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Qual escravatura? Onde?

18 Janeiro, 2019

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Esta ideia de que os imigrantes são escravizados contém uma contradição insanável. Os escravos  são forçados  a trabalhar em destinos que não escolhem. Portanto ou os imigrantes vêm a fugir da escravatura e por isso agora na sua qualidade de imigrantes lutam contra a escravatura de que se libertaram ou o slogan não faz sentido algum pois tal pressuporia que os imigrantes imigraram para ser escravos, lutam para ficar nos países que os escravizam e querem ter a nacionalidae do país que os escraviza.

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27 comentários leave one →
  1. JgMenos permalink
    18 Janeiro, 2019 20:35

    Extinguir os SEF e destacar o registo civil para as fronteiras.

    Quem são estes cretinos?

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    • Alberto Silva permalink
      19 Janeiro, 2019 21:17

      Tudo fruto do Sr Costa.
      Já repararam que ele sendo 1º Ministro coloca-se nos discursos que faz no papel de oposição?
      É o Diabo em pessoa. Terrível. Maquiavélico. Muito perigoso. Odeia Portugal e os portugueses. Vão ver o estado em que ele vai deixar o povo e a nação!

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  2. 18 Janeiro, 2019 21:33

    Eles querem mesmo escapar ao SEF e já há palermas no Alentejo a atribuírem nacionalidade portuguesa a quem nem sequer consegue dizer uma frase em português.
    Conheço um caso de ucraniana assim.
    No SEF exigem teste, com escrita e conversação e chumbam. Então vão a terras do PCP e conseguem logo tudo. BI de papel passado.

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    • Luis permalink
      19 Janeiro, 2019 13:22

      Os imigrantes têm alguma razão. O problemas é que as leis estão mal feitas. A lei diz que podem procurar trabalho com visto de turistas, pois criou-se este conceito vago de «promessa de trabalho». Depois chegam a Portugal com o tal visto de turista e são barrados porque os funcionários acham que não vêm para fazer turismo. Ou então estão um ou dois anos sem poderem sair do país à espera da residência. Era preferível que o SEF lançasse, por exemplo, 20 mil vistos para quem quisesse trabalhar em Portugal, e os vistos seriam atribuídos com um sistema de pontos. Quem os recebesse tinha x meses para encontrar trabalho, quando encontrasse trabalho recebia automaticamente um visto de residência de 2 anos, que seria depois renovado se fosse cumpridas as condições. O problema maior é que ninguém em Portugal sabe legislar este assunto.

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      • André Miguel permalink
        19 Janeiro, 2019 23:06

        Um excelente sistema é o da África do Sul. Têm acordos bilaterais para isenção de vistos de entrada com países que lhes interessa (Portugal incluído), quando entramos podemos ficar 90 dias, depois dessa data é expulsão, multa e interdição de entrada durante um ano. Se durante os 90 dias conseguir um contrato de trabalho, então aí pode obter visto de trabalho, sempre e desde que seja um trabalho qualificado, porque mão de obra não qualificada têm eles a mais…
        Vendo o mapa constatamos a quem a eles pedem visto prévio e parece-me óbvia tal política:

        https://en.m.wikipedia.org/wiki/Visa_policy_of_South_Africa

        Não me parece difícil legislar isto, mas o nosso nacional-porreirismo tem destas coisas.

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    • Luis permalink
      19 Janeiro, 2019 13:27

      Existem alguns sistemas onde Portugal pode ir buscar ideias para criar um novo sistema de imigração adaptado às novas realidades. Um exemplo é o sistema Australiano. Outro é o canadiano. Sucede que em Portugal por questão de pala ideológica se se cria um sistema aberto a quem é de países ocidentais e fechado a quem não é vão logo aparecer esganiçados e esganiçados a falar de xenofobia e racismo. E isto não tem nada de racismo e de xenofobia, é apenas pura racionalidade. Quem olhar para as estatísticas do crime, por exemplo, identifica logo países de alto e baixo risco. E depois temos os estudos sobre a integração, a mostrar as diferenças entre pessoas de diferentes culturas. Nós em Portugal até poderíamos abrir totalmente e unilateralmente as fronteiras á livre circulação com o Canadá, EUA, Austrália, Nova Zelândia ou Japão e aposto que nunca teríamos problemas como não temos tido por aí além como os países da UE.

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  3. 18 Janeiro, 2019 21:34

    Isto tem um único objectivo- destruir nacionalidades pelas margens do nómade. Foi teorizado pelo Deleuze e chegou agora à populaça bloquista e comuna.

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  4. 18 Janeiro, 2019 21:35

    O Deleuze percebeu que a luta de classes já era e então teorizou a revolução a partir destas margens minoritárias e sem raízes. Os nómadas como os geradores do caos.

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    • Luis permalink
      19 Janeiro, 2019 13:28

      Isso é agora. No início dos anos 80 em França a comunada atiçava a populaça contra os trabalhadores portugueses e diziam que roubavam os empregos aos franceses. Em muitas questões como a imigração ou a homossexualidade os comunistas mudaram o discurso.

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  5. Artista português permalink
    18 Janeiro, 2019 22:14

    Façam como faziam na antiga URSS e arredores: fechem as fronteiras e exijam visto de saída e entrada mesmo para os nacionais. Nem sequer cá punham os pés!

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  6. 18 Janeiro, 2019 23:44

    na alemanha há os minijobs!

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  7. PiErre permalink
    19 Janeiro, 2019 08:28

    Não gosto do brincalhão do Deleuze porque não o entendo. E, se não o entendo é porque ele não presta. Tenho dito.

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  8. Oscar Maximo permalink
    19 Janeiro, 2019 09:10

    O texto acaba mal. A nacionalidade iria libertá-los da escravidão, há aqui uma certa má vontade da autora. Por bom que essa nacionalidade fosse para um imigrante, também devido á UE, sou firmemente contra toda esta imigração, e pior ainda, ser apoiada pelo Estado.

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    • Luis permalink
      19 Janeiro, 2019 13:32

      A UE não é para aqui chamada. Estes imigrantes não são da UE e a UE não tem culpa absolutamente nenhuma do que se passa, aliás há vários países que não estão nada satisfeitos com Portugal e Espanha. O que se passa é que Portugal tem recebido dezenas milhar de imigrantes dos países de língua portuguesa e de outros países americanos, asiáticos e africanos desde que a geringonça mudou a lei. Como o SEF não tem funcionários suficientes para lidar com tanta gente e como as leis estão mal feitas as coisas estão obviamente a correr mal.

      Acrescento que os imigrantes da UE têm um impacto muito positivo na economia portuguesa. Basta pensar nos mais de 100 mil pensionistas europeus que vivem e consomem em Portugal.

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    • Luis permalink
      19 Janeiro, 2019 13:38

      Em VRSA, Olhão ou Tavira há milhares de desempregados e beneficiários do RSI. Se você for às estufas e plantações de citrinos ou abacate encontrará centenas e centenas de nepaleses, indianos ou tailandeses. Se for aos restaurantes e hotéis encontrará centenas de brasileiros. Desde quando a culpa é da UE? NÂO É. A culpa é apenas e só do Estado português.

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      • Zé Manel Tonto permalink
        19 Janeiro, 2019 15:35

        Se se começar a crtar RSI e afins, deixam de ser necessários imigrantes para fazer esses trabalhos.

        A esquerda perdia votos de dois lados, os portugueses que ficavam sem subsídios, e os estrangeiros que não votavam, porque não vinham e não acabariam por obter a nacionalidade.

        Uma chatice, pá. Depois como é que o Pêiésse enchia camionetas para os comícios do 44 no Alentejo?

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      • Vitor permalink
        20 Janeiro, 2019 00:25

        se não houvessem esses milhares de nepaleses, indiano etc, essas empresas teriam de pagar salários decentes que efetivamente permitissem às pessoas terem alguma qualidade de vida ao desempenharem um trabalho extremamente árduo. Essa situação do alentejo é uma aberração pois o estado português investiu imenso dinheiro para construir o Alqueva com o objetivo de proporcionar mais emprego nessas regiões aos portugueses. As empresas que se vieram instalar, muitas delas são estrangeiras (o que em si não é necessariamente um problema), mas depois não pagam salários que permitam empregar portugueses recorrendo a essa mão de obra quase escrava para desempenhar trabalho extremamente árduo e depois amontoam-nos em contentores. Nem o lucro das empresas fica em portugal, nem foram criados empregos de qualidade com o investimento do Alqueva e acho que isso devia ser mais fiscalizado.

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  9. 19 Janeiro, 2019 13:05

    Escravatura em Portugal ? Há, isso sim, uma quase auto-escravatura solidária, e a HMatos tem desde há dias uma no seu bairro em Benfica: o PM deixou o condomínio privado em Fontanelas para viver numa cave ou coisa parecida com um negócio esquisito — ver notícias de há dias e no “i” de hoje.

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  10. Luis permalink
    19 Janeiro, 2019 13:16

    Os mecanismos de atribuição de vistos são estúpidos e estão completamente descontextualizados das realidades actuais. Uma das coisas que me faz confusão é que Portugal atribua residência a cidadãos extra-comunitários que vêm ganhar salários baixos quando o país teve recentemente mais de 15% da população desempregada, fora os que estão a receber prestações sociais. Inúmeros países ocidentais não dão vistos a quem vai auferir salários abaixo da média. Por outro lado dificulta-se a vida a quem é jovem e tem recursos para viver um ou dois anos no país, mas não é «rico», ou a quem trabalha por conta própria e tem rendimentos da sua actividade. Actualmente temos cada vez mais pessoas que vivem da economia digital e que gostariam de viver no Sul da Europa, e o nosso sistema burocrático não está preparado para isso, ao contrário do que se passa nos países anglo-saxónicos. A solução para tudo isto seria:

    1) Contratar mais funcionários e pôr os imigrantes a pagar o custo real da atribuição do visto, sendo que o processo deixaria de ser pago pelos contribuintes.

    2) O visto deve ser atribuído antes da entrada no país.

    3) Criar um limite anual ao número de vistos a atribuir para quem vai procurar trabalhos com salários baixos e limitar a atribuição desses vistos apenas a alguns países. O limite seria revisto anualmente tendo em conta os números do desemprego.

    4) Criar um visto para «auto-suficientes» ou trabalhadores por conta própria renovado anualmente. Devem ter pelo menos 8000 euros em poupanças no momento da atribuição do visto ou rendimentos acima de 8000 euros no ano fiscal anterior e devem pagar um seguro de saúde para terem acesso ao SNS. Este visto só deve ser atribuído a pessoas de países de «baixo risco» (EUA, Austrália, Canadá, Nova Zelândia, Japão, Singapura, Chile, Israel ou Coreia do Sul).

    5) Durante os primeiros anos os imigrantes dos países extra-comunitários não devem ter acesso a certas prestações e apoios sociais, como abono de família ou habitação social.

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  11. Luis permalink
    19 Janeiro, 2019 13:35

    O SEF não tem funcionários suficientes nem meios para fiscalizar. Não se percebe por que motivo os imigrantes não pagam o custo real do visto e da autorização de residência. Para se ter noção das coisas, quem quer um visto rápido no RU paga mais de 500 libras. Não se percebe por que motivo são os contribuintes a pagar isto. Se pagassem os custos reais dos vistos, seria melhor para todos pois o SEF poderia contratar mais funcionários e o sistema poderia funcionar com mais rapidez e eficácia.

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  12. 19 Janeiro, 2019 18:14

    Bilhete de volta para essa cambada!

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  13. 19 Janeiro, 2019 23:12

    zazie, para dares veracidade às tuas fantasias conheces sempre um caso de uma ucraniana. Será a mesma que está na primeira posição da lista para ter acesso a casa pela CML que tu aqui denunciaste há dias?

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  14. A. R permalink
    20 Janeiro, 2019 16:05

    Por qualquer razão esta gente que odeia os “colonizadores” regressam agora à procura deles. Conheço um caso de uma prof. cooperante em Moçambique foi obrigada a regressar pois revelou que o seu pai tinha sido militar a combater os terroristas do império soviético.

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    • 20 Janeiro, 2019 16:32

      Porque são paternalistas. Falam da igualdade mas tratam-nos como coitadinhos inferiores

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  15. Velho do Restelo permalink
    21 Janeiro, 2019 10:24

    No bairro da jamaica a PSP andou à trolha com os residentes (não é referida a étnia para não violar as normas da CNPDP e do politicamente correcto). Mas depois dizem que foi aberto um inquérito à actuação da PSP, logo só podem ser escurinhos pacíficos e trabalhadores barbaramente espancados por agentes da PSP (brancos ligados à extrema direita). Curiosamente as imagens revelam um conjunto de prédios inacabados, com montes de antenas parabólicas nas paredes !
    Estarão licenciados ? Os residentes são proprietários ou inquilinos ?
    As parabólicas funcionam a pilhas ou é só fogo de vista ?
    Porque é que não incluem estes bairros nos roteiros turísticos, para mostrar ao mundo que Portugal tem óptimas condições para receber mais imigrantes ?

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  16. Bavaro permalink
    24 Janeiro, 2019 21:31

    Tem a ver com a Venezuela.
    Sugestão: google “Los Soles”

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