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O terror do batalhão em cuecas

28 Fevereiro, 2015

Tema do meu recente trabalho para o Observador: Omar. Moxico. Bambadinca… – Falar de descolonização implica falar de militares. E nos anos de 1974 e 1975 falar das Forças Armadas portuguesas implica falar do “batalhão em cuecas”. Ou seja dos sons, das imagens e dos testemunhos sobre as humilhações a que, na Guiné, Moçambique e Angola, estavam ou poderiam vir a estar sujeitas algumas unidades militares.

Entre as explicações que os militares e líderes políticos com responsabilidades na descolonização têm dado para a forma como esta foi feita, conta-se invariavelmente a referência à influência dos jovens radicais que gritavam em Lisboa “Nem mais um soldado para as colónias”. Mas na verdade o problema não foram estas manifestações, por mais que elas tivessem irritado as chefias militares.

O problema é que, como em Lisboa bem se sabia, seria até preferível que os soldados já não partissem para as colónias: quebrada a cadeia hierárquica de comando, os militares protagonizam em África episódios que, para bem das Forças Armadas, Portugal não devia conhecer. Para os políticos e chefias militares que falharam no seu imaginário de libertadores, o “batalhão em cuecas” funcionou como derradeiro argumento desculpabilizador. Nas mãos daqueles que em 1974 e 1975 aplicavam à prossecução dos seus objectivos ideológicos o que tinham aprendido nos manuais militares de acção psicológica, o “batalhão em cuecas” foi uma notável peça táctica.

Desde o Tratado de Tordesilhas que não nos davam esta importância

28 Fevereiro, 2015

Tsipras acusa Espanha e Portugal de liderarem “eixo de poder” contra Atenas

O mundo visto de Atenas

28 Fevereiro, 2015

Portugal manda os Comandos e a Espanha a Legião (só não sabemos se mandam tb a cabra)

28 Fevereiro, 2015

Tspiras acusa Portugal e Espanha de liderarem eixo para derrubar o Governo do Syriza

Feliz aniversário

28 Fevereiro, 2015

comite-varoufakis

Quem são os investidores chineses?

27 Fevereiro, 2015

Os membros da comunidade chinesa a viver em Portugal não são propriamente “investidores chineses”. Muitos estão em Portugal há dezenas de anos, muitos são residentes há vários anos e muitos são cidadãos portugueses. Os mais jovens andaram nas escolas portuguesas e frequentam as universidades portuguesas. Na sala estavam Susanas e Helenas e Sérgios e Pedros. Estava o director do SEF, o da PJ e o do serviço de informações, um representante do AICEP, o Secretário de Estado do Ensino Superior, o presidente da Câmera de Gaia, etc. Foi para estas pessoas que o Costa falou. O evento foi filmado pela CCTV-Portugal, um canal bilingue luso-chinês. Costa prestou declarações a uma repórter portuguesa e todo o evento foi em português.

Director do JN esteve presente e não ouviu nada digno de ser noticiado.

como o tempo passa

27 Fevereiro, 2015
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Parabéns a’ O Insurgente, que faz hoje 10 anos. Parece que foi ontem! Têm a certeza que contaram bem?

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