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Nunca mais chove para regar a mioleira

20 Novembro, 2017

iur.jpegUm hotel tinha um tapete. Algumas pessoas decidiram que esse hotel não poderia ter o tapete, que era um ultraje à nação e à grandiosidade da raça lusitana. O Observador refere que “o artigo 332º do Código Penal pune com pena de prisão até dois anos ou com pena de multa até 240 dias ‘quem publicamente, por palavras, gestos ou divulgação de escrito, ou por outro meio de comunicação com o público, ultrajar a República, a bandeira ou o hino nacionais, as armas ou emblemas da soberania portuguesa’”. O tapete já não está lá.

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Era um tapete com verde, vermelho e uns riscos amarelos a que chamam a bandeira portuguesa. Parece que era pior pisar um tapete da bandeira do que jantar no Panteão, o que, por sua vez, já era pior do que morrer de Legionella e que, como todos sabemos, nem se compara à leveza que é morrer queimado em incêndios. A colunista do folheto que nem 7000 exemplares vende já decretou a morte do humor de Ricardo Araújo Pereira em consonância com a filha do outro que também é Capaz de mandar tweets entre uma paragem e a outra.

 

Ao menos era um tapete e não uma foto de uma pila.

 

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17 comentários leave one →
  1. Procópio permalink
    20 Novembro, 2017 20:37

    A bandeira estava muito bem colocada, era para convidarem os dirigentes da gerinçonça a pisá-la. Não se deslocaram ao Porto porque já o fazem em lisboa todos os dias.
    Foi bom porque ao menos se evitou o chulé. Haverá sempre novas oportinidades.

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  2. Filipe Costa permalink
    20 Novembro, 2017 21:12

    Se o Marocas fosse vivo ia adorar pisar a coisa. Não a pila, não tenho na memória como rabeta.

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    • Miguel Santos permalink
      20 Novembro, 2017 23:50

      Por falar em rabeta, sempre é melhor pisar um tapete do que um chão pedroso.

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  3. Procópio permalink
    20 Novembro, 2017 21:48

    Pisar bandeiras sem foice nem martelo é caro ao internacionalismo, é forma de gerar rutura social ou receber a solidariedade de manganões donos disto tudo, grande democratas; é capturar o capital dos outros metendo-o no bolso e apregoar aos sete ventos os amanhãs que cantam, nem que o sangue jorre das trombetas.

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  4. Colono permalink
    20 Novembro, 2017 22:22

    Eu só os comenta pá quando senhor dos Quadro fazer os comenta… porque ele é muito dos gay gerinjonços, pá.

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  5. Miguel Santos permalink
    20 Novembro, 2017 23:55

    Se o seu filho não pára de saltar em cima do tapete, e continua com demasiada energia, então canse-o…

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  6. 20 Novembro, 2017 23:58

    Estes Prós e Contras da Fátima Campos Ferreira são o retrato da RTP e de Portugal.
    Aquela Sra fala de tudo e não percebe nada de nada.
    Desconhecimento, incompetência e falta de vergonha.
    É mais um programa ao jeito do Regime do putedo que já enjoa e tarda em acabar.

    Liked by 1 person

    • António C. Mendes permalink
      21 Novembro, 2017 12:04

      É perfeitamente vergonhoso e deprimente! Em 99% dos casos, uma impreparada a dar corda ao vazio! Tornou-se um programa do nível dos da Teresa Guilherme na TVI.

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      • António C. Mendes permalink
        21 Novembro, 2017 12:32

        Parece que a Sr.ª sugeriu que em Inglaterra as sanitas reciclam a mesma água 4 vezes!!! É pá, impagável. Deve ser qualquer coisa do género de alguns fluxos sanguíneos.

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      • 21 Novembro, 2017 13:06

        Devem ter dito “the water runs for the Thames”. Ele percebeu “the water runs four times”.

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      • António C. Mendes permalink
        21 Novembro, 2017 14:30

        Mas a loucura começa e entupir a coisa. E não estou a falar da sanita!

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  7. Arlindo da Costa permalink
    21 Novembro, 2017 03:23

    Acho que é crime pisar a bandeira dos EUA. Se fosse na Rússia, Sibéria com eles! Assim é que se defende a pátria!

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    • PiErre permalink
      21 Novembro, 2017 07:48

      A URSS é a eterna pátria do Arlindo.

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    • The Mole permalink
      23 Novembro, 2017 16:05

      Pátria?!?!?? Os comuno-socialismo por definição não tem pátria: é internacionalista.

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  8. Weltenbummler permalink
    21 Novembro, 2017 09:36

    El abuso de las drogas también tiene una clara consecuencia económica. El Consejo de Asesores Económicos de la Casa Blanca acaba de publicar un análisis en el que detalla que las pérdidas generadas por la crisis crecen con rapidez y representaron el equivalente al 2,8% del producto interior bruto en 2015, el último año para el que hay datos disponibles. Eso equivale a un coste de 504.000 millones de dólares (cerca de 430.000 millones de euros), una cifra estremecedora, teniendo en cuenta que, por ejemplo, el PIB de toda España es de cerca de un billón de euros.

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  9. 22 Novembro, 2017 09:00

    Sei que é uma tolice, mas é um regalo ter um tique chauvinista neste paraíso da geringonça.

    Nem consigo ter outro sentimento que não o de regalo. É com se tivesse comido uma francesinha.

    [mesmo que por tolice, sei]

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