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Um dos grandes mistérios do século XX

11 Fevereiro, 2016

é constituído pelos relatos dos jornalistas ocidentais às ditaduras comunistas. Só viam gente feliz e sociedades perfeitas
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Curioso, hoje ninguém fala do socialismo islâmico

11 Fevereiro, 2016

mas no DL em 1977 a Líbia era um exemplo desse modelo
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Legislar eutanásia é criminoso

11 Fevereiro, 2016

É muito triste quando um país com famílias a lutarem por providenciar um fim de vida a idosos acamados, com doenças terminais e muitas vezes privados de meios de conforto que possibilitem uma subsistência digna sem que descendentes façam das tripas coração, se permita a que uma centena de indivíduos se arrogue o direito de decidir que estão dotados de autoridade para legislar sobre eutanásia.

Quando as palavras mais ouvidas por quem priva com doentes idosos são “que Deus me leve para não dar trabalho”, é preciso ser desprovido de qualquer réstia de humildade pelo destino herdado da condição humana para enquadrar o fim da vida numa luta de números em filiações partidárias.

Quando as propostas de enquadramento legal de eutanásia partem de grupos parlamentares rejeitados pela maioria dos portugueses nas urnas, apenas permitindo a formação de governo via somatório de cadeiras alegadamente representativas mas formalmente apresentado aos eleitores através de uma improbabilidade absurda, isso é apenas soez.

Digam-me o seguinte:

10 Fevereiro, 2016

a) o próximo resgate é quando?

b) a culpa pelo resgate é

1: Dos jornalistas que fazem notícias contra o país

2: Do Cavaco

3: Dos mercados que comspiram contra a alternativa e a felicidade da família Mortágua que benza-as Deus têm empregos geminados

c) Na próxima campanha eleitoral a austeriade chama-se retracção?

o «direito fundamental» a morrer

10 Fevereiro, 2016
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A esquerda, que, com frequência, prega o ateísmo, acredita que a perfeição não é do outro mundo, mas deste. Num mundo perfeito não há lugar à dor, à tristeza e à tragédia. Num mundo perfeito as pessoas vivem felizes e saudáveis para sempre. E não deveriam envelhecer, nem adoecer, nem transformarem-se num transtorno para os outros e para si mesmos. Esse mundo perfeito pressupõe que atacar tudo que atente contra ele se transforme num «direito fundamental». Até mesmo a morte, quando a vida se torna já difícil de suportar. Pois bem, a morte não é um direito fundamental, mas uma fatalidade incontornável da natureza humana. E, por melhor que a vida nos corra, ela acabará sempre mal. Não é, portanto, necessário transformar a morte num «direito fundamental», como a esquerda indígena se prepara para tentar fazer, porque ela está assegurada pela natureza das coisas. Não carece de protecção constitucional, porque se realiza por si mesma. Mas, argumenta-se, uma coisa é a fatalidade da morte, outra bem diferente é o direito a morrer com dignidade, o mesmo é dizer, a decidir a própria morte. Duvido. Porque morrer será sempre um momento indesejado e doloroso para quem vai e para quem fica. Porque nunca se morre bem, pelo menos para quem parte. E porque ajudar a morrer para poupar os que ficam é uma desumanidade inominável. Viver é também sofrer, e quem não tenha isso presente no espírito não viverá nunca bem. Os mundos perfeitos só existem na convicção dos crentes, mas não pertencem a este mundo. Ajudar os outros a morrer poderá ser um acto de grande dignidade. Mas poderá ser também uma demissão da nossa condição humana. Por ora, o que não me parece nada conveniente é que um tema tão sensível se transforme numa arma de arremesso político-partidário, em mais uma «causa fraturante», a juntar às muitas que, nos últimos anos, têm dividido a sociedade portuguesa, como se estivéssemos a discutir mais uma rubrica do orçamento de estado. Ao longo da vida, a respeito deste penoso assunto, apenas alcancei uma certeza: que o melhor que poderemos fazer por quem esteja irremediavelmente condenado não é antecipar a sua condenação, mas amá-lo profundamente enquanto estiver entre nós.

Pois é…

9 Fevereiro, 2016

E se seguíssemos os conselhos de Costa? O que acontecia ao défice público?

TINA

9 Fevereiro, 2016

«Social-democracia, sempre» diz Passos Coelho. A sua ex-ministra Assunção Cristas, uma das mais intervencionistas e estatistas governantes do último governo, prepara-se igualmente para tomar conta de (mais um) partido que se reclama doutrinalmente do centro-social. Somando os estatistas do PS aos sociais-populistas do BE e aos conservadores totalitários do PC, é de concluir realmente que em Portugal, no panorama político-partidário There Is No Alternative.

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