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Uma proposta

31 Agosto, 2013

Incêndios: Serra do Caramulo vai receber 3.000 árvores

Estes sítios que arderam este ano não precisam de árvores. Precisam de cabras. Muitas cabras.

 

goat_eating

76 comentários leave one →
  1. 31 Agosto, 2013 23:12

    Este post sobre as consequências duma tragédia, só pode ser uma ironia tipo piada reles e revisteira do Parque Mayer.

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    • ora permalink
      1 Setembro, 2013 02:33

      BOM PÁ SE CHAMAS (E NÃO ÀS CHAMAS) UMA TRAGÉDIA UMA MULTA DA GRANDE NINHADA DE RATOS REPUBLICANA E LAICA SOBRE A PIOLHEIRA DESEMPREGADA

      É DE FACTO UMA TRAGÉDIA O SISTEMA DE EDUCAÇÃO REPUBLICANO NÃO ENSINAR A UM MOÇO DE LAVOURA OU A UM TROLHA COM O 9ºANO

      QUE QUEIMAR A MATA COM O PAPEL DA MULTA

      NÃO RESOLVE NEM A MULTA NEM MATA O ESTADO EM QUE ESTÁ A MATA

      NEM MATA O ESTADO QUE QUEIMOU A MATA POR PROCURAÇÃO

      E IR BUSCAR UM EMIGRANTE DE SUSEXO NO LUXE EN BURGO

      COMO BODE EXPIATÓRIO

      PARA A FLAMABILIDADE DA MATA NAZIANNALE

      OU INFLAMABILIDADE SE NUM ÉS ADEPTO DA FLAMA DA CINEMA THECA

      NEM O BODE EXPIATÓRIO DO LUXEMBURGO AUMENTA O Nº DAS CABRAS

      NEM OBRIGA AS CABRAS A COMEREM TORRESMOS

      COMO ´SOCRATES O GREGO OBRIGOU À PIOLHEIRA DESEMPREGADA

      LOGO AA SOLUÇÃO É EXPORTAR AS CABRAS PARA A HOLANDA

      OU PARA O HOLLANDE OU O BERLUSCONI PARA VISITAS CONJUGAIS

      OU DÁ-LAS AO PINTO DA COSTA

      E DEIXAR O DESERTO CUMPRIR A SUA MISSÃO

      FAZER-SE PORTUGAL

      OU POR TI GAL….

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      • ora permalink
        1 Setembro, 2013 02:35

        DEVE ESCREVER-SE A UMA MULTA

        Ó MAIS JANADO REPRESENTANTE BROIKISTA

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  2. 31 Agosto, 2013 23:20

    A proposta podia ficar ainda melhor. Se para lá enviassem as cabras socialistas e os burros liberais, se revolvia o problema dos incêndios e a atmosfera ficava mais respirável.

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  3. Joaquim C. Tapadinhas permalink
    31 Agosto, 2013 23:39

    Insultem-se enquanto tiverem dinheiro para pagar a Internet, porque qualquer dia a festa acaba.

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    • 1 Setembro, 2013 00:08

      lol!!!!!!!!!!!!!!!

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    • 1 Setembro, 2013 02:10

      Não me parece que haja restrições tantas e graves, a avaliar pelas muitas dezenas de milhar de espectadores por semana nos estádios de futebol, mais as três grandes romarias por ano a Fátima, mais os concertos e festivais, mais ..a internet… mais etc..

      “Tá” o país em crescendo, “no bom caminho”, afiançaram recentemente PPCoelho, PPortas e a nova pop star do executivo, PMaduro.

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      • ora permalink
        1 Setembro, 2013 02:15

        SIM TENS RAZÃO MAIS JANOTA RABETA BENFIQUISTA

        O PESSOAL POR ENQUANTO SÓ PEGA FOGO ÀS MATAS

        QUANDO O ESTADO LHE COBRA UMA CORVEIA NA FORMA DE MULTA

        QUANDO A GRANDE NINHADA DE RATOS ENTRAR EM GREVE

        DEVE ACONTECER O MESMO QUE AQUELES SETE ARTISTAS DO GAMANÇO CONSEGUIRAM102 VEZES NUNS MESES

        MAS OBVIAMENTE ADMITO-O À ESCALA NAZIONALE

        JÁ AGORA O TEU COMPUTA TEM WINDOWS 8?

        AVISA QUANDO O LEVAREM À FEIRA DA LADRA TÁ…

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  4. 1 Setembro, 2013 00:01

    E de Joãos, até podem ser mirandas, nem que seja para tomar conta das cabras, voluntariamente.

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  5. JDGF permalink
    1 Setembro, 2013 00:13

    Só falta argumentar que como grande parte da floresta ardida no dramático incêndio do Caramulo é do domínio público, trata-se de exercícios para atingir – pelo fogo! – o ‘Estado Mínimo’.

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  6. Renato permalink
    1 Setembro, 2013 00:58

    As cabras devem é ser usadas em sítios que não arderam…
    Os que arderam precisam de árvores… já agora que não sejam maioritariamnete os costumeiros pinheiros e eucaliptos,

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    • und permalink
      2 Setembro, 2013 20:59

      as cabras dificilmente ficam muito tempo vivas comendo folhas de eucalipto e caruma de pinheiro pá…

      sai cada nato à ré

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  7. 1 Setembro, 2013 01:13

    as cabras ,coitadas , não conseguiram nem financiamento ( cabras bombeiras são muito caras , é logo aos milhões , ,é isso e porcos voadores ) nem a atenção dos residentes locais e o projecto xpto , está paradinho , graças a Deus , pq quando oiço que o “projecto ” vai criar não sei quantos empregos começo logo a tremer de medo.

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  8. 1 Setembro, 2013 02:16

    E por que não indigitar, nomear, o que quiserem, João Miranda como coordenador e educador de por exemplo 200 cabras numa área ardida ?
    Até pode descer à cidade mais próxima 3 vezes/ano para um briefing elucidando o país e o governo sobre os resultados dessas cabras experimentalistas…

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    • ora permalink
      1 Setembro, 2013 02:23

      REPARE-SE Ó BRONCO SE A ÁREA ARDEU
      HÁ BUÉ DE NITROSAMINAS E DE PARTÍCULAS DE CINZA
      E DE CARBONO PARTICULADO AKA CARVÃO MICROSFÉRICO
      UND NANOS-ESFÉRICO ROLANDO SOBRE A ERVA EM TORRESMOS

      NÃ É QUE COMERES UMA CABRA CANCERÍGENA TE FAÇA MAL

      MAS COME AS CABRAS COM JEITINHO TÁ

      PELA TUA SAÚDE….

      REFIRO-ME À FISIOLÓGICA

      QUE A MENTAL JÁ NUM TEM ARRANJO NÉ…..

      TÁS MAI XÉXÉ QUE SOARES

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      • ora permalink
        1 Setembro, 2013 02:39

        SE PRECISASSEM EM VEZ DE CABRAS DE CABRÕES

        TINHAMOS O PROBLEMA RESOLVIDO

        OU PELO MENOS OS BOMBEIROS TRABALHAVAM TODO O ANO

        A CABRA É O ARAUTO DO DESERTO

        CAMELOS NO DESERTO DE I-DEI-AS JÁMÉ

        VIVAM AS CABRAS DE NOSSO ALMEIDA QUE É DOS SANTOS

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  9. tric permalink
    1 Setembro, 2013 04:21

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  10. André permalink
    1 Setembro, 2013 08:14

    Isso era bom, já para não falar de que criava postos de trabalho no setor privado (a pastorícia de gado caprino) e dava para se vender, carne, leite e derivados de leite. Infelizmente para isso também seria necessário investimento, dinheiro que os agricultores/pastores não têm. Por que razão o Estado não usa o banco público para financiar a compra de animais pelos pastores sem sobrecarregar o Estado com subsídios? É claro que quando o negócio começasse a render, os pastores tinham de pagar os empréstimos à banca, mas seria uma forma de o Estado incentivar a economia no interior do país, sem ter de se criar aquela nova patetice do banco de fomento (que será uma boa forma de gastar mais uns milhões e de empregar mais uns camaradas do partido).
    Mas João, o gado não seria só para o Caramulo, pois não? O programa podia ser alargado ao resto do país… Como também a CGD podia não ser o único banco a dar empréstimos, os privados também o podiam fazer, desde que nas mesmas condições para os pastores (ou seja, de um modo que lhes permitisse ganhar dinheiro ao longo dos anos, sem andarem a pagar grandes empréstimos e juros).

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  11. SRG permalink
    1 Setembro, 2013 11:12

    E já agora pôr também alguns “cabrões” no pasto, começando pelos políticos corruptos, que os há em quantidades industriais.

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  12. Tiradentes permalink
    1 Setembro, 2013 11:17

    Apesar deste gado ser um dos maiores produtores de metano e contribuir para o aquecimento global seria uma boa medida para pôr os seus teóricos apologistas a pastoreá-lo. Isto de ter ideias para os outros é muito bonito…pegar no cajado e andar atrás das cabras só nas discotecas ou como dizia o outro, nos campos de futebol e concertos.

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    • André permalink
      1 Setembro, 2013 11:39

      Por acaso é o gado bovino e não o caprino que produz enormes quantidades de metano. No entanto, também se podia fazer como na Suécia (penso que é na Suécia): as pessoas limpam as matas, alimentam as cabras com as ervas (vamos chamar ervas para ser mais simples) apanhadas e tem as cabras num local onde o metano expelido é usado para produzir energia (a diferença é que eles fazem isto com vacas). Era uma experiência mais interessante e ainda criava mais postos de trabalho no interior.

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      • 1 Setembro, 2013 12:24

        Delírio . . .

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      • Tiradentes permalink
        1 Setembro, 2013 12:31

        Lá está vc. O gabo bovino produz mais metano porque vc ouviu em qualquer lado e não cuidou de saber porquê. A razão de tal facto prende-se com o “acaso” de este tipo de gado ser em número muito superior ao outro e só por isso o somatório dos bufas e gases exalados na bosta produzirem mais. Se igualar o número dos bichos poderia “cheirar” uma surpresa(zita)
        Entretanto já vi a sua disposição de ir por esses montes e vales de foice na mão cortar erva e ir fornecer aos criadores de gado.
        Sempre me pareceu um rapaz empreendedor pelo que lhe auguro bom futuro mas cuide de saber da rentabilidade de cada posto de trabalho, da viabilidade da tarefa,do custo do transporte e coisa e tal. E só depois chame burros aos criadores de gado que se debatem com os custos para por no mercado carne ao preço que argentino e brasuka ou outro põe, onde o gado tem acesso à “mata” sem precisar de levar a mata até ele.
        O mundo é tão bonito não é?

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      • André permalink
        1 Setembro, 2013 13:50

        Primeiro, o gado bovino produz mais metano per capita (se é que a expressão latina se pode aplicar nos animais, embora o significado seja exatamente o mesmo) porque os animais são maiores. É diferente um animal de 500Kg do que um que pode chegar aos 100Kg.
        Quanto àquilo que foi aplicado na Suécia, confesso que estava numa de gozo, embora admita que é uma ideia original para produzir carne e energia. No entanto, essa questão da competitividade tem uma boa solução chamada protecionismo (eu sei que num blog liberal não é algo que se sugira), mas é algo que a economia sueca (como todas as economias escandinavas) não tem problemas em fazer. Por que razão isso é assim tão mau em Portugal? Mas admito, estava a gozar…

        PS: Não estava a chamar burro a ninguém. Talvez apenas aos economistas, mas certamente não são esses que andam a limpar as matas no meio dos montes.

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      • Tiradentes permalink
        1 Setembro, 2013 15:05

        Agora descobriu o proteccionismo….essa arma letal dos países desenvolvidos que, para manter os privilégios e boa vida afogou e manteve na miséria 80% do restante mundo e da sua riqueza.
        Por outro lado demonstra dotes matemáticos pelo que um desafio não lhe ficava mal, pelo que lhe vou dar um TPC. Em vez de fazer as contas “per capita” faça as contas “per kilo” e depois de investigar diga-me metano produz cada espécie.As contas não podem nem devem ser feitas conforme os parametros que nos convém.

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      • André permalink
        1 Setembro, 2013 20:10

        Usei os dados per capita que são os que conheço e são os mais usados. Claro, depois podemos andar a fazer estatística com todos os dados que quisermos (mas a um domingo à tarde, tenha santa paciência, não estou para andar na internet à procura de dados, venho aqui só mesmo porque é bom descontrair e mandar umas piadas). Essa do protecionismo é boa, até porque depois do início do neoliberalismo (lá para os anos 80, se não estou em erro, com a Tatcher e o Reagan) o PIB (e não estou a falar do PIB per capita) de certas regiões mais pobres, como a África Subsariana diminuiu (ainda que pouco, mas registou uma evolução negativa). A culpa aí também é do protecionismo? Deve ser, do protecionismo neoliberal…

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      • und permalink
        1 Setembro, 2013 20:25

        1º ó palerma todos os ruminantes produzem metano

        tendo em conta que o processo de ruminação numa vaca de 500 quilos produz tanto como em 500 quilos de ovelhas

        claro que um cemitério ou um arrozal ou o lixo que botas fora tu pobre animal de 105 quilos são muito superiores a uma vaca

        as cabras e os cabrões que como o andré as conduzem

        têm um petite problema no verão

        a prática das queimadas para terem erva abundante nas chuvas de outono

        para dar borreguinhos gordos e cabritos na páscoa

        de resto uma boa parte dos pirómanos presos nos anos 80 eram pastores ou agricultores com pastos nas rotações com pousio e azevéns nas folhas ao lado

        uma rotação cultural tem várias folhas

        já andré é um mil folhas de folha única

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      • und permalink
        1 Setembro, 2013 20:33

        e per capita é por cabeça logo pode excepto em vacas bicéfalas

        e em membros do blouko

        o problema é o metano calculado por peso (vivo obviamente) da carcaça

        e isso depende da alimentação pois quanto mais fino o particulado e maior a razão de azoto/ carbono do alimento maior o desenvolvimento microbiano no rúmen dus bichees e bichas claro

        Andresi esculenta spp mirabilis

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      • und permalink
        1 Setembro, 2013 20:36

        mas devido ao volume do rumen dos grandes ruminantes e ao tipo de dentição dos bichos que provoca um corte alto nas pradarias

        ou ao alimento concentrado que lhes dão

        é verdade que em termos gerais uma igual massa de bovinos produz mais metano que igual massa de caprinos ou ovinos

        já os chevais sunt monogástricos como boçês os burrus

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      • Tiradentes permalink
        1 Setembro, 2013 21:32

        ora bolas und…vc não percebeu que eu tinha passado o TPC ao André e fez os trabalhos por ele. Assim ele nunca mais aprende. Lê nos jornais e e acha que é “coltura”.

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      • ora permalink
        1 Setembro, 2013 21:47

        prego prego en prego al contrario, al denti, la coltura di cultura non viene molto esplorata per socrates el greco es la cultura dei bambini d’atenas

        infatti a bambini, durante la fase iniziale della cultura, intorno al 12 anni es mut bueno en torresmini e grelhado , molti adulti rimangono sorpresi alla sola idea che ci socrates mange bambini fora do prazo

        já cabra e cabrão comem toda a celulose

        e contrariamente aos porcos e a socrates o grego no manjam bambini com panini

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      • ora permalink
        1 Setembro, 2013 21:54

        nos anos 80 o bambini andré inda num tinha cu pra vendere à cruz

        já no sahel nos anos 80 a seca vendia meninos e bambinas por 100 francos CFA e nem assim o PIB mauritano e do Mali subiam

        vá-se lá a saber porquê

        as tempestades de areia inté eram ascensionais

        e foi uma boa década para gafanhotos

        não havia era empreendedores a exportar gafanhotos

        estranho cu PIB tenha baixado

        o jean bedel bokassa e o idi amin a comerem os futuros trabalhadores tamém nã ajudavam nada o pib

        e importar balas pagando com café e borracha tamém ajudou pouco a libéria

        mas ao menos na década de 90 tiveram de importar muito menos pois as balas ajudaram imenso a baixar as importações

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    • Tiro ao Alvo permalink
      1 Setembro, 2013 14:28

      O André é daqueles que dizem, falando dos habitantes da Holanda: “em cada três, dois são vacas”.
      É um conhecimento com interesse (embora colado com cuspe), que vai dar frutos mais tarde, quando ele atingir a idade da razão.
      Concluindo, não está tudo perdido…

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      • und permalink
        1 Setembro, 2013 20:29

        não as vacas são um problema tremendo pois os holandeses foram os 1ºs a arranjar maquinaria agrícola para espalhar os chorumes e a merda sólida como fertilizante natural

        e é um cheiro a merda no verão que nã s’aguenta e nuvens de tabanídeos que pensam que somos chavalos

        mas as vacas holandesas vivem de subsídios e de cereais amaricanos no inverno e de aquecimento central

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  13. 1 Setembro, 2013 12:22

    Não poderia estar mais de acordo com a proposta. Como todos os posts da autor, tem muito coerência e bom senso.
    É um comentário que tem de ser lido num determinado contexto, de quem sabe o que diz ou falou com quem sabe do assunto.
    Fico triste com alguns comentários, se excluirmos os do Sr. André que sabe o que diz. Os outros, alguns deles estão mais perto da malcriadez do que de uma opinião. Podiam usar o espaço para apresentar ideias, mas usam-no para dizer parvoíces, quanta estupidez?. Se não sabem nada que possa contribuir para o debate sério, então fiquem calados, porque boca fechada não diz asneira.
    Sem qualquer ironia, acho que as cabras seria uma boa solução para minorar o problema dos incêndios. Acabem com a lei dos 5 anos de resguardo das sementeiras e deixem as cabras andarem livremente. Concessionando aos pastores ou grupo de pastores as áreas que eles terão de cuidar e preservar. Caso contrário, podem reflorestações as vezes que quiserem, não haverá mais mata, porque no prazo máximo de vinte anos volta arder e volta tudo à estaca zero. Esta é a realidade. Nasci e vivi no monte muito anos, sei do que falo.

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  14. 1 Setembro, 2013 12:23

    Um pulverizador ao dorso de cada cabra
    e um psicólogo para convencê-la a comer mato de metro de altura e
    tínhamos os agricultores de sofá em êxtase . . .

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    • Tiradentes permalink
      1 Setembro, 2013 12:36

      resumidamente, tal como diz, esta gente pensa mas é com os cajados e foices na mão dos outros, descobrem a pólvora e não dão prémio Nobel.

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  15. Tiro ao Alvo permalink
    1 Setembro, 2013 12:39

    Precisam-se de cabras (e ovelhas) e precisam-se de árvores. O que tem que ser, é cada coisa em seu sítio: no lugar das cabras, cabras, no lugar das ovelhas, ovelhas, no lugar das árvores, árvores, no lugar dos caminhos, caminhos, no lugar da água, represas, e por aí fora. Assim como estão as coisas é que não devem continuar.

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  16. Observador permalink
    1 Setembro, 2013 12:41

    Passei por muitos pontos do país em que se vêem abandonadas e degradadas casas da Guarda-Florestal.Antigamente tanto quanto me lembro os guardas orientavam grupos de trabalho na floresta.Os fogos de há dezenas de anos para cá são um negócio multiplo!
    Temos de voltar à Guarda da Floresta, complementada por patrulhas de observação das F. Armadas, Exército, Fuzileiros e F. Aérea. No combate aéreo só F. Aérea e eventual ajuda internacional.
    Fazer uma lei pesada para os incendiários apanhados, pô-los a capinar, atados por correntes e controlados por guardas prisionais de caçadeira em punho. Ou então fuzilá-los provisoriamente …

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    • Tiro ao Alvo permalink
      1 Setembro, 2013 12:49

      O Observador hoje está indignado. Ele tem alguma razão, mas está a exagerar. Só quero lembrar-lhe a hoje é possível fazer vigilância através de satélites e que não é possível fazer o tempo voltar para trás. Alguma coisa tem que ser feito, mas adaptada aos tempos que corem.
      Eu também penso que a industria de apagar fogos se desenvolveu demais e que é necessário travá-la e desviar os poucos recursos existentes para a prevenção. Se todos concordássemos nisto, já era bom. Parece-me.

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    • André permalink
      1 Setembro, 2013 13:52

      Num ponto tem razão, os incendiários têm de ser combatidos. Num momento de austeridade sai mais barato uma bala na cabeça de uma pessoa (ou cinquenta, segundo os números da PJ) do que combater grandes fogos florestais. Acho estranho que o MAI ainda não se tenha lembrado desta.

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      • Tiro ao Alvo permalink
        1 Setembro, 2013 14:19

        O André hoje também está violento. Será crise de crescimento?

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      • André permalink
        1 Setembro, 2013 20:06

        Disse algo estranho? Se os exércitos podem atacar quando a integridade territorial dum Estado-Nação é ameaçada, um incendiário ameaça seriamente essa integridade territorial, pelo que não será estúpido que se combata como um inimigo nacional.

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      • und permalink
        1 Setembro, 2013 20:48

        escreveste como um vero nacional-socialista

        se o pessoal desempregado anda a pegar fogo ao reichstag é gaseá-los todos

        também um político ou um funcionário ameaça

        e ninguém chumbou esses tipos desde os tempos do Manel dos reys buiça

        e não são 50 são milhares de pessoas que por raiva ou inveja do vizinho matam as cabras do vizinho ou comem-nas ou comem as filhas do vizinho antes das matar e pegam fogo a tudo o que não podem carregar

        chama-se a isso ser um hutu desempregado

        youtoo és hutu né?

        os judeus e as bruxas tamém precisam da fogueira

        e os ciganos e os ladrões

        e obviamente admito-o os andrés tamém devem ser caçados

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      • André permalink
        2 Setembro, 2013 07:57

        Apenas apliquei a legislação internacional que confere às forças armadas de um Estado-Nação a capacidade de proteger a integridade territorial desse mesmo Estado-Nação. Ninguém aqui falou de golpes no Reichstag (já agora, certamente sabe que não foi pessoal desempregado, foram pessoas empregadas nas SS e SA).

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      • Tiro ao Alvo permalink
        2 Setembro, 2013 08:51

        André, corrige o tiro: ninguém tem o direito de matar outro, mesmo que esse outro seja um criminoso. No caso dos incendiários, muitos são inimputáveis (são maluquinhos), outros negligentes, outros doentes, outros incompetentes, poucos criminosos – veja o erro cometido pelo comandante dos bombeiros que levou à morte de dois jovens, caso que agora vai servir para ensinarem na escola de bombeiros o que se NÃO deve fazer, paa combater um incêndio.
        Para além disso, um incêndio não acaba com a integridade territorial de um estado, muito menos de um estado-nação. Vai rever os teus conceitos de estado e de nação.
        E modera os teus ímpetos.

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      • und permalink
        2 Setembro, 2013 21:01

        tudo desempregados uniformizados pelo partei

        tal como o holandês trapeiro que foi enforqué

        os egípcios pensam como tu pá

        e os gregos dá-lhes metaxas…

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  17. Tiradentes permalink
    1 Setembro, 2013 12:43

    E o mais estranho disto tudo é que no final acabam sempre nos subsídios, ou seja, no dinheiro dos impostos que nunca querem que lhes seja cobrado para alimentar aquilo que não é viável. Assim tipo TGV que ia dar “muito lucro” e muitos postos de trabalho, custando cada ele dez vezes mais do que o trabalhador receberia e comprando comboios aos franceses e carris aos espanhóis. Assentar caboucos com pedras dá um lucro do catano. E os bancos “públicos” tem dinheiro que vem de Marte???, ou quem sabe do IRS,do IVA, do IMI e mais uma centenas deles parecidos????
    Ahhhh não!!! já sei….tem lá uma impressora parecida com a minha.

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  18. Fernando Rodrigues permalink
    1 Setembro, 2013 14:24

    Viva o João Miranda o das “Cabras” , isto é, ideiaS DO CASSETE !

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  19. manuel permalink
    1 Setembro, 2013 15:22

    Relembro que as cabras comem 365 dias/ano,precisam de veterinário ,a propriedade é privada e ainda são necessários pastores para as recolher e proteger dos lobos e dos caçadores.Cabras à solta e sem controlo poderá ser uma hipótese académica e com o objectivo de tornar o país uma reserva de caça,já faltou mais.

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    • und permalink
      1 Setembro, 2013 20:40

      dos cães que lobos não há muitos

      e se não deixas libre passagem ós rebanhos inda te queimam os eucalitros

      e por vezes as cabras comem durante 366 dias por ano

      e por vezes passam meses a meia ração e deitam o dente a tudo

      nem escapam ramos d’oliveira nem arreios de burro

      nem papel de jornal

      de resto misturar serradura na ração dos ruminantes foi prática comum durante anos

      e so bicho morrer come-se ou dá-se a comer aos cães de alcaíns….

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    • und permalink
      1 Setembro, 2013 20:42

      e não faltou mais as cabras selvagens e os corços forem tutti ex-tinto e ex-branco há bué de gerações de thalassas

      daí os republicanos irem-se aos coelhos e pedros linces

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    • ora permalink
      1 Setembro, 2013 22:00

      relembro que os rebanhos na europa são postos em cercados

      e não andam em transumâncias

      passando de cercado em cercado em zonas abertas de clareira no meio de sebes ou em floresta aberta

      como se foi transformando o montado além tejano

      ou seja se a propriedade voltar a ser recadastrada e emparcelada como nos anos 60 do século XIX resolve-se uma parte do problema

      mas enquanto um manel dos reys buiça tiver 4000 metros quadrados de eucalipto que só corta quando quer um carro novo

      tamos fodidos

      agente dá já antecipadamente um hectare de floresta a quem a quiser queimar ao estylo das sesmarias de dom fernando

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  20. ora permalink
    1 Setembro, 2013 22:04

    relembro que o problema é existirem 200 mil proprietários ou herdeiros absentistas

    com propriedades várias que vão dos 200 metros quadrados aos 3 hectares neste país

    e sem cadastro feito mudando os marcos ou fazendo desaparecer os cadastros quem phode e não quem quer

    logo enquanto tivermos uma burocracia arcaica e proprietários de 200 hectares que pagam tanto de imi como um de 20

    ou não pagam pois a propriedade é pertença de uma afundação ou agremiação qualquer

    estamos todos manelinhos d’évora

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    • ora permalink
      1 Setembro, 2013 22:10

      ou como dizia em 1983 um bom pae de famiglia com 9 filhas por graça da senhora de Fátima quando vinha aos putos em lisboa

      tenho aquele pinhal em ourém que me leixou meo pae para ir pagando o casamento das minhas filhas

      e casou logo a 1ª aos 16 e cortou 18 pinheiros de 50 anos em 1984 pra pagar o casório e o enxoval

      era muito girinha a meúda toda sardenta e arranjou logo amante em 85 e lá foram mais dois pinheiros pró cornudo do marido que era moço novo dos seus 28 ou 30 anus

      era um systema de gestão florestal mais eficaz

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  21. Filipe permalink
    2 Setembro, 2013 01:14

    A serra do Caramulo e todas as serras do Noroeste não precisam de reflorestação. A regeneração dos carvalhos é maciça, e ocorre mesmo nos eucaliptais. Gastar dinheiro com reflorestação é uma asneira. Deixem o carvalho-negral e o carvalho-roble proliferarem, basta limpar a vegetação em torno das jovens árvores no final da Primavera. Para além disso os carvalhais são mais resistentes aos fogo que as monoculturas de eucalipto e de pinheiro-manso.

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    • und permalink
      2 Setembro, 2013 20:37

      primeiro a regeneração dos Quercus faz-se por muitos modos

      um Quercus faginea não é resistente ao fogo como o Quercus suber e não rebenta de toiça como o eucaliptus porque as raízes superficiais ficam ytostadinhas

      para se chegar ao estágio final de uma sucessão numa floresta de carvalhos são necessários uma centena de anos

      o chamado clímax florístico

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      • Filipe permalink
        2 Setembro, 2013 21:39

        O cerquinho arde com mais dificuldade. Não queira comparar um Quercus com uma resinosa ou com um eucalipto.

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  22. Filipe permalink
    2 Setembro, 2013 01:21

    Em Portugal não há florestas. Há culturas de árvores, há silviculturas.

    A mata da Margaraça ou algumas matas do Gerês são verdadeiras florestas. Há uns bosquetes dispersos pelo resto do país. Os pinhais do vale do Sado estão próximos da vegetação natural daquela zona.

    A maior parte da nossa «floresta» é privada. Há países nórdicos e estados americanos onde cerca de 50% da floresta é pública.

    Em boa verdade Portugal carece de floresta pública nas áreas protegidas.

    Manchas florestais de carvalho-roble, carvalho-negral, carvalho-cerquinho, carvalho-de-Monchique, teixo, azevinho, azereiro, pinheiro-silvestre, pinheiro-manso+sobreiro, sobreiro+carvalho-cerquinho, azinheira… onde estão?

    Atenção: montado não é floresta.

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    • 2 Setembro, 2013 09:36

      Nunca percebi isso de haver ou não haver floresta. Disse aí que em Portugal não há floresta. A seguir escreveu que a mata de Maragaça e do Gerês são verdadeiras florestas.

      Então, em que ficamos?

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      • Filipe permalink
        2 Setembro, 2013 14:29

        Vou ser mais explícito.

        Em Portugal quase não há floresta. Mas há umas manchas residuais que ocupam uma área residual do território. Portugal é um dos países da Europa com menos floresta, embora abunde a silvicultura de pinheiro-bravo e de eucalipto.

        A Zazie é de Coimbra, deve já ter ouvido falar do Professor Jorge Paiva. Tudo o que sei sobre floresta portuguesa aprendi com ele.

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      • und permalink
        2 Setembro, 2013 20:42

        sim uns 5 milhões de hectares dos 9 existentes

        a floresta não implica povoamentos densos

        pode implicar manchas florestais de densidade variável

        é o caso do montado

        ou do maquis mediterrâneo onde as espécies arbóreas competem com os arbustos

        o jorge paiva ensinou-te mal né….

        falta-lhe a vertente paedo agógica (gogein- acompanhar putos da telescola agogein negação do gogein) supongo

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  23. Filipe permalink
    2 Setembro, 2013 14:32

    Esqueci-me da laurissilva da Madeira. Também é floresta.

    Mas grandes áreas florestais preservadas e em bom estado como há em Espanha não temos. Mas até poderíamos ter.

    Na serra da Nogueira o abandono das terras permitiu a regeneração natural. Há quem diga que lá está a surgir uma das maiores manchas de carvalho da Europa.

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    • und permalink
      2 Setembro, 2013 20:46

      não a laurissilva é um resquício da floresta densa que cobria a madeira e regulava a precipitação através da evapotranspiração da vegetação e do solo com alto teor de matéria orgânica

      ou o jorgex num sabe ensinar ou aprendeste mal

      e há floresta e maquis espontâneos em portugal uma vez que largas manchas kilométricas foram deixadas ao abandono nos útimos 40 anos de reservas ecológicas naxiobales

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    • und permalink
      2 Setembro, 2013 20:57

      a regeneração natural também pode ser feita por espécies alóctones

      o carrasco tamém é um carvalho e nem é árvore né

      Quer cus há tantos

      Quercus robur na lituânia e letónia certamente superam a serra da nogueira pá

      e a Juglans é uma Juglandacea num pertence à famelga Quercus

      nã sey se tás a ver

      provabelmente usas óculos né….

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      • Filipe permalink
        2 Setembro, 2013 21:30

        Conheço melhor os Quercus do que a cara und. Sabe quais são as espécies e as subespécies autócnes de Portugal? Já as viu in vivo no seu habitat? O carrasco em casos raros atinge o porte de árvore. É típico de solos algo degradados e de zonas mais secas e com mais insolação. Não é das espécies mais abundantes.

        A sua falta de ignorância está expressa na parágrafo sobre a serra da Nogueira. Mas alguém disse que era Quercus robur? Não é. Trata-se de uma mancha de Quercus pyrenaica.

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      • Filipe permalink
        2 Setembro, 2013 21:34

        Montado para si é floresta, não para mim. Floresta de azinheira e sobreiro existe, por exemplo, nas serranias de Cádis, no Parque Natural dos Alcornocales.

        Originalmente o Alentejo tinha outras espécies misturadas com o sobreiro e azinheira. Tinha carvalho-de-Monchique, carvalho-negral, carvalho-cerquinho, pinheiro-manso, castanheiro e espécies de árvores ripícolas nos vales. Tudo depende da região do Alentejo em causa. A vegetação natural de Mértola não é a mesma de Portalegre nem de Odemira…

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      • ora permalink
        2 Setembro, 2013 21:50

        bom dizer que é típico de solos degradados

        quando é uma espécie rústica adaptável a todos os solos desde que tenha as suas exigências de oligoelementos

        depois dizer se são autóctones e falta uma letra no teu aloctonismo

        só seria possível pela análise dos paleoclimas e da paleobotânica

        pois as espécies migraram durante as várias glaciações

        inclusive as espécies arbóreas se bem a velocidades mais lentas

        ver a biogeografia ibérica

        ponto 2 se és um pretenso estudante de medicina

        dificilmente percebes muito de botânica que é uma especialização´

        inda mais de paleobotânica

        em áfrica por exemplo considera-se a existência de floresta aberta

        e os montados antes da colonização celta-ibero-romana da península eram manchas florestaes continuas

        mesmo nos tempos da reconquista christã em que as razzias e as guerras de fossado deixavam muitas terras abandonadas a mancha florestal no sul era densa

        o montado devido à PRODUÇÃO de excesso de sementes resistentes ao fogo e germinando no pós fogaréu

        é como o pinhal manso o único autóctone da península facilmente repovoável e com densidades elevadas

        inda existem manchas de montado primitivo nos cerros de serpa ou perto de ourique

        houve até um palerma que fez um trabalho sobre a azinheeira esse fóssil económico….

        que no tempo em que a bolota dava pão tinha povoamentos densos e sem nexexitar de sementeira

        ódespois tal como as alfarrobeiras dos drago’s deitaram-nas todas abaixo para arar e dar grão….

        ide xatear o Miguel mota e o jethro tull ide….

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      • ora permalink
        2 Setembro, 2013 21:56

        ó filha se se chama serra da nogueira era porque tinha juglandáceas

        florestas de quercus róbur densas no báltico muito mais que na serra da nogueira

        e o quercus pyrenaica num tem fósseis no miocénico português

        ou achastes alguns?

        logo hablar ou iscrivê sobre endemicidades recentex

        qual a composição florística de portugalho no riss ou no wurm?

        ninguém sabe

        é tudo fragmentário

        e num xateies qués um pito parvo e inda por cima amigo do fascio luso e tanas

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      • ora permalink
        2 Setembro, 2013 22:01

        Originalmente (quando? no eocénico no miocénico no wurm no riss no mindel ou no …..o Alentejo região geográfica e não biogeográfica tinha outras espécies misturadas com o sobreiro e azinheira…..uma floresta tem bosque e sub-bosque

        há muita cousa abaixo da canópia

        Tinha carvalho-de-Monchique…..,

        carvalho-negral, carvalho-cerquinho, pinheiro-manso, castanheiro e espécies de árvores ripícolas salix é….

        é como se a fitness vegetativa estivesse enquadrada numa flora de Portugal….

        bolas num és educável non
        num se induca quem tem conceitos alternativos inamovíveis como juiz de tribunal con’s ti ti

        nun cortes os adenoides a ninguém tá…..

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  24. zazie permalink
    2 Setembro, 2013 20:28

    Não sou de Coimbra mas obrigada pela explicação.

    Também pensava que não havia floresta daí não ter percebido o que queria dizer.

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    • und permalink
      2 Setembro, 2013 20:50

      um agregado populacional de espécies lenhosas de alto porte que sejam classificadas como árvores pelo comum dos mortais é uma floresta

      se é natural ou de implantação artificial

      se é nativa ou é invasora como as acacias e o Pinus sylvestris

      isse é outra questão

      nã é por isse que deixa de ser floresta

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      • Filipe permalink
        2 Setembro, 2013 21:25

        Floresta é a mata da Margaraça. Um eucaliptal não é uma floresta, nem um pinhal.

        O maquis também não é uma floresta. O maquis do barrocal algarvio quase nem tem as espécies arbóreas dominantes, a azinheira e em alguns pontos o carvalho-cerquinho (a subespécie do barrocal neste caso).

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      • ora permalink
        2 Setembro, 2013 22:07

        o maquis mediterraneum tem espécies arbóreas arbutus unedo por exemplo que dá uns bons emborcanços

        basta ir à maior mancha continua de maquis português para considera-la uma mancha florestal

        a definição de bioma florestal e de estepe herbácea é uma classificação humana num ambiente mutável ó doutor en botão

        Originalmente (quando? no eocénico no miocénico no wurm no riss no mindel ou no …..o Alentejo região geográfica e não biogeográfica tinha outras espécies misturadas com o sobreiro e azinheira…..uma floresta tem bosque e sub-bosque

        há muita cousa abaixo da canópia

        Tinha carvalho-de-Monchique…..,

        carvalho-negral, carvalho-cerquinho, pinheiro-manso, castanheiro e espécies de árvores ripícolas salix é….

        é como se a fitness vegetativa estivesse enquadrada numa flora de Portugal….

        bolas num és educável non
        num se induca quem tem conceitos alternativos inamovíveis como juiz de tribunal con’s ti ti

        nun cortes os adenoides a ninguém tá…..
        pra num me repetir

        um pinhal de pinus sylvestris é uma população florestal

        monoespecífica como todas as populações

        e faz parte de uma comunidade vegetal e animal

        adivinha quem é o animal no pinhal

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  25. ora permalink
    2 Setembro, 2013 22:13

    e de facto a minha falta de ignorância é patente

    já em ti a falta da ignorância abunda não,,,,,

    serra da juglans regia serra da nogueira num é serra do quercus pyrenaica tás a ver o diferencial toponímico

    nã tás nã,,,,

    o quercus róbur ná báltica tem povoamento denso e grande
    serra da nogueira 1300 metros declive médio de ….faz a trigonometria e calcula a área pelas curvas de nível tá…..bolas tens a mania das grandezas

    ou acreditas in tutto…

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