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As fake news existem quando os resultados eleitorais não coincidem com as escolhas políticas da Lusa?

6 Fevereiro, 2019

combatefakenews.lusa.pt : As notícias falseadas, comummente conhecidas por ‘fake news’, desinformação ou informação propositadamente falsificada com fins políticos ou outros, ganharam importância nas presidenciais dos EUA que elegeram Donald Trump, no referendo sobre o ‘Brexit’ no Reino Unido e nas presidenciais no Brasil, ganhas pelo candidato da extrema-direita, Jair Bolsonaro.

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10 comentários leave one →
  1. Tiradentes permalink
    6 Fevereiro, 2019 11:16

    Disse o Alto Comissário da ONU para o sul da Europa….só pode

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  2. Daniel Ferreira permalink
    6 Fevereiro, 2019 11:42

    Entretanto um sr. Steele já admitiu EM TRIBUNAL que o dossier “Russia-Trump” foi pago pela senhora Clinton para ter desculpa se perdesse, mas o que é “verdade” agora é o que os (((jornalistas))) dizem

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  3. Velho do Restelo permalink
    6 Fevereiro, 2019 12:17

    O estudo dos alemães é muito curioso! Seria possível fazer algo do género aqui ?
    Como é que posso saber que estou perante uma FN ? Porque a notícia me parece absurda, devo concluir que é falsa ?
    Nesse caso a notícia que atribui a Carlos Rabaçal (CM Setúbal), a frase :
    ” … se não tivessemos uma esquadra da psp no bairro da Bela Vista, nenhum daqueles incidentes teria ocorrido …” deve ser uma FN !
    Ou a notícia que diz que o PR foi visitar o Jamaica, e andou a fazer selfies com o marmanjo que agrediu um PSP (em serviço), também é FN !
    As notícias (falsas ou verdadeiras) em política, só seriam relevantes se os políticos tivessem vergonha …

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  4. Rão Arques permalink
    6 Fevereiro, 2019 15:09

    O que se apresenta como oficial é trampa.
    Frequento redes sociais onde vejo muito menos lixo do que se vê nos jornais e televisões.
    Se a maioria da população fosse tão participativa e contundente como 80% dos autores e comentadores da blogosfera a cambada do sistema não brincava tanto connosco.

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    • Velho do Restelo permalink
      6 Fevereiro, 2019 15:37

      Mas continuávamos muito mal! A grande parte dos artigos que por aqui se vêm é “mais do mesmo”, e os comentadores fazem lembrar uma bancada dum estádio de futebol !
      Muitos treinadores de bancada, nada de ideias, nada de projectos, o importante é deitar a baixo o adversário …
      A única vantagem, é podermos mandar uns recaditos aos nossos pseudo-representantes que ainda por aqui passam, coisa que na imprensa clássica é só para privilegiados.

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      • Rão Arques permalink
        6 Fevereiro, 2019 17:42

        DITO E REDITO, NÃO LHES AGRADA
        1> PARLAMENTO: A CASA DA PARTIDOCRACIA – Os portugueses não têm os direitos políticos dos outros europeus. Não podem sequer escolher o candidato em que preferem votar para os representar no parlamento. O “julgamento nas urnas” é um logro: os candidatos colocados nos primeiros lugares das listas dos maiores partidos têm garantia prévia dum lugar no parlamento. Não há julgamento sem possibilidade de penalização, mas os portugueses não têm maneira de penalizar os candidatos nos “lugares elegíveis”. Não interessa se são espiões ou maçons: a sua ida para o parlamento não depende dos votantes, que apenas decidem quantos lugares cabe a cada tribo partidária. A raiz do problema é o voto não ser nominal (i.e., num nome) como no resto da Europa.
        2> EM ELEIÇÕES DEMOCRÁTICAS NÃO HÁ VENCEDORES ANTECIPADOS – Faz parte da essência da democracia que o resultado duma eleição não possa estar decidido antes da sua realização. Nas eleições legislativas portuguesas, é o contrário: há dezenas de lugares no parlamento que já estão decididos, não importa como o eleitorado vote. São os “lugares elegíveis”, os primeiros lugares das listas dos maiores partidos. Garantem lugares a pessoas previamente escolhidas, quer o partido “ganhe” ou “perca”. Como não existe uma relação entre o voto e a atribuição dum lugar de deputado, esses “eleitos” NÃO representam os eleitores. Os lóbis contornam o eleitorado e tratam directamente com os barões. Na prática, são o lóbis que são representados no parlamento.
        3> AUSÊNCIA DE ESCRUTÍNIO ORIGINA DESGOVERNO E CORRUPÇÃO – Estas listas “fechadas” têm muitas consequências graves para o País. Os barões dos principais partidos não podem ser desalojados do parlamento pela via dos votos. Mesmo quando o partido “perde”, refugiam-se nos “lugares elegíveis”. Vivem numa perpétua impunidade e nunca foram verdadeiramente sujeitos ao escrutínio democrático. Isto significa que nunca saem do circuito do poder: frequentemente, os presidentes das comissões parlamentares mais importantes são da oposição. Tornaram-se os donos do Estado e das propriedades dos portugueses, incluindo rendimentos futuros. O que acontece a uma oligarquia que se vê com um poder quase absoluto? Não é costume dizer-se que o poder corrompe?
        4> IMPEDEM-NOS DE FAZER A NOSSA PARTE NA RENOVAÇÃO DOS PARTIDOS – Sem voto nominal, a renovação interna dos partidos é bloqueada. A renovação consiste em uns serem substituídos por outros. É o papel do eleitorado indicar quem vai e quem fica, através dos actos eleitorais: os políticos que têm mais votos tendem a substituir os menos votados e a ascender gradualmente às chefias. Mas se o sistema eleitoral impede os eleitores de expressar preferências dentro duma lista, está a impedir o eleitorado de exercer esse papel essencial para renovação dos partidos. Em consequência, perpetuam-se os caciques e apenas os que têm a sua anuência sobem nas estruturas partidárias.
        5> OS PARTIDOS SÓ ESCOLHEM CANDIDATOS NÍVEL LIXO – Listas fechadas à ordenação pelos votantes permitem elencos parlamentares altamente desequilibrados. Há alguns anos, examinaram o CV de cada deputado e constataram que nenhum tinha são nítidos a muitos níveis, por exemplo na representação desproporcionada de advogados e membros de sociedades secretas. A falta de qualidade é alarmante e está a acelerar. Se fossem os eleitores a ordenar as listas, os partidos estariam mais expostos à concorrência e passariam a propor bons candidatos, pois caso contrário arriscar-se-iam a perder votos para partidos com candidatos melhores.
        6> LUGARES ELEGÍVEIS: ZONA DE CONFORTO DOS BOYS – Não é por acaso que os políticos nunca falam do sistema eleitoral. Não querem que os cidadãos se apercebam das diferenças em relação aos outros países e comecem a exigir mudanças na sua “zona de conforto”. Livres do escrutínio, os partidos capturaram não só o sistema político, como o próprio regime e as instituições do Estado. Os problemas de excesso de peso do Estado, corrupção e desgoverno vêm todos daí. É por isso que a denúncia de actos escandalosos nunca resulta em penalização (até é recebida com indiferença!). O pior que pode acontecer a um cacique partidário é passar o mandato seguinte no parlamento. Mas o sistema não dá meios para o tirar de lá.
        7> NÃO SOMOS RESPONSÁVEIS POR POLÍTICOS QUE NÃO PODEMOS ESCOLHER – Se analisarmos o sistema português, percebemos como é injusta a ideia de que os cidadãos têm culpa porque elegem os políticos. Não é verdade: os portugueses votam mas não elegem. Até são bastante exigentes, mas não dispõem quaisquer meios para impor essa exigência. O regime nega-lhes praticamente todos os direitos políticos habituais em democracia. Não podem concorrer a lugares de deputado fora dos partidos, não podem expressar preferências dentro duma lista, os deputados podem indeferir qualquer petição ou iniciativa legislativa ou referendária, etc, etc. Como só votos em partidos entram nas contagens, nem sequer podem negar o voto aos partidos.
        8> QUALQUER DEMOCRACIA MODERNA TEM O VOTO NOMINAL – O sistema português é o “sistema proporcional de listas fechadas”. As listas são “fechadas” porque a ordem pela qual os lugares são distribuídos é a IMPOSTA pelo partido. Naturalmente, os políticos evitam esta designação, preferindo “sistema representativo” – mais outro logro. Na Europa, quase só é usado na Albânia, Ucrânia e Rússia (e Itália, nas eleições nacionais). Sucede que o sistema mais usado na Europa – listas “abertas” – corrige muito do que há de mau no sistema português: institui o voto nominal sem prejudicar a proporcionalidade. Só vão para o parlamento os candidatos que os cidadãos realmente querem. Vejam a lista de países que o usam: en.wikipedia.org/wiki/Open_list
        9> NÃO HÁ BONS ARGUMENTOS CONTRA LISTAS ELEITORAIS ABERTAS – Não é possível desbloquear a partidocracia sem instituir o voto nominal. Isto não tem nada de radical, é simplesmente exigir que o sistema eleitoral português passe a ser o NORMAL da Europa. Além disso, a abertura das listas à ordenação pelos votos pode ser feita sem prejudicar uns partidos em relação a outros. Basta incluir as listas nos boletins de voto e determinar que a ordem pela qual os lugares de deputado são atribuídos seja em função de quem teve mais votos nominais (ou preferenciais). Nenhum candidato tem garantia prévia de ser eleito: passa a haver escrutínio. Nada mais tem de mudar, nem a fórmula que converte votos em mandatos (D’Hondt) nem os círculos eleitorais.

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      • Tiradentes permalink
        7 Fevereiro, 2019 22:19

        Vc é o quarto árbrito, VAR ou apenas observador de futebol?

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  5. Velho do Restelo permalink
    6 Fevereiro, 2019 19:30

    Caro Rão Arques, agradeço o contributo, e admito que há excepções ao que afirmei acima.
    O seu comentário é uma delas 🙂
    Temos que colocar este tema na agenda, e denunciar o “pôdre” para ver se os nossos deputados na UE se envergonham de serem “tão pouco democratas”!
    Seria uma boa ideia, que os novos partidos (em princípio em desvantagem), usassem esse factor diferenciador nas suas orientações programáticas (eu sei, é utopia a mais …).

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  6. Rão Arques permalink
    6 Fevereiro, 2019 20:33

    Vou enviar isto para o Tino de Rans. Se for eleito para o parlamento é homem para os confrontar.

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  7. A. R permalink
    6 Fevereiro, 2019 21:16

    Uma das RTPs veio com a mesma cantilena: estão todos ligados em banda larga aos servidores de instruções de George Soros

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