A Constituição não foi suspensa
Artigo 44.º
Direito de deslocação e de emigração
1. A todos os cidadãos é garantido o direito de se deslocarem e fixarem livremente em qualquer parte do território nacional.
Artigo 18.º
Força jurídica
1. Os preceitos constitucionais respeitantes aos direitos, liberdades e garantias são diretamente aplicáveis e vinculam as entidades públicas e privadas.
2. A lei só pode restringir os direitos, liberdades e garantias nos casos expressamente previstos na Constituição, devendo as restrições limitar-se ao necessário para salvaguardar outros direitos ou interesses constitucionalmente protegidos.
Artigo 19.º
Suspensão do exercício de direitos
1. Os órgãos de soberania não podem, conjunta ou separadamente, suspender o exercício dos direitos, liberdades e garantias, salvo em caso de estado de sítio ou de estado de emergência, declarados na forma prevista na Constituição.
Artigo 21.º
Direito de resistência
Todos têm o direito de resistir a qualquer ordem que ofenda os seus direitos, liberdades e garantias e de repelir pela força qualquer agressão, quando não seja possível recorrer à autoridade pública.
Políticos adultos tratam eleitores como adultos
Não vou esquecer
o estado da arte
Portugal pode ser um Estado com Direito. Com muito Direito, até mesmo com Direito a mais. Mas, decididamente, o que já não é é um Estado de Direito.
Do autoritarismo de Costa
Constituição da República Portuguesa
Artigo 19.º
Suspensão do exercício de direitos
1. Os órgãos de soberania não podem, conjunta ou separadamente, suspender o exercício dos direitos, liberdades e garantias, salvo em caso de estado de sítio ou de estado de emergência, declarados na forma prevista na Constituição.
Tem as costas largas, o pequeno vírus
E quando discutem a morte sem ser a pedido nos lares?
A Igreja Portuguesa entregou-se ao Estado?
Na casa de Deus passou a mandar Marta Temido.
O missal foi substituído pelo manual da DGS.
A Caridade tem de esperar pelo fim da Covid.
Se não é assim, parece…
O video de hoje:
A maldição socialista do interesse público
Antiga CUF. Zona industrial do Barreiro classificada como de ‘interesse público’
O socialismo destruiu a CUF em nome do interesse público. Agora o interesse público é invocado para musealizar o espaço do que foi a CUF.
Um país que se levanta perante os erros do governo
Oitenta e três anos, no Reino Unido.
Video:
Os vizinhos do andar do lado continuam a fazer questão de colocar o prédio inteiro a par das suas zangas e reconciliações
Bloco de Esquerda sai de reunião com Costa com “abertura negocial”
Catarina Martins. “Se não existir um orçamento, o Governo pode apresentar outro
OE2021: Catarina Martins diz que Bloco de Esquerda não viabiliza orçamento “da maneira em que está”
PS acusa Bloco de irresponsabilidade ao sugerir nova proposta orçamental
Bloco de Esquerda impõe linha vermelha: só viabiliza Orçamento se houver nova auditoria ao Novo Banco
PS espera contribuição do Bloco de Esquerda para melhorar o Orçamento do Estado
Orçamento do Estado. BE diz que propostas não são “lista de compras”
Bloco de Esquerda não vê condições para viabilizar o Orçamento do Estado
Bloco “quer muito chegar a acordo” sobre Orçamento
….
Flores no esterco
Como uma avalanche que extingue a aldeia a partir da queda de uma pequena massa que desencadeia inumeráveis reacções, atingimos em Outubro de 2020 o patamar do progresso a partir do qual não há retorno. Daqui para a frente, do “ninguém está disposto a ouvir seja quem for”, só virá o “calem-no antes que alguém o possa ouvir”.
Os nossos antepassados já passaram por isso. Não há volta a dar. Resta o silêncio, aliás o mesmo silêncio que já se faz sentir nas redes sociais, a Torre de Babel do nosso tempo. Se alguém fala na floresta e as árvores falam ao mesmo tempo, será que alguém falou?

Pouco importa se há confinamento ou não. A própria palavra nunca existiu. Existe agora, e não é para designar prisões domiciliárias: designa o muro que cada um construiu à volta de si próprio. Uns chamam-lhe política partidária, outros chamam-lhe a choldra, outros ainda – os ingénuos – chamam-lhe esperança. Eu prefiro chamar-lhe o desígnio humano para a destruição.
Primeiro foram os artistas, ou porque morrem, ou porque já não interessam. E depois disso não há nada.
Against the wall.
Nota: não publico este post no Facebook porque calaram a cotovia por 7 dias.
As explicações formatadas
A Argentina viveu um dos mais longos confinamentos do mundo: seis meses. A Argentina é agora um dos países que regista maior número de casos de Covid. Dizem os jornais que o problema foi não se ter cumprido o confinamento adequadamente.
O Peru é o país com a maior mortalidade por habitante da América Latina por coronavírus. Dizem os jornais para explicar os números do Perú que no Perú é enorme a falta de acesso aos serviços de saúde e a impossibilidade de confinar adequadamente. Mas se fosse apenas isso em Espanha ou em França não haveria contaminação.
… Quanto mais tempo passa mais óbvio se torna que a cartilha de pouco serve.
A senhora candidata só está a dizer meia verdade, como é seu costume
A senhora candidata vive de desnhar o mundo a preto e branco mas a realidade é bem mais complexa do que esta versão “bebés fofinhos que nós vamos educar”. Como vai ser definida a tutela destas crianças? As maẽs destas crianças não são jovens raptadas e violadas por jihadistas: elas integraram voluntariamente a jihad. Não é por serem mulheres que são menos responsáveis pelas suas decisões. O Estado portuguẽs pode ir buscar estas crianças mas não podemos esquecer que elas têm mães e algumas delas também têm pai. Ninguém deixa de ser pai, mãe ou filho por ser jihadista. Há vários deveres e direitos a acautelar nesta questão. Desde o dever do Estado português de zelar pela segurança dos portugueses aos direitos dos pais destas crianças.
Os ditos amiguinhos da Palestina não querem comentar?
Hipocondria altruista
Não é por qualquer um de nós, é por vós. Coitados de vós: não formos nós a pensar por vós e andaríeis aí em risco de apanhar uma doença. Tu, jovem idoso que tens a mania de caminhar ou ir jogar golfe… já pensaste que não custa nada abdicares de um ano ou dois da tua vida previsível de mais um ou dois anos para te salvares? Tranca-te em casa, não por opção, mas porque nós queremos. Tu, jovem criança, tu que pensas matar a avó de coronavírus no Natal, logo naquele que bem pode ser o último Natal dela, já pensaste que não usares máscara pode tornar-te num ser humano reconhecível?
Este tipo de hipocondria altruista é a essência do mal. De pouco adianta reduzir isso a “é o socialismo” ou “é o comunismo”. Da mesma forma que alguns círculos em 1920 tomaram a sério “Os Protocolos dos Sábios de Sião”, hoje levamos a sério um vírus como nunca o fizemos na história contemporânea, dividindo o universo em Os Justos e Os Negacionistas. Razão tinha o outro que dizia que a história se repete, sendo que da segunda vez é como farsa.
Entretanto, já há recolher obrigatório em cidades da Europa. Consigo ver a cabeça decepada do Robespierre a piscar-nos divertidamente o olho.
Não à prepotência
Demissão
As medidas só são autoritárias se as pessoas não as cumprirem já espontaneamente.
— António Costa
O presidente tem que dissolver imediatamente a assembleia. O governo tem que se demitir. Vocês têm que deixar de escrever qualquer um destes com letra maiúscula.
Tudo que não seja exigir demissão cai em jogada tácita que vise a manutenção de lugares, a reorganização partidária ou o cansaço do eleitorado pela prepotência governamental. Como tal, nada tem a ver com liberalismo, com o respeito pela ética e com a manutenção das instituições do estado de direito.
Aos liberais de Portugal: tudo menos que a exigência de demissão é silêncio. Logo, tudo menos que demissão é complacência com a prepotência. A cama em que vos deitais faz-se hoje.
Os vulneráveis e os pobres
A Declaração de Great Barrington, baseada na evidência dos factos, na experiência acumulada de dezenas de anos de gestão de doenças respiratórias e infecções oportunistas e no saber de diversos dos mais reputados epidemiologistas, médicos e especialistas em saúde pública mundiais apresenta argumentos sólidos para uma estratégia de políticas públicas alternativas focada na protecção dos mais vulneráveis, dos doentes e dos pobres.
Em Portugal o assunto não mereceu a atenção devida nem pelo governo, nem pelos deputados, nem pelos media, nem pela comunidade científica, ao contrário do “buzz” que começa a criar lá fora.
Apesar de sermos dos países mais envelhecidos do mundo, os idosos continuam fora das preocupações nacionais.
A maioria dos velhos é abstencionista ou facilmente manipulável politicamente.
Não ouvir os outros paga-se caro
O desastre da app da Covid foi aqui antecipado e explicado pelo João Pires da Cruz ao comparar o sucesso da Waze com o que então vaticinava vir a ser o falhanço da Stayaway Covid Não seria assim tão complicado perceber que ninguém vai contribuir para algo do qual não se percebe o prémio: ninguém colabora com quem o castiga e dificilmente o faz sem receber nada em troca pela sua contribuição. É verdade que os não contaminados receberiam, à partida, o prémio de saber se a pessoa próxima pode estar infetada, mas o contaminado recebe apenas castigo e isso anula qualquer proveito que os não contaminados esperem receber.
Em que dia, legislatura, governo… foi decidida a obrigatoriedade do telemóvel pessoal e intransmissível?
Nesta história da obrigatoriedade da aplicação a que ao menos podiam ter dado um nome em português, há um detalhe básico: desde quando são os portugueses obrigados a ter tlm?
Por mim, preparo-me para regressar ao velho Nokia. E se for necessário às cabines telefónicas. Aplicação Stayaway Covid? “Jamé” como dizia o outro!
Infelizmente não
Não, a regionalização não é um facto consumado. Infelizmente.
É que nem sequer os 5 presidentes das CCDR’s foram eleitos. Foram designados pelo bloco central de Costa e Rio com o beneplácito do Marcelo. A nova troika que nos governa.
Poderia haver cena mais centralista e menos regionalista do que dois lideres encartados decidirem sózinhos quem serão os presidentes das CCDR’s, mandarem os seus apaniguados votarem onde eles dizem e ainda fazerem um discurso de que agora há «descentralização» após a «eleição« dos seus paus-mandados?
Alguém acredita que o eixo Lisboeta-que-tudo-suga , no momento em que dizem que vem milhares de milhões iria deixar de lhes deitar a mão e permitir alguma autonomia regional e local? Só a sonhar. A cena das CCDR’s que se passou foi apenas mais um entretém ridículo do centrão.
Procuram-se mecenas
Processo Socializante Em Curso
Olha, mãe, sem mãos
É claro que não se pode obrigar as pessoas a terem a app da lepra instalada nos seus telefones! A app será sempre facultativa. O que se pode é obrigar a que qualquer divergência com a autoridade tributária seja resolvida presencialmente e que o acesso às instalações seja realizado apenas por pessoas com app instalada. A app nunca será obrigatória. Nós não somos governados por déspotas! Somos governados por facínoras, mas não por tiranos. E até há quem consiga ver a diferença.

A calamidade dos “fundos europeus”
Na minha crónica no programa “Ao Final do Dia” de hoje, apresento oito exemplos de subsídios europeus atribuídos em Portugal: das cenouras baby aos pensos higiénicos.
Um país de mão estendida a mendigar dinheiro a Bruxelas, para entregar fundos chorudos à oligarquia do costume.
A outra calamidade: o efeito deletério dos fundos europeus.
O video aqui no canal Youtube:
Hoje foi assim. Amanhã o cerco prossegue
*China quer proibir nome de Genghis Khan em exposição de Genghis Khan. As autoridades chinesas exigiram que certas palavras, incluindo “Genghis Khan”, “império” e “mongol”, fossem removidas da exposição num museu de história da cidade de Nantes, em França.
*Holanda vai autorizar eutanásia em crianças menores de 12 anos
*País passa a estado de calamidade. Governo vai propor instalação obrigatória da Stayaway Covid
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Gostais, Carneirada?
Os aquários vão esgotar
Comunicado do Agrupamento de Escolas
Agrupamento de Escolas de Santa Ana Gomes, Évora
COMUNICAÇÃO
Informam-se todos os docentes que não estão a ser cumpridos os objectivos fixados para a aniquilação de imaginação, criatividade e pensamento estruturado dos nossos alunos. Lamentavelmente, alguns profissionais — fazendo tábua-rasa do que aprenderam durante a formação — continuam a permitir que ideias subversivas como religião, arte e cultura sejam passadas em ambiente de discussão sobre a função designada para os alunos na sociedade. Esta atitude pérfida é indutora de ideias mirabolantes como a possibilidade de expressarem ideias, desejos e objectivos diferentes dos preconizados para os estudantes pelo Partido.
Informa-se que procedimentos extra serão tomados para responsabilizar disciplinarmente todos os docentes denunciados por alunos por exposição a ideias subversivas. Consta até que circulam exemplares de Fahrenheit 451 e Auto da Barca do Inferno com a inclusão da ultrapassada personagem do parvo. Um aluno deste agrupamento propôs elaborar um trabalho denominado “A Relação de Sociedades Burocráticas com a Morte em Oposição à Opulência Opinativa de Sentimentos Sobre a Razão”. Este tipo de indigência perante a Ciência dos factos políticos que determinam a Razão Científica e Única do Partido não têm lugar na Escola Inclusiva, Republicana, Laica, e Eixo-Formador de Mentes para o seu Papel na Sociedade Estruturada.
Doravante será intensificada a fiscalização aos docentes acerca de qualquer conteúdo que fuja ao estipulado no Plano Educativo, o documento estruturante da preparação de mentes para o Grande Reset, para o Combate às Alterações Climáticas, o Combate ao Fascismo e todas as acções meritórias que levem ao extermínio da superstição religiosa e ao desejado genocídio do homem branco.
Presidenta da Direcção
José Zwallu Fagundes Opitimanduaka, senhora (pronome usado: chaminé)

Paris deu o nome de Arnaud Jean-Georges Beltrame a um jardim.O tenente-coronel da Gendarmerie nationale francesa foi assassinado em Março de 2018 por um terrorista islâmico. Arnaud Beltrame entregou-se ao terrorista em troca de uma refém. Foi assassinado.
Dar o seu nome a um jardim seria uma forma de o homenagera. Seria mas não foi. Na placa lê-se esta coisa vergonhosa: “vítima do seu heroísmo”. Não, Arnaud Jean-Georges Beltrame não foi vítima do seu heroísmo mas sim das balas de Radouane Lakdim. Isto numa abordagem mais superficial. Porque na verdade Arnaud Beltrame foi vítima da cobardia de um sociedade que é incapaz de nomear os assassinos. Ou melhor dizerdo certos assasinos. E acaba a culpar as vítimas pela sua própria morte.
Regionalização como facto consumado
Hoje os cinco presidentes das comissões de coordenação e desenvolvimento regional (CCDR), que eram até agora nomeados pelo Governo. vão ser eleitos pelos autarcas.
Recordo que Marcelo Rebelo de Sousa ao promulgar a lei que permitiu esta eleição declarou que esta não compromete “debates e escolhas que possam vir a ser feitas sobre a regionalização, de acordo com a Constituição e a vontade do povo português”
Recordo também que Candidato único à CCDR-N vê eleição como passo para a regionalização
Como é que se sai disto?
A hipocrisia reinante em torno dos lares legais versus ilegais
Hugo Pinto Gonçalves: «Na margem Sul do Tejo, existem zonas residenciais de vivendas, onde praticamente porta sim, porta não, existe um lar de idosos. Sim, são lares ilegais, pois não têm alvará. Muitos têm médicos, enfermeiros, todo o pessoal legalizado, ordenados em dia, comida em boas condições. Outros terão muito poucas condições.
E não têm alvará porquê? Porque dando alvará, a Segurança Social teria de comparticipar com um valor para esse lar. Ora, como a Segurança Social não tem dinheiro para subsidiar todos os lares, vai colocando sempre mais um entrave até à legalização total dos mesmos e vai passando licenças provisórias. E não os pode fechar, porque não tem onde colocar todos esses milhares de idosos.
Por outro lado, existem igualmente lares com alvará passado há vários anos e com péssimas condições, pois a Segurança Social também não tem capacidade para os reavaliar.»
Imprensa de causas
Violação de princípios básicos de saúde pública
Um excerto (~1 min) da entrevista aos três promotores da Declaração de Great Barrington acerca da violação de princípios básicos de saúde pública e da imbecil sinalização de virtude dominante em moda:
A entrevista completa (~30min) pode ser vista aqui:
Direito de Resposta ao Polígrafo SIC
Exmos. Srs.,
Fazendo uso do meu direito de resposta pela reposição da verdade que se impõe dada a gravidade dos factos constatados na verificação de conteúdos que me foi feita, permitam em honra do meu bom nome dizer o seguinte:
No dia 16 de Junho de 2020 o jornalista Gustavo Sampaio do Polígrafo fez a verificação de uma publicação que não era minha, apenas tinha sido republicada por mim. Nessa publicação havia a seguinte legenda da autora: “A estátua do Cónego de Melo: a pedra no sapato do BE desde 2013…” acompanhado de um link da esquerda.net que remetia para uma entrevista com Francisco Louçã. Na mesma publicação, 2 fotos da estátua pichada: uma de 2013 e outra no presente. O Polígrafo na sua verificação ao conteúdo fez o seguinte:
- ocultou a identificação da autora da publicação;
- eliminou a informação original contida na publicação para contextualização da informação;
- expôs a minha identidade na publicação dando a entender ser autora da mesma;
- depois de se limitar a ouvir uns residentes, polícia em Braga e análises das fotos, classificou-a de FALSA.
Sucede porém que:
- esta publicação nas redes sociais tinha fonte do Jornal de Notícias e PressNet em artigos do dia 14 de Junho onde o Presidente de Câmara terá revelado que as últimas pichagens terão ocorrido, de acordo com as informações dadas, na noite de sábado para domingo. A foto tinha sido retirada do artigo da PressNet;
- a mensagem da autora da publicação, ao ser truncada, alterou o sentido à publicação.
No dia 18 de Junho noutra republicação , o mesmo jornalista, volta a repetir o mesmo procedimento:
- oculta o verdadeiro autor da publicação;
- adultera o sentido à mensagem da publicação original insinuando que a mesma se referia às regras de distanciamento físico quando o autor, na realidade, se referia à autorização para essas cerimónias em detrimento dos Santos Populares, usando como fundamentação para essa verificação, uma foto que não era actual;
- deixa a minha identificação exposta para confundir as pessoas induzindo-as a pensarem que sou a autora do mesmo;
- classificou a publicação de FALSA.
Pelo exposto, é clara a manipulação de informação para induzir as pessoas de que produzo conteúdos falsos na rede social, o que não é verdade.
Assim, exige-se ao Polígrafo SIC a correcção imediata destes fact-checking repondo a verdade dos factos.
Atentamente.
Cristina Miranda













