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Gostais, Carneirada?

14 Outubro, 2020

Os aquários vão esgotar

14 Outubro, 2020

O Governo pode vir a impor um dia de luto por animal de companhia

Comunicado do Agrupamento de Escolas

14 Outubro, 2020

Agrupamento de Escolas de Santa Ana Gomes, Évora

COMUNICAÇÃO

Informam-se todos os docentes que não estão a ser cumpridos os objectivos fixados para a aniquilação de imaginação, criatividade e pensamento estruturado dos nossos alunos. Lamentavelmente, alguns profissionais — fazendo tábua-rasa do que aprenderam durante a formação — continuam a permitir que ideias subversivas como religião, arte e cultura sejam passadas em ambiente de discussão sobre a função designada para os alunos na sociedade. Esta atitude pérfida é indutora de ideias mirabolantes como a possibilidade de expressarem ideias, desejos e objectivos diferentes dos preconizados para os estudantes pelo Partido.

Informa-se que procedimentos extra serão tomados para responsabilizar disciplinarmente todos os docentes denunciados por alunos por exposição a ideias subversivas. Consta até que circulam exemplares de Fahrenheit 451 e Auto da Barca do Inferno com a inclusão da ultrapassada personagem do parvo. Um aluno deste agrupamento propôs elaborar um trabalho denominado “A Relação de Sociedades Burocráticas com a Morte em Oposição à Opulência Opinativa de Sentimentos Sobre a Razão”. Este tipo de indigência perante a Ciência dos factos políticos que determinam a Razão Científica e Única do Partido não têm lugar na Escola Inclusiva, Republicana, Laica, e Eixo-Formador de Mentes para o seu Papel na Sociedade Estruturada.

Doravante será intensificada a fiscalização aos docentes acerca de qualquer conteúdo que fuja ao estipulado no Plano Educativo, o documento estruturante da preparação de mentes para o Grande Reset, para o Combate às Alterações Climáticas, o Combate ao Fascismo e todas as acções meritórias que levem ao extermínio da superstição religiosa e ao desejado genocídio do homem branco.

Presidenta da Direcção

José Zwallu Fagundes Opitimanduaka, senhora (pronome usado: chaminé)

Vítima do seu heroísmo? Não, vítima da cobardia da sociedade francesa

13 Outubro, 2020

Paris deu o nome de Arnaud Jean-Georges Beltrame a um jardim.O tenente-coronel da Gendarmerie nationale francesa foi assassinado em Março de 2018 por um terrorista islâmico. Arnaud Beltrame entregou-se ao terrorista em troca de uma refém. Foi assassinado.

Dar o seu nome a um jardim seria uma forma de o homenagera. Seria mas não foi. Na placa lê-se esta coisa vergonhosa: “vítima do seu heroísmo”. Não, Arnaud Jean-Georges Beltrame não foi vítima do seu heroísmo mas sim das balas de Radouane Lakdim. Isto numa abordagem mais superficial. Porque na verdade Arnaud Beltrame foi vítima da cobardia de um sociedade que é incapaz de nomear os assassinos. Ou melhor dizerdo certos assasinos. E acaba a culpar as vítimas pela sua própria morte.

Regionalização como facto consumado

13 Outubro, 2020

Hoje os cinco presidentes das comissões de coordenação e desenvolvimento regional (CCDR), que eram até agora nomeados pelo Governo. vão ser eleitos pelos autarcas.

Recordo que Marcelo Rebelo de Sousa ao promulgar a lei que permitiu esta eleição declarou que esta não compromete “debates e escolhas que possam vir a ser feitas sobre a regionalização, de acordo com a Constituição e a vontade do povo português”

Recordo também que Candidato único à CCDR-N vê eleição como passo para a regionalização

Como é que se sai disto?

11 Outubro, 2020

Tudo isto lembra os anos Sócrates. Mas a situação é, em 2020, politicamente muito mais grave do que foi com Sócrates. Porque agora não há escrutínio. Desta vez não vai desembarcar nenhuma troika em Lisboa a querer vasculhar contabilidades criativas; não existem investigações criminais a ameaçar a figura do primeiro-ministro e, ainda mais importante, não existe alternativa política. A isto junta-se que, em 2020, em Belém, está Marcelo que vive em função da popularidade e não Cavaco Silva, que vivia em função do que achava que devia fazer.

Felizmente a pátria anda entretida a contar anedotas sobre o Trump e portanto não tem tempo para perceber que a anedota é ela, a pátria.

A hipocrisia reinante em torno dos lares legais versus ilegais

10 Outubro, 2020

Hugo Pinto Gonçalves: «Na margem Sul do Tejo, existem zonas residenciais de vivendas, onde praticamente porta sim, porta não, existe um lar de idosos. Sim, são lares ilegais, pois não têm alvará. Muitos têm médicos, enfermeiros, todo o pessoal legalizado, ordenados em dia, comida em boas condições. Outros terão muito poucas condições.

E não têm alvará porquê? Porque dando alvará, a Segurança Social teria de comparticipar com um valor para esse lar. Ora, como a Segurança Social não tem dinheiro para subsidiar todos os lares, vai colocando sempre mais um entrave até à legalização total dos mesmos e vai passando licenças provisórias. E não os pode fechar, porque não tem onde colocar todos esses milhares de idosos.

Por outro lado, existem igualmente lares com alvará passado há vários anos e com péssimas condições, pois a Segurança Social também não tem capacidade para os reavaliar

Imprensa de causas

10 Outubro, 2020

A última capa da Visão é a prova de que a defunta Associação de Amizade Portugal Coreia do Norte  se dedica agora às gráficas

Por mim prefiro na versão original:

Violação de princípios básicos de saúde pública

10 Outubro, 2020

Um excerto (~1 min) da entrevista aos três promotores da Declaração de Great Barrington acerca da violação de princípios básicos de saúde pública e da imbecil sinalização de virtude dominante em moda:

A entrevista completa (~30min) pode ser vista aqui:

Direito de Resposta ao Polígrafo SIC

9 Outubro, 2020

Exmos. Srs.,

Fazendo uso do meu direito de resposta pela reposição da verdade que se impõe dada a gravidade dos factos constatados na verificação de conteúdos que me foi feita,  permitam em honra do meu bom nome dizer o seguinte:

No dia 16 de Junho de 2020 o jornalista Gustavo Sampaio do  Polígrafo fez a verificação de uma publicação que não era minha, apenas tinha sido republicada por mim. Nessa publicação havia a seguinte legenda da autora: “A estátua do Cónego de Melo: a pedra no sapato do BE desde 2013…” acompanhado de um link da esquerda.net  que remetia para uma entrevista com Francisco Louçã. Na mesma publicação, 2 fotos da estátua pichada: uma de 2013 e outra no presente. O Polígrafo na sua verificação ao conteúdo fez o seguinte:

  1. ocultou a identificação da autora da publicação;
  2. eliminou a informação original contida na publicação para contextualização da informação;
  3. expôs a minha identidade na publicação dando a entender ser autora da mesma;
  4. depois de se limitar a ouvir uns residentes, polícia em Braga e análises das fotos, classificou-a de FALSA.

Sucede porém que:

  1. esta publicação nas redes sociais  tinha fonte do Jornal de Notícias e PressNet em artigos do dia 14 de Junho  onde o Presidente de Câmara terá revelado que as últimas pichagens terão ocorrido, de acordo com as informações dadas, na noite de sábado para domingo. A foto tinha sido retirada do artigo da PressNet;
  2. a mensagem da autora da publicação, ao ser truncada, alterou o sentido à publicação.

No dia 18 de Junho noutra republicação , o mesmo jornalista, volta a repetir o mesmo procedimento:

  1. oculta o verdadeiro autor da publicação;
  2. adultera o sentido à mensagem da publicação original insinuando que a mesma se referia às regras de distanciamento físico quando o autor, na realidade, se referia à autorização para essas cerimónias em detrimento dos Santos Populares, usando como fundamentação para essa verificação, uma foto que não era actual;
  3. deixa a minha identificação exposta para confundir as pessoas induzindo-as a pensarem que sou a autora do mesmo;
  4. classificou a publicação de FALSA.

Pelo exposto, é clara a manipulação de informação para induzir as pessoas de que produzo conteúdos falsos na rede social, o que não é verdade.

Assim, exige-se ao Polígrafo SIC a correcção imediata destes fact-checking repondo a verdade dos factos.

Atentamente.

Cristina Miranda

Alguém sabe responder?

9 Outubro, 2020

À atenção da comunidade médica e científica portuguesa

8 Outubro, 2020

Os médicos, cientistas e políticos nacionais já se pronunciaram sobre isto?

Os media portugueses deram alguma atenção ao tema?

Declaração De Great Barrington

Como epidemiologistas de doenças infecciosas e cientistas da saúde pública, temos sérias preocupações sobre os impactos prejudiciais para a saúde física e mental das políticas prevalecentes da COVID-19, e recomendamos uma abordagem a que chamamos Protecção Focalizada.

Viemos tanto da esquerda como da direita, e de todo o mundo, e temos dedicado as nossas carreiras à protecção das pessoas. As actuais políticas de confinamento estão a produzir efeitos devastadores na saúde pública a curto e longo prazo. Os resultados (para citar alguns) incluem taxas mais baixas de vacinação infantil, agravamento dos prognósticos das doenças cardiovasculares, menos exames oncológicos e deterioração da saúde mental – levando a um maior excesso de mortalidade nos próximos anos, com a classe trabalhadora e os membros mais jovens da sociedade a carregar um fardo mais pesado. Manter os alunos fora da escola é uma grave injustiça.

Manter estas medidas em vigor até que uma vacina esteja disponível causará danos irreparáveis, com os mais desfavorecidos a serem desproporcionadamente prejudicados.

Felizmente, a nossa compreensão do vírus está a crescer. Sabemos que a vulnerabilidade à morte da COVID-19 é mil vezes maior nos idosos e doentes do que nos jovens. De facto, para as crianças, a COVID-19 é menos perigosa do que muitos outras doenças, incluindo a gripe.

À medida que a imunidade se desenvolve na população, o risco de infecção para todos – incluindo os vulneráveis – diminui. Sabemos que todas as populações acabarão por atingir a imunidade de grupo – ou seja, o ponto em que a taxa de novas infecções é estável – e que isto pode ser assistido por (mas não depende de) uma vacina. O nosso objectivo deve ser, portanto, minimizar a mortalidade e os danos sociais até atingirmos a imunidade de grupo.

Uma abordagem mais compassiva que equilibra os riscos e benefícios de alcançar a imunidade de grupo, é permitir que aqueles que estão em risco mínimo de morte vivam normalmente a sua vida para construir imunidade ao vírus através da infecção natural, ao mesmo tempo que protege melhor aqueles que estão em maior risco. Chamamos a isto Protecção Focalizada.

A adopção de medidas para proteger os vulneráveis deve ser o objectivo central das respostas de saúde pública à COVID-19. A título de exemplo, os lares devem utilizar pessoal com imunidade adquirida e realizar testes PCR frequentes a outro pessoal e a todos os visitantes. A rotação do pessoal deve ser minimizada. Os reformados que vivem em casa devem mandar entregar alimentos e outros bens essenciais ao seu domicílio. Quando possível, devem encontrar-se com membros da família no exterior e não no interior. Uma lista abrangente e detalhada de medidas, incluindo abordagens a famílias de várias gerações, pode ser implementada, e está bem dentro do âmbito e da capacidade dos profissionais de saúde pública.

Aqueles que não são vulneráveis devem ser imediatamente autorizados a retomar a vida normal. Medidas simples de higiene, tais como a lavagem das mãos e a permanência em casa quando estão doentes devem ser praticadas por todos para reduzir o limiar de imunidade de grupo. As escolas e universidades devem estar abertas ao ensino presencial. As actividades extracurriculares, como o desporto, devem ser retomadas. Os jovens adultos de baixo risco devem trabalhar normalmente, e não a partir de casa. Restaurantes e outras empresas devem ser abertos. As artes, música, desporto e outras actividades culturais devem ser retomadas. As pessoas que estão mais em risco podem participar se o desejarem, enquanto a sociedade como um todo goza da protecção conferida aos vulneráveis por aqueles que acumularam imunidade de grupo.

Os créditos sobre os autores e subscritores da declaração acima estão disponíveis aqui.

Ou se vem para a rua ou estamos tramados

8 Outubro, 2020

Tribunal de Contas tomado. PGR controlada. Cargos em multiplicação no aparelho de Estado… Fomos capturados por uma mafia. Temos pouco tempo para lhe poder fazer frente.

Guarda-chuva-me

8 Outubro, 2020

Se Marcelo é o derradeiro guarda-chuva do governo, por consequência do PS, os outros partidos são a gabardina do regime. O regime é o PS. Como em qualquer igualdade, a ordem dos termos pode ser invertida, pelo que dizer que o regime é o PS é equivalente a dizer que o PS é o regime. Apesar da indignação controlada, bufa, ninguém está verdadeiramente afectado pela nomeação do presidente do tribunal de contas. Afinal, é assim que as coisas são; é assim que continuarão a ser. Claro, alguma coisa tem que ser dita, até para picar o ponto, mas são palavras que duram meros momentos.

Algumas pessoas da direita decidiram apoiar Ana Gomes, pelo que não só se comprova que as palavras duram meros momentos – em particular as palavras que Ana Gomes proferiu ao longo dos anos – como se comprova que o regime é o PS é o regime é o PS é o regime para toda a eternidade.

Parece que é para criar 6000 freguesias, pelo que o projecto de descentralização do Iniciativa Liberal foi devidamente reconhecido como uma necessidade do regime é o PS é o regime é o PS é o regime assegurar a distribuição geográfica dos caciques.

Pode chover: não faltam guarda-chuvas para proteger o PS é o regime é o PS é o regime dos pingos. Pelo contrário: todos se colocam em bicos de pés para oferecerem à velha senhora o cavalheirismo que perpetue o regime (é o PS é o regime é o PS é o regime é o PS é o…)

As ruas das nossas cidades

7 Outubro, 2020

As ruas das nossas cidades ao serviço de agendas da moda ou o vício privado dos socialistas para, a partir dos seus gabinetes, tentar criar e disciplinar os comportamentos das pessoas de acordo com a estética e virtudes públicas dos autarcas no poder. Foi o tema da minha participação no programa “Ao final do Dia” de hoje.

Video aqui:

Quantos votos perdeu hoje Marcelo?

7 Outubro, 2020

Sim, já se sabe que mais de 60 por cento dos portugueses declaram ir votar nas próximas presidenciais e que a grande maioria desses anunciados eleitores declara que vai votar Marcelo. Não acredito na primeira declaração e quanto á segunda já lá vamos. A abstenção vai penalizar Marcelo. Não estou a dizer que Marcelo vai perder mas estou a dizer que vai ganhar por muito menos daquilo que ele esperava. E que mesmo assim é muito mais do que aquilo que ele merece.

A ler

7 Outubro, 2020

André Abrantes Amara: «O Governo está de pedra e cal, pelo menos até Junho de 2021. (…) O actual Primeiro-Ministro venceu as eleições há um ano. Não consegue sair agora porque Portugal não pode assumir a presidência do Conselho da União Europeia com um Governo que só não cai definitivamente, porque as eleições só teriam lugar em Junho. Altura em que tudo muda. A partir desse momento, cessa a presidência do Conselho da União Europeia, as presidenciais já foram há 6 meses e aproximam-se as negociações para o orçamento de 2022. Nessa altura, a meio de uma legislatura sem maioria, quase ano e meio após o início da pandemia, António Costa sentir-se-á em condições de dizer que deu o seu melhor. Se sairá pelo seu pé ou se se fará de vítima, orquestrando uma crise política com vista a atribuir a responsabilidade ao BE ou o PSD (o PCP tem condições para ser poupado), dependerá do jeito que quiser fazer ao seu sucessor. (…) Se agora as eleições são de evitar, daqui a um ano é muito provável que a maioria diga que são inevitáveis. Porquê? Não haverá qualquer razão aparente, apenas a aparência de uma razão. »

Sr, Presidente diga Não. Vá lá …

7 Outubro, 2020

António Costa justifica substituição de presidente do Tribunal de Contas com princípio de não renovação de mandatos

Este princípio foi estabelecido quando?

Este princípio está escrito onde?

Este princípio foi estabelecido entre quem?

Este princípio aplica-se a quem?

Este princípio foi estabelecido quando?

Que outros princípios foram e estão a ser negociados nos mesmos moldes?

… Por outras palavras, Marcelo Rebelo de Sousa não tem um pingo de coragem para ser capaz de dizer NÃO?

Como é que a sociedade e o caraças e tal

6 Outubro, 2020

Foi pedido ao meu filho que escrevesse uma texto sobre “como a sociedade trata os idosos”. Isto originou um saudável chinfrim cá em casa pontuado por múltiplos palavrões, como exige um tema destes.

Em primeiro lugar, porque bati logo o pé acerca da noção de idoso. O que é um idoso? Convencionamos que seria alguém com mais de 70 anos, pelo que podemos incluir Donald Trump, Marcelo Rebelo de Sousa, Bruce Springsteen, Paul McCartney e Debbie Harry. Daqui a menos de dez anos poderemos incluir Madonna, John Lydon, Sharon Stone, Simon Le Bon e Tom Hanks. Portanto, um idoso é alguém que ou é presidente de um país ou enchia estádios e salas de cinema, pelo menos até que a covid os relegasse para um lar.

Em segundo lugar porque “a sociedade”, que eu saiba, não trata absolutamente nada nem ninguém, só os médicos é que tratam pessoas; isto se não estiverem ali a fingir que um telefonema para as pessoas do conselho de estado é trabalho a sério. A sociedade inclui punks, políticos, vagabundos, empregados de mesa, bruxas Wiccan, eleitores do PAN, o picheleiro que nunca mais me aparecia cá em casa e o violador de Telheiras. A sociedade também inclui os próprios idosos, pelo que não percebo exactamente se a pergunta inclui como sub-pergunta como é que os idosos se tratam a si próprios.

Após a discussão disse-lhe para falar do que sabe: tem avós, é parte da sociedade, que fale do que conhece. E não seria melhor que fosse sempre assim, que só falássemos do que conhecemos? Seria, mas isso esvaziaria não só as escolas como o parlamento e as instituições do país. Por outro lado, acabaria imediatamente com os canais de notícias. Não estamos preparados para uma revolução tão grandiosa.

Portugal é a Trumpulândia

6 Outubro, 2020

O Trump tirou a máscara!!! (NOTICIÁRIO ESPECIAL)

Chuva de tiros em cilada a bombeiros e polícia na Amadora. Foram feitos 15 disparos contra dispositivo que combatia fogo na Cova da Moura.

O Trump disse qualquer coisa sobre o vírus!????? (CHAMEM O INEM)

PCP quer mais 100 mil funcionários públicos. 25 mil já em 2021, revela o deputado Duarte Alves cujo curriculum profissional além da vida partidária se resume a essa variante da vida partidária que foi ter integrado o Comité Organizador Internacional do 19.º Festival Mundial da Juventude e dos Estudantes (Rússia, 2017)

O Trump desceu do helicóptero!!!!!!!!!!!!!!!!!! (LIGAÇÃO AO COSTA RIBAS)

Marcelo promulga. Governo autorizado a criar regime para expropriações mais rápidas

O TRump está a tomar oxigénio????????????????? (LIGUEM AS SIRENES)

SEF descobre rota de marroquinos. GNR e Marinha reforçam vigilância

Trump está a ser tratado com dexametasona!!!!!?????? (PAREM AS MÁQUINAS!)

Governo abre a porta à criação de 600 freguesias

O Trump já entrou na Casa Branca!!!!!!!!!!!!!!!! (EDIÇÃO ESPECIAL)

Tribunal de Contas. António Costa lembra que princípio da não renovação de mandatos foi acordado com PR

O Trump está a passear nos jardins da Casa Branca????? (ABRAM OS NOTICIÁRIOS)

Portugal. Estado cobra mais de 4.300 taxas às empresas, muitas delas sem saber porquê,

O Trump…??????????????????

Ou isto é travado ou temos de lançar um movimento pelo direito à objecção de consciência em matéria fiscal

5 Outubro, 2020

Governo abre a porta à criação de 600 freguesias

Carta Aberta a Maria João Marques

5 Outubro, 2020

Cara Maria João,

Em resposta ao seu artigo de opinião no Público, permita-me que lhe dirija estas palavras:

Se é fácil rir do Chega, como diz, acredite que é ainda mais fácil rir de si. Mas eu não o vou fazer. Porque acima de tudo você é um ser humano e só por isso, devo-lhe respeito. Isto aprende-se nas famílias conservadoras como foi a minha, caso não saiba.

Você não é um exemplo da escrita. No Twitter, fora da revisão de textos, já lhe apanhei erros de caixão à cova. Valorizo muito mais quem se engana nas vírgulas mas tem um conteúdo marcado pela experiência de vida, do que “flores de estufa” que vivem em redomas cobertas de Chanel e Gucci que “escrevinham” sem conhecimento de causa.

Eu estive na Convenção do Chega, aquele evento da direita (não, não é “extrema direita” de coisa nenhuma por isso pare de repetir a falácia dos média se faz favor) onde supostamente se reúnem “nazis, fascistas, homofóbicos, racistas” que você e a querida imprensa tanto propagandeiam. E sabe uma coisa? Não encontrei nenhum. E sabe porquê? Porque os verdadeiros fascistas estão no governo a aprovar leis que restringem a liberdade, que “compram” a imprensa livre, outras que promovem a censura, outras que facilitam a expropriação de bens privados, outras que aumentam o número e os poderes das elites, outras que aumentam a pobreza e os sem abrigos, outras que violam a Constituição e os Direitos do Homem. Os homofóbicos e racistas e mais outras falsas conotações, deviam estar de folga porque o que eu vi foi gente que luta pela reposição dos valores sociais perdidos pela imposição da agenda marxista. Ou seja, conservadores de direita defensores dos valores judaico-cristãos que foram a base da civilização ocidental – onde a Maria João se pavoneia- enquanto fala mal da única civilização livre e democrática e a primeira, caso não saiba, que devolveu direitos às mulheres. https://templariodemaria.com/nao-foi-o-feminismo-que…/…

Na Convenção do Chega houve idiotas, tal como existem nas do PS, PCP, PSD, CDS, BE e por aí fora, mas com uma diferençazinha: os idiotas do Chega são para mostrar até à exaustão pelos média e “marias” que escrevem no “Púdico”. Os dos outros partidos, são para esconder. Quantos idiotas radicais de esquerda há no PS e PSD? Sabe? Claro que não. A Comunicação Social não mostra. Mas eu conheço.

O que realmente aconteceu com a tão famosa moção apresentada por um delegado – não pelo Partido -, e que dá um jeitaço aos “jornalixos” na sua missão de desacreditação do Chega, é que assim que foi a votos – 216 votaram CONTRA e 38 a favor – culminou numa estrondosa salva de palmas (alguns de pé) quando foi reprovada. Isto é o “ódio, a secundarização e a opressão das mulheres” aqui retratado em todo o seu esplendor. Esta é a VERDADEIRA génese do Chega e não outra. Pare de inventar. Está a ser ridícula.

Podia no entanto ir buscar os extraordinários discursos da maioria que interveio. Como por exemplo desta jovem brilhante, representante da Juventude Chega. Mas isso não lhe interessa porque estraga a sua narrativa, certo? https://youtu.be/6ZYtsin2kGQ

Para a sua informação, e por favor actualize a sua cassette, as mulheres já são em maioria de acordo com o Pordata. Aprenda que da teoria magnífica da definição no dicionário de “feminismo” até à prática vai uma distância abismal e que na realidade o feminismo não procura a igualdade entre géneros há muito tempo.

Se aprofundasse os temas em vez de repetir o que ouve, saberia que os homens já estão em minoria. As estatísticas revelam que actualmente em termos populacionais as mulheres dominam: 4.891.983 homens e 5.433.469 mulheres o que significa que em pouco tempo, com a legislação actual que as protege, serão elas maioritárias em quase todos os sectores. Por outro lado também são elas que vivem mais tempo. As mulheres têm uma esperança média de vida à nascença de 83 anos, contra 78 dos homens. Portanto, para além de serem em maior número, vivem mais. São elas também que representam 88% das famílias monoparentais. No ensino 49% dos alunos matriculados desde o pré-escolar até ao superior, são mulheres. Nas universidades, elas estão em maior número onde representam 54%. Dentro dos doutoramentos, 1.587 são de mulheres, contra 1.382 de homens. Dizem ainda os dados que em 2017, na função pública estavam empregados: no norte 17 634 homens contra 19389 mulheres; na área metropolitana de Lisboa 13 516 homens contra 17 251 mulheres; no Algarve 3 624 contra 4 917 mulheres. Apenas o Alentejo, regiões autónomas dos Açores e Madeira é que – por enquanto – mantêm as mulheres em minoria (fonte PORDATA). Se analisarmos de acordo com a distribuição de profissionais nas áreas da saúde, educação e justiça, temos APENAS menos mulheres – por enquanto – a leccionar no superior (44%) – Fonte Fundação Francisco Manuel dos Santos. Onde estão as feministas para repor a igualdade?

Recomendo-lhe também o excelente documentário “Red Pill” feito por uma ex-feminista. Contra factos não há argumentos. Lamento. https://youtu.be/lstjXmkjUf4

Também lhe recomendo o mesmo zelo a defender as meninas das culturas onde elas são transacionadas como gado aos 9 anos e depois transformadas em seres sem identidade embrulhadas em lençóis negros, subjugadas aos homens que as tratam como mercadoria e que vivem em solo ocidental.

Escreva na testa para não esquecer: você não nos representa, a nós MULHERES, por isso não fala em meu NOME. Sou mulher e não admito que me ridicularize ao não defender todos por igual como me ensinaram os meus pais conservadores. Ao insistir que a violência doméstica é fruto das relações heterossexuais – quando as estatísticas revelam que são os casais homossexuais que têm mais violência doméstica – você está a ser ridícula. E eu não quero mulheres assim a falar por mim.

O que nos opõe é termos tido berços diferentes. O meu pai, um honrado conservador de direita, mostrou-me que as meninas têm tanto potencial como os homens ao ensinar-me a conduzir máquinas industriais; carregar camiões; ligar um carro sem bateria; mudar pneus; usar berbequim e tantas outras coisas de “homem”. E o seu, o que lhe ensinou para além de ser uma pequena princesa mimada?

Termino desejando-lhe que um dia seja realmente feliz porque gente infeliz é amarga e revoltada incapaz de analisar com lucidez. Exactamente o que vemos nos seus escritos.

Utilização de linguagem não discriminatória nas FA: salvou-se o ministro (género masculino) e tramou-se a secretaria (género feminino)

5 Outubro, 2020

18 de setembro: Um documento designado “Diretiva sobre a utilização de linguagem não discriminatória” foi enviado aos chefes dos três ramos e ao Estado-Maior-General das Forças Armadas. Estava assinado pelo secretário-geral do ministério, João Ribeiro.

28 de Setembro: a Secretaria-Geral do MDN envia aos chefes dos três ramos e ao Estado-Maior-General das Forças Armadas um documento onde lhes solicita “os contributos que entendam como relevantes” sobre a “Diretiva sobre a utilização de linguagem não discriminatória”

30 de Setembro: a associação que representa os oficiais afirma que a orientação emanada pela Secretaria-Geral “é um disparate” e “uma baboseira”. Admitia esta associação uma “manifestação ruidosa” contra a directiva.

1 de Outubro: o ministro declara: “O que é verdadeiramente importante é o trabalho que está a ser feito na promoção da igualdade de género dentro das Forças Armadas. Depois se se deve prever ‘nascido em’ ou ‘data de nascimento’, isso é absolutamente menor, não tem relevância nenhuma e, do meu lado, confesso que não pretendo passar muito tempo a pensar nessa matéria

2 de Outubro: O ministro anula a directiva: Tomei conhecimento do envio pela secretaria-geral dos ofícios (…) com o título ‘Diretiva sobre a utilização de linguagem não discriminatória’, dirigido ao EMGFA, aos Ramos, e aos serviços centrais do ministério, suplementado posteriormente pelo ofício (…).Por carecer de aprovação superior e por se tratar de um documento de trabalho que não evidencia um estado de maturação adequado, devem considerar-se anulados os referidos ofícios

Moral da História (e do historial que nós aqui no Blasfémias somos militante do género);

  1. O ministro (género masculino) salvou a face e quem se tramou foi a secretaria (género feminino). Moral da História: a pancada sobra sempre para as mesmas
  2. O ministro (género masculino) diz desconhecer o que faz a secretaria-geral (género feminino). Moral da História: o género masculino é sempre o último a saber. Mesmo quando é ministro
  3. O ministro tenta passar incólume entre a secretaria-geral (do ministério) e a baboseira (dos oficiais) Mas nestas coisas o género masculino ministro sai sempre amachucado. Ou para não ser sexista não sai incólume.

Não o podemos inscrever na Telescola?

5 Outubro, 2020

Ferro defende que revolução republicana lançou as sementes do Estado de Direito

O novo normal socialista: indignem-se com o Trump. Não se metam com o PS.

4 Outubro, 2020

Portugal tornou-se um país desligado de si mesmo: rádios, televisões e jornais encheram-se de palavras indignadas sobre a nomeação de Amy Coney Barret para o Supremo do EUA, mas quantos se vão indignar por o Governo, o nosso não o norte-americano, não reconduzir o presidente do TdC?

Grão a grão, ficam as famílias sem pão

2 Outubro, 2020

No Observador recordo no artigo de hoje que cada euro inscrito nas verbas do Orçamento do Estado é um euro a menos no bolso das famílias portuguesas.

O texto completo está aqui.

Querem falar sobre discriminação e maus tratos no presente?

2 Outubro, 2020

A tragédia a que o patrulhamento ideológico nos impede de acudir

2 Outubro, 2020

Jovem de 16 anos morre esfaqueado em rixa entre grupos rivais na Amadora. O jovem foi atingido com três facadas no tórax e morreu no local quando estava a ser socorrido pelo INEM. A ocorrência surge na sequência de um confronto de grupos rivais, um de Queluz, alguns armados com facas, e outro de Chelas, marcado pela internet, segudo apurou o Jornal de Notícias. A rixa terá ocorrido pelas 20h de quinta-feira no mesmo local onde se deu o óbito.

Quem são estes grupos? Quais as suas rivalidades? O que os leva muitos jovens de algumas zonas das periferias de Lisboa a andar habitualmente com faca?…

O great reset

1 Outubro, 2020

“O great reset, pai”. Levanto-me sobressaltado do sofá perante a afirmação que ignoro ser em tom puramente jocoso ou dotado de um pingo de verdade. “O projecto escolar multidisciplinar para este ano lectivo é sobre o que podemos fazer para melhorarmos como pessoas através da definição de acções colectivas que visem mudar o mundo de forma a encontrarmos uma sociedade nova onde todos têm um papel a desempenhar; o *great reset*”.

Primeiro, ainda perguntei qual será o meu papel nessa sociedade renovada, mas o miúdo já não vai em cantigas de velhos cínicos, a começar pelas cantigas do pai. “Então, que ides fazer?” — perguntei já resignado com a tentacular penetração de estupidez no ambiente escolar. “Um armário onde todos levam brinquedos que já não precisam para dar aos miúdos pobres”. “Um caixote do lixo daquilo que a turma já não quer?” — pergunto. “Exactamente isso” — responde o rapaz.

Reconfortado com os frutos de 13 anos de educação, reclino-me tranquilamente no sofá, permitindo-me o descanso merecido. O meu trabalho aqui está feito.

Chamem o Zé que faz falta: obviamente o acidente do Metro não foi por causa das obras na Praça de Espanha mas sim por causa do nefando Túnel do Marquês

1 Outubro, 2020

Como toda a gente sabe e o “Zé que fazia tanta falta e depois se calou para sempre” nos avisava todos os dias o túnel do Marquês era uma obra populista, inútil, perigosas, que punha em causa a segurança do Metro, o dia a dia da cidade e ia asfixiar a cidade. As obras na Praça de Espanha pelo contrário são umas obras benditas. Nascidas em berço socialista não suscitaram chumbos, nem perguntas, nem pareceres, nem vistorias de tribunais. Muito menos comentadores indignados. São só maravilhas…. Claro, o túnel do Metro abateu na Praça de Espanha mas tb qual é a grande obra que não causa um problema? Se fosse no Túnel do Marquês é que tinha sido uma catástrofe. Agora assim é um exagero das notícias.

Idosos, Estado Social e Covid

30 Setembro, 2020

No programa “Ao Final do Dia” de hoje falo da cena em que António Costa é impedido in-extremis de bater num velhote na Praça do Comércio e da indignidade e sacudir da água do capote das responsabilidades políticas no caso do lar de Reguengos de Monsaraz.

Defendo que a Covid não pode servir de desculpa para o abandono de idosos e que é pertinente reflectir sobre se o nosso “Estado Social” não será imoral.

O neo paganismo e as suas vestais

30 Setembro, 2020

Só hoje já contei duas vestais dessa religião no Oservador. Em ambos os casos as pitonisas pretendem que para salvar o planeta os povos não pretendam imitar o seu estilo de vida. As vestais claro precisam de viajar, sabem fazer turismo…

Covid-19 criou “janela de oportunidade” para futuro mais sustentávelKarin Bäckstrand, especialista em políticas ambientais globais,

Leyla Acaroglu, nomeada defensora da Terra pelas Nações Unidas, à pergunta “Acha que a pandemia é o resultado de decisões que já tomámos?responde “Definitivamente. Estamos a viver o legado de 70 anos de crescimento económico contínuo, a seguir à Segunda Guerra Mundial, altura em que a principal preocupação era reconstruir a economia. (…) Temos muito a aprender, mas já sabemos que continuar a destruir a Amazónia ou continuar a plantar monoculturas à custa de ter ecossistemas diversificados são coisas que vão ter impactos negativos.”

O debate Trump-Biden não foi mau. Simplesmente não foi aquele que os comentadores desejavam

30 Setembro, 2020

O Trump não foi derrotado mas o  Biden foi melhor que o esperado.  Acho aliás que os assessores do Biden cometeram um erro ao dizer-lhe  para não olhar olhos nos olhos o Trump. O olhar do Biden estava focado num algures que nao era o Trump (o seu antagonista) nem os telespectadores.

Com isto gostei do debate.

 

 

O ministro da Defesa foi ali ver se chove

29 Setembro, 2020

29 set 2020 Governo quer que Forças Armadas passem a usar linguagem mais inclusiva Foi enviada uma diretiva ao Estado-Maior-General das Forças Armadas e aos três ramos militares para que estes passem a utilizar linguagem mais inclusiva no que toca a questões de género, tanto nas comunicações escritas como na oralidade.

08 Janeiro 2020 Dormir em quartéis para atrair jovens às fileiras. ara atrair mais jovens para as fileiras das Forças Armadas e, assim, procurar atenuar a sucessiva perda de efetivos que se tem verificado ao longo dos anos, o Ministério da Defesa revelou, ao JN, que vai implementar, neste ano, um projeto-piloto que consistirá na participação voluntária dos cidadãos que compareçam ao Dia da Defesa Nacional (DDN) em atividades a desenvolver em unidades militares.

27 de Março de 2019 Governo quer creches em quartéis para ter mais mulheres militares Ministério da Defesa tem plano ambicioso para atrair mais mulheres, e voluntários em geral, para as Forças Armadas, ajudando a conciliar trabalho e vida familiar. 

“Orçamento: agarrem-me senão eu aprovo-o”

28 Setembro, 2020

Não se aguenta mais a peça “Orçamento: agarrem-me senão eu aprovo-o” levada à cena por Catarina Martins desde que a partir de 2015 assumiu o papel de muleta do PS. Nunca tive o gosto ou o desgosto de ver Catarina Martins na sua vida pretérita de palhaça-actriz mas é francamente cansativa esta peça que, devidamente patrocinada por todos nós, mantém nos palcos de Portugal vai para cinco anos.

Os vasculhadores dos sinais de ódio já viram esta imagem da manifestação de ontem da CGTP?

27 Setembro, 2020

Os meninos da bolha

27 Setembro, 2020

O recreio foi proibido em várias escolas. Depois dos políticos que vivem numa bolha, temos os meninos da bolha. Os políticos da bolha abominam a realidade. Os meninos da bolha não suportam o ar livre. O combate ao Covid-19 veio acentuar a paranóia securitária que há longos anos se apoderou das escolas portuguesas e que levou a sanear dos pátios de muitas delas as árvores, a terra e tudo aquilo que não está devidamente homologado. Mas há que dizer que a escola apenas reflecte a tendência da sociedade: as crianças portuguesas do século XXI não podem molhar-se porque se constipam; não podem andar a pé porque se cansam; não podem comer doces porque ficam agitados; não podem beber leite porque são alérgicos; não podem ser chamados à atenção porque ficam traumatizados… e agora não podem ir ao recreio por causa do coronavírus!

Não levaram anos a incensar a canção de resistência?

26 Setembro, 2020

Apresenta-se como “Uno del Metro”. É cubano e portanto sabe do que fala quando convida os “progres” a ir para Cuba. Canta no metro de Madrid e certamente que todos esses festivais, concertos e encontros de canção disto e daquilo acabarão a convidá-lo. Ou não?

Da catástrofe selectiva

26 Setembro, 2020

A presente contestação à presidente da Comunidade de Madrid por causa das medidas que esta comunidade está a tomar (ou não) a propósito do Covid é a prova de quão agradecidos devemos estar por os governos de Espanha e tb o de Portugal serem de esquerda pois se assim não fosse as manifestações, os gritos de indignação, as acusações por causa dos mortos, da epidemia, dos lares, das falências… teriam atroados os céus. E obviamente estaríamos mergulhados em crises políticas colossais.  Creio que a imprensa portuguesa até vai deslocalizar para Madrid e a pandemia um problema do bairro de Vallecas.

 

Born to be free

25 Setembro, 2020

Well, well the birds in the trees
Know something we can’t see.
‘Cos they know, we were born, to be free.

Don’t need the government cramping my style
Give them an inch, they take a mile.
Take you in with a phony smile,
wouldn’t you agree.

The new normal is not normal,
it’s no kind of normal at all.
Everyone seems to have amnesia,
Just trying to remember the Berlin Wall.

Some kind of new old ideology,
With new psychology,
But it’s not for the benefit,
Of you and me.

The new normal is not normal,
it’s no kind of normal at all.
Everyone seems to have amnesia,
Just trying to remember the Berlin Wall.