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Abaixo baixar impostos

14 Janeiro, 2020

Não tolero que me perguntem se estou cansado. É uma forma de agressão passiva que visa, por vias travessas, chamar-me de preguiçoso. Contudo, aceito que me digam que sou preguiçoso, já que tal corresponde à verdade e, ao contrário da primeira, não faz um julgamento de valor por suposta superioridade do interlocutor. É apenas um facto cru, sem sinalização de virtude alheia.

Da mesma forma, não tolero discursos de descidas de imposto. Não porque ache que impostos devem ter este nível asfixiante, mas porque o país não está em condições de baixar impostos. Mais que uma carga fiscal baixa, o país necessita de uma carga fiscal estável que sinalize a investidores a certeza a vários anos num compromisso de real estabilidade fiscal. Baixar impostos agora é o mesmo que anunciar a sua subida a curto prazo e, com isto, afastar todo e qualquer lunático que inadvertidamente considere enterrar dinheiro aqui no pasto à beira-mar plantado.

Obter condições para poder baixar impostos deve ser o objectivo. Baixar impostos agora não é objectivo, é irresponsabilidade que apenas o sistema político do populismo zarolho consegue produzir.

Podem insultar-me, mas façam-o com o respeito decorrente da honestidade. Reduza-se a dívida, reduza-se os encargos com o sector público e depois, sim, falemos em baixar impostos. Se bem que nessa altura apostarei que ninguém se atreverá a fazê-lo.

41 comentários leave one →
  1. 14 Janeiro, 2020 18:19

    Vitor Cunha, você é certamente um penetra. Furou as defesas do Blasfémias, entrou aqui na candonga, e postou um texto virado p´ró contrário. Gostei!

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  2. Paulo Oliveira permalink
    14 Janeiro, 2020 18:32

    Isso mesmo

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    • Carlos Rosa permalink
      14 Janeiro, 2020 21:09

      Tudo o que é Estado está nesse estado.
      Tal qual como no tempo antes de o Salazar entrar em ação.
      Leiam no livro do Fernando Dacosta, “Máscaras de Salazar”, a visita do Ministro das Finanças da época (Salazar) à Repartição de Finanças de Setúbal.

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  3. lucklucky permalink
    14 Janeiro, 2020 18:40

    Completamente errado. Com essa atitude só garante que subam.

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    • 14 Janeiro, 2020 18:45

      Com a atitude contrária também só garanto que subissem. Às tantas, subir ou descer impostos não é indicador de impostos subirem ou descerem.

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      • lucklucky permalink
        14 Janeiro, 2020 19:01

        Crises são menos más que o sapo na panela.
        Porque é que agora o PS está contra o défice ao contrário do que dizia à 10 anos. Porque doeu. Não foi por ética.

        A aparência de estabilidade, o conforto como sempre vai dar a mais uma expansão socialista.

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      • lucklucky permalink
        14 Janeiro, 2020 20:06

        à -> há

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  4. castanheira permalink
    14 Janeiro, 2020 19:06

    Este texto assenta que nem uma luva aos objectivos do costa .
    Parabéns
    Possivelmente será condecorado , quando o zé das medalhas chegar .

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  5. Filipe Bastos permalink
    14 Janeiro, 2020 20:36

    Já noutro post (o do Facebook) me pareceu que o Vítor Cunha talvez esteja a mais no Blasfémias.

    Sensatez e razoabilidade têm cá pouca saída: a prata da casa, como na generalidade dos blogs de direita, é sectarismo e maniqueísmo. Os de esquerda são geralmente piores.

    Só não o acompanho na ‘sinalização a investidores’ – pode ser pragmático, mas soa sempre a baixar as calças a mamões – e na redução da dívida, sem mencionar a denúncia da ‘dívida odiosa’ e dos juros – o que é novamente pragmático, mas soa sempre a ‘vamos continuar a encher os mamões e parasitas do sistema financeiro’.

    Sendo o Vítor de direita, é natural: a direita nunca questiona mamões.

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    • Duarte de Aviz permalink
      15 Janeiro, 2020 00:50

      “denúncia da ‘dívida odiosa’ e dos juros” — sim, sim! Principalmente a denúncia dos juros negativos.
      Já lá vai o tempo em que os comunistas tinham todos cocnluido a 4ª classe.

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      • Filipe Bastos permalink
        15 Janeiro, 2020 02:53

        Ah, esqueci-me dos juros negativos. Só a Troika, até 2018, levou mais de 11.000 milhões. Trocos. Em 2020, para juros, serão só 7.200 mil milhões. Mais que o orçamento da Educação. Uma ninharia.

        A dívida contraída em nosso nome por pulhas e trafulhas? Que se dane: como é para encher mamões pagamos com gosto. Os comunistas não sei, mas os direitistas adoram pagar. Excepto impostos, claro.

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  6. Procópio permalink
    14 Janeiro, 2020 20:45

    Desde quando é que os impostos merecem tanto relevo no seio da podridão vigente?
    Os impostos são rasgões na pele, resultado da podridão dos órgãos e da maluqueira.
    A dor que causam não afecta quem não os paga, cerca de 50% dos mânfios.
    Os outros 49% que se amanhem, pensa o kosta, seguro da cumplicidade de um, da cobardia de outro, doido por reinar, da inércia de quem devia opôr-se ao saque.
    Os restantes 1% vivem na maior, podem roubar à vontade, vivem no país das maravilhas.
    Na pior das hipóteses prescreve.
    vitor, há dias em que acorda sem jeito, também me acontece às vezes.
    Eu não lhe pergunto se está cansado. Você está cansado.
    Preguiça amiga, não vamos destoar da maioria, a democracia em primeiro lugar.

    E já agora, a propósito de preguiça e de muito bicho governante que para aí anda muito emproado, vai mais um poema de Bocage.

    «O rei dos animais, o rugidor leão,
    Com o porco engraçou, não sei por que razão.
    Quis empregá-lo bem para tirar-lhe a sorna
    (A quem torpe nasceu nenhum enfeite adorna):
    Deu-lhe alta dignidade, e rendas competentes,
    Poder de despachar os brutos pretendentes,
    De reprimir os maus, fazer aos bons justiça,
    E assim cuidou vencer-lhe a natural preguiça;
    Mas em vão, porque o porco é bom só para assar,
    E a sua ocupação dormir, comer, fossar.
    Notando-lhe a ignorância, o desmazelo, a incúria,
    Soltavam contra ele injúria sobre injúria
    Os outros animais, dizendo-lhe com ira:
    «Ora o que o berço dá, somente a cova o tira!»
    E ele, apenas grunhindo a vilipêndios tais,
    Ficava muito enxuto. Atenção nisto, ó pais!
    Dos filhos para o génio olhai com madureza;
    Não há poder algum que mude a natureza:
    Um porco há de ser porco, inda que o rei dos bichos
    O faça cortesão pelos seus vãos caprichos».

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  7. Alexandre Leal permalink
    14 Janeiro, 2020 21:55

    Mais do que a quantidade , interessa-me como os usam (os impostos). muitos impostos e mal aplicados .. mais valia que não os cobrassem…

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  8. Chopin permalink
    14 Janeiro, 2020 22:07

    Marque-se eleições de seis em seis meses e estarão criadas condições para baixar impostos. Corre-se até o risco de atingir impostos negativos.

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  9. Mario Figueiredo permalink
    14 Janeiro, 2020 22:22

    Para acreditar que os impostos não podem baixar preciso de muito mais do que uma declaração que “isso é mau”. Ajudariam dados reais e independentes sobre como o dinheiro é realmente gasto e um estudo sobre onde a despesa do estado pode baixar. Menos do que isso e o Vitor nada mais faz do que servir a praxis, precisamente da mesmíssima forma como ela se serve a si própria; sem transparência e acusando os outros de populismo.

    E já agora, a estabilidade do sistema fiscal é um mito que também serve a politica de impostos altos. Garanto-lhe que não é a estabilidade do sistema fiscal Irlandês que chamou empresas de todo o mundo e que dá emprego bem remunerado aos cidadãos europeus que aqui vivem. Foram mesmo os impostos baixos.

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    • Mario Figueiredo permalink
      14 Janeiro, 2020 22:30

      E o que quer dizer quando afirma que nenhum de nós defenderá impostos mais baixos após se reduzir a dívida e as despesas do estado?

      Não entendo, francamente. Você conhece os sentido do pensamento da direita liberal. Está a chamar-nos de mentirosos ou hipócritas? É claro que a redução de impostos para um absoluto mínimo que sirva um estado desregulador e não activo na economia do país é o desejo de muitos. Porque diz que defenderíamos o contrário? Acaso defende que no fim somos todos socialistas?

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      • Mario Figueiredo permalink
        14 Janeiro, 2020 22:30

        Não o quero insultar, mas você está a pedi-las.

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      • 14 Janeiro, 2020 22:37

        Pelo menos não pedi o aumento da despesa pública com estruturas intermédias do estado denominadas regiões. Já mereço clemência.

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      • Mario Figueiredo permalink
        14 Janeiro, 2020 22:35

        Talvez o que o Vitor deveria deixar de fazer era perguntar aos muitos Cabrita Reis deste país e aos muitos aspirantes a presidentes da Câmara de Matosinhos se os impostos deviam baixar.

        Lhe garanto que não mais escreveria artigos parvos como este.

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      • Mario Figueiredo permalink
        15 Janeiro, 2020 10:27

        Oh Vitor! Você é uma pessoa inteligente e sabe disto a dormir melhor que muita gente acordada. Portanto, porque é que está a vir para aqui com esta história dos impostos? Qual é o seu objectivo?

        Se você não reduz a receita, NÃO, NUNCA, jamais em tempo algum conseguirá num regime socialista reduzir a despesa do estado. Nunca! Simplesmente não é essa a maneira de socialista de gerir a coisa pública. Você só consegue por um governo socialista a emagrecer e reduzir a dívida pública se reduzir a despesa ou se tiver um organismo central europeu a obrigar. E mesmo assim, vá-lá-vai!

        E porque um regime socialista, NÃO, NUNCA, jamais em tempo algum reduz a carga fiscal, você encontra-se constantemente neste ciclo vicioso entre aumento da receita e aumento da despesa que leva a aumento da carga fiscal.

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      • 15 Janeiro, 2020 11:36

        E o outro lado da história? Você propõe cortar mesada para obrigar o estado a gastar menos, mas reconhece-o como socialista e, como tal, incapaz de gastar menos. Vai daí, ou pede redução de impostos para folgar as costas, reconhecendo a posição de escravo chicoteado; ou pede redução de impostos porque sabe que não a vai obter, fazendo filmes épicos muito bonitos para uma plateia de urbanos tão deslumbrados quão abastados.

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      • Mario Figueiredo permalink
        15 Janeiro, 2020 10:37

        Portanto vir para aqui argumentar que quem defende a redução de impostos é um ignorante e não percebe nada disto é realmente só o que nos faltava! Outro idiota útil. Lindo serviço, o seu. O PS agradece!

        Isto de contas do estado, meu amigo estamos todos conversados! Todos vimos os números da despesa nas rubricas. O problema é que as rubricas se chamam educação, saúde, etc. Não está lá nenhuma rubrica que se chame “vigas de aço pintadas de branco e plantadas à beira-mar”. É assim a despesa do estado e como os impostos são geridos.

        É mesmo a defesa da redução da receita que obriga QUALQUER estado a ter as contas em ordem e a gerir com cautela. O populismo da medida é precisamente o que lhe dá força e por onde se pega o touro. Se você quer chegar via “vamos reduzir a dívida primeiro” você só faz a população dormir!

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      • 15 Janeiro, 2020 13:15

        Isto de viver oportunamente dos impostos dos outros e dos seus sacrificios noutras terras, ainda temporáriamente “prósperas” na onda económica globalista. Enquanto se exige a diminuição da despeza na terra de que se abandonou. E sem ter que apanhar com tal austeridade no lombo. Faz lembrar aqueles nobres e corajosos liberais rothbardianos funcionários públicos com emprego e pensão garantidos, que vociferam por aqui contra o estatismo e tecem glórias aos mercados.

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      • Mario Figueiredo permalink
        15 Janeiro, 2020 14:08

        Provocador como sempre, mg. Pena que de inteligente você não tem nada.

        Abandonar o país, o camano. Não fale do que você não sabe. Quer você goste ou não, ainda exerço o meu poder do voto a partir daqui, ó borrego! E mando todos os meses para aí mais dinheiro do que muitos Portugueses conseguem guardar num ano inteiro porque o Estado lhes tira tudo.

        Abandonar o país diria eu é o que muitos fazem a partir daí cada vez que riscam a cruzinha no PS ou no PSD.

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      • Filipe Bastos permalink
        15 Janeiro, 2020 15:06

        “Mando todos os meses para aí mais dinheiro do que muitos Portugueses conseguem guardar num ano inteiro porque o Estado lhes tira tudo”…

        Não é só o Estado, Mario: não sei se sabe, mas em Portugal os salários são muito menores. E não é de agora.

        Aposto que sabe. Muitos vão ganhar mais para países melhores; mas esses países já eram melhores sem eles. Vão para sociedades mais evoluídas criadas por outros.

        E são mais evoluídas, não por terem menos impostos – costumam ser tão ou mais altos – mas porque os usam melhor. Alguns desses países, como a Irlanda, a Suíça ou o Luxemburgo, até mamam os impostos dos outros.

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      • 15 Janeiro, 2020 18:19

        É verdade figueiredo. Infelizmente a minha parca inteligência não me permite ganhar mais por mês, do que o dobro do que você envia pra cá durante todo o ano.
        Mas depois é claro, de onde é que viria o dinheiro para pagar os ordenados de 35 horas, as adses e as pensões dos seus familiares figueiredo ?

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      • Mario Figueiredo permalink
        15 Janeiro, 2020 19:11

        A tipica lógica de mamão é que toda a gente mama e portanto tem é que estar calada. O mg já há muito que abandonou o país…

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      • 15 Janeiro, 2020 19:56

        Tá dificil hein figueiredo…? Pergunto-me se é a mim que me falta a inteligência pra lhe explicar, ou se é você que é demasiado burr…auti autista pra entender. Um dilema…

        Já agora isso de andar a fazer cruzinhas no PS ou no PSD, por acaso há uns tempos atrás você não andava por estas bandas a bater no peito pelo Passos Coelho, não ?

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      • Mario Figueiredo permalink
        15 Janeiro, 2020 23:41

        Não.

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  10. Expatriado permalink
    14 Janeiro, 2020 22:45

    Sem complexos!!!

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  11. Procópio permalink
    14 Janeiro, 2020 23:12

    Há os que não pagam impostos. Os que pagam são mais ou menos outro tanto.
    A balança é fácil de pender para os que não pagam, graças a um terceiro grupo.
    Esses, paguem ou não impostos, brincam, locupletam-se e controlam a situação.
    Como lá chegaram, quem os apoiou e porque continuam a ser apoiados falaremos um dia.
    Se eu estivesse na Dinamarca ou na Holanda até me dava gozo pagar impostos.

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  12. 14 Janeiro, 2020 23:58

    Li os comentários e não acredito….

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  13. Nelson Goncalves permalink
    15 Janeiro, 2020 08:07

    Eu concordo com o Victor no essencial. No momento actual baixar os impostos apenas porque sim é arranjar lenha para nos queirmar mais tarde. As medidinhas do Costa no orçamento são os malabarismos possíveis, mas não desejáveis, para fingir que se faz alguma coisa quando na verdade estamos como os tomates no cepo.

    É necessário primeiro baixar a dívida e gerir melhor os recursos para que no futuro se possa baixar os impostos.

    E os partidos politicos (a IL ou o Chega poderão fazê-lo) podem propor aos eleitores objectvos simples de cumprir, compo por exemplo se a divida publica diminuir X%, reduz-se a carga fiscal Y%. Ou redução de X% nos gastos dos estado (em salarios e mordomias, extincao de organismos publicos desnecessarios) , menos Z% no IRS.

    É simples, é verificável e factível por quem não tenha bois avençados por sustentar.

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  14. André Silva permalink
    15 Janeiro, 2020 09:00

    Tem razão, mas só tem um problema inultrapassável: não só os pressupostos que defende (e necessários) para se poderem baixar de forma sustentada os impostos NUNCA se irão verificar como muito provavelmente irão se agravando (seja de forma suave ou mais brusca, consoante entremos passo-a-passo ou mais de repente de novo na bancarrota).
    Por isso, e como em qualquer país cãomunista-socialista, nem vale a pena pensar em que alguma vez teremos impostos mais baixos. É mero “wishfull thinking”.

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    • Nelson Goncalves permalink
      15 Janeiro, 2020 10:55

      Um ponto que deve ficar claro, os impostos baixos são desejáveis mas não um fim em si mesmo. A existir Estado e serviço públicos (e não estou a ver como podemos viver confortavelmente sem um mínimo de Estado e serviços públicos) terão de existir impostos.
      A questão é se podem baixar, e como.

      É óbvio que podem baixar, basta cortar nos serviços públicos e/ou torná-los mais eficientes. Por isso o pressuposto de que nunca se vão baixar os impostos é, à partida, falso.

      Por outro lado, se o pressuposto é de que nunca o PS e sus amigos y muchachos nunca largarão o poder e Portugal será sempre uma choldra….. bem, mais vale a pena dar um tiro na tola logo de caminho em vez de andar aqui a atazanar as pessoas com um “isto é uma merda, sempre foi uma merda e sempre será uma merda”. É bem mais fácil andar com queixumes do que meter mão à obra.

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      • André Silva permalink
        15 Janeiro, 2020 12:54

        Você sabe ler? Ou interpretar um texto. É que não parece.

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  15. Procópio permalink
    15 Janeiro, 2020 09:29

    André Silva, claro como água da fonte, antes das fontes estarem contaminadas.

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  16. Tiro ao Alvo permalink
    15 Janeiro, 2020 13:00

    Mais importante do que baixar a dívida é fazer baixar o valor dos juros. E para os juros baixarem, pode não ser necessário reduzir o valor da dívida, bastando que os financiadores acreditam que a dívida vaiu baixar, que o País vai honrar todas as suas dívidas.

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  17. Rogerio Alves permalink
    15 Janeiro, 2020 21:51

    Eu vejo as coisas ao contrário: se não se baixar os impostos, nunca haverá incentivos para parar o desperdício e o clientelismo. Aliás, se não se baixar os impostos, só há um caminho: subi-los!

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