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O sustento da criança sempre em primeiro lugar

3 Julho, 2015

António José Morais a propósito do envolvimento do seu nome no curso de José Sócrates na Universidade Independente e no caso Cova da Beira declara que jornalistas, Ministério Público e demais forças declara: Perseguem-me durante anos, humilham-me publicamente, fustigam-me com notícias tendenciosas e falsas e durante anos e anos, sacrificam-me os filhos,”

Curiosamente o mesmo António José Morais expõr a sua vida, a da sua ex-mulher e a de uma criança nestes termos que me abstenho de classificar: “Em Setembro de 2003 já estava separado e vivia num hotel em Sintra. Por razões profissionais tive nesse mês que me deslocar a Angola. A minha ex-mulher, surpreendentemente, pediu-me para a levar comigo, propondo-me mesmo partilhar o quarto de hotel, para diminuir despesas. Achei estranho, para quem dizia de mim cobras e lagartos, que me detestava e não me suportava…! Mas, numa de querer uma separação e divórcio amigável, lá acedi. (…) Em Luanda compartilhámos o quarto e a mesma cama…!”
“Caí que nem um patinho na armadilha…!”
“Passadas duas semanas após o regresso a Lisboa, Ana Simões informa-me que está grávida. Comunica-me que eu ia ser pai! Fiquei surpreso e questionei-a como podia ser eu o pai, dado que não vivíamos juntos já há algum tempo, apesar de me recordar do que se passara em Luanda (partilhámos a cama…!)”
“Bom, nada podia fazer. Naturalmente tive que assumir o sustento e a paternidade da criança.” 

Presumo que a parte do sustento da criança já esteja a caminho de ser regularizada  pois há alguns meses ficámos a saber:António Morais, ex-professor de José Sócrates, processou a sua ex-mulher e Armando Vara. Aos dois reclama o pagamento de uma indemnização de 160 mil euros, valor dos alegados gastos que teve durante mais de seis anos, com uma filha que afinal não é sua, mas de Armando Vara.

A inveja

3 Julho, 2015

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Governo tem atitude de inveja com a Grécia, diz Costa.

Finalmente, uma proto-candidatura presidencial à altura

3 Julho, 2015

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Estamos falidos, mandem mais bitcoins

3 Julho, 2015

Parece* que há um relatório do FMI que diz que a dívida grega não é sustentável e que a Grécia precisa de mais 50 mil milhões. A ser verdade, não percebo bem o entusiasmo do campo anti-austeritário. Se de facto a dívida grega é insustentável, parece-me evidente que eles têm um problema. Parece-me que tão cedo não têm crédito e que vão ter austeridade por um tempo muito, muito longo. Se precisam de 50 mil milhões e a dívida actual é insustentável, então têm um problema muito sério. Deve ser difícil dizer a um credor: “olhe, não lhe posso pagar, mas preciso que me empreste mais”. Acho que o credor não vai ficar entusiasmado.

*(isto é, dou de barato que não há de novo uma tresleitura engajada por parte dos jornalistas)

Demite-se… É uma promessa eleitoral?

2 Julho, 2015

Acho pouco relevante se o Varoufakis se demite ou não se demite na sequência de um referendo que – na minha opinião – só serve para Tsipras poder replicar o chavismo na Europa, substituindo a farda militar por camisas e o fato de treino garrido pela ausência de gravata.

Muitas pessoas parecem ouvir Tsipras e Varoufakis como agentes normais de uma democracia europeia com maturidade, como se marxistas burgueses talhados desde o dourado berço para a ruptura do conceito geracional de “queda do muro de Berlim” tenham credibilidade para que as suas palavras assumam significados convencionais.

A minha aposta é que a chamada “situação grega” ainda está a começar. Não vos digo se votaria SIM ou NÃO, caso fosse grego; digo-vos, sim, que aproveitaria este compasso de espera até ao referendo para fazer as malas e partir para um daqueles locais onde o amanhã não canta porque está ocupado a viver.

boa tentativa

2 Julho, 2015
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A de Francisco Assis, no Público de hoje, a fazer de conta que não dera pelo entusiasmo syrizico que António Costa exibiu no dia da vitória do Bloco de Esquerda grego e da derrota histórica do PASOK, e nos dias que se lhe seguiram. Escreveu ele, que é um homem sensato e sempre disposto a ajudar quem precisa, que “razão teve António Costa em se demarcar nitidamente das posições do Syriza”. Ora, nem essa demarcação foi assim tão nítida, nem sequer teve lugar antes da rapaziada grega ter começado a fazer disparates. Pelo contrário, até à semana passada o que Costa dizia sobre o assunto era que o governo português tinha de deixar de atacar o grego, embarcando numa ladainha de desresponsabilização do Syriza, que não o transforma propriamente num crítico das suas “posições”. E isto é que parece muito nítido…

vai-te e não voltes

2 Julho, 2015
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Varoufakis, o ministro das finanças que conseguiu fechar os bancos do seu país e impedir os seus concidadãos de acederem às suas poupanças no prazo de governação mais curto de que há memória, anuncia que se demitirá, na segunda-feira, caso perca o referendo do dia anterior. Perante tamanha obra financeira vai ser um prejuízo imenso! Os gregos, provavelmente cientes do que ficarão a perder com a saída do mais do que provável próximo Nobel da Economia, certamente que lhe darão o seu voto. Pelo menos essa é a esperança da Dra. Isabel Moreira e de boa parte da esquerda portuguesa.

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