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Mamadou/Ljubomir: descubra as diferenças. As nossas, claro

6 Dezembro, 2020

Hoje no Observador analiso as diferenças Mamadou Ba e Ljubomir Stanisic. Ou mais propriamente as diferenças na forma como reagimos a cada um deles. A primeira diferença é óbvia: se o nascido em terra alheia disser mal do PS ou questionar algo que possa beliscar o extraordinário acerto do nosso actual governo não merece viver entre nós.

20 comentários leave one →
  1. 6 Dezembro, 2020 12:10

    Comentei este assunto há pouco noutro blog:

    «Há sempre variantes de esquerda para a reacionária ‘os comunistas comem criancinhas.’
    Recordo, por exemplo, que um dos cavalheiros do FMI que periodicamente vêm pôr ordem nas contas das governações dos nossos grandes homens de esquerda foi apodado de ‘escurinho’.
    Calhando, ‘escurinho’ foi um carinhoso diminutivo.
    A cegueira, a propósito, é constante. Ainda há dois ou três dias, na última página do Público, um rapaz a quem a Joacine fez passar por parvo, falando de parvos, se deixou entusiasmar nas suas diatribes antifascistas. Vai daí, anotou o governo húngaro como uma estrutura para os amigos e não se esqueceu de referir que os húngaros e os polacos mexem à maluca nos tribunais.
    Tendo em atenção que o pessoal do PS faz o mesmo por aqui, é possível concordar com pertinência da denúncia, mas é impossível não perceber a capciosidade da observação…»

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  2. carlos rosa permalink
    6 Dezembro, 2020 13:34

    Em Espanha a tensão sobe dia a dia. O VOX cresce e o PP acompanha. A Esquerda destruidora está acantonada e cada vez mais isolada. O gaiatão Pedro Sanchez brinca aos governos e o Podemos pede para levar no cú mas vai é levar nas trombas.

    Por cá, o Costakovic dá-nos lições de Epidemiologia, infeções, esmagamento da curva e pressão na mola.
    Viva o Partido Comunista Português e a TAP do comandante Pedro Nuno Santos a mando do Costakovic, ecce homo!

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  3. Oscar Maximo permalink
    6 Dezembro, 2020 14:03

    Foi a Helena Matos que aqui disse mal do sérvio, a propósito de Ricardo Salgado. E a minha opinião foi – quem mete porcaria na comida dum cliente propositadamente, deve ser, se possivel, irradiado do ramo de comes e bebes.

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    • chipamanine permalink
      6 Dezembro, 2020 14:32

      E quem mete porcaria no discurso de mata e esfola branco?

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  4. 6 Dezembro, 2020 14:40

    Às diferenças que a autora sugere eu aponto mais uma.
    Não simpatizo especialmente com a figura do balcânico, mas, daquilo que as notícias vão revelando, parece ser uma figura que veio para, mal ou bem, trabalhar.

    Quanto ao resto, será mais um acrescento à escu malha marxista que por aqui se alapou para parasitar o contribuinte e atirar com este país para ruína.

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  5. lucklucky permalink
    6 Dezembro, 2020 14:56

    Foi espantoso ver os jornalistas que passam a vida a usar a palavra “populismo” naqueles com que não concordam a atacar pessoas por serem ricas.

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    • Zé Manel Tonto permalink
      6 Dezembro, 2020 18:20

      A maioria dos jornalistas são de esquerda.

      São completamente incapazes de perceber a incongruência.

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  6. André Silva permalink
    6 Dezembro, 2020 15:28

    Apenas me apraz dizer que relativamente ao caso concreto do Mamaqui – e já agora também da Joacretina -, e para todos os casos similares que os há aos milhares por essa Europa, EUA e restante Ocidente fora, deveria recuperar-se com caráctr de urgência e aplicação imediata uma boa e reconhecida prática do séc. XIX nos Estados do sul dos EUA: amarrados a um poste e chicote no lombo até saltar a pele toda expurgar os demónios.
    De seguida, metê-los num porão de navio de carga e remetê-los à origem, esses paraísos de onde saíram obrigados pelos brancos.

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    • lucklucky permalink
      6 Dezembro, 2020 18:19

      A falta de civilização também por aqui?

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      • André Silva permalink
        6 Dezembro, 2020 23:51

        É pela Europa toda, não é só por aqui.
        Tal como contra os nazis, contra os cãomunistas no pós-II guerra e mais recentemente contra os adoradores do profeta Maom erda da religião do Alá Ku Pró Ar, isto já la não vai com paninhos quentes, debates civilizados, contemporização, e afins. Leia Clausewitz, a propósito e para perceber o que eu quero dizer.

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  7. 6 Dezembro, 2020 16:55

    A salvação está na cor! Mentiste? Roubaste? Assassinaste?
    Se és branco, confessa, arrepende-te, sofre a tua pena, mas não esperes perdão.
    Se és negro, tudo te é perdoado, vai em paz, a tua cor te salvou!

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  8. Olympus Mons permalink
    6 Dezembro, 2020 16:58

    Aquilo que me chocou foi a total ausência de apoio ao grupo de protesto junto à assembleia da República. Já mem falo em fazerem greve da fome, mas pelo menos juntarem-se a eles às centenas de milhar…dezenas de milhar…milhares…e nada!
    Existem tantas pessoas em Portugal cuja subsistência deriva daquela atividade e não apareceu “ninguém”. Não consigo entender de todo. Procuro legitimamente uma explicação. Não podem ser todos ” tugas baldes de merda! “. Tem que haver alguma outra explicação.

    Já sobre o Mamadu… está aqui.
    https://barradeferro.blogs.sapo.pt/coisas-a-explicar-ao-sr-mamadu-ba-51745
    e
    https://barradeferro.blogs.sapo.pt/mamadu-ba-e-o-mein-kampf-47062

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  9. Mário Marques permalink
    6 Dezembro, 2020 17:51

    Já não é a primeira vez que um comentário meu desaparece, vou postá-lo maus uma vez, se não estiver de acordo com a censura vigente, paciência.

    Aqui há uns tempos passou num do canais da televisão por cabo um documentário de 1937 ( documentários que na altura passavam no cinema), em que o inexperiente David Attenborough (futuro naturalista) integrava uma expedição a uma zona inexplorada de África, ao fim de alguns dias de caminhada, os carregadores africanos recusaram-se a caminhar para lá daquele trilho, pois quem dominava aquela zona era uma tribo inimiga da tribo dos carregadores, que se os capturassem matavam-nos e comiam-os.

    Angola 1961, em plena Guerra do Ultramar um sargento português teve o azar de ser capturado pelos “terroristas”, mataram-no, depois foi cozinhado e comido.
    Houveram vários casos em que as nossas tropas quando chegavam às aldeias que se encontravam há pouco desertas, deparavam-se com a panela ao lume ainda na fogueira, algumas dessas vezes continham carne humana a ser cozinhada.

    Portanto são esses tais “refugiados” tipo Mamadou Ba de 35 anos, aposentado do futebol, subsidiado com os nossos impostos, cujos antepassados há menos de 100 anos se comiam uns aos outros, que vem nos dar lições de civilização, trazendo-nos a versão marxista da história de África?.

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    • Mário Marques permalink
      6 Dezembro, 2020 18:19

      Afinal o meu comentário não desapareceu, coloquei-o por engano no tópico anterior. Peço desculpa por lançar suspeições.

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    • Zé Manel Tonto permalink
      6 Dezembro, 2020 18:24

      O David Attenborough certamente seria inexperiente em 1937. Com 11 anos não se poderia esperar outra coisa.

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      • Mário Marques permalink
        6 Dezembro, 2020 22:29

        Tem razão, mas retive a data de 1937, não sei porquê.

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  10. Duarte de Aviz permalink
    6 Dezembro, 2020 19:14

    Tentei comentar o artigo da HM no site do Observador e como usei a palavra chave “bloco de esterco” o cmentáario foi para a revisão da censura. Inacreditável… As toupeiras estão em força em todo o lado.
    Aliás, no Observador já nem escondem. Basta ver a entrevista meiguinha ao 1º palhaço do circo em que se transformou o governo bolchevique.
    Sobre o senegalês, enquanto o bloco de esterco der guarida a este tipo de ativismo xenófobo e racista, esta gentalha vai continuar a ter tempo de antena. Contudo, pelo critério do Medina, o dia em que teremos que discutir a ilegalização dos esterquistas, por óbvia inconstitucionalidade.

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  11. Expatriado permalink
    6 Dezembro, 2020 23:50

    O Mamador Pah, é apenas um elo menor de uma corrente anti-branco como se pode constatar aqui:

    https://christopherrufo.com/mandatory-white-privilege-training-for-san-diego-teachers/

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  12. marão permalink
    7 Dezembro, 2020 07:13

    PSonhento

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