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Cenas dos próximos anos

3 Março, 2020

Dezenas protestaram em frente à Câmara em solidariedade com mulher despejada na Ribeira

Joana Pacheco, com dois filhos menores, ficou sem casa na semana passada e permaneceu temporariamente instalada num hotel à custa da União de Freguesias do Centro Histórico, ajuda que terminou esta segunda-feira

A crescente presente do Esrado no mercado da habitação vai exponenciar casos como este: cada cessação de contrato de arrendamento vai ser pretexto para uma discussão na assembleia municipal da câmara resectiva: cada despejo um problema político; cada renda em atraso um enredo burocrático… E o contribuinte a pagar!

27 comentários leave one →
  1. Luís Lavoura permalink
    3 Março, 2020 09:21

    A Helena acha mesmo que é “A crescente presente do Esrado no mercado da habitação” [sic] que causa o aumento das rendas para valores em que pouca gente pode pagá-las?

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    • Cristóvão permalink
      3 Março, 2020 09:59

      Em parte, sim. E será sempre. Quanto maior o peso do Estado no mercado (seja em taxas e impostos ou em legislação), maior a relutância dos donos de imóveis em arrendar e maiores serão as medidas de precaução tomadas pelos mesmos (que se reflecte nos custos).

      A outra parte é o mercado da oferta e procura, que não é nem nunca foi um problema.

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    • Tiradentes permalink
      3 Março, 2020 11:55

      Foi a crescente presença do Estado durante décadas que levou à degradação total do parque imobiliário com o torniquete das rendas. Os donos das casas prestaram durante décadas o serviço social de ter casas sem rendimentos que lhes permitissem sequer pagar a manutenção das mesmas. O problema da habitação e a regulação das rendas pelo próprio mercado está inquinada por esse “socialismo” que imperou durante décadas. Agora querem resolver em dois dias a merda que fizeram em 40/50 anos

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    • Filipe Bastos permalink
      3 Março, 2020 13:10

      É engraçado ouvir fanáticos do mercado como o Cristovão ou o Tiradentes: a ganância nunca é um problema e nunca tem culpa de nada – excepto a do Estado, claro.

      Numa cidade com um salário líquido médio de 1000€, 90% das rendas custam mais que isso; casas normalíssimas que há poucos anos custavam 200.000€, custam hoje mais do dobro; senhorios e ‘investidores’ saqueiam os inquilinos como se não houvesse amanhã; mas a culpa é toda do Estado.

      O Tiradentes até fala em “socialismo”. Deve ser o socialismo dos senhorios chulos que vivem sem trabalhar; ou dos ‘investidores’ que mamam numa necessidade básica, nesta espiral de loucura, especulação e ganância que só fanáticos podem branquear.

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      • Albano Silva permalink
        3 Março, 2020 13:48

        Sr. Bastos: ao pensar que a ganância é problema do sector imobiliário e do arrendamento, demonstra ignorar a regra básica que rege o mercado livre, seja em que sector for: oferta versus procura. Vai do “senhorio chulo” ao revendedor de quinquilharia chinesa.
        Eu podia pertencer ao clube dos senhorios chulos, financeiramente podia fazê-lo, mas adivinhe porque não o faço? Dou-lhe uma dica: pôr o que é meu sob tutela de outros, incluindo o Estado, quase gratuitamente…

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      • Filipe Bastos permalink
        3 Março, 2020 14:04

        Sr. Silva,

        Dou-lhe também uma dica: viver de rendas é chulice. É não criar nada, não arriscar nada, é mama segura e tranquila numa necessidade essencial e no trabalho dos outros.

        A habitação não pode ser um investimento. É a vida das pessoas. Para investir há inúmeras actividades que produzem algo, que criam valor e postos de trabalho.

        No caso da habitação o mercado não chega. É um bem escasso e caro num espaço limitado. Daí a especulação obscena que vemos. É preciso haver limites. Nas rendas, nos ganhos, nos lucros. Na mama.

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      • Carlos Guerreiro permalink
        3 Março, 2020 15:56

        “Sr. Filipe Bastos,

        Dou-lhe também uma dica: viver de da venda de produtos alimentares é chulice. É não criar nada, não arriscar nada, é mama segura e tranquila numa necessidade essencial e no trabalho dos outros.

        A venda de produtos alimentares não pode ser um investimento. É a vida das pessoas. Para investir há inúmeras actividades que produzem algo, que criam valor e postos de trabalho.

        No caso da venda de produtos alimentares o mercado não chega. É um bem escasso e caro, um bem essencial. Daí a especulação obscena que vemos. É preciso haver limites. Nos preços, nos ganhos, nos lucros. Na mama.”

        E podíamos substituir as rendas por água, produtos de higiene, saúde, escola, e no final estaríamos todos na URSS… Ou na Venezuela…

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      • Filipe Bastos permalink
        3 Março, 2020 17:34

        Tente lá pensar mais um bocadinho, Carlos.

        Os produtos alimentares são essenciais, mas não são escassos. Nem caros. Qualquer padaria ou Aldi os vende.

        Se amanhã se tornarem escassos, então sim, serão sujeitos a controlo e racionamento, como em qualquer calamidade. O mesmo para água, produtos de higiene(?), etc.

        Saúde e escola são serviços essenciais do Estado, mas foquemo-nos na habitação.

        Vá lá, sei que consegue fazer melhor. Berrar já pela URSS e a Venezuela (faltou a Coreia do Norte) é uma alucinação algo prematura.

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      • Albano Silva permalink
        3 Março, 2020 17:54

        Sr. Bastos: o senhor deve ter um conceito muito selectivo do risco. Qual a sua avaliação de se entregar um bem de centenas de milhar de euros a outros, que até podem ser uns rematados caloteiros, para ser usado sem supervisão? Sabe que esta não é permitida sem autorização do inquilino?
        E quando este decidir sair lhe pode deixar umas largas dezenas de milhar de euros de reparações para fazer? Pense neste tipo de risco; é real.

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      • Cristóvão permalink
        3 Março, 2020 18:52

        É “engraçado” ouvir ignorantes como o Filipe Bastos. Presume que alguém lhe deve alguma coisa (isso sim, é pura ganância), e que alguém tirar proveito de um imóvel (para o Filipe, imóveis aparecem do ar) do qual é proprietário, abrindo a oferta a quem procura e dando mútuo benefício a dois partidos é ser ganancioso.

        Um imóvel não é a vida de ninguém. Quem quer ficar descansado a longo prazo que faça contrato a longo prazo. Se não houver oferta, resigne-se à realidade de que o mundo não gira à sua volta. Achar que pode ditar o que terceiros devem fazer com o que é deles é típica inveja de esquerda. Construa uma casa. Talvez depois dê valor aos imóveis e a quem tenta tirar proveito dos mesmos.

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      • Carlos Guerreiro permalink
        3 Março, 2020 19:19

        Filipe

        “Os produtos alimentares são essenciais, mas não são escassos. Nem caros. Qualquer padaria ou Aldi os vende.”

        Os produtos essenciais não são apenas pão… Deve estar a pensar na URSS, Venezuela e, diz bem, Coreia do Norte (mas o exemplo é tão radical, mas ao mesmo tempo tão socialista).

        E eles não são caros, nem escassos porque existe competição, o preço não é regulado, por esse motivo “qualquer padaria ou Aldi os vende”. Na Venezuela os preços são definidos pelo estado, não existem…

        Quanto gasta uma família em água, gás e electricidade? Quantas pagam mais destes 3 bens essenciais do que de renda?

        Quem optou por comprar uma casa, onde pagam de mensalidade ao banco mais do que muita gente paga de renda (a que soma IMI, seguro, condomínio), também vão limitar o valor a cobrar pelo banco?

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      • Tiradentes permalink
        3 Março, 2020 19:50

        E horrível ver fanáticos como o Filipe Bastos do e no Estado que tem visões sobre fanatismo dos outros, neste caso , no mercado. É fantástico como esta inteligência suprema consegue chegar a conclusões sobre o fanatismo dos outros que vê à sua própria imagem.
        Bastou relatar o facto de durante décadas a regulação do Estado ter criado o desiquilibrio brutal no mercado imobiliário com todas as consequências,, sociais económicas e de degradação do parque imobiliário que daí advieram que essa inteligência rara dos Filipes deste mundo logo vê um fanático “opositor” à sua iluminada visão do mundo, onde todos são gananciosos e não querem trabalhar…todos menos ele , que está aqui, suponho para tirar, roubar, expropriar a propriedade os bens dos outros, porque na sua iluminação divina , os outros são todos maus excepto ele qual missionário da moral do bem fazer.
        Sim “socialismo” (embora entre aspas) porque ele é o regulador da sociedade supremo, onde não há propriedade privada, ou onde havendo ele esmifra os “maus” que são sempre os proprietários que pelo simples facto de o serem são maus e gananciosos e não querem fazer nada. Mesmo que esse “fazer nada” tenha sido o de poupar dinheiro durante uma vida de trabalho para o investir num imóvel e dele tirar o rendimento que lhe custou a ganhar.
        Os cagões Filipicos deste mundo que nunca foram capazes de produzir riqueza para comprar um imóvel e depois oferecer o arrendamento de borla a quem não tem como pagar, culpam os outros de não fazer como eles que é pouco mais que nada , senão invejar o que os outros são capazes de fazer ou ter.
        Portanto um verdadeiro “socialista”, ou melhor um “socialista” de merda
        Não sou adepto sequer do mercado livre e desregulado, como não sou adepto da intervenção absurda do Estado na vida da sociedade que quase nos regula a hora de irmos à cagadeira. Apenas apontei um facto de décadas que deu mau resultado. Muito mau resultado.
        Mas merdas como estes filipicos sempre os haverá que imputam nos outros os seus “sociais-fássismos” entranhados na ganancia de ter o que os outros constroem fazem…as mesmas “qualidades” que ele sintomaticamente vêem nos outros.
        Isto não é uma resposta é apenas uma constatação

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      • Filipe Bastos permalink
        3 Março, 2020 19:58

        Albano,
        O risco do senhorio: há seguros para danos e para caloteiros. E com as rendas actuais compensa bem. Mamam que se farta.

        Cristovão,
        Muito poucos senhorios construíram as suas casas. Muitos nem as pagaram, herdaram-nas, outros compraram-nas baratinhas. Os que as construíram ou pagaram, óptimo: que vivam nelas. Não chulem outros. Toda a gente precisa de casa. Uma casa. Porquê ter mais que uma?

        Carlos,
        Outra vez: as casas são bens caros e escassos em espaço limitado. Não se leva 40 anos a pagar um pão ou uma feijoada. E não há limite ao nº de pães ou de feijoadas. Há limite ao nº de casas em qualquer rua de qualquer cidade.

        A questão agora nem é o princípio da coisa, é o absurdo da coisa: a mama passou qualquer razoabilidade. Os preços e rendas que se vêem são de país rico. Não são de Portugal. Se os senhorios e os ‘investidores’ não sabem onde estão, alguém tem de os lembrar.

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      • Carlos Guerreiro permalink
        3 Março, 2020 22:03

        Filipe

        “Não se leva 40 anos a pagar um pão ou uma feijoada.” – Compra-se uma casa numa vida, mas compram-se muitos pães e outros produtos de primeira necessidade em 40 anos.

        “E não há limite ao nº de pães ou de feijoadas.” – Filipe acorde, não há planeta B. E não se esqueça o que diz do capitalismo, sempre a querer crescer continuamente (Filipe in oinsurgente “Como se o crescimento infinito, o consumismo alarve e o lento envenenamento do planeta se sentassem um bocadinho a pensar: se calhar é melhor repensarmos isto.”).

        “Os preços e rendas que se vêem são de país rico. Não são de Portugal.” – pois é, se Portugal tem preços de bens essências iguais aos de outros países Europeus (que como sabe, estão quase todos mais ricos que Portugal), porque teria de ter preços de habitação inferiores? Como lhe disse nos custos da habitação temos os custos de água, electricidade e gás que são mais elevados que os dos países ricos.

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      • Expatriado permalink
        3 Março, 2020 22:45

        Isto é que era viver sem preocupação com a exploração dos “mamões”

        http://kommunalka.colgate.edu/cfm/essays.cfm?ClipID=376&TourID=900

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      • Zé Manel Tonto permalink
        4 Março, 2020 20:34

        “Outra vez: as casas são bens caros e escassos em espaço limitado”

        Há poucos anos era a conversa da construção excessiva, e de que havia mais casas que as necessárias. Agora são escassas?

        Até há pouco tempo todas as rendas eram baixas porque só estavam arrendadas casas com contratos do tempo do Salazar. Ninguém fazia contratos de arrendamento, por uma série de razões, entre elas a dificuldade de despejar caloteiros. Toda a gente comprava casa.

        Agora, que a Euribor está a niveis estupidamente baixos, e é mais fácil pagar um empréstimo, de repente as rendas serem altas é problema?

        Já pensou que as rendas são altas porque os “mamões”, por poderem cobrar uma renda que lhes compense o risco e despejar quem não pague, investiram em edifícios no centro das cidades, que estavam a cair, e querem ver o dinheiro de volta?
        Agora os meninos bem, tipo berloque, já querem morar nos centros das cidades, quando antes fugiam para os subúrbios. Não podem pagar? Não tivessem tirado um doutoramento em estudos de género… Mas é mais fácil uma pseudo elite urbana que se conhece das noitadas no Bairro Alto falar com o camarada que trabalha numa redação de um qualquer pasquim de esquerda (mas repito-me) e mandar cá para fora historietas de partir o coração, de rendas altíssimas, e do coitado do rapazito que teve que se mudar do Saldanha para os Olivais.

        E o Filipe Bastos papa esta treta toda.

        “Os preços e rendas que se vêem são de país rico. Não são de Portugal.”

        Isso é argumento? O custo de quase tudo é mais elevado em Portugal que no resto da Europa, quando ajustado aos salários, e em alguns produtos em termos absolutos, por causa da canga fiscal, como na gasolina, electricidade, etc.

        Os impostos que se vêm em Portugal também são de país rico, não são de um país com o nível de Portugal. Ou os gastos do Estado, já agora.

        Perguntem aos irlandeses como é que se desenvolve um país pobre, que eles explicam. Não é indo contra os “mamões”, nem congelando rendas, nem aplicando socialismo. Isso leva um país para o buraco onde o Chávez meteu a Venezuela.

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      • Filipe Bastos permalink
        5 Março, 2020 00:23

        Torna-se difícil acompanhar as respostas, mas o Zé Tonto merece:

        Já houve o tempo das rendas absurdamente baixas. Esse tempo acabou.

        Agora é o das rendas absurdamente altas, da chulice de oportunistas e especuladores, da mama obscena numa necessidade básica.

        Como já dito, a habitação não deve ser um investimento. O problema começa nesta mentalidade rentista. Alugar um quarto ou uma casa a preço razoável, por certo tempo e dentro de limites, poderá aceitar-se.

        Mas ter várias casas, viver disso, mamar os preços que vemos, neste país, é inaceitável. Essa especulação com o álibi do ‘mercado’ vai muito além da diferença na gasolina, na luz, etc. Em Lisboa, a renda já leva 70% do rendimento das pessoas.

        “Perguntem aos irlandeses como é que se desenvolve um país pobre, que eles explicam.”
        Aos irlandeses? Não é preciso, toda a gente sabe: é abrindo as pernas a mamões e sendo a puta fiscal deles. É a corrida para o fundo.

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      • Zé Manel Tonto permalink
        5 Março, 2020 07:03

        “mamar os preços que vemos, neste país, é inaceitável”

        Portugal tem preços nas rendas mais baixos que no resto da Europa. Não é muita a diferença, mas tem. O problema são os salários. Que por sua vez derivam de todo o contexto económico em que Portugal vegeta há centenas de anos.

        O Filipe referiu que é empresário. Seria interessante saber a sua opinião se aparecessem pessoas com eco na comunicação social a dizer que se devia limitar o preço a que pode vender os bens e serviços que produz.

        “É a corrida para o fundo.”

        Chame-lhe fundo, mas na Irlanda, Holanda, Luxemburgo, vive-se bem melhor que em Portugal.

        Eu que não sou rico, a viver no UK e a ganhar o dobro do que ganhava em Portugal, pago uma taxa de imposto bem mais baixa (e o meu empregador paga metade de tsu).

        Eu gosto deste fundo. Quando vou a Portugal, 3 ou 4 dias nesse topo dá-me logo vontade de voltar para aqui.

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  2. Manolo Heredia permalink
    3 Março, 2020 10:51

    Suponho que a senhora, D. Hlena, vive no Estoril, Alvalade ou Quinta da Boloura.
    Mas não pense que numa qualquer altura futura da sua vida, em que não esteja tão abonafa como está hoje, não pode ser despejada da casa em que vive, ficando só com a possibilidade de arranjar casa no Cacém ou em Queluz.
    Não lhe desejo isso, mas tenho a certeza que, se isso vier a acontecer, há-de lembrar-se do que por aí tem vindo a escrever sobre o assunto “despejos”…

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    • grangeio permalink
      3 Março, 2020 11:50

      O problema é sempre o Estado. Tirem o Estado da vida das pessoas e a oferta e a procura se encarregarão de resolver o assunto

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      • 3 Março, 2020 11:54

        Quem procurou continuar a viver no sítio aonde sempre morou não conseguiu! foi corrido…
        Os contratos não são para cumprir, quando aquele que oferece é mais forte do que aquele que procura…

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      • Tiradentes permalink
        3 Março, 2020 12:07

        Tem uma boa solução…….faça como os donos dos imóveis fizeram obrigados pelo Estado. Compre imóveis e arrende a preço “social” durante décadas.

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      • Filipe Bastos permalink
        3 Março, 2020 13:18

        Coitadinhos dos senhorios, Tiradentes. Felizmente agora já ganham um bocadinho, não é?

        Acha que 1700€ /mês por um T2 em Lisboa, com 60m2, não mobilado, ajuda a pagar as despesas? Ou um T1 na Foz do Porto por 1500€ /mês?

        Exemplos como estes há às centenas, em qualquer portal imobiliário. Já experimentou pesquisar?

        Ou será beneficiário directo da mama, daí o esforço de evangelização?

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      • Expatriado permalink
        3 Março, 2020 14:20

        Parece que esta noite vai passar um programa de investigação na TVI(?) sobre as máfias de arrendamento de habitação social…

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  3. Procópio permalink
    3 Março, 2020 12:05

    Do Estado a que isto chegou podem-se esperar todas as vilanias. Há gente que aprecia
    Apreciará enquanto os resultados não estiverem à vista.
    “A gente começa a ver como as vilãs são amadas. Você ganha o público. Chega uma hora em que as pessoas ficam até um pouco do lado da vilã”. Débora Falabella
    É preciso ter em conta que a maioria das pessoas usa óculos mal graduados
    Notem o padrão de quem acredita nas suas próprias lérias
    “Foi um mandato em que tivemos um período de grande relaxamento social, baixou o nível de conflitualidade social. A essa redução da conflitualidade não é estranho o facto de ter melhorado fortemente o clima económico e ter havido aumentos de vencimentos e melhorias das condições sociais, e, também, o facto de termos na Presidência da República o professor Marcelo Rebelo de Sousa, que imprimiu um cunho de estabilidade relacional com todos os parceiros, de que o CES certamente também beneficiou”C.C.
    Sim há sempre quem beneficie, também os há por cá, uns de calça curta mais curtinha, sempre encostados ao Estado, calculistas das gorjetas certas para os deixarem em paz, outros à beira da manjedoura, vulgo orçamento, tal raposa dentro do galinheiro.
    https://observador.pt/2018/10/26/super-ricos-aumentaram-as-fortunas-em-20-em-2017-um-recorde/

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  4. Expatriado permalink
    3 Março, 2020 13:14

    Parece que esta noite vai passar um programa de investigação na TVI(?) sobre as máfias de arrendamento de habitação social… Lá vai a moça ser corrida de vez…

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  5. Expatriado permalink
    3 Março, 2020 19:47

    Isto é que era viver sem preocupação com a exploração dos “mamões”

    http://kommunalka.colgate.edu/cfm/essays.cfm?ClipID=376&TourID=900

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