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preservar valor

10 Outubro, 2014
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“PT vale em bolsa um décimo do que valia em 2007”.

É estranho que perante estas notícias que dão conta de uma perdulária destruição de valor de uma das maiores empresas portuguesas, os justiceiros que sempre aparecem a exigir as cabeças de banqueiros e bancários, ainda não vindo a público exigir também que se dê seguimento a este desafio de Belmiro de Azevedo. Será que é história para não se contar?…

16 comentários leave one →
  1. 10 Outubro, 2014 20:02

    Essa história, recheada de estórias, não só deve ser contada, mas também minuciosamente investigada e –se este fosse um país decente– levada à justiça.

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  2. JoaoMiranda permalink*
    10 Outubro, 2014 20:08

    Não há muito para contar. Accionistas procuraram retirar para si o que estava na empresa. Nada mais legítimo.

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    • rui a. permalink*
      10 Outubro, 2014 20:22

      Sem conhecimento, já nem digo consentimento, do Conselho de Administração, João, como aconteceu com a massa que marchou para a Rioforte? Ainda estou para ver em que normas estutárias se sustentam as ordens de transferência do Granadeiro. É que, como sabes, meu caro, a saída do que está numa empresa costuma ser feita de um de dois modos: ou por venda de participações, ou por distribuição aprovada de resultados.

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  3. LTR permalink
    10 Outubro, 2014 20:19

    “Será que é história para não se contar?”

    Portugal tem problemas comuns a Angola, com uma grande diferença: julga-se que não ou quer-se fazer de conta que não. Acontece que já não dá mais para disfarçar – o país está mergulhado em poderes obscuros, o José Seguro está em casa, o projecto do Cravinho está na gaveta, o de redução de deputados para a gaveta entrou, ao texto de certos contratos ninguém chega e há riqueza a mais para o valor irrisório de IRC cobrado no país.

    Isto para não falar na brutal e pornográfica disparidade com que a justiça trata os crimes dos pequenos e dos grandes.

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  4. LTR permalink
    10 Outubro, 2014 20:22

    Para perceber a dimensão do problema basta ver que o próprio Belmiro também não se faz à guerra, certamente a pensar nos diversos tipos de “custos” que isso lhe traz.

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  5. orabolas permalink
    10 Outubro, 2014 21:19

    Está alguém do governo lidado á PT? se não, é esquecer que os xurnalistas têm mais que fazer…

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  6. Bolota permalink
    10 Outubro, 2014 22:00

    Deve ser por isso que o Bava vai trazer como premio 6 milhões no bolso.

    Mas giros é ter visto os rui as a bater palmas aos Bavas e agora a dizer o seu contrario.
    em Baleizão chamasse a isto…

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    • rui a. permalink*
      11 Outubro, 2014 00:06

      Ponha lá um link de um post meu a aplaudir o Bava, ou os Bavas, das PT’s que por aí andam, e ofereço-lhe um chouriço pata-negra de Barrancos.

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  7. 10 Outubro, 2014 22:37

    Estou a ficar um bocadinho surpreso com o afã que o Blasfémias tem querido assumir-se como advogado de Belmiro de Azevedo.
    É por ser um Homem do Norte?
    É por ter tentado comprar uma empresa sem ter dinheiro para o fazer?
    É por ele em vez de pedir que se faça a história da PT, não se dar a maçada de começar a escrever a história do BPA?
    Curiosidades.

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  8. colono permalink
    10 Outubro, 2014 22:51

    Fosse no tempo deste governo…. os jornalistas e jornaleiros já tinham esmiuçado até ao tutano! Como foi da família Costa… A Vida costa , costa!

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  9. Procópio permalink
    10 Outubro, 2014 23:15

    As histórias verdadeiras estão por contar.
    Quem impede a sua publicação?
    Que argumentos são utilizados?
    De que forma se calam as bocas e se coibem os recalcitrantes?
    Que riscos correm?
    Belmiro tem carteira recheada mas dispensa balas na cabeça.
    Dicas:
    Rui Mateus, paradeiro desconhecido
    “Contos Proibidos”. Nunca reeditado mas publicado na internet

    Click to access contos_proibidos_rui_mateus.pdf

    30000 exemplares vendidos numa assentada
    Willy Brandt
    Coronel Kadhafi
    Fax de Macau
    Um país de 900 anos transformado numa porcalhota.

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    • 11 Outubro, 2014 00:04

      Não se esqueça do antigo PM italiano e “socialista”, Betino, que foi condenado e fugiu para África, onde morreu.

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  10. Procópio permalink
    10 Outubro, 2014 23:40

    Outra história que desta vez os jornais não puderam omitir hoje mesmo. Só vão abafar.
    Registo de interesses proposto pelos serviços do Parlamento obriga a declarar filiações maçónicas ou no Opus Dei.
    Só uma intervenção de última hora do PSD evitou que a Comissão de Assuntos Constitucionais aprovasse um registo de interesses para os membros do Conselho de Fiscalização dos Serviços de Informações da República Portuguesa (CFSIRP) que lhes permitira omitir eventuais filiações secretas (maçónicas ou de outra ordem) – uma exigência que tem sido um dos cavalos de batalha da deputada Teresa Leal Coelho nesta legislatura.
    A proposta de formulário com o registo de interesses feita pelos serviços da AR dizia apenas, na alínea 4, que os fiscalizadores das secretarias deveriam declarar os seus “cargos sociais e de natureza”.
    Ora, uma formulação assim permitira a omissão de filiações associativas a que não estivessem associados cargos.

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  11. neotontono permalink
    11 Outubro, 2014 06:46

    Este Rui ultimamente tambem anda na troupe dos des-concertados/descontentados…
    Perguntase ele porque -passou -o- que nao -passou mais para nada quer conhecer o misterio e dessaparicao dos 7.000 milhoes de euracos que pagaram os espanhois pela compra da Vivo. !?

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  12. manuel permalink
    11 Outubro, 2014 12:40

    Parece que o Dr Pires de Lima anda a ler o blog. Falou alto e grosso sobre este assunto.

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  13. neotontono permalink
    12 Outubro, 2014 09:38

    Finalmente…nao vai ser que certos jornalistas la do charco conseguem descobrir certas praticas financieuras que por ca pareceria nao ter a mais minima impotancia?
    .
    Ex-chefe da Oi vive suspense de auditoria

    12/10/2014 02h00 JULIO WIZIACK DE SÃO PAULO

    O inferno astral de Zeinal Bava, que completa 49 anos no próximo sábado, está longe de terminar.

    O ex-presidente da Oi renunciou ao cargo na terça (7), embarcou para Lisboa na quarta e aguarda até o final do mês o resultado de uma auditoria nas contas da Portugal Telecom (PT) que pode responsabilizá-lo por irregularidades na operação do empréstimo de € 897 milhões da PT a uma empresa-sócia no Grupo Espírito Santo, um dos principais acionistas da tele.

    A operação, ocorrida quando Bava já era presidente da Oi, e não mais da PT, prejudicou o processo de junção entre as duas operadoras de telefonia e custou-lhe a confiança dos controladores brasileiros e portugueses.

    Sua defesa continua sendo um mantra que ele não se cansa de repetir: “Eu não sabia dessa operação”. Mas ele também acredita na força do ditado lusitano que “o que não mata mói”. Bava acabou moído.

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