Skip to content

alguém tem que nos defender do capital

19 Dezembro, 2014
by

A TAP, empresa pública portuguesa, é um património colectivo de que todos nos devemos orgulhar.

A TAP liga Portugal e os portugueses ao mundo, nobre ideal que vem do tempo das caravelas, só suportado pelo altruísmo e generosidade de todos os contribuintes, que a ganância privada imediatamente destruiria em busca do lucro fácil e do vil metal.

Sem a TAP os portugueses da diáspora veriam quebrados os ténues laços que os unem à pátria.

É em nome destes princípios e ideais que a TAP decide fazer greve no Natal e no Ano Novo. Alguém tem de defender os portugueses contra o grande capital e a cupidez dos mercados.

Privatizações irónicas

19 Dezembro, 2014

Não foi para se privatizar que o Dr. Salazar criou a TAP ou a RTP.
Respeitemos a ideia que o Dr. Salazar tinha para o país: abaixo as privatizações irónicas.

/home/wpcom/public_html/wp-content/blogs.dir/d0f/2455425/files/2014/12/img_8606.png

Continuo sem perceber

19 Dezembro, 2014

porque não pode José Sócrates dar entrevistas.

E fazer com que os sindicatos fossem serviço público?

18 Dezembro, 2014

Independentemente de fazer ou não sentido a requisição civil apresentada hoje para colmatar o mal já feito pelo pré-anúncio de greve da TAP na semana do Natal, greve esta tão moralmente censurável como greve aos exames nacionais ou ao serviço de urgência hospitalar, o argumento anti-privatização a partir do pressuposto que, ao fazer a requisição civil, o governo opta por evidenciar o serviço público imprescindível fornecido pela TAP, simplesmente não colhe frutos.

Ninguém diz que a TAP não faz um serviço público importantíssimo. A Ryanair também faz e não é por isso que deve ser nacionalizada. O que isto evidencia é que serviço público importantíssimo não pode ser gerido por grupos de interesse com poder suficiente para chantagear contribuintes. Dito de outra forma, se não é passível de requisição civil, não deve ser gerido pelo Estado; se é gerido pelo Estado deve ser consensual que é passível de requisição civil.

Aliás, nenhuma greve percepcionada como não possuindo risco acarreta qualquer poder reivindicativo. Uma greve só é consequente se há risco real de despedimento do grevista, que opta por aceitar esse risco em prol da possibilidade de benefício maior. As greves que se vêem na função pública e em empresas públicas são menos que teatro, são uma fantochada de privilegiados habituados a vacas gordas que apenas servem para alimentar a engrenagem dos palonços cuja função na vida é empecer por vício.

Em Portugal ninguém desvirtua mais a função sindical que os próprios sindicatos. Eu começaria por dissecar o financiamento destes antes de emprenhar pelos ouvidos qualquer ceninha que vos faça sentir bem com o que julgam ser magnânimas demonstrações espalhafatosas de bondade; mas cada um humilha-se com o que quer.

O PS alinhar na posição do papalvo inútil não é surpreendente: sempre tiveram dificuldade em distinguir o que é do Estado do que é do partido.

não tem meio termo

18 Dezembro, 2014
by

Os objectivos das greves recentes da TAP são clarinhos como água: evitar a sua venda, desvalorizando a companhia com prejuízos consideráveis e, sobretudo, enviando aos potenciais compradores a mensagem de que a companhia é ingovernável sem os sindicatos, o que assusta qualquer investidor. Neste braço de ferro, o governo, de duas três: ou privatiza ou capitula. A requisição civil é um remendo de circunstância. Já a questão de fundo não tem meio termo.

Só faltava mesmo mais uma idiotice…

18 Dezembro, 2014

Requisição civil? Esta gente é parva ou faz-se.

Estamos porventura em situação de Estado de Sítio ou Estado de emergência?

Não? É que não conheço outras situações em que os direitos civis dos cidadãos possam ser legitimamente restringidos. Então querem obrigar as pessoas a trabalhar negando o direito à greve? Lamento informar, mas tal «resolução do conselho de ministros » é treta e letra morta.

Pode a greve ser uma chatice, e pode-se discordar das suas razões, mas isso não dá direito ao governo de tentar alinhar na idiotice vigente e  ser mais estúpido do que o habitual.

A partir de hoje o Jingle Bells não soa ao mesmo

18 Dezembro, 2014

Quantas horas tem o disco de Natal da TAP? Estou há largo tempo a tentar alterar as datas de um voo na TAP. Creio que Já ouvi o Jingle Bells mais vezes que a Gaivota voava em 1975

Seguir

Get every new post delivered to your Inbox.

Junte-se a 34.909 outros seguidores