O PROblema nessa inequação é não existirem novos sujeitos políticos, num mundo monopolizado pelos velhos, basta ver que soares vai a Paris receber as chaves de qualquer coisa, lançar um livro e um discurso em péssimo francês, comparando a democracia à ditadura e alienando ainda mais quem é abstencionista militante.
Logo o que joga neste jogo é mais uma brigada do reumático que dá congressos laudatórios sem contraditórios ao estilo da velhinha CCCP.
Não se debate nada, é o país em simplex do mais simples
basta ver o bailinho do soares ilhéu alberto joão…
corsário das ilhas maravilhas
A questão do situacionismo não é de conspiração, é de respiração.
E, nalguns casos, de respiração assistida.
Quatro paginas da Visão retratam, na voz de um dos participantes (que não quer que se esqueçam do seu papel), como, sob a batuta de Miguel Relvas, um grupo de autores de blogues e jornalistas, ajudou a ascensão de Pedro Passos Coelho, o “derreter” de Manuela Ferreira Leite, o papel de Aguiar Branco, e, mais tarde, a transumância desta gente para o poder. Está lá quase tudo: nomes, circulação de informações, circunstâncias, combinações, manipulações e prémios. O modelo foi a Câmara Corporativa do PS de Sócrates.
O único sitio onde este processo foi analisado e denunciado foi aqui no Abrupto. Enquanto estava a decorrer. Houve quem rasgasse as vestes, quem me acusasse de conspirativite, tudo, o habitual. Agora aqui tem parte da história. Agora falta ir mais longe na relação com a comunicação social, embora haja já muitos jornalistas envolvidos directamente em operações de desinformação e combate político. Sem consequências, bem pelo contrário.» (in Abrupto)
ao deus dado o vazio na palavra de deus….adeus
O PROblema nessa inequação é não existirem novos sujeitos políticos, num mundo monopolizado pelos velhos, basta ver que soares vai a Paris receber as chaves de qualquer coisa, lançar um livro e um discurso em péssimo francês, comparando a democracia à ditadura e alienando ainda mais quem é abstencionista militante.
Logo o que joga neste jogo é mais uma brigada do reumático que dá congressos laudatórios sem contraditórios ao estilo da velhinha CCCP.
Não se debate nada, é o país em simplex do mais simples
basta ver o bailinho do soares ilhéu alberto joão…
corsário das ilhas maravilhas
deuses desses….
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Cá para mim isto é o “mercado” a funcionar e os amanhãs que cantam do “liberalismo” em toda a pujança. 😉
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«COMO ENTÃO SE DISSE A TEMPO
A questão do situacionismo não é de conspiração, é de respiração.
E, nalguns casos, de respiração assistida.
Quatro paginas da Visão retratam, na voz de um dos participantes (que não quer que se esqueçam do seu papel), como, sob a batuta de Miguel Relvas, um grupo de autores de blogues e jornalistas, ajudou a ascensão de Pedro Passos Coelho, o “derreter” de Manuela Ferreira Leite, o papel de Aguiar Branco, e, mais tarde, a transumância desta gente para o poder. Está lá quase tudo: nomes, circulação de informações, circunstâncias, combinações, manipulações e prémios. O modelo foi a Câmara Corporativa do PS de Sócrates.
O único sitio onde este processo foi analisado e denunciado foi aqui no Abrupto. Enquanto estava a decorrer. Houve quem rasgasse as vestes, quem me acusasse de conspirativite, tudo, o habitual. Agora aqui tem parte da história. Agora falta ir mais longe na relação com a comunicação social, embora haja já muitos jornalistas envolvidos directamente em operações de desinformação e combate político. Sem consequências, bem pelo contrário.» (in Abrupto)
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