A propósito da realização de uma cimeira franco-espanhola sobre os ursos ou mais propriamente sobre os ataques dos ursos aos rebanhos, concluía Fernando Alves a propósito do urso pardo avistado no Gerês: “Talvez porque sejamos mais tolerantes e mais acolhedores para com o que nos procuram. Talvez isso explique que o urso avistado no Gerês tenha procurado o mel das colmeias e não as ovelhas dos redis.“
Joe anda à gosma há 12 anos
Tem sido notícia esta semana que o José Berardo deve mil milhões à banca portuguesa. A bem dizer, não é sequer notícia, é algo que se sabe há 12 anos. A população desconhecia é que nesses 12 anos nunca ninguém fez nada para receber o dinheiro, nem ninguém penalizou os incompetentes que lhe deram o carcanhol. Tais incompetentes ou coniventes (não há terceira hipótese), na sua esmagadora maioria já foram várias vezes ouvidos na Assembleia, mas portaram-se todos com grande dignidade, afirmando sempre não se lembrar de nada ou que cumpriram a lei. Usaram de muito decoro e nunca foram incomodados pelas senhores deputados, nem pelo ministério público nem pelas polícias apesar de serem responsáveis por um dos maiores roubos do século. Mas o José é que irritou os deputados.
Foi no ano de 2007 que o José pediu esse dinheiro todo, essencialmente para comprar acções do BCP. Ele não, a sua fundação que é uma «instituição particular de solidariedade social» e uma associação a que preside. Nenhum dos banqueiros que analisaram e decidiram tal pedido (ou que o incentivaram a fazer esse pedido segundo o José) se incomodou por uma fundação/associação sem bens solicitar tais montantes, para fins em tudo contrários ao seu objecto social.
Como era natural, passado pouco tempo, a situação financeira era complicada. E, em 2009, foi feito um «um acordo muito favorável na negociação do reforço das garantias do empréstimo de cerca de mil milhões de euros que o investidor fez junto dos bancos para comprar acções do BCP», com 3 bancos (CGD/BCP e BES): Sim, a «Banca salva Berardo da falência».
O tempo passou e nada sucedeu, tudo se mantinha na mesma: a dívida e a inacção dos bancos em executar as poucas garantias. O cliente José Berardo estava sossegado: nem lhe pediam o dinheiro nem o chateavam. Como aliás refere o actual presidente da associação de bancos (??), só em 2011 conseguiram ter uma ideia do património efectivo de José Berardo. O que diz muito sobre as fracas capacidades profissionais de quem dirige a banca portuguesa. Mas contabilisticamente aquilo era complicado para os bancos. Foi feita nova negociação em 2012, um Acordo Quadro assinado a 16 de Março de 2012. José continuava seguro e sossegado: só ao final de 6 anos é que teria de pagar 30% da dívida e o restante no 7º ano. Quem não gostaria de ter credores tão simpáticos?
Apenas agora, ao final de 12 anos, os 3 bancos accionaram o seu cliente devedor.
Atenção às letras pequenas
No meio das notícias sobre “o acordo histórico” nem enchem duas linhas as palavras que indicam que daqui a algum tempo, quando já não nos lembrarmos de nada e andarmos distraídos com outra coisa, a reivindicação que “continua em cima da mesa” vai ser satisfeita.
Não sei que diga disto…
De facto só se aproveita a campanha da Iniciativa Liberal… a IL é a prova viva do seguinte: presidentes de partido e candidatos que tenham conseguido terminar a ‘quarta classe’ acaba por dar jeito…
Este Guterres só visto
Além do mau gosto da camisa e a pança própria de quem não se mexe, temos ainda as ideias geniais do secretário geral Guterres: ‘Tax pollution, not people.‘
Não há palavras para descrever tal ignorância…
Que SNS é este?
Para perceber o que se passa hoje no SNS é preciso recuar-se no tempo. Aquando a sua “criação” – tal como o conhecemos hoje – António Arnaut, então ministro dos assuntos sociais, disse ao “O Jornal”: “A revolução de Abril vai chegar à saúde, uma saúde a que todos os portugueses têm igual direito. Não se trata de construir um hospital em cada localidade (…) mas de assegurar um serviço que responda eficaz e prontamente às necessidades do povo português, que dignifique o acto médico e evite o espectáculo degradante de longas filas de espera de consulta e a frustração daqueles a quem o funcionário diz para voltar no mês seguinte ou alguns meses depois (…). Numa sociedade democrática a caminho do socialismo não pode haver latifundiários de qualquer natureza e muito menos domínios da saúde pública por isso o SNS acabará com os exploradores da medicina“. Ou seja, o principal objectivo era estatizar a saúde usando o argumento de sempre: é tudo pelos pobrezinhos. Obviamente que houve oposição. A começar pela própria ordem dos médicos na época presidida pelo Dr. Gentil Martins que acusava o governo de querer estatizar a saúde e de acabar com o direito à livre escolha, posição igualmente assumida pelo CDS e PPD.
Ao contrário da propaganda esquerdista pós 25 Abril, o Estado Social nasceu no Estado Novo onde se decretou entre outros: o abono de família; a acção social escolar; a acção social no trabalho; a A.D.S.E.; as bolsas de estudo; as caixas de previdência; as caixas de reforma; as cantinas escolares; as casas do povo; as casas dos pescadores; a comissão para a política social relativa à mulher; a comissão permanente de reabilitação; os subsídios a diminuídos; o apoio social a emigração e imigração; o apoio a doenças profissionais; o contrato colectivo de trabalho; o apoio ao emprego e formação profissional e a habitação económica, são apenas alguns exemplos. Neste contexto, também o verdadeiro e efectivo pai do SNS foi, em abono da verdade, Baltasar Rebelo de Sousa, com a Reforma dos Centros de Saúde em parceria com Gonçalves Ferreira e Arnaldo Sampaio, que decorreu na década de 70 e que foi um considerável sucesso. No Centro de Saúde Pêro Pinheiro, por exemplo, havia pediatria, ginecologia, obstetrícia e dentista, com vários médicos de clínica geral, sempre disponíveis e sem marcação prévia. De salientar também que foi neste período que se iniciou a construção de inúmeros novos Hospitais , Sanatórios e beneficiação dos antigos, por todos os distritos.
A diferença é que durante o Estado Novo observou-se uma continuidade da política assistencialista, supletivista, caritativista, ao contrário do SNS actual, universalista suportado totalmente pelo Estado. O Estado Novo defendia que “ a assistência deve na mais larga medida possível ser exercida pelos particulares, cabendo ao Estado sobretudo a orientação superior e a coordenação de todas as actividades beneficentes.”
Ora, se o SNS veio revolucionar a saúde em Portugal com o seu “universalismo” e acabar com os “exploradores da saúde” porque razão observamos exactamente o oposto? Ao fim destes anos, temos um SNS degradado e caótico onde: se morre em longas listas de espera de meses ou anos para consultas ou cirurgia, consoante a especialidade; há legionella que mata em hospitais públicos; doentes com cancro sem poder fazer exames e que morrem à espera; equipamentos alugados a hospitais privados por serem obsoletos ou estarem avariados; não há roupas de cama lavadas nem material médico suficiente e faltam medicamentos; não há acesso aos melhores tratamentos oncológicos por serem caros; as instalações hospitalares estão degradadas por falta de manutenção; não há pessoal de enfermagem ou médico suficientes por isso centenas de doentes são tratados em corredores ou salas de espera por um único enfermeiro; a mortalidade infantil disparou; há centros de saúde que encerram; há inúmeras pessoas sem médico de família; há menos serviços prestados nos centros de saúde do que no regime anterior; os cuidados continuados não cobrem as necessidades; os idosos são abandonados em hospitais por falta de alternativas; a ala pediátrica do Joãozinho está há anos em contentores. Em suma, um serviço deplorável de saúde.
Mas há mais. Se o “verdadeiro” objectivo era combater os “exploradores da medicina” como foi possível tantos casos de corrupção que se multiplicaram no SNS? E já agora, por que razão há tantos candidatos a estudantes de medicina e poucas vagas, controladas pela Ordem dos Médicos, com tanta escassez de médicos em Portugal, sendo necessário recorrer a profissionais estrangeiros?
A verdade que ninguém ousa dizer é que o SNS está a morrer por via da “sovietização” do mesmo, que cria uma dependência total e absoluta no Estado. Um sistema que dá a ilusão do “direito universalista” à saúde mas não garante nem qualidade nem acesso a tratamentos, porque o Estado, sempre que não tem dinheiro para todos os seus desvarios com as elites, corta no essencial às populações, deixando-as sem qualquer poder de escolha. É a pura ideologia demagoga socialista posta em prática no SNS que conduz a estes resultados. Exactamente como em Cuba e na Venezuela.
É caso para dizer: mas que diabo de Serviço Nacional de Saúde universalista é este?
Fazer algo pela natureza e por nós
e de caminho combatendo o ambientalismo de sofá, likes e histerias em torno da salvação do planeta.
A Montis – Associação de Conservação da Natureza ainda precisa de 4 005€. para levar a cabo o seu projecto de compra de terrenos marginais que, tendo sido importantes na economia rural de um passado recente, actualmente não têm qualquer função social e são muito vulneráveis, nomeadamente aos grandes incêndios, pelo abandono de décadas a que foram votados. Este projecto da Montis desenvolve-se na serra do Açor (Pampilhosa da Serra), serra da Arada (S. Pedro do Sul) e serra do Caramulo (Vouzela).
Avô salva o mundo

Tenho a secreta esperança de que os netos de Guterres sejam ainda demasiado novos para terem vergonha.
*
O terrorista de esquerda é sempre um líder histórico
O terrorista Josu Ternera foi preso. Os títulos das notícias da sua prisão em Portugal fazem a habitual transformaçáo do terrorista em líder histórico.
PUBLICO: Foi detido líder histórico da ETA em fuga há 17 anos
Observador: Detido Josu Ternera, ex-líder histórico da ETA, em fuga há 17 anos
LUSA segundo DN e CM : Ex-chefe político do grupo terrorista ETA Josu Ternera foi detido em França
EXPRESSO: Josu Ternera, histórico dirigente da ETA, foi detido em França
… O líder histórico ou ex-lider histórico (terá deixado de ser líder ou de ser histórico?) é responsável entre outros actos pelo atentado à casa quartel de Saragoça em 1987
Ps. O Expresso achou por bem ilustrar a fotografia da sua detenção com esta foto em que os históricos – há vários na foto – parecem estar a sair de uma festinha de família talvez de historiadores

Como é óbvio
O figurão
Pedro Correia: «Quando fez um acordo leonino com o Estado para exposição pública dos quadros que acumulara, não faltaram basbaques em fila a elogiar-lhe o “gosto artístico”. Quando se vangloriava de vinhateiro, logo surgia gente de cálice em riste a brindar com moscatel, entre mil hossanas em letra impressa ao putativo “mérito empresarial” do cavalheiro.
Tantos anos depois, ei-lo enfim sujeito às indignações da turba. Chegam tarde. E, em certos casos, tresandam a hipocrisia.»
Sondagem europeias
Não há políticas de esquerda sem empresários dilectos
: «Com Sócrates e Vara, Berardo transformou-se num ‘empresário’ disponível para ajudar as estratégias do governo socialista para intervir na economia, escolhendo os seus aliados e derrotando os outros. As suas dívidas à banca, que agora tanto indignam os portugueses e o actual PM, são a herança desse capitalismo de Estado implementado pelo mesmo partido que está agora no governo.»
Duarte Marques : «Berardo não é o principal responsável pelas dificuldades da CGD ou do BCP. Alguém lhe pediu que interviesse no BCP, alguém lhe autorizou créditos “de favor” no banco público para tornar possível o “assalto” ao BCP e alguém se esqueceu convenientemente de tentar recuperar o dinheiro da CGD enquanto era tempo. Alguém, em 2006, lhe ofereceu o CCB para colocar a sua coleção, lhe pagou uma “pipa de massa” e lhe renovou o contrato já em 2016.»
A propósito do show desta semana na AR
em geral o número do patusco triunfa perante o desconcerto dos demais. A não ser claro quando se encontra pela frente alguém como esta senhora.
O Vaticano entrou no ramo das cobranças difíceis
ABC (um jornal que aproveito para recomendar aos jornalistas do burgo pois isto de apenas lerem o EL Pais é um bocadinho redutor): «El cardenal polaco Krajewski, el limosnero del Vaticano que se encarga de socorrer a las personas más necesitadas, decidió el sábado por la noche romper los precintos que impedían dar la corriente eléctrica a un palacio romano de ocho plantas ocupado abusivamente por unas 450 personas. Previamente el purpurado había dado un ultimátum a las instituciones, incluida la delegación del gobierno, para que se reactivara la corriente eléctrica antes de las ocho de la tarde. «En caso contrario actuaré por mi cuenta», aseguró el cardenal.
Dicho y hecho. Dos horas después de cumplirse el plazo del ultimátum, Konrad Krajewski, un purpurado determinado y generoso, se presentó en el edificio situado en la calle de la Santa Croce in Gerusalemme y, ante la sorpresa de los vecinos del inmueble, les dijo: «Llevadme donde está el contador». El cardenal tuvo que descender al subsuelo y forzar la cabina eléctrica rompiendo el precinto del contador para que la luz retornara. «Se trata de una operación muy peligrosa», señalan quienes conocen ese proceso. La medida tendrá consecuencias. De momento, la compañía que suministra la corriente eléctrica, Acea, presentará denuncia en la fiscalía contra desconocidos. La deuda de los inquilinos a lo largo de una serie de años alcanza ya los 300.000 euros»
E se a próxima Venezuela for aqui ao lado?
Era só para lembrar que na Turquia, Erdogan, anulou as eleições que perdeu.
Ps. Nem uma palavrinha sobre a exigência de Erdogan a Macron de abertura de liceus turcos em França?
José Sócrates falava no Centro Cultural de Belém, durante a cerimónia de inauguração do Museu Colecção Berardo, na presença de Joe Berardo, da ministra da Cultura, Isabel Pires de Lima, de vários membros do Governo e mais de mil convidados.
“Com este museu, o país fica mais rico e Lisboa uma cidade melhor. Antes, o roteiro da arte contemporânea acabava em Madrid. A partir de hoje, começa aqui”, considerou o primeiro-ministro.
Lembram-se?
28 de Maio de 2007. Assembleia-Geral (AG) do BCP. À saída, Joe Berardo levantou o braço e fez o “V” de vitória. O cerco a Jardim Gonçalves estava ganho.
Atirar a toalha para a passadeira
Infelizmente, só em 2019 é que temos direito a uma passadeira arco-íris. Já não veio a tempo para que Gisberta pudesse atravessar a rua, orgulhosa por todos os problemas decorrentes de alguém achar que pode julgar os outros pelas suas opções de vida terem acabado com uma simples pintura no asfalto.
A polémica das passadeiras arco-íris parece-me despropositada: é que se não há nada a fazer para evitar a violência sobre os assumidamente marginais, os que são diferentes, aqueles de quem não temos que gostar para respeitar, então mais vale mesmo passar o tempo a pintar asfalto para podermos fingir que nos importamos.
O roubo silencioso
Faça de conta que vive noutra galáxia e descubra as diferenças na reacção a estas declarações
Ministra da Saúde, «a ministra “esquerdista”: “Quando estou muito irritada, costumo ouvir o hino da CGTP”, a Internacional»
Ministra da Saúde, «a ministra “fascista”: “Quando estou muito irritada, costumo ouvir o hino fascista”»
Os dias do parvoísmo
(…)
Como é que o Expresso sabe?
Nasceu uma nova forma de jornalismo: «Marcelo, sabe o Expresso»
«Para o Presidente, que como o Expresso noticiou foi apanhado de surpresa pela votação no Parlamento que colocou Governo e oposição em choque frontal – e deu ao primeiro-ministro argumentos para ameaçar demitir-se –, a clivagem instalada tornava difícil abordar o assunto sem se colar a um dos lados. Já que António Costa o libertou de ser parte no processo, ao fazer depender a sua demissão exclusivamente da votação da lei dos professores no Parlamento e não da promulgação presidencial, Marcelo aproveitou: só interviria se houvesse mesmo crise.
Se a crise se tivesse consumado e Costa se demitisse, Marcelo convocava eleições. Constitucionalmente, quando um PM se demite, o Presidente ou dá posse a outro Governo ou marca eleições. Marcelo, sabe o Expresso, escolheria a segunda. E chegou a estudar os calendários. Com a lei votada a 10, podia ouvir os partidos e o Conselho de Estado até 17 e, cumprindo os 55 dias que a Constituição prevê, podia marcar eleições para 14 de julho.»
Génio ou vândalo vs génio e vândalo
A exposição “Banksy: genius or vandal” estará por cá, na Cordoaria Nacional, a partir de 14 de Junho. O título da exposição deixa-me intrigado: tem mesmo que ser genius or vandal? Não seria melhor and/or? É que, por muito genial que sejam as obras do homem (presunção minha: pode ser mulher), é possível acumular os dois epítetos através do exercício de pintura em tela alheia, como é a parede de uma casa que não lhe pertence.
Da mesma maneira, ao contrário do que se lê nos jornais acerca da imensa genialidade de António Costa na questão com os professores, é perfeitamente possível um vândalo ter rasgos de imaginação grotesca perante a inaptidão da oposição para perceber que a hipocrisia é a ferramenta política mais valorizada pelos média.
Graças ao Gonçalo Graça Moura cheguei a este texto sobre a falta de alimentos em Cuba. A retórica cubana para explicar o seu falhanço é algo que ouvimos todos os dias por aqui aplicada aos sectores que a esquerda controla entre nós, como a saúde, a educação, a fiscalidade… Mas quando o assunto são os ovos, a pasta de dentes e o arroz matérias que, por enquanto, os nossos queridos esquerdistas têm deixado nas mãos dos merceeiros, a demagogia torna-se evidente
«Após vários meses de desabastecimento de produtos no mercado local, as autoridades cubanas anunciaram nesta sexta-feira a venda racionada de vários deles, principalmente alimentos, para evitar acumulação e garantir maior acesso, afirmou o governo.»
UM GOVERNO DE ESQUERDA NUNCA MAS NUNCA SE CONFRONTA COM OS SEUS FALHANÇOS. UM GOVERNO DE ESQUERDA INTERVÉM SEMPRE PARA RESOLVER OS DEFEITOS INTRÍNSECOS AO CAPITALISMO: EVITAR ACUMULAÇÃO E GARANTIR MAIOR ACESSO. MESMO QUANDO NÃO HÁ NADA PARA ACUMULAR NEM COISA ALGUMA PARA ACEDER HÁ QUE REGULAR A ACUMULAÇÃO E GARANTIR O ACESSO
“Regular o produto é vender quantidades limitadas, que permitam (…) que haja uma equidade na distribuição, que (…) maior quantidade de pessoas possa ter acesso ao produto, e também para evitar a acumulação, que é um flagelo com o qual estamos convivendo”, disse a ministra de Comércio Interior, Betsy Díaz, à emissora local.
O FLAGELO NÃO É O FALHANÇO DELES GOVERNO MAS SIM QUE AS PESSOAS PROCUREM CONTORNAR ESSE FALHANÇO NO CASO ACUMULANDO ALIMENTOS SEJA ESSA ACUMULAÇÃO O QUE SEJA EM TAL QUADRO DE PENÚRIA
«Autoridades explicaram a situação de desabastecimento após uma crise na liquidez financeira do país, que acumulou uma dívida comercial de 1,5 bilhão de dólares com fornecedores no final do ano passado, bem como o agravamento do embargo norte-americano que complica as operações comerciais.»
EM QUALQUER TEXTO SOBRE CUBA A QUESTÃO DO EMBARGO VEM AO CASO MESMO QUADO O CASO O DESMENTE: PORTANTO CUBA TEM UM DÍVIDA COMERCIAL CRESCENTE, NÃO TEM DINHEIRO PARA FAZER FACE ÀS NECESSIDADES ALIMENTARES DA POPULAÇÃO E O PROBLEMA ESTÁ NO EMBARGO NORTE-AMERICANO? COMO SE VÊ PELA DÍVIDA COMERCIAL CUBANA NÃO FALTA QUEM VENDA A CUBA O QUE CUBA PRECISA. O QUE TEM O EMBARGO A VER COM ISTO?
«Produtos como ovo, óleo, frango congelado, arroz, feijão, linguiça e ervilha, além de sabonetes, detergentes e creme dental, serão afetados por essa medida, já em vigor em várias localidades do país.»
VOLTA BAPTISTA QUE ESTÁS PERDOADO!
Ps. Não completamente a despropósito, qual foi o impacto para Cuba do fim do programa dos médicos cubanos no Brasil? É que após a avalanche de textos sobre as desgraças anunciadas para o Brasil quando o programa foi cancelado por Bolsonaro seria interessante saber-se qual o impacto em Cuba do fim desse programa. Nomeadamente nas finanças cubanas. E de caminho pode aplicar-se o mesmo com os técnicos cubanos colocados na Venezuela.
Proponho que comecem de imediato
as negociações com vista à criação da carreira dos automobilistas que circulam nas mesmas estradas que os camiões que transportam matérias perigosas.
Marisa Matias a candidata que…
A cada campanha eleitoral Mariasa Matias torna-se numa espécie de meme. Em 2015 Maria Matias era A miúda que perdia cabras ou que numa versão mais alargada da vivência rural tinha uma aldeia dentro dela. Agora Maria Matias é a ex-candidata a Presidente da República que rega as plantas dos vizinhos. Digamos que Maria Matias agora está numa versão mais urbana. Interessante, interessante seria sabermos o que Marisa Matias pensa. Não o que fez na sua vida doméstica. Como é óbvio aqueles dizeres sobre a maldade do mundo que profere entre a descrição do pastoreio e da rega das plantas não valem como pensamento!
Têm sentido a falta?

Pois não…
*
Podem mandar o Expresso para a faixa de Gaza e entregar a sua redacção aos ternos cuidados do Hamas? Obrigada
Perora uma jornalista num video sobre a subjugação dos palestinianos pelo Estado de Israel. Quem ouvir aquele arrazoado de disparates acreditará que existiu alguma vez um estado palestiniano. Mas o mais espantoso é a desresponsabilização dos palestinianos, simultaneamente subjugados pelos israelitas mas dependentes deles para tudo nas palavras da jornalista. Enfim umas criancinhas.
Os idiotas úteis

Alguns partidos ainda não perceberam o que se passa com a Europa e o Mundo. Metidos nas suas bolhas no Parlamento Europeu, completamente isolados do mundo real, e no conforto das suas vidinhas, ainda por cima, bem pagos com os impostos dos europeus , são idiotas úteis ao grande plano globalista dos poderosos que querem fundar um governo único mundial, sem se darem conta. E isso só acontece porque são ignorantes ou distraídos. O problema é que esse alheamento é grave para as nossas vidas e eles nem sequer se preocupam com isso.
Então não é que um grupo desses idiotas do PPE resolveu pedir a expulsão do Fidesz, partido que ganhou 2/3 do parlamento húngaro liderado por Viktor Orban, uma figura heróica do derrube da “cortina de ferro” em 1989 e do avento da democracia na Hungria? Mas o que anda a “direita” a fazer? A dar tiros nos próprios pés? E que tal se saíssem desse sono profundo e acordassem antes que seja tarde?
A Hungria foi vítima de invasão turca, do fascismo de Hitler e do comunismo de Lenine. Não quer o islão político na sua sociedade; não quer imigração massiva sem controle imposta por quotas; não quer um país a suportar mais despesa do que aquela que pode; nem pessoas a trabalharem cada vez mais para sustentar um sistema condenado ao fracasso social; não quer um país dominado pela violência e a colapsar por via de políticas comuns irresponsáveis e ainda há quem faça disto uma ideologia “extremista” não sei do quê. Mas que é isto?
Os países de leste sabem bem o que é ser-se invadido por ideologias castradoras e sanguinárias impostas a toda uma população. Sabem porque já o viveram. É preciso recordar Holodomor na Ucránia para perceberem qual o medo subjacente a esta necessidade governamental de possuir controlo sobre suas políticas de fronteira? Uma coisa é o espaço schengen entre países da europa comunitária, outra coisa é escancarar portas a tudo o que vem, de todo o lado, sem qualquer filtro só porque alguém disse tratarem-se de “refugiados” que não passam afinal de migrantes económicos. A propósito, se quiserem entender porque assim acontece, leiam NEW REPORT ON REPLACEMENT MIGRATION ISSUED BY UN POPULATION DIVISION da ONU. Isto não se inventa.
É preciso antes de mais, respeitar a História dos países que sofreram horrores num passado ainda muito recente e fazem questão em perpetuar essa memória na sua capital para que jamais seja esquecido. O Museu Casa do Terror, pintado a cinza tal como tantos outros edifícios que sinalizam essa época. Dentro, fotos de pessoas torturadas e mortas às mãos dos regimes totalitários. Toda a cidade está repleta de lembranças. É um país que não esquece sua História.
A Hungria não é racista nem xenófoba. Combate apenas um inimigo já sinalizado também por Macron: o islão político. E o que é isso? Exactamente o que descreve Sayyid Qutb – activista político e militante radical muçulmano – “O grande objectivo do islamismo é fruto de uma linha hermenêutica precisa e unilateral que procura a refundação da sociedade. Caso esta missão encontre oposição entre o statu quo, procurará subverter o poder visando a instauração de um modelo de Estado de acordo com o modelo ideal presente no Alcorão e na tradição islâmica. O unilateralismo é bem evidente no facto de o islamismo investir, acima de tudo, no âmbito político.” Alguma dúvida?
Nuno Melo, que votou a saída do partido do Orban no PE, já tem uma posição diferente em relação ao VOX. Mas o que diferencia um do outro? Nada. O VOX nasce de uma reacção à falta de respostas ao combate do terrorismo e ao marxismo. O outro também.
Por outro lado, o PE concebeu a hipótese da entrada da Turquia, que foi responsável pelo genocídio arménio e é governada por um ditador doido que não satisfeito com as eleições, ordenou a sua repetição. Faz sentido?
O comunismo tomou conta da Hungria com uma geringonça. O partido dos pequenos proprietários tinha obtido 57% dos votos mas não governou. O islão politico assemelha-se ao comunismo na forma como se impõe e governa. E ainda há gente que acha que o que motiva os húngaros a não querer migração massiva sem controlo é o racismo e a xenofobia. Francamente!
Será que a jovem vem cá de comboio?
Ou de bicicleta… isso é que era! Um hino à cretinice, é o que isto é…
Aprovado por unânimidade… o que é mesmo para acabar com a esperança de qualquer um!…
Que esta patetice seja aprovada por unanimidade dá conta do atolambamento que nos rodeia.
1+1=??
Porque quer António Costa sair do Governo custe o que custar?
Porque está tão calado Marcelo Rebelo de Sousa?
Uma pergunta que me interessa
Depois do Maduro cair o governo transitório vai divulgar quanto o regime bolivariano enviou, abonou e patrocinou, na Europa, a partidos, políticos, activistas, empresários…?
