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O meu sonho para a leitura matinal dos jornais de hoje

5 Fevereiro, 2020

*Conseguir notícias sobre o discurso do estado da União, sobre os argumentos económicos e políticos usados por Trump. Caixas e notícias anexas sobre o folclore de Trump e Pelosi também agradecia mas era depois do tal artigo propriamente dito.

*Notícias, em muitos casos a primeira, sobre Mila a jovem francesa ameaçada de morte por ter proferido a sua opinião sobre o Islão. A quem numa redacção tal possa interessar acrescento que hoje se soube que tanto ela como a sua família estão sob protecção policial mas que essa protecção não é suficiente para que Mila regresse à escola.

*Que se deixassem de usar língua de pau sempre que algo, com fundamento ou sem ele, os leva a pensar que pode haver um muçulmano envolvido na questão. Ontem uma turista francesa foi esfaqueada em Lisboa quando estava na fila de um restaurante. A turista alegou desconhecer o agressor que se pôs em fuga. Logo apareceu a explicação dos “problemas psicológicos” para explicar o acto de agressão. O único problema psicológico que se vê aqui é o medo de quem escreve, medo que os faz dividir automaticamente as agressões à facada em agressões-crimes e agressões devidas a problemas psicológicos. Foi uma facada e ponto.

27 comentários leave one →
  1. André Piteu permalink
    5 Fevereiro, 2020 10:46

    Talvez fosse boa ideia deixarmos de pagar impostos e alegar problemas psicológicos… talvez assim funcione.

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  2. Luís Lavoura permalink
    5 Fevereiro, 2020 12:03

    Portanto,
    1) para a Helena, todas a facadas desferidas em franceses são da autoria de muçulmanos,
    2) um jornalista não deve usar língua de pau e deve logo escrever isso mesmo que pensa no jornal (que a facada na francesa foi com toda a probabilidade da autoria de um muçulmano).
    A Helena é uma jornalista de qualidade. Reporta, não aquilo que objetivamente aconteceu, mas aquilo que ela acredita que aconteceu (que um muçulmano esfaqueou uma francesa). Sem usar língua de pau.

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    • Tiradentes permalink
      5 Fevereiro, 2020 12:21

      Portanto,
      1) Para o Luís nenhuma facada deve ser associada a autoria de muçulmanos
      2) Como a probabilidade das facadas é quase sempre pessoas com problemas psicológicos, jamais poderia ser de um muçulmano porque é a religião da paz e sobretudo é uma cultura própria
      3) Assim qualquer, diria até todos os jornalistas, com a sua língua de pau, primeiro devem excluir todos os muçulmanos (apesar da repetição por toda a Europa ser quase diária) e tem mais é de incluir as facadas no grupo dos “problemas psicológicos” que assim é que é “reportar objectivamente” o que aconteceu.
      4) As pessoas com “problemas psicológicos” estão a ficar fartas da xenofobia dos jornalistas que mal sabem de uma facada dizem logo que foi um dos seus,coma maior língua de pau.

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    • 5 Fevereiro, 2020 12:47

      Portanto,
      1) Não se sabe nada sobre o agressor.
      2) Podem-se equacionar várias hipóteses plausiveis.
      3) Uma é que, como terá dito a policia, não haja nenhum motivo e que o agressor tenha apenas “problemas psicológicos”.
      4) Mas, já que se entra no campo das hipóteses, então não se devem excluir outras possibilidades em que o agressor possa ter alguma motivação “racional” : que o agressor possa ser alguém que tenha algum diferendo pessoal com a vitima ; que o agressor possa ser alguém que não gosta de franceses em geral ; etc
      5) Uma outra das hipóteses, com algum grau de probalidade nos tempos que correm, que não se deve subestimar ou escamotear, é que o agressor possa ser um muçulmano que faz o que têm feito muitos muçulmanos desde há algum tempo.
      6) O que é espantoso é que a policia, confessando não saber nada sobre a identidade do agressor, se refira apenas a uma das muitas hipóteses possiveis, a dos “problemas psicológicos”, e não faça a minima referência a uma das hipóteses mais prováveis e preocupantes, a de um terrorista islâmico.
      7) Este “esquecimento” é, como sugere a Helena Matos, sintomático de uma certa postura de desvalorização da ameaça terrorista de tipo islamista e pode ter uma consequência prática imediata que é preocupante, a da policia deixar de lado a pista terrorista islamista não fazendo investigações nessa direcção.
      8) Bom, vamos ser mais optimistas e esperer que a policia não ignore na prática esta pista e que a sua comunicação enviesada sobre o caso seja apenas (mas já é muito e preocupante) o resultado do que a Helena Matos chama a “langue de bois” : falar de tudo menos da ameaça terrorista islâmista !

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      • Luís Lavoura permalink
        5 Fevereiro, 2020 15:38

        Uma outra das hipóteses, com algum grau de probalidade nos tempos que correm, que não se deve subestimar ou escamotear, é que o agressor possa ser um muçulmano que faz o que têm feito muitos muçulmanos desde há algum tempo.

        Vivem em Lisboa milhares de franceses. Em geral não andam com uma bandeira pintada na testa a declarar a sua nacionalidade. A jovem atacada diz não conhecer o agressor. É pois razoável supôr que o agressor tambám não conhecesse a vítima nem soubesse que ela era francesa. A agredida estava numa fila do MacDonalds e não é evidente como é que o homem atrás dela foi adivinhar que ela era francesa.

        Se o agressor quisesse atacar alguém francês, não importa quem, seria mais fácil dirigir-se ao Liceu Francês de Lisboa e atacar alguma pessoa que de lá saísse, do que andar “à pesca” de franceses pelos MacDonald’s de Lisboa.

        Portanto, parece mais razoável supôr que o atacante era maluco, do que que era uma pessoa com uma obsessão de matar franceses (o que também é, claramente, uma forma de maluqueira).

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      • 5 Fevereiro, 2020 17:01

        Luis Lavoura,
        A citação da frase do meu comentário que faz aqui em cima é sobre a hipótese do terrorista islamista e não sobre os franceses como alvo …
        De qualquer modo, eu apenas disse que, não se sabendo nada sobre o agressor, não se deve previligiar (sem a excluir) à partida a hipótese do “maluquinho” e não se deve excluir nenhuma das outras hipóteses plausiveis, incluindo a do terrorismo islâmico, já que temos visto nos últimos anos uma série de atentados comprovadamente islâmicos com este modo operatório e que se sabe que o efeito de imitação tem sido muito forte.
        Dito isto, espero bem que o agressor seja identificado e preso e que se venha a constatar que é alguém apenas com problemas psicológicos e não um terrorista islâmico (que até pode ser, e é sempre até certo ponto, alguém com alguns problemas psicológicos mas que não deixa por isso de ser um terrorista com motivações ideológicas).

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      • Tiradentes permalink
        5 Fevereiro, 2020 19:57

        Porque o Luís Lavoura sabe (preconceito1) que vivendo muitos franceses em Lisboa eles só poderiam(preconceito 2)ser atacados por alguém com problemas psicológicos, mesmo que……não se sabia nada sobre o atacante……é essa a única e exclusiva possibilidade.

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  3. Jornaleca permalink
    5 Fevereiro, 2020 12:05

    É só a esquerda que anda a convidar os bárbaros muçulmanos para toda a UE. O resto é lógica.

    O facto, que praticamente todos os jornais, controlados pela esquerda fascista, mentem ao leitor e eleitor e ocultam informações preciosas, é um claro acto de guerra.

    E se partidos, como o CDS e PSD, apoiarem esta política sem vergonha na cara, também devem ser considerados como partidos da mesma esquerda. Traidores, do pior que existe.

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  4. Tiradentes permalink
    5 Fevereiro, 2020 12:22

    Portanto,
    1) Para o Luís nenhuma facada deve ser associada a autoria de muçulmanos
    2) Como a probabilidade das facadas é quase sempre pessoas com problemas psicológicos, jamais poderia ser de um muçulmano porque é a religião da paz e sobretudo é uma cultura própria
    3) Assim qualquer, diria até todos os jornalistas, com a sua língua de pau, primeiro devem excluir todos os muçulmanos (apesar da repetição por toda a Europa ser quase diária) e tem mais é de incluir as facadas no grupo dos “problemas psicológicos” que assim é que é “reportar objectivamente” o que aconteceu.
    4) As pessoas com “problemas psicológicos” estão a ficar fartas da xenofobia dos jornalistas que mal sabem de uma facada dizem logo que foi um dos seus,coma maior língua de pau.

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  5. Os corruptos que se cuidem permalink
    5 Fevereiro, 2020 12:25

    Vi hoje uma notícia no Público, mas fui lá agora mesmo e já não a localizo. Posso estar vesgo, não sei…

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  6. FreakOnALeash permalink
    5 Fevereiro, 2020 12:30

    É difícil deduzir que possa ter sido um muçulmano…e nos tempos que correm pode nem nunca ser oficializado…mas que abundam malta de compleição morena com problemas psicológicos a esfaquear pessoas nas ruas das principais cidades de Paris, Alemanha, Suécia, Reino Unido…lá isso parecem andar. Estranho não haver reportes em abundância de louros em esfaqueamentos…porque será!?

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    • Tiradentes permalink
      5 Fevereiro, 2020 12:47

      Das duas uma
      os louros com problemas psicológicos são raros
      os louros não tem facas
      só pode…..
      (o louro que matou na mesquita na NZ , não tinha problemas psicológicos)

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      • FreakOnALeash permalink
        5 Fevereiro, 2020 14:56

        Louro…não me parece…branco sim
        Ok foi indentificado no imediato…porque é que o outros não o são!?
        A sério vives na UE e o teu problema é o que se passou na Nova Zelândia e não as centenas de vítimas de violações e assassinatos e tentativas de que ocorrem quase diariamente.
        Mostra-me os números de louros às facadas aqui na UE se queres fazer uma comparação decente e não apenas whataboutism.

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      • Tiradentes permalink
        5 Fevereiro, 2020 20:01

        Eu até te fazia um desenho mas duvido que o saibas interpretar,pois o comentário foste totalmente incapaz …… Deves ser totalmente bronco por isso não vale a pena perder tempo

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      • FreakOnALeash permalink
        6 Fevereiro, 2020 13:45

        Se fosse teu irmão talvez fosse bronco…mas como não sou…és só tu mesmo…argumentos é que não certo?

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  7. 5 Fevereiro, 2020 13:43

    Um homem dá uma faca numa mulher que estava sentada num restaurante.

    A mim, isso cheira, tresanda, a crime passional.

    O problema é que os jornalistas gostam de opinar sobre o que noticiam, e isso devia ser reservado aos opinadores, tipo Marques Mendes e derivados.

    Se assim fosse, havia opinadores que lhes cheirava ser muçulmano, e outros opinadores achavam que era passional, e ainda outros diziam que era tara! Haveria tantas opiniões quantos os partidos representados na AR. Ou até mais, tendo em consideração que cada partido tem mais que uma tendência.

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    • Jornaleca permalink
      5 Fevereiro, 2020 19:41

      Olhe, eu ficaria muito contente, se esse acontecimento, tivesse sido só uma coisa, que você está a indicar.

      Mas, lá fora, fora de Portugal, na Alemanha, em França, no Reino Unido, as coisas, são muito bem diferentes. Muito!!

      Milhares de provas empíricas, sem qualquer dúvida. Polícias obrigados a ocultar a verdade.

      Agora, em Portugal, eu não sei.

      Mas, eu também não tenho nenhuma confiança no jornalismo do 25 de Abril. Ter confiança em mentirosos é a coisa mais estúpida que se pode fazer.

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  8. Rogerio Alves permalink
    5 Fevereiro, 2020 15:07

    Ou sou eu que não sei ler ou o que a Helena Matos escreveu foi que os jornalistas suspeitando que o autor das facadas seja muçulmano optam pela explicação dos problemas psicológicas para encerrar mais questões….

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  9. Tiro ao Alvo permalink
    5 Fevereiro, 2020 15:50

    O que me parece mais condenável é o lamiré dado pela polícia. A mim, parece-me que a referência a problemas psicológicos não deveria indicada pelo oficial da PSP, que se deveria limitar a dizer o que se sabia, ou seja, que se desconhecia a motivação do agressor. As Polícias devem evitar o politicamente correcto e optar pelo rigor.

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    • Luís Lavoura permalink
      5 Fevereiro, 2020 15:58

      Não necessariamente. A polícia pode suspeitar de alguém e decidir induzir esse alguém em erro, fazendo publicar nos jornais que está a seguir uma outra pista qualquer. A polícia pode ter dito aos jornalistas julgar que o atacante seja algum maluquinho, só para que o atacante fique confiante de que a polícia não faz ideia de quem ele seja e faça algum disparate que o auto-incrimine.

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      • helena matos permalink
        5 Fevereiro, 2020 16:19

        “A polícia pode ter dito aos jornalistas julgar que o atacante seja algum maluquinho, só para que o atacante fique confiante de que a polícia não faz ideia de quem ele seja e faça algum disparate que o auto-incrimine.”

        Portanto logo no imediato, a polícia monta um estratagema como se estivesse perante um serial killer. Anda a ver filmes a mais!
        É tão precipitado dizer-se que a motivação foi passional, cultural, religiosa quanto invocar os “problemas psicológicos”. Como é que nos escassos minutos que o homem foi visto e filmado se consegue determinar isso?

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    • Tiradentes permalink
      6 Fevereiro, 2020 09:35

      Como a mim parece mais um crime de foro passional não percebo a “capacidade” do responsável da PSP ( e não só..) de “identificar” o atacante , não fazendo a mínima de quem seja, com supostos “problemas psicológicos”. Essa “hipótese” será tão válida como outra qualquer incluindo a de poder ser um atentado “da religião da paz”. Caso seja um crime passional, espero que os agentes da PSP, sempre que atendam casos de violência doméstica também os classifiquem como os seus autores sendo pessoas com”problemas psicologicos” de forma a que todos os autores (de violência doméstica) não apanhados em flagrante “delitro” façam um disparate e se auto-incriminem. Mas para induzir em erro o dito criminoso podiam por qualquer hipótese, incluindo a de ser “culturalmente diferente” à espera que ele se auto-incrimine. Com isto,,,,os problemas psicológicos a serem atribuídos a muitos atentados da “religião da paz” , fica induzida esta hipótese….ou a da xenofobia a todas as pessoas que tenham “problemas psicológicos” que por este andar serão identificados como possíveis esfaqueadores. (claro que à espera que eles commetam algum erro e se auto-incriminem)

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  10. A. R permalink
    5 Fevereiro, 2020 20:26

    A bruxa Pelosi passou-se dos carretos: coitada. Um colégio de psiquiatria ver-se-ia aflito: uma camisa de forças.

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  11. A. R permalink
    5 Fevereiro, 2020 20:27

    Quanto a facadas: ainda está por aparecer uma notícia que atribua ao corão, que manda matar os infiéis de uma forma clara com água, a exigência de tal acto.

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  12. Expatriado permalink
    6 Fevereiro, 2020 01:52

    A propósito… Há algum progresso nas investigações ao caso dos 40 gajos que se pegaram à facada, e tiro, na Mouraria?

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