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Uma promessa por dia II

22 Maio, 2015

PS propõe relançar rede de mobilidade eléctrica

Nota: estão a ver aqueles monos que ocupam lugares de estacionamento e não servem para nada? Vai haver mais.

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Devia ter pedido ajuda ao Berardo

22 Maio, 2015

Pais do Amaral concorreu à TAP com carta de 4 páginas

A vida está difícil para os capitalistas sem dinheiro. Nos bons velhos tempos haveria um empréstimo do BES e outro da Caixa a suportar uma proposta destas.

Já agora, esta notícia era treta.

Amador

21 Maio, 2015

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uma estranha visão da democracia

21 Maio, 2015
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Vital Moreira, um dos progenitores da Constituição de 1976, escreveu ontem um notável artigo em defesa da sua cria, no qual argumenta, em favor da sobrevivência da mesma, que ela já pouco, ou nada, tem a ver com o que foi parido nesse ano longínquo em que viu a luz do dia. No fim de contas, pergunta Vital Moreira, que necessidade há de fazer uma Constituição nova, se a velha já se adaptou a tudo e a todos, e se já deixou pelo caminho os seus dogmas ideológicos matriciais? Só se for por cegueira ideológica «neoliberal», defensora de um «Estado mínimo» e de uma «Constituição mínima», responde. Segundo o constitucionalista, a Constituição de 76 pode bem ser eterna, porque, para se actualizar, só terá que aproveitar os mecanismos de revisão nela previstos, em vez de ser substituída pelo normal exercício de «um poder constituinte permanente», ideia que, para ele, «não faz nenhum sentido».

Ora, negar que um povo possa dispor de um «poder constituinte permanente» é o mesmo que dizer que o exercício do poder democrático soberano está condicionado à vontade histórica de quem o exerceu algures no passado. Esta é uma tese conhecida, que implicitamente defende que a mudança de uma Constituição só poder ocorrer por ruptura da ordem política vigente e não pelo exercício do poder de estabelecimento de um novo texto. Mas, de facto, se essa tem sido sempre a regra do constitucionalismo português, onde as Constituições de 1822, 1826, 1838, 1911, 1933 e 1976 foram antecedidas de modificações violentas da ordem política, isso não é necessariamente sinónimo de civilidade e maturidade política. Pelo contrário, indicia que os modelos constitucionais estabelecidos eram de tal modo fechados que não permitiram a sua transformação sem ruptura. Ora, ao invés do que se possa presumir, isso não abona em nosso favor.

Mas não é só por isto que Vital Moreira está equivocado. Na verdade, a Constituição de 76 não é tão inócua como ele parece fazer crer. Descontando o artefacto histórico do preâmbulo que mantém o destino histórico «socialista» de Portugal, o que a todos (inclusivamente, ou principalmente, aos socialistas) deveria envergonhar, os constituintes de 76 impuseram um conjunto de limites às futuras revisões da Constituição muito pouco, ou nada, democráticos. Um deles, «a forma republicana do governo» (do «estado», talvez?); um outro, tão ambíguo e equívoco que dá para todos os chumbos do Tribunal Constitucional, «os direitos dos trabalhadores»; um terceiro, a «existência de planos económicos no âmbito de uma economia mista», sendo a dita «economia mista» um modelo económico onde predomina a estatização. Para além destes expressos limites materiais às revisões da Constituição, o texto é abundante em princípios e normas equívocas que permitem declarar inconstitucionais todas as reformas profundas do estado, mormente aquelas que mexem nos interesses instalados da administração pública.

Com estes e outros entraves que os constituintes de 76 criaram a uma normal actualização temporal da Constituição, o texto de 76 acabou por se configurar como um artefacto histórico ditado pelas particularidades revolucionárias da época, que não aceita abdicar das circunstâncias que ditaram a sua elaboração. Hoje, todos nós, o «povo soberano» que, afinal, não pode exercer a sua soberania constituinte, permanecemos reféns da vontade constituinte dos deputados que a fizeram. É uma estranha visão de democracia, esta que nos oferece Vital Moreira.

E o resultado do inquérito vai ser?

21 Maio, 2015
1) Uma funcionária da Escola C+S de São Miguel, na Guarda, ficou ferida na cabeça depois de ter sido empurrada por dois alunos, de 14 e 15 anos, que lhe queriam roubar a carteira.
2) Tudo aconteceu terça-feira nas instalações da escola.Os menores, um dos quais já está referenciado por mau comportamento, terão aproveitado a hora de almoço, em que o movimento nos corredores é reduzido, para atacar a funcionária, mas não conseguiram roubar nada.
3) Ao puxarem a carteira, a vítima, de 50 anos, caiu no chão. Recebeu tratamento hospitalar e já teve alta, mas ontem ainda se encontrava em casa, muito perturbada.
4) Um pai, que não quis identificar-se, apercebeu- -se da confusão gerada pela chegada de uma ambulância: “Disseram que a senhora caiu “.
5) À porta da escola, um docente revelou que os responsáveis do estabelecimento terão tentado demover os bombeiros de dar conhecimento da tentativa de roubo à PSP.
6) O Agrupamento de Escolas abriu um inquérito interno. O CM tentou, sem êxito, obter explicações junto da direção.

Salvem o Willy para podermos matar o Willy

21 Maio, 2015

Este programa tem aumento de despesa, mas também tem redução de despesa. Tem diminuição de receita, mas também tem aumento de receita.

free_willyEste senhor, António Costa, tem jeito para a coisa, mas também não tem. Tem jeito para comunicar, mas também tem jeito para estar calado. O que sabemos é que o número de promessas aumenta, mas também reduz. Por outro lado, este programa tem diminuição de promessas, mas também tem aumento de promessas. A questão é que a motivação das pessoas para eleger António Costa aumenta, mas também reduz. Tem diminuição de intenções de voto, mas também tem aumento. No fundo, tudo o que precisamos é ver as coisas de forma diferente, mas também de forma igual. Tem diminuição de diferenças, mas também tem aumento de diferenças.

Sobretudo, o essencial é que há um aumento da esperança, mas também redução da esperança. Tem diminuição de histeria, mas também aumento de histeria. É preciso é salvar o Willy, para podermos matar o Willy.

Não deixem que a realidade estrague uma notícia bonita

21 Maio, 2015

Donald Green, of Columbia, and Michael LaCour, a graduate student at UCLA, published the paper, “When contact changes minds: An experiment on transmission of support for gay equality,” in December 2014.

The study received widespread media attention, including from This American LifeThe New York Times, The Wall Street JournalThe Washington Post,  The Los Angeles Times, Science FridayVox, and HuffingtonPost, as LaCour’s site notes.

Vasmos agora ver se os mesmos meios  This American LifeThe New York Times, The Wall Street JournalThe Washington Post,  The Los Angeles Times, Science FridayVox, and HuffingtonPost, as LaCour’s site notes noticiam isto

Author retracts study of changing minds on same-sex marriage after colleague admits data were faked

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