Eu acho que o Expresso devia vir num saco de palha
O Expresso vai mudar. Saco de plástico substituído por saco de papel
Como é que se substitui o plástico por papel ao mesmo tempo que se diabolizam as plantações de eucalipto?
Vá lá, pesquisem um bocadinho
Vá lá antes que comece a noite da passagem de ano em França com aquele cortejo de “voitures brulees paris nouvel an” seria interessante os jornalistas portugueses interromperem a sua fixação trumpiana e pesquisarem “Alexandre Benalla”.
Um outro género de jornalismo: o activista
Maravilhas para 2019
Se nesta época festiva posso formular um desejo, então que seja o de voltarmos a admirar as maravilhas da cooperação voluntária e da ordem espontânea.
Que se compreenda um pouco melhor o mundo em que vivemos e se dê espaço à liberdade individual.
Votos de Feliz Ano Novo!
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Nunca pior para 2019
Com a aproximação do fim do ano pensei em enumerar as grandes ações destrutivas do doutor Costa e da sua extravagante Geringonça. Contudo, reflectindo sobre o que a oposição fez ao longo do ano, conclui que o melhor mesmo é esperar que os próximos anos sejam apenas tão maus como estes, não piores. Assim sendo, que Deus nos mantenha o doutor Costa no governo. Nunca pior.
Entretanto, na Nicarágua…
Após meses de repressão de manifestações que se saldaram em mais de 400 mortos e centenas de presos políticos, a 12 de Outubro a Assembleia Nacional da Nicarágua retirou, de forma ilegal, a personalidade jurídica a 7 organizações de defesa dos direitos humanos. No dia seguinte a principal dessas organizações, o Centro Nicaraguense de Direitos Humanos (Cenidh) foi invadido pela polícia e teve as suas instalações parcialmente destruídas e apreendidos o seu material. Também o regime expulsou duas missões internacionais de observação dos Direitos Humanos, já depois de ter expulso uma missão do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos, a qual acusa o regime de «execuções extrajudiciais, torturas, negação de assistência médica, detenções arbitrárias, sequestros e violência sexual».
A 14 de Dezembro, a polícia do regime de Daniel Ortega e de sua mulher Rosario Murillo invadiu as instalações das revistas Confidencial e Niú onde também eram produzidos os programas de televisão Esta Semana e Esta Noche, agredindo o seu director e vários jornalistas ali presentes, apreendendo material e destruindo parcialmente as instalações.
A 21, foi a vez do canal de televisão 100% Notícias ver as suas instalações invadidas sem qualquer mandato judicial, dois dos seus directores foram presos. Uma outra directora foi raptada pela policia desconhecendo-se o seu paradeiro. Foi roubado material da emissora, a qual foi proibida de continuar as suas emissões.
A Organização dos Estados Americanos (OEA) reunida de emergência face aos acontecimentos, ameaçou de expulsão aquele país, por violação da sua Carta Democrática, ao que Daniel Ortega respondeu acusando a OEA de apoiar a «desestabilização e golpes de Estado». O mesmo sucedeu com os bispos da Nicarágua que apelaram ao diálogo na sociedade ao que o presidente respondeu que eles tem «mentalidade terrorista e criminosa» acusando-os igualmente de apoiarem insurreição e golpes de estado.
Aquilo vai descambar ainda mais e acabar mal. Ah, é verdade: quase nada disto vem publicado nos jornais portugueses. E o PCP claro que apoia a ditadura Ortega/Murillo
O ano do Processo de Degradação em Curso (PDC)
Este homem tem um parafuso fora do sítio
António Anselmo, presidente da Câmara Municipal de Borba, disse estar orgulhoso do Estado por o Governo ter anunciado que vai avançar com o pagamento de indemnizações às vítimas da queda da estrada 255 em Borba
à vista de todos
Depois de atacar os seus parceiros da coligação que o mantém há três anos no poder, afirmando, taxativamente, que não levará nenhum deles para o governo, António Costa iniciou um discurso de antecipação de dificuldades, que certamente não serão subscritas pelo Bloco e pelo PC. Numa altura em que Costa cai nas sondagens e o PS parece estar cada vez mais distante da maioria absoluta, estará o líder do PS a precipitar-se para o abismo, revelando instintos suicidas que contrastam com o seu proverbial «optimismo irritante»? Talvez. Mas há outra hipótese muito mais plausível do que essa: o primeiro-ministro está, novamente, a cuidar do seu futuro político e a preparar os argumentos que poderão justificar um bloco central com o PSD: os seus anteriores parceiros são irresponsáveis, a crise internacional vem aí e é necessário salvar o país, logo… Para isso falta-lhe apenas um elemento: que Rui Rio consiga um resultado eleitoral que não seja péssimo e lhe dê forças para se manter à frente do partido. O resto já aí está à vista de todos.
Cultura: o que fazer com a “maldição” de Manuel Maria Carrilho
Eu era dos que dizia “Feliz Natal”, mas a Fernanda Câncio motivou-me a dizer “Santo Natal”
“Reformar o sistema” é uma daquelas expressões de auto-ajuda recorrentes, que temos que gramar sempre que alguém percebe que há uma certa insatisfação mais aparente do que real com o regime. Consiste em formar grupos de trabalho que tentarão construir manifestos compostos de frases com o menor significado possível e que permitem a obtenção de caloroso conforto ao comunicar à plebe que o regime é reformável ou, mais propriamente, recorrentemente reformável.
Há especialistas consagrados nessa área de dinâmica dos fluidos e há a liga dos pequeninos, uma espécie de distrital que ambiciona chegar a um estatuto de estrela, competindo para alcançar a pretigiada Taça Garoupa ou o Trofeu Aguiar-Conraria, para mencionar apenas dois da longa bicha ministeriável. Parêntesis: nós cá no norte também sabemos dizer “fila”, mas “bicha” é mais eloquente, como tudo que parte das raízes minhotas e transmontanas. Hoje encontrei mais uma dessas equipas, via mensagem de amigo.

Com a disponibilização de reflexões de um “Doutorado em Economia da Felicidade” [sic], de um “activista da felicidade” [sic] e até de um “Neo-Generalista em Florescimento Humano” [sic], o leitor poderá passar um Santo Natal entretido a pensar sobre a tragédia que foi Jesus Cristo vir por vontade de Deus à Terra para morrer pela salvação da humanidade. Se precisar de mais provas de que Deus também toma más decisões, visite Portugal. Melhor ainda, enfie um colete amarelo e vá para a rua lamentar-se da existência, mas, por favor, e porque é Natal, diga logo ao que vai em vez de perder energia a massacrar os outros desgraçados conformados com a fortuna de não terem que viver numa das esterqueiras socialistas bem piores que esta.
Um Santo Natal para todos.
A minha mensagem de Feliz Natal e Bom Ano Novo

Paz e amor para todos!
Saúdinha!
Poupai o que conseguirdes.
Cuidai-vos e diverti-vos.
Blasfemai muito!
uma vergonha

Os nossos conspiradores da extrema-direita-nazi-fascista são de péssima qualidade! Uma vergonha para um mundo onde as «extremas» obtêm sucessos extraordinários e conquistam presidências, governos e as ruas das capitais. Steve Bannon, esse tenebroso Joseph Goebbels da era contemporânea, está desolado e já ameaçou desistir da Península Ibérica, para desespero do VOX, que se precipitou a telefonar-lhe, hoje de manhã, dizendo «pero Steve, los portugueses son mui sueltos, una trampa, Aljubarrota fue una mala suerte, mas nosotros los tenemos en su sitio! no lo hagas eso, hombre!». A vergonha que se abateu hoje sobre nós não pode, todavia, limitar-se ao insucesso das manifestações. Ela é-o, sobretudo, pela estupidez latente em conspiradores que marcam revoluções para sextas-feiras natalícias chuvosas, sem qualquer pretexto evidente. É muita incompetência para tanta presunção!
Gás lacrimogénio para disfarçar o fedor
Rui Ramos diz-nos hoje que “aos nossos oligarcas dava certamente jeito um bocado de gás lacrimogénio para disfarçar o fedor“.

Eu vendo as imagens de ontem da sessão de apresentação de cumprimentos de Natal ao PR acho que seriam precisos também uns colossais canhões de água para limpeza do ambiente fétido.
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Marcelo comenta morte de Manuel Nascimento de Tondela
| Fim de comentário.
Recordar é viver
a responsabilidade da direita
O país está a cair aos pedaços, fruto de políticas que não fomentaram o investimento em Portugal. Um governo integrado por comunistas e extremistas, que orientou a sua política pela hostilidade – latente e expressa – à iniciativa privada, que reverteu privatizações e impediu que outras se fizessem em empresas públicas falidas, que atacou as escolas privadas, que quer acabar com as parcerias público-privadas em hospitais de referência, que castigou a propriedade imobiliária criando novos impostos e aumentando os existentes, que fez do Alojamento Local, com o que se reavivaram cidades e conquistaram turistas, um inimigo a abater, que fez subir o preço dos combustíveis e de cada novo orçamento um momento de temor de novas tributações, o que se poderia esperar? Que o capital acorresse ao país? Que as pessoas investissem em novos negócios e criassem emprego? Que as empresas prosperassem? E o que se ganhou com isto? Algumas dezenas de euros a mais nas pensões e reformas, devoradas pelo aumento dos preços dos bens essenciais? A expectativa da progressão – sempre adiada ou insuficiente – das carreiras dos funcionários públicos? A manutenção de companhias falidas no sector público, como a CP, que ameaça desmoronar-se a qualquer momento? A degradação, por todos visível, do Serviço Nacional de Saúde, dos Tribunais e da Justiça, da Escola Pública (e Privada), das Polícias e Serviços de Segurança, dos Municípios, sem dinheiro para manter o que têm de gerir? Poderemos sempre dizer que a decadência da economia portuguesa não nasceu com este governo. É, em parte, verdade. Mas só em parte, porque, após um duro período de ajustamento imposto pelos nossos credores da massa falida que era Portugal em 2011, a economia começou a reanimar, graças a meia-dúzia de medidas tomadas com a finalidade de atrair investidores e capital. Depois disso, era necessário fazer mais. Muito mais. Era preciso dar sinais claros de que Portugal aprendera com os erros do passado e que estava, agora, receptivo a modernizar a sua economia e a deixar criar empresas privadas e riqueza. Mas foi o contrário que foi feito, e os indicadores de que estávamos a sair da crise estão todos, agora, a reverter-se.
Nestas circunstâncias, quando entramos no último ano de mandato de um governo desnorteado pela insatisfação das pessoas que viram frustradas as promessas do «fim da austeridade», fustigado por greves sem fim, causadas por esse descontentamento e pela pressão dos partidos extremistas que querem tirar ao PS a hipótese da maioria absoluta, para continuarem a ser imprescindíveis nos próximos quatro anos de governação, onde está uma alternativa clara a este socialismo de miséria a que parece estarmos condenados? Não está.
O PSD, de Rui Rio, continua preso a uma politiquice de estilo dito institucional, onde se limita a fazer de conta que a oposição tem de ser «responsável», não aceitando que as coisas têm de mudar profundamente e que o próximo governo precisa de uma agenda profundamente reformadora do atraso que tivemos nos últimos três anos.
Por conseguinte, não podemos contar com nada de diferente de quem nos tem governado, nem acreditar que haja uma oposição que possa fazer diferente do que tem sido feito. Esta é uma responsabilidade que tem de ser assacada a um PSD, que tem meia-dúzia de meses para nos convencer de que é capaz de ser uma alternativa real ao descalabro que se anuncia abater sobre nós.
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Somos o que comemos
A extrema-direita está aí. Disseram tantas vezes que a extrema-direita vinha a caminho que ela acabou por chegar. Pouco importa se é extrema-direita ou, mais formalmente, uma mera representação da extrema-esquerda que habita em cada um dos portugueses tolerantes à existência de partidos como o PAN, o que importa é que chegou. E chegou porque foi criada pela própria extrema-esquerda: de tanto se chamar fascista a toda e qualquer pessoa menos convergente, não é de surpreender que tenham acreditado. Não acreditam na etiqueta, acreditam no que ela acarreta, que é bem pior.
Como se costuma dizer, somos o que comemos.
A patranha
” BE desafia partidos a assumir boas práticas nas redes sociais” A cada jogada do BE logo os demais são obrigados a participar. A coisa chega sempre envolta naquela linguagem infantil-moralista que caracteriza o pensamento totalitário. Repare-se o BE desafia os outros como quem convida para um jogo de roda. Os outros, quais meninos que não querem jogar, é que passam para o lado aborrecido da coisa. Depois chega o “desafio”: assumir boas práticas nas redes sociais” Ora que lindeza. isto quer dizer que aqueles que não responderem ao simpático desafio do BE estão automaticamente a favor das más práticas.
Entre as más prática que o BE quer desafiar os outros a deixarem conta-se o recurso ao discurso do ódio: “o discurso de ódio e a violência verbal não serão admitidos e a intervenção dos seus autores será bloqueada“. Sem que tal coisa os tenha inquietado o discurso do ódio é praticado desde sempre pelo BE. Aliás é a par do PCP um dos partidos que tem o seu discurso assente no ódio: ódio de classe, ódio ao capital, ódio aos EUA ou aos republicanos, ódio a quem não lhes presta vassalagem. Boa parte da propaganda que fazem destila esse ódio.
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Como é óbvio o BE sente-se acossado neste momento. Quer controlar as redes sociais. E os jornalistas vão a correr faze-lhe notícias simpáticas sobre os desafios. De qualquer modo, eu desafio o BE a bloquear o seu deputado João Vasconcelos que se destacou por levar um Verão acompanhado de uns tocadores de bombo à porta da casa onde o então primeiro-ministro fazia férias. Chamava então o BE a isto, que agora seria discurso de ódio, direito à resistência.

A Catarina e as manas Mortágua estão a imaginar-se com umas férias assim? Tipo a malta à porta a fazer um xinfrim? E a aturarem isto sem chiliques nem tremeliques com o ódio e não sei quê mais?
Boas Festas a todos!
Há bastante tempo que não leio notícias nem vejo televisão… vou lendo o que aparece no meu thread do Facebook, e raramente passo do cabeçalho… reparei, nos últimos 2 ou 3 dias, que temos uma ministra da saúde… é recente? Não sabia da saída do anterior…
Vamos ao que interessa: a senhora ministra só diz disparates, certo? É o que me parece… nada de novo!… Permitam-me uma sugestão para 2019: deixem de ler jornais Portugueses e desliguem esse horror que é a chamada ‘televisão por cabo’… substituam isto tudo por ler livros, passear um cão, pintar a casa… garanto que a qualidade de vida melhora exponencialmente!
Em 2019 escreverei um pouco mais aqui no Blasfémias… nos últimos meses tenho tido outros afazeres de escrita, os quais me fizeram desligar do mundo… espero voltar à realidade em breve! Desejo-vos, bem como aos meus colegas Blasfemos, um Santo Natal!
Vamos fazer conta que este senhor se chama Trump e depois falamos sobre como é possível ele manter-se em funções
Como é bela a vida num país sem populismo
Terça-feira, 11. O tiroteio voltou a eclodir e a matar.
Avante, camarada!
O PÚBLICO anuncia em estado místico: “É desta: Reino Unido livra-se de anúncios publicitários sexistas. A entidade reguladora da publicidade britânica quer combater a forma sexista como as mulheres e os homens são representados nos anúncios. Depois de vários avanços e recuos nos últimos anos, a medida entra em vigor em Junho de 2019. O marido que não sabe trocar fraldas e que não ajuda na lida da casa, enquanto a mulher lava, arruma, cozinha e ainda trata dos filhos. A jovem que não consegue mudar um pneu de um carro, o rapaz que não sabe cozinhar. São estes alguns dos tipos de cenários que vão deixar de existir no universo publicitário do Reino Unido.”
E o PÚBLICO lança aleluias: «O público poderá também denunciar campanhas ao regulador se sentirem que não estão dentro dos novos padrões que vão ser aplicados. (…) Campanhas publicitárias que sugiram que uma determinada actividade é específica apenas para rapazes e não para raparigas (ou o oposto) ou que julguem um determinado tipo de corpo também não vão ser permitidas.»
Como se pode observar o melhor é adoptarmos desde já a propagamnda maoista que passa com distinção nestes novos critérios
Quando os cristãos forem minoria
Os cidadãos europeus ainda não acordaram para a realidade. Anestesiados pelos discursos globalistas (globalismo não é o mesmo que globalização) e pelas boas intenções multiculturalistas dos governantes e líderes da UE, acreditam que é evolução social defender nações sem fronteiras, por onde passam livremente grandes massas de indivíduos jovens, sem documentos e sob o falso estatuto de refugiados. Acreditam nisso porque a lavagem cerebral dos meios de comunicação é tão agressiva que deixam de pensar por si próprios. Trata-se de uma espécie de coma induzido à sociedade civil que, se não for combatido, poderá ser tarde demais para a nossa civilização ocidental.
Comecemos por nos questionar: por que razão condenamos todo tipo de crítica (factual) ao Islã, se é mais do que sabido que se trata de uma ideologia que defende abertamente e sem tabus a pedofilia, crimes de honra, a bigamia, oprime as mulheres, persegue homossexuais e todas as outras religiões, rotulando esses corajosos de “islamofóbicos”, enquanto ignoramos por completo o massacre e as perseguições do Islã aos cristãos e judeus? Por que não designamos os muçulmanos radicais de “cristianofóbicos”, por exemplo, em vez de os proteger?
Outra questão pertinente: se 77% da população muçulmana é moderada, mas receptiva à aplicação da Sharia, como se vê por toda a Europa, onde já existem partidos políticos muçulmanos na Bélgica e na Holanda que a querem implementar, isso significa que apenas 23% são indivíduos capazes de se integrar realmente na sociedade ocidental, ou seja, uma minoria. Mesmo dentro desta, há quem defenda o Hamas (veja aqui esta estudante nos EUA). O que vai acontecer à sociedade ocidental quando a população muçulmana se tornar maioria? Já pensou nisso?
Mais: se o Islã é uma religião de paz, como se explica que, nos países 100% islâmicos, se verifique um atraso civilizacional gigantesco, constantemente em conflitos e banhados de sangue, quando comparado com todos os países fortemente desenvolvidos e pacíficos onde predominam outras religiões? Alguém se lembra do que aconteceu ao Líbano, maioritariamente cristão, depois de invadido pelos islâmicos? Vá até o Google, descubra as preciosas diferenças e veja se aquilo se parece com o paraíso.
Por muito que custe a assimilar, há culturas que, se não forem travadas e mantidas em minoria, matam pouco a pouco a cultura dominante. Quando a população muçulmana se mantém abaixo de 2%, ela é vista pelo país receptor como uma minoria amante da paz, sem oferecer qualquer ameaça aos outros cidadãos. Quando a população ultrapassa 2% e chega a 5%, começa a tentativa de conversão ao Islã entre as minorias revoltadas e descontentes. Com mais de 5% de população muçulmana, começam a impor alimentos “limpos” de acordo com os preceitos islâmicos, fazendo pressões sobre supermercados e escolas, além da eliminação de símbolos e tradições cristãs. Aqui, tentarão legalizar a Sharia para aplicar nos seus guetos. Quando a população chega a 10%, aumentam a anarquia e as queixas sobre as condições de vida, vitimizando-se e exigindo mudanças na lei e nos costumes para poderem viver no Ocidente de acordo com o Islã. Nesse ponto, começa o apelo à tolerância dos europeus, ironicamente, sobre os intolerantes que não aceitam a civilização ocidental e tentam islamizar o país que os acolheu.
De acordo com um estudo do instituto americano de pesquisa Pew Research Center, “a população muçulmana em alguns países europeus e no continente em geral pode triplicar até 2050”. O estudo diz ainda que, “sob a hipótese irreal de que toda a migração à Europa cessasse hoje, chamada pelos pesquisadores de projeção ‘zero’, a percentagem de muçulmanos na Europa quase dobraria — de 4,9% em 2016 para 7,4% em 2050. Na Alemanha, alcançaria quase a marca de 9% em 2050, o que corresponde à percentagem atual na França. Mesmo que todos os atuais 28 Estados-membros da União Europeia (UE), mais Noruega e Suíça, fechassem completamente suas fronteiras aos migrantes, a população muçulmana continuaria crescendo devido a diferenças na estrutura etária e na taxa de fertilidade entre muçulmanos e não muçulmanos”. Isso quer dizer que, mesmo parando a migração agora, a população duplicará.
Ora, para que servem então os dois pactos assinados esta semana para uma migração regular e ordenada nos países da ONU, que prevêem a entrada massiva e sem constrangimentos de 159 milhões de pessoas só na UE? Repor a natalidade não é, de certeza, porque essa já está mais do que garantida com os atuais migrantes. Fato. Eles estão a mentir-nos.
A França sofreu um novo atentado (mais um para a coleção) em Estrasburgo, num mercado de Natal (que coincidência), mesmo ao lado do Parlamento Europeu, protagonizado pelos intolerantes de sempre. Mortos, feridos graves, pânico, desespero e revolta, de novo, na ordem do dia. Dizem que devemos nos habituar. Que é a vida. Como se nós, que já estamos aqui há mais de meio século, não soubéssemos que este tipo de acontecimentos só eram notícia no Oriente Médio, mas hoje fazem parte do nosso dia a dia. Entretanto, as elites que assinaram os Pactos suicidas para as migrações da UE, em Nova Iorque e Marrocos, fazem um minuto de silêncio hipócrita pelas vítimas — que deveriam ter sido eles mesmos — mas estão aí ilesos para continuar a “matar” o mundo ocidental.
O intolerante já foi abatido. Dizem que estava sinalizado e era autor de 27 crimes. Por isso, andava aí livre, à espera de aplicar a Sura 2.106, que revoga e torna obsoletos os versos pacíficos do Corão após a morte do profeta Maomé.
Dizem-nos que estes são uma minoria irrelevante, sem perceberem que, ao dizer isso, estão também a diminuir a importância da “minoria” inocente, que perde a vida devido a uma tolerância criminosa que tudo faz para não ofender a religião protegida.
Se já é assim agora, que somos maioria, como será quando formos minoria?
Qu’est-ce qu’un chef ?
Em 2017, Macron humilhou o então chefe do Estado-maior das Forças Armadas, o general Pierre de Villiers. Este, num acto que não se via em França há décadas, demitiu-se. Meses depois publica Servir O livro vende 140 mil exemplares. Agora em Dezembro de 2018, Pierre de Villiers volta às livrarias com Qu’est-ce qu’un chef ? Pouco livros teriam um título mais simbólico neste momento em França do que este Qu’est-ce qu’un chef ?
Há duas coisas que Macron se lembra certamente a esta hora: o aviso que Villiers lhe fez nesse Julho de 2017: “Méfiez-vous de la confiance aveugle ; qu’on vous l’accorde ou que vous l’accordiez. Elle est marquée du sceau de la facilité” Um ano depois o aviso de Villiers tornou-se realidade.
A outra coisa que Macron não esqueceu é que no momento em que Viliers se preparava para abandonar aconteceu isto: centenas de muilitares e funcionários civis das Forças Armadas despediram-se assim do até então hefe do Estado-maior das Forças Armadas
Como se vão despedir dele, Macron?
greve d(a)o fisco
Os trabalhadores das finanças vão entrar em greve no final do ano. E quando se decidirão a entrar em greve ao fisco os trabalhadores que o sustentam? Já não era sem tempo.
Residências para estudantes

Quando há actualmente centenas de milhões de euros de investimentos privados em curso e/ou planeados para abrir residências para estudantes em todo o país, só posso compreender esta notícia à luz de propaganda política e compra de votos.
O estado vai agora dedicar-se também ao sector da promoção imobiliária e da gestão de acomodações para estudantes?
Por que razão o dinheiro dos contribuintes é canalizado para um universo muito limitado de beneficiários? Já agora, as residências serão só para portugueses?
Porquê prioridade a este investimento? A ala pediátrica do Hospital de São João já está renovada, é isso?
O contribuinte fica exposto ao risco do negócio? Porque não vende o estado o património imobiliário de que é detentor ou, quando muito, o cede gratuitamente a promotores e operadores privados?
Não existe nenhuma “falha de mercado” neste segmento da economia. Os investidores e os operadores privados, nacionais e estrangeiros, com toda a certeza gostariam de já ter mais unidades em operação do que as existentes à data de hoje. Assim não acontece muito por causa das burocracias e tempos de respostas de uma miríade de entidades que têm de ser consultados e das quais é obrigatório obter pareceres favoráveis.
A entrada do estado neste negócio vai afastar ainda mais os privados com planos de investimento e fará concorrência desleal a quem já está instalado.
O estado só tinha de sair da frente, mas a lógica política é a de estender os seus tentáculos a tudo o que mexe, à custa do dinheiro dos contribuintes e em prejuízo dos utentes.
A propósito
Era absolutamente previsível o ocaso da Fundação Mário Soares. Ocaso esse que o próprio terá intuído e que o levou nos últimos anos de vida a desdobrar-se em actividades frequentemente patéticas para a financiar. O estado actual da fundação é um exemplo do socialismo em Portugal: no início são só boas notícias – a comunicação social aquando da criação da Fundação Mário Soares parecia estar a relatar o nascimento de uma nova Gulbenkian – muita megalomania e dinheiro a rodos. Depois vem o acerto das contas e percebe-se que o dinheiro vai todo para os custos de funcionamento. A actividade da fundação está agora reduzida a quase nada. Dado o incómodo gerado pelo assunto as notícias só surgiram quando o óbvio se tornou inevitável. Enfim nada disto é novo e repetir-se-á.
Mas há uma questão que tem de ser enfrentada: como se lê no site da própria fundação o arquivo desta “Reúne, igualmente, documentação da actividade de Mário Soares enquanto Presidente da República, proveniente dos serviços de apoio de linha (como a Secretaria-Geral) ou de apoio político directo (caso do Gabinete e das assessorias).”
Portanto os arquivos da Presidência da República têm uma parte da sua documentação recente – a que corresponde às presidências de Mário Soares – depositada na fundação que este criou. A outra parte está no Arquivo Histórico da Presidência da República. E assim neste último arquivo quando se pesquisam as agendas dos presidentes passa-se de Eanes para Sampaio. Não há uma explicação. Onde podem ser consultadas estas agendas? Em princípio na Fundação Mário Soares. Procura-se no respectivo site e não se encontram (Até podem estar disponíveis mas não são localiźaveis numa primeira pesquisa e a pesquisa nos arquivos não pode ser um quebra-cabeças) .
E independentemente do local onde estão os documentos dos antigos presidentes não deveriam eles estar digitalizados e disponíveis em rede?
É só substituir Opel por AutoEuropa
«O encerramento da fábrica da Opel de Azambuja, em 2006, deixou no desemprego mais de 1.100 trabalhadores e modificou a vida social e económica deste concelho ribatejano que, uma década depois, ainda lamenta a perda da unidade fabril.
Considerada a segunda maior fábrica de automóveis em Portugal, a Opel de Azambuja – pertencente à multinacional General Motors – fechou as suas portas a 21 de Dezembro de 2006, depois de 42 anos de laboração.
Os responsáveis pela fábrica de Azambuja justificaram o encerramento desta unidade com o facto de a produção de cada modelo Combo ficar mais cara em 500 euros face à da unidade espanhola de Saragoça.
O fecho desta unidade fabril deixou no desemprego mais de 1.100 trabalhadores, dos quais 233 eram residentes no concelho de Azambuja.
Segundo dados da Câmara Municipal local, laboravam também na fábrica trabalhadores residentes em concelhos como o do Cartaxo, Vila Franca de Xira, Alenquer, Santarém, Salvaterra de Magos, Almeirim, Cadaval, Benavente e Coruche.
Além destes cerca trabalhadores foram afectadas mais de 600 empresas que prestavam serviços à Opel em regime de ‘outsourcing’, como serviços de refeitório e limpeza e os funcionários de empresas subsidiárias, como as de logística.
Joaquim Ramos (PS), que em 2006 era presidente da Câmara Municipal de Azambuja, recorda à agência Lusa a “angústia” com que se viveram os primeiros anos depois do encerramento da fábrica.
“Era um ícone da região. Além de ser o maior empregador, tinha um leque salarial acima da média. Até para os dias de hoje”, refere.
O antigo autarca assegura que o executivo municipal de então “fez tudo o que estava ao seu alcance” para tentar “travar o encerramento da fábrica”, mas que tal não foi possível.
“Tive várias reuniões com a direcção da Opel e com o Governo. Depois de ser um facto consumado, os trabalhadores foram sempre acompanhados pelos serviços sociais da Câmara”, aponta.
Joaquim Ramos refere que cerca de quatro anos depois “a situação estava relativamente sanada”, mas ressalva que “será uma chaga que fica sempre em aberto”.
“A maior parte dos antigos trabalhadores teve de mudar de área e habituar-se a outro padrão de vida”, admite.
Ler mais…
serve para quê?

Existem razões históricas – teóricas ou factuais – para a existência do modelo de Estado Contemporâneo em que vivemos, que é o que nasce e se desenvolve com e a partir dos Iluminismos. O mito criado, nos séculos XVII e XVIII, em Inglaterra e em França, respectivamente, foi o do contrato social, que, com uma ou outra subtileza entre os autores que se esforçaram por o justificar (Hobbes, Locke e Rousseau, essencialmente), imaginava um acordo unânime entre todos os cidadãos para, abandonado um estado de natureza ficcionado, criarem a sociedade política e nela viverem melhor. Se nenhum dos três mencionados autores se entendia quanto à configuração e o modo de exercício do poder soberano contratualmente criado, todos estavam, contudo, de acordo quanto à primeira razão da sua existência: a segurança individual de pessoas e da sua propriedade, condição sem a qual não seria possível a liberdade.
Duzentos anos volvidos sobre o início da implantação do Estado de Direito Constitucional (o que foi criado pelo contrato social, que é a constituição política liberal) em Portugal (comemorará duas centúrias, em 1820), o que resta da defesa desses valores por parte do nosso estado? Onde está a segurança física eficaz das pessoas e dos seus bens? Por onde anda a polícia nas grandes cidades deste país? Onde estão as patrulhas nas auto-estradas a fiscalizarem quem brinca com a vida alheia? Os polícias que previnem os assaltos e os crimes? Que evitam as transgressões constantes das leis que asseguram a convivência social? Por onde pairam os guardas florestais que previnem os incêndios e afugentam os incendiários? De todos eles, cada vez mais se vêem menos. Cada vez se sente mais que as polícias servem para cobrar multas e acudir os aflitos, somente depois das tragédias ocorrerem.
O estado português cobra impostos absurdos aos seus cidadãos. Hoje, já nem sequer os protege de modo que lhes inspire segurança e confiança. Serve, então, para quê?
o mundo maravilhoso do dr. costa
O maravilhoso mundo do Dr. António Costa parece ter chegado ao fim. Longe vão os dias em que a geringonça era um seguro e garantia de tranquilidade social, e em que Costa se gabava de reinar sobre um mundo ordeiro e pacífico, no qual os sindicatos só existiam para lhe mandar flores e votos natalícios de boas festas. A sua superior genialidade política e inteligência racional tinham alcançado o que a tacanhez do governo anterior jamais julgara possível: a concórdia social, um país sem greves, todo a trabalhar, em uníssono, para a recuperação da pátria. Um dia, porém, as coisas mudaram. Primeiro foram os professores. Depois os médicos. A seguir os trabalhadores dos transportes públicos. E os professores outra vez. Os enfermeiros. Os juízes. Os médicos. O pessoal do Metro de Lisboa e do Porto. Os taxistas, ai os taxistas! Os inspectores do SEF. Agora, também o pessoal do Ministério Público. E os professores, os “malditos” professores sempre e outra vez! António Costa subiu ao poder anunciando que tinham terminado os negros dias da austeridade e que “havia outro caminho”. Reverteu umas privatizações, deu alguns rebuçados aos sindicatos, umas tantas alegrias à função pública e aos pensionistas, e, principalmente, deixou no ar a expectativa de que, doravante, tudo seria muito melhor e diferente. Como é óbvio, não foi, porque não poderia ter sido. Agora está a pagar – estamos a pagar, uma por uma, todas as muitas ilusões que criou. Só é pena não termos um líder da oposição a sério, porque, se o tivéssemos, António Costa não chegaria a primeiro-ministro em 2020.
Cativos
Quarta-feira,
- Hospital de Setúbal
2. Hospital S. José
Foi decidida a transferência do doente “para outra instituição com capacidade para a intervenção” pois dada a avaria do microscópio CPR e necessidade de meios de grande ampliação para sucesso cirúrgico”, não existiu “capacidade para intervenção” no hospital S. José, “à semelhança desta semana e semanas anteriores”.
3. Hospital S. José tenta transferir doente
O hospital de S. José tentou transferir o doente para o hospital de Santa Maria (Centro Hospitalar Lisboa Norte), que recusou.
O hospital de S. José tentou transferir o doente para o Centro Hospitalar Lisboa Ocidental (hospital S. Francisco Xavier), mas esta unidade tinha uma intervenção a decorrer e não pôde também receber o doente.
4. Hospital S. José 21h
O serviço de cirurgia plástica e reconstrutiva de Vila Nova de Gaia aceitou receber o doente.
5. Pelas 22.35 horas, ou seja, quatro horas depois de ter dado entrada no S. José, foi determinada a transferência do doente para Gaia.
Quinta-feira
6. O doente acabou por entrar no bloco operatório em Gaia já depois das sete horas desta quinta-feira.
Restantes dias: Ministra de pedra e cal não será minimamente importunada desde que acentue a gestão ideológica do SNS, retirando aos utentes liberdade de escolha: cativos do SNS, perseguindo os privados, acabaremos a dar a volta Portugal, recusados de um hospital para outro.
Como não é do BE não tem reportagens fofinhas
Confesso que não entendo como Ana Gomes conseguiu sair de casa no dia seguinte a isto
Já mandou para o Constitucional?
7 de junho de 2016: “Presidente da República promulga 35 horas deixando em aberto recurso ao Tribunal Constitucional em caso de aumento real de despesa”.
Dada a evidência do aumento real da despesa aguarda-se que o o Presidente faça o que prometeu .
A sério?
Portanto os hospitais estão em serviços mínimos, os presos voltaram ao regime de incomunicabilidade porque os guardas estão em greve, não há dinheiro para os transportes públicos, as escolas servem para tratar da carreira dos professores… e aquilo que ocupa as cabeças mais ilustres deste país é saber se vai aparecer populismo?
centeno no ministério público?
Conta-nos o Público, a propósito da investigação criminal que parece estar a incidir sobre alguns altos responsáveis das finanças, que «o Ministério Público recebeu um ofício do gabinete do ministro das Finanças, Mário Centeno, ainda durante o dia de terça-feira a pedir informação sobre o envolvimento de dirigentes da administração pública nos factos investigados». Pois bem, a não ser que Mário Centeno tenha acrescentado à sua já enorme plêiade de cargos e ofícios também a de inspector da Polícia Judiciária (Departamento de Criminalidade Económico-Financeira), ou de procurador do Ministério Público, deveria saber que essas informações estão em segredo de justiça e que Portugal é um Estado de direito onde, supostamente, vigora o princípio da separação de poderes. Mas deveria saber também que qualquer suspeito, alvo de uma acção criminal inspectiva, tem direito à presunção de inocência e que o segredo de justiça serve, precisamente, para o poupar ao vexame de suspeições injustas. Deste modo, em vez de pedir ao MP aquilo a que, em circunstância alguma, deverá ter direito, Mário Centeno devia inquirir os serviços de que é responsável sobre os controles que lá existem – ou não existem -, como estão a ser desempenhados e quem os fiscaliza, para perceber se, nos serviços de que é responsável, anda por lá alguém a gamar ou não. O resto serve somente para fazer de conta que não é nada com ele, especialidade da casa governativa a que pertence, e que foi diligente até ao limite do possível. Ou seja, não serve para nada.
Não pode ser! Ele só pode ter gritado: Votei Bolsonaro!
ADSE para todos! Não vamos ser reféns do Estado!
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