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É fácil, é barato e rende notícias que se farta: acusar alguém de racismo

2 Março, 2012

O Ministério Público Federal quer retirar de circulação o Dicionário Houaiss. No entendimento dos procuradores, a publicação é racista ao definir “cigano” como “aquele que trapaceia; velhaco, burlador”.

Azeite Gallo acusado de racismo no Brasil

Pepe Reina acusado de racismo em anúncio

Manchester City faz queixa por adeptos do Porto chamarem “macaco” a Balotelli

John Terry perde braçadeira de capitão devido a acusações de racismo

….

Obs. Mais algum tempo e estes senhores  estarão a acusar os que se sentiram ofendidos por terem sido chamados macacos pois é uma evidente discriminação contra os macacos alguém que não se importa que lhes chamem dragões, águias, leões etc etc depois venha apresentar queixa por lhe terem chamado macaco.

À falta da revolta das massas aposta-se no que se pode

1 Março, 2012

Ou seja  a uma força com provas históricas indessmentíveis nestas coisas: «Os militares da GNR que esta tarde participam no «passeio contra as injustiças» derrubaram as barreiras de proteção montadas na Praça do Comércio, em Lisboa, conseguindo assim chegar à porta do Ministério da Administração Interna (MAI).Gritando «invasão, invasão», os militares derrubaram a barreira enquanto uma delegação da Associação dos Profissionais da Guarda (APG) e da Associação Nacional de Sargentos da Guarda (ANSG) entregava um documento reivindicativo, segundo descreve a agência Lus

Isto não se pode banalizar

1 Março, 2012

Hoje temos esta notícia  Aluna ataca professora  Temos tido outras. Como esta  Festa de alunos acaba em rixa  Ou esta Filmam agressão a aluna na escola    Aluna agredida por colegas acaba no hospital e faz queixa à GNR. Em que fica cada um destes casos? O que sucede depois na escola? Como se reflecte isto na vida dos professores?

 

Dinheirinho vs. autorização de residência

29 Fevereiro, 2012
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O exemplo Irlandês, neste particular, é muito interessante! Esta ideia, uns tempos antes, teria dado especial jeito a várias pessoas…por exemplo, Kadhafi, Mubarak. E até era capaz de ser um negócio que excederia as expectativas do Governo Irlandês (por exemplo, o ex-ditador líbio parece –  segundo o que foi veículado, na época, na imprensa, – que tinha umas contas e umas  aplicações muitíssimo consideráveis na “nossa” Caixa Geral de Depósitos)

Será que poderemos aproveitar a ideia?

Quem é que estará interessado (excluindo ex-ditadores e/ou “cidadãos do mundo”, com problemas com a justiça dos seus países de origem) em comprar uma autorização de residência aqui, em Portugal, mediante a aquisição de 2 milhões de títulos da nossa dívida pública?… Bom,  bem vistas as coisas, quanto é que vale o nosso tão precisoso sol? E o clima sempre ameno? E a gastronomia? E, e…..

Uma imagem que vale mil palavras

29 Fevereiro, 2012

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Esta fotografias estão nas edições do ABC, El Mundo, El Pais e dão conta daquilo que teimamos em chamar incidente ou confrontos com a polícia. Mas a imagem fala por si.

Fantástico, pá

29 Fevereiro, 2012

«Estudantes espanhóis pediram, esta quarta-feira, “menos cortes, mais educação” em protestos em todo o país, contra os cortes orçamentais na educação e a recente violência policial em Valência. Em Barcelona, viveram-se momentos de tensão entre manifestantes e a polícia. Vários contentores e motos foram incendiados, esta manhã de quarta-feira, em Barcelona, durante os protestos dos estudantes na universidade catalã.»

Este artigo do JN é fantástico: de um lado temos a violência policial do outro os estudantes que organizados num sindicato contestam os cortes e a reforma laboral.  Pelo meio temos estradas cortadas, motos incendiadas, uma estação de rádio invadida (mas para quê, senhores? Bastava-lhe mandar o comunicado por mail e era lido em toda a Espanha!) , uma reitoria ocupada.. mas isso são apenas uns incidentes. Violenta é a polícia.Em Espanha, com a passagem do PSOE para a oposição a rua voltou a ser usada por uma esquerda que só aceita a legitimidade das urnas quando ganha. Quando tal não acontece opta pela dinâmica revolucionária ou violencia callejera. Nessa estratégia, a esquerda espanhola conta com a boa vontade da imprensa hermana de Portugal.

Justiça para Artur Barros Basto

29 Fevereiro, 2012
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Hoje de manhã, a 1.ª Comissão Parlamentar (Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias) aprovou por unanimidade o Parecer da minha autoria acerca da Petição que pede a reabilitação póstuma do capitão Artur Barros Basto, vítima de segregação político-religiosa em 1937. Foi, ainda, incluída uma alteração que reforça a atenção da 1.ª Comissão sobre o desenvolvimento ulterior do processo.
Um primeiro passo no sentido da boa solução de uma vergonha que se arrasta há demasiado tempo.

Nestas coisas convém mesmo separar as águas

29 Fevereiro, 2012

Segundo o projecto ‘Safe House’, um dos previstos no Programa de Desenvolvimento Comunitário da Mouraria, a autarquia lisboeta cederia um imóvel devoluto para instalar o bordel. As associações que propõem a criação do bordel são a Obra Social das Irmãs Oblatas e do Grupo Português de Activistas sobre Tratamento do VIH-SIDA.

Não sei se o CM tresleu (quero crer que foi isso que aconteceu) ou se as Irmãs Oblatas mais os activistas se passaram mas não me parece que o papel das irmãs oblatas mais dos activistas seja o de gerirem bordeis mesmo que tenham nomes politicamete correctos como Safe House mas sim ajudarem as pessoas que trabalham nos bordéis entre outras coisas a deixar essa actividade, caso seja essa a sua vontade. E muito menos me parece adequado que a CML disponibilize um edifício seu para funcionar como bordel só pq será dirigido pelas irmãs oblatas ou pelos activistas e não pelos senhores do costume.

29.02.2004

29 Fevereiro, 2012

Não sabe, não mexe

29 Fevereiro, 2012

“Um estado que não faz bem o que lhe compete, não deve tentar outras aventuras.”
No Correio da Manhã

Um caso exemplar

28 Fevereiro, 2012

Durante 24 horas tivemos um Krugman para todos os gostos. Na TVI falei sobre a desresponsabilização que Krugman faz dos políticos e a propósito disso recordei a história do Megamail, depois ViaCTT… a tal caixa postal electrónica que o Estado nos oferecia e não fazia falta alguma. Agora temos de a usar obrigatoriamente ou seremos multados. Vale a pena recordar como tudo começou:

2000 – O então primeiro-ministro António Guterres prometeu um “mail para todos” e num ápice foi criado o Megamail. Do milhão de caixas anunciadas apenas uma pequena parte foi activada e o serviço que o então ministro da Ciência e Tecnologia, Mariano Gago, definira como “ímpar” foi morrendo por falta de utilizadores. Afinal não só o Megamail funcionava mal como sobretudo não fazia falta alguma: os cidadãos já tinham então caixas de correio electrónico alojadas em endereços que funcionavam muito melhor

2005 – o executivo olhou para a gaveta das ideias dispendiosa e disparatadamente inúteis e volta a teimar em oferecer-nos uma caixa de correio electrónico: o “mail para todos” deu lugar ao “e-mail por cidadão”, o milhão de caixas passou a dez milhões, o Megamail passou a ViaCTT. O entusiasmo do então  primeiro-ministro, que já não era Guterres mas sim Sócrates, esse é que ia em crescendo: o ViaCTT, garantiu Sócrates, é “um projecto emblemático” do Plano Tecnológico que procura garantir a “universalidade” e a “democratização das tecnologias de informação”.

2008:  Dos 10 milhões de caixas anunciadas só falta a adesão de 9 mil 900

2010 – A ViaCTT tem 132 mil utilizadores. Para aumentar este nº foi assinado um protocolo com as Finanças

2012 – Os contribuintes do regime de IVA vão ser obrigados, já a partir de Abril, a ter um endereço electrónico nos Correios para receberem as notificações do Fisco.

Coisas que não entendo

27 Fevereiro, 2012
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Alguém me pode explicar por que razão todos os contribuintes que pagam IVA têm de ter um email dos CTT?

Antigamente todos os funcionários públicos tinham de ter conta na Caixa-Geral de Depósitos, mas essa era já acabou. Por que volta então sob a forma de perseguição aos contribuintes? Para desmaterializar as relações entre a administração fiscal e os contribuintes não bastarão os emails de cada um? Não funciona já esse sistema razoavelmente bem (sou testemunha)? Porquê impor a adesão a uma conta que é um fiasco nacional? Será para valorizar a privatização? Será para, depois, os CTT venderem as listas de email para fins de propaganda comercial? Alguém terá uma agenda oculta contra o gmail?

Alguém pode explicar mais esta tipo “big brither is watching you”? Não teremos emenda?

Bate certo

27 Fevereiro, 2012

Diez trucos infalibles para ganar el Oscar Si eres un director primerizo con una única meta, sigue estas sencillas instrucciones y tendrás el éxito asegurado

O novo pacto germano soviético: a purificação da raça através do apagamento da diferença sócio-sexual

27 Fevereiro, 2012

Vale a pena ler este texto linkado pelo 5 Dias: «O discurso de que as crianças precisam da presença simultânea de uma mãe e de um pai tem subjacente a concepção que a maternidade e a paternidade implicam capacidades mutuamente exclusivas e estereotipadas em termos de género e que estas devem ser transmitidas à geração seguinte. Este paradigma essencialista (Silverstein e Auerbach, 1999) associa às diferenças biológicas e reprodutivas que se verificam entre homens e mulheres, diferenças de género no comportamento parental: a maternidade e a paternidade corresponderiam assim a papéis sociais distintos, vinculados de forma irrevogável ao sexo biológico do progenitor. À boa maneira psicodinâmica clássica teríamos, «de um lado uma mãe ao serviço da criança, prestadora de cuidados e guardiã de todos os afectos e, de outro lado, um pai, razoavelmente distanciado e introdutor da Lei social (…)» (Leal, 2004: 224). Esta diferenciação de papéis é visível sobretudo em casais heterossexuais que aderem a identidades e papéis de género tradicionais. Não obstante algumas mudanças, continuam a ser as mulheres quem investe mais na esfera familiar e no papel parental (Wall, Aboim e Cunha, 2010). No entanto, considerar a família heterossexual, com uma divisão tradicional de papéis, como o modelo desejável de parentalidade corresponde mais a um projecto ideológico do que a um facto cientificamente provado. Segundo Timothy J.Biblarz e Judith Stacey (2010) a maior parte das investigações a partir das quais foram retiradas conclusões sobre diferenças de género em termos de parentalidade não foram desenhadas para responder a esta questão. Para estes autores, a convicção de que é essencial a presença simultânea de um pai e de uma mãe tem, sobretudo, origem em estudos que confundem os efeitos de variáveis distintas, que interagem de formas complexas. Por exemplo, concluir que dois progenitores de sexo diferente são o contexto ideal para o desenvolvimento de uma criança, a partir de investigações que compararam mães solteiras com famílias nucleares tradicionais (e.g., Blankenhorn, 1995, in Biblarz e Stacey, 2010) é uma falácia. Em bom rigor, estes estudos não controlam o efeito do número de progenitores ou o seu estatuto conjugal e outras variáveis relacionadas (como, por exemplo, o nível socioeconómico).»

Ora para combatermos o estereótipo de género, o paradigma essencialista, a psicodinâmica clássica, o tradicionalismo da adesão à divisão tradicional de papéis da família heterossexual  e não cairmos na falácia do modelo desejável de parentalidade devemos promover o quê?

Ir cantando a ladainha Grega, até o Santo cair!

27 Fevereiro, 2012
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Parece ser o que se passa, em termos de discurso político europeu, com a Grécia.

Agora, de um modo claro, foi o Ministro alemão do Interior que praticamente já deixou cair o Santo (neste caso, a Grécia). Mas a ladainha já tinha começado a ser entoada, de forma menos explícita, desde há uns tempos a esta parte. Quem estivesse atento ao discurso político das Instituições e, de um modo geral, de políticos com responsabilidades na UE, perceberia: independentemente das declarações de Barroso, jurando segurar a Grécia até ao limite, lá fomos ouvindo a própria Comissária Grega das Pescas dizer que, para a zona Euro, não seria nenhum drama se o seu país saísse da moeda única. Depois foi a Comissária Neelie Kroes (da “agenda digital”), a dizer a mesma coisa, de forma mais contudente (a própria União e o processo de integração não sofreriam com a queda da Grécia em default). Em paralelo, alguns políticos (sobretudo do eixo franco-alemão) começaram, de forma inusual e muito anti-diplomática, a dizer abertamente mal dos políticos gregos. Tudo isso eram (são) sinais de que, de facto, o objectivo, agora, já será deixar cair a Grécia controladamente. Como explica o José Manuel Fernandes, aqui, “na imprensa internacional tanto vozes eurocépticas (como Ambrose Evans-Pritchard, doThe Telegraph), como federalistas (caso de Wolfgang Münchau, do Financial Times) juntam-se a uma legião de economistas (de que um exemplo é Hans-Werner Sinn, responsável de um dos mais importantes think tanks económicos da Alemanha, em entrevista à Spiegel) que defendem o regresso da Grécia ao dracma. Sem dramatismos, apenas por realismo”.

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Óscares – 2

27 Fevereiro, 2012

Em Noite de Óscares, as minhas escolhas: Gary Oldman (“A Toupeira”),
Rooney Mara (“Millenium – Os homens que odeiam as mulheres”), Michel Hazanavicius (“O Artista”).

Evidências: o modelo social europeu acabou

26 Fevereiro, 2012
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É muito raro um responsável europeu falar com clareza. Mas Mario Draghi, presidente do BCE, fê-lo em entrevista ao Wall Street Journal. Até reconheceu umas evidências:

The European social model has already gone when we see the youth unemployment rates prevailing in some countries. These reforms are necessary to increase employment, especially youth employment, and therefore expenditure and consumption.

You know there was a time when (economist) Rudi Dornbusch used to say that the Europeans are so rich they can afford to pay everybody for not working. That’s gone.

Vale a penas ler tudo.

A morte do interior… segundo Seguro.

25 Fevereiro, 2012
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É uma morte Segura! Há muito tempo que o é. Há muito tempo que se sabe que essa morte está em marcha…. Há muito tempo que falamos de reforma do Estado, sem avançar para a verdadeira e estrutural reforma organizativa do dito cujo, ou seja, a regionalização. Mantendo-se, sem incómodos, uma situação de inconstitucionalidade.

Agora, Seguro vem dizer aquilo que todos sabemos. Curiosamente, foi no último Governo do PS (de Sócrates) que este mesmo partido (agora, de Seguro…mas pouco!) também deixou cair a regionalização que constava do seu programa. Pela voz de Sócrates himself e em Matosinhos, naquele célebre Conselho nacional/Congresso de aclamação, de hossanas, hosanas ao ex-líder, típico de fim de ciclo.

Temos a cozinha a arder. Vamos saltar pela janela?

25 Fevereiro, 2012
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Há um ponto em que todos parecem de acordo: a crise grega não pode acabar bem. Mas o consenso acaba no momento deste prognóstico. É mais difícil assumir que quase todas as receitas alternativas são muito difíceis de digerir. Pior: que algumas delas podem também vir a ser aplicadas em Portugal.

Porque é que a crise grega vai acabar mal? No essencial, porque ninguém acredita que este último pacote de ajuda resulte. Ler mais…

O meu modesto contributo

25 Fevereiro, 2012

para o fim da polémica em torno da tolerância no Carnaval: convida-se o PCP a integrar o governo dando-lhe as pastas afectas ao trabalho. Num ápice acabam-se as tolerãncias de ponto, as greves no sector público tornam-se reaccionárias e naturalmente somos todos convidados a participar em mais um Dia de Trabalho para a Nação.

Óscares 1 – Dama de Ferro

24 Fevereiro, 2012

Anda por aí um filme que tenta diminuir a estadista que foi Margaret Tatcher. Num registo pessoal e íntimo, apouca Margaret Tatcher. Em termos ´políticos, retrata-a como determinada, mas arrogante e insuportável. O filme é um frete político, provavelmente ganha um óscar.

Administração Eleitoral

24 Fevereiro, 2012

JORGE MIGUÉIS, sábado, no Porto para debater o tema. Na Universidade Lusófona, às 11 horas.

Apareçam

23 Fevereiro, 2012
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Evocações da URSS

23 Fevereiro, 2012

I) O responsável do comité local contratou um artista para animar o povo

II) O artista em causa tal como muitos artistas do país têm nas encomendas dos comités locais uma importante fatia d seu trabalho

III) O artista atendeu um telefonema durante o concerto

IV) O responsável do comité local declarou-se ofendido em nome do povo

V) O responsável do comité local garante que o artista em questão não voltará a actuar na área de influência do seu comité. Desconhecem-se as movimentações que o responsável do comité local está a organizar para impedir o artista de actuar naquela zoonha geográfico-adminsitrativa mas o tempo dará conta delas.

Qualquer semelhança entre o sucedido nesta República da URSS e este concelho de Portugal é pura coincidência:

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Finalmente, alguém fala nisto!!!

23 Fevereiro, 2012
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Campos e Cunha: “Portugal devia ter política de excedentes orçamentais desde 2000”

Urge que este tema – excedentes orçamentais – seja amplamente discutido e se visem políticas visando a sua prossecução. Em Portugal e na Europa. Para já, só a Srª Merkel o tem abordado muito em surdina, sabendo que a solução das dívidas excessivas passa necessariamente por aqui. Aliás, seguissem os Estados políticas orçamentais responsáveis e as dívidas públicas tenderiam a anular-se.

Acho que Seguro se enganou no texto….

22 Fevereiro, 2012

A sério que António José Seguro quer que o primeiro-ministro português assine este texto?

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Muito me espanta que o PS defenda a liberalização comunitária do sector dos serviços, ou a extinção de regulamentos de restrição de acesso a certas profissões protegidas nacionalmente, ou a celebração de acordos de comércio de livre com os EUA  e países do Mercosul . Mas se assim for, antes atrasados do que jurássicos.

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Claro que se pode dar o caso de nem ter lido o texto, e seguido apenas os título da imprensa, pois que Seguro no mesmo momento defende que deveria ser incluído aquilo que expressa e repetidamente os signatários sempre rejeitaram e continuam a rejeitar, como sejam «Emissão de eurobrigações, a emissão de moeda pelo BCE, uma agenda de rating, harmonização fiscal».

Ou seja, Seguro critica a não assinatura de Passos num texto que idelogicamente ele, Seguro, não assinaria,  e à boleia defende que deveriam ser introduzidas posições que nenhum dos signatários assinaria.

Next…

22 Fevereiro, 2012

Os senhores deputados levam um destes aqui ao lado para as salas das comissões e não se fala mais nisso. Podemos passar ao seguinte fait-divers?

Fonte santa

22 Fevereiro, 2012

Quanto ganha um funcionário da AR? Quanto ganha um funcionário duma empresa de águas engarrafas? A avaliar por estas contas Parlamento rejeita beber água da torneira porque sai 30 vezes mais podemos concluir que na AR se ganha 30 vezes mais a encher garrafas? Dado o custo do lavar e encher dos jarros na AR o nosso parlamento podia dedicar-se ao segmento de produtos de luxo. Para já podia começar pela água da torneira com o engarrafamento mais caro do mundo.

O princípio da alavanca aplicado à política

22 Fevereiro, 2012

Nenhum dos detidos na manifestação dos estudantes Valência era estudante. Estranho? Não só para quem não tiver estudados as alavancas: “Cuando la izquierda se sumerge en la oposición, el empuje que ejerce sobre la calle es igual al peso del poder perdido”.

21-02-2012

21 Fevereiro, 2012

«TVI impedida de filmar começo do Eurogrupo»;

«Marrocos proíbe edição de jornal El País por caricatura do rei»

PRIVATARIA

21 Fevereiro, 2012

“Com estes reguladores e fiscalizadores, teme-se que os capitais públicos continuem a ser alienados sem se saber como nem a quem. Estão à mercê da pirataria.”
No Correio da Manhã

Rubalcaba amigo, o EXPRESSO está contigo

21 Fevereiro, 2012

Polícia espanhola disposta a travar “Primavera Valenciana”

Pelo andar dos títulos do EXPRESSO  em menos de um mês a ETA volta ser no EXPRESSO como era no tempo de Aznar um movimento basco que tinha combatido Franco e que só por falta de diálogo não se integrara na vida democrática. Só não sei se o dr. Soares vai voltar a ser mediador no processo de paz.

Escrever manifestos é fácil

21 Fevereiro, 2012

A propósito do segundo resgate da Grécia e das declarações de AntónioJosé Seguro fiz o seguinte comentário na TVI Ainda a propósito da Grécia recomendo que se leiam os franceses que por uma vez fazem contas: Grèce : qui va payer quoi? e se deixam de eufemismos. Por isso aquilo que em português  se escreve eufemisicamente assim FMI vai decidir em Março participação no novo resgate à Grécia os franceses explicam assim: Très engagé en zone euro, le FMI hésite à prêter plus

Este pessoal vota sem sequer ler, só pode….

20 Fevereiro, 2012

«Resolução da Assembleia da República n.º 22/2012. D.R. n.º 33, Série I de 2012-02-15 – Assembleia da República
Recomenda ao Governo que promova o estabelecimento de uma concorrência saudável no setor do leite e dos produtos lácteos, reabra a discussão do regime de quotas leiteiras nos fóruns próprios da União Europeia e defenda intransigentemente a sua manutenção na regulamentação comum do leite e dos produtos lácteos»
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é que a promoção de uma «concorrência saudável» é em tudo contrária ao sistema socialista do «regime de quotas leiteiras».
Sem espanto, se  a concorrencia é recomendada, já para o seu contrário, as quotas, é defendida a «defesa intransigente»….não fosse passar a haver uma concorrência saudável em que cada produtor produza o que bem entenda e possa.

Enfim…., para além do analfabetismo funcional, continua tudo na mesma.

Nunca pensei dizer isto

20 Fevereiro, 2012

Mas concordo com quase* tudo o que Pedro Silva Pereira aqui escreveu.

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Livro de estilo

20 Fevereiro, 2012

Rajoy defende reforma laboral, povo está em luta – Este título do Expresso online é um bom exemplo do estado das redacções ( e tb da particular afeição do Expresso pelo PSOE mas essa é outra conversa que no tempo de Aznar os levou a produzir as mais disparatadas notícias sobre a ETA ) Em Espanha aconteceram dezenas de manifestações nos últimos anos. Na verdade poucas foram associadas ao PSOE pois este partido encontrava-se no poder e as centrais sindicais mostraram uma conveniente apatia perante o descalabro da economia espanhola. As centrais sindicais espanholas só se mobilizarm quando se tornou óbvio que o PSOE ia perder as eleições ou melhor dizendo que o PP as ia ganhar. Mas voltando às manifestações  ocorridas em Espanha nos últimos anos apenas posso contatar que elas poucas vezes foram noticiadas por cá. Não calhava. Não tinham interesse. Mesmo iniciativas com as das famílias de Mari Luz e Marta del Castillo pouco foram referidas em Portugal e contudo estas duas famílias conseguiram organizar manifestações em dezenas de cidades e organizar petições com milhões (sim, milhões) de assinaturas.  Enfim deve estar no livro de estilo que aquilo não é apadrinhado pelos socialistas não deve ser noticiado ou então deve ser menosprezado.

As “tias” e a queda política do presidente…

19 Fevereiro, 2012
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O afã de Marcelo Rebelo de Sousa em defender Cavaco Silva é tão contraproducente que já deve ser uma dor de cabeça para o presidente da república.
Delirei com a constatação da quebra de popularidade por entre as “tias de Cascais” e com a exigência marcelista de que o “futuro candidato a presidente, Durão Barroso” chame os seus “apaniguados” para os silenciar nas maledicências contra Cavaco.
Enfim, só espero que a delegação da Troika, na avaliação que está a ultimar, não dê relevância a esta triste amostra do País que somos…

As corporações estão pela hora da morte

19 Fevereiro, 2012

Num tempo em que as comadres se zangam ou como estratégia pré-zanga a comadre Estado começa a divulgar quanto custam os sindicatos e associações patronais. Em França a questão de   L’argent caché des syndicats foi levantada pelo   Relatório Perruchot sobre o financiamento dos sindicatos. Este relatório  divulgado pelo Le Point foi mantido confidencial durante algum tempo pelos deputados. Em Espanha fazem-se contas a essa imensa legião de liberados e muito particularmente à estranha forma de vida daqueles que estão à frente dos sindicatos. E por cá como será?

A senhora italiana e a senhora espanhola

19 Fevereiro, 2012

É curioso como a história da cega que via e ludibriou a segurança social italiana tem sido notícia. Caso fosse funcionária de uma empresa privada a sua história teria sido tão divulgada? Não sei. Mas talvez não. Exactamente no mesmo ano em que a senhora italiana passou fiscalmente a ser cega em Espanha uma outra senhora também adoeceu de uma doença que a impede de trabalhar mas não a impede de desenvolver outras actividades nomeadamente políticas. Simplesmente a senhora espanhola trabalha num empresa privada e não choca ninguém que esta tenha encargos sete anos com alguém que por sinal até tem uma activa e saudável vida municipal e cobra por isso. Mais a  dita senhora espanhola até reclamou porque a empresa não lhe fez chegar o tradicional cabaz de Natal que as empresas em Espanha costumam oferecer aos trabalhadores. Enfim já se conseguem fazer notícias sobre os trabalhadores que enganam o fisco. Mas se enganarem a empresa ainda não se considera que isso seja um prejuízo.

Rua

18 Fevereiro, 2012

O que vale é que os gestores dessas empresas vão ser todos despedidos com justa causa e sem indemnização.

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É que o despacho a determinar aqueles limites (redução de 15% em despesa e limite de 6% de aumento divida) diz expressamente que a violação desses limites constituiu violação das orientações de gestão para efeitos de demissão (artº25º) dos gestores públicos incumpridores.