Skip to content

Curiosidade do dia

4 Julho, 2015

As pessoas que se queixam da falta de líderes determinados, com uma visão para a Europa e com força para a mudança de sentido que torne abrangente o dito “projecto europeu” são exactamente as mesmas que encontram em António Costa uma esperança entre os tiros nos pés e as mudanças de opinião oscilantes, ora entre a revolução de sofá, ora no pântano da retórica balofa amargamente adocicada por explicações pendulares ainda mais estapafúrdias.

Problema, problema será esta senhora ganhar eleições

4 Julho, 2015

Marine Le Pen : «Alexis Tsipras est incontestablement un leader»

O guinchar do reco antes da matança

4 Julho, 2015

1361266410Porco_RoqueiroDevem começar a reparar – mesmo na agradável distração que permite encontrar em António Costa a determinação messiânica para o chasquear de patranhas – um intenso guinchar, inicialmente abespinhado, agora já exuberantemente dotado de acromegalia do porco antes da matança, agudo, arrebatado, tumultuosamente condenado ao rasgar de um ventre já de si dilacerado de estonteante boçalidade.

Paulo Pereira de Almeida, com “Austeridade: um projecto nazi”, segue a argumentação iniciada por outras pessoas unidas pelo traço unificador – a saber, o ódio a Passos Coelho – em séries como o já clássico “Zona de desastre” de Viriato Soromenho-Marques ou ainda do colectivo comunal cooperante encabeçado por Pacheco Pereira, que com Manuel Alegre, Francisco Louçã, Freitas do Amaral e esse portento da matemática transcendental dos comunistas, Eugénio Rosa, fala em “ditadura” e “ultimato”.

enhanced-17681-1398765707-33O ódio a Passos Coelho justifica tudo? Sim: à falta de judeus para culpar pelo descalabro económico – razão tornada politicamente incorrecta através do próprio holocausto -, há sempre alemães, a sua sinédoque na figura de Merkel e o governo português, o tal que, apesar do empate nas sondagens, só é apoiado por gente má, bandidos não-humanistas ou, pelo menos, plebeus fora dos meios académicos onde a igualdade é piramidal – “nós pensamos, vocês pagam para que pensemos”.

É aqui que está o problema: é nos institutos, universidades, observatórios, movimentos “da cidadania” e todos os meandros do poder disfarçados pela capa da elite de pé-rapado que os mamíferos são todos iguais mas a porcaria que emitem é excessivamente mais igual.

Não devemos, porém, censurar este tipo de argumentação orientada para o mínimo QI comum da sociedade portuguesa. Devemos celebrar, de forma exultante, ritualista, todos estes espasmos com guinchos do reco que cheira a morte do seu irmão, compreendendo o seu destino, o fado, o inevitável sacrifício para que possamos usufruir de belos enchidos. Ave Imperator, morituri te salutant. Mas não sem guinchar.

Danos colaterais

4 Julho, 2015

Presumo que a UE não vai voltar a andar por esse mundo fora com observadores a declarar que este referendo é válido e aquelas inválido depois de ter sancionado o referendo convocado no género meia bola  e força pelo governo de Tsipras

O Largo do Rato pode explicar isto pf?

3 Julho, 2015

Segundo Graça Fonseca do PS o Syriza ganhou as eleições porque o povo grego resolveu democraticamente manifestar-se contra a austeridade que levou a Grécia  a uma situação de miséria absoluta.E eis que que Graça Fonseca dá como exemplo dessa situação de miséria absoluta a que o memorando levou a Grécia as filas desta semana para levantar 50 euros.

Desde que vi socialistas a acharem normal que um antigo secretário-geral do PS recorresse a envelopes de dinheiro porque “não confiava nos modos normais de circulação de fundos” que não via uma pirueta destas.

Guia para perceber o debate da sustentabilidade da dívida

3 Julho, 2015

Um guia simples para perceber a atitude dos credores oficiais em relação à reestruturação da dívida.

Princípio fundamental: austeridade pode tornar uma dívida mais sustentável.

Os credores oficiais começam por perguntar: a dívida do país em dificuldade é sustentável com austeridade?

Se sim, então há austeridade.

Se não, então há reestruturação. O nível de reestruturação é o suficiente  para tornar a dívida sustentável com austeridade máxima possível, mas nunca se reestrutura mais que o necessário. E a seguir há austeridade (a máxima possível).

Ó Arménio aquilo na Lubianka e no Gulag é que era sensibilidade. Social e das outras todas!!!

3 Julho, 2015

O secretário-geral da CGTP, Arménio Carlos, acusou a coligação PSD/CDS-PP e o PS de “enormíssima insensibilidade social”, face às posições que assumiram na quinta-feira na discussão dos projetos de lei para alteração das regras do subsídio de desemprego.

Seguir

Get every new post delivered to your Inbox.

Junte-se a 43.792 outros seguidores