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E de caminho o processo não pode condenar a DECO por usar os nossos dados (arranjados onde?) para nos prometer objectos vários em troca da subscrição dos seus serviços?

2 Julho, 2018

A DECO vai avançar com uma ação em tribunal contra o Facebook para que os portugueses registados naquela rede social sejam indemnizados pelo uso massivo e indevido dos seus dados.

 

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6 comentários leave one →
  1. António Maria permalink
    2 Julho, 2018 10:53

    Exactamente.
    Passo a vida a questionar-me onde é estes senhores (e outros) arranjaram os meus contactos.

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  2. Tiro ao Alvo permalink
    2 Julho, 2018 13:47

    Eu hoje estou cheio,de dúvidas
    Porque será que a Deco Proresto, Editores, Lda é uma sociedade por quotas? E quem serão os seus verdadeiros donos?
    Que a Deco Protesto pratica aquilo a que alguns chamam “vendas agressivas”, parece-me evidente; que essa prática não se coaduna com uma associação que se diz amiga do consumidor, é de lamentar. No mínimo.

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  3. JP Ribeiro permalink
    2 Julho, 2018 18:59

    A DECO é um negócio multinacional (julgo que com sede na Alemanha).
    Muito pouco transparente.
    Ainda menos escrutinado.
    Que vive à custa da boa fé dos saloios dos consumidores que acham que lhes estão a defender os interesses.

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  4. Arlindo da Costa permalink
    2 Julho, 2018 19:43

    A Deco é um negócio privado.

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  5. Euro2cent permalink
    2 Julho, 2018 21:23

    A história que ouvi, perto dos primórdios da coisa, era que tinha sido fundada por publicitários.

    Faz todo o sentido, como medida preventiva de uma “jacquerie” da plebe, e as técnicas de divulgação são compatíveis com o ‘modus operandi’ de qualquer merceeiro atrevido.

    (O sinal que me afastou na altura era não permitirem assinaturas pagas um ano de cada vez como era normal nas revistas ou qualquer verdadeira associação – exigiam autorização de débito, raro à época.)

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  6. Tiro ao Alvo permalink
    2 Julho, 2018 22:56

    Pelo que me disseram, na fundação da “associação” a estratégia da DECO foi apoiada financeiramente tanto pelo Governo Português, através do Instituto de Defesa do Consumidor, como pela Comissão Europeia.Tudo bem.
    Só não entendo como é que uma associação de consumidores se transforma numa sociedade por quotas sem que os seus associadas se apercebam disso e sem que se saiba, com facilidade, quem são os seus donos.
    Serei eu que estou a ver mal o problema?

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