Quem se mete com o PS leva. E, avisa um secretário de Estado,quem não condena quem se mete com o PS também leva
O Camilo Lourenço explica neste video o que aconteceu. No PÚBLICO o João Miguel Tavares comenta o caso num texto que subscrevo: “Tudo começou com um post de Camilo Lourenço publicado no Facebook na sexta-feira às 20h04, comentando a notícia de abertura do Jornal das Oito da TVI, em que a ministra da Saúde afirmava que o SNS iria ser muito pressionado nos próximos dias. Camilo Lourenço escreveu: “Os hospitais estão no limite? Vá-se lixar, sra. ministra. A senhora devia ter negociado, em devido tempo, a utilização dos hospitais privados. Que m… de políticos. Gente que prefere deixar morrer pessoas só por causa de complexos ideológicos. Fdx!”
Camilo Lourenço é uma figura pública e a sua página de Facebook é seguida por quase 120 mil pessoas. O espaço de comentário diário que transmite via Facebook, A Cor do Dinheiro, é um sucesso de audiências, o que lhe permite um contacto com o público sem mediação editorial e a utilização ocasional de uma linguagem que seria inaceitável numa rádio, televisão ou jornal de referência. O seu comentário está cada vez mais solto por causa disso, mas, até pelo impacto do que diz, Camilo pode e deve ser criticado quando exagera ou utiliza linguagem menos própria. Admito perfeitamente que um político lhe possa responder, ou até processar, se entender que passou dos limites. É também para isso que servem os tribunais (embora a liberdade de expressão deva ser particularmente extensa no que diz respeito a críticas políticas, como é o caso).
Contudo, aquilo que um político não pode fazer é aquilo que o secretário de Estado do Planeamento fez, escassos 25 minutos após ter lido o post de Camilo Lourenço. Às 20h29 dessa mesma sexta-feita (nota mental: é sempre péssima ideia responder a quente), José Gomes Mendes contra-atacou no Facebook, com um post em que não se limitou a defender Marta Temido (“trabalha até ao limite da sua resistência para fazer o seu melhor e ajudar o país”), nem a criticar a linguagem de Camilo Lourenço (“num qualquer cidadão é falta de educação; numa pessoa que ganha a vida a fazer opinião nos media é inaceitável, vergonhoso, desprovido de ética e de profissionalismo”), mas, como tem sido tristemente hábito neste Governo, entusiasmou-se com a sua voz grossa e deu um passo longe de mais.
Que passo foi esse? Foi quando saltou da crítica ao comentário para a sugestão do despedimento. Escreveu José Gomes Mendes: “Basta. Nem tudo é possível em democracia. E o meu recado não é só para ele, é também para aqueles que lhe dão espaço nos seus canais informativos. Estou para ver se assobiam para o lado.” O secretário de Estado acrescentou: “Sendo membro do Governo, é bem provável que este post acabe em polémica, mas há momentos em que calar é consentir. (…) Venham agora as virgens ofendidas.”
PS. Notícias sobre o assunto? – pergunto eu
Agora que acabou a gentrificação a cidade já recuperou o carácter?
As lojinhas tradicionais já regressaram aos bairros mais tradicionais ainda? Os residentes que tinham deixado o centro já estão de regresso? Estão um encanto os centros de Lisboa e Porto agora que se livraram da praga do turismo!
Dia zero: 6 Brumaire CCXXIX
A partir de amanhã é obrigatório o uso de máscara na rua. Deixemos esta frase entrar no nosso subconsciente. Motivos não interessam, explicações também não, até porque só há uma visão possível no mundo moderno, a da “ciência”. A mesma “ciência” que leva ao silenciamento e ostracização de cientistas que questionam o dogma. Estamos todos mais perto do sacerdócio da verdade, o da única verdade admissível, a que não necessita de comprovação, validação e que dispensa qualquer tentativa de racionalização.
Não dói nada. Venham agora as luvas, o escafandro e câmara hiperbárica. Liberdade, igualdade, fraternidade e guilhotina.
Hoje contei 34 com máscara e 31 sem máscara no caminho para a escola. Daqui a uns dias não conto nenhum. Vanilla Sky. Nem eles estarão na rua para os contar nem eu estarei lá para que sejam contados. Obedecer. Ser um bom cidadão.
Um humano é um bípede que não tem penas. Admirai, pois então, esta galinha depenada.
jerónimo de sousa presta declarações sobre os resultados nos açores

a essência do mal

Por vontade da comunicação social, da portuguesa, da europeia e da generalidade do mundo, Donald Trump não ganhará a reeleição. Como não teria ganho a eleição, ou, tendo-a ganho, não teria tomado posse, ou, tendo tomado posse, não governaria mais do que um dia. Essa comunicação social é, por sua vez, acriticamente seguida por legiões de patetas que garantem que o homem é o diabo em pessoa. Primeiro, ia começar a 3ª guerra mundial. Depois, ia instalar uma ditadura nos EUA. Por fim, recusar-se-á a sair da Casa Branca, caso perca as eleições.
E por quê? Por que é que Donald Trump nunca beneficiou de um segundo de tranquilidade para fazer aquilo para que os norte-americanos democraticamente o mandataram: ser o presidente dos EUA durante quatro anos? Por que é que temos de aturar, ad nauseam, toneladas de comentadores televisivos a garantirem-nos a perfídia do homem, a hossanizarem a genialidade de Biden e a lembrarem-nos que os EUA têm a obrigação moral de se verem livres do homem?
São muitas as respostas possíveis e várias as que concorreriam para uma conclusão final abrangente e satisfatória. Por mim, sobre Trump, interessa-me apenas o essencial: que esta Administração republicana reduziu, substancialmente, a conflitualidade internacional que Obama nos deixou; que praticamente acabou com o clima de guerra fria com a Rússia que Obama criara; que começou a conter um Irão transformado em potência regional pela invasão do Iraque e pelas políticas mantidas no Médio Oriente pelas anteriores Administrações; que foi provavelmente o único presidente americano dos últimos cem anos que não iniciou um único conflito militar; que a economia americana recuperava e crescia a olhos vistos até ao início da pandemia, graças a políticas públicas inteligentes de redução de impostos sobre as empresas e as pessoas; que obrigou o expansionismo económico chinês a negociar e a acalmar-se; que, finalmente, lembrou os parceiros europeus que a 2ª guerra mundial acabou em 1945 e que há contas para pagar das despesas de segurança comum. Isto, como é evidente, para a elite da comunicação social e da política, de nada vale. Só conta o facto do homem ser o diabo em pessoa e ser um imperativo moral e humanitário removê-lo do poder. Não me lembro de um fenómeno de cretinismo de massas com esta dimensão.
Boa noite.
Jornada Mundial da Juventude
O tempo do lobo
A revolução que estamos a viver, a do combate a um inimigo imaginário – é um vírus de baixa letalidade, mas podia ser brinquedos segregados por sexo no McDonalds – acabou com o mundo livre. Emigrar seria uma opção, mas não estou a ver para onde.
Algumas pessoas dizem que é preciso resistir. A resistência através de desobediência civil é fútil. Culminaria em casos de tribunal que teriam resolução daqui a 10 ou 15 anos. Ninguém pode esperar tanto tempo nem ninguém sabe o regime em vigor na altura. Muito menos sabe se está vivo.
A única resistência é a das armas. Como não sou pessoa para andar aí aos tiros, mais vale aceitar a situação: um dia de cada vez até dia nenhum.
Um debate que não existe em Portugal
Em Portugal o prime-time televisivo estaria vedado a um debate blasfemo deste género e mesmo nos recônditos cantos da programação fora de horas tal seria altamente improvável.
É ver o video:
Consequências lógicas
O Chega quer voto obrigatório. O PSD quis máscara obrigatória. O Chega não foi votar a proposta do PSD. Multe-se o Chega por faltar ao voto sobre a obrigatoriedade da máscara.
Diz não
A Constituição não foi suspensa
Artigo 44.º
Direito de deslocação e de emigração
1. A todos os cidadãos é garantido o direito de se deslocarem e fixarem livremente em qualquer parte do território nacional.
Artigo 18.º
Força jurídica
1. Os preceitos constitucionais respeitantes aos direitos, liberdades e garantias são diretamente aplicáveis e vinculam as entidades públicas e privadas.
2. A lei só pode restringir os direitos, liberdades e garantias nos casos expressamente previstos na Constituição, devendo as restrições limitar-se ao necessário para salvaguardar outros direitos ou interesses constitucionalmente protegidos.
Artigo 19.º
Suspensão do exercício de direitos
1. Os órgãos de soberania não podem, conjunta ou separadamente, suspender o exercício dos direitos, liberdades e garantias, salvo em caso de estado de sítio ou de estado de emergência, declarados na forma prevista na Constituição.
Artigo 21.º
Direito de resistência
Todos têm o direito de resistir a qualquer ordem que ofenda os seus direitos, liberdades e garantias e de repelir pela força qualquer agressão, quando não seja possível recorrer à autoridade pública.
Políticos adultos tratam eleitores como adultos
Não vou esquecer
o estado da arte
Portugal pode ser um Estado com Direito. Com muito Direito, até mesmo com Direito a mais. Mas, decididamente, o que já não é é um Estado de Direito.
Do autoritarismo de Costa
Constituição da República Portuguesa
Artigo 19.º
Suspensão do exercício de direitos
1. Os órgãos de soberania não podem, conjunta ou separadamente, suspender o exercício dos direitos, liberdades e garantias, salvo em caso de estado de sítio ou de estado de emergência, declarados na forma prevista na Constituição.
Tem as costas largas, o pequeno vírus
E quando discutem a morte sem ser a pedido nos lares?
A Igreja Portuguesa entregou-se ao Estado?
Na casa de Deus passou a mandar Marta Temido.
O missal foi substituído pelo manual da DGS.
A Caridade tem de esperar pelo fim da Covid.
Se não é assim, parece…
O video de hoje:
A maldição socialista do interesse público
Antiga CUF. Zona industrial do Barreiro classificada como de ‘interesse público’
O socialismo destruiu a CUF em nome do interesse público. Agora o interesse público é invocado para musealizar o espaço do que foi a CUF.
Um país que se levanta perante os erros do governo
Oitenta e três anos, no Reino Unido.
Video:
Os vizinhos do andar do lado continuam a fazer questão de colocar o prédio inteiro a par das suas zangas e reconciliações
Bloco de Esquerda sai de reunião com Costa com “abertura negocial”
Catarina Martins. “Se não existir um orçamento, o Governo pode apresentar outro
OE2021: Catarina Martins diz que Bloco de Esquerda não viabiliza orçamento “da maneira em que está”
PS acusa Bloco de irresponsabilidade ao sugerir nova proposta orçamental
Bloco de Esquerda impõe linha vermelha: só viabiliza Orçamento se houver nova auditoria ao Novo Banco
PS espera contribuição do Bloco de Esquerda para melhorar o Orçamento do Estado
Orçamento do Estado. BE diz que propostas não são “lista de compras”
Bloco de Esquerda não vê condições para viabilizar o Orçamento do Estado
Bloco “quer muito chegar a acordo” sobre Orçamento
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Flores no esterco
Como uma avalanche que extingue a aldeia a partir da queda de uma pequena massa que desencadeia inumeráveis reacções, atingimos em Outubro de 2020 o patamar do progresso a partir do qual não há retorno. Daqui para a frente, do “ninguém está disposto a ouvir seja quem for”, só virá o “calem-no antes que alguém o possa ouvir”.
Os nossos antepassados já passaram por isso. Não há volta a dar. Resta o silêncio, aliás o mesmo silêncio que já se faz sentir nas redes sociais, a Torre de Babel do nosso tempo. Se alguém fala na floresta e as árvores falam ao mesmo tempo, será que alguém falou?

Pouco importa se há confinamento ou não. A própria palavra nunca existiu. Existe agora, e não é para designar prisões domiciliárias: designa o muro que cada um construiu à volta de si próprio. Uns chamam-lhe política partidária, outros chamam-lhe a choldra, outros ainda – os ingénuos – chamam-lhe esperança. Eu prefiro chamar-lhe o desígnio humano para a destruição.
Primeiro foram os artistas, ou porque morrem, ou porque já não interessam. E depois disso não há nada.
Against the wall.
Nota: não publico este post no Facebook porque calaram a cotovia por 7 dias.
As explicações formatadas
A Argentina viveu um dos mais longos confinamentos do mundo: seis meses. A Argentina é agora um dos países que regista maior número de casos de Covid. Dizem os jornais que o problema foi não se ter cumprido o confinamento adequadamente.
O Peru é o país com a maior mortalidade por habitante da América Latina por coronavírus. Dizem os jornais para explicar os números do Perú que no Perú é enorme a falta de acesso aos serviços de saúde e a impossibilidade de confinar adequadamente. Mas se fosse apenas isso em Espanha ou em França não haveria contaminação.
… Quanto mais tempo passa mais óbvio se torna que a cartilha de pouco serve.
A senhora candidata só está a dizer meia verdade, como é seu costume
A senhora candidata vive de desnhar o mundo a preto e branco mas a realidade é bem mais complexa do que esta versão “bebés fofinhos que nós vamos educar”. Como vai ser definida a tutela destas crianças? As maẽs destas crianças não são jovens raptadas e violadas por jihadistas: elas integraram voluntariamente a jihad. Não é por serem mulheres que são menos responsáveis pelas suas decisões. O Estado portuguẽs pode ir buscar estas crianças mas não podemos esquecer que elas têm mães e algumas delas também têm pai. Ninguém deixa de ser pai, mãe ou filho por ser jihadista. Há vários deveres e direitos a acautelar nesta questão. Desde o dever do Estado português de zelar pela segurança dos portugueses aos direitos dos pais destas crianças.
Os ditos amiguinhos da Palestina não querem comentar?
Hipocondria altruista
Não é por qualquer um de nós, é por vós. Coitados de vós: não formos nós a pensar por vós e andaríeis aí em risco de apanhar uma doença. Tu, jovem idoso que tens a mania de caminhar ou ir jogar golfe… já pensaste que não custa nada abdicares de um ano ou dois da tua vida previsível de mais um ou dois anos para te salvares? Tranca-te em casa, não por opção, mas porque nós queremos. Tu, jovem criança, tu que pensas matar a avó de coronavírus no Natal, logo naquele que bem pode ser o último Natal dela, já pensaste que não usares máscara pode tornar-te num ser humano reconhecível?
Este tipo de hipocondria altruista é a essência do mal. De pouco adianta reduzir isso a “é o socialismo” ou “é o comunismo”. Da mesma forma que alguns círculos em 1920 tomaram a sério “Os Protocolos dos Sábios de Sião”, hoje levamos a sério um vírus como nunca o fizemos na história contemporânea, dividindo o universo em Os Justos e Os Negacionistas. Razão tinha o outro que dizia que a história se repete, sendo que da segunda vez é como farsa.
Entretanto, já há recolher obrigatório em cidades da Europa. Consigo ver a cabeça decepada do Robespierre a piscar-nos divertidamente o olho.
Não à prepotência
Demissão
As medidas só são autoritárias se as pessoas não as cumprirem já espontaneamente.
— António Costa
O presidente tem que dissolver imediatamente a assembleia. O governo tem que se demitir. Vocês têm que deixar de escrever qualquer um destes com letra maiúscula.
Tudo que não seja exigir demissão cai em jogada tácita que vise a manutenção de lugares, a reorganização partidária ou o cansaço do eleitorado pela prepotência governamental. Como tal, nada tem a ver com liberalismo, com o respeito pela ética e com a manutenção das instituições do estado de direito.
Aos liberais de Portugal: tudo menos que a exigência de demissão é silêncio. Logo, tudo menos que demissão é complacência com a prepotência. A cama em que vos deitais faz-se hoje.
Os vulneráveis e os pobres
A Declaração de Great Barrington, baseada na evidência dos factos, na experiência acumulada de dezenas de anos de gestão de doenças respiratórias e infecções oportunistas e no saber de diversos dos mais reputados epidemiologistas, médicos e especialistas em saúde pública mundiais apresenta argumentos sólidos para uma estratégia de políticas públicas alternativas focada na protecção dos mais vulneráveis, dos doentes e dos pobres.
Em Portugal o assunto não mereceu a atenção devida nem pelo governo, nem pelos deputados, nem pelos media, nem pela comunidade científica, ao contrário do “buzz” que começa a criar lá fora.
Apesar de sermos dos países mais envelhecidos do mundo, os idosos continuam fora das preocupações nacionais.
A maioria dos velhos é abstencionista ou facilmente manipulável politicamente.
Não ouvir os outros paga-se caro
O desastre da app da Covid foi aqui antecipado e explicado pelo João Pires da Cruz ao comparar o sucesso da Waze com o que então vaticinava vir a ser o falhanço da Stayaway Covid Não seria assim tão complicado perceber que ninguém vai contribuir para algo do qual não se percebe o prémio: ninguém colabora com quem o castiga e dificilmente o faz sem receber nada em troca pela sua contribuição. É verdade que os não contaminados receberiam, à partida, o prémio de saber se a pessoa próxima pode estar infetada, mas o contaminado recebe apenas castigo e isso anula qualquer proveito que os não contaminados esperem receber.
Em que dia, legislatura, governo… foi decidida a obrigatoriedade do telemóvel pessoal e intransmissível?
Nesta história da obrigatoriedade da aplicação a que ao menos podiam ter dado um nome em português, há um detalhe básico: desde quando são os portugueses obrigados a ter tlm?
Por mim, preparo-me para regressar ao velho Nokia. E se for necessário às cabines telefónicas. Aplicação Stayaway Covid? “Jamé” como dizia o outro!
Infelizmente não
Não, a regionalização não é um facto consumado. Infelizmente.
É que nem sequer os 5 presidentes das CCDR’s foram eleitos. Foram designados pelo bloco central de Costa e Rio com o beneplácito do Marcelo. A nova troika que nos governa.
Poderia haver cena mais centralista e menos regionalista do que dois lideres encartados decidirem sózinhos quem serão os presidentes das CCDR’s, mandarem os seus apaniguados votarem onde eles dizem e ainda fazerem um discurso de que agora há «descentralização» após a «eleição« dos seus paus-mandados?
Alguém acredita que o eixo Lisboeta-que-tudo-suga , no momento em que dizem que vem milhares de milhões iria deixar de lhes deitar a mão e permitir alguma autonomia regional e local? Só a sonhar. A cena das CCDR’s que se passou foi apenas mais um entretém ridículo do centrão.
Procuram-se mecenas
Processo Socializante Em Curso
Olha, mãe, sem mãos
É claro que não se pode obrigar as pessoas a terem a app da lepra instalada nos seus telefones! A app será sempre facultativa. O que se pode é obrigar a que qualquer divergência com a autoridade tributária seja resolvida presencialmente e que o acesso às instalações seja realizado apenas por pessoas com app instalada. A app nunca será obrigatória. Nós não somos governados por déspotas! Somos governados por facínoras, mas não por tiranos. E até há quem consiga ver a diferença.

A calamidade dos “fundos europeus”
Na minha crónica no programa “Ao Final do Dia” de hoje, apresento oito exemplos de subsídios europeus atribuídos em Portugal: das cenouras baby aos pensos higiénicos.
Um país de mão estendida a mendigar dinheiro a Bruxelas, para entregar fundos chorudos à oligarquia do costume.
A outra calamidade: o efeito deletério dos fundos europeus.
O video aqui no canal Youtube:
Hoje foi assim. Amanhã o cerco prossegue
*China quer proibir nome de Genghis Khan em exposição de Genghis Khan. As autoridades chinesas exigiram que certas palavras, incluindo “Genghis Khan”, “império” e “mongol”, fossem removidas da exposição num museu de história da cidade de Nantes, em França.
*Holanda vai autorizar eutanásia em crianças menores de 12 anos
*País passa a estado de calamidade. Governo vai propor instalação obrigatória da Stayaway Covid
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