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E portanto

22 Novembro, 2017

qual é o grupo a que hoje o Governo promete reposições e descongelamentos de manhã, reposições sem descongelamento ao almoço e reposições e descongelamento a começar em 2019 à hora dos telejornais da noite?

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8 comentários leave one →
  1. LTR permalink
    22 Novembro, 2017 09:23

    O governo é engraçado – sabe do fecho da CMVM no Porto pela comunicação social e decide sobre a ida para lá do Infarmed sem a instituição saber. E se dúvidas houver sobre o desconhecimento, alguém pela instituição chega-se à frente para o declarar em público e deschamuscar o PM. Isto leva água no bico, e não é pouca.

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  2. Procópio permalink
    22 Novembro, 2017 10:53

    Todos os grupos de onde se possam extrair votos são bons para prometer sempre mais alguma coisinha. Na sequência da desorientação presente são medidas altamente pedagógicas. Desta vez os lorpas vão finalmente entender como estamos todos a ser burlados. Quanto à saúde o desgoverno estatela-se todos os dias. Os profissionais andam cansados de aturar a vigarice. O pseudo ministro, serventuário de sem tino desdobra-se em declarações avulsas e contraditórias. O caso da legionella ainda vai dar muito que falar. Manobra-se no sentido de confundir mais uma vez a opinião pública de modo a não se encontrarem responsáveis concretos. O padrão miserável de sempre. Se fosse tudo entre portas o arranjinho era mais fácil, assim com os francius é mais difícil. Ocorre perguntar:
    Se exite uma empresa que se diz não lucrativa, de há muito comm a responsabilidade de zelar pela segurança sanitária dos hospitais do sns, porque razão foi preciso contratar outra estrangeira para mais uns biscates?
    O caso do infarmed é um flagrante ridículo. Fosse feita uma auditoria ao infarmed…
    “Nos primeiros tempos”, será mantido em Lisboa um pólo regional, “a instalação no Porto será feita de forma progressiva”, acrescentou Adalberto Campos Fernandes que disse esperar que “daqui a dois, três anos, 70% ou mais dos recursos estejam na cidade do Porto”. Lê-se estas declarações e não é preciso mais nada. Entregues aos bichos.

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    • Democrata com larga experiência — Vende-se permalink
      22 Novembro, 2017 12:31

      Excelente comentário caro Procópio.

      Acrescentaria apenas que além de estarmos entregues aos bichos, estamos cada vez mais entregues às bichas.

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    • carlos alberto ilharco permalink
      22 Novembro, 2017 15:07

      O seu comentário, excelente como sempre, lança-me uma dúvida aliás aumentada pelo post.
      Porque estão calados os sindicatos?
      Porque neste assunto (Infarmed) a picareta falante o Marcelo ainda nada disse?
      Porque razão Mário Nogueira foi enrabado (desculpem o calão) e nem gritou?
      Custa a compreender, não é?

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  3. Weltenbummler permalink
    22 Novembro, 2017 10:55

    Rui Moreira descobriu ‘derepentemente’
    que o rectângulo não tem coesão
    quando ‘digerido’ por sociais-fascistas

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  4. Procópio permalink
    22 Novembro, 2017 11:14

    O caso da menina que morreu na Maia é outra incógnita.
    De uma caixa de comentários:
    “Há títulos de notícias completamente inconcebíveis. Lí um título que afirmava a morte de menina provocada por bactéria transmitida por hamster. Que raio de jornalismo é este”?
    Era culpa do bichinho e prontos! Mais uma vez vai ficar muito por apurar. Primeiro são os merdias a encobrirem os riscos, depois vem a falência da investigação que devia encontrar a origem da bactéria tóxica. Se a sorte não interceder pode ficar feio.
    A atitude habitual do tuga: “Não há-se ser nada, o bicho já foi”.
    Levantemos o véu.
    As E. coli produtora da toxina Shiga (STEC, sigla de Shiga toxin-producing E. coli). diferente dos demais patotipos de E. coli, as STEC tem potencial zoonótico e geralmente os animais portadores desses microrganismos não mostam sinais de doença. As STEC podem ser encontradas no trato gastro intestinal de uma variedade de animais como, suínos, ovinos, aves e até entre cães e gatos; entretanto, os bovinos representam o principal reservatório. Consequentemente, o contato direto ou indireto com amostras fecais desses animais é identificada como a principal via de transmissão desses patógenos. A contaminação ambiental de STEC em terras de pastagens e em águas de irrigação justificariam a detecção desses patógenos em produtos variados como legumes, verduras e frutas.
    O consumo de vegetais crus contaminados por STEC representam a fonte mais provável de infecção. Esclarecida a principal fonte de contaminação alimentar procura-se identificar a procedência do gado bovino para a tomada de ações mais específicas no controle da infecção.
    Claro que isto dá uma grande trabalheira.

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  5. Expatriado permalink
    22 Novembro, 2017 11:57

    Ora bem…

    https://eco.pt/opiniao/marcelo-da-uma-licao-ao-menino-tonecas/

    Cambalhotas!!

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  6. 22 Novembro, 2017 12:21

    Os portugueses têm o que merecem. MAIS NADA.

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