Alguém sabe responder?

À atenção da comunidade médica e científica portuguesa
Os médicos, cientistas e políticos nacionais já se pronunciaram sobre isto?
Os media portugueses deram alguma atenção ao tema?
Declaração De Great Barrington
Como epidemiologistas de doenças infecciosas e cientistas da saúde pública, temos sérias preocupações sobre os impactos prejudiciais para a saúde física e mental das políticas prevalecentes da COVID-19, e recomendamos uma abordagem a que chamamos Protecção Focalizada.
Viemos tanto da esquerda como da direita, e de todo o mundo, e temos dedicado as nossas carreiras à protecção das pessoas. As actuais políticas de confinamento estão a produzir efeitos devastadores na saúde pública a curto e longo prazo. Os resultados (para citar alguns) incluem taxas mais baixas de vacinação infantil, agravamento dos prognósticos das doenças cardiovasculares, menos exames oncológicos e deterioração da saúde mental – levando a um maior excesso de mortalidade nos próximos anos, com a classe trabalhadora e os membros mais jovens da sociedade a carregar um fardo mais pesado. Manter os alunos fora da escola é uma grave injustiça.
Manter estas medidas em vigor até que uma vacina esteja disponível causará danos irreparáveis, com os mais desfavorecidos a serem desproporcionadamente prejudicados.
Felizmente, a nossa compreensão do vírus está a crescer. Sabemos que a vulnerabilidade à morte da COVID-19 é mil vezes maior nos idosos e doentes do que nos jovens. De facto, para as crianças, a COVID-19 é menos perigosa do que muitos outras doenças, incluindo a gripe.
À medida que a imunidade se desenvolve na população, o risco de infecção para todos – incluindo os vulneráveis – diminui. Sabemos que todas as populações acabarão por atingir a imunidade de grupo – ou seja, o ponto em que a taxa de novas infecções é estável – e que isto pode ser assistido por (mas não depende de) uma vacina. O nosso objectivo deve ser, portanto, minimizar a mortalidade e os danos sociais até atingirmos a imunidade de grupo.
Uma abordagem mais compassiva que equilibra os riscos e benefícios de alcançar a imunidade de grupo, é permitir que aqueles que estão em risco mínimo de morte vivam normalmente a sua vida para construir imunidade ao vírus através da infecção natural, ao mesmo tempo que protege melhor aqueles que estão em maior risco. Chamamos a isto Protecção Focalizada.
A adopção de medidas para proteger os vulneráveis deve ser o objectivo central das respostas de saúde pública à COVID-19. A título de exemplo, os lares devem utilizar pessoal com imunidade adquirida e realizar testes PCR frequentes a outro pessoal e a todos os visitantes. A rotação do pessoal deve ser minimizada. Os reformados que vivem em casa devem mandar entregar alimentos e outros bens essenciais ao seu domicílio. Quando possível, devem encontrar-se com membros da família no exterior e não no interior. Uma lista abrangente e detalhada de medidas, incluindo abordagens a famílias de várias gerações, pode ser implementada, e está bem dentro do âmbito e da capacidade dos profissionais de saúde pública.
Aqueles que não são vulneráveis devem ser imediatamente autorizados a retomar a vida normal. Medidas simples de higiene, tais como a lavagem das mãos e a permanência em casa quando estão doentes devem ser praticadas por todos para reduzir o limiar de imunidade de grupo. As escolas e universidades devem estar abertas ao ensino presencial. As actividades extracurriculares, como o desporto, devem ser retomadas. Os jovens adultos de baixo risco devem trabalhar normalmente, e não a partir de casa. Restaurantes e outras empresas devem ser abertos. As artes, música, desporto e outras actividades culturais devem ser retomadas. As pessoas que estão mais em risco podem participar se o desejarem, enquanto a sociedade como um todo goza da protecção conferida aos vulneráveis por aqueles que acumularam imunidade de grupo.
Os créditos sobre os autores e subscritores da declaração acima estão disponíveis aqui.
Ou se vem para a rua ou estamos tramados
Tribunal de Contas tomado. PGR controlada. Cargos em multiplicação no aparelho de Estado… Fomos capturados por uma mafia. Temos pouco tempo para lhe poder fazer frente.
Guarda-chuva-me
Se Marcelo é o derradeiro guarda-chuva do governo, por consequência do PS, os outros partidos são a gabardina do regime. O regime é o PS. Como em qualquer igualdade, a ordem dos termos pode ser invertida, pelo que dizer que o regime é o PS é equivalente a dizer que o PS é o regime. Apesar da indignação controlada, bufa, ninguém está verdadeiramente afectado pela nomeação do presidente do tribunal de contas. Afinal, é assim que as coisas são; é assim que continuarão a ser. Claro, alguma coisa tem que ser dita, até para picar o ponto, mas são palavras que duram meros momentos.
Algumas pessoas da direita decidiram apoiar Ana Gomes, pelo que não só se comprova que as palavras duram meros momentos – em particular as palavras que Ana Gomes proferiu ao longo dos anos – como se comprova que o regime é o PS é o regime é o PS é o regime para toda a eternidade.
Parece que é para criar 6000 freguesias, pelo que o projecto de descentralização do Iniciativa Liberal foi devidamente reconhecido como uma necessidade do regime é o PS é o regime é o PS é o regime assegurar a distribuição geográfica dos caciques.
Pode chover: não faltam guarda-chuvas para proteger o PS é o regime é o PS é o regime dos pingos. Pelo contrário: todos se colocam em bicos de pés para oferecerem à velha senhora o cavalheirismo que perpetue o regime (é o PS é o regime é o PS é o regime é o PS é o…)
As ruas das nossas cidades
As ruas das nossas cidades ao serviço de agendas da moda ou o vício privado dos socialistas para, a partir dos seus gabinetes, tentar criar e disciplinar os comportamentos das pessoas de acordo com a estética e virtudes públicas dos autarcas no poder. Foi o tema da minha participação no programa “Ao final do Dia” de hoje.
Video aqui:
Quantos votos perdeu hoje Marcelo?
Sim, já se sabe que mais de 60 por cento dos portugueses declaram ir votar nas próximas presidenciais e que a grande maioria desses anunciados eleitores declara que vai votar Marcelo. Não acredito na primeira declaração e quanto á segunda já lá vamos. A abstenção vai penalizar Marcelo. Não estou a dizer que Marcelo vai perder mas estou a dizer que vai ganhar por muito menos daquilo que ele esperava. E que mesmo assim é muito mais do que aquilo que ele merece.
A ler
André Abrantes Amara: «O Governo está de pedra e cal, pelo menos até Junho de 2021. (…) O actual Primeiro-Ministro venceu as eleições há um ano. Não consegue sair agora porque Portugal não pode assumir a presidência do Conselho da União Europeia com um Governo que só não cai definitivamente, porque as eleições só teriam lugar em Junho. Altura em que tudo muda. A partir desse momento, cessa a presidência do Conselho da União Europeia, as presidenciais já foram há 6 meses e aproximam-se as negociações para o orçamento de 2022. Nessa altura, a meio de uma legislatura sem maioria, quase ano e meio após o início da pandemia, António Costa sentir-se-á em condições de dizer que deu o seu melhor. Se sairá pelo seu pé ou se se fará de vítima, orquestrando uma crise política com vista a atribuir a responsabilidade ao BE ou o PSD (o PCP tem condições para ser poupado), dependerá do jeito que quiser fazer ao seu sucessor. (…) Se agora as eleições são de evitar, daqui a um ano é muito provável que a maioria diga que são inevitáveis. Porquê? Não haverá qualquer razão aparente, apenas a aparência de uma razão. »
Sr, Presidente diga Não. Vá lá …
Este princípio foi estabelecido quando?
Este princípio está escrito onde?
Este princípio foi estabelecido entre quem?
Este princípio aplica-se a quem?
Este princípio foi estabelecido quando?
Que outros princípios foram e estão a ser negociados nos mesmos moldes?
… Por outras palavras, Marcelo Rebelo de Sousa não tem um pingo de coragem para ser capaz de dizer NÃO?
Como é que a sociedade e o caraças e tal
Foi pedido ao meu filho que escrevesse uma texto sobre “como a sociedade trata os idosos”. Isto originou um saudável chinfrim cá em casa pontuado por múltiplos palavrões, como exige um tema destes.
Em primeiro lugar, porque bati logo o pé acerca da noção de idoso. O que é um idoso? Convencionamos que seria alguém com mais de 70 anos, pelo que podemos incluir Donald Trump, Marcelo Rebelo de Sousa, Bruce Springsteen, Paul McCartney e Debbie Harry. Daqui a menos de dez anos poderemos incluir Madonna, John Lydon, Sharon Stone, Simon Le Bon e Tom Hanks. Portanto, um idoso é alguém que ou é presidente de um país ou enchia estádios e salas de cinema, pelo menos até que a covid os relegasse para um lar.
Em segundo lugar porque “a sociedade”, que eu saiba, não trata absolutamente nada nem ninguém, só os médicos é que tratam pessoas; isto se não estiverem ali a fingir que um telefonema para as pessoas do conselho de estado é trabalho a sério. A sociedade inclui punks, políticos, vagabundos, empregados de mesa, bruxas Wiccan, eleitores do PAN, o picheleiro que nunca mais me aparecia cá em casa e o violador de Telheiras. A sociedade também inclui os próprios idosos, pelo que não percebo exactamente se a pergunta inclui como sub-pergunta como é que os idosos se tratam a si próprios.
Após a discussão disse-lhe para falar do que sabe: tem avós, é parte da sociedade, que fale do que conhece. E não seria melhor que fosse sempre assim, que só falássemos do que conhecemos? Seria, mas isso esvaziaria não só as escolas como o parlamento e as instituições do país. Por outro lado, acabaria imediatamente com os canais de notícias. Não estamos preparados para uma revolução tão grandiosa.
Portugal é a Trumpulândia
O Trump tirou a máscara!!! (NOTICIÁRIO ESPECIAL)
O Trump disse qualquer coisa sobre o vírus!????? (CHAMEM O INEM)
PCP quer mais 100 mil funcionários públicos. 25 mil já em 2021, revela o deputado Duarte Alves cujo curriculum profissional além da vida partidária se resume a essa variante da vida partidária que foi ter integrado o Comité Organizador Internacional do 19.º Festival Mundial da Juventude e dos Estudantes (Rússia, 2017)
O Trump desceu do helicóptero!!!!!!!!!!!!!!!!!! (LIGAÇÃO AO COSTA RIBAS)
Marcelo promulga. Governo autorizado a criar regime para expropriações mais rápidas
O TRump está a tomar oxigénio????????????????? (LIGUEM AS SIRENES)
SEF descobre rota de marroquinos. GNR e Marinha reforçam vigilância
Trump está a ser tratado com dexametasona!!!!!?????? (PAREM AS MÁQUINAS!)
Governo abre a porta à criação de 600 freguesias
O Trump já entrou na Casa Branca!!!!!!!!!!!!!!!! (EDIÇÃO ESPECIAL)
O Trump está a passear nos jardins da Casa Branca????? (ABRAM OS NOTICIÁRIOS)
Portugal. Estado cobra mais de 4.300 taxas às empresas, muitas delas sem saber porquê,
O Trump…??????????????????
Carta Aberta a Maria João Marques
Cara Maria João,
Em resposta ao seu artigo de opinião no Público, permita-me que lhe dirija estas palavras:
Se é fácil rir do Chega, como diz, acredite que é ainda mais fácil rir de si. Mas eu não o vou fazer. Porque acima de tudo você é um ser humano e só por isso, devo-lhe respeito. Isto aprende-se nas famílias conservadoras como foi a minha, caso não saiba.
Você não é um exemplo da escrita. No Twitter, fora da revisão de textos, já lhe apanhei erros de caixão à cova. Valorizo muito mais quem se engana nas vírgulas mas tem um conteúdo marcado pela experiência de vida, do que “flores de estufa” que vivem em redomas cobertas de Chanel e Gucci que “escrevinham” sem conhecimento de causa.
Eu estive na Convenção do Chega, aquele evento da direita (não, não é “extrema direita” de coisa nenhuma por isso pare de repetir a falácia dos média se faz favor) onde supostamente se reúnem “nazis, fascistas, homofóbicos, racistas” que você e a querida imprensa tanto propagandeiam. E sabe uma coisa? Não encontrei nenhum. E sabe porquê? Porque os verdadeiros fascistas estão no governo a aprovar leis que restringem a liberdade, que “compram” a imprensa livre, outras que promovem a censura, outras que facilitam a expropriação de bens privados, outras que aumentam o número e os poderes das elites, outras que aumentam a pobreza e os sem abrigos, outras que violam a Constituição e os Direitos do Homem. Os homofóbicos e racistas e mais outras falsas conotações, deviam estar de folga porque o que eu vi foi gente que luta pela reposição dos valores sociais perdidos pela imposição da agenda marxista. Ou seja, conservadores de direita defensores dos valores judaico-cristãos que foram a base da civilização ocidental – onde a Maria João se pavoneia- enquanto fala mal da única civilização livre e democrática e a primeira, caso não saiba, que devolveu direitos às mulheres. https://templariodemaria.com/nao-foi-o-feminismo-que…/…
Na Convenção do Chega houve idiotas, tal como existem nas do PS, PCP, PSD, CDS, BE e por aí fora, mas com uma diferençazinha: os idiotas do Chega são para mostrar até à exaustão pelos média e “marias” que escrevem no “Púdico”. Os dos outros partidos, são para esconder. Quantos idiotas radicais de esquerda há no PS e PSD? Sabe? Claro que não. A Comunicação Social não mostra. Mas eu conheço.
O que realmente aconteceu com a tão famosa moção apresentada por um delegado – não pelo Partido -, e que dá um jeitaço aos “jornalixos” na sua missão de desacreditação do Chega, é que assim que foi a votos – 216 votaram CONTRA e 38 a favor – culminou numa estrondosa salva de palmas (alguns de pé) quando foi reprovada. Isto é o “ódio, a secundarização e a opressão das mulheres” aqui retratado em todo o seu esplendor. Esta é a VERDADEIRA génese do Chega e não outra. Pare de inventar. Está a ser ridícula.
Podia no entanto ir buscar os extraordinários discursos da maioria que interveio. Como por exemplo desta jovem brilhante, representante da Juventude Chega. Mas isso não lhe interessa porque estraga a sua narrativa, certo? https://youtu.be/6ZYtsin2kGQ
Para a sua informação, e por favor actualize a sua cassette, as mulheres já são em maioria de acordo com o Pordata. Aprenda que da teoria magnífica da definição no dicionário de “feminismo” até à prática vai uma distância abismal e que na realidade o feminismo não procura a igualdade entre géneros há muito tempo.
Se aprofundasse os temas em vez de repetir o que ouve, saberia que os homens já estão em minoria. As estatísticas revelam que actualmente em termos populacionais as mulheres dominam: 4.891.983 homens e 5.433.469 mulheres o que significa que em pouco tempo, com a legislação actual que as protege, serão elas maioritárias em quase todos os sectores. Por outro lado também são elas que vivem mais tempo. As mulheres têm uma esperança média de vida à nascença de 83 anos, contra 78 dos homens. Portanto, para além de serem em maior número, vivem mais. São elas também que representam 88% das famílias monoparentais. No ensino 49% dos alunos matriculados desde o pré-escolar até ao superior, são mulheres. Nas universidades, elas estão em maior número onde representam 54%. Dentro dos doutoramentos, 1.587 são de mulheres, contra 1.382 de homens. Dizem ainda os dados que em 2017, na função pública estavam empregados: no norte 17 634 homens contra 19389 mulheres; na área metropolitana de Lisboa 13 516 homens contra 17 251 mulheres; no Algarve 3 624 contra 4 917 mulheres. Apenas o Alentejo, regiões autónomas dos Açores e Madeira é que – por enquanto – mantêm as mulheres em minoria (fonte PORDATA). Se analisarmos de acordo com a distribuição de profissionais nas áreas da saúde, educação e justiça, temos APENAS menos mulheres – por enquanto – a leccionar no superior (44%) – Fonte Fundação Francisco Manuel dos Santos. Onde estão as feministas para repor a igualdade?
Recomendo-lhe também o excelente documentário “Red Pill” feito por uma ex-feminista. Contra factos não há argumentos. Lamento. https://youtu.be/lstjXmkjUf4
Também lhe recomendo o mesmo zelo a defender as meninas das culturas onde elas são transacionadas como gado aos 9 anos e depois transformadas em seres sem identidade embrulhadas em lençóis negros, subjugadas aos homens que as tratam como mercadoria e que vivem em solo ocidental.
Escreva na testa para não esquecer: você não nos representa, a nós MULHERES, por isso não fala em meu NOME. Sou mulher e não admito que me ridicularize ao não defender todos por igual como me ensinaram os meus pais conservadores. Ao insistir que a violência doméstica é fruto das relações heterossexuais – quando as estatísticas revelam que são os casais homossexuais que têm mais violência doméstica – você está a ser ridícula. E eu não quero mulheres assim a falar por mim.
O que nos opõe é termos tido berços diferentes. O meu pai, um honrado conservador de direita, mostrou-me que as meninas têm tanto potencial como os homens ao ensinar-me a conduzir máquinas industriais; carregar camiões; ligar um carro sem bateria; mudar pneus; usar berbequim e tantas outras coisas de “homem”. E o seu, o que lhe ensinou para além de ser uma pequena princesa mimada?
Termino desejando-lhe que um dia seja realmente feliz porque gente infeliz é amarga e revoltada incapaz de analisar com lucidez. Exactamente o que vemos nos seus escritos.

Utilização de linguagem não discriminatória nas FA: salvou-se o ministro (género masculino) e tramou-se a secretaria (género feminino)
18 de setembro: Um documento designado “Diretiva sobre a utilização de linguagem não discriminatória” foi enviado aos chefes dos três ramos e ao Estado-Maior-General das Forças Armadas. Estava assinado pelo secretário-geral do ministério, João Ribeiro.
28 de Setembro: a Secretaria-Geral do MDN envia aos chefes dos três ramos e ao Estado-Maior-General das Forças Armadas um documento onde lhes solicita “os contributos que entendam como relevantes” sobre a “Diretiva sobre a utilização de linguagem não discriminatória”
30 de Setembro: a associação que representa os oficiais afirma que a orientação emanada pela Secretaria-Geral “é um disparate” e “uma baboseira”. Admitia esta associação uma “manifestação ruidosa” contra a directiva.
1 de Outubro: o ministro declara: “O que é verdadeiramente importante é o trabalho que está a ser feito na promoção da igualdade de género dentro das Forças Armadas. Depois se se deve prever ‘nascido em’ ou ‘data de nascimento’, isso é absolutamente menor, não tem relevância nenhuma e, do meu lado, confesso que não pretendo passar muito tempo a pensar nessa matéria“
2 de Outubro: O ministro anula a directiva: “Tomei conhecimento do envio pela secretaria-geral dos ofícios (…) com o título ‘Diretiva sobre a utilização de linguagem não discriminatória’, dirigido ao EMGFA, aos Ramos, e aos serviços centrais do ministério, suplementado posteriormente pelo ofício (…).Por carecer de aprovação superior e por se tratar de um documento de trabalho que não evidencia um estado de maturação adequado, devem considerar-se anulados os referidos ofícios“
Moral da História (e do historial que nós aqui no Blasfémias somos militante do género);
- O ministro (género masculino) salvou a face e quem se tramou foi a secretaria (género feminino). Moral da História: a pancada sobra sempre para as mesmas
- O ministro (género masculino) diz desconhecer o que faz a secretaria-geral (género feminino). Moral da História: o género masculino é sempre o último a saber. Mesmo quando é ministro
- O ministro tenta passar incólume entre a secretaria-geral (do ministério) e a baboseira (dos oficiais) Mas nestas coisas o género masculino ministro sai sempre amachucado. Ou para não ser sexista não sai incólume.
Não o podemos inscrever na Telescola?
Grão a grão, ficam as famílias sem pão
No Observador recordo no artigo de hoje que cada euro inscrito nas verbas do Orçamento do Estado é um euro a menos no bolso das famílias portuguesas.
O texto completo está aqui.
Querem falar sobre discriminação e maus tratos no presente?
A tragédia a que o patrulhamento ideológico nos impede de acudir
Quem são estes grupos? Quais as suas rivalidades? O que os leva muitos jovens de algumas zonas das periferias de Lisboa a andar habitualmente com faca?…
O great reset
“O great reset, pai”. Levanto-me sobressaltado do sofá perante a afirmação que ignoro ser em tom puramente jocoso ou dotado de um pingo de verdade. “O projecto escolar multidisciplinar para este ano lectivo é sobre o que podemos fazer para melhorarmos como pessoas através da definição de acções colectivas que visem mudar o mundo de forma a encontrarmos uma sociedade nova onde todos têm um papel a desempenhar; o *great reset*”.
Primeiro, ainda perguntei qual será o meu papel nessa sociedade renovada, mas o miúdo já não vai em cantigas de velhos cínicos, a começar pelas cantigas do pai. “Então, que ides fazer?” — perguntei já resignado com a tentacular penetração de estupidez no ambiente escolar. “Um armário onde todos levam brinquedos que já não precisam para dar aos miúdos pobres”. “Um caixote do lixo daquilo que a turma já não quer?” — pergunto. “Exactamente isso” — responde o rapaz.
Reconfortado com os frutos de 13 anos de educação, reclino-me tranquilamente no sofá, permitindo-me o descanso merecido. O meu trabalho aqui está feito.
Como toda a gente sabe e o “Zé que fazia tanta falta e depois se calou para sempre” nos avisava todos os dias o túnel do Marquês era uma obra populista, inútil, perigosas, que punha em causa a segurança do Metro, o dia a dia da cidade e ia asfixiar a cidade. As obras na Praça de Espanha pelo contrário são umas obras benditas. Nascidas em berço socialista não suscitaram chumbos, nem perguntas, nem pareceres, nem vistorias de tribunais. Muito menos comentadores indignados. São só maravilhas…. Claro, o túnel do Metro abateu na Praça de Espanha mas tb qual é a grande obra que não causa um problema? Se fosse no Túnel do Marquês é que tinha sido uma catástrofe. Agora assim é um exagero das notícias.
Idosos, Estado Social e Covid
No programa “Ao Final do Dia” de hoje falo da cena em que António Costa é impedido in-extremis de bater num velhote na Praça do Comércio e da indignidade e sacudir da água do capote das responsabilidades políticas no caso do lar de Reguengos de Monsaraz.
Defendo que a Covid não pode servir de desculpa para o abandono de idosos e que é pertinente reflectir sobre se o nosso “Estado Social” não será imoral.
O neo paganismo e as suas vestais
Só hoje já contei duas vestais dessa religião no Oservador. Em ambos os casos as pitonisas pretendem que para salvar o planeta os povos não pretendam imitar o seu estilo de vida. As vestais claro precisam de viajar, sabem fazer turismo…
Covid-19 criou “janela de oportunidade” para futuro mais sustentável – Karin Bäckstrand, especialista em políticas ambientais globais,
Já Leyla Acaroglu, nomeada defensora da Terra pelas Nações Unidas, à pergunta “Acha que a pandemia é o resultado de decisões que já tomámos?” responde “Definitivamente. Estamos a viver o legado de 70 anos de crescimento económico contínuo, a seguir à Segunda Guerra Mundial, altura em que a principal preocupação era reconstruir a economia. (…) Temos muito a aprender, mas já sabemos que continuar a destruir a Amazónia ou continuar a plantar monoculturas à custa de ter ecossistemas diversificados são coisas que vão ter impactos negativos.”
O debate Trump-Biden não foi mau. Simplesmente não foi aquele que os comentadores desejavam
O Trump não foi derrotado mas o Biden foi melhor que o esperado. Acho aliás que os assessores do Biden cometeram um erro ao dizer-lhe para não olhar olhos nos olhos o Trump. O olhar do Biden estava focado num algures que nao era o Trump (o seu antagonista) nem os telespectadores.
Com isto gostei do debate.
O ministro da Defesa foi ali ver se chove
“Orçamento: agarrem-me senão eu aprovo-o”
Os vasculhadores dos sinais de ódio já viram esta imagem da manifestação de ontem da CGTP?

Os meninos da bolha
Não levaram anos a incensar a canção de resistência?
Apresenta-se como “Uno del Metro”. É cubano e portanto sabe do que fala quando convida os “progres” a ir para Cuba. Canta no metro de Madrid e certamente que todos esses festivais, concertos e encontros de canção disto e daquilo acabarão a convidá-lo. Ou não?
Da catástrofe selectiva
A presente contestação à presidente da Comunidade de Madrid por causa das medidas que esta comunidade está a tomar (ou não) a propósito do Covid é a prova de quão agradecidos devemos estar por os governos de Espanha e tb o de Portugal serem de esquerda pois se assim não fosse as manifestações, os gritos de indignação, as acusações por causa dos mortos, da epidemia, dos lares, das falências… teriam atroados os céus. E obviamente estaríamos mergulhados em crises políticas colossais. Creio que a imprensa portuguesa até vai deslocalizar para Madrid e a pandemia um problema do bairro de Vallecas.
Born to be free
Well, well the birds in the trees
Know something we can’t see.
‘Cos they know, we were born, to be free.
Don’t need the government cramping my style
Give them an inch, they take a mile.
Take you in with a phony smile,
wouldn’t you agree.
The new normal is not normal,
it’s no kind of normal at all.
Everyone seems to have amnesia,
Just trying to remember the Berlin Wall.
Some kind of new old ideology,
With new psychology,
But it’s not for the benefit,
Of you and me.
The new normal is not normal,
it’s no kind of normal at all.
Everyone seems to have amnesia,
Just trying to remember the Berlin Wall.

A propósito
Comissão eventual Covid19
Por iniciativa do CDS, foi criada a “Comissão Eventual para o acompanhamento da aplicação das medidas de resposta à pandemia da doença COVID-19 e do processo de recuperação económica e social”.
O nome da dita comissão é mesmo este e toma posse hoje.
Pretende esta comissão “analisar a evolução da pandemia e dos seus efeitos sobre a saúde pública e a atividade económica, em relação com as decisões do Governo em matéria de medidas de prevenção da infeção por SARS-CoV-2 e de obrigações da população decorrentes dessas medidas”.
Este instrumento parlamentar é bem-intencionado, os seus objectivos meritórios e foi impulsionada pela melhor Deputada que temos hoje na AR.
Todavia, confesso-me perplexo pela lista de “personalidades” e “especialistas” convocados para audição. Talvez sem excepção (ou pelo menos com um enviesamento gritante) os que serão ouvidos ou são membros do governo, representantes de corporações de interesses de classes ou com carreiras dependentes directa ou indirectamente dependentes da tutela do Estado.
Certamente não se fará nenhuma comichão ao governo nem à narrativa dominante sobre o tema. O conclave acabará por servir portanto para aliviar consciências e mutualizar responsabilidades, ou seja, para nada.
Na Bélgica, um dos países comparativamente mais afectados pela covid19, cerca de 400 médicos e 1.300 profissionais de saúde já assinaram uma carta-aberta muito crítica das decisões políticas tomadas a propósito da epidemia. Talvez esta seja uma boa base de conversa para os deputados.
E também algumas das questões que têm sido suscitadas na comunidade científica e que estão resumidas no video abaixo, mas que têm sido ignoradas do mediatismo dos nossos dias para manter a conveniente sensasão de unanimidade e consenso científico, que não existe nem deve existir.
Quando decisões centralmente definidas pelo governo colocam gravemente em causa a vida de milhões de Portugueses (sobretudo os mais vulneráveis) um escrutínio rigoroso e completo aos políticos é fundamental. E por isso seria bom que fossem confrontados com opiniões contrárias às suas e não apenas expostos a declarações entusiastica ou indiferentemente concordantes.
França: mulheres agredidas por usarem saias que alguns consideram curtas
Dado que nas redações portuguesas os jornais franceses são menos lidos que os da Manchúria ofereço-me para traduzir as notícias sobre as agressões a jovens francesas. Os agressores alegam que elas usam saias que eles consideram curtas e dirigem-se-lhes com expressões como: Ta gueule, salope, et tu baisses les yeux et tu te tais. “Regarde cette pute en jupe… Em seguida agridem-nas. Ora vá lá façam de conta que é um problema do heteropatriarcado branco e interessem-se pelo assunto
Vamos lá falar a sério sobre o Bairro Amarelo
Em primeiro lugar o PCP nunca digeriu a perda da câmara de Almada e fazer de Inês de Medeiros, esse protótipo da esquerda-sushi, o bombo da festa é facílimo para os comunistas. Como é óbvio a senhora não sabe do que fala mas inúmeras senhoras e senhores andam por aí a dizer enormidades todos os dias e ninguém pega no assunto ou pega mas não consegue fazer polémica alguma porque em Portugal para fazer polémica não basta ter razão: é preciso que certos sectores peguem no assunto.
O problema do Bairro Amarelo tal como o de muitos outros bairros sociais não são as más vistas mas sim a degradação dos edifícios, o desleixo a que são votados pelas autoridades e por vários dos seus moradores… O preço real a que ficam essas habitações é muito superior às do mercado e a sua degradação é uma espécie de destino anunciado quando por razões polticas se deixa de cobrar as rendas, se tolera a degradação, não se fazem obras e tudo mas tudo se limita a propaganda: pintam-se murais nas empenas em vez de as isolar. Criam-se camadas de burocracia para acompanhar esses bairros e cada camada imobiliza as outras: ninguém faz nada e todos se desculpam com todos.
Em resumo, Inês de Medeiros declarou-se disposta a viver no Bairro Amarelo e o país riu-se. Pois o país fez mal: Inês de Medeiros devia ir. Se os detentores dos cargos políticos vivessem nos bairros amarelos deste país nem que fosse apenas uma semana dos seus mandatos estes bairros mudariam radicalmente. E os políticos também.
Van + Ian + Noel + Nick

Van Morrison, Nick Cave, Noel Gallagher e Ian Brown são referidos na minha participação de hoje no programa “Ao Final do Dia”.
Falo sobre como a paranóia sanitária em torno da covid19 fere a liberdade de expressão, anima novos censores, recria delitos de opinião, motiva sociopatas, instala consensos totalitários e alimenta um mundo distópico.
O video completo aqui:
241 mortos em Espanha
Os meios de comunicação social em todo o mundo e, claro, também os Portugueses noticiaram ontem que Espanha “contabilizou mais 241 mortes com a doença nas últimas 24 horas”.
A informação é falsa, mas não há jornalismo ou verificadores de verdade que nos valham e o medo atravessa a fronteira…
Bastaria verificar a fonte oficial (de qualidade muito duvidosa, mas mesmo assim oficial) para perceber que o dado está errado:

Ou estar atento à nota de rodapé do El País:

Em todo o caso, o melhor será talvez ver este curto filme explicando as patranhas:
O Outono
Um pessimista dirá que hoje acabou o Verão; um realista dirá que chegou o Outono. Não faço ideia do que dirá um optimista porque não me dou com gente dessa. Quando penso no conceito de pensamento optimista ocorre-me sempre que se trata de uma doença, uma incapacidade mental para considerar as outras hipóteses, as que podem realmente causar problemas. Um optimista não equaciona nada: sai de casa, mete-se no carro e surpreende-se quando bate de frente contra um camião. As pessoas normais nunca se surpreendem. As pessoas normais sabem que há sempre a possibilidade de serem atropeladas ou de lhes ser diagnosticado um cancro de um dia para o outro. Assim sendo, as pessoas normais sabem que há sempre a hipótese de se proibir a movimentação de famílias entre concelhos no Natal ou, bem mais próximo, a proibição de aglomerados em cemitérios no dia 1 de Novembro. O optimista acha que é tudo temporário; já o realista – a que o optimista chama de pessimista por inconsciência do caos – sabe que é tudo permanente, nem que um dia acabe.
Se há algo que se tornou permanente nos últimos tempos, nem que parem com as restrições do “novo coronavírus” (como a pessoa-fantoche da DGS não se cansa de dizer, mesmo após mais de cento e oitenta briefings diários), é a de que aceitamos a morte em barda de velhotes sem assistência médica desde que não tenham covid–19 (ou o que quer que seja o nome da ameaça promovida incessantemente pelos média nos anos vindouros). Ou, como se diz por aqui, nos subúrbios onde não param grandes elites partidárias, que se fodam: se não tinham covid–19 é por má vontade; que tivessem e talvez tivessem sido tratados.
Circulam aí histórias de pediatras que não vêem crianças com febre sem um teste negativo para covid–19. Não sei se são verdade, mas como pessimista (eu diria realista mas preciso comunicar com a mesma linguagem que os outros), tenho a certeza que se ainda não são verdade hão-de o ser em breve. Entretanto, o país diverte-se com apoios do PM ao Vieira, com discussões sobre taxas planas de impostos e sobre se há ou não uma rota de entrada de emigrantes africanos pela Ilha de Faro. Um grupo mais restrito decide se a Ana Gomes é ou não cigana. Outros ainda entretém-se com a culpa automática do homem branco e toda a segmentação que as universidades inventaram para substituir o pecado original pela vergonha de ter nascido numa nação europeia. A maioria das pessoas que conheço dissertaria melhor sobre o assunto, mas, por algum motivo, parecem tomadas pela apatia inerente à falta de interesse real sobre o inevitável declínio do continente europeu. Como tal, fazem-me sentir um optimista, como se falando sobre isso pudesse travar algo, mudar alguma coisa. Contudo, não sou um optimista, sou um pessimista, pelo que sei que não há absolutamente mais nada a fazer a não ser esperar: mais cedo ou mais tarde, tal como o império romano recebeu de braços abertos o invasor distraído nas conversas de género, sexo, cor, raça e sei lá mais o quê da época (era com gladiadores, mas a ideia é a mesma), também nós receberemos de braços abertos e burca da DGS o invasor que nos limpe da corrupção em que caímos. Claro, também nos limpam o sebo, mas, desde que não seja por covid–19, todos sabemos que não há problema algum.
Irritam-me particularmente os partidos, grandes e pequenos, a fingirem que têm ideias. São piores do que chatos, são os chatos que os chatos promíscuos têm. São optimistas. Eu, como pessimista, tenho a dar graças estar a viver na era em que o colapso ainda não aconteceu e, como tal, ainda posso usufruir de centenas de anos de arte e literatura que esta civilização moribunda deixou. Que é o que certamente os que melhor dissertariam sobre o assunto estão a fazer, motivo pelo qual não têm tempo a perder com crónicas da fatalidade iminente.
Chegou o Outono. Ainda temos tempo até ao Inverno. Ou, como diria o bardo, it’s not dark yet but it’s getting there.
Vidas que não contam
Uma portuguesa de 63 anos foi violentamente agredida num assalto à mão armada à sua residência no norte do KwaZulu-Natal, África do Sul, acabando por morrer no hospital, disse hoje o cônsul honorário de Portugal em Durban. Segundo Elias de Sousa, “vários indivíduos assaltaram a casa” da mulher, que foi violada, tendo sido transportada ainda com vida para o hospital, onde acabou por morrer. A “portuguesa de 63 anos” chamava-se Filomena Santos. As agressões de que foi vítima e a sua morte não interessam a ninguém.
Os tiranos fofinhos
Vale a pena ler este artigo sobre os incêndios na Califórnia. Antes de começar a ler chamo a atenção para a nota final This article was published under a pseudonym as the author didn’t want to risk his job. O que diz o artigo? Que os ditos amantes da natureza a estão a destruir: «This didn’t have to happen. Once upon a time, forests in California were logged, grazed, and competently managed. It wasn’t always perfect, but generally it worked. Fires, which are a natural part of that ecosystem, were generally small — not just benign but beneficial. Land management focused on keeping the forest healthy for all involved, whether they were loggers, ranchers, fishermen, hunters, homeowners, or backpackers But then things started to change. Groups such as the Sierra Club and National Resources Defense Council began to drive a myopic agenda of protecting environmental interests at all costs. Logging was shut down. Grazing was banned. Controlled burning and undergrowth clearance were challenged and subjected to draconian regulations. Fires were put out as quickly as possible. »
Notícias para lá da agenda
O mundo visto pela agenda é tão mas tão previsível que até cansa. Já se sabe que temos a notícia sobre a estupidez do Trump, a solidariedade de uma ONG com os migrantes-refugiados para lá da notabílissima prestação do nosso governo. Enfim o mundo passa ao lado desta lusita-socialista noticiosa. Assim sendo era para lembrar que Milla a adolescente francesa que foi ameaçada de morte no início deste ano por ter escrito: «Le Coran il n’y a que de la haine là-dedans, l’islam c’est de la merde» voltou a estar sob ameaça. Reconhecida em Malta voltou a ouvir “On va te violer dans une cave», «je vais violer ta mère», «que je ne te revois pas sinon je vais t’étrangler»… Também aconteceu um combate na Venezuela entre gente das FARC colombianas e militares venezuelanos. Sim ja se sabe que são aliados mas a realidade é um pouco mais complexa e pode envolver os russos
Por fim, o nosso conterrâneo Luís Figo tomou-se de fúrias com o líder do Podemos, Pablo Iglesias, e perguntou-lhe «¿En qué mundo vives?» a propósito do apoio do líder do Podemos à ocupação de casas
Enfim, amanhã há mais que hoje tenho mais que fazer.