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Como é óbvio

16 Maio, 2019

Les médecins cubains au cœur d’une affaire d’esclavagisme. Des associations défendant les droits de l’Homme viennent de déposer une plainte devant la Cour pénale internationale contre le régime castriste qui exploiterait ses médecins envoyés en mission internationale.

O figurão

15 Maio, 2019

Pedro Correia: «Quando fez um acordo leonino com o Estado para exposição pública dos quadros que acumulara, não faltaram basbaques em fila a elogiar-lhe o “gosto artístico”. Quando se vangloriava de vinhateiro, logo surgia gente de cálice em riste a brindar com moscatel, entre mil hossanas em letra impressa ao putativo “mérito empresarial” do cavalheiro.

Tantos anos depois, ei-lo enfim sujeito às indignações da turba. Chegam tarde. E, em certos casos, tresandam a hipocrisia.»

Sondagem europeias

15 Maio, 2019

Nas ultimas eleições para o Parlamento Europeu , a percentagem de votantes foi de 34,84%.

Na sua opinião, a 26 de Maio, qual a percentagem de eleitores portugueses que irá votar?

Não há políticas de esquerda sem empresários dilectos

15 Maio, 2019

: «Com Sócrates e Vara, Berardo transformou-se num ‘empresário’ disponível para ajudar as estratégias do governo socialista para intervir na economia, escolhendo os seus aliados e derrotando os outros. As suas dívidas à banca, que agora tanto indignam os portugueses e o actual PM, são a herança desse capitalismo de Estado implementado pelo mesmo partido que está agora no governo.»

Duarte Marques : «Berardo não é o principal responsável pelas dificuldades da CGD ou do BCP. Alguém lhe pediu que interviesse no BCP, alguém lhe autorizou créditos “de favor” no banco público para tornar possível o “assalto” ao BCP e alguém se esqueceu convenientemente de tentar recuperar o dinheiro da CGD enquanto era tempo. Alguém, em 2006, lhe ofereceu o CCB para colocar a sua coleção, lhe pagou uma “pipa de massa” e lhe renovou o contrato já em 2016.»

É ilusão minha ou as colheres do Conan Osíris migraram para as bochechas do comendador Berardo?

14 Maio, 2019

A propósito do show desta semana na AR

14 Maio, 2019

em geral o número do patusco triunfa perante o desconcerto dos demais. A não ser claro quando se encontra pela frente alguém como esta senhora.

O Vaticano entrou no ramo das cobranças difíceis

14 Maio, 2019

ABC (um jornal que aproveito para recomendar aos jornalistas do burgo pois isto de apenas lerem o EL Pais é um bocadinho redutor): «El cardenal polaco Krajewski, el limosnero del Vaticano que se encarga de socorrer a las personas más necesitadas, decidió el sábado por la noche romper los precintos que impedían dar la corriente eléctrica a un palacio romano de ocho plantas ocupado abusivamente por unas 450 personas. Previamente el purpurado había dado un ultimátum a las instituciones, incluida la delegación del gobierno, para que se reactivara la corriente eléctrica antes de las ocho de la tarde. «En caso contrario actuaré por mi cuenta», aseguró el cardenal.

Dicho y hecho. Dos horas después de cumplirse el plazo del ultimátum, Konrad Krajewski, un purpurado determinado y generoso, se presentó en el edificio situado en la calle de la Santa Croce in Gerusalemme y, ante la sorpresa de los vecinos del inmueble, les dijo: «Llevadme donde está el contador». El cardenal tuvo que descender al subsuelo y forzar la cabina eléctrica rompiendo el precinto del contador para que la luz retornara. «Se trata de una operación muy peligrosa», señalan quienes conocen ese proceso. La medida tendrá consecuencias. De momento, la compañía que suministra la corriente eléctrica, Acea, presentará denuncia en la fiscalía contra desconocidos. La deuda de los inquilinos a lo largo de una serie de años alcanza ya los 300.000 euros»

 

E se a próxima Venezuela for aqui ao lado?

14 Maio, 2019

Era só para lembrar que na Turquia, Erdogan, anulou as eleições que perdeu.

Ps. Nem uma palavrinha sobre a exigência de Erdogan a Macron de abertura de liceus turcos em França?

2007 ou 2019: o discurso socialista é sempre triunfante e nunca escrutinado

13 Maio, 2019

O primeiro-ministro, José Sócrates, considerou hoje que “o país fica mais rico e Lisboa mais competitiva” com a qualidade da Colecção Berardo, acrescentando que esta está agora instalada num museu “acessível a todos os portugueses”.

José Sócrates falava no Centro Cultural de Belém, durante a cerimónia de inauguração do Museu Colecção Berardo, na presença de Joe Berardo, da ministra da Cultura, Isabel Pires de Lima, de vários membros do Governo e mais de mil convidados.
“Com este museu, o país fica mais rico e Lisboa uma cidade melhor. Antes, o roteiro da arte contemporânea acabava em Madrid. A partir de hoje, começa aqui”, considerou o primeiro-ministro.

A abertura do museu resulta de um acordo entre o comendador Joe Berardo e o Estado português que vigorará até 2016, com o empréstimo por parte do primeiro de 862 obras.

Sócrates referiu que a abertura do museu “põe fim a dez anos de impasse” e que a colecção “irá colocar o país nos roteiros internacionais” de arte.

Sobre a controvérsia em torno do acordo assinado, que chegou a ser questionado pelos partidos políticos da oposição, o chefe do Governo comentou: “Os portugueses serão os juízes. Eles terão a última palavra”.

Lembram-se?

13 Maio, 2019

28 de Maio de 2007. Assembleia-Geral (AG) do BCP. À saída,  Joe Berardo levantou o braço e fez o “V” de vitória. O cerco a Jardim Gonçalves estava ganho.

Atirar a toalha para a passadeira

13 Maio, 2019

Infelizmente, só em 2019 é que temos direito a uma passadeira arco-íris. Já não veio a tempo para que Gisberta pudesse atravessar a rua, orgulhosa por todos os problemas decorrentes de alguém achar que pode julgar os outros pelas suas opções de vida terem acabado com uma simples pintura no asfalto.

A polémica das passadeiras arco-íris parece-me despropositada: é que se não há nada a fazer para evitar a violência sobre os assumidamente marginais, os que são diferentes, aqueles de quem não temos que gostar para respeitar, então mais vale mesmo passar o tempo a pintar asfalto para podermos fingir que nos importamos.

Uma antevisão do futuro Código da Estrada

13 Maio, 2019

Campolide tem passadeiras LGBTI

O roubo silencioso

13 Maio, 2019

E novidades?

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Faça de conta que vive noutra galáxia e descubra as diferenças na reacção a estas declarações

12 Maio, 2019

Ministra da Saúde, «a ministra “esquerdista”: “Quando estou muito irritada, costumo ouvir o hino da CGTP”, a Internacional»

Ministra da Saúde, «a ministra “fascista”: “Quando estou muito irritada, costumo ouvir o hino fascista”»

Os dias do parvoísmo

12 Maio, 2019

O perigo para o nosso tempo não está no comunismo nem no fascismo, mas sim no parvoísmo, esse infantilismo cruel que se tornou a ideologia triunfante dos nossos dias. De decadência, obviamente.

6 de Maio. Taliban chic. Depois da esquerda caviar estamos a entrar na fase do taliban chic. Agora a presença de homens nas equipas de partos é apresentada como anti-natural.

7 de Maio. O infantilismo. A comissão parlamentar de Ambiente aprovou uma proposta para convidar Greta Thunberg a discursar na Assembleia da República.

8 de Maio. O plano da sesta.Ia a semana a meio quando o PAN veio recomendar “um plano individual de sesta” para cada criança.

9 de Maio. A carne, o osso e o cérebro. . Resolveu o deputado social-democrata Duarte Pacheco posar de camisa aberta, na capa da Men’s Health Portugal para provar que os políticos  “são pessoas normais, de carne e osso”. A questão do cérebro  é que ainda está para ser apurada.

(…)

Como é que o Expresso sabe?

12 Maio, 2019

Nasceu uma nova forma de jornalismo: «Marcelo, sabe o Expresso»

«Para o Presidente, que como o Expresso noticiou foi apanhado de surpresa pela votação no Parlamento que colocou Governo e oposição em choque frontal – e deu ao primeiro-ministro argumentos para ameaçar demitir-se –, a clivagem instalada tornava difícil abordar o assunto sem se colar a um dos lados. Já que António Costa o libertou de ser parte no processo, ao fazer depender a sua demissão exclusivamente da votação da lei dos professores no Parlamento e não da promulgação presidencial, Marcelo aproveitou: só interviria se houvesse mesmo crise.

Se a crise se tivesse consumado e Costa se demitisse, Marcelo convocava eleições. Constitucionalmente, quando um PM se demite, o Presidente ou dá posse a outro Governo ou marca eleições. Marcelo, sabe o Expresso, escolheria a segunda. E chegou a estudar os calendários. Com a lei votada a 10, podia ouvir os partidos e o Conselho de Estado até 17 e, cumprindo os 55 dias que a Constituição prevê, podia marcar eleições para 14 de julho.»

Génio ou vândalo vs génio e vândalo

11 Maio, 2019

A exposição “Banksy: genius or vandal” estará por cá, na Cordoaria Nacional, a partir de 14 de Junho. O título da exposição deixa-me intrigado: tem mesmo que ser genius or vandal? Não seria melhor and/or? É que, por muito genial que sejam as obras do homem (presunção minha: pode ser mulher), é possível acumular os dois epítetos através do exercício de pintura em tela alheia, como é a parede de uma casa que não lhe pertence.

Da mesma maneira, ao contrário do que se lê nos jornais acerca da imensa genialidade de António Costa na questão com os professores, é perfeitamente possível um vândalo ter rasgos de imaginação grotesca perante a inaptidão da oposição para perceber que a hipocrisia é a ferramenta política mais valorizada pelos média.

Racionamento na versão socialista: evitar acumulação e garantir maior acesso

11 Maio, 2019

Graças ao Gonçalo Graça Moura cheguei a este texto sobre a falta de alimentos em Cuba. A retórica cubana para explicar o seu falhanço é algo que ouvimos todos os dias por aqui aplicada aos sectores que a esquerda controla entre nós, como a saúde,  a educação, a fiscalidade… Mas quando o assunto são os  ovos, a pasta de dentes e o arroz matérias que, por enquanto, os nossos queridos esquerdistas  têm deixado nas mãos dos merceeiros, a demagogia torna-se evidente

«Após vários meses de desabastecimento de produtos no mercado local, as autoridades cubanas anunciaram nesta sexta-feira a venda racionada de vários deles, principalmente alimentos, para evitar acumulação e garantir maior acesso, afirmou o governo.»

UM GOVERNO DE ESQUERDA NUNCA MAS NUNCA SE CONFRONTA COM OS SEUS FALHANÇOS. UM GOVERNO DE ESQUERDA INTERVÉM SEMPRE PARA RESOLVER OS DEFEITOS INTRÍNSECOS AO CAPITALISMO: EVITAR ACUMULAÇÃO E GARANTIR MAIOR ACESSO. MESMO QUANDO NÃO HÁ NADA PARA ACUMULAR NEM COISA ALGUMA PARA ACEDER HÁ QUE REGULAR A ACUMULAÇÃO E GARANTIR O ACESSO

Regular o produto é vender quantidades limitadas, que permitam (…) que haja uma equidade na distribuição, que (…) maior quantidade de pessoas possa ter acesso ao produto, e também para evitar a acumulação, que é um flagelo com o qual estamos convivendo”, disse a ministra de Comércio Interior, Betsy Díaz, à emissora local.

O FLAGELO NÃO É O FALHANÇO DELES GOVERNO MAS SIM QUE AS PESSOAS PROCUREM CONTORNAR ESSE FALHANÇO NO CASO ACUMULANDO ALIMENTOS SEJA ESSA ACUMULAÇÃO O QUE SEJA EM TAL QUADRO DE PENÚRIA

«Autoridades explicaram a situação de desabastecimento após uma crise na liquidez financeira do país, que acumulou uma dívida comercial de 1,5 bilhão de dólares com fornecedores no final do ano passado, bem como o agravamento do embargo norte-americano que complica as operações comerciais

EM QUALQUER TEXTO SOBRE CUBA A QUESTÃO DO EMBARGO VEM AO CASO MESMO QUADO O CASO O DESMENTE: PORTANTO CUBA TEM UM DÍVIDA COMERCIAL CRESCENTE, NÃO TEM DINHEIRO PARA FAZER FACE ÀS NECESSIDADES ALIMENTARES DA POPULAÇÃO E O PROBLEMA ESTÁ NO EMBARGO NORTE-AMERICANO? COMO SE VÊ PELA DÍVIDA COMERCIAL CUBANA  NÃO FALTA QUEM VENDA A CUBA O QUE CUBA PRECISA. O QUE TEM O EMBARGO A VER COM ISTO?

«Produtos como ovo, óleo, frango congelado, arroz, feijão, linguiça e ervilha, além de sabonetes, detergentes e creme dental, serão afetados por essa medida, já em vigor em várias localidades do país.»

VOLTA BAPTISTA QUE ESTÁS PERDOADO!

Ps. Não completamente a despropósito, qual foi o impacto para Cuba do fim do programa dos médicos cubanos no Brasil? É que após a avalanche de textos sobre as desgraças anunciadas para o Brasil quando o programa foi cancelado por Bolsonaro seria interessante saber-se qual o impacto em Cuba do fim desse programa. Nomeadamente nas finanças cubanas. E de caminho pode aplicar-se o mesmo com os técnicos cubanos colocados na Venezuela.

Proponho que comecem de imediato

10 Maio, 2019

as negociações com vista à criação da carreira dos automobilistas que circulam nas mesmas estradas que os camiões que transportam matérias perigosas.

Marisa Matias a candidata que…

10 Maio, 2019

A cada campanha eleitoral Mariasa Matias torna-se numa espécie  de meme. Em 2015 Maria Matias era  A miúda que perdia cabras ou que numa versão mais alargada da vivência rural tinha uma aldeia dentro dela. Agora Maria Matias é a ex-candidata a Presidente da República que rega as plantas dos vizinhos.  Digamos que Maria Matias agora está numa versão mais urbana. Interessante, interessante seria sabermos o que Marisa Matias pensa. Não o que fez na sua vida doméstica. Como é óbvio aqueles dizeres sobre a maldade do mundo que profere entre a descrição do pastoreio e da rega das plantas  não valem como pensamento!

 

 

Têm sentido a falta?

10 Maio, 2019

MarceloFitaCabeca500

Pois não…

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Podem mandar o Expresso para a faixa de Gaza e entregar a sua redacção aos ternos cuidados do Hamas? Obrigada

9 Maio, 2019

Depois de termos vencido a Eurovisão em 2017, a Eurovisão tornou-se uma espécie de obsessão nacional. Este ano é Conan Osíris a representar Portugal em Israel, um país com um governo que subjuga milhares de palestinianos. “Quem mata quem? Quem mata quem?”, pergunta ele na música que lá vai cantar. A resposta perturba muita gente

Perora uma jornalista num video sobre a subjugação dos palestinianos pelo Estado de Israel. Quem ouvir aquele arrazoado de disparates acreditará que existiu alguma vez um estado palestiniano. Mas o mais espantoso é a desresponsabilização dos palestinianos, simultaneamente subjugados pelos israelitas mas dependentes deles para tudo nas palavras da jornalista. Enfim umas criancinhas.


 

 

Os idiotas úteis

8 Maio, 2019

holodomor

Alguns partidos ainda não perceberam o que se passa com a Europa e o Mundo. Metidos nas suas bolhas no Parlamento Europeu, completamente isolados do mundo real, e no conforto das suas vidinhas, ainda por cima,  bem pagos com os impostos dos europeus , são idiotas úteis ao grande plano globalista dos poderosos que querem fundar um governo único mundial, sem se darem conta. E isso só acontece porque são ignorantes ou distraídos. O problema é que esse alheamento é grave para as nossas vidas e eles nem sequer se preocupam com isso.

Então não é que um grupo desses idiotas do PPE  resolveu pedir a expulsão do Fidesz, partido que ganhou 2/3 do parlamento húngaro liderado por Viktor Orban, uma figura heróica do derrube da “cortina de ferro” em 1989 e do avento da democracia na Hungria? Mas o que anda a “direita” a fazer? A dar tiros nos próprios pés? E que tal se saíssem desse sono profundo e acordassem antes que seja tarde?

A Hungria foi vítima de invasão turca, do fascismo de Hitler e do comunismo de Lenine. Não quer o islão político na sua sociedade; não quer imigração massiva sem controle imposta por quotas; não quer um país a suportar mais despesa do que aquela que pode; nem pessoas a trabalharem cada vez mais para sustentar um sistema condenado ao fracasso social; não quer um país dominado pela violência e a colapsar por via de políticas comuns irresponsáveis e ainda há quem faça disto uma ideologia “extremista” não sei do quê. Mas que é isto?

Os países de leste sabem bem o que é ser-se invadido por ideologias castradoras e sanguinárias impostas a toda uma população. Sabem porque já o viveram. É preciso recordar  Holodomor na Ucránia para perceberem qual o medo subjacente a esta necessidade governamental de possuir controlo sobre suas políticas de fronteira? Uma coisa é o espaço schengen entre países da europa comunitária, outra coisa é escancarar portas a tudo o que vem, de todo o lado, sem qualquer filtro só porque alguém disse tratarem-se de “refugiados”  que não passam afinal de migrantes económicos. A propósito, se quiserem entender porque assim acontece, leiam NEW REPORT ON REPLACEMENT MIGRATION ISSUED BY UN POPULATION DIVISION da ONU. Isto não se inventa.

É preciso antes de mais, respeitar a História dos países que sofreram horrores num passado ainda muito recente e fazem questão em perpetuar essa memória na sua capital para que jamais  seja esquecido. O Museu Casa do Terror, pintado a cinza tal como tantos outros edifícios que sinalizam essa época. Dentro,  fotos de pessoas torturadas e mortas às mãos dos regimes totalitários. Toda a cidade está repleta de lembranças. É um país que não esquece sua História.

A Hungria não é racista nem xenófoba. Combate apenas um inimigo já sinalizado também por Macron: o islão político. E o que é isso? Exactamente o que descreve Sayyid Qutb – activista político e militante radical muçulmano – “O grande objectivo do islamismo é fruto de uma linha hermenêutica precisa e unilateral que procura a refundação da sociedade. Caso esta missão encontre oposição entre o statu quo, procurará subverter o poder visando a instauração de um modelo de Estado de acordo com o modelo ideal presente no Alcorão e na tradição islâmica. O unilateralismo é bem evidente no facto de o islamismo investir, acima de tudo, no âmbito político.” Alguma dúvida?

Nuno Melo, que votou a saída do partido do Orban no PE,  já tem uma posição diferente em relação ao VOX. Mas o que diferencia um do outro? Nada. O VOX nasce de uma reacção à falta de respostas ao combate do  terrorismo e ao marxismo. O outro também.

Por outro lado,  o PE concebeu a hipótese  da entrada da Turquia, que foi responsável pelo genocídio arménio e é governada por um ditador doido que não satisfeito com as eleições, ordenou a sua repetição. Faz sentido?

O comunismo tomou conta da Hungria com uma geringonça. O partido dos pequenos proprietários tinha obtido 57% dos votos mas não governou. O islão politico assemelha-se ao comunismo na forma como se impõe e governa. E ainda há gente que acha que o que motiva os húngaros a não querer migração massiva sem controlo é o racismo e a xenofobia. Francamente!

 

Será que a jovem vem cá de comboio?

8 Maio, 2019

Ou de bicicleta… isso é que era! Um hino à cretinice, é o que isto é…

Aprovado por unânimidade… o que é mesmo para acabar com a esperança de qualquer um!…

Entretanto a conta do derrube do muro chega às nossas vidas

8 Maio, 2019

Grávidas, bebés e doentes correm risco de vida, alertam anestesistas do Amadora-Sintra

165 km2, 25 mil habitantes para um só militar. GNR do Alentejo desespera com falta de gente

Constrangimentos financeiros fazem IPO recusar análises a doentes com cancro. Vários acabaram por morrer

Aquele muro que a esquerda derrubou em 2015 começa a cair em cima do PCP

8 Maio, 2019

Posição do PCP sobre professores pode levar Mário Nogueira a afastar-se do partido

Acabaremos com os senhores deputados a levarem os filhos e os netos que certamente também dirão umas coisas muito poéticas e infantilmente irrebatíveis

7 Maio, 2019

A comissão parlamentar de Ambiente aprovou esta terça-feira por unanimidade uma proposta para convidar a jovem ambientalista sueca Greta Thunberg a discursar na Assembleia da República.

Que esta patetice seja aprovada por unanimidade dá conta do atolambamento que nos rodeia.

Perante isto temos de admitir que aquilo dos professores é uma treta, não é?

7 Maio, 2019

Estado perde 385,3 milhões em IVA na restauração em ano e meio após descida da taxa

Serviços estimaram custos de 151 milhões por causa das 35 horas

Passes mais baratos custam mais 32 milhões do que o previsto: Quando foi apresentado, o programa de redução dos preços dos passes previa um investimento de 85,1 milhões de euros. Seis meses depois, o valor já é de 117,5 milhões

1+1=??

7 Maio, 2019

Porque quer António Costa sair do Governo custe o que custar?
Porque está tão calado Marcelo Rebelo de Sousa?

Uma pergunta que me interessa

7 Maio, 2019

Depois do Maduro cair o governo transitório vai divulgar quanto o regime bolivariano enviou, abonou e patrocinou, na Europa, a partidos, políticos, activistas, empresários…?

Os congelados

4 Maio, 2019

No passado dia 15 e Março foi publicado o Decreto-Lei n.º 36/2019, através do qual o Governo decidiu contabilizar 2 anos, 9 meses e 18 dias aos professores do ensino público que viram as suas carreiras congeladas “entre 1 de Janeiro de 2011 e 31 de Dezembro de 2017.

No entanto, o significado do congelamento raramente é explicado, seja pelos actores políticos e sindicais, seja pela comunicação social, pelo que pode ser útil alinhar aqui alguns factos. Ler mais…

um enigma

4 Maio, 2019
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Ao fim de três anos e meio de concubinato e a seis meses de eleições, a geringonça tinha de rebentar com estrondo: o PS precisa de votos ao centro e só os irá buscar se despegar dos seus dois parceiros, e estes, por sua vez, precisam de convencer os seus eleitorados que não se deixaram seduzir pelo poder e mantêm intacta a “pureza” das suas intenções revolucionárias. Por conseguinte, se o governo cair nas próximas duas semanas, todos os partidos que o apoiaram sairão bem na fotografia: o PS como garante da estabilidade orçamental; o Bloco e o PC como intransigentes defensores dos direitos dos trabalhadores. Só não se entende o que andam a fazer o CDS e o PSD, sobretudo Rui Rio, que arrisca uma imagem de rigor construída durante muitos anos, no meio disto.

Lamento mas a Direita nunca governou em Portugal

3 Maio, 2019

Os liberais não querem ser conotados de direita. Definem-se apenas como “não-socialistas” (como se isso definisse alguma coisa). Isto porque segundo eles, a direita foi a responsável de todos os males de que fomos vítimas ao encabeçar lutas erradas que deu espaço a que o país fosse tomado pelas esquerdas. E que lutas foram estas? A luta contra toxicodependência; contra o casamento homossexual; contra a migração massiva a que chamam de homofobia. Ou seja, culpam a direita de “entregar de bandeja a superioridade moral à esquerda e que assim, perdeu uma geração de jovens com instintos liberais para o Bloco de Esquerda” (retirado do discurso do Líder do IL). Mas que superioridade moral é essa do BE? A sério que pensam isto?

Acontece que a direita nunca governou em Portugal.   Quem governou este país desde 74 foi, em alternância, ora os socialistas, ora os sociais-democratas. Direita? Nem vê-la. Pior, nunca existiu uma Direita digna desse nome neste país.

Os factos são inegáveis: foi o socialismo e a social democracia que fizeram deste país um  “pedinte” roto e corrupto a viver acima das suas possibilidades, completamente nas mãos dos credores, sem dinheiro para a saúde, educação, segurança e  justiça.

O problema dos que não se assumem claramente, é depois não serem coisa nenhuma bem definida, induzindo em erro as pessoas – um misto confuso de ideologias – mas nas entrelinhas deixarem claro o que são sem a coragem de porém, o dizer preto no branco: uma espécie de “bloco de esquerda” nas liberdades individuais e no progressismo, mas liberais “não-socialistas” na economia.

Colocarem-se do lado dos radicais de esquerda nas “liberdades individuais” é um erro crasso. Porque esses radicais não lutam pela liberdade individual. Lutam pela IMPOSIÇÃO da liberdade de uns, contra a liberdade de outros. E isso não é lutar por liberdade. É a impor  uma ditadura de minorias.

Sou assumidamente de Direita com muito orgulho, porque é à Direita que está o respeito  real por todas as liberdade sem atropelar as liberdades dos outros; é à Direita que se constrói um país com ordem social, valores, ética, respeito , defesa de todos, sem qualquer supremacia. É com uma Direita que se constrói uma sociedade justa onde:  todos procuram produzir e ninguém trabalha para quem não quer trabalhar; há regras rigorosas para a gestão pública, não há perdão para criminosos do erário público, nem para maus gestores públicos;  há responsabilização criminal contra governantes que lesam a pátria,  não há famílias nem “boys” no Estado; não há descentralização para contratação de mais “boys” e famílias mas sim mais poder autárquico com mais responsabilidade, limites, controlo, rigor e penalizações, um poder central mínimo com um poder regional máximo; iniciativa privada por todo o lado que se justifique, mercado  totalmente livre sem burocracias, sem taxas para tudo e mais alguma coisa; liberdade de escolha na saúde e educação; impostos reduzidos e geridos ao cêntimo com total transparência e responsabilidade , todos  investidos na sociedade em prol de uma maior qualidade de vida para todos sem excepção; há respeito e orgulho pela nossa cultura e História.  Isto é a DIREITA. A verdadeira e única Direita.

É à direita que está a viragem. É à direita que está a nata do país, constituída por gente essencialmente  da sociedade civil, com ampla experiência no mercado de trabalho FORA da política,  capaz de com firmeza, recuperar economicamente e socialmente valores perdidos. Gente sem vícios políticos,  habituada à luta árdua do dia a dia que não se esconde por trás da TEORIA parva da ideologia de género  nem outras patranhas inventadas para desconstruir a sociedade e criar fragmentações, com medo de ser insultado, nem engole os embustes “progressistas”. Gente que sabe reflectir e  não se deixa manipular pelo “establishment”. Gente de carácter.

A verdadeira Direita é efectivamente “durona” porque faz o que tem de ser feito, diz o que tem de ser dito de forma firme e assertiva, sem medos  nem tabus. Transpira confiança porque não se esconde nem foge dos temas problemáticos – enfrenta-os. Não se importa dos rótulos porque sabe que quem os usa tem medo do sucesso dos seus ideais. 

A verdadeira Direita é tudo aquilo que os pais e avós, noutros tempos, ensinavam a ser na educação que transmitiam.  E essa Direita ainda não governou em Portugal.

Há quem lhe chame agora de “direita musculada”. Eu não diria melhor.

A recuperação quando nasce é para todos?

3 Maio, 2019

Quanto perderam os portugueses que trabalham no sector privado, que têm empresas ou que trabalham por conta própria nestes 9 anos, 4 meses e 2 dias? E a eles quem lhes devolve o que perderam?

Quero recuperar os valores que cobrava há 9 anos, 4 meses e 2 dias e agora não cobro.

Quero recuperar os impostos mais baixos que pagava há 9 anos, 4 meses e 2 dias.

Assunção Maduro Cristas lidera as forças revolucionárias!…

3 Maio, 2019

Será que a Assunção Maduro Cristas nos toma a todos por imbecis?

Remodelação governamental em curso

3 Maio, 2019

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Liberais à solta

3 Maio, 2019

Não deixa de ser uma (in)feliz coincidência o seguinte facto: no dia em que a Oficina da Liberdade e a Aletheia lançam no mercado um  livro que reune quase 31 pensadores liberais, a extrema-esquerda portuguesa (a aliança ‘Chavista’ PSD-BE-PCP-CDS-PP) verga às exigências dos professores. Tudo isto na mesma semana em que dirigentes do CDS-PP mentiram descaradamente em relação ao apoio incondicional do seu partido ao regime venezuelano. Nem de propósito, dias depois juntam-se a partidos ‘Chavistas’ para aprovarem uma medida própria do regime de Maduro: o dinheiro é para imprimir/distribuir; depois vivemos na ilusão de que esse mesmo dinheiro volta à procedência via impostos. Viva a Venezuela! A estupidez deste tipo de raciocíonio só mostra a necessidade do livro que hoje mesmo lançamos no mercado.

O livro ‘Juntos, somos quase um 31. Liberais à solta!‘ reune cerca de 31 pensadores liberais. O livro está dividido em 4 partes. Na primeira parte tratamos da história do liberalismo (com a companhia magnífica do André Azevedo Alves e do José Manuel Moreira), de alguns dos seus movimentos internos (juntamo-nos aqui ao Stephan Kinsella e ao Miguel Botelho Moniz) e da sua relação com o cristianismo (viagem proporcionada pelo Ricardo Dias Sousa). Esta primeira parte é um pouco mais académica, o que é extremamente necessário: dado que nem o CDS-PP sabe o que é ser de direita, convém voltar às origens de tudo e explicar, com calma, o que é o liberalismo. Não vá dar-se o caso de mentes simples confundirem liberalismo com o seu oposto, o fascismo! Para os dirigentes do CDS-PP, caso saibam ler, temos um capítulo sobre cristianismo e liberalismo – ali têm acesso a material muito interesssante para pensarem sobre as tristes figuras que fazem.

A segunda parte do livro está dedicada ao liberalismo em Portugal. Esta parte inicia-se com uma reflexão histórica, da autoria do Rui Albuquerque; segue-se uma breve reflexão sobre liberalismo nos partidos, da autoria do único dirigente do CDS-PP que aparentemente terminou a ‘quarta classe’, o Adolfo Mesquita Nunes; seguem-se alguns textos centrados na realidade portuguesa, da autoria do Gabriel Mithá Ribeiro, do Alexandre Mota e do José Meireles Graça. Tratam-se de reflexões cujo estilo é diverso, mas bastante rico. Creio que temos ali uma breve, mas lúcida, análise do país.

A terceira parte do livro é bastante técnica. Esta opção foi consciente e hoje sabemos que os deputados do CDS-PP que ontem se uniram à extrema esquerda ‘madurista’ devem passar directamente para a quarta parte do livro. Eu pessoalmente não acredito que esta parte esteja dirigida a quem se recusa a pensar. Autores de renome explicam ao leitor que tenha conseguido terminar a ‘quarta classe’ (lá se foi a possibilidade dos deputados adquirirem a obra para a biblioteca da Assembleia) o que são mercados livres, o que é moeda e o bitcoin (escrevo isto já com um certo sentimento de misericórdia pelos dirigentes do CDS-PP…), do que trata o termo austeridade (por favor enviar o livro para o Tribunal Constitucional), o que é o rendimento básico incondicional (é o que a Assunção Maduro Cristas deu ontem aos professores…), quais são os desafios de um mercado de trabalho, o que esperamos do estado quando se mete na saúde, como o estado delapidou as nossas reformas, porque é que as exportações não interessam e, principalmente, o que representa a máquina Nazi de extracção de impostos. Dito isto, foi assim que imaginei esta terceira parte do livro. À boa maneira liberal, os diversos autores deram o seu cunho pessoal a cada capítulo. Ficou excelente, e nesta parte o leitor encontra muita matéria para pensar a realidade económica que o rodeia. Os autores que nos guiam pelos meandros técnicos do liberalismo são o Ricardo Arroja, o Daniel Lacalle, o Juan Ramón Rallo, O Telmo Azevedo Fernandes, o Rui Santos, o Carlos Novais, o Pedro Martins, o Ricardo Campelo Magalhães, o Mário Amorim Lopes e o Carlos Guimarães Pinto. Por fim, o Professor Ubiratán proporciona ao leitor uma excelente reflexão sobre a realidade Brasileira – definitivamente a ler!

Na quarta e última parte do livro, autores como o Vítor Cunha, o Helder Ferreira, o Eduardo Cintra Torres, o Alberto Gonçalves, o Carlos M. Fernandes e a Gloria Alvarez, reflectem sobre temas vários: a arte, os media, a liberdade de expressão, o politicamente (in)correcto e os ‘guerreiros da justiça social’. É uma forma diferente de terminar o livro: depois de uma parte mais técnica, guiamos o leitor por temas aparentemente importantes para podermos sobreviver na sociedade que alguns, infelizmente, já conseguiram desenhar. Tal como acontece nas outras partes do livro, os textos têm estilos variados, partilhando contudo a mesma qualidade: são excelentes reflexões que potencialmente permitem ao leitor incauto escapar à prisão em que muitos sonham colocar quem não se rendeu a determinadas lutas. Esta parte do livro é especialmente útil para os dirigentes do CDS-PP mais preocupados com as cores das passadeiras do que com quem lá morre atropelado! É que discutir as cores a usar, mas não a necessidade de garantir a visibilidade das passadeiras, a sua renovação regular ou até a sua iluminação, demonstra o triste estado a que a ‘direita’ portuguesa chegou!

Como editor do livro, só tomei três decisões críticas (tudo o resto deixei ao critério dos autores). A primeira decisão foi não incluir a educação no livro. Não fosse dar-se o caso de algum autor, na sua liberdade, defender, num livro editado por mim, o cheque-ensino! Dei por isso rédeas à minha veia pouco liberal, e não deixei que alguém viesse aqui defender formas escamoteadas de socialismo. A segunda decisão que tomei foi a de não ter um capítulo dedicado a política internacional. Também aqui tive medo que alguém tivesse a triste ideia de, num livro editado por mim, defender a intervenção militar na Venezuela. A terceira decisão foi a mais difícil. Confesso que pensei em eu próprio escrever acerca da relação entre a proibição para o porte de armas e a tomada do poder na Venezuela por cartéis de droga… pareceu-me contudo que num livro desta qualidade, e rodeado de tão ilustres autores, seria ridículo escrever o óbvio!

Dito isto, estão todos convidados para a sessão de apresentação (ver figura)…

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As minhas propostas para resolver o problema dos professores

3 Maio, 2019
Tributar o acto de respirar
Emitir uma taxa sobre as idas às praias acrescida de um adicional sobre os banhos de mar
Solução DN: quanto mais se aumentam os funcionários públicos mais lucra o Estado com os impostos cobrados aos mesmos funcionários portanto não há problema algum
Pedir ao professor Marcelo que pague com beijinhos e abracinhos
Repetir três vezes: Virámos a página da austeridade.

E é isto: o pivot da SIC partilha com a representante da extrema esquerda a sua preocupação pelo aparecimento de movimentos de extrema-direita.

2 Maio, 2019

A caminho da Venezuela…

2 Maio, 2019

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