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elementar, meu caro costa

15 Dezembro, 2014
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Eu não quero ser sócio da TAP, nem consigo entender por que é que o meu dinheiro há-de sustentar os custos de uma companhia de aviação à qual pago o preço de um bilhete (caro, por sinal) sempre que a escolho para me transportar para um sítio qualquer. Alguém que explique isto ao Dr. António Costa.

TAP vai ser privatizada já em 2001

15 Dezembro, 2014
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A TAP vai ser privatizada no segundo semestre de 2001, garantiu Jorge Coelho, ministro do Equipamento Social, ao «Jornal de Negócios».
Depois da ruptura do acordo com o SairGroup, empresa mãe da Swissair, Jorge Coelho afirma que a privatização da transportadora aérea nacional «avançará ainda no segundo semestre deste ano, se possível, logo depois do Verão.
Segundo o ministro, o Governo vai agora proceder à escolha dos bancos que vão ficar responsáveis pelas novas avaliações da companhia, que nos últimos estudos ascendia a 300 milhões de euros (60 milhões de contos).

Jornal de Negócios, 8 de Fevereiro de 2001

Costa e a TAP: fusão lusófona com aumento de capital em bolsa sem privatização

14 Dezembro, 2014

Em Fevereiro de 2012, António Costa defendia um grande operador Lusófono para a aviação e outro para os aeroportos:

António Costa defende integração da TAP numa grande companhia latino-americana

“Tenho dito e repito que a privatização da TAP é a mais crítica que está em cima da mesa, assim como a privatização da ANA, e acho que era útil para o país do ponto de vista estratégico uma estratégia de fusão por integração entre a TAP e uma grande empresa e a integração da ANA com os aeroportos brasileiros”

Em Agosto de 2014, António Costa defenia que a TAP não deve ser privatizada:

“Sobre a TAP já disse: é mesmo aquela empresa que não deveria ser privatizada porque os riscos da privatização da TAP são muito grandes”.
Para o presidente da Câmara de Lisboa, a TAP é “condição da nossa inserção” de Portugal no mundo, uma vez que tem um valor “extremamente estratégico” para a relação transatlântica, em particular com o Brasil e o conjunto da América Latina. “A TAP é um valor sobre o qual Portugal não devia hesitar em conservar”, afirmou.

A 11 de Dezembro de 2014, António Costa, ao mesmo tempo que disse que no sector público há soluções, defendeu um aumento de capital da TAP em bolsa para evitar a privatização (SIC):

O líder do PS afirmou hoje que devia ser pensada uma solução pública para a TAP, que evite a privatização da companhia aérea. António Costa defendeu um “aumento de capital na empresa através da bolsa”.

Questionado pelos jornalistas sobre a privatização da TAP, o líder dos socialistas reconhecer que a empresa precisa de ser capitalizada, referindo também as restrições impostas pelas regras europeias. “Julgo que no sector público há soluções”, disse, defendendo então a necessidade de um aumento de capital através da bolsa. Actualmente, a TAP não é cotada em bolsa.

A 11 de Dezembro de 2014, comparou a TAP às caravelas dos descobrimentos:

«A TAP é fundamental. Na era da globalização, tem a importância que as caravelas tiveram na era dos Descobrimentos», realçou, referindo que «não haverá futuro para o país», se este não estiver inserido «nas rotas da globalização».

Boyboy

13 Dezembro, 2014

Nos últimos tempos apareceu um novo tipo de perturbado em Portugal. É o tipo que esbraceja muito, correndo de um lado para o outro sem propósito aparente, gritando que vêm aí os radicais; e cuidado com os radicais, vejam os radicais, como não vêem os radicais, seus estupores de trampa com os olhos vendados pelos mercados e o capitalismo desenfreado, bandalhos radicais? O expoente máximo dessa categoria de alucinado é Mário Soares, quer pelo conservadorismo patriarcal que lhe atribui destaque (bastante irónico, diga-se de passagem), quer porque o líder actual dos socialistas é tão redondamente vazio de discurso que se torna necessário reforço através de outras personagens. É como chamar o aposentado Maradona para ajudar o Atlético de Vila Chã a marcar golos.

Esta perturbação e a sua proliferação em artigos de “opinião” seria um bocado radical se não tivesse sido redefinido o conceito de radical para toda e qualquer pessoa cujo objectivo na vida difere de ser boy de um boy, como os típicos boyboys que populam as redes sociais portuguesas, elas próprias uma espécie de recreio da ala paranóica do hospital psiquiátrico.

O boyboy hiperboliza hipérboles, apelando ao espírito cómico de “isto não se aguenta” acompanhado de açorda e vinho alentejano no restaurante recomendado por outro boyboy. É um patusco enraizado no ensino para competências do sentir e do acreditar, nomeadamente na sua auto-recriação de cosmopolitismo burguês rodeado de ilhéus parolos, meros peões num jogo eleitoral de sabujice com efeito de placebo. Criam partidos, desfazem partidos, renovam lideranças e arranjam sempre forma de fazer flutuar a mediocridade embebida em gordura, elevando-a ao endeusamento compatível com o “humanismo” enfiado em gargantas prontas para o receber de chofre.

Que muito mais de 50% da opinião publicada seja onirismo pluviante de boyboy, isso só indica o papel actual da imprensa na sociedade: residual; que o boyboy se leve a sério é que já entra mesmo no domínio da alfabetização.

É isto?

12 Dezembro, 2014

Até às eleições: Costa afasta alianças à direita e quer partidos à esquerda na “solução”

Depois de ganhar as eleições como nova esperança da esquerda: Costa defende “projecto comum” pós-eleitoral com PSD

Como estratégia não está mal visto. Só que parte do princípio que todos os outros à sua esquerda e à sua direita são parvos.

Se o CDS andasse mais na rua

12 Dezembro, 2014

perceberia que não há mal algum em dar chaves da cidade a quem quer que seja. Se passassem ali pelas bandas do Campo Grande constatariam que muito mais simbólico do que ter chaves que não abrem nem fecham nada é ter à porta de casa uma espécie de parque pessoal em cima do passeio.

Para uma teoria da cor

12 Dezembro, 2014

Quanto mais olho para estas imagens mais sou levada a crer que a policromia  aumenta nas fardas  da TAP na proporção do aumento da esquizofrenia da empresa

recorte3

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