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Mais eficaz que milhares de comentários sobre a floresta

2 Abril, 2019

É apoiar esta campanha da MONTIS de compra de terrenos na  serra do Açor (Pampilhosa da Serra), Caramulo (Vouzela), Arada (S. Pedro do Sul.

A MONTIS  procura levar a gestão do território aonde ela faz falta para criar mais biodiversidade, mais riqueza e mais valor social, com o envolvimento da comunidade. Para isso propõe-se comprar terrenos marginais que, tendo sido importantes na economia rural de um passado recente, actualmente não têm qualquer função social e são muito vulneráveis, nomeadamente aos grandes incêndios, pelo abandono de décadas a que foram votados. O nosso propósito é assistir os processos naturais para aumentar a diversidade e resiliência da paisagem de forma a torná-la mais útil e amena para uma maior variedade de espécies, incluindo a nossa

Esta campanha financiará a compra destes terrenos, e todo o montante em excesso do objetivo que fixámos será integralmente aplicado na compra, ainda em negociação, de terrenos contíguos ao baldio de Carvalhais, na serra da Arada ou noutros que consigamos negociar.

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13 comentários leave one →
  1. Daniel Ferreira permalink
    2 Abril, 2019 11:46

    Pois cá estamos em mais um episódio dos lobos em pele de cordeiro. As pessoas acharem, no ano da graça de 2019, com a maior organização criminosa que alguma vez existiu por cá a governar, que algo é feito para benefício que não seja deles próprios em prejuízo direto da população, é de uma inocência atroz.
    Uma vez que a população já não tem praticamente nada em nome próprio (tem é alugueres a bancos a “40 anos” em que tudo lhes será retirado assim que isto estoirar (e vai estoirar), resta apenas os terrenos agrícolas e florestais por aí perdidos, o que estas empresas fachadas irão comprar e assim que tiverem concluído, ABSOLUTAMENTE nada estará no nome de um português sequer.
    Pode ser que o Jamal e o Abdullah queiram comprar no futuro.

    Já para não falar que diz diretamente que povoar o interior e fazer com que as pessoas se virem para o auto-subsistência via agricultura esta no polo oposto da intenção da seita de criminosos

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    • Tiro ao Alvo permalink
      2 Abril, 2019 13:14

      O Daniel está a ser injusto. A organização que promove este projecto merece toda a credibilidade e nada tem a ver, nada, com este governo, ou outro, parece-me.

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      • Daniel Ferreira permalink
        2 Abril, 2019 16:20

        Já para não falar que absolutamente NADA deste género chega ao povo sem intervenção do “governo”. Desengane-se se pensa nos políticos, esses são mais uns atores da “grande família”, e dos que mandam menos

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    • Tiro ao Alvo permalink
      2 Abril, 2019 13:16

      Leia aqui, por favor: https://corta-fitas.blogs.sapo.pt/dar-destino-a-terras-sem-destino-6764627

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      • Daniel Ferreira permalink
        2 Abril, 2019 16:16

        Caro, na teoria é tudo muito bonito mas está a ser omitida aqui uma peça chave que é a base disto tudo… A desertificação do interior num país como PT, que só para recordar, mais de 90% da área é agrícola e florestal – um autêntico oásis neste planeta – e que foi uma das principais razões porque fomos inúmeras vezes ao longo destes séculos atacados.

        E porque não dizer às pessoas para irem tratar das suas terras? Sair dos centros de indocrinização (leia-se cidades) e ser auto-suficiente é o EXACTO OPOSTO do que é pretendido pelos “””socialistas”””.
        Ainda colocam pessoas em comités fantoche de florestas (e muito se pode falar da ligação criminosa dos governantes aos mesmos) a coagir a população para vender isto tudo.

        Quando é que foi a última vez que houve um programa que não implicasse as pessoas venderem o que têm ou que incentivasse as pessoas a não depender do estado???

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  2. Expatriado permalink
    2 Abril, 2019 12:03

    Traduza o seu comentário. Honestamente, não sei onde quer chegar.

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  3. 2 Abril, 2019 15:45

    Claro… e também com dinheiro do Fundo Ambiental – o mesmo que está a pagar os passes “gratis” para cumprir o acordo de paris:

    http://montisacn.blogspot.com/p/premio-icnf-fundo-ambiental.html
    “Com 84 candidaturas recebidas, a Montis viu o seu projeto “O caminho da suavidade”, no âmbito do Prémio ICNF – Uma Ideia Natural 2017 ser um dos três projetos vencedores que serão objeto de financiamento.”

    Eu digo quanto receberam – 50mil euros dos nossos impostos.
    https://opicamiolos.wordpress.com/2019/04/01/o-acordo-de-paris-arruinara-portugal/

    Além do mais, estamos a falar de uma campanha de angariação de fundos para adquirir propriedade de terceiros, que podem ou não querer vender (mas que está desvalorizada por razão de incêndios), algo que inviabiliza durante alguns anos quaisquer construções, excepto (por legislação especial) investimentos nas energias renováveis. Ora… Onde é que estes terrenos são mesmo?!?!? 😉

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    • Daniel Ferreira permalink
      2 Abril, 2019 16:26

      O acordo de Paris arruinará TODOS os países industrializados.
      O rol de mentiras já vai tão grande que basicamente já não há verdade. E ainda querem que os alunos faltem às aulas, o sítio onde se devia ensinar as pessoas a pensar o quão mentira (entre outras) isto é, para “pensar sobre causas climáticas”. Num país como PORTUGAL, onde a poluição é praticamente INEXISTENTE.

      É também Terrorismo Económico sobre todo e qualquer ponto de vista. Vão taxar as vaquinhas, o papel, a água da chuva e até dirá que termos filhos é uma das causas…
      Começaram com mentiras pequenas, depois um pouco maiores e depois ainda maiores… até que chegamos ao ponto onde tudo está a ser subvertido.

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      • 2 Abril, 2019 17:26

        Depois de ter visto com atenção o site do governo do Fundo Ambiental, fiquei sem dúvidas. Já estamos a aplicar o “new green deal”. É aquilo… Está lá tudo.

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  4. 2 Abril, 2019 15:46

    Republicou isto em O Pica-Miolos and commented:

    Claro… e também com dinheiro do Fundo Ambiental – o mesmo que está a pagar os passes “grátis” para cumprir o Acordo de Paris:

    http://montisacn.blogspot.com/p/premio-icnf-fundo-ambiental.html
    “Com 84 candidaturas recebidas, a Montis viu o seu projeto “O caminho da suavidade”, no âmbito do Prémio ICNF – Uma Ideia Natural 2017 ser um dos três projetos vencedores que serão objeto de financiamento.”

    Eu digo quanto receberam – 50mil euros dos nossos impostos.
    https://opicamiolos.wordpress.com/2019/04/01/o-acordo-de-paris-arruinara-portugal/

    Além do mais, estamos a falar de uma campanha de angariação de fundos para adquirir propriedade de terceiros, que podem ou não querer vender (mas que está desvalorizada por razão de incêndios), algo que inviabiliza durante alguns anos quaisquer construções, excepto (por legislação especial) investimentos nas energias renováveis. Ora… Onde é que estes terrenos são mesmo?!?!? 😉

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    • Daniel Ferreira permalink
      2 Abril, 2019 16:28

      Deixe ver se percebi: então se uma pessoa não quiser vender… fica proíbida de construir o que quiser no seu próprio terreno, a não ser que seja para esse embuste das energias “renováveis”, que é só mais expropriação de fundos públicos para os amigos da “grande família”????

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      • 2 Abril, 2019 17:02

        Sim

        https://opicamiolos.wordpress.com/2019/01/15/os-incendios-em-portugal-e-um-decreto-lei-interessante/

        “Decreto-Lei n.º 55/2007 de 12 de Março

        O Decreto-Lei n.º 327/90, de 22 de Outubro, alterado, por ratificação, pela Lei n.º 54/91, de 8 de Agosto, e pelo Decreto-Lei n.º 34/99, de 5 de Fevereiro, estabelece, no seu artigo 1.º, a proibição, pelo prazo de 10 anos, de várias acções nos terrenos com povoamentos florestais percorridos por incêndios, em áreas não classificadas nos planos municipais de ordenamento do território como solos urbanos.

        É igualmente prevista a possibilidade de, por despacho conjunto dos Ministros do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional e da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas, serem levantadas as proibições, desde que se comprove que a origem do incêndio se fica a dever a causas a que os interessados são alheios, dispondo os interessados ou a câmara municipal respectiva do prazo de um ano, contado da data da ocorrência do incêndio, para requerer o levantamento da proibição.

        Ora, verifica-se que, em certas situações de manifesto interesse público, a previsão ou a necessidade da realização da acção em causa não se compadece com o estrito prazo fixado na lei para o requerimento referido.

        Com efeito, a dinâmica destas áreas e a mutação das necessidades económicas, sociais e ambientais não se compaginam com a cristalização das situações nos prazos estabelecidos neste diploma, exigindo uma actuação adequada e oportuna.

        Entende-se, assim, justificada a introdução de uma alteração ao regime vigente, admitindo-se que o levantamento das proibições possa ser feito para além do primeiro ano após o incêndio, nos referidos casos de acções de interesse público ou de empreendimentos com relevante interesse geral reconhecidos como tal.”

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  5. Jornaleco permalink
    2 Abril, 2019 19:32

    Caro @Daniel Ferreira,

    a. a sua argumentação é correcta. A direcção boa.
    b. Agora o futuro é sempre incerto.
    c. Mas esses cabrões têm isso mesmo na agenda e não querem consultar o povo, os filhos da puta dos maçónicos, que beijam o cu ao diabo.

    d. Ninguém (!), nem você, sabe quando isso vai e se vai acontecer. Mas muito aponta para que suceda.

    e. Era por isso, bom, que a Grã-Bretanha saísse da União Europeia. Sem contrato. A pior solução para os macacos e as serpentes em Bruxelas.

    f. A esperança nunca morre. E com pessoal como você e outros, nada está perdido.

    g. Os ímpios é que se vão lixar, sim.

    h. Agora os justos não vão sofrer muito.

    i. Eles vão tentar para o ano que vêm, proibir o dinheiro na mão, para poder baixar mais os juros ainda. Dizem as más linguas. Querer eles queriam. Mas isto é tudo muito complexo e o nosso adversário muito burro e criminoso. O Costa e Lda. não sabe o dia de amanhã. E amanhã pode vir a morte.

    Etc.

    Mas os maiores ladrões são, esses filhos da puta do ambiente.

    E quem faz as contas sem o dono da vinha é sempre (!) burro. 😉

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