendo a leitura do Falso Amanhecer do john Gray.

    E, estes problemas ainda são o começo. Juntaram-se as mitomanias esquerdalhas com a a utopia multiculturalista, com os oportunismos neoliberais e temos as duas faces da mesma moeda e um mundo em guerra, onde se prefere ir matar o “Outro” nas terras deles e deixá-los entrar para as nossas.

    Depois bem podem tentar o impossível. Há-de ser como diziam dantes os anarcas- “acabemos com o racismo; pintemos os pretos de branco”.

    Quanto ao jornal, recolhi uns dados e, na altura compilei essas coisas que deixei num debate louco no Aspirina B com o esquerdalho/sionista do Valupi a defender o mesmo que defende a Helena Matos.

    Racismo de esquerda- no caso dele- que esse levam-no os xuxas e esquerdalhos fracturados, à confiança.

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  94. Critico permalink
    1 Dezembro, 2009 02:09

    Aqui tem um vídeo sobre a forma engraçada como traçam a Internet de inimigo,e quem? Jay Rockefeller.
    A Internet tem um senão, impede o ciclo, entre aspas dos média, de informação cuidadosamente manipulada e redutora de vários pontos de vista e fomentadora de pensamento inerente a cada um de nós, como tal é tratada como um meio de terrorismo e claro, levando as massas e temer algo fabricado ou ampliando na realidade.
    Tem os seus senãos, mas se fosse utilizada por uma sociedade educada, e também educada para lidar com ela muitos problemas seriam evitados, assim há bote expiatório, e da jeito.

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  95. Eduardo F. permalink
    1 Dezembro, 2009 02:15

    #91,

    É portanto contra a Maçonaria. Acompanho-o nessa desconfiança duma coisa que mistura, por exemplo, Abel Pinheiro e Rui Pereira, e José S. e P. Portas.

    Ou refere-se a alguma conspiração zionista em particular?

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  96. 1 Dezembro, 2009 02:18

    O director do Jyllands-Posten tem uma história demasiado comprometedora com a Mossad e aqueles caricaturistas eram todos ateus militantes e alternaram com uns tipos ainda mais sinistros da extrema-esquerda.

    Foram esses que quiserem obrigar as bibliotecas da rede pública escolar a incluir o livro de BD para as criancinhas que era uma troça absolutamenta imbecil ao Corão.

    E foi no seguimento dessa militância que depois o sionista do jornal convidou os caricaturistas. E aquilo andou de mãos dadas entre ateus militantes+ extrema-esquerda+ direita extremista+ sionistas.

    E é essa a história que já tinha acontecido com o provocador do Theo Gogh na Holanda.

    Um maluco do blogue Fiel Inimigo vive lá há muitos anos e houve debate com o Fernando Venâncio que também vive.

    E, como foi debate entre um ex-maoista, agora convertido ao sionismo e um esquerdalho mais cool mas que conhece a hipocrisia da militância segregacionista aos marroquinos, teve piada e deixaram informação factual que vale a pena ler.

    Ficou tudo nos comentários do Aspirina B, até o Venâncio se chatear e atirar com a porta.

    Mas foi uma boa altura para se tomar o pulso a novas configurações esquisitas que estão para além da velha dicotomia esquerda/direita.

    Esta pancada dos valores às avessas, do ateísmo militante e do jacobinismo acaba por juntar o que aparentemente, era oposto.

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  97. Critico permalink
    1 Dezembro, 2009 02:19

    Ai os blogues manipulam? Que dirá dos média que estão disponíveis ás massas?
    Eu diria mais, os blogues, embora eu pouco conheça a blogosfera digo,são um reduto á liberdade de expressão, embora se encontre muito lixo por ai.
    É simples,eu por mim falo, eu transmito a minha opinião, leio,critico,concordo e discordo, não tento impingir a minha opinião a ninguém , dou elementos que possivelmente possam dar certas chaves a interessados,como também possam dizer 0, como me poderão dar a mim elementos e opiniões que me ponham a pensar. Isto para mim não se chama manipulação, chama-se liberdade opinativa.

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  98. Eduardo F. permalink
    1 Dezembro, 2009 02:20

    Queria dizer sionista.

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  99. 1 Dezembro, 2009 02:23

    Por cá o sionismo fica-se pela ex-ml da Esther e da Hiena de Matos.

    Oficialmente também temos apenas uma centena de judeus e os muçulmanos nem usam turbante. São os cool porque só vem para cá quem não pode ficar-se por países mais ricos.

    Tirando isso temos umas palhaçadas de ateus de origem católica que depois se convertem ao ateísmo de formação judaica e vendem muitos livros e sobem muito na vida, à conta da descoberta dessas estranhas misturas de sangue ateu de cariz religioso-

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  100. 1 Dezembro, 2009 02:24

    96. “a velha dicotomia esquerda/direita” a que você continua agarrada.

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  101. 1 Dezembro, 2009 02:26

    São os vips possiveis da pseudo-intelectualidade da santa terrinha e que têm “marranos no sótão”.

    O CAA já lhes dedicou postal pascal com fotografia e tudo.

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  102. Critico permalink
    1 Dezembro, 2009 02:26

    #95

    Caro Eduardo F., do contexto português não sei muito, mas que algo não cheira bem, é verdade.

    No contexto Americano falo especificamente de sociedades secretas como a Skull and Bones, eu somente limito-me a pesquisar e analisar por mim mesmo diversas teorias e factos e dai retirar as minha conclusões.
    Como George Bush pai disse, iria formar uma Nova Ordem Mundial, agora me interrogo, que raio quereria dizer ele com aquilo?

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  103. 1 Dezembro, 2009 02:27

    é claro que não vou perder tempo a responder a mongos que não entendem que a dicotomia é fabricada pelos próprios.

    Para essas dúvidas é melhor esperarem pela Tinamonga.

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  104. 1 Dezembro, 2009 02:30

    103. A dicotomia é fabricada pelas suas lentes de monga.

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  105. 1 Dezembro, 2009 02:30

    Por acaso já andei e ainda vou andar mais, às voltas com a Skull and Bones por causa do William Hogarth e de uns detalhes icongráficos dos seus quadros.

    A Skull and Bones começou em Inglaterra e foi daí que saíram outras coisas como os illuminatti a que o Marx também pertencia.

    E o nosso Marquês de Pombal foi lá iniciado. A história destas seitas é bem pertinente porque têm depois utopias de repúblicas, ainda inspiradas no Platão, que tanto servem para a América como para a Revolução Francesa.

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  106. 1 Dezembro, 2009 02:32

    A história da Skull and Bones ainda é muito mais curiosa e é bem capaz de ir mais longe.

    Tem-me faltado tempo mas tinha uns posts agendados a tocar nela e na parceria das sátiras religiosas entre o Hogarth e o Jonathan Swift.

    Lá para Fevereiro a ver se retomo isso.

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  107. 1 Dezembro, 2009 02:36

    Lã temos retardado mental a provocar. O que queres que te faça- tu tens deficiência no QI e isso não tem remédio.

    Podia perder uma noite a explicar-te o que significa, nos nossos dias, a tal dicotomia esquerda/direita- a mesma com que ainda se caçam votos e tentar que entendesses onde está a fabricação semântica da esquerda mítica- com o mesmíssimo sistema capitalista do que apelidam de “Direita” ou de “Direita civilizada” que não atingias.

    Por isso, limita-te a fazer o que fazem os mongos – rosna pavlovianamente para aí, a ver se me ralo.

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  108. 1 Dezembro, 2009 02:40

    Civilizada é que você não é.

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  109. 1 Dezembro, 2009 02:41

    Quanto â Skull and Bones, segundo dica do anti-comuna, ainda é bem capaz de fazer parte do prato tradicional inglês.

    Com a curiosidade acrescida desse prato ser comum entre os piratas e ter sido no seguimento das batalhas marítimas e da pirataria que as sociedades secretas apareceram em Londres.

    E o Hogarth deixou dicas nos quadros porque ele também chegou a fazer parte da maçonaria com essa origem.

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  110. 1 Dezembro, 2009 02:42

    Podes crer. Não sou nada civilizada. Sou mesmo mais a dar para o selvagem.

    grrrrrrr..! foge, palerma, que ainda ficas arranhado pelo monitor.

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  111. Critico permalink
    1 Dezembro, 2009 02:42

    Realmente tenho visto e lido “teorias da conspiração” e analisando tal, com factos começa a dar pólvora.
    Da skull and bones Keery e Bush são membros, interessante, numa entrevista entre os dois, tais factos são colocados frontalmente, e mais uma vez “fogem com o rabo á seringa”.
    Realmente a América foi fundada por maçónicos, o seu primeiro presidente Washington foi membro, bem como muitos presidentes,agora,possivelmente sofreram ainda mais influencias de uma sociedade chamada Illuminati proveniente da Bavaria, e ai pronto, o caldinho entornou-se.

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  112. 1 Dezembro, 2009 02:45

    Exactamente, Crítico.

    Exactamente. E os milenarismos das Novas Jerusaléns são todos deles.

    Mas agora têm por lá uma coisa mais macaca que também é bem capaz de ter ligação com isso. O famoso lobby pencudo que alterna neo-cons com self-hating.

    Agora temos os self-hating- os todos científicos, de esuerda e eugenistas, com o Obama.

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  113. 1 Dezembro, 2009 02:45

    Estou como espectador do seu exibicionismo cultural solitário e gratuito.
    Deve ser terapia.

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  114. 1 Dezembro, 2009 02:46

    esquerda (saltou).

    E a Suiça ainda fede a calvinismo.

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  115. 1 Dezembro, 2009 02:46

    Pois, está a dar show como exibicionista analfabruto, que isto aqui há lugar para tudo.

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  116. 1 Dezembro, 2009 02:47

    Deve ser terapia- os analfabrutos darem show de ignorância rosnando ao que não entendem.

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  117. 1 Dezembro, 2009 02:52

    Para exibir conhecimento, terá de haver motivação.
    O que pretende com a explanação do seu saber?

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  118. 1 Dezembro, 2009 02:59

    Já é mais evidente o que pretende ao insultar.

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  119. OLIVENÇA permalink
    1 Dezembro, 2009 03:38

    O ISLÃO É A MAIOR FRAUDE DE TODOS OS TEMPOS.

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  120. atom permalink
    1 Dezembro, 2009 09:06

    Exemplo da forma brilhante como a corrente principal do Islamismo resolveu um relevante problema teológico. Quando um bombista suicida leva à prática a “guerra santa ” contra os infiéis, por vezes faz vítimas entre bons e fiéis muçulmanos. Essa interpretação teológica propõe o seguinte: O bombista vai para o céu e recebe uma “pallet” de virgens independentemente de as vítimas serem crentes ou não crentes. A discriminação das vítimas está a cargo de Allah. São divididas por Allah entre crentes e não crentes. Os crentes vão para o céu e os não crentes vão para o inferno. Brilhante… não é?

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  121. atom permalink
    1 Dezembro, 2009 11:33

    Errata: onde se lê “céu” deve ler-se “paraíso”.

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  122. Critico permalink
    1 Dezembro, 2009 12:20

    #112

    Cara Zazie, o problema é que esse nicho de podridão, que teima em colocar os tentáculos em muita área, nomeadamente económica, cientifica, intelectual,informativa, de entretenimento, e umas quantas mais,de facto fazem uma censura a obras, ou nomes, ou assuntos inconvenientes, e pronto, temos a falsa ideia de que os Governos zelam pelas massas, em primeiro lugar se zelassem pelas ditas uma pequena palavra bastaria para abrir caminho, transparência.

    Depois reparo que de tal forma foram bombardeados os ocidentais com imagem manipuladas e estereotipadas de muçulmanos e árabes que hoje em dia é fácil encontrar alguém que denote um muçulmano de terrorista ou extremista, ora pois, a religião em primeiro lugar nem é separada da organização, porque o Al Corão apresenta textos pacíficos, os aproveitamentos políticos esses é que “fedem” e claro dão muito jeito a sionistas e companhia limitada, também é certo que não me admiraria que existisse uma maçonaria muçulmana.

    Estas provocações constantes a muçulmanos por sionistas e big boys aliadas a lideres fantoche dos dois lados da barricada,só podem estar a pedir um conflito de grandes proporções no Médio Oriente.

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  123. Critico permalink
    1 Dezembro, 2009 13:39

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  124. 1 Dezembro, 2009 13:40

    Pois tem razão.

    Eu também vejo esta treta como produto de 2 coisas que são distintas:

    1- Políticas de porta-aberta, perfeitamente descabeladas, levando a incompatibilidades de modo de vida e de identidades- e aí a culpa é de quem recebe- e nesses incluem-se pessoas de todas as nacionalidades que nada têm (por apenas isto) a ver com terrorismo.

    2- O aproveitamento sionista para diabolizar os muçulmanos (que podem ser meros marroquinos de 3ª geração) como perigo terrorista dentro da Europa, quando quem anda a fazer holocausto a muçulmanos na terra santa são eles.

    E aí, sim- entre a política internacional manhosa porque é feita por lobby.

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  125. 1 Dezembro, 2009 13:47

    Mas, acima de tudo, nunca se poderá fazer choradinho com reivindicações de abusos de minaretes (e em Londres a coisa já está perfeitamente anormal- agora até dentro de Regent’s Park construíram mais um)sem reconhecerem que estão a receber em troco a estupidez que andaram a fazer- deixar entrar gente a magote- gente a magote com hábitos incompatíveis com os europeus.

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  126. 1 Dezembro, 2009 13:50

    E trataram-nos nas palminhas- deram-lhes tudo- em Inglaterra até dão casas inteiras com 8 divisões em bairros de luxo- em locais onde um inglês normal, que trabalhe a vida inteira, nunca conseguirá viver.

    E depois desta militância do paternalismo com a diferença, vá de a transformarem tudo em terrorista.

    Eles limitam-se a aproveitar-se do mundo globalizado e da duplicidade de critérios que esta Europa estúpida decidiu criar, por estar mais decadente que eles.

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  127. Critico permalink
    1 Dezembro, 2009 16:41

    É muito simples a agenda, abriram as portas da fronteira de forma escancarada,deixaram entrar tudo propositadamente, dão regalias a quem trabalha e quem não trabalha sob o falso manto de “defender as minorias ada ada”,rebaixão ainda mais o trabalhador honesto, sempre colmatando a “merda que fazem” e “ângulos indesejáveis”,depois articulam-se os média de forma a incidirem sobre uma ampliação de casos de crimes e terrorismo, depois é só esperar que as massas comecem a indignar-se, logicamente são feitas a par leis que autoritarizem ainda mais o poder do Estado, em detrimento de liberdades individuais e voilá, chega-se ao ponto que hoje vê-mos, a culpabilização dos emigrantes por tudo (generalizando), colocar os trabalhadores e a escória no mesmo saco e inconscientemente cataloga-los de terroristas e afins,enquanto os verdadeiros responsáveis, esses riem-se.

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