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À atenção dos talibans da amamentação

23 Abril, 2015

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Três meses e acabou paixão grega do PS. Até já chama nomes ao herói de ontem

23 Abril, 2015

«É possível haver alternativa clara sem entrar nas Varoufakisses» – Santos Silva, na TVI 24, a Abril de 2015.

Ainda acabamos a declarar inconstitucionais as mamografias, os testes de gravidez e as juntas médicas

23 Abril, 2015

O ex ministro Rui Pereira trouxe a Constituição para o debate em torno da prova de amamentação: Em dois hospitais do norte do país, dirigentes (ou administradores) prepotentes congeminaram um método “expedito” de detetar eventuais abusos de enfermeiras no gozo dos períodos de dispensa do trabalho diário para amamentar os seus filhos. CONCLUSÃO 1dirigentes (ou administradores) prepotentes dada a dita prepotência entenderiam congeminar um procedimento para controlo de abusos

Estas mães foram obrigadas a espremer os seios à frente dos médicos de saúde ocupacional.
CONCLUSÃO 2 Bem haja o ex-ministro Rui Pereira que nunca foi ao médico. Nem sabe o que eles nos podem pedir para fazer para comprovar se aquilo que achamos, sentimos, temos, padecemos é real ou não. De facto há exames que só de ouvir a descrição dá vontade de fugir. Por exemplo aqueles exames de controlo do fluxo urinário masculino, a desvitalização de um dente, aqueles exames acabados em “ia” que não contentes de nos porem os interiores ao soalheiro ainda se caracterizam frequentemente por umas preparações de agonia… Que o ex-ministro Rui Pereira continue  a gozar da excelsa saúde que o tem privado de acompanhar os avanços da Mediicina e o mantém naqueles tempos em que apenas se rezava.

Custa a compreender a atitude dos próprios médicos destacados para o efeito, visto que estão obrigados pelo juramento de Hipócrates a praticar a sua arte em benefício dos doentes e nunca para seu prejuízo ou com propósitos malévolos. CONCLUSÃO 3. Ora aqui está uma coisa óbvia: as juntas médicas, a simples consulta em que se dá e tira baixa têm propósitos malévolos. As pessoas deviam simplesmente dizer como se sentem e acabou. Quais análises ao sangue, quais radiografias, quais ecocardiogarmas… para no fim o médico contrariando o juramento de Hipócrates (também versou as baixas fradulentas?) nos dizer que estamos bem?

Perderam uma excelente oportunidade de desobedecer a uma ordem ilegal, exercendo o direito de resistência consagrado no artigo 21º da Constituição.
CONCLUSÃO 4. Senhor ex ministro votarei em si até ao fim dos meus dias, apoiarei todas as iniciativas que tomar se o senhor conseguir levar a sua avante e tornar inconstitucional o espremer os seios à frente dos médicos. Saberá Vossa Excelência que a hipótese de fazer uma mamografia me aterroriza. Entro para aquele exame com a dignidade possível mas invocando todas as divindades do planeta Terra para que produzam uma trovoada, uma falha de electricidade, um pequeno abalo…  que leve a adiar o exame. Confesso que nunca pensei que ele fosse inconstitucional mas agora que o senhor o lembrou não vou esquecer.

Mas também não é fácil compreender a posição do Ministro da Saúde. Disse que não ordenou o procedimento e que ignora a “metodologia”. Faltou-lhe dizer o essencial: que a “ordenha” das enfermeiras viola o primeiro princípio da Constituição – a essencial dignidade da pessoa humana – e não pode ser tolerada em nenhuma circunstância. CONCLUSÃO 5. Com o horror que vai na pátria com o espremer os seios a amamentação acabará a ser proibida por inconstitucional e por imoral

uma maçada

22 Abril, 2015
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Esta coisa do Direito da União Europeia.

Vamos agora ver se o PS e António Costa vão exigir à Câmara Municipal de Lisboa o mesmo respeito pelo direito que têm exigido ao governo quando o Tribunal Constitucional lhe puxa as orelhas. É que, no caso, a ordem jurídica comunitária prevalece sobre o direito português. Até mesmo sobre a Constituição, se for caso disso…

um clássico

22 Abril, 2015
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Funciona assim: quando falha a governação revolucionária, surgem os bodes expiatórios. Em regra, «os ricos pagam a crise», sendo que na enxurrada a maioria dos ricos, aliás, quase sempre muito próximos do poder, costuma safar-se, e vai sobretudo na onda quem não tem força para se defender. Servem para exibir o «inimigo» e responsabilizá-lo pelas desgraças do país, a maioria delas da própria culpa de quem o dirige. Foi assim na Revolução Francesa, no Nacional-Socialismo, em várias revoluções portuguesas, na Venezuela de Chávez e Maduro, e parece ser esse o caminho que está a seguir a revoluçãozinha grega. No fim de contas, o que significa a detenção de Leonidas Bobolas, que não deve ser grande peça, embora isso seja o que aqui menos importa, é uma solene confissão da incompetência do Syriza e dos resultados catastróficos a que estão a levar as brincadeiras dos seus desgravatados e desmiolados responsáveis. Ah, e quer dizer uma outra coisa também: que a Grécia deve estar muito próxima de dar o estoiro.

Direitos humanos violados: hoje não há pizza; só há sopa, pão e fruta

22 Abril, 2015

A-fome-das-criancas

Ó homem resolva o problema do país: crie uma empresa e ponha em prática tudo aquilo que manda os empresários fazer

22 Abril, 2015

“O erro está na insuficiência do nosso tecido empresarial em aproveitar“

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