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Aos debates quer ela ir a votos é que nunca foi. Quando acabará esta fantochada?

24 Julho, 2015

Debates televisivos. Heloísa Apolónia reclama tratamento igual a Portas

E amanhã dirá o mesmo, o seu contrário e outra mais ou menos o inverso como se fosse a primeira vez

24 Julho, 2015

Ricardo Paes Mamede sobre o Syriza

assim não vão lá

24 Julho, 2015
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ng2172983Convencidos de que bastará lembrarem aos portugueses que evitaram a bancarrota do país e as consequências que daí adviriam e que se vêem agora pela Grécia, os partidos do governo e os seus dois líderes têm insistido numa comunicação eminentemente técnica e económica, em vez de política. Ora, não só a memória dos povos é coisa curta, como verdadeiramente os portugueses não têm qualquer recordação de uma bancarrota visível, porque a precipitação da demissão do governo Sócrates a conseguiu evitar no último instante. Do que a maior parte dos portugueses efectivamente se recorda é que o seu rendimento e as suas pensões eram superiores no tempo do governo do PS, e que foi o actual governo quem as reduziu. Lembram-se, ainda, de uma coisa vaga que era o PEC IV, que até à prisão de Sócrates o PS oficial ladainhava como panaceia salvadora do país, que teria evitado a troika e os sacrifícios subsequentes, caso a desmedida ambição do PSD e de Passos pelo poder não tivessem precipitado os acontecimentos. Em política, os eleitorados só se se costumam recordar do que eles julgam que lhes convém e, no caso, só interessam os resultados inevitáveis de políticas anteriores que eles não estão interessados em recordar. Tão-pouco querem saber que António Costa foi, durante anos, o número 2 do PS de Sócrates, e se também teve, ou não, responsabilidades no que aconteceu ao país.

Por conseguinte, ou muda o discurso da coligação, de Passos e Portas, diríamos, para um discurso que seja essencialmente político e menos técnico, ou o PS ganhará inequivocamente as próximas eleições.

Uma “piquena” dúvida

24 Julho, 2015

Aquele ambiente comício das perguntas ontem feitas a Passos Coelho na TVI é para repetir? E já agora com quais líderes?

Notícias a explorar ( e a não serem esquecidas) (1)

23 Julho, 2015

O Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) contratou o serviço privado de uma empresa de comunicação pelo valor de 36 mil euros (sem IVA), avança o Jornal de Notícias.

O contrato com a Paulo Fidalgo & Associados, que foi adjudicado por ajuste direto, é de oito meses, o que significa que o INEM irá dispensar 4.500 euros por mês por este serviço.

O instituto refere que o contrato visa compensar a “ausência de recursos próprios”. Porém, sabe-se que a instituição dispõe de um gabinete de comunicação e imagem onde trabalham cinco pessoas. Este foi, aliás, reforçado recentemente com a contratação da assessora Ivone Ferreira[…]

Fonte

também eu

23 Julho, 2015
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Se acertar no euromilhões, prefiro não ter de dividir o prémio com ninguém.

Ainda dá tempo para perder, é trabalhar mais para isso

23 Julho, 2015

A data das eleições a 4 de Outubro é bastante razoável, permitindo mais de 60 dias para que o PS e António Costa assegurem a derrota eleitoral inequívoca que tanto demonstram desejar.

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