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QED

10 Fevereiro, 2020

Ontem fui banido do Facebook por ter publicado o último artigo colocado aqui, no Blasfémias. Diziam na altura que seria por 24 horas, agora dizem que faltam 22, pelo que não sei realmente por quanto tempo estarei em silêncio nessa rede. Contudo, ficou demonstrado: é uma rede onde posso sugerir as maiores barbaridades, da morte de pessoas a genocídios, desde que ninguém tenha que passar pela desgraça que é ver uns mamilos femininos. Sendo masculinos não tem mal, pelo que até daria para uma bela dissertação sobre igualdade de género, mas não vale a pena complicar.

Publiquei no Observador um texto que gostaria que lessem. Divulgaria nas redes, mas, já se sabe, correria o risco de ficarmos chocados com a ideia de termos tido uma mãe que nos amamentou. Quem nos amamenta é o estado – ou, neste caso, o Facebook, que é bem mais que uma mãe.

O artigo que gostaria que lessem está aqui: Eles lá sabem o que é morte digna, meu coronel.

20 comentários leave one →
  1. MJRB permalink
    10 Fevereiro, 2020 09:19

    “Acho” que as mamocas ao verem-se assim expostas, fizeram queixa ao Facebook. E já registaram a patente.

    Bom post, VCunha.

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  2. Tiradentes permalink
    10 Fevereiro, 2020 09:57

    Já eu fui banido do fascista do Facebook e não temporariamente, por ter mostrado a “árvore genealógica” da Isabel (dos Santos) Dsnova Kukaeva e lhe ter acrescentado a sobrenome do “avô” Castro (o Fidel) que pôs o partido e o pai no poder em Angola. A patrulha ideológica dos sociais fascistas facebookianos denunciou-me umas centenas (?) de vezes fazendo desactivar a conta.

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  3. Procópio permalink
    10 Fevereiro, 2020 11:23

    Só não vê quem não quer ver. A censura está há muito montada nos mídia em geral.
    As grandes empresas do ramo a começar pela Reuters, Guardian, nyt, w post.el País e Economist, são todas orientadas para o mesmo lado.
    O facebook tem muito que se lhe diga.
    Por cá a censura voltou aos cafés, às empresas e às universidades, agora ainda mais insidiosa e bem organizada do que a pide. Tem no publicuzinho e no espesso guarida certa, mas a “vigilância” activa está para já a cargo da cância, saudosa de Formentera, e do Medialab do ISCTE/Instituto Universitário de Lisboa, com o sociólogo Gustavo Cardoso seu coordenador.
    Até quando se aguenta isto? Da outra vez foram 40 anos.

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  4. JP PREVOT permalink
    10 Fevereiro, 2020 12:23

    Infelizmente, eu abandonei o Observador graças à censura islamo-esquerdista feroz, e à abundância de artigos escritos por jornaleiros bloquistas. O Obs virou pasquim de esquerda, apenas alguns colunistas valem a pena ler e pensar …

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  5. JP PREVOT permalink
    10 Fevereiro, 2020 12:25

    Infelizmente, eu abandonei o Observador graças à censura islamo-esquerdista feroz, e à abundância de artigos escritos por jornaleiros bloquistas. O Obs virou pasquim de esquerda, apenas alguns colunistas valem a pena ler para pensar …

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  6. Procópio permalink
    10 Fevereiro, 2020 13:09

    O Observador é um jornal que recomendo, um dos poucos que vale a pena seguir. no ambiente perverso que nos rodeia e enleia.
    Avançou com programas de rádio interessantes.
    Não está contaminado pelo iscte, coisa rara.
    Exibe várias tendências, o que é perfeitamente aceitável e desejável.

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    • JP PREVOT permalink
      10 Fevereiro, 2020 17:58

      Lamento, mas a linha editorial do Observador deriva para esquerda, ver extrema esquerda com uma velocidade assustadora. O jornal está infestado de jornaleiros totalmente vendidos ao marxismo cultural.
      A única salvação são alguns colunistas com opiniões mais realistas, mas ali também, cuidado!

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  7. Mario Figueiredo permalink
    10 Fevereiro, 2020 20:15

    Lá fui, Vitor, ler o seu artigo no Observador, onde há bem pouco tempo jurei nunca mais pôr os pés, após o acto de censura que aquele jornal fez nas caixas de comentário da Helena Matos e do João Marques de Almeida quando no fim-de-semana anterior ambos publicaram as suas opiniões sobre o Chega. Olhe que nem no Público assisti alguma vez a tal coisa. Mais de metade dos comentários apagados, todos eles sem terem efectuado qualquer atentado às regras daquele jornal.

    Espero, Vítor, que a sua Caverna não inclua a participação periódica no Observador. O mal de tudo isto, este mundo que queremos esquecer que existe, só é possível porque a sua, a minha, e a voz de tanta gente, é calada por aqueles que deviam ter o papel de não servir de câmaras de eco do poder político e não fazerem de conta que pensam de forma diferente porque lhe permitem a si ou à Helena mandarem cá para fora o que o povo pensa.

    O seu artigo é tudo o que não queria ler. Mas muito do que sinto também eu. Tristeza, desolação, sofrimento pelos que deixo neste mundo — e um profundo sentimento de raiva e frustração por ver estas coisas decididas de forma leviana e por uma elite que nem 20% da população portuguesa representa. Decidimos eutanásia na Assembleia da República num país com 50% de abstenção.

    É só por causa dessa raiva que não recolho também eu à caverna. Alguns de nós começam a ter os olhos vermelhos Vitor… Eu ando a dizer à já algum tempo, isto vai acabar mal…

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    • Mario Figueiredo permalink
      10 Fevereiro, 2020 20:22

      “à já algum tempo”…

      As minhas sinceras desculpas à Professora Piedade. Mulher de nobre coração e pesada palmatória.

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      • JP PREVOT permalink
        10 Fevereiro, 2020 20:24

        Apoiado! Cheira muito mal, e receio muito para o futuro próximo dos meus filhos e netos …

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  8. Sérgio Gonçalves permalink
    10 Fevereiro, 2020 22:27

    Parabéns pá, um belíssimo texto.

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  9. 11 Fevereiro, 2020 00:08

    O Facebook verga-se perante a pressão intimidatória do “politicamente correcto”.
    Agora são as maminhas à mostra (já foi tempo em que uma certa esquerda usava e abusava de maminhas à mostra, sobretudo para provocar e desestabilizar “a moral burguesa e clerical” ; mas agora a causa mais em voga é a das agressões sexuais contra as mulheres e, por isso, mudam-se os critérios).
    Mas já começou também a censura politica e ideológica, essencialmente e quase exclusivamente virada para tudo o que é considerado de “extrema direita” e supostamente “xenófobo”, “racista”, “sexista”, “homofóbico”, islamofóbico”, “negacionista climático”, etc, etc (pus aspas porque as mais das vezes estes adjectivos são utilizados sem fundamento).
    A tendência é para ir piorando nos tempos que se seguem. Até quanto e quando ?!…

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  10. Buiça permalink
    12 Fevereiro, 2020 00:25

    O que raio levará tanta gente a meter o bedelho em suicídios ou abortos alheios…?

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    • Filipe permalink
      12 Fevereiro, 2020 11:16

      O mesmo que os faz meter o bedelho por homicidios alheios.

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  11. Luís Lavoura permalink
    12 Fevereiro, 2020 11:14

    Em tempos muito longínquos, o Rui Albuquerque, um liberal que escrevia neste blogue, perguntava como iriam poder os liberais conservadores, de que ele fazia parte, declararem-se contra a eutanásia, uma coisa essencialmente liberal.
    O Vítor Cunha encontrou a resposta: mentindo. O Vítor Cunha pinta a eutanásia como sendo uma espécie de campo de extermínio nazi, no qual pessoas são, contra a sua vontade, assassinadas por um Estado maléfico.
    Ou seja, o Vítor Cunha mente. Em vez de analisar as restrições e salvaguardas previstas à eutanásia nas propostas de lei que estão em discussão, descreve a eutanásia como uma matança de velhinhos inocentes que pretendem continuar a vver.

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    • 12 Fevereiro, 2020 12:27

      Lavoura, você acha que o estado pode aferir que alguém quer morrer? Então você é um idiota.

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      • Buiça permalink
        12 Fevereiro, 2020 23:57

        Mas deve aferir o nivel de “dignidade” da vida de cada um e mais, garanti-la?
        Onde está o liberalismo de pedir ao Estado que proiba de morrer quem quer morrer?

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    • 12 Fevereiro, 2020 12:27

      Já agora: vá chamar mentiroso à puta que o pariu. Com todo o respeito que me merece.

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