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Sr Presidente, não se preocupe

1 Dezembro, 2018

Já se descobriu como viabilizar jornais portugueses que ninguém quer ler: pede-se a Cuba que os financie. Por alma de quem publicam os jornais portugueses gratuitamente  publi-reportagens sobre o impacto da saída dos médicos cubanos do Brasil?

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15 comentários leave one →
  1. Carlos Gonçalves permalink
    1 Dezembro, 2018 12:03

    Se é o tiririca quem procurar sossegar O A.G. já lhe mandou recado.

    https://observador.pt/opiniao/os-diarios-da-republica/

    BTW: quem quer apostar (agora, contra todas as sondagens) que o tirica vai perder a próxima eleição?

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  2. Rão Arques permalink
    1 Dezembro, 2018 15:05

    Palha aço limpa-vidros.

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  3. Leunam permalink
    1 Dezembro, 2018 15:40

    Dª Helena

    Fez bem em chamar à atenção para o assunto.

    Num comentário que coloquei no postal recente da Dª Cristina Miranda, acho que a virose comunista já se instalou nas meninges de muitos portugueses, infelizmente.

    Todavia, no dia de HOJE devíamos muito LEMBRAR e reflectir no que se passou em Portugal há precisamente 378 anos.

    40 INTRÉPIDOS PORTUGUESES RESTAURARAM A INDEPENDÊNCIA DE PORTUGAL

    Portugal, que passou pela tremenda ignomínia de perder a sua Independência política por 60 anos, conseguiu renascer nos seus brios, expulsar o inimigo e reaver um dos seus principais bens – A INDEPENDÊCIA – à custa de sacrifícios ENORMES.

    Lamentavelmente parece que as gerações actuais não valorizam muito esse aspecto, são todas muito europeístas mas esquecem que as mentalidades dos nossos INIMIGOS não mudam tanto assim.
    Os portugueses ainda não se aperceberam que estão a perder quase tudo o que receberam das gerações anteriores.
    Breve, quando já nada restar e o REBANHO for tratado como tal, como irão reagir.
    Então já nada se poderá fazer.

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  4. Leunam permalink
    1 Dezembro, 2018 15:56

    O Sr. Presidente anda a angariar bens de consumo para melhorar a POBREZA em Portugal.

    Afinal de que serviu o golpe de Abril de 1974?

    Continuamos a ter 1 em cada 5 portugueses pobre ou em riscos de o ser.

    Pelos vistos, a chamada democracia de que tantos enchem a boca e a carteira, não põe pão na mesa de todos nós.

    O que eu queria ver era o Sr. Presidente a inaugurar empresas e empreendimentos onde esses ditos pobres ou em vias de o ser, pudessem ganhar a vida dignamente, comendo o pão ganho e amassado com o suor do seu rosto e não vivendo das Esmolas que o Sr Presidente anda a angariar.

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  5. Procópio permalink
    1 Dezembro, 2018 18:54

    O dito cujo começará a ter razões para se preocupar. Quem sabe?
    Estou a assistir ao Alcochetense – Paio Pires, não chego ao bilhete para ver o Feirense.
    Os filósofos que me contradigam! A bola é que instrói. O mundo está tão confuso.
    Acabava o Alcochetense de marcar o primeiro golo, não imaginam o meu entusiasmo, recebo um telefonema da amiga Karina, algibeiras vazias como eu.
    “Ó Procópio, estava a ver as montras das galerias Lafayette, vem uma fumarada, ouço uns ruídos esquisitos, lá pelos Campos Elíseos….”. Até gagueja:
    “É pá, estão a fechar as montras todas…”. Vim eu de boleia para isto!
    Ligo o telemóvel.
    Fui ver onde andava o Mélenchon. Está em Marselha, ao sol, sossegadinho.
    Devolvi a chamada: “Karina, deve ser um surrofusco, podes estar tranquila!”

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  6. A. R permalink
    1 Dezembro, 2018 18:57

    Mais de 90% dos médicos cubanos já foram substituídos: não faziam falta e tiravam trabalho aos brasileiros. Alguns eram controladores políticos. Os médicos vão denunciar Cuba por escravatura.

    Veja-se o que aconteceu em Venezuela: a solidariedade socialista não funcionou: faltou dinheiro e a tirania cubana retirou-os logo.

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  7. Martim Moniz permalink
    1 Dezembro, 2018 19:00

    Nos “media” tradicionais sobram somente a cegueira, que os impede de perceber as causas da sua agonia, e a obediência, que os leva a apoiar os esforços para aplicar rédea curta à devassidão da “net”.

    O prof. Marcelo pergunta-se se o Estado não deve intervir nos “media”. E suspeito que sabe a resposta: na perspectiva dele, é sim, claro que sim, mil vezes sim. Na perspectiva dos “media” tradicionais, também. Ainda o prof. Marcelo se aliviava daquelas profundíssimas questões, o “Público” corria a entrevistar uma “investigadora na área dos ‘media’”, assaz identificada com a angústia presidencial: “Marcelo apontou-nos uma bandeira, agora é preciso agitá-la de forma musculada”. Em simultâneo, um administrador da Global Media, que possui o JN, a TSF e o fantasma do DN, declarou a proposta “corajosa” (?) e merecedora de “reflexão” a cargo dos “partidos, dos operadores e da sociedade civil”. Um responsável da Renascença afirmou ser “importante alertar para a importância dos meios de comunicação social”. E, há cerca de um ano, o “publisher” (ena) da Cofina exigia um “plano de emergência” para o sector. O sector em peso desatou a agitar a tal bandeira de forma musculada, para não dizer desesperada.

    À semelhança do prof. Marcelo, tenho dúvidas. Ei-las: descontado o oficial entulho salazarista da RTP e da RDP, o Estado não intervém nos “media”? De certeza? Significa isto que os “media” são o que são por livre vontade? E que a omnipresença de palavreado senil “sobre” bola não visa consolar os simples e distraí-los de um país em marcha firme rumo ao abismo, com ou sem pedreiras? E que os Louçãs, os Mendes, os Pachecos, os Césares, os Proenças, as Mortáguas, os Júdices e restantes paradigmas das nossas finas castas ocupam 97% do espaço “opinativo” apenas por obra e graça do seu brilho analítico, da originalidade do raciocínio, da excelência do verbo? E que a “cobertura” da aberração política que nos assombra desde 2015 é fruto de decisões editoriais conscientes e não um exercício de propaganda tão infantil que envergonharia Goebbels e Zhdanov?

    Obviamente, não lembrarei o irrelevante episódio de um colunista reaccionário enxotado de duas publicações em três meses, por sugestão de cima ou bajulação de baixo. Mas se o Estado, ou a rede de “interesses” que enfim ocupou o Estado inteiro, não intervém nos “media”, parece. E não quero imaginar o que seriam os “media” assumidamente nacionalizados. Ou quero: seriam exactamente iguais aos “media” que temos, apenas mais abonados e, se possível, mais obsequiosos face aos senhores que mandam. Na essência, nada mudaria na respectiva “orientação” e nada mudaria no desprezo do contribuinte, que passaria a financiar do seu bolso os jornais e as televisões que não vê hoje e não veria amanhã. Para o prof. Marcelo, este passo é fundamental para proteger a liberdade e a democracia.

    Como quase sempre, Sua Excelência não só não tem razão como se encontra nos antípodas da dita. E, como quase sempre, Sua Excelência sabe. Sabe, inclusive, que a subserviência primária – e, pelos vistos, voluntária – dos “media” aos donos disto tudo é que ameaça a liberdade e a democracia. Quando, por exemplo, a imprensa transforma um novo assalto fiscal numa demonstração da generosidade do dr. Centeno, que importa se a “notícia” é ou não consumida? Em qualquer dos casos, o cidadão termina roubado. Se os “media” se preocupassem com a liberdade e a democracia, o dr. Centeno andaria a perder eleições para a gestão do condomínio. Se os “media” se preocupassem com a liberdade e a democracia, não conviveriam “naturalmente” com a influência de estalinistas e aparentados no governo de uma nação europeia do séc. XXI. Se os “media” se preocupassem com a liberdade e a democracia, não poupariam um chefe de Estado exclusivamente concentrado em caucionar uma situação ruinosa enquanto troca de calções e consulta os índices de popularidade. Se os “media” se preocupassem com a liberdade e a democracia, talvez tivessem audiências suficientes para dispensar o peditório.

    Onde estão as audiências? A maioria, que assiste a noticiários protagonizados por dirigentes desportivos, está em transe e, não tarda, em fóssil. O resto saltita por aí, à cata de informação não sujeita a censura prévia ou póstuma. Com maior ou menor rigor, e às vezes rigor nenhum, descobrem-na na internet. Peneirada uma imensa quantidade de entulho, aqui e ali, nas “redes sociais”, páginas pessoais ou “sites” de facto jornalísticos e independentes, acabam por sobrar algumas interpretações menos alucinadas da realidade. Nos “media” tradicionais, sobram unicamente a cegueira, que os impede de perceber as causas da sua agonia, e a obediência, que os leva a apoiar os esforços das castas nacionais e internacionais para, em nome da “liberdade” e da “democracia”, aplicar rédea curta à devassidão imprevisível que prospera na “net” (entre múltiplos avisos, a recente obsessão com a “direita do Observador” não engana). Além de não terem muito público, os “media” não têm muita vergonha.

    E o mesmo se aplica a quem defende a sobrevivência dos “media” para defender a própria, ambas vinculadas ao caldo de compadrios a que se convencionou chamar regime. Não é a atitude “corajosa” de que alguém falou acima: é, por definição, o contrário. Em tempos, a ideia era ajudar o outro a terminar o mandato com dignidade. E os mandatos que já começam indignos? (do artigo os diários da República no Observador)

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  8. Procópio permalink
    1 Dezembro, 2018 19:37

    Martin, é justo mencionar o nome do autor da prosa. Alberto Gonçalves.
    Ainda há jornalistas independentes como ele.
    Por cá, em mensagem de condolências enviada à família do antigo Presidente dos EUA e disponível na página da Presidência, … “lembrou a bravura do antigo oficial da Marinha e também a solidez de caráter do antigo Presidente norte-americano…”
    Quando um criminoso de guerra morre, não deveriamos honrar o criminoso de guerra mas sim as suas vítimas. Estamos a falar de George Bush Snr. culpado de crimes de guerra no Iraque, Nicarágua, El Salvador e Panamá.

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    • colono permalink
      1 Dezembro, 2018 23:37

      Sr PRocópio

      Não confunda o Bush pai presidente com filho TAMBÉM PRESIDENTE.

      BOM FIM DE SEMANA

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    • lucklucky permalink
      2 Dezembro, 2018 06:17

      Não tens a noção do que são crimes de guerra pelos vistos.

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  9. Leunam permalink
    1 Dezembro, 2018 21:55

    Nos Noticiários de hoje na RTP, deu-se muito mais relevo ao criminoso de guerra americano e seu percurso político do que ao que hoje se DEVIA comemorar em Portugal:

    A RESTAURAÇÃO DA NOSSA INDEPENDÊNCIA em 1640

    Mal empregado dinheiro que o País esbanja na RTP.

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  10. Procópio permalink
    1 Dezembro, 2018 23:36

    Hoje não interessa ao poder comemorar independência nenhuma.
    O mundo está em mudança acelerada.
    Um dos objetivos a atingir pelos maçónicos por um lado, bem instalados nos centros de decisão política e pela extrema esquerda internacionalista por outro, é justamente tornar o país refém. O internacionalismo marxista é passado.
    O poder maçónico estimulou sempre a união ibérica, repararem nos discursos de circunstância ao longo dos anos depois do 25a, incluindo os do dito cujo. A iberia não vai longe sózinha. Está integrada teoricamente na UE. Surge porém outro grande poder.
    “O Sonho Chinês” de Xi Jinping, só não vê quem não quer ver. O caminho percorrido na iberia como eles chamam à peninsula é avassalador. Ele quer ser na Ásia o que os Estados Unidos são no Ocidente. Em Junho passado em Singapura Trump, depois de uma conversa muito apregoada sobre desnuclearização das Coreias com Kim, ele cedeu a sua influência na Asia à China, em troca da América do Sul.
    #0 de Novembro. O presidente dos EUA, Donald Trump, o primeiro-ministro do Canadá, Justin Trudeau, e o presidente do México, Henrique Peña Nieto, assinaram nesta sexta-feira, 30, o novo acordo comercial entre os três países, o Acordo Estados Unidos-México-Canadá (USMCA), substituindo o antigo Acordo de Livre Comércio da América do Norte (Nafta).
    A América do Sul vai por arrasto. O xelique está à espera do maduro…
    O Ocidente está em decomposição. A política americana deixou a UE, uma réplica suave da urss à deriva e à mercê de forças subersivas poderosas. Nos últimos anos entra em cena a nova Rota da Seda, forma da China alargar e promover a sua preponderância a nível global.
    A inclusão de uma rota atlântica nesse projeto permitiria a Sines conectar as rotas do Extremo Oriente ao Oceano Atlântico, beneficiando do alargamento do canal do Panamá. Em Sines, os combóios a descarregar os contentores, que daí seguiriam para as américas.

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    • lucklucky permalink
      2 Dezembro, 2018 06:38

      Desde quando transporte de Sines em comboio para o centro da Europa é mais barato que de navio?

      E mete os salários de Sines iguais aos de Rotterdão , Antuerpia e vê-la onde ficam os custos.

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      • peterblood850 permalink
        3 Dezembro, 2018 00:28

        E sem greves de estivadores!

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  11. Jorge permalink
    3 Dezembro, 2018 09:36

    Eu gosto de saber como vai o mundo. É mau é que se esconda a maneira como vai Portugal, é só futebol, tragédias, durante algum tempo, bisbilhotices e programas com velhotas a bater palmas.

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