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Certificado Digital: os “conspiracionistas” tinham razão

17 Janeiro, 2022

Desde Março de 2020 que questiono a nova virose (veja aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui e aqui). Pela forma como surgiu; pela forma como foi (ou melhor, não foi) combatida. Tudo muito opaco, tudo muito suspeito. Narrativas contraditórias, medidas sem qualquer nexo, censura sobre quem questiona a lenga lenga oficial, perseguição aos cientistas, virologistas, epidemiologistas renomados (alguns Nobel) que fazem contraditórios. Nada, absolutamente nada, faz sentido desde que foi declarada esta “pandemia”.

Podia, ao fim de quase DOIS anos, chegar à conclusão de que estava errada. Mas foi exactamente o oposto: não só estou do lado certo da história como constato que afinal, isto ainda é pior do que alguma vez imaginei. É dantesco o que estão a fazer à Humanidade. Leia aqui, também, este excelente artigo sobre este tema.

Tal como nos meus textos anteriores, a minha única pretensão com mais este artigo é pô-lo a pensar apresentando factos que merecem toda a nossa atenção pelo futuro dos nossos filhos e gerações vindouras. É um dever cívico QUESTIONAR e exigir respostas válidas.

Foi-nos dito, em Janeiro de 2020, que estávamos perante uma ameaça de um vírus desconhecido, altamente contagioso e cuja taxa de mortalidade era ainda uma incógnita mas com uma “certeza”: as unidades de saúde em todo o mundo começavam a ficar lotadas (só que a PORDATA agora diz que não); o número de mortes era “às centenas” um pouco por todo o planeta, com gente a desmaiar nas ruas da China (imagens circularam nos telejornais); caravanas de camiões militares a transportar urnas na Itália (ad nauseum nas TV,s sem referir que foi por centralizarem em Bérgamo, as cremações) e que só agora divulgam que menos de 1% não sofria de doença prévia.

Em consequência, foi decretado o lockdown total por 15 dias “, uso de máscara e distanciamento social para “achatar a curva” até atingir a imunidade de grupo porque não havia AINDA vacina. Lembra-se?

A vacina não tardou nos meses seguintes – até porque já estava a ser preparada muito antes de ser declarado a pandemia como se pode ver nos sites oficiais (veja aqui e aqui) -, e começou a ser ministrada nos mais vulneráveis que inicialmente eram aqueles que estavam em perigo. Os confinamentos pararam? Não. Estados de emergência de 15 em 15 dias, sempre renovados, com mais ou menos medidas (excepto para os políticos que têm sempre livre-trânsito porque são “imunes” ao bicharoco), sem nunca se isentar o uso de máscaras, o distanciamento social nem os isolamentos profiláticos de gente assintomática. Acha isso normal?

Vamos a um exercício de reflexão:

Quando decide viajar para África tem de receber várias vacinas que o vão proteger de doenças que não existem na Europa, certo? Quando chegava ao seu destino (antes da era covid) era obrigado a fazer quarentena, usar máscara ou praticar distanciamento social assim que aterrasse em África? Não. E a razão é óbvia: porque estando vacinado dessas doenças, estava protegido. Então, por que razão com ESTA VACINA é-nos dito que mesmo inoculados, continuamos a contagiar, podemos contrair a doença, fazemos testagem a gente vacinada e se positivo (é claro que dá positivo porque estamos a estimular artificialmente a covid para criar defesas), decreta-se a obrigação de isolamento profilático, uso de máscaras e prática de distanciamento social? Isto faz sentido? Pense.

Por outro lado, se a vacina experimental salva (sim, é experimental, apenas foi dada autorização para inoculação na população mas está ainda em fase de testes que só terminarão em 2023/24 – veja aqui as fases de uma vacina), porque estão as UCI´s ocupadas em maioria por doentes vacinados? (sim, vacinados, porque receberam doses dela – isto, apesar do novo critério da DGS insistir que só com 3 doses e mais 14 dias decorridos depois da inoculação, são considerados totalmente vacinados). Não era suposto proteger do efeito mais grave da doença covid?

Pode ser uma captura de ecrã do Twitter de texto que diz "Pfizer Inc. @pfizer Replying to @pfizer The Pfizer-BioNTech COVID- Vaccine has not been approved or licensed by the FDA but has been authorized for emergency use to prevent COVID-19 in ages 12+. See Fact Sheet: cvdvaccine-us.com/recipients 12:07AM 12:07 AM Jul 2021 Twitter Web App"

Mais perguntas pertinentes:

1- Por que razão, também, não são divulgados os dados oficiais, nos telejornais, sobre a taxa de mortalidade dos vacinados em comparação com os não vacinados?

2- Porque os contratos celebrados pelos governos e UE com as farmacêuticas, são mantidos em segredo?

3- Porque há um aumento significativo de paragens cardíacas ou insuficiência respiratória em todo o mundo de atletas e jovens e nos ocultam informação sobre reacções adversas graves e muito graves desta nova vacina? Por que razão não há autópsias a todas essas mortes? Note que já há publicações com teorias bacocas a lançar spin sobre o aumento das miocardites nos jovens e desportistas para desviar a atenção das vacinas. Mas o confronto com a realidade não deixa que as mentiras perdurem e mães, pais, familiares e amigos “orfãos” já estão com a “boca no trombone” (veja aqui, e aqui)

4- Por que razão, quando há um acidente de viação, a primeira pergunta feita pelos socorristas é saber se a vítima foi vacinada?

5- Por que razão quando se decide alargar a vacinação às crianças, não se revela a base científica dessa decisão?

6- Por que razão os jornalistas ignoram as vozes dos profissionais de saúde e cientistas que contestam o uso da vacina nas crianças (veja aqui, aqui, aqui, e aqui)? Entretanto, leia os comentários no site da OMS de quem se vacinou ou sabe de alguém vacinado (aqui).

7- Porque se faz tábua rasa ao consentimento INFORMADO não explicando todos os riscos e consequências da inoculação com este produto experimental? Dito de outra forma: porque nos escondem informação?

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E por falar em vacinação de crianças, saiba que já está em marcha a propaganda necessária para que se alastre a bebés com 3 meses.

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Mas desde quando se vacinou bebés, crianças e jovens, que não são sequer grupo de risco, para uma doença respiratória com uma taxa de sobrevivência superior a 99%? Pense.

Pergunte-se também:

1- Se conhece alguma vacina em que tenha sido necessário inocular toda a população , em apenas um ano, com 3 e 4 doses de reforço, sem sinal de pararem por aí.

2- Por que razão a Madeira que foi um “exemplo” a vacinar toda a população; a confinar tudo; a impor restrições sanitárias ao nível do “homem do bigodinho alemão”, está no vermelho em “casos”, assim como Israel. Sem deixar de referir o estranho caso de Gibraltar que não tinha uma única morte até começar a vacinar a sua população:

4- Por que razão os não vacinados não estão a cair “como tordos” – com paragens cardíacas ou outros problemas respiratórios graves, por falta de “protecção” com vacinas, máscaras ou distanciamento.

5- Porque se insiste em tratar os “casos de infecção”, sem qualquer sintoma, como se fossem doentes fazendo pressão exponencial sobre a segurança social e toda a economia do país, sem qualquer necessidade.

6- Por que razão a Suécia tem a população a viver normalmente sem histerias nem medos marimbando-se para a OMS, seguindo desde o início, em sentido oposto ao resto do Mundo.

7- Porque a África do Sul, antes da ómicron, sem quaisquer medidas ou vacinas, não deram pela presença da virose até lhes ser imposto bloqueio internacional para os forçar a comprar vacinas para injectar na população.

8- Por que razão se resolve fechar novamente o mundo alegando a perigosidade da ómicron quando a cientista que descobriu a variante reitera que é uma variante cujos sintomas não vão além de uma constipação?

9- Por que razão ainda antes de aparecer a ómicron que serve de desculpa para a vacinação urgente das crianças, já tinham sido compradas 700 000 doses de vacinas para elas? Pense…

As perguntas que deve fazer-se não se ficam por aqui:

Pergunte-se também por que razão quando alguém dá entrada num hospital por variadíssimas causas, vão de cotonete em punho – não importando se tem doença grave, se caiu de um prédio, se sofreu um acidente de viação – fazer um teste PCR que segundo o seu criador, não serve para detectar coronavírus e ao dar positivo, registam o doente ou o óbito “com covid” (veja aqui).

Pergunte-se por que razão, quer no Corveta da Marinha ou navio cruzeiro Aida Nova, TODOS testados ao embarque e outros vacinados, têm “surtos” covid.

Mas mais bizarro ainda, pergunte-se porque no cruzeiro Diamond Princess com 3600 pessoas a bordo, logo no inicio da “pandemia” e sem testagem nem vacinas, depois de SURPREENDIDOS com um surto, não houve uma razia de mortes e 80% das pessoas não foram contaminadas.  É o eterno mistério das 2900 pessoas que não foram infectadas e onde só se registaram 6 vítimas mortais.

E que dizer dos surtos covid em lares com utentes vacinados? Já reflectiu sobre isso?

PARE! PENSE! TIRE A MÁSCARA DOS OLHOS!

A vacina não é obrigatória nem pode ser de acordo com a Constituição e Declaração Universal dos Direitos Humanos:

Mas então, como chegamos ao certificado digital? Simples: lavagem cerebral da OMS com a alteração do critério para declaração de pandemia; dos media através da propaganda do medo, ocultação de contraditório, dos números de mortes após inoculação, dos relatórios da VAERS dos efeitos adversos das vacinas, da falta de investigação jornalística (porque não podem contrariar quem os subsidia); da manipulação de critérios de classificação de mortes “por, com e de” covid pela DGS, reforçado por uma Task Force com ordens explícitas para usar o medo nesse sentido:

Comparemos a narrativa em 2020 com a actual: quando havia um óbito as pessoas morriam da covid independentemente de terem comorbidades, certo? Agora, se morrem e têm doença grave ou idade avançada, a culpa é de tudo menos da vacina que tomaram, ou de causa desconhecida (caso não tenham antecedentes e sejam jovens e saudáveis). Resumindo: se a vítima tem doenças graves e estava vacinada, morreu da doença ou morte súbita desconhecida. Se não estava vacinado, é da covid. Isto é manipulação de factos.

Só mais isto:

Os media andam a aterrorizar as populações há 2 anos com uma contínua propaganda aos mortos por covid, mas nunca fizeram o mesmo para o influenza em que num único dia chegou a matar 500 pessoas e agora “sumiu” dos radares dos jornalistas (veja também aqui). Entretanto, no mundo morreram em 2019 muitas mais pessoas devido ao tabaco, mais precisamente 7,7 milhões.

E por falar em mortes, porque se esconde o excesso de mortalidade em comparação com anos anteriores à pandemia? E para terminar, quem explica o conflito escandaloso de interesses dos que mandam nisto tudo?

Com esta agenda em marcha foi possível convencer toda uma sociedade formatada e crédula de que os governos de todo o mundo estão preocupados com a saúde das suas populações, enquanto suprimiam liberdades e impunham ditaduras sanitárias e de discriminação social, com um certificado que não é mais do que o caminho para o ID 2020, e a transição para uma sociedade de créditos sociais num futuro próximo.

Quando a História se repete debaixo do seu nariz e não a questiona, é porque não aprendeu nada com ao passado. Como pode acreditar que um Estado que não cuida, que nos abandona em listas de espera de 3 anos ou mais para cirurgias e consultas, desinveste todos os anos na saúde, quer aprovar à pressa a eutanásia, estender os direitos ao aborto, está preocupado consigo e com o futuro da Humanidade? Lembre-se que eram apenas “15 dias para achatar a curva” e tudo o que se fez em 2 anos foi endurecer medidas ditatoriais que nos levaram ao certificado digital: um documento de controlo populacional.

Eu sei que pensar dá trabalho e questionar é um exercício de grande ousadia nos tempos de correm mas se não o fizer, rapidamente, quando olhar à sua volta, terá perdido tudo pelo que lutaram e morreram tantas gerações e que usufruía até aqui gratuitamente: a sua liberdade.

Por muito que lhe custe admitir, o certo é que as tais “teorias” que eram apelidadas de “conspiração” para lhe desviar o foco, estão, infelizmente, a materializar-se debaixo dos seus olhos. Acorde enquanto ainda é tempo.

As teorias da conspiração que já não o são:

Veja mais aqui:

https://drive.google.com/file/d/1Df_brFcQSJpNc8_eyE7_GYK2s1cegiTt/view?usp=sharing

https://drive.google.com/file/d/1iU4QeCCYfKAuR3c-VC44IlAa6sIwXMGK/view?usp=sharing

https://drive.google.com/file/d/1E2iZF0elQ19_c2rb6abQh7DepLjXU9Zy/view?usp=sharing

https://drive.google.com/file/d/1N0I1qX33RuaaHVJL8T8kzC5dWBF53o5L/view?usp=sharing

https://drive.google.com/file/d/1VMxXvbq7vhvbmqHqmt-xF3V2S83Dryr3/view?usp=sharing

https://drive.google.com/file/d/1Wi7nco-UtEErpBHxuk9oQKTPvOF7Cil_/view?usp=sharing

https://drive.google.com/file/d/1glS1iQsUB4xS7udcULpB2Ywblr9AbQLA/view?usp=sharing

https://drive.google.com/file/d/1_QkuFDdurFKF8wpFuFe7VWVc0zYD-sva/view?usp=sharing

https://drive.google.com/file/d/1RjYqbHmvenHG19jBP0WfGkuhlzZYLeKQ/view?usp=sharing

https://drive.google.com/file/d/1bHi39u_O-dUhPEwT3uWEmIDQewlnWcV1/view?usp=sharing

https://drive.google.com/file/d/18HcTbuioU5m3I-_h0NWvzo00hcjyqUzS/view?usp=sharing

que é uma terapia celular genética: https://www.facebook.com/cristina.miranda.505/videos/628582268197945

20 comentários leave one →
  1. tiaiab permalink
    17 Janeiro, 2022 17:42

    Excelente artigo, revejo-me totalmente no seu raciocínio. Assertiva, como sempre. Parabéns

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  2. Weltenbummler permalink
    17 Janeiro, 2022 17:56

    o problema da imunidade pessoal nunca foi discutido
    a alimentação deficiente num país pobre é tabu
    em 71 estagiei no Institut Pasteur e caio para o lado com o que oiço
    desliguei do assunto

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  3. Mário Marques permalink
    17 Janeiro, 2022 18:47

    Criança de seis anos morre no Hospital de Santa Maria, já com a primeira doze da”Vaxxina”, como é que os pais vão se sentir depois de perceberem que foram enganados?:

    https://rr.sapo.pt/noticia/pais/2022/01/17/crianca-morre-com-covid-19-no-hospital-de-santa-maria/268643/

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  4. 17 Janeiro, 2022 20:25

    Exepcional. Obrigado Cristina. Entretanto todos temos ataques de “wishful thinking”.
    “…responsabilidade criminal e civil de todos os responsáveis pela gestão da pandemia num tribunal internacional independente com base no modelo dos processos de Nuremberg. …”
    Mas será alguma vez possível aparecer, no meio de este pântano, um Tribunal independente que julgue todas estas pobres alminhas?. Em Nuremberg também houve muito atropelo à justiça. Abraço.

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  5. jose valeriano permalink
    17 Janeiro, 2022 20:30

    Está aqui um trabalho muito bem feito e julgo algo demorado e trabalhoso.
    Hoje as pessoas não querem ter trabalho a pesquisar acreditam na CS e pouco mais, e ai de quem diga que isto é uma fraude.
    Bastava ter um Dicionário para ver que algo não está bem.
    Vacina: Preparado Biológico que fornece IMUNIDADE adquirida para uma doença em particular.
    IMUNIDADE:É definida como a capacidade de resistir a um agente causador de doença.
    IMUNE: Que goza de IMUNIDADE/ Isento de algo que os outros estão sujeitos/que não é afetado.
    Biologia Organismo que é invulnerável ao ataque de agentes infeciosos ou tóxicos.
    Só por aqui poderiam ter a perceção da realidade.
    Parabéns pelo trabalho que aqui trouxe.

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  6. islander78 permalink
    17 Janeiro, 2022 20:44

    O quadro de survival rate da vacina tá brilhante, com uns arredondamentos dignos de registo, tenho a parabenizar, quem não pensar come tudo …

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  7. marão permalink
    18 Janeiro, 2022 07:58

    Costa e Marcelo estão a ser topados, mas de aldrabice em aldrabice e recurso em recurso lá vão adiando a sentença.

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  8. vulto permalink
    18 Janeiro, 2022 08:43

    Esta algazarra covideira lá vai atravessando o labirinto do absurdo à procura de qualquer coisa estranha, certamente à medida da nossa pequenez.

    Excelente artigo. Obrigado.

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  9. chipamanine permalink
    18 Janeiro, 2022 09:41

    No HGO todos os pacientes que por terem tido um contato de risco se encontrem em isolamento profilatico, mesmo que tenham sucessivos PCR negativos, mesmo que morram de qualquer outra patologia são dados como morte covid (podem ser falsos negativos dizem eles).
    Calcula-se que metade dos mortos covid dados por este hospital sejam falsos mortos covid

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  10. Cilinha permalink
    19 Janeiro, 2022 10:58

    As massas estão demasiado entretidas com distrações totalmente programadas.
    A elite (o 1% do 1% que controla todo o globo) não tinha, até ao início deste século, o desenvolvimento tecnológico necessário para avançar em força com este plano.
    Faltava-lhes eliminar toda e qualquer réstia de humanismo, empatia pelo próximo e o sentido de família e comunidade que nos manteve como espécie dominante no planeta até aos tempos modernos.
    Aliás, a tecnologia já eles têm há muito tempo. Nos anos 70 já havia um dos deles a tentar impulsionar uma tecnocracia assente em tecnologia e ciência. Jacque Fresco, o mentor e criador do Projeto Vénus. Vejam a entrevista dele com o Larry King ou o site de projecto Vénus. Em 2016, ficou à vista de todos a ligação deste projecto com os globalistas, ao receber um prémio da ONU.
    Só que, as massas têm sempre de ser convenientemente preparadas – leia-se, domesticadas, formatadas – a pouco e pouco. Só assim aceitam as mudanças sem contestar e sem rebelião.
    Tecnocracia é o mesmo que Klaus do Fórum Económico Mundial está a implementar desde que o criou. Ele é só um fantoche das 13 famílias que compõem o supra referido 1% do 1%.
    Vários testes têm sido feitos nos últimos anos à população. A crise económica de 2008, os diversos papers, Edward Snowden, Julian Assange entre outros escândalos de que fomos tendo conhecimento, não passaram de testes. Eles precisavam de saber quão alienada estava a população. Não fosse esta alienação e já não restava pedra sobre pedra deste nojento modelo social que nos vendem desde as revoluções americana e francesa.
    Os fúteis programas televisivos nos mais de 100 canais do cabo; consolas e os seus jogos que, além de provocarem epilepsia por uso excessivo, vão semeando nas mentes dos jovens a tal alienação, violência gratuita, aprendizagem de técnicas e práticas militares sem saírem do sofá e os símbolos (a simbologia está marcada no nosso ADN desde sempre); a música com as batidas (frequências) certas para elevar a alienação e com letras (quando têm) que parecem feitas por e para miúdos de 6 anos; o estimulação sexual sempre presente em símbolos, desenhos animados, filmes e até anúncios televisivos; programas com crianças que se vestem e falam como adultos… Para satisfazer os caprichos dos amigos do bibi, o famoso motorista.

    A guerra ainda agora começou meus amigos.
    Antes morrer de pé do que me meterem isto no corpo. Isto é só uma passagem, ainda por cima ilusão do espírito. Aqui dominam eles, no outro lado não! No outro lado piam mais baixinho. Venha vindo. Vim ao mundo para ajudar o próximo, não a mim. Estou de pedra e cal nesta trincheira e só saio quando me separarem o espírito do corpo.

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  11. voza0db permalink
    19 Janeiro, 2022 21:25

    Cara Cristina…

    Não faço ideia porque pensas que isto “é pô-lo a pensar apresentando factos” é algo que poderá acontecer.

    Não te chegam DOIS ANOS de OPERAÇÃO COVIDIUS como prova definitiva de que a MANADA BOÇAL TUGA é incapaz de tal feito?!

    Falando em FACTOS:

    Média de mortes com etiqueta do kit PCR antes de existir a “pseudo-vacina milagre” que iria evitar MILHÕES DE MORTES!

    17Mar2020 até 27Dez2020 (286 dias): 23 mortes

    Média de mortes com etiqueta do kit PCR DEPOIS da INTRODUÇÃO “pseudo-vacina milagre”:

    28DEZ2020 até 09OUT2021 (286 dias): 40 mortes

    É mesmo uma “vacina” eficiente e eficaz!

    Esperemos pela 4ª dose…

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  12. Manuel Alberto Tavares da Silva permalink
    20 Janeiro, 2022 13:45

    Só tenho a agradecer a quem fez esta exposição mostrando aquilo que cada um de nós tem de fazer um pequeno esforço que é o de “abrir os olhos” e “abrir o coração “!
    Muito obrigado!

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  13. 21 Janeiro, 2022 00:57

    Está aqui tudo explicadinho.
    A Cristina quando escreve, não poupa nos esforços!!!
    Um dia, que não tardará, alguém nos vai explicar toda esta trama planeada pelos Gates, Soros, Farmaceuticas, etc, com a conivência daquele senhor da Eritreia, que foi posto a mandar na OMS.
    Até lá, temos que levar com o Kosta, Avózinha da DGS, da Tremido e do inquilino de Belém!

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  14. CBD permalink
    21 Janeiro, 2022 13:53

    Há quem diga que o mundo está como está porque, quem muito sabe, tem muitas dúvidas, e quem pouco sabe, muitas certezas. Daí que, ver tanta certeza, tanta vontade de, tanto um como o outro lado do argumento, fazer prevalecer a “verdade”, não sossega nenhuma mente mais ponderada. Nisto, nenhum dos campos demonstra grande tolerância ou respeito pelo outro. Um não tolera contraditório, apelidando-o de “conspiracionista” ou “negacionista”, sendo que o único a que se negam é aceitar tudo sem questionar. O outro reduz os demais a mentacaptos incapazes de “pensar por si”, coisa que aparentam querer demonstrar que fazem apoiando-se em “provas” e “estudos” que encontram na internet.

    Por mim, repugna-me uma cultura de medo, de mentira, de engano, de exagero, de meias verdades, de quem não conhece outra forma de mover as massas. Massas essas que, por vivendo dos períodos de paz mais longos da história, em essencialmente plena saúde, não só não suporta a ideia de que viver é correr o risco de morrer, mas que exige de quem os governa que elimine totalmente o risco que tal aconteça.

    Por outro lado, tenho reservas com a linha de argumentação contraditória, anunciando que encontrou a verdade (na internet, mas apenas os elementos e pontos de vista que suporta a sua visão do mundo) fornecendo depois uma lista de perguntas, cuidadosa e inteligentemente desenhada para que o leitor preencha os espaços vazios, de forma a que a imagem, a conclusão, final possa ser apenas uma. Nisto não importa que não se seja mais que uma inteligente estudiosa do tema, suportada nas fontes que interessam, obtidas onde popula tudo e seu contrário, onde como tal se consegue encontrar um conjunto de “factos” e “fontes” que suportem qualquer argumento – até que que o homem nunca esteve na Lua.
    A “verdadeira verdade” – essa que, quanto a mim, jamais saberemos – estará algures aí pelo meio, onde não sei. Não será de tomar literalmente tudo o que o nosso “sistema político” promove, ou seja, aquilo que governantes, políticos e a esferas económicas, sociais e mediáticas que o suporta anunciam, como a verdade. Antes pelo contrário, há que duvidar e questionar.

    Agora, duvidar e questionar é uma coisa. Outra coisa é a abordagem do herói da verdade me pede – coisa que ele dificilmente fará. Devo mesmo colocar em causa todas as vacinas e tratamentos que eu e os meus já fomos alvo? Devo recusar tratamentos oncológicos, por estar mais que claro que toda aquela maquinaria e tratamento enriquecer aqueles que querem “fazer da saúde um negócio”? Ter-me-ão instalado alguma coisa naquele internamento da semana passada? Que como eu todos os dias, afinal? Que substâncias contém a água que bebo? E o tabaco que tem… ai espera, isso dizem que faz mal. Mas faz? Quem beneficia com isto de se dizer que fumar causa cancro? Que força é essa que desafia assim os grandes interesses das Philip Morris deste mundo? Será que não há senadores nesses conglomerados? Em Bildeberg não fumam? Ora pensem!
    Questionar e duvidar – salutar que é – não é abraçar apaixonadamente a ideia da megaoperação de enriquecimento e empoderamento das “elites globais”, esse bloco aparentemente monolítico de seres com pensamento, objetivos e cultura comum, onde qualquer contraditório é inevitavelmente encontrado a boiar nas águas dos Tamisas deste mundo.

    Questionar e duvidar é também aceitar que a “verdade verdadeira”, essa que quanto a mim nunca saberei (mas sou eu, que me presto a dúvidas), não estará completamente ausente da mensagem que quem nos governa nos transmite – se não fim, esse coletivo anunciado, mas que chega apenas na forma individual a cada um de nós – já tinha acontecido. Mas também é aceitar que está longe de ser encontrada numa publicação de um blog, por muito longo, por muito cheio de referências, que este seja.

    A única certeza – essa tenho – é aquela reservada para uma de nós, no finalzinho da nossa existência. Até lá, abracem as vossas dúvidas e sejam felizes. Conselho deste vossa “ovelhinha mentecapta”.

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    • Cilinha permalink
      21 Janeiro, 2022 15:43

      Afinal de contas, fica no limbo das incertezas ou tem a sua opinião formada relativamente a tudo o que está a acontecer?
      É a favor ou contra este tratamento que apelidam de vacinas?
      A ideia com que fico do que escreveu é que não vale a pena nos questionarmos, porque a verdade estará entre aqueles que não pretendem ser injetados com estas coisas e aqueles que querem que TODOS sejam injetados, além deles próprios. Porque é isso que me interessa. Que não me obriguem a tomar isto.
      Tenho as vacinas do plano nacional de vacinação, excepto a da hepatite.
      Assuntos como se o homem foi realmente à lua ou se a terra é redonda ou plana são recorrentemente puxados para esta temática. Absurdo. Em nada estão relacionados com o que é aqui abordado. Estamos a falar de saúde, de nos estarem praticamente a obrigar – nalguns casos, efetivamente a obrigar através de leis e mandados – a levar com estes tratamentos.
      Não levei, não levo e terão mesmo de me matar para me injetarem isto. É uma opção minha. Cada um que decida o caminho que quer percorrer.
      Se acha que não há provas suficientes de que este tratamento faz mais mal do que bem, lamento, mas compete-lhe a si procurar a informação.

      Só para relembrar que ninguém acreditava que fosse possível matar semelhantes em câmaras de gás e, antes disso, usá-los para diversas experiências “científicas”, até os aliados derrubarem o terceiro Reich e verem até onde vai a maldade humana.

      Se os próprios discursos (em vídeo, com imagem e som) e projetos de quem nos trouxe até aqui e que, atualmente, tem todo o poder de decisão sobre todo o globo (literalmente, se duvida posso provar-lhe por a+b com a legislação aprovada nos últimos 20 anos, que retira toda a soberania individual das nações, em prol da OMS, CDC, ECDC e EMA, adicionando ainda um novo Comité criado na UE, cujos intervenientes não tenho meios de verificar quem são), são claros naqueles que são os objetivos traçados para o desenho da futura sociedade, se, apesar disso, duvida das reais intenções desta elite, nada mais poderei acrescentar a não ser que compreendo as suas dúvidas, mas não as aceito.

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      • Cilinha permalink
        21 Janeiro, 2022 15:46

        NR.: A União Europeia da Saúde está criada. Não somos oficialmente uma federação mas o termo já é utilizado na legislação criada ao abrigo desta UES.

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      • Cristina Miranda permalink
        21 Janeiro, 2022 16:04

        Pelo seu comentário, não entendeu o meu texto porque é clara a minha posição sobre esta temática

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      • Cilinha permalink
        21 Janeiro, 2022 16:51

        É isso, não percebi o seu texto.

        “A “verdadeira verdade” – essa que, quanto a mim, jamais saberemos – estará algures aí pelo meio, onde não sei.”

        Procura a verdade ou as verdadeiras intenções por detrás das ações e dos factos?
        As mortes e lesões graves com consequências para toda a vida, derivadas da toma da vacina não são meias verdades. São factos. Podemos argumentar sobre qual o objetivo ou objetivos finais de toda esta treta bem elaborada, mas duvidar do que nos trouxe até aqui é meter a cabeça na areia.
        Há provas mais do que suficientes de que este vírus foi criado em laboratório. Em qual dos laboratórios é que ainda não se tem plena certeza, mas os pedidos feitos à darpa pelo fauci não deixam margem para dúvidas que foi criado em laboratório. Já viu o vídeo da RAI 3? É bem anterior ao início da pandemia. Na altura ninguém prestou a devida atenção porque era apenas uma suspeita. Uma teoria da conspiração. Hoje é mais um dado a somar a algumas certezas.

        “Questionar e duvidar é também aceitar que a “verdade verdadeira”, essa que quanto a mim nunca saberei (mas sou eu, que me presto a dúvidas), não estará completamente ausente da mensagem que quem nos governa nos transmite(…)”

        Basta ouvir o macron e o Trudeau para saber a verdade que se segue.
        O primeiro quer considerar os não “vacinados” como não-cidadãos. O segundo diz que os não-vacinados são racistas e misóginos.
        Ah, a mensagem de natal do Biden desejou um terrível inverno e muitas mortes aos não vacinados.
        Tem dúvidas das pretensões?
        Eu não.
        Vá ao website do fórum económico mundial e veja com os próprios olhos os projetos deles. Estes “deles” são apenas as pessoas em lugares de topo em todas as instituições públicas e privadas que controlam a sociedade globalizada. São muitas horas de vídeos. Só o Davos 2022 já tem centenas de horas de apresentações. O que vai acontecer este ano está lá, preto no branco.
        Os comentários do I e do sol foram desativados exatamente depois de eu começar a descrever tudo isto lá. Enquanto era apenas a luta contra as “vacinas”, sem stress. Sempre deixaram. Assim que alguém aprofundou a questão e tentou que os “indecisos” fossem averiguar por si próprios, acabou a democracia e veio o lápis azul na sua plenitude.
        Eles sabem que as massas não se dão, sequer, ao trabalho de ver um vídeo com mais de 10 minutos ou ler um texto com mais caracteres do que aqueles que o Twitter permite. A programação está a ser feita desde o fim da segunda GM.

        Dúvidas?
        Então continue na dúvida que quando nos obrigarem a todos a levar com a “vacina” da gripe+corona (numa só) e quem não aceitar vai direto para campos como os da Austrália, logo fica esclarecida.

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  15. Cristina Miranda permalink
    7 Fevereiro, 2022 13:46

    Onde viu q eu tenho dúvidas? O q se pretende é q as pessoas reflictam e tirem a máscara dos olhos

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  16. José Moreira permalink
    21 Fevereiro, 2022 10:15

    O transhumanismo já está no meio de nós, que nem para ler um trabalho de pesquisa fantástico, com este, quanto mais fazerem perguntas é ou colocarem questões a eles próprios.
    É essa condição de transhumanismo, que assusta, porque essas”pessoas” votam ou não votam, nos indivíduos que irão determinar a vida da comunidade

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