Vamos ao que interessa: o Medina comentador político vai pedir a demissão do Medina presidente da CML? Ou vice versa?
«Medina considera “delírio desesperado” e “aproveitamento político” pedido de demissão de Moedas. Medina afirmou que viu este pedido de demissão como “uma tentativa de aproveitamento político absolutamente evidente”.»
Portanto o dr Medina que vive de aproveitar politicamente tudo o que pode, considera-se agora objecto de uma “tentativa de aproveitamente político”. Vá lá, repita estas frases lindinhas que espalhou por Lisboa aquando da “Web Summit” de 2016, (época em que não havia medinazinha neste mundo que não se achasse na necessidade de criticar o muro que o Trump ia construir na fronteira com o México que por sinal até já estava construído.)

A farsa do IVAucher
O programa IVAucher lançado por António Costa e que decorre até ao final deste Verão é uma farsa.
Depois de o Governo ter dizimado os sectores da restauração, turismo e cultura com restrições absurdas a pretexto da covid19, vem agora dizer que quer apoiar os negócios que deixou em crise com as suas próprias políticas. É o equivalente a confiar ao ladrão a tarefa de restituir o produto do seu próprio roubo.
A propaganda oficial é que o governo está disposto a abdicar de 200 milhões de receita do IVA para que os consumidores gastem esse dinheiro em restaurantes, hotéis ou espectáculos culturais. Simplesmente, à boa maneira socialista, criou-se um mecanismo complexo de apuramento, validação e reembolso do IVA que nem comerciantes nem consumidores conhecem ou entendem bem como funciona.
Se fosse mesmo para ajudar os sectores de actividade mais afectados, bastaria ao Estado deixar temporariamente de cobrar IVA. Mas, o objectivo não é esse e muito menos há intenção de aliviar os portugueses da carga fiscal. Pelo contrário, conforme se diz no preambulo deste programa, o Estado tem em vista é criar incentivos à emissão de faturas e dificultar a evasão fiscal e, na práctica, obriga à utilização de meios eletrónicos de pagamento.
Ao concurso público para implementação deste programa concorreu apenas uma única empresa privada, a quem o Governo se dispõe a pagar até 6 milhões de euros de honorários.
O concurso público lançado pelo Governo para a aquisição de serviços de processamento de comparticipação de pagamentos eletrónicos com cartões bancários é surreal. Desde logo porque houve apenas dois operadores privados candidatos. Ou melhor, apenas um, porque os dois candidatos pertencem a um mesmo e único grupo empresarial de Fintech, com accionistas Brasileiros bilionários.
O Estado compromete-se a pagar a esta empresa a que foi adjudicado o contrato um montante de até quase 6 milhões de euros de honorários. Ou seja, o Estado tira 6 milhões de euros aos portugueses em impostos, para depois lhes dar subsídios. A habitual pescadinha de rabo na boca.
Mas a propaganda política em torno do IVAUcher é ainda mais enganadora. O IVA dos sectores seleccionados pelo governo não é de 23%: tem taxas reduzidas entre 6% e 13%. E de acordo com as regras do IVAucher, se até ao final do programa um consumidor gastar 10€ todos os dias num restaurante, acumulará um saldo de IVA de 85€. No entanto, para gastar esse dinheiro em refeições futuras do mesmo valor de 10€ por dia no mesmo restaurante o consumidor teria de voltar mais 17 vezes ao estabelecimento entre Outubro e Dezembro para gastar todo o seu saldo disponível.
Por outro lado, claramente não são os Portugueses mais pobres que beneficiam do IVAucher. Como é fácil de perceber, só as famílias economicamente mais desafogadas têm capacidade de gastar dinheiro em restaurantes, hóteis ou concertos.
O que é certo é que o montante de IVA usado pelo consumidor no âmbito deste programa será subtraído à dedução à colecta em sede de IRS. Lá está: o Estado dá por um lado para tirar do outro.
Para aderir ao programa tanto os comerciantes como os consumidores terão obrigatoriamente de associar ao portal das Finanças, não só os seus números de contribuinte, como os números de cartões multibanco ou pagamento electrónico que estão, por sua vez, associados a contas bancárias.
Claro que o governo já veio dizer que ninguém terá acesso às contas bancárias dos contribuintes e que não haverá cruzamento de dados. No entanto, sendo a Autoridade Tributária, a Direção-Geral de Finanças e a Agência de Gestão da Dívida Pública as três as entidades do Estado responsáveis pelo IVAucher, por elementar prudência vou guardar bem a carteira e estar bem atento a que ninguém tente meter a mão no meu bolso. Ou seja: não contem comigo para aderir à farsa.
O meu vídeo de ontem sobre este tema pode ser visualizado aqui:
Camaradas
Sinais
Estado de necessidade
AVANTE: «A farsa de Tiananmen. O suposto massacre na Praça Tiananmen, em 1989, nunca ocorreu, confirmam documentos secretos da embaixada dos EUA em Pequim, divulgados pelo Wikileaks. »
A ver e ouvir
Para o ano, outro qualquer irá para a berlinda no encontro do MEL.

Provavelmente já não se lembra do pânico gerado pelo “mortífero” vírus da gripe suína. É normal. Infelizmente o Homem tem memória curta. Mas eu vou lhe recordar aqui como tudo aconteceu, nesta reportagem, e depois, veja as semelhanças com a actual do novo corona. E não, qualquer semelhança não é mera coincidência. Você, de facto, está a ser manipulado.
Ler mais…Evidentemente
É esta a situação dos internados hospitalares em Portugal.
Visitas não há. Telemóvel pode ter-se mas nem todos os doentes os conseguem usar. Se for esse o caso não há qualquer comunicação.
Resta o telefonema para saber alguma coisa, telefonema atendido por favor e com a indicação: não vale a pena telefonar, se houver novidade nós avisamos.
Aos sábados, domingos e feriados não há informações.
Nos outros dias, com sorte consegue falar-se “com alguém”.
Isto vai durar até quando? E de caminho para quando a criação de canais de comunicação com as famílias que não sejam apenas o ir à sorte, a ver se se consegue obter uma informação?
Passamos a vida a ouvir histórias de famílias que abanadonam os familiares nos hospitais. Curiosamente os mesmos hospitais tratam os pacientes como se eles não tivessem famílias: altas, transferências, mudanças de serviços… tudo é comunicado como facto consumado.
Sinais de vida
Em directo de Liubliana, o repórter da RTP antecipa o jogo da selecção nacional tendo como fundo uma praça onde o tocador de acordeão sem máscara recebe moedas de transeuntes igualmente livres de obrigações de indumentária que os assemelhem a princesas árabes das 1001 noites.
Agora acho que é para legalizar canábis. Não sei se para fumar com máscara. Nunca fui a Liubliana, não faço ideia se fumam muito lá, mas sei que fiquei com vontade. Ainda dizem que a RTP não faz serviço público.
Expresso: « Na pandemia, as mulheres dedicaram 31 horas por semana às tarefas domésticas. São quatro dias de trabalho não pago»
São os filhos, sobrinhos, netos que tratam dos seus familares e se vẽem atirados para a categoria de “cuidador informal” por mais que expliquem que são filhos, sobrinhos, netos. Agora temos este chavão do “trabalho não pago” que invade tudo. Todos os aspectos da nossa vida acabarão estatizados.
“MOÇÃO APRESENTADA NO CONGRESSO DO PAN: Precisamos de transitar para um novo modelo de Ser Humano: um modelo que nos faça descer do pedestal em que nos colocámos e nos devolva ao lugar de onde nunca deveríamos ter saído: sermos uma entre muitas espécies existentes num planeta vivo”
Acho muito bem! Com os humanos devidamente descidos do pedestal, as cadeiras no parlamento devem ir para os bichos e como tb não vamos colocar os bichos num pedestal e devemos promover a igualdade entre os bichos deve ir a bichararada toda. Adaptando-se o parlamento ás necessidades de cada espécie: fazem-se aquários para os peixes, colocam-se ramos para as aves… enfim vamos é descer do pedestal!
Na sequência das propostas dos gatos vegetarianos agora apresentada no congresso do PAN defendo até que se candidatem os bichos aos pares em nome da tolerância, da inclusão e da mudança de mentalidades , tipo lobo-veado; águia-coelho; tubarão-humano…
Não duvido que a bicheza na hora de ser muleta do PS sera mais razoável.
Podem enxofrar-se à vontade
Aos enxofrados com a Junta de Freguesia da Azambuja por esta ter declarado “que em todo e qualquer espetáculo que eventualmente venha ainda a realizar-se este executivo terá em consideração na escolha dos artistas o facto de os mesmos se terem ou não manifestado contra as nossas tradições!” venho recordar que esta é a prática consensual nas contratações dos poderes municipais.
Há décadas que ums corte de artistas vários são contratados pelas autarquias e juntas por serem da cor política certa. A Azanbuja assumiu em relação às touradas aquilo que os demais praticam por razões políticas.
A vida para lá da bonecada progre das empenas

Homem morto a tiro e três pessoas esfaqueadas em rixa entre moradores de prédio: Portugal é hoje simbolizado por essas empenas cobertas por murais progressistas em prédios onde a degradação avança. Tudo paisagem para ver ao longe. Ao pé nada faz sentido.
A ver e a ouvir
A infecciosidade da cloaca da classe dirigente
PSP, 23 de Maio: “As pessoas já não têm tanto medo do vírus e, portanto, o vírus já não está a favor da polícia“.
António Costa, hoje: “Em particular à população mais jovem: procurem proteger-se realizando os testes sempre que vão ter com amigos“.
Estas e outras vomitivas boutades são mote para o meu video de hoje onde defendo que não existe qualquer razão, nem nenhuma circunstância que justifique a manutenção de restrições ou regras especiais a pretexto da covid19.
Visualizar clicando aqui:

O emplastro socialista

João Paulo Rebelo, secretário de Estado do Desporto, é o protótipo do emplastro socialista: oscila entre o discurso do sucesso e do eu não tenho qualquer responsabilidade nisso como aconteceu com as celebrações do Sporting que a 1 de Maio anunciava estarem a ser preparadas e a 12 já não tinham nada a ver com a sua pessoa.
Hoje, 31 de Maio, declara que a “Champions foi um sucesso desportivo” e que “as pessoas percebem que são testes”. Este homem é uma anedota.
A máscara do hipocondríaco militante
Abaixo uma galeria de imagens do hipocondríaco militante, apenas deste mês de Maio.
A incongruência do protocolo de uso de máscara não é para ter lógica. Serve apenas para vincar a liberdade de que goza a oligarquia e a obediência que é exigida por esta à generalidade da população.
Quem pode, faz como entende. Sobre os que não podem, lança-se o estigma do mau cidadão.

VAI PARA A TUA TERRA: DESCUBRA AS DIFERENÇAS
VAI PARA A TUA TERRA NA VERSÃO DO BEM:
VAI PARA A TUA TERRA NA VERSÃO DO MAL:
Aguardam-se explicações
Ou esta imagem é falsa. Ou a partir de hoje terminaram em Portugal a obrigatoriedade do uso de máscara e as proibições para ajuntamentos.

Portugal um país trancado na marquise do socialismo…
Escolha o leitor a sua marquise: a de Ronaldo. A dos adeptos. A das notícias inconvenientes. Há uma marquise para cada um de nós. Ou não fosse Portugal um país trancado na marquise do socialismo…
Janelas partidas e tal
Os liberais caem diversas vezes na armadilha da revolução. De tão focados que ficam com a expectativa de resultados, esquecem que qualquer mudança só se consolida sem acções abruptas. Dificilmente encontramos, no presente, alguém que se oponha à reunificação alemã. Porém, no início dos anos 90, após as exultações de liberdade, muitos trabalhadores do leste deram consigo sem emprego, sem perspectivas e, sobretudo, sem um enquadramento social para um mundo desconhecido. Sim, podiam passar a beber Coca-Cola, mas não creio que bebidas adocicadas fossem suficientes para acalmar a angústia pelo desconhecido. No final, pode afirmar-se que ficaram melhor que antes. Não coloco isso em questão. Contudo, não é por o resultado ser globalmente positivo que devemos esquecer que houve um processo, com vítimas, suicídios, desgraças individuais até se chegar ao desfecho.
Propor privatização disto, daquilo, do raio que parta, é algo que vejo com bons olhos. Contudo, não se esqueçam que há pessoas ao barulho, pessoas com vidas estabelecidas, tal como havia antes da loucura “fecha-tudo” do Covid. Para serem levados a sério terão que abdicar das soluções fast-food da eutanásia, quotas para mulheres ou coolness LGBT/gays pela Palestina. Façam propostas que tenham em conta que há sempre o outro lado da moeda. Acomodem a transição nas propostas. Enquanto não o fizerem pouco interessa a designação que adoptam: estão limitados a brincar às casinhas com as vidas de pessoas e isso exige a máxima seriedade.

A ler. Aqui
Vá de férias, para seu bem
Que caraças estava Passos Coelho a fazer na convenção do MEL? Está bom tempo, uma pessoa pode ir até uma esplanada beber uns finos e comiserar-se por viver numa espécie de país que visto pelo telejornal parece um pocilga, visto da rua tem as pessoas mais bonitas da Europa, vai meter-se numa convenção de pessoas em bicos de pés para se afirmarem “não de direita”? Não me refiro aos palestrantes, claro, que são pessoas convidadas para exercerem uma função: refiro-me muito especificamente ao público. Vou presumir que, coitado, não quis dizer que não a quem o convidou e lá foi, abdicar da sua vida por dois dias para fazer o frete.
No entanto, os jornais presumiram que se tratava do regresso de D. Sebastião. Entendo que meia IL, depois de reduzirem o CDS a escombros, possa até achar que pode usar o ex-primeiro-ministro para catapultar a sua limitada base de apoio urbana para a parte do país que ainda é bonita, mas isso, a acontecer, seria desperdiçar todo o capital acumulado de Passos Coelho à espera que Rio desistisse do seu projecto, aquele que levará a bom porto.
Para quem quis ouvir, Rio foi claro: há-de ser necessário estar no sítio certo à hora certa. Ventura está, Rio também está, e Costa nunca chegou atrasado a algo que o salve. Quem não está a tempo são os outros, mas isso é problema deles. Só não arrastem o único primeiro-ministro dos tempos recentes que ainda se parece um ser humano de carne e osso para esse lamaçal, pois ele não o merece.
Abaixo a bazuca!
Em seis anos, até ao final de 2020, vieram para Portugal quase 26 mil milhões de euros de fundos estruturais da União Europeia, que é como quem diz, dinheiro dos contribuintes europeus. Este montante equivale a cerca de 2.500€ por cada um dos 10 milhões de Portugueses.
Dados oficiais da Comissão Europeia, indicam que 99,2% das empresas portuguesas não beneficiou de apoios comunitários. Ou seja, de entre o milhão e trezentas mil empresas existentes, apenas dez mil utilizaram estes subsídios.
Supostamente a anterior bazuca permitiu criar 26.000 empregos directos, o que grosso modo quer dizer que se gastou um milhão de euros por cada posto de trabalho criado.
O dinheiro despejado por Bruxelas para fomentar a ligação da indústria às universidades e centros de inovação foi utilizado apenas por 0,019% das empresas nacionais. Pasme-se! Em seis anos, um total de 107 empresas lançou novos produtos no mercado.
Entre 2014 e 2020 o “dinheiro da europa” serviu para melhorar a eficiência do consumo de energia em 912 lares, o que deve ser mais ou menos o número de casas existentes em Santa Cruz da Graciosa, nos Açores.
84,2% do investimento público em Portugal foi realizado com subsídios europeus, mas isso não tirou Portugal da estagnação económica. Em contraste, na Irlanda onde o peso dos fundos europeus no investimento público é quase 30 vezes inferior, só em 2020 – ano de pandemia – o PIB irlandês cresceu 3,4% e o português teve uma diminuição de 7,6%.
Os números acima são contas simples e médias, mas servem para ilustrar a patranha que os nossos políticos nos querem impingir de que os apoios comunitários têm sido colocados ao serviço geral do desenvolvimento da economia nacional e da coesão social. Uma aldrabice total. Uma mentira pegada.
Curiosamente, em toda a União Europeia, sete portugueses foram identificados no ranking das 25 pessoas mais beneficiadas pelos fundos comunitários.
Tudo isto é absolutamente vergonhoso e triste.
Os subsídios europeus colocam o país na práctica frequente da mão estendida, não têm qualquer efeito reprodutivo relevante na economia, beneficiam os interesses instalados e enriquecem um número muito reduzido de homens de negócios. É invariavelmente dinheiro mal gasto alargando em grande medida os riscos de corrupção.
Por paradoxal que pareça, as bazucas europeias não nos ajudam a sair da crise. São meros subsídios ao rendimento. Rendas garantidas. Viciam a economia portuguesa a absorver recursos de Bruxelas e a deixar para segundo plano a competitividade e o aumento da produtividade.
O dinheiro da Europa apenas alimenta o monstro do Estado e os negócios à boleia dos favores públicos.
A bazuca europeia deveria ser totalmente rejeitada. Para nosso bem.
O meu video de ontem pode ser visto aqui:
Pedro Nuno Santos já é ministro da Bielorrússia?
O livro de estilo da LUSA é uma PPP venezuelana
Está a decorrer a 3ª convenção do MEL – Movimento Europa e Liberdade, commumente designada como a “convenção das direitas”. É sempre positivo quando pessoas de diferentes áreas se juntam para discutirem o país, o seu passado e soluções para o futuro. Tirando a própria designação do movimento – Europa – e o seu manifesto1, até simpatizo com o movimento: é bom meter as pessoas a falar em bailes de debutantes para que possamos ir conhecendo as caras daqueles com quem acabaremos por casar quando for necessário conceder umas férias de governo ao PS. O que acho estranho é que, para “convenção das direitas”, insistam em convidar Rui Rio e a Iniciativa Liberal, ambos ferozes defensores das suas imagens como centrista – no primeiro caso – e membros do eixo dos números imaginários – no caso da Iniciativa Liberal.
No caso da Iniciativa Liberal é ainda mais bizarro, pois pelas repetidas afirmações de ortodoxia urbano-mata-fradista2, incluindo a proferida na própria convenção – “nunca apoiaremos visões não liberais da sociedade” abstendo-se, como de costume, de definir o que seria então uma “visão liberal de sociedade” – não seria com este partido que se poderia encontrar um entendimento para um compromisso de governação. Já com a visível obsessão das linhas vermelhas tão veementemente repetidas em torno de André Ventura, líder do Chega, que a organização poderia ter optado por convidar apenas aqueles que têm realmente algo a contribuir para a solução, não para a sua força de bloqueio. Quer dizer, não convidam o PAN, convidam o Iniciativa Liberal? Não se percebe. Até porque, convenhamos, da Palestina ao feminismo, da eutanásia ao hábito de moldar a modernidade a uma resposta pavloviana em torno do termo “liberal”, seria numa convenção do Bloco de Esquerda que o Iniciativa Liberal poderia encontrar o entendimento necessário para a valorização eleitoral do eixo imaginário que tanto defende.
1 “A participação no processo de formação e desenvolvimento da União Europeia é uma parte necessária e configuradora do horizonte estratégico de Portugal, que precisa dessa partilha de soberania numa escala superior para poder exercer a sua soberania no seu espaço nacional” – in Manifesto Europa e Liberdade.
2 O Iniciativa Liberal define-se como o partido que mais veementemente se oponha a qualquer coisa que cheire a um dos verbetes do lema “Deus, Pátria e Família”.
O EXPRESSO a carregar nas notícias
Graças a Alá que os muçulmanos podem rezar cinco vezes por dia sem que o EXPRESSO ache estar diante de uma manifestação de fanatismo. Tb as declarações de ser espanhola até à medula só não desencadeiam as fúrias do multiculturalismo pq a senhora que se diz espanhola até à medula tb diz que é muçulmana e reza cinco vezes por dia. Ainda bem para ela pq se se se dissesse católica outro galo cantaria neste título.
Mas prossigamos nesta “visão expressiana” até à medula do que aconteceu em Ceuta: «O líder do Vox prometia reunir em Ceuta perto de mil pessoas numa manifestação contra a política de imigração espanhola e a favor de “fronteiras seguras”. Houve uma contramanifestação, a polícia teve de intervir.» Também temos a variante Polícia em Ceuta carrega sobre manifestantes pró-migração Imagine o EXPRESSO que um querido líder tipo Iglesias, Sanchez, Montero… iam a um local onde por sinal até representavam o partido mais votado e acabavam com o hotel onde estavam instalados cercado? Aquilo que o EXPRESSO titula como Polícia em Ceuta carrega sobre manifestantes pró-migração é tão só a forma como o EXPRESSO dá conta desse cerco.
As notícias sobre as acções da extrema-esquerda são pura propaganda. Quem ler hoje as diversas versões do texto da LUSA sobre a apresentação à justiça dos manifestantes que interromperam o trânsito junto ao aeroporto de Lisboa acreditará que se está perante um erro da justiça:
SIC: Segue para inquérito o processo contra jovens que protestaram contra poluição provocada pela aviação
CM: Processo contra jovens que protestaram contra poluição gerada pela aviação segue para inquérito
Não foram a tribunal por protestar. Foram a tribunal porque interromperam o trânsito!
MEL e os líderes partidários
Nos próximos dois dias, participarão no congresso do MEL – Movimento Europa e Liberdade quatro líderes partidários da chamada “Direita” que deixaram passar a nova lei da censura, tendo cada um votado da seguinte forma:
- PSD – Rui Rio: a favor
- CDS – Francisco Rodrigues dos Santos: a favor
- IL – João Cotrim Figueiredo: abstenção
- Chega – André Ventura: abstenção
Além desta ignomínia de reinstauração da censura, todos eles, em diferentes graus mas sem grandes ou substanciais diferenças, foram complacentes com o maior atentado das últimas décadas à liberdade das pessoas que foi, tem sido e será a gestão política do governo a pretexto do “combate à covid19”, com um infindável e sádico conjunto de leis, regulamentos e normas altamente gravosas da dignidade humana e que têm conduzido a uma tragédia económica e, consequentemente, de puro atentado à vida.
Não tenho nenhuma expectativa de que algum destes homens tenha sequer consciência do mal (e não mel) de que são culpados, não espero que aproveitem o evento para dar explicações cabais acerca das suas opções políticas e menos ainda fico com esperança de que peçam desculpa aos Portugueses.
De resto, vão com certeza “pensar Portugal” e fazer discursos empolgantes.
Os betinhos do movimento Climáximo onde pontua o genro de Francisco Louçã vão ser ouvidos esta segunda-feira às 13h30 no Campus da Justiça, em Lisboa. Como de costume falam em maus tratos por parte da PSP. As criaturinhas estiveram permanentemente acompanhados por um advogado, por sinal pai de uma das activistas detidas. Vamos lá colocar as coisas de forma clara: para a próxima se querem fazer birras espojados no chão fazem em casa.
Esta semana no Observador escrevo sobre a gramática esquerdista que usamos para referir ou esconder a realidade. “Menores Estrangeiros Não Acompanhados” é uma das expressões mais polémicas dessa gramática:






