Os vizinhos do andar do lado continuam a fazer questão de colocar o prédio inteiro a par das suas zangas e reconciliações
Bloco de Esquerda sai de reunião com Costa com “abertura negocial”
Catarina Martins. “Se não existir um orçamento, o Governo pode apresentar outro
OE2021: Catarina Martins diz que Bloco de Esquerda não viabiliza orçamento “da maneira em que está”
PS acusa Bloco de irresponsabilidade ao sugerir nova proposta orçamental
Bloco de Esquerda impõe linha vermelha: só viabiliza Orçamento se houver nova auditoria ao Novo Banco
PS espera contribuição do Bloco de Esquerda para melhorar o Orçamento do Estado
Orçamento do Estado. BE diz que propostas não são “lista de compras”
Bloco de Esquerda não vê condições para viabilizar o Orçamento do Estado
Bloco “quer muito chegar a acordo” sobre Orçamento
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Flores no esterco
Como uma avalanche que extingue a aldeia a partir da queda de uma pequena massa que desencadeia inumeráveis reacções, atingimos em Outubro de 2020 o patamar do progresso a partir do qual não há retorno. Daqui para a frente, do “ninguém está disposto a ouvir seja quem for”, só virá o “calem-no antes que alguém o possa ouvir”.
Os nossos antepassados já passaram por isso. Não há volta a dar. Resta o silêncio, aliás o mesmo silêncio que já se faz sentir nas redes sociais, a Torre de Babel do nosso tempo. Se alguém fala na floresta e as árvores falam ao mesmo tempo, será que alguém falou?

Pouco importa se há confinamento ou não. A própria palavra nunca existiu. Existe agora, e não é para designar prisões domiciliárias: designa o muro que cada um construiu à volta de si próprio. Uns chamam-lhe política partidária, outros chamam-lhe a choldra, outros ainda – os ingénuos – chamam-lhe esperança. Eu prefiro chamar-lhe o desígnio humano para a destruição.
Primeiro foram os artistas, ou porque morrem, ou porque já não interessam. E depois disso não há nada.
Against the wall.
Nota: não publico este post no Facebook porque calaram a cotovia por 7 dias.
As explicações formatadas
A Argentina viveu um dos mais longos confinamentos do mundo: seis meses. A Argentina é agora um dos países que regista maior número de casos de Covid. Dizem os jornais que o problema foi não se ter cumprido o confinamento adequadamente.
O Peru é o país com a maior mortalidade por habitante da América Latina por coronavírus. Dizem os jornais para explicar os números do Perú que no Perú é enorme a falta de acesso aos serviços de saúde e a impossibilidade de confinar adequadamente. Mas se fosse apenas isso em Espanha ou em França não haveria contaminação.
… Quanto mais tempo passa mais óbvio se torna que a cartilha de pouco serve.
A senhora candidata só está a dizer meia verdade, como é seu costume
A senhora candidata vive de desnhar o mundo a preto e branco mas a realidade é bem mais complexa do que esta versão “bebés fofinhos que nós vamos educar”. Como vai ser definida a tutela destas crianças? As maẽs destas crianças não são jovens raptadas e violadas por jihadistas: elas integraram voluntariamente a jihad. Não é por serem mulheres que são menos responsáveis pelas suas decisões. O Estado portuguẽs pode ir buscar estas crianças mas não podemos esquecer que elas têm mães e algumas delas também têm pai. Ninguém deixa de ser pai, mãe ou filho por ser jihadista. Há vários deveres e direitos a acautelar nesta questão. Desde o dever do Estado português de zelar pela segurança dos portugueses aos direitos dos pais destas crianças.
Os ditos amiguinhos da Palestina não querem comentar?
Hipocondria altruista
Não é por qualquer um de nós, é por vós. Coitados de vós: não formos nós a pensar por vós e andaríeis aí em risco de apanhar uma doença. Tu, jovem idoso que tens a mania de caminhar ou ir jogar golfe… já pensaste que não custa nada abdicares de um ano ou dois da tua vida previsível de mais um ou dois anos para te salvares? Tranca-te em casa, não por opção, mas porque nós queremos. Tu, jovem criança, tu que pensas matar a avó de coronavírus no Natal, logo naquele que bem pode ser o último Natal dela, já pensaste que não usares máscara pode tornar-te num ser humano reconhecível?
Este tipo de hipocondria altruista é a essência do mal. De pouco adianta reduzir isso a “é o socialismo” ou “é o comunismo”. Da mesma forma que alguns círculos em 1920 tomaram a sério “Os Protocolos dos Sábios de Sião”, hoje levamos a sério um vírus como nunca o fizemos na história contemporânea, dividindo o universo em Os Justos e Os Negacionistas. Razão tinha o outro que dizia que a história se repete, sendo que da segunda vez é como farsa.
Entretanto, já há recolher obrigatório em cidades da Europa. Consigo ver a cabeça decepada do Robespierre a piscar-nos divertidamente o olho.
Não à prepotência
Demissão
As medidas só são autoritárias se as pessoas não as cumprirem já espontaneamente.
— António Costa
O presidente tem que dissolver imediatamente a assembleia. O governo tem que se demitir. Vocês têm que deixar de escrever qualquer um destes com letra maiúscula.
Tudo que não seja exigir demissão cai em jogada tácita que vise a manutenção de lugares, a reorganização partidária ou o cansaço do eleitorado pela prepotência governamental. Como tal, nada tem a ver com liberalismo, com o respeito pela ética e com a manutenção das instituições do estado de direito.
Aos liberais de Portugal: tudo menos que a exigência de demissão é silêncio. Logo, tudo menos que demissão é complacência com a prepotência. A cama em que vos deitais faz-se hoje.
Os vulneráveis e os pobres
A Declaração de Great Barrington, baseada na evidência dos factos, na experiência acumulada de dezenas de anos de gestão de doenças respiratórias e infecções oportunistas e no saber de diversos dos mais reputados epidemiologistas, médicos e especialistas em saúde pública mundiais apresenta argumentos sólidos para uma estratégia de políticas públicas alternativas focada na protecção dos mais vulneráveis, dos doentes e dos pobres.
Em Portugal o assunto não mereceu a atenção devida nem pelo governo, nem pelos deputados, nem pelos media, nem pela comunidade científica, ao contrário do “buzz” que começa a criar lá fora.
Apesar de sermos dos países mais envelhecidos do mundo, os idosos continuam fora das preocupações nacionais.
A maioria dos velhos é abstencionista ou facilmente manipulável politicamente.
Não ouvir os outros paga-se caro
O desastre da app da Covid foi aqui antecipado e explicado pelo João Pires da Cruz ao comparar o sucesso da Waze com o que então vaticinava vir a ser o falhanço da Stayaway Covid Não seria assim tão complicado perceber que ninguém vai contribuir para algo do qual não se percebe o prémio: ninguém colabora com quem o castiga e dificilmente o faz sem receber nada em troca pela sua contribuição. É verdade que os não contaminados receberiam, à partida, o prémio de saber se a pessoa próxima pode estar infetada, mas o contaminado recebe apenas castigo e isso anula qualquer proveito que os não contaminados esperem receber.
Em que dia, legislatura, governo… foi decidida a obrigatoriedade do telemóvel pessoal e intransmissível?
Nesta história da obrigatoriedade da aplicação a que ao menos podiam ter dado um nome em português, há um detalhe básico: desde quando são os portugueses obrigados a ter tlm?
Por mim, preparo-me para regressar ao velho Nokia. E se for necessário às cabines telefónicas. Aplicação Stayaway Covid? “Jamé” como dizia o outro!
Infelizmente não
Não, a regionalização não é um facto consumado. Infelizmente.
É que nem sequer os 5 presidentes das CCDR’s foram eleitos. Foram designados pelo bloco central de Costa e Rio com o beneplácito do Marcelo. A nova troika que nos governa.
Poderia haver cena mais centralista e menos regionalista do que dois lideres encartados decidirem sózinhos quem serão os presidentes das CCDR’s, mandarem os seus apaniguados votarem onde eles dizem e ainda fazerem um discurso de que agora há «descentralização» após a «eleição« dos seus paus-mandados?
Alguém acredita que o eixo Lisboeta-que-tudo-suga , no momento em que dizem que vem milhares de milhões iria deixar de lhes deitar a mão e permitir alguma autonomia regional e local? Só a sonhar. A cena das CCDR’s que se passou foi apenas mais um entretém ridículo do centrão.
Procuram-se mecenas
Processo Socializante Em Curso
Olha, mãe, sem mãos
É claro que não se pode obrigar as pessoas a terem a app da lepra instalada nos seus telefones! A app será sempre facultativa. O que se pode é obrigar a que qualquer divergência com a autoridade tributária seja resolvida presencialmente e que o acesso às instalações seja realizado apenas por pessoas com app instalada. A app nunca será obrigatória. Nós não somos governados por déspotas! Somos governados por facínoras, mas não por tiranos. E até há quem consiga ver a diferença.

A calamidade dos “fundos europeus”
Na minha crónica no programa “Ao Final do Dia” de hoje, apresento oito exemplos de subsídios europeus atribuídos em Portugal: das cenouras baby aos pensos higiénicos.
Um país de mão estendida a mendigar dinheiro a Bruxelas, para entregar fundos chorudos à oligarquia do costume.
A outra calamidade: o efeito deletério dos fundos europeus.
O video aqui no canal Youtube:
Hoje foi assim. Amanhã o cerco prossegue
*China quer proibir nome de Genghis Khan em exposição de Genghis Khan. As autoridades chinesas exigiram que certas palavras, incluindo “Genghis Khan”, “império” e “mongol”, fossem removidas da exposição num museu de história da cidade de Nantes, em França.
*Holanda vai autorizar eutanásia em crianças menores de 12 anos
*País passa a estado de calamidade. Governo vai propor instalação obrigatória da Stayaway Covid
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Gostais, Carneirada?
Os aquários vão esgotar
Comunicado do Agrupamento de Escolas
Agrupamento de Escolas de Santa Ana Gomes, Évora
COMUNICAÇÃO
Informam-se todos os docentes que não estão a ser cumpridos os objectivos fixados para a aniquilação de imaginação, criatividade e pensamento estruturado dos nossos alunos. Lamentavelmente, alguns profissionais — fazendo tábua-rasa do que aprenderam durante a formação — continuam a permitir que ideias subversivas como religião, arte e cultura sejam passadas em ambiente de discussão sobre a função designada para os alunos na sociedade. Esta atitude pérfida é indutora de ideias mirabolantes como a possibilidade de expressarem ideias, desejos e objectivos diferentes dos preconizados para os estudantes pelo Partido.
Informa-se que procedimentos extra serão tomados para responsabilizar disciplinarmente todos os docentes denunciados por alunos por exposição a ideias subversivas. Consta até que circulam exemplares de Fahrenheit 451 e Auto da Barca do Inferno com a inclusão da ultrapassada personagem do parvo. Um aluno deste agrupamento propôs elaborar um trabalho denominado “A Relação de Sociedades Burocráticas com a Morte em Oposição à Opulência Opinativa de Sentimentos Sobre a Razão”. Este tipo de indigência perante a Ciência dos factos políticos que determinam a Razão Científica e Única do Partido não têm lugar na Escola Inclusiva, Republicana, Laica, e Eixo-Formador de Mentes para o seu Papel na Sociedade Estruturada.
Doravante será intensificada a fiscalização aos docentes acerca de qualquer conteúdo que fuja ao estipulado no Plano Educativo, o documento estruturante da preparação de mentes para o Grande Reset, para o Combate às Alterações Climáticas, o Combate ao Fascismo e todas as acções meritórias que levem ao extermínio da superstição religiosa e ao desejado genocídio do homem branco.
Presidenta da Direcção
José Zwallu Fagundes Opitimanduaka, senhora (pronome usado: chaminé)

Paris deu o nome de Arnaud Jean-Georges Beltrame a um jardim.O tenente-coronel da Gendarmerie nationale francesa foi assassinado em Março de 2018 por um terrorista islâmico. Arnaud Beltrame entregou-se ao terrorista em troca de uma refém. Foi assassinado.
Dar o seu nome a um jardim seria uma forma de o homenagera. Seria mas não foi. Na placa lê-se esta coisa vergonhosa: “vítima do seu heroísmo”. Não, Arnaud Jean-Georges Beltrame não foi vítima do seu heroísmo mas sim das balas de Radouane Lakdim. Isto numa abordagem mais superficial. Porque na verdade Arnaud Beltrame foi vítima da cobardia de um sociedade que é incapaz de nomear os assassinos. Ou melhor dizerdo certos assasinos. E acaba a culpar as vítimas pela sua própria morte.
Regionalização como facto consumado
Hoje os cinco presidentes das comissões de coordenação e desenvolvimento regional (CCDR), que eram até agora nomeados pelo Governo. vão ser eleitos pelos autarcas.
Recordo que Marcelo Rebelo de Sousa ao promulgar a lei que permitiu esta eleição declarou que esta não compromete “debates e escolhas que possam vir a ser feitas sobre a regionalização, de acordo com a Constituição e a vontade do povo português”
Recordo também que Candidato único à CCDR-N vê eleição como passo para a regionalização
Como é que se sai disto?
A hipocrisia reinante em torno dos lares legais versus ilegais
Hugo Pinto Gonçalves: «Na margem Sul do Tejo, existem zonas residenciais de vivendas, onde praticamente porta sim, porta não, existe um lar de idosos. Sim, são lares ilegais, pois não têm alvará. Muitos têm médicos, enfermeiros, todo o pessoal legalizado, ordenados em dia, comida em boas condições. Outros terão muito poucas condições.
E não têm alvará porquê? Porque dando alvará, a Segurança Social teria de comparticipar com um valor para esse lar. Ora, como a Segurança Social não tem dinheiro para subsidiar todos os lares, vai colocando sempre mais um entrave até à legalização total dos mesmos e vai passando licenças provisórias. E não os pode fechar, porque não tem onde colocar todos esses milhares de idosos.
Por outro lado, existem igualmente lares com alvará passado há vários anos e com péssimas condições, pois a Segurança Social também não tem capacidade para os reavaliar.»
Imprensa de causas
Violação de princípios básicos de saúde pública
Um excerto (~1 min) da entrevista aos três promotores da Declaração de Great Barrington acerca da violação de princípios básicos de saúde pública e da imbecil sinalização de virtude dominante em moda:
A entrevista completa (~30min) pode ser vista aqui:
Direito de Resposta ao Polígrafo SIC
Exmos. Srs.,
Fazendo uso do meu direito de resposta pela reposição da verdade que se impõe dada a gravidade dos factos constatados na verificação de conteúdos que me foi feita, permitam em honra do meu bom nome dizer o seguinte:
No dia 16 de Junho de 2020 o jornalista Gustavo Sampaio do Polígrafo fez a verificação de uma publicação que não era minha, apenas tinha sido republicada por mim. Nessa publicação havia a seguinte legenda da autora: “A estátua do Cónego de Melo: a pedra no sapato do BE desde 2013…” acompanhado de um link da esquerda.net que remetia para uma entrevista com Francisco Louçã. Na mesma publicação, 2 fotos da estátua pichada: uma de 2013 e outra no presente. O Polígrafo na sua verificação ao conteúdo fez o seguinte:
- ocultou a identificação da autora da publicação;
- eliminou a informação original contida na publicação para contextualização da informação;
- expôs a minha identidade na publicação dando a entender ser autora da mesma;
- depois de se limitar a ouvir uns residentes, polícia em Braga e análises das fotos, classificou-a de FALSA.
Sucede porém que:
- esta publicação nas redes sociais tinha fonte do Jornal de Notícias e PressNet em artigos do dia 14 de Junho onde o Presidente de Câmara terá revelado que as últimas pichagens terão ocorrido, de acordo com as informações dadas, na noite de sábado para domingo. A foto tinha sido retirada do artigo da PressNet;
- a mensagem da autora da publicação, ao ser truncada, alterou o sentido à publicação.
No dia 18 de Junho noutra republicação , o mesmo jornalista, volta a repetir o mesmo procedimento:
- oculta o verdadeiro autor da publicação;
- adultera o sentido à mensagem da publicação original insinuando que a mesma se referia às regras de distanciamento físico quando o autor, na realidade, se referia à autorização para essas cerimónias em detrimento dos Santos Populares, usando como fundamentação para essa verificação, uma foto que não era actual;
- deixa a minha identificação exposta para confundir as pessoas induzindo-as a pensarem que sou a autora do mesmo;
- classificou a publicação de FALSA.
Pelo exposto, é clara a manipulação de informação para induzir as pessoas de que produzo conteúdos falsos na rede social, o que não é verdade.
Assim, exige-se ao Polígrafo SIC a correcção imediata destes fact-checking repondo a verdade dos factos.
Atentamente.
Cristina Miranda
Alguém sabe responder?

À atenção da comunidade médica e científica portuguesa
Os médicos, cientistas e políticos nacionais já se pronunciaram sobre isto?
Os media portugueses deram alguma atenção ao tema?
Declaração De Great Barrington
Como epidemiologistas de doenças infecciosas e cientistas da saúde pública, temos sérias preocupações sobre os impactos prejudiciais para a saúde física e mental das políticas prevalecentes da COVID-19, e recomendamos uma abordagem a que chamamos Protecção Focalizada.
Viemos tanto da esquerda como da direita, e de todo o mundo, e temos dedicado as nossas carreiras à protecção das pessoas. As actuais políticas de confinamento estão a produzir efeitos devastadores na saúde pública a curto e longo prazo. Os resultados (para citar alguns) incluem taxas mais baixas de vacinação infantil, agravamento dos prognósticos das doenças cardiovasculares, menos exames oncológicos e deterioração da saúde mental – levando a um maior excesso de mortalidade nos próximos anos, com a classe trabalhadora e os membros mais jovens da sociedade a carregar um fardo mais pesado. Manter os alunos fora da escola é uma grave injustiça.
Manter estas medidas em vigor até que uma vacina esteja disponível causará danos irreparáveis, com os mais desfavorecidos a serem desproporcionadamente prejudicados.
Felizmente, a nossa compreensão do vírus está a crescer. Sabemos que a vulnerabilidade à morte da COVID-19 é mil vezes maior nos idosos e doentes do que nos jovens. De facto, para as crianças, a COVID-19 é menos perigosa do que muitos outras doenças, incluindo a gripe.
À medida que a imunidade se desenvolve na população, o risco de infecção para todos – incluindo os vulneráveis – diminui. Sabemos que todas as populações acabarão por atingir a imunidade de grupo – ou seja, o ponto em que a taxa de novas infecções é estável – e que isto pode ser assistido por (mas não depende de) uma vacina. O nosso objectivo deve ser, portanto, minimizar a mortalidade e os danos sociais até atingirmos a imunidade de grupo.
Uma abordagem mais compassiva que equilibra os riscos e benefícios de alcançar a imunidade de grupo, é permitir que aqueles que estão em risco mínimo de morte vivam normalmente a sua vida para construir imunidade ao vírus através da infecção natural, ao mesmo tempo que protege melhor aqueles que estão em maior risco. Chamamos a isto Protecção Focalizada.
A adopção de medidas para proteger os vulneráveis deve ser o objectivo central das respostas de saúde pública à COVID-19. A título de exemplo, os lares devem utilizar pessoal com imunidade adquirida e realizar testes PCR frequentes a outro pessoal e a todos os visitantes. A rotação do pessoal deve ser minimizada. Os reformados que vivem em casa devem mandar entregar alimentos e outros bens essenciais ao seu domicílio. Quando possível, devem encontrar-se com membros da família no exterior e não no interior. Uma lista abrangente e detalhada de medidas, incluindo abordagens a famílias de várias gerações, pode ser implementada, e está bem dentro do âmbito e da capacidade dos profissionais de saúde pública.
Aqueles que não são vulneráveis devem ser imediatamente autorizados a retomar a vida normal. Medidas simples de higiene, tais como a lavagem das mãos e a permanência em casa quando estão doentes devem ser praticadas por todos para reduzir o limiar de imunidade de grupo. As escolas e universidades devem estar abertas ao ensino presencial. As actividades extracurriculares, como o desporto, devem ser retomadas. Os jovens adultos de baixo risco devem trabalhar normalmente, e não a partir de casa. Restaurantes e outras empresas devem ser abertos. As artes, música, desporto e outras actividades culturais devem ser retomadas. As pessoas que estão mais em risco podem participar se o desejarem, enquanto a sociedade como um todo goza da protecção conferida aos vulneráveis por aqueles que acumularam imunidade de grupo.
Os créditos sobre os autores e subscritores da declaração acima estão disponíveis aqui.
Ou se vem para a rua ou estamos tramados
Tribunal de Contas tomado. PGR controlada. Cargos em multiplicação no aparelho de Estado… Fomos capturados por uma mafia. Temos pouco tempo para lhe poder fazer frente.
Guarda-chuva-me
Se Marcelo é o derradeiro guarda-chuva do governo, por consequência do PS, os outros partidos são a gabardina do regime. O regime é o PS. Como em qualquer igualdade, a ordem dos termos pode ser invertida, pelo que dizer que o regime é o PS é equivalente a dizer que o PS é o regime. Apesar da indignação controlada, bufa, ninguém está verdadeiramente afectado pela nomeação do presidente do tribunal de contas. Afinal, é assim que as coisas são; é assim que continuarão a ser. Claro, alguma coisa tem que ser dita, até para picar o ponto, mas são palavras que duram meros momentos.
Algumas pessoas da direita decidiram apoiar Ana Gomes, pelo que não só se comprova que as palavras duram meros momentos – em particular as palavras que Ana Gomes proferiu ao longo dos anos – como se comprova que o regime é o PS é o regime é o PS é o regime para toda a eternidade.
Parece que é para criar 6000 freguesias, pelo que o projecto de descentralização do Iniciativa Liberal foi devidamente reconhecido como uma necessidade do regime é o PS é o regime é o PS é o regime assegurar a distribuição geográfica dos caciques.
Pode chover: não faltam guarda-chuvas para proteger o PS é o regime é o PS é o regime dos pingos. Pelo contrário: todos se colocam em bicos de pés para oferecerem à velha senhora o cavalheirismo que perpetue o regime (é o PS é o regime é o PS é o regime é o PS é o…)
As ruas das nossas cidades
As ruas das nossas cidades ao serviço de agendas da moda ou o vício privado dos socialistas para, a partir dos seus gabinetes, tentar criar e disciplinar os comportamentos das pessoas de acordo com a estética e virtudes públicas dos autarcas no poder. Foi o tema da minha participação no programa “Ao final do Dia” de hoje.
Video aqui:
Quantos votos perdeu hoje Marcelo?
Sim, já se sabe que mais de 60 por cento dos portugueses declaram ir votar nas próximas presidenciais e que a grande maioria desses anunciados eleitores declara que vai votar Marcelo. Não acredito na primeira declaração e quanto á segunda já lá vamos. A abstenção vai penalizar Marcelo. Não estou a dizer que Marcelo vai perder mas estou a dizer que vai ganhar por muito menos daquilo que ele esperava. E que mesmo assim é muito mais do que aquilo que ele merece.
A ler
André Abrantes Amara: «O Governo está de pedra e cal, pelo menos até Junho de 2021. (…) O actual Primeiro-Ministro venceu as eleições há um ano. Não consegue sair agora porque Portugal não pode assumir a presidência do Conselho da União Europeia com um Governo que só não cai definitivamente, porque as eleições só teriam lugar em Junho. Altura em que tudo muda. A partir desse momento, cessa a presidência do Conselho da União Europeia, as presidenciais já foram há 6 meses e aproximam-se as negociações para o orçamento de 2022. Nessa altura, a meio de uma legislatura sem maioria, quase ano e meio após o início da pandemia, António Costa sentir-se-á em condições de dizer que deu o seu melhor. Se sairá pelo seu pé ou se se fará de vítima, orquestrando uma crise política com vista a atribuir a responsabilidade ao BE ou o PSD (o PCP tem condições para ser poupado), dependerá do jeito que quiser fazer ao seu sucessor. (…) Se agora as eleições são de evitar, daqui a um ano é muito provável que a maioria diga que são inevitáveis. Porquê? Não haverá qualquer razão aparente, apenas a aparência de uma razão. »
Sr, Presidente diga Não. Vá lá …
Este princípio foi estabelecido quando?
Este princípio está escrito onde?
Este princípio foi estabelecido entre quem?
Este princípio aplica-se a quem?
Este princípio foi estabelecido quando?
Que outros princípios foram e estão a ser negociados nos mesmos moldes?
… Por outras palavras, Marcelo Rebelo de Sousa não tem um pingo de coragem para ser capaz de dizer NÃO?
Como é que a sociedade e o caraças e tal
Foi pedido ao meu filho que escrevesse uma texto sobre “como a sociedade trata os idosos”. Isto originou um saudável chinfrim cá em casa pontuado por múltiplos palavrões, como exige um tema destes.
Em primeiro lugar, porque bati logo o pé acerca da noção de idoso. O que é um idoso? Convencionamos que seria alguém com mais de 70 anos, pelo que podemos incluir Donald Trump, Marcelo Rebelo de Sousa, Bruce Springsteen, Paul McCartney e Debbie Harry. Daqui a menos de dez anos poderemos incluir Madonna, John Lydon, Sharon Stone, Simon Le Bon e Tom Hanks. Portanto, um idoso é alguém que ou é presidente de um país ou enchia estádios e salas de cinema, pelo menos até que a covid os relegasse para um lar.
Em segundo lugar porque “a sociedade”, que eu saiba, não trata absolutamente nada nem ninguém, só os médicos é que tratam pessoas; isto se não estiverem ali a fingir que um telefonema para as pessoas do conselho de estado é trabalho a sério. A sociedade inclui punks, políticos, vagabundos, empregados de mesa, bruxas Wiccan, eleitores do PAN, o picheleiro que nunca mais me aparecia cá em casa e o violador de Telheiras. A sociedade também inclui os próprios idosos, pelo que não percebo exactamente se a pergunta inclui como sub-pergunta como é que os idosos se tratam a si próprios.
Após a discussão disse-lhe para falar do que sabe: tem avós, é parte da sociedade, que fale do que conhece. E não seria melhor que fosse sempre assim, que só falássemos do que conhecemos? Seria, mas isso esvaziaria não só as escolas como o parlamento e as instituições do país. Por outro lado, acabaria imediatamente com os canais de notícias. Não estamos preparados para uma revolução tão grandiosa.
Portugal é a Trumpulândia
O Trump tirou a máscara!!! (NOTICIÁRIO ESPECIAL)
O Trump disse qualquer coisa sobre o vírus!????? (CHAMEM O INEM)
PCP quer mais 100 mil funcionários públicos. 25 mil já em 2021, revela o deputado Duarte Alves cujo curriculum profissional além da vida partidária se resume a essa variante da vida partidária que foi ter integrado o Comité Organizador Internacional do 19.º Festival Mundial da Juventude e dos Estudantes (Rússia, 2017)
O Trump desceu do helicóptero!!!!!!!!!!!!!!!!!! (LIGAÇÃO AO COSTA RIBAS)
Marcelo promulga. Governo autorizado a criar regime para expropriações mais rápidas
O TRump está a tomar oxigénio????????????????? (LIGUEM AS SIRENES)
SEF descobre rota de marroquinos. GNR e Marinha reforçam vigilância
Trump está a ser tratado com dexametasona!!!!!?????? (PAREM AS MÁQUINAS!)
Governo abre a porta à criação de 600 freguesias
O Trump já entrou na Casa Branca!!!!!!!!!!!!!!!! (EDIÇÃO ESPECIAL)
O Trump está a passear nos jardins da Casa Branca????? (ABRAM OS NOTICIÁRIOS)
Portugal. Estado cobra mais de 4.300 taxas às empresas, muitas delas sem saber porquê,
O Trump…??????????????????










