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Só para lembrar

31 Maio, 2020

Que o Brasil nos está a ultrapassar na corrida aos milagres: hoje contam-se naquele país 136 mortos por milhão. Em Portugal estamos em 137.

31 comentários leave one →
  1. Weltenbummler permalink
    31 Maio, 2020 11:05

    até os Brasileiros fugiram de cá

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  2. 31 Maio, 2020 11:15

    Eheheheh !… A Helena Matos é uma desmancha prazeres … E logo num Domingo de manhã ensoleirado !.. 😉

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  3. chipamanine permalink
    31 Maio, 2020 11:43

    Aqui, pelo menos até este número, é um sucesso do Kosta. Lá é culpa do Bolsonaro. Um mamão socialisticus consegue ver as coisas de uma maneira e o seu contrário ao mesmo tempo “derivado” de só usar um dos hemisférios do cérebro cada “conclusão” nunca tem o seu contraditório nele próprio. Esse é o maior dano que os “valores mais elevados” provocam, muito mais que a maconha a heroína e o crack.

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    • LTR permalink
      31 Maio, 2020 12:53

      Ontem estava o agente de serviço permanente do canal vermelho nos EUA a referir-se ao Trump que ameaçava os protestantes por causa do caso da morte do segurança. Quando mudei de canal e ouvi a notícia (salvo o erro da RTP) a mostrar que havia pilhagens, é que percebi logo ao que ele provavelmente se referia.

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  4. chipamanine permalink
    31 Maio, 2020 11:49

    Logo logo virão alguns deles com a cantoria de que a procissão vai no adro e que tenham calma rejubilando com a possível morte de mais uns milhares….fazendo de conta (o mesmo processo descrito no comentário anterior) que não sabem dos números da Itália, da Bélgica, da Espanha , da Suécia onde porventura os “Bolsonaros” são “esquecidos” propositadamente, com números aterradores para cada um dos países.

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  5. LTR permalink
    31 Maio, 2020 12:47

    Somos um país balizado pela conjugação dos nossos problemas psiquátricos, de falta de valores e de falta de vergonha, bem espelhados naquilo em que se transformaram as fontes tradicionais de informação, que alimentam ou distraem conforme a natureza e o interesse das coisas para a parte. O rei, completamente nu, passeia-se pelo país entre discursos de chacha, enquanto atrás da secretária põe e dispõe na TAP através dos amigos, na PGR através de uma não recondução, na governação do BdP, e pasme-se, na condução dos destinos e dos planos para o país por um contratado que nem do governo faz parte (em substituição dos quatro ou cinco sábios económicos do plano de 2015 que entretanto se evaporaram de fininho, ou preparam para evaporar), sem que se esboce sequer uma suave crítica, enquanto apresenta feliz os primeiros números por milhão de habitantes, mas relativos ao número de testes, porque os outros são para esconder como foram até hoje.

    Faz lembrar aquela rapariga que convidaram para falar a partir dos EUA há umas semanas, que depois de corroborar aquilo para que foi convidada, à volta da alegada sugestão de Trump para as pessoas se injectarem com lixívia, acabou por se descair e dizer que na verdade as chamadas de socorro por causa daquele tipo de intoxicação já estavam a subir antes mesmo de Trumpo ter feito as declarações. Que foi o que depois foi noticiado, não é verdade?

    É como se a terrinha fosse uma espécie de bouça onde o senhor feudal, entre irmãos, põe e dispõe perante o silêncio e os putedos intelectuais de todos aqueles que antes berravam, nem que fosse porque um antigo PM ia ganhar umas centrenas de euros a dar aulas, ou porque um deputado tinha ganho umas centenas de euros porque alguém tinha tido a bela ideia de associar a autenticação num computador da AR à presença dos deputados. Já havia sido assim quando nos tentaram vender a ideia de que os espectadores de 20 dos maiores estádios de futebol cabiam todos dentro do Terreiro do Paço e ainda sobravam clareiras, tal era a necessidade de se dizer que numa manifestação estava um milhão de almas a contrariar a direita. Uma misto de visões, cegueiras selectivas e enviesamentos.

    A miséria que sempre tivemos é hoje quase universal, está implantada ao mais alto nível e já tratou, ela própria, de afinar a máquina para produzir as gerações vindouras, que daqui a 20 anos não conhecerão outra referência senão a da manhosice e da trapaça malabarista, que trata os destinatários das peças como se fossem todos meninos no jardim de infância.

    Há pouco na TV, para a carneirada do sector público comer, uma ministra a explicar que não haverá austeridade não senhor. O que teremos será o reconhecimento e a valorização do trabalho por outras formas de pôr o bife na mesa, como que substituindo o dinheiro em falta que entrava por uma porta pelo que não há, vindo de outra. A estes ninguém os convida para as entrevistas altamente agressivas dos telejornais daquele canal aflito que nem compra nem se vende, onde Rui Rio quase foi tratado como se da matança do porco se tratasse.

    Não contem comigo nem para os ajudar a fugir, nem para colocar o poder às costas do PSD e do CDS. Governem!

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  6. Albino manuel permalink
    31 Maio, 2020 13:37

    Morreram 137 pessoas de covid de ontem para hoje em Portugal?

    Mulher, a propaganda para surtir efeito tem que ser inteligente. Senão acaba como o ministro de Saddam com as tropas americanas às portas de Badgade.

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    • chipamanine permalink
      31 Maio, 2020 13:52

      Ena pá onde é que vc leu isso? ponha aqui o link. Se não ….volte para a pré-primária

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    • chipamanine permalink
      31 Maio, 2020 13:55

      Caraças pá!!! onde é que leu isso? ponha aqui o link ssf. Se não volte para a primária que está precisado

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    • 31 Maio, 2020 14:11

      No Peiésse e na sua esquerda a inteligência é um bem tão precioso quanto as loiças do serviço da Vista Alegre nas casas de muitos. Está lá, mas não se lhe dá uso.

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  7. 31 Maio, 2020 14:58

    “Morreram 137 pessoas de covid de ontem para hoje em Portugal?”

    O post da Helena Matos diz claramente que em Portugal morreram 137 pessoas de Covid-19 … até hoje (e não de ontém para hoje) … por milhão de habitantes ( o que corresponde a um total acumulado de 1.370 = 137 x 10).

    É verdade que muitos confundem números, ou involuntáriamente, por ignorância, por desatenção, por falta de rigor, ou até mesmo deliberadamente, com a intenção de os manipular para fazer propaganda politica !

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  8. becas permalink
    31 Maio, 2020 16:23

    Muitos dos portugueses com a sua iliteracia matemática e o horror aos nºs, fazem ma figura nas estatísticas da pandemia todos os dias . As estatísticas da TV são uma confusão completa e naturalmente nada informativas

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    • chipamanine permalink
      31 Maio, 2020 16:39

      Isso é dar-lhes uma “explicação” que desvirtua as verdadeiras razões. Eles não querem sequer aprender a ler. Não conseguem interpretar e não estão interessados nisso. Eles fazem por má fé , burrice e maldade (ódio) que cultivam.
      E o resto são “tecnalidades”.
      Quem “lê” assim não passam de uns algozes brutificados que seriam os carrascos de qualquer hitleriano ou estalinista.

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    • Oscar Maximo permalink
      31 Maio, 2020 19:55

      Para ser justo, neste caso quem fica mal na fotografia é a Helena Matos, comparar o dia 59 do brasil com o dia 70 de Portugal, nem deu tempo á Covid atravessar o Atlântico. Há que comparar com o dia 59 de Portugal, e nesse caso essa ultrapassagem já se deu há mais de uma semana .Podemos discutir como é que se define o dia Covid Um de um país, não podemos é ignorá-lo.

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  9. Filipe Bastos permalink
    31 Maio, 2020 17:27

    Só para lembrar:

    1) O nº de mortes por milhão pode ser semelhante, mas para as pessoas o significado real é outro. 1.400 mortes (Portugal) é muito diferente de 29.000 mortes (Brasil). É muito mais gente morta.

    2) Os nºs de países como o Brasil são ainda mais duvidosos que os da Europa. Se dizem 29.000, o nº real tanto pode ser 20.000 como 200.000. Sabe-se lá.

    3) Em ambos os casos, 20.000 ou 200.000, o Bolsonaro continua a ser um palhaço boçal, um pateta corrupto, um ditadorzeco de carneiros direitalhas.

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    • Zé Manel Tonto permalink
      31 Maio, 2020 17:38

      “para as pessoas o significado real é outro”

      Não concordo.

      Isto significa que, pegando num Português e um Brasileiro, ao acaso, e perguntando-lhes quantas pessoas conhecem que morreram com o vírus, o mais provável é que conheçam o mesmo número.

      Se morrerem 10 mil pessoas em Portugal, e o Filipe não conhecer nenhuma, tem o mesmo significado que morrerem 100, mas uma era a sua avó?

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      • chipamanine permalink
        31 Maio, 2020 17:51

        Ze Manel claro que o significado pode ser que 1400 mortos em Portugal são muito mais que 29.000 no Brasil. Até porque a Europa tem 60% das mortes que é muito menos que os restantes 40%. Entre o significado e o significante vai um universo de ódio maldade aliada a uma burrice ora congénita ora maconheira que se não da erva muito da ideologia.
        Houve tempo em que 60.000 assassinados por aquela banda não tinham significado nenhum …o vírus era outro bastante mais tolerável.

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    • Filipe Bastos permalink
      1 Junho, 2020 00:46

      É o tal blind spot das estatísticas, Zé: se eu comer um frango e v. passar fome, ambos comemos meio frango.

      Ou: se nos tirarem 50% do rendimento e eu ganhar 100.000€ e v. ganhar 1.000€, ambos perdemos metade; mas é muito diferente viver com 50.000€ /mês ou 500€ /mês.

      Morte é morte; morrerem 29.000 pessoas duma epidemia é diferente de 1.400 pessoas. São mais ~27.500 famílias afectadas. Ainda que estatisticamente seja proporcional.

      S. Marino tem 1.200 mortes por milhão. Morreram lá 42 pessoas. Acha que S. Marino está pior que o Brasil?

      (Claro que para uma ‘terrível epidemia’ todos estes números continuam a ser baixíssimos. Estatisticamente, claro.)

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    • Perigoso Neoliberal permalink
      1 Junho, 2020 01:03

      A literacia matemática da nossa mascote é inversamente proporcional às asneiras com que nos brinda.
      No fundo, é a mesma cassete com que nos brindam os OCS subsidiados. O que importa não são os factos ou a lógica, qualquer “notícia” sobre o Brasil é só um pretexto para chamar nomes ao Bolsonaro.

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      • chipamanine permalink
        1 Junho, 2020 12:37

        Perigoso Liberal. Um fdp é sempre isso mesmo independentemente da mãe ter sido honesta e decente. Faz pouco tempo que 60.000 familias eram afectadas pelos homicídios no Brasil contra os pouco mais de 100 anualmente em Portugal. Nessa altura os cornudos não falavam nas 60 mil familias afectadas . Agora 29 mil são imensas.

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    • Filipe Bastos permalink
      1 Junho, 2020 01:58

      O Perigoso Neoliberal ainda está na fase do “eu cá sei o que significa mortes por milhão!”, cheio de orgulho. Tente meter a segunda.

      E a mascote é o Jornaleca. Eu quando muito seria o troll, mas o Blas já tem trolls que cheguem. E trolhas. Sobretudo trolhas.

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      • 1 Junho, 2020 04:17

        Pobre Filipe.

        As coisas que têm de dizer por cá para pôr um bifinho à Sexta-Feira na mesa.

        Acredita mesmo no que diz ou pagam-lhe assim tão bem?

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  10. Oscar Maximo permalink
    31 Maio, 2020 19:35

    Fui ver. No dia 59 Portugal tinha 121,3 mortes por mulhão e o Brasil tem no dia 59 136,5.
    Isto é, ultrapassou há muito tempo. A não ser que álguém em perfeito juízo ache que o ponto de partida temporal não interessa para nada.

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    • Jornaleca permalink
      31 Maio, 2020 20:04

      Sem autópsias os números não podem ser validados. O valor científico é menos que zero: lixo.

      Resta a vertente política. Eles andam a brincar connosco. O lockdown não é necessário. Falar de números artificiais, é falar ao lado do verdadeiro problema.

      Todos os dias morrem aproximadamente 200.000 pessoas em todo o mundo, por todas as razões possíveis. Uns escorregaram numa banana. Outros […].

      Nós somos os escravos da esquerda totalitária. Em Portugal só a esquerda pode governar. No Brasil tal igual.

      A esquerda corrupta no Brasil, evitou até hoje, que a tentativa de matar Bolsonaro, fosse investigada a fundo.

      Et cetera.

      O vírus mais perigoso é o comunismo e o ambientalismo. O pensamento da esquerda tem que ser proibido.

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    • Zé Manel Tonto permalink
      31 Maio, 2020 22:07

      A verdade é que ninguém sabe qual o ponto de partida de país nenhum.

      A China só reconheceu o vírus no fim de Dezembro, mas ainda em Novembro, já estava a calar médicos que relatavam que havia uma doença desconhecida.

      Para os médicos perceberem, em Novembro, que a doença é nova, e sabendo nós que a grande maioria dos infectados não tem sintomas, ou tem-nos muito ligeiros, quer dizer que já muito antes disso se andava a espalhar, até aparecerem nos hospitais pessoas que desenvolveram sintomas graves o suficiente para precisarem de cuidados médicos.

      Se o vírus já anda em circulação desde pelo menos Novembro, e com voos da China para todo o mundo, alguém acredita que o primeiro infectado na Europa foi algures em Fevereiro?

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      • chipamanine permalink
        1 Junho, 2020 06:39

        Os primeiros casos de sindrome respiratória aguda grave já tiveram uma exponenciação a partir de Agosto/Setembro na própria China , eles sabiam e calavam-se……em Novembro os médicos italianos já chamavam de epidemia de pneumonias atípicas ao que se estava a passar no norte de Itália. No último trimestre de 2019 a China e especificamente de Wuhan “exportou” cerca de 7 milhoes de turistas para todo o mundo. Quando o grosso regressou em finais de Dezembro se preparando para o Novo Ano Chines isolaram-nos.
        Viva o Partido Comunista Chinês

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  11. chipamanine permalink
    31 Maio, 2020 21:48

    Oscar Máximo. Deixe-me tentar perceber. Então Portugal no dia 59 tinha 121,3 mortos por milhão e no mesmo dia 59 do Brasil ele já contava com 59.136.5? (mortos por milhão? ou só mortos? ou infectados? ) É que se fossem mortos (brutos) isso daria ao Brasil mais de 2.600 mortos por milhão no dia 59. E o Brasil ainda não chegou aos 30 mil mortos

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  12. Desalinhado permalink
    1 Junho, 2020 08:21

    Costa e Marcelo ainda pensam que a situação covid-19 em Portugal é um milagre. Nunca se referem às mortes por milhão de habitantes, porque isso não lhes convém.
    A abertura da Grécia ao turismo é que lhes deu cabo das peneiras. Portugal para os gregos, tal como a França, Espanha e Itália, está na lista negra dos países não bem-vindos.
    Depois continuo a achar que o André Ventura tem carradas de razão quando confrontou o Costa para o facto de os negros, os ciganos e os refugiados serem um problema para Portugal. Contabilize-se os casos de propagação do vírus na zona de Lisboa e Vale do Tejo provocadas por estes indivíduos por não cumprirem as normas de confinamento impostas no país.
    Depois acho piada à comunicação avençada e subsidiada deste país, quando nas reportagens feitas no bairro da Jamaica, aludiu para o facto de a direcção-geral de saúde interveio no fechamento de 8 estabelecimentos comerciais, incluindo cafés e bares.
    Bem, considerar aquilo estabelecimentos comerciais (por onde tem andado a ASAE?), quando na verdade deviam ter dito espeluncas comerciais, mas para se evitarem vocabulários racistas e xenófobos tem de se falar desta forma mais soft.
    O Marcelo foi pernoitar num hotel de 3 estrelas, devidamente higienizado e descontaminado, não fosse o diabo tecê-las, para mostrar à saciedade que é seguro dormir fora de casa. Só foi pena não se ter lembrado de o fazer num qualquer hostel de Lisboa apinhado de refugiados (que ele e o Costa tanto gostam de receber), em beliches virados para Meca e janelas para o Tejo.
    Também gostaria de ter visto o Costa a defender melhor os da sua raça, naquele assalto que houve a uma loja de um indiano perpetrado por negros (ou seriam pretos?), ali mesmo nas barbas de Marcelo.
    Não há como negar. A segunda vaga da pandemia já chegou, enquanto a primeira foi a banhos para a praia, aproveitando o estado de mitigação do vento e das marés e a ausência de nadadores-salvadores para se morrer afogado.
    Resumindo e concluindo: os filósofos gregos é que continuam a ter razão!

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  13. 1 Junho, 2020 16:28

    Oscar Maximo : « Há que comparar com o dia 59 de Portugal, e nesse caso essa ultrapassagem já se deu há mais de uma semana . »

    É verdade. É uma comparação ainda mais afinada e rigorosa.
    De qualquer modo, não deixa de ser um erro de palmatória ou uma manipulação grosseira estar a comparar valores absolutos de mortes sem ter em conta as populações dos paises.
    O post da Helena Matos visa, com pertinência e acertadamente, chamar a atenção para este tipo de erro ou manipulação que tem servido para alimentar campanhas meramente politicas e ideológicas destinadas a atacar e a diabolizar governos e governantes conotados com áreas politicas mais à direita, como no Brasil, e a descredibilizar opiniões e estratégias sobre o que deve e não deve ser feito perante o Covid-19 que pareçam divergir muito das que têm sido predominantes nos paises governados pelas áreas mais « politicamente correctas », incluindo Portugal.
    Como se uma semana de diferença nos dias comparados mostrasse algum fosso intranspolivel entre a mortalidade relativa em Portugal e no Brasil.
    Como se, como lembra oportunamente o José Manuel Tonto aqui em cima, não existissem cada vez mais enormes dúvidas quanto às datas de real inicio da contaminação e da mortalidade Covid-19 em grande parte dos paises, da China ao Brasil passado pela França, os EUA, e tantos outros, incluindo Portugal.
    Como se, mesmo comparando dias equivalentes, o número de mortos Covid-19 por milhão de habitantes no Brasil não fosse muito inferior ao de tantos outros paises, predominantemente europeus, em grande parte com governos de esquerda e com estratégias de confinamento consideradas adequadas e eficazes. Por exemplo, a Espanha, por sinal governada por uma « geringonça » de esquerda, regista no dia 59 cerca de 4 vezes mais mortos por milhão de habitantes do que o Brasil de Bolsonaro.
    Como se práticamente a generalidade das pessoas, especialistas, autoridades de saúde, governos e governantes, de todas as áreas politicas, não tivessem sido apanhados de surpresa pelo aparecimento repentino de um virus desconhecido e perigoso e, por isso mesmo, não tivessem e ainda estejam às aranhas para perceber melhor do que se trata e para ir adoptando as politicas que parecem ser mais adequadas, não apenas para fazer face directamente à pandemia mas também e cada vez mais para limitar e gerir as suas consequências indirectas, em particular no que se refere à economia.
    Como se os governos e governantes tivessem sido e ainda sejam assim tão determinantes para se perceber o que se tem vindo a passar com a evolução e as consequências da pandemia, nomeadamente no que respeita às diferenças entre os diferentes paises.
    Como se não estivesse a ser cada vez mais evidente que os confinamentos, embora tenham permitido e continuem a salvar muitas vidas, foram, são e virão a ser também a causa de muitas mais mortes por outras razões, sanitárias e económicas.
    Como se não se soubesse que o Brasil, tal como os EUA, são paises « continentais », com uma estrutura federal, onde os Estados têm uma grande autonomia e grande parte das competências em matéria de saúde pública e, portanto, na politica de combate ao virus.
    Como se não se soubesse que o Brasil é um pais latino-americano emergente, com problemáticas demográficas e sociais muito diferentes das de um pais desenvolvido, nomeadamente na Europa e incluindo Portugal. Mesmo admitindo que tudo o resto fosse igual, o lógico e o normal seria o Brasil ter e vir a ter bastantes mais mortos em resultado da pandemia. Com ou sem Bolsonaro no Brasil. Com ou sem Costa e Marcelo em Portugal. Com ou sem governos de esquerda ou de direita em Italia, Espanha, Bélgica, França, Reino Unido, EUA, Suécia, Alemanha, Holanda, etc. Com ou sem Trump nos EUA.
    O que é intolerável e insuportável é assistir à grosseira e vergonhosa manipulação e instrumentalização dos factos e dos números em gigantescas campanhas de propaganda eminentemente politicas e ideológicas !!

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    • chipamanine permalink
      1 Junho, 2020 18:00

      Os 29 mil mortos no Brasil são muito mais que os quase 28 mil espanhois. No Brasil afectou 29 mil familias e como se sabe na Espanha os mortos “não tem familia”. O mesmo se pode dizer de Itália com 33 mil que não tinham familia assim como os 28 mil franceses.
      No país em que a esquerda corrupta bêbada ladrona deixava 60 mil assassinados pelo crime que promovia e acarinhava cada um dos assassinados também “não tinha familia” para estes genocidas. As quase 1400 familias tuguesas são perfeitamente dispensáveis num país com metade da população de uma cidade brasileira ( SP)
      O valor “família”, essa criação burgueso-capitalista promovida por esses “fássistas cristões” tem a importância que tem quando um promitente genocida de “valores mais elevados” lhe quer dar.

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