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Ainda Cabrita Reis

15 Janeiro, 2020

pedro-cabrita-reis-OK

A crítica às escolhas públicas e o escrutínio político sobre o caso Cabrita Reis/Câmara de Matosinhos já o fiz aqui e José Meireles Graça, de forma mais elaborada, aqui.

Acrescento agora quatro notas sobre o tema que ainda não vi referidas no espaço público:

  1. PCR é um exemplo que desconstroi o estereótipo do artista desprendido dos bens materiais e do conforto do capitalismo.
  2. A “linha de mar” é um excelente exemplo de como a intervenção do Estado baixa os padrões de qualidade e beleza da produção artística.
  3. O estilo neo-minimalista é a prova de que a globalização e o mercado livre permitem a especialização do artista neste segmento.
  4. O encosto preguiçoso de PCR a encomendas públicas indicia que o valor dos artistas contemporâneos no mercado é reduzido devido a excesso de oferta indiferenciada.
5 comentários leave one →
  1. Expatriado permalink
    15 Janeiro, 2020 12:26

    Será que o tipo ainda vai dizer aos papalvos para “irem lá num qualquer solstício” ver o alinhamento do aborto?

    http://portadaloja.blogspot.com/2020/01/temos-um-duchamp.html

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  2. lucklucky permalink
    16 Janeiro, 2020 01:56

    “O estilo neo-minimalista”

    Aquilo não é estilo a não ser da preguiça.

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  3. Beirao permalink
    16 Janeiro, 2020 09:32

    Li as babuseiras do idiota no público e fiquei enojado. O parvalhao, mais do que parasita do dinheiro dos meus impostos, é um cretino de marca. Porra!

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    • jppch permalink
      16 Janeiro, 2020 12:26

      fazer mer** com o dinheiro dos outros é “arte”… no caso de PCR ara “arte” fazer mer”” à sua própria custa… e comer uma sopa à custa dos seus “neo minimalismos”

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  4. jppch permalink
    16 Janeiro, 2020 12:38

    “quero dizer”: fazer mer** com o dinheiro dos outros é”arte”no caso de PCR a arte à custa dos outros… fazer “arte às sob o contexto neo minimalismos que coma uma sopa à custa dos mesmos sem se abocanhar dos dinheiros públicos… e depois disserte sobre o neo minimalismo,, com uma sopinha paga do seu bolso,, para depois dizer da incompreensão da sociedade sobre a elevada e incompreendida expressão artística neo minimalista…bolso cheio à custa do erário publico… CHEGA

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