Saltar para o conteúdo

Económico TV

19 Setembro, 2012
by

Hoje, pelas 22h, serei entrevistado no Económico TV (ETV) sobre a actualidade política pela jornalista Marta Rangel.

Alteração à TSU versus alternativa

19 Setembro, 2012

Há também sempre a possibilidade de o Conselho de Estado nos mandar fazer omoletes sem ovos

18 Setembro, 2012

Governo está «moribundo», diz Mário Soares Ex-Presidente sugere a Cavaco que nomeio novo Executivo, sem recurso a eleições antecipadas

… guardar o socialismo na gaveta e de um ministro afirmar que se tem de partir a espinha à Intersindical.

Despesa pública representada no Conselho de Estado

18 Setembro, 2012

Juiz Conselheiro Rui Moura Ramos – Representa o Tribunal Constitucional, órgão criou o actual problema. Co-responsavel por um problema de 2 mil milhões de euros.

Dr. Alberto João Jardim – faliu a Madeira. Custou mil milhões de euros em 2011

Dr. Mário Soares – respresentane da Fundação Soares (500 mil euros/ano)

Dr. Jorge Sampaio, a sua vida após o défice tem sido passada na Fundação Guimarães Capital Europeia da Cultura.

Dr. Bagão Félix, ex-ministo das finanças. A sua maior contribuição para a consolidação das contas públicas foi a redução do IVA nas fraldas.

Dr. Francisco Pinto Balsemão, representa o grupo Impresa. Principal beneficiário dos 250 milhões que o Estado despeja anualmente na RTP.

Dr. Luís Marques Mendes, esteve nos negócios das energias renováveis.

Dr. Luís Filipe Menezes, arruinou as finanças da câmara de Gaia.

Hipocrisias

18 Setembro, 2012
by

Esta figura do mainstream que acusa compungidamente o governo de “falta de sensibilidade social”, tem agora uma oportunidade de ouro de lhe dar uma chapada de luva branca: nas suas empresas, continue a assumir exactamente o mesmo encargo que hoje com a TSU, não penalizando assim os seus trabalhadores e dando mostras de “hipersensibilidade social”.

A ter em conta

18 Setembro, 2012
Estado arrisca indemnização de quase 170 milhões por cancelar TGV Esta situação tem responsáveis directos: a 28 de Maio de 2010 o PS, PCP, BE e Verdes chumbaram a suspensão do TGV. Agora aconselham a que se faça o quê:
a) Constrói-se o TGV
b) Arrisca-se o pagamento da indemnização
c) Rasga-se o contrato, grita-se  “Fim à austeridade. Queremos as nossas vidas” e depois espera-se para ver o que acontece

sacrifícios

18 Setembro, 2012
by

Para um governo e uma coligação de dois partidos que estão a pedir tantos sacrifícios aos portugueses, o mínimo exigível é que façam o sacrifício de se entender.

A ver

17 Setembro, 2012

Estudo sobre a TSU

17 Setembro, 2012

O estudo feito por LA-C e colegas sobre a TSU parece não considerar 3 pontos fundamentais da proposta do PM:

1. O  crédito fiscal;

2. O ajuste que tem que ser feito ao IRS para assegurar que o corte no salário líquido é feito no mesmo valor percentual que o corte no salário bruto. Os 7% têm que ser no bruto e no líquido para simular o corte de um salário líquido ;

3. O efeito de uma medida alternativa que tenha a mesma receita e que respeite a decisão do TC.

Tanto o ponto 1 como o 3 parecem-me relevantes para as conclusões. O 1 baixa o custo da medida para o sector privado e o 3 aumenta o custo de uma eventual opção alternativa. Ponto 2 faz subir o salário líquido efectivamente recebido, o que pode alterar pelo menos um dos cenários.  No entanto só fiz uma leitura muito na diagonal e pode-me ter escapado alguma coisa.

Reacção às diatribes de um “Senador”

17 Setembro, 2012
by

Comentário publicado hoje na página do Facebook de António Capucho, relativamente à sua entrevista ao i:

Ler mais…

Porquê?

17 Setembro, 2012
by

IAG desiste de concorrer à privatização da TAP

Por causa da instabilidade política que se anuncia? Talvez, mas acho pouco provável. Aposto que será por causa da cláusula estúpida em que se pretende obrigar o comprador a manter o “hub” em Lisboa. Como já afirmei aqui, o resultado prático desse intervencionismo será o afastamento de compradores europeus e a desvalorização da TAP.

o que faria mário soares?

17 Setembro, 2012
by

Da forma como as coisas estão e prevendo-se que venham a piorar consideravelmente nos próximos tempos, só um governo que se sustente sobre os dois pilares do regime – PSD e PS – o poderá salvar (ao regime…), se é isso que os seus protagonistas ainda pretendem. Com Passos ou sem Passos, com Seguro ou sem Seguro, com Portas ou sem Portas, o regime não ficará de pé se o que aí vem não for apoiado e executado, pelo menos, pelos seus dois grandes partidos. De resto, foi isso que fez Mário Soares em 1983, em circunstâncias francamente mais favoráveis ao país do que são as actuais.

socialismo pede mais socialismo

17 Setembro, 2012
by

“As empresas poderão mesmo ser proibidas de distribuir lucros pelos seus accionistas”, de modo a “aproveitar os ganhos com a redução da TSU”.

.

Novas propostas do PSD, segundo a vice-presidente da sua bancada parlamentar, Teresa Leal Coelho, para “dinamizar a economia”, “modernizar as empresas” e “criar emprego”.

.

Sem comentários.

leitura obrigatória

17 Setembro, 2012
by

“Da dissidência”, do Filipe Faria, n’ O Insurgente.

Governo de Engonha Nacional

17 Setembro, 2012

Percebe-se o interesse dos senadores num Governo de Engonha Nacional. Nada melhor para manter o status quo do que um governo que tem que ter um consenso entre PS, PS, CDS e Presidente mas em que nenhum deles tem qualquer interesse em ser o mau da fita nem qualquer ganho em eventuais melhorias futuras. A ideia de Capucho de que Passos Coelho deve ser excluído dessa solução sugere que os senadores o consideram o inimigo a abater para tudo ficar na mesma.

E agora?

17 Setembro, 2012

»Juízes jubilados travam cortes nas suas pensões. Tribunal considera que tanto o corte no valor base das pensões como a aplicação da contribuição especial para pensões acima de 5.000 euros é inconstitucional. Quinze juízes jubilados da zona Norte do País avançaram para os tribunais e ganharam a primeira batalha contra os cortes no valor base das suas pensões, e também a aplicação da contribuição especial de solidariedade que recai sobre as reformas acima de 5.000 euros. O acórdão, recentemente proferido pelo Tribunal Administrativo e Fiscal do Porto, diz respeito a 2011 mas o processo poderá repetir-se este ano.»

Suspensão da democracia

17 Setembro, 2012

Capucho “Pode ser necessário um governo de salvação nacional, mas sem Passos”   A ideia de um governo de salvação nacional é muito mais perigosa que a crise. Não só representa uma suspensaõ da democracia como parte de princípios eles mesmos perigosamente anti-democráticos: no goveno de salvação nacional não há crises; ao governo de salvação nacional não há contestação; o governo de salvação nacional governará por amplos consensos. Não só nada disto é possível ou sequer desejável – o que é um governo sem contestação? – como o governo de salvação nacional gera dois outros problemas. O primeiro é a desvalorização dos partidos e do parlamento. O segundo decorre do primeiro: se o governo de salvação nacional falhar quem é o salvador que se segue?

pois é, uma vez mais o cds foi desleal com o psd

17 Setembro, 2012
by

Impressões

16 Setembro, 2012
by

A “tenaz” política

Deliberação TC pela equidade, CDS contra mais impostos. Era necessário muito bom senso – já sabemos o que aconteceu.

Mais socialismo

TSU variável em função dos rendimentos. Há socialistas onde menos se espera.

Ler mais…

Menezes, Porto e crise….*

16 Setembro, 2012
by

Luís Filipe Menezes já é candidato à C.M. do Porto. Não que já não o fosse, natural e inevitavelmente. Mas agora, sabemo-lo pela voz do próprio. Com frontalidade, sem tabus e definitivamente, segundo o que Menezes nos disse, (…), através da antena da SIC-N. Curiosamente – ou talvez não – Menezes decidiu assumir, com coragem, a sua candidatura no preciso momento em que nos encontramos no “olho” do furacão político e existencial, provocado pelas declarações de Passos Coelho e de Vítor Gaspar.

Ler mais…

Sol na eira e chuva no nabal

16 Setembro, 2012

«Quanto ao povo que protesta nas ruas, e que resume os excessos estatais a umas dúzias de motoristas e privilégios afins, protestaria em triplo se se tomassem as medidas de que Portugal carece ao invés daquelas que perpassam a cabeça dos nossos admiráveis governantes. No fundo, paira por aí a convicção unânime de que a Alemanha está obrigada a sustentar-nos, a título de “solidariedade” europeia ou formulação divina. Se em condições normais já seria difícil salvar o país, assim é impossível. Às vezes apetece ponderar se será desejável.» Alberto Gonçalves, DN

A propósito de contradições, no próxima renião de Conselho de Estado, Alberto João e Mários Soares vão cumprimentar os manifestantes? Mesmo que não tenham oportunidade para tal não deixarão certamente de ser vivamente ovacionados pelos manifestantes. Até podem fotografar-se com eles em Belém como in illo tempore se fez com aqueles motoristas do bloqueios da ponte.

o coelhinho

16 Setembro, 2012
by

.

.

.

.

.

.

.

;.

.

.
..

.

.

.

.

Se a tsu não baixar, este coelhinho morre.

Paradoxos

16 Setembro, 2012
by

É curioso querer mudar prazos constitucionais em nome da defesa da Constituição.

É curioso que uma Constituição que prevê tudo, não prevê a celeridade dos seus guardiães.

Discurso de Portas (II)

16 Setembro, 2012
by

É típico da vilania e hipocrisia em que a política “tuga” é fértil:

Por razões “patrióticas”, lá teremos de aceitar as medidas, mas não temos nada a ver com elas, a culpa é do parceiro do lado.

Discurso de Portas

16 Setembro, 2012

O essencial é isto: Portas disse que propôs alternativas à medida da TSU, mas não disse quais, nem ninguém perguntou. Quando falou de cortes falou nas PPP e da venda de património. Quando um político centra o seu programa de cortes nas PPP é porque reconhece que não tem grande entusiasmo por cortes, e de qualquer das formas, os cortes possíveis nas PPP não são alternativa à TSU, são complementares. Venda de património tem o problema de não haver quem o compre num mercado imobiliário deprimido. Conclui-se que a alternativa de Portas à medida da TSU era mesmo um aumento generalizado de impostos.

A new challenge for Mr Laffer

16 Setembro, 2012

Caro Joaquim,

.

Não devemos desiludir o Sr Laffer, mas cá entre nós,  sabemos que as manifestações de hoje não foram contra os impostos. Foram sim por um aumento equitativo de impostos. O governo não terá dificuldade em responder ao pedido dos manifestante de não aumentar a TSU recorrendo à medida alternativa óbvia, cortar 1 salário a cada português, seja ele trabalhador do público, do privado ou pensionista. Tendo por base 2012, será, obviamente, uma subida de impostos de cerca de 7% dos rendimentos do trabalho do sector privado e um aumento da despesa pública com salários e pensões de 7%. Se esta opção acabar por ser tomada, o Sr Laffer terá um caso interessante para estudar. Apesar deste aumento de impostos o aumento de despesa compensará a queda do consumo. Esperam-nos tempos interessantes.

PS – Please tell Mr Laffer that we in Portugal are all against taxes. We are so radically against taxes that our politicians prefer  to spend borrowed money instead of tax money and we usually agree with our politicians on this important matter.

(estou a treinar estrangeiro porque tenho impressão que vou precisar num futuro muito próximo)

Sondagem

15 Setembro, 2012

Alguém tem de ir estudar História

15 Setembro, 2012

Maiores manifestações em Portugal desde 25 de Abril

Revolta-te por mim

15 Setembro, 2012

As manifestações de hoje estão longe de traduzir a desaprovação em relação ao governo. A desaprovação em relação ao governo e sobretudo a desilusão com o governo é muito maior do que aquilo que viu ou verá nestas manifes pois nelas apenas está quem nunca apoiou este governo. A desaprovação em relação ao governo vê-se noutras coisas que não fosse a cápsula em que os jornalistas vivem directamente ligada ao folclore dos activismos bloquista e similares e vendo o mundo a partir das redes sociais e perceberiam que as manifestações de hoje não iam ser as maiores nem as menores de tempo algum. Alguns milhares de pessoas e imprensa militante a dar conta do grande acontecimento.Para lá desta evidência óbvia existe uma outra que entra pelos olhos dentro: quem apela à revolta da rua são os privilegiados do sistema. Aqueles que enriqueceram ou atingiram apreciáveis níveis de vida graças a esses estado que agora não conseguimos sustentar. São os artistas, os designers, os patrões da imprensa, os bispos eméritos das forças armadas, os provedores, os professores doutores em saberes  tão vagos quanto a licenciatura de Relvas, os empresários dos magalhães e similares, os sindicalistas com progressões automáticas garantidas…. que querem que o povo se revolte. Mas o povo foi para a praia. Se se querem revoltar revoltem-se eles. Mas isso não podem eles fazer porque têm um almoço, um jantar, uma viagem, uma exposição para montar… Eles estão a gozar e a tratar da vida enquanto sonham com montras partidas. Depois talvez fizessem um poema, uma exposição, uma tese, uma evocação… desse dia. Mas o povo não lhes fez a vontade. O povo que vai castigar este governo através da fuga fiscal e da abstenção não está para fazer o trabalho que as élites lhe pedem. E que pedem sobretudo para que elas élites do socio-estatismo possam voltar a ter a sua vida por mais algum tempo.

É no vão-se lixar que a minha vida ninguém me tira de quem se estende ao sol e mergulha no mar nos dias das manifestações, das eleições, dos dias disto e daquilo  que está a melhor expressão da resposta do povo ao governo e aos manifestantes.  E les marimbam-se para o governo e para as élites incomodadas. Lá no fundo o povo  gosta do país embora oficialmente lhe faça um grande manguito que é uma forma – a única que acham que lhes resta – de iludir a tristeza.

Luta contra os impostos deverá levar a mais impostos

15 Setembro, 2012

São cada vez maiores os sinais de que a luta do CDS por menos impostos conduzirá a mais impostos. Ou porque o CDS exigirá mais ministérios, ou porque será necessário  trocar cortes reais no défice por cortes virtuais ou porque se optará por substituir a medida da TSU por um aumento de impostos sobre o sector privado.

E quem paga as nossas ou vossas vidas?

15 Setembro, 2012

O slogan “Que se lixe a troika! Queremos as nossas vidas!” não é um slogan. É um grito de desespero de quem quer desesperadamente regressar ao passado.  Mas nem o mundo nem a demografia o permitem.  A não ser que façamos escravos ninguém paga as nossas vidas.

Questões de fé

15 Setembro, 2012

Uma das vantagens de estar um democrata na Casa Branca é que o presidente dos EUA  não foi responsabilizado por nenhum reacendimento do mundo islâmico nem por nenhum tiroteio em universidade alguma nem pelo desaparecimento das abelhas.  Que Deus ilumine os americanos na hora de votar e permita que Obama seja reeleito.

O que faria Paulo Portas?

15 Setembro, 2012

Paulo Portas tem passado a ideia que é contra as medidas do governo porque estas aumentam impostos, mas ainda não explicou como resolveria o veto do tribunal Constitucional sem um aumento de impostos. Estou muito curioso em saber como Paulo Portas responderia à sondagem do post anterior.

Sondagem

14 Setembro, 2012

Impacto do reset salarial na procura

14 Setembro, 2012

Então qual é o impacto do reset salarial na procura?

Lembro que o reset salarial consiste em aumentar a TSU do trabalhador em 7%, descer a TSU da empresa em 5,75% e compensar os salários mais baixos com créditos fiscais. Se a medida for bem feita, estes efeitos cancelam entre si e os impostos sobre o sector privado mantêm-se.  Neste pressuposto, quais seriam os efeitos na procura?

1. Procura externa. A procura por estrangeiros de bens produzidos em Portugal. Como as empresas exportadoras vão ter uma poupança na TSU, terão capacidade para vender a preços mais baixos ou para investir e vender produtos com mais qualidade a preços superiores. A baixa dos custos dos fornecedores contribuirá para este efeito.

2. Turismo de estrangeiros. A procura deverá aumentar, porque se poderão oferecer serviços mais baratos.

3. Procura de bens e serviços por funcionários públicos e reformados. Aumenta graças à baixa de preços, graças à descida da TSU, dos bens e serviços à venda.

4. Procura de bens e serviços por pessoas que trabalham no turismo para estrangeiros e no sector exportador. Aumenta, quer porque os preços baixam, quer porque estas pessoas trabalham em sectores não são afectados pela procura interna.

5. Investimento. Parte da baixa da TSU será usada por algumas empresas, sobretudo do turismo e exportadoras, para aumentar investimento.

6. Procura de bens e serviços por profissionais liberais, trabalhadores independente . Diminui ligeiramente devido à TSU.

7. Procura de bens e serviços por detentores de rendimento de capital. Aumenta.

8. Criação de emprego. Aumenta a procura.

9. Procura por parte de trabalhadores do sector privado não incluídos nas categorias anteriores. Diminui numa fase inicial. Apesar de este ser o factor dominante, é bastante diluído pelos anteriores.

10. Desalavancagem. Pagamento de dívidas por parte das empresas levará a que parte do dinheiro saia da economia num momento em que a esmagadora maioria dos agentes estão a reduzir exposição à dívida. Esta é a razão pela qual o efeito global é negativo, mas o efeito negativo não será tão grande como muitos temem.

O caldo entornou-se e isto pode não ter remédio

14 Setembro, 2012
by

Hoje, no Público, disse que Passos Coelho perdeu o país no dia em que comunicou as medidas. Não sei se vai conseguir recuperá-lo. E não consigo imaginar as consequências.

Previa-se mau tempo para Setembro. Mas declarou-se uma tempestade sem fim à vista. E o pior de tudo é que quem devia estar a segurar o leme não parece ter percebido a dimensão da borrasca.

O que aconteceu na sexta-feira foi uma ruptura psicológica. Antes de o primeiro-ministro falar, os portugueses encaravam com ansiedade o regresso à normalidade depois do Verão; depois da sua desastrada comunicação, estavam em estado de choque. Naqueles minutos, Passos Coelho perdeu o país. Não sei como vai conseguir recuperá-lo. E não consigo imaginar que consequências isso terá.

Os erros políticos do Governo entram pelos olhos dentro. Ler mais…

Mais rimas do Twitter

14 Setembro, 2012

Assim a gente não se amanha, que pague a Alemanha

Corte-se no Estado, não aqui, mas ali ao lado

Não votamos nela, mas adoramos a Manela

Estamos em estado de necessidade, queremos investimento público de proximidade.

A taxa tira-nos o tesão, dêm-nos inflação.

Esqueçam a taxa e façam estudos, paguem-nos antes em escudos.

Com a bicefalia, isto não falia.

O imposto estraga o nosso sustento, queremos crescimento.

Antes imposto para o Estado, que taxa para o empresariado.

Gaspar, tu vê lá se danças, queremos o António Sala nas Finanças

O Paulo Campos fez-me um coito, agora ando sozinho na A8.

Ler mais…

Palavras de Ordem para a Manif

14 Setembro, 2012
by

Tweets de @manuelparreira. Para gritar bem alto amanhã, na manif.

—

Chega de cravos, queremos o Sérgio Lavos.
Troika assassina, vota Catarina.
Abaixo a opressão, eu é que tenho razão.
Chega de confusão, quero mutualização.
Chega de maçada, a troika está errada.
Fartos desta ditadura, ouçam o Boaventura.
Destroika Portugal, venha o arrozal.
É o grande capital que impede o meu recital.
Não deixes p’rá amanha o que podes partir já.
É hora da verdade, não me taxem a herdade.
Ler mais…

?…

14 Setembro, 2012
by

Então a TSU não ia resolver isto, já em 2013?

Bendito país este

14 Setembro, 2012

em que as élites temem/desejam que o povo se revolte na hora de pagar as dívidas. Nenhum deles temeu, vaticinou, apregoou… qualquer tumulto enquanto o país se endividava.