Para Portugal o desmembramento da Espanha não é uma boa notícia
Pois, mas destes abusos sexuais inconvenientes ninguém fala
No meio das piadas sobre indivíduos com orgasmos em perna alheia entre paragens de autocarro, corremos o risco de desvalorizarmos algo muito sério que acontece nos transportes públicos das nossas cidades. Sim, é engraçado pensar que alguém do clã Ferro Rodrigues tenha alguma vez entrado num autocarro ou numa entrevista de emprego, mas não devemos esquecer que há pessoas que já entraram e que algumas chegaram a ser vítimas de agressão sexual perante a passividade dos restantes passageiros. Aproveitemos esta oportunidade para nos insurgirmos contra esta badalhoquice, que o debate sobre a eutanásia não vingou e isto é muito aborrecido sem assuntos para tratar e já há dois dias que nenhum muçulmano ateia uma mulher em chamas.
O meu irmão é gay, mas prefere ser considerado como “um valente paneleiro”, um dos 56 géneros reconhecidos pela ciência actual. Há coisa de dois anos, estava o Jorjão muito bem sentado no autocarro, de pernas bem abertas para que nenhuma velha malcheirosa se sentasse a seu lado, eis que chega uma gaja mesmo muito boa e que ele, obviamente, considerou repugnante. Mini-saia pelo umbigo, blusa transparente amarrada ao nível da saia e saltos altos bicudos que em muito superavam em amplitude a unha de tirar cera do ouvido do meu irmão; foram estes preparos, em conjunto com a atitude provocadora de quem carrega um livro de Dalton Trevisan, prémio Camões 2012, que fizeram soar os alarmes do Jorjão. Perante a passividade dos restantes passageiros, incluindo a velha que ia de pé ao lado do assento do meu irmão, a gaja começa a urinar na maior para cima dele. O Jorjão gritou um “****-**!” e a gaja parou, não sei bem como, presumo apenas muitas horas de treino muscular, perguntando-lhe:
— Tu não és o Joaquim?
— Não, sou o Jorjão.
— Então desculpa que foi engano.
Bem, aquilo parecia um sketch dos Gato Fedorento na altura em que se podia fazer piadas de cariz sexual, incluindo piadas com maricas; portanto, um sketch do século passado. O Jorjão ficou indignado, até porque nem tinha levado o impermeável que usa para meter em cima do colchão para este tipo de actividade com os amigos.
Enfim, que fizeram os outros passageiros? Riram! Bolas, é para isto que andamos a criar uma rede transeuropeia de transportes? É para isto que vamos construir vinte novas estações de metro? Que gente é esta que se ri do meu irmão, ali, todo urinado por pessoa de sexo diferente? Ele ficou ensopado e, neste dia em concreto, tinha sítio para onde ir: fora convidado para o programa da tarde, na SIC, para apresentar o seu livro de dicas de maquilhagem para pessoas com pilosidade abundante e nem pode ir nem nada. Conclusão: o livro não vendeu nada de jeito, ainda se riram dele e nem o caso vem nos livros e artigos que ilustram os inúmeros casos de assédio fetichista que ocorrem nos nossos transportes públicos.
Devemos reflectir nisto.
Portuguese President De Sousa making political declarations in Luanda
Não imagine, não
Sugere o João Gonçalves que imaginemos: “por momentos que, em plena guerra colonial, as Forças Armadas no terreno eram dirigidas pelas criaturas que presentemente as chefiam.” É melhor não imaginarmos.
O meu Plano para a Geração “Nem-Nem”
O Governo criou um programa para a geração dos “nem-nem” ou seja aqueles miúdos barbudos com idade para ter juízo e responsabilidade que nem querem saber de estudos nem de trabalho. Muito bem. Ora parece que este programa vai dar 700 euros mensais a estas criaturas que deverão desenvolver um projecto de empreendedorismo que a ser seleccionado, permitirá aceder a um apoio de 10 mil euros para iniciar um negócio próprio. Ou seja, o governo que gosta de começar as casas pelos telhados com o dinheiro dos outros não entende que encontrou nesta fórmula apenas mais um impulso retardador, financiado, para que este “jovens peludos” continuem a gozar seu precioso tempo livre à conta dos papás. Não funciona.
Para resolver o problema desta “juventude” temos de ir ao fundo da questão e isso, ninguém quer porque dá muito trabalho e responsabiliza todos aqueles que querem ver sua culpa sacudida: a família e o Estado.
A família é o pilar da educação. É de tenra idade que se ensina a ter objectivos e responsabilidades, princípios básicos da vida em valores com os quais o indivíduo crescerá. São as primeiras ferramentas. Com estas bases sólidas ingressa depois para a escola que lhe dará outros conhecimentos que irão complementar essas bases e farão dele um cidadão capaz de integrar o mercado de trabalho.
Ora o problema está quando ambas instituições se demitem do seu papel. Os pais educam os filhos como pequenos príncipes onde tudo lhes é garantido sem qualquer esforço nem mérito. São suprimidas todas as adversidades porque não os querem frustrar dizendo “sim” a quase todos os desejos para não os “traumatizar”. Na escola, não se ensina cidadania nem se prepara o indivíduo profissionalmente. Debita-se sim, um extenso programa curricular que é preciso cumprir a toda a força. Resultado: homens e mulheres que acabam o secundário (alguns nem isso) sem saberem lutar na vida, alheios completamente ao que se passa no Mundo. Crianças grandes impreparadas, mimadas e ignorantes que só pensam em ter muitos likes no facebook, instagram e concorrer à Casa dos Segredos.
É preciso tomar consciência que foi a sociedade que criou os “nem-nem” e terá que ser a sociedade a reverter este longo processo. Porque eles não são mais do que um produto das sociedades ditas socialistas que promovem o laxismo. Estudar por exemplo nunca foi tão fácil. Já se pode passar de ano com 7 negativas. Nem é preciso ser-se bom aluno, agora, para entrar nas universidades onde já se entra com médias também negativas. Deixou de haver excelência. Exigência. Qualquer um pode ser doutor mesmo que não tenha jeito nenhum. Por outro lado, subsidia-se tudo e mais alguma coisa o que reduz o esforço colectivo. Para quê matar-me a procurar trabalho se posso estar em casa a receber salário mínimo? Porque razão hei-de aceitar um trabalho dito menor se posso ter subsídio até ter o emprego ideal? É isto. E sem alterar toda a estrutura que leva ao laxismo, pouco adianta criar programas para o empreendedorismo porque só empreende a quem lhe foi incutida de pequenino essa habilidade, em casa e na escola. Não nasce com o indivíduo. Estimula-se e desenvolve-se.
A mim, como mãe, este assunto não me preocupa de todo. Sei que nunca vou ter filhos “nem-nem”. A primeira já com 31, está em Londres a trabalhar na área dela com distinção. A do meio, está completamente focada no objectivo de acabar o 12º ano, ser trabalhador-estudante e independente a partir dos 18. O segredo destes meus jovens cá de casa está na forma como os eduquei desde o berço. Sem lhes privar do essencial, sempre souberam que tudo o que era supérfluo tinha de ser conquistado por eles com o esforço deles. Nunca me preocupei em não frustrá-los com “nãos” porque eles fazem parte da vida. Logo cedinho, foram estimulados a trabalhar em casa ou nas férias da escola para comprar os ténis de marca (dos outros nunca houve falta), dinheiro para concertos ou simplesmente para fazer poupanças. Sempre souberam que o dinheiro não nasce das árvores. Que sem esforço não se alcança objectivos. Sempre foram estimulados para serem adultos pró-activos de excelência. Aprenderam cedo a serem responsáveis pelas suas tarefas que tinham de cumprir escrupulosamente. O mérito era sempre compensado. Já o laxismo, castigado. Mesmo com as falhas na escola que não cumpre nem de longe seu papel (não por culpa dos professores, mas sim, do Estado), só com a educação de casa, tornaram-se indivíduos capazes de enfrentar as adversidades da vida sem culpar os outros por isso. Mas podiam ser ainda muito melhores.
O meu plano para os “Nem-Nem” começa por alterar toda a educação de base nas famílias e nas escolas. Essa é a prioridade. Porque sem isso pouco adianta este ou outros programas do género. Durarão apenas até o dinheiro do subsídio acabar sem qualquer resultado prático.
Porque a geração “Nem-Nem” só existe porque a estimulamos. É o produto da ineficácia da sociedade em construir cidadãos responsáveis.
O costume
Destino assim cantado
Correcção do TPC
O Editorial de David Dinis no Público do dia 20 de Setembro é uma pequena maravilha que merece divulgação, em particular se se retirar a fulanização direccionada a André Ventura de forma a que se torne num texto genérico aplicável a todo e qualquer indivíduo que promete coisas que não podem ser realizadas. A título de exercício, vamos substituir “André Ventura” por “António Costa”.
Não é fácil para nós, jornalistas, não cair num erro quando falamos sobre este tipo de candidatos. Porque já caímos em todos eles.
Confere.
O primeiro erro é sempre o mesmo: dar palco a um populista é dar palco a uma polémica; dar palco a uma polémica chega para ganhar audiências.
Confere.
O segundo erro é o inverso: fingir que não existem. É o melhor que lhes podemos fazer, porque ganham mais um inimigo contra quem disparar.
Confere.
O terceiro erro é ignorar quem está do lado de lá. Os populistas não o fazem, usam-nos: se as pessoas se sentem inseguras, porque não arranjar um culpado; se se sentem injustiçadas, porque não dar-lhes uma esperança; se é preciso ganhar votos, porque não dar-lhes um discurso?
VenturaAntónio Costa deu-lhes. E nós?
Confere.
Nós, entre erros, só não podemos cair no capital: o da indiferença, o do medo de explicar. Um jornal que não diga quem é
VenturaCosta cairá na pior das tentações — o da banalidade do mal. E o que ele é, é simples: um candidato primário, que não mede fronteiras ou consequências. Que acusaciganosa direita de viver uma vida à conta doEstadoDraghi quandoos apoios sociaiso QE nãosão eternosé eterno; que promete roubarterraseuros aoconcelhopaís vizinho sabendo que nuncaasos ganhará; que fala dacastração químicaeutanásia ou da legitimidadedo assassinato de terroristasda extrema-esquerda, atropelando séculos de civilização, com a facilidade com que um terrorista decreta a nossa morte. Tudo o queVenturaCosta faz é puxar pelo pior dos homens sem se colocar no lugar do outro, é construir muros, no lugar das pontes que lhe cabia levantar.E não dá para esquecer o
PSDPS. SeVenturaCosta vencer,Passoso PS da Fonte Luminosa vai mesmo cantar essa vitória? E depois, que faria oPSDPS com essa vitória, com este candidato? Seria esse o seu novo programa?É certo que
PassosCosta é odiado por muitos, mas também é um facto que eleganhouperdeu as últimas eleições. Adivinho porquê: porque muitos lhe reconheciam pelo menosintegridadefalta de integridade e coerência. Agora, quando o ouvimos defenderVenturaos radicais de extrema-esquerda dos seus críticos (“não podemos ter medodos demagogos e dos populistasda democracia e do Muro de Berlim”), perguntamo-nos se aquela frase batida, “que se lixem as eleições”, era só mais um lema de campanha.Bem sei: este texto não é Hannah Arendt. Mas também nunca será como Eichmann em Jerusalém.
Na realidade, não é é coisa nenhuma.
um homem leal
O antigo mordomo do actual presidente da câmara do Porto é, por enquanto, ministro da defesa de Portugal. Como chegou S. Ex.ª a tão elevados cumes de soberania? Galgando-os por mérito próprio? Depende daquilo que entendermos por «mérito próprio». Mas, a verdade, é que parece ter sido um dos objectos trocados na transacção de poder entre Moreira e Costa, entre o surpreendentemente eleito presidente da câmara do Porto e o surpreendentemente não eleito primeiro-ministro de Portugal: Moreira recebia, no executivo camarário, o PS e atribuía pelouros de significado a Pizarro, enquanto que Costa fazia do mordomo da CMP ministro do reino. Dizem, quem anda por perto desses lupanares, que houve júbilo e festa na hora da despedida. Pois bem: devendo a sua actual posição política, onde, aliás, tem maravilhado o país, a Moreira, o que decidiu S. Ex.ª, o ministro da defesa, sobre as eleições no Porto? Apoiar Pizarro, obviamente. E obviamente, porquê? Porque, assim, S. Ex.ª realiza, em pleno, a sua vocação politicamente universalista de apoiar todos os que lhe podem dar alguma coisa em troca: se poder autárquico, apoia Moreira; se poder nacional, apoia Costa. Se poderá até não ser um excelente ministro da defesa, S. Ex.ª é, certamente um excelente ministro a defender-se. Nisto, como é evidente e S. Ex.ª generosamente alertou, não há nenhum oportunismo, nenhum trocatintismo, nenhum cataventismo, mas apenas um apoio genuíno, livre e desinteressado a Manuel Pizarro, a quem chama «um homem leal». Tudo o que S. Ex.ª ambicionaria ser, mas nunca será.
O DN vendeu-se ao heteropatriarcado dos preconceitos de género
Os dois últimos anos foram, para mim, um inferno indescritível que em muito supera a visão benigna de parque de diversões como o imaginado por Dante no poema cómico do século XIV. Sim, Lucifer de três cabeças, sendo uma delas preta (ou, em linguagem correcta, “afro-americana”), não passa de uma espécie de simpático Monstro das Bolachas em relação à empregada do McDonalds que, há dois anos, teimou que a minha filha poderia ser do sexo feminino. Bem sabemos que a culpa é da sociedade, nunca das pessoas, que, coitadas, bem tentam ser de esquerda contra tudo e contra todos. Porém, naquela altura, quem me dera ter sido mordido por uma serpente na jugular, ter entrado em combustão espontânea e ter renascido como fénix para a eternidade das chamas do Inferno em vez de ter sido submetido à tortura do preconceito de tratarem a minha benjamim como menina dada a brincadeiras com figuras monárquicas não-eleitas por sufrágio universal, ainda mais com nome de Sofia — que significa “dotada de sabedoria” —, como se fosse possível uma retrógrada princesa ter algum tipo de prudência, erudição e sensatez.
Recentemente, com a ajuda de terapia hormonal e educação para a diversidade de género, consegui vencer o sofrimento pelo trauma com o reconhecimento deste fazer parte de mim como uma cicatriz, como a marca indelével que qualquer vítima de violação carrega até ao fim dos seus dias. Eis que hoje…

…encontro o DN, o meu jornal refúgio de tudo que é bom e justo no que concerne à identidade de género, à sua volatilidade e à ciência inerente que a institucionalização do capricho transmite às gerações vindouras.
Relógios de senhora? Em cor-de-rosa?
Porque é que há relógios segregados por sexo? Está o DN a tentar vender-me a ideia de que as senhoras operam em fusos diferentes dos senhores? Está o DN a vender preconceito? Está o DN, o meu safe space de pensador sobre infinitas minorias oprimidas, a abrir a chaga das diferenças de género em assuntos horários? Choro ao pensar que pior só se encontrar no McDonalds um brinquedo da Princesa Sofia com um “relógio para senhora” no pulso a ler o DN. É que é assim que a sociedade destrói as nossas crianças.
Mudar o Sexo aos 16 Anos é de Loucos
Vou ser dura sem poupar nas palavras porque o tema assim o impõe. Começo por perguntar que raio de irresponsabilidade é esta que põe um partido político (não, não são um grupo de doidos varridos acabados de sair do manicómio), que está representado no Parlamento, a querer crianças menores de 16 anos a decidir sozinhas sobre a mudança de sexo com direito a processar os pais caso se oponham? Ficaria surpreendida se esta iniciativa partisse de qualquer outro partido com assento parlamentar, mas do Bloco de Esquerda, não. O BE é o resultado da concentração de vários partidos de extrema-esquerda tais como UDP, PSR, Politica XXI e dissidentes do PCTP-MRPP. Gente capaz de tudo para desconstruir uma sociedade e impor uma agenda de politica ultra-radical para criar uma nova moral. Debaixo de uma falsa capa de socialismo democrático anticapitalista (ah! ah! ah!) movem-se perigosamente por entre as minorias, não para lhes resolver problemas de igualdade mas sim para os revoltar contra as maiorias que querem eliminar. Ao fazer crescer estas minorias, cresce também o voto. Porque é nas minorias que eles procuram militantes pois doutra forma não têm hipóteses. Simples.
Ora quem tem ou teve adolescentes em casa sabe o quão absurdo é um decreto desta natureza. Eu que sou mãe de 3 criaturas lindas, que o diga! A minha mais velha a certa altura quis cabelo azul, espetado como uma catatua, correntes, piercings e tatuagens. A do meio luta agora ferozmente por rastas, furar-se como um crivo e tatuar-se como um tapete persa. O outro ainda vamos ver o que me reserva. Na adolescência é assim. A busca pela auto-determinação baralha-os completamente. Querem fazer tudo e nada. Gritam, esperneiam se são reprimidos nas suas vontades de auto-afirmação. Faz parte desse período conturbado. Depois de sobreviver a ele (pais e filhos), são os filhos que vêm depois dizer-nos: “Ena, lembras-te quando quis fazer aquela cena e não deixaste? Ainda bem mãe que foi assim…” Factos.
Ora, deixar que estas pobres criaturas possam decidir sobre a mudança de sexo (sim, porque não se trata de mudar de cor de cabelo ou tatuagens), algo tão sério e irreversível, é criminoso. Como adultos temos o dever de os orientar, de os proteger, de os encaminhar. Deixá-los a decidir sozinhos sobre uma matéria tão delicada é abandono. É negligência. É crueldade. Pior ainda é dar-lhes o poder de processar os próprios pais que, no seu papel de pais, têm de impedir que tomem decisões mal ponderadas. É demencial. Sabe-se que há imensos casos de gente, já adulta, que muda de sexo e se arrepende. Outros, que mantêm relacionamentos homossexuais e depois enlouquecem. Lembram-se do fim macabro de Carlos Castro? Citando o psiquiatra Dr. Pedro Afonso “(..) a disforia de género não pode ser tratada como propriedade política”.
Mas o Bloco Esquerda quer ir mais longe nesse decreto. Quer que seja possível mudar o assento de nascença (já não nasce homem o mulher, nasce o que entender), medidas contra o “Generismo” e “Transofobia” (mais léxico estúpido para aplicar na perseguição a quem discorda desta ideologia marxista de doidos varridos). Lindo!
Mas não são assim só nesta questão. Veja-se a luta desalmada pela liberalização de drogas numa sociedade que, está mudar e bem, seus padrões para uma vida saudável, mas onde alguém quer que sejam permitidos consumos de estupefacientes por tudo quanto é canto sem qualquer controlo e acessível a todos criando uma futura sociedade de dependentes a adições. Ah! mas há mais lutas construtivas, claro, como as casas de banho mistas ou a perseguição à religião cristã que se abomina em detrimento de outra, culturalmente invasora e dominadora que cresce assustadoramente, ou ainda a facilitação de entrada de estrangeiros que fez disparar os pedidos em 1300%, ou os que perseguem o capitalismo atacando turistas. São reaccionários.
E preparem-se que na agenda financiada por Soros, bilionário que ganhou a sua fortuna através de especulação no mercado financeiro e financia partidos de esquerda radical (veja aqui), a seguir à ideologia de género nas escolas, virá a pedofilia, zoofilia e o incesto.
É o Mundo novo.
“Deixe-me pôr-lhe uma mantinha nas pernas que isso já passa”

Em finais de 2011, durante um jantar de Natal em Castelo de Paiva, o deputado Pedro Nuno Santos, sentindo-se porventura fortalecido pelas rabanadas, provocou um terramoto que deveria ter sido sentido desde as margens dos rios Douro e Paiva até às nascentes do Danúbio e do Ruhr. De acordo com a imprensa da época, o conhecido tribuno afirmou estar a marimbar-se para os credores, e defendeu que Portugal devia ameaçar os banqueiros alemães com um calote de tal dimensão que até as pernas lhes tremeriam. Além da utilização pioneira em Finança e Política Internacional da expressão “estou-me marimbando”, Pedro Nuno Santos acrescentou ainda, em jeito de desafio aos capitalistas teutónicos, um muito português “ou os senhores se põem finos ou…”. Sabendo-se que os homens da banca são sempre uns anafados de cartola que acendem charutos com notas de 50 euros depois de banquetes pantagruélicos, não podemos deixar de admirar o carácter manifestamente jocoso e irrealizável desta provocação.
Desde 2010 que as agências de rating, uma espécie de sismógrafo dos credores, davam sinais claros de trepidação nos membros inferiores daqueles que nos tinham emprestado largas dezenas de milhões de euros. Discursos inflamados à parte, o medo de perder dinheiro com a dívida portuguesa era bem real. É por isso comovente ver a alegria do secretário de Estado dos Assuntos Parlamentares Pedro Nuno Santos (é o que tem barba, não confundir com o deputado Pedro Nuno Santos, que é utilizador de navalha) com a subida do rating português que ocorreu na semana passada. Na sua conta de twitter, após anunciar a decisão da Standard & Poor’s de retirar Portugal do lixo, o membro do Governo revelou a felicidade que sente ao ver a confiança dos investidores externos no país e congratulou-se por ter contribuído para esse clima de segurança. Agora que o sismógrafo abrandou, o secretário de Estado dos Assuntos Parlamentares Pedro Nuno Santos (não confundir com o deputado Pedro Nuno Santos) está contente por ter ajudado a confortar e a estabilizar as pernas dos banqueiros alemães que o deputado Pedro Nuno Santos (não confundir com o secretário de Estado dos Assuntos Parlamentares Pedro Nuno Santos) tinha andado a desassossegar. É sempre positivo quando, perante uma plateia de estrangeiros, um português limpa a imagem de outro. É um claro sinal de fraternidade entre compatriotas e mostra que neste cantinho da Europa também vive gente com juízo.
A ingovernabilidade criada a partir da rua
que é eleitoralmente inimputável. Henrique Pereira dos Santos escreve no sobre esta situação que nos tem reféns – os resultados eleitorais legítimos estão reféns do poder minoritário que pode tornar isto ingovernável: o comando sobre sindicatos cuja representatividade e democraticidade é mais que discutível. Na prática isto significa que os 10% de votos do PC são mais que suficientes para bloquear as soluções legitimamente saídas de eleições gerais, enquanto for possível manter activo um poder sindical que não decorre da representatividade desses sindicatos, mas de regras sociais que livremente estabelecemos e que conferem aos sindicatos um poder claramente desproporcionado em relação à sua representatividade
Os Géneros em “Extinção”
Se é homem ou mulher (esses géneros da idade da pedra) saiba que de acordo com os defensores da ideologia de género, está em “vias de extinção”. Isso mesmo. Isto porque segundo eles a definição do género é uma questão socio-cultural, logo não existe se não na nossa imaginação. Nesta ditadura do pensamento único pouco importa o que está biologicamente comprovado. Seguem uma agenda cega, só deles, onde há lugar também para mudanças de sexo aos 16 anos sem autorização parental, casas de banho mistas ou homens a engravidar (é só doidos varridos!). Tudo isto porque querem inverter a sociedade. Destruir valores sociais. Vamos aos factos que contradizem estes lunáticos?
Por muito que estas criaturas afirmem o contrário, a natureza humana é clara logo na concepção. Está devidamente provado pela ciência (veja aqui) que nosso espírito é programado às 6/8 semanas após a concepção (que chatice!). À nascença, quer queiramos quer não, estamos pré-instalados como um computador. Ou seja, as opções e preferências sexuais estão pré-estabelecidas. Como? Eu explico:
Quase todos somos formados por 46 cromossomas que representam o nosso bloco de construção genética. Se o vigésimo terceiro da mãe for “X” e o vigésimo terceiro do pai “X”, vamos ter um “XX”, ou seja, uma menina. Se o vigésimo terceiro do pai for “Y” temos como resultado “XY” e nasce um rapaz. Assim fica claro que os elementos base do corpo humano e cérebro são femininos! Ou seja, começamos todos como raparigas daí o facto de os homens terem mamilos (ó diabo, e esta hein? chamem a CIG rápido!). Ás 6/8 semanas após a concepção o feto é mais ou menos assexuado mas dispõe do potencial necessário para formar órgãos genitais masculinos ou femininos. Se for geneticamente rapaz, o feto desenvolverá células que segregam por todo o corpo grandes quantidades de hormonas masculinas para formar os testículos e o cérebro. Vamos imaginar que nesta equação faz falta UMA dose de hormona masculina para formar os genitais masculinos e TRÊS doses para configurar o cérebro, mas ao invés disso recebe, em vez de QUATRO doses (as necessárias), só TRÊS. A primeira vai inevitavelmente para formar os órgãos sexuais masculinos e o cérebro receberá apenas as DUAS restantes. Como resultado o cérebro será principalmente masculino mas com certas capacidades e pensamentos femininos. Se receber só DUAS doses, a primeira vai inevitavelmente para os testículos e o cérebro recebe apenas UMA dose restante das TRÊS exigidas. Aqui vamos ter um cérebro essencialmente feminino na estrutura e pensamento num corpo geneticamente masculino. Na puberdade poderá tornar-se homossexual. Quando o feto é rapariga a presença de hormonas masculinas é praticamente inexistente. Por isso forma órgãos sexuais e cérebro feminino. Mas pode por acidente o feto receber uma dose significativa de hormonas masculinas. Quando assim é, o feto torna-se numa rapariga com cérebro mais ou menos masculino.
Em Israel os kibutz tentaram apagar os estereótipos baseados no sexo encorajando por exemplo rapazes a brincar com bonecas e meninas a subir às árvores para criar uma sociedade sexualmente neutra, onde afirmavam poder demonstrar a reversibilidade dos papeis entre os dois sexos. Porém 90 anos depois, os estudos mostraram que os miúdos dos kibutz continuavam a manifestar comportamentos de rapazes e raparigas comportamentos de raparigas. Ou seja, mesmo contrariada, a biologia encaminhava-os para as respectivas programações cerebrais adquiridas na concepção. Este documentário norueguês aborda este assunto (veja aqui). Não vale a pena contrariar isto. Os cérebros são diferentes (veja aqui).
É por causa de uma escola que não ensina estas questões fundamentais para entendermos a biologia humana ligada ao comportamento, que depois temos seres frustrados, relações fracassadas e desastrosas, abrindo espaço a estas criaturas do marxismo cultural para nos andarem a criar ideias falsas de que os homens e mulheres são iguais e têm as mesmas prioridades, aspirações e desejos.
Assim, é ridículo insistir na normalização de géneros. Tentar nivelar é um acto totalitário contra-natura que traz apenas caos, frustração e infelicidade. Precisamos de uma identidade firme. Precisamos de conhecer bem nosso corpo, desde a concepção até à sua maturidade e aceitá-lo como é. Precisamos de ser integrados na sociedade sem estigmas nem preconceitos pelas diferenças em plena igualdade de direitos humanos. Liberdade para sermos quem e como queremos ser. E não, sermos forçados a abdicar da nossa natureza. Não aceitar esta imposição não é homofobia, é biologia. Insultar quem pensa de acordo com a sua natureza, é doutrinação marxista.
E sem travar esta loucura generalizada, um dia os géneros humanos serão extintos pela quantidade de casais estéreis que a sociedade produziu e que no limite da insanidade da ideologia de género levada ao extremo, terão bebés neutros procriados em laboratórios aos quais bastará a clonagem para reproduzir. E que ironicamente chamarão a isso, “direitos” à “igualdade de género”.
Já faltou mais.
Coisa ainda mais estranha
Ninguém faz uma declaração contra a construção anunciada de mais um muro? Vai ter três metros de altura, será à prova de bala e custará 20 milhões de euros.
Vai rodear a Torre Eiffel.
Coisa estranha
O silêncio que vai na pátria com a relação Guterres-Trump. A reforma da ONU. os elogios de Tuump a Guterres. Os olhares embevecidos de Guterres com Trump que quer aumentar-lhe o poder…
Género ditadura
Acreditar que depois disto aprovado as frenéticas criaturas ficarão quietas e sossegadas é uma ilusão. Para mais perigosa. Em Espanha, onde aquilo que se discure agora em Portugal foi aprovado há anos, o Podemos leva hoje à discussão nas Cortes espanholas a seguinte proposta:
*Mudar de sexo a partir dos 12 anos sem autorização paterna
*Obrigatoriedade dos meios de comunicação de incluirem programação que verse a diversidade familiar LGTBI
*Obrigaroriedade dos programas escolares terem conteúdos sobre a diversidade sexual, de género e familiar e analisarem o movimento LGTBI na disciplina de História
*Nas escolas e lares as casas de banho podem ser utilizadas de acordo com género que o utilizador entenda ser o seu
Inconstitucional até à próstata
Hoje, no parlamento, pessoas sem muito para fazer discutirão uma proposta dos habituais chanfrados para que qualquer pessoa possa mudar de nome sem passar pela casa partida e receber o diagnóstico de lunático. É a “identidade de género”, a tal que nada tem a ver com sexo, só com a insistência do papá em vestir uniforme de criada de filme erótico e responder apenas quando o tratam por Lola. Acho bem.
O problema desta proposta é que colide com a lista oficial de nomes admissíveis, um resquício opressor de uma sociedade hetropatriarcal dada a touradas com a bênção do senhor padre. Senão, vejamos a lista publicada no site do Instituto de Registos e do Notariado: enquanto Ágata é nome permitido para menino e para menina, Catarina é apenas permitido para o “género” feminino; já Consolação é algo que é vedado ao coiso masculino, o que está de acordo com a minha experiência como homem, portanto, está certo; por outro lado, Deusa Bela é vedado quer a jornalistas-activistas, quer a camionistas com mamas mais pequenas, o que me parece um injustiça para um rol de colunistas que citam os seus objectos de desejo sem pudor que as respectivas esposas possam ler; infelizmente, Flor só é permitido para portadoras de vagina, mas, para compensar, não há restrições de genitália ao uso de Florencia (não falta acento circunflexo, procurem na lista que encontrarão).
Deve ser inconstitucional poder mudar de sexo livremente, sem qualquer tipo de diagnóstico, internamento ou electrólise, e, ao mesmo tempo, ser impedido de aceder ao nome Natividade sem ter que provar a existência de vulva. Até porque, como sabemos, nada impede um homem de amamentar, sendo esse o seu desejo.

Um exemplo de abuso que passa por uma bela foto de amamentação: poucas pessoas reparam na bebida gasificada sobre a mesinha-de-cabeceira, uma sinal óbvio de negligência que esta mãe apresenta pela saúde do seu bebé.
Um Memorial, Uma Empresária e os Donos Disto Tudo
Há algo neste país que urge mudar. Sempre que alguém diz ser empresário não falta quem o associe de imediato à ladroagem, à exploração salarial dos “pobres trabalhadores indefesos” para viverem “à grande e à francesa com contas offshores”. Ser empreendedor em Portugal acaba por ser um acto muito mais corajoso do que assumir ser homossexual. As empresas são vistas como algo nocivo para a sociedade que é preciso castigar e por isso são fortemente penalizadas quer ao nível laboral quer fiscal. Tudo isto graças aos idiotas úteis de sempre que se deixam manipular e comprar a troco de poder político. Mas cabe na cabeça de alguém que matando galinhas se continua a ter ovos?
Se houver uma insolvência, ainda é pior. Não se questiona as razões que levaram a deixar de poder honrar compromissos. Parte-se de imediato para o enxovalhamento na praça pública sem dó nem piedade. A este assunto sobre “ser empresário em Portugal”, voltarei noutro artigo porque hoje venho falar de uma empresária em particular, que um dia por ter tido a nobre ideia de erguer um Memorial em honra das vítimas de Pedrógão Grande (faz hoje 3 meses), viu sua vida devastada… outra vez. Porquê? Ora claro está, por ter sido empresária e ter ficado insolvente! Alguém da CS lhe perguntou alguma coisa ou investigou os factos que lhe imputavam? Claro que não. Ir em busca da verdade dá muito trabalho. É preferível pegar em boatos já existentes e transformá-los em verdades mesmo que falaciosas. Sobretudo quando é essa a versão que mais interessa. É o país miserável que temos.
Por conhecer muito bem o sector empresarial, eu não me deixei contaminar pelo “diz que disse” muito menos fiquei sensibilizada com os vídeos na internet dos “pobres trabalhadores”. Tenho muito calo nisso. Por isso, tal como em tudo na vida, coloquei de imediato em dúvida e fui em busca da verdade. Estabeleci contacto com a vítima para ouvir em viva voz a sua versão que sem surpresa, não só apresentou um discurso coerente e detalhado, como exibiu prova documental dos factos. E é essa história que hoje vos quero contar.
Isabel Monteiro é uma Mulher empreendedora que, recusando-se a trabalhar no modelo de escravatura implementado até aí no mercado português, dominado por alguns profissionais da área de tradução e legendagem, cria em 1992, a Ideias & Letras, a única empresa de tradução, legendagem, dobragem e locução, com estúdios próprios, que mais tarde daria lugar à Dialectus, após um divórcio pouco “amistoso”. É a primeira e ÚNICA empresa que ensina as técnicas de legendagem, abrindo o mercado.
Foi em 1998, com a Guerra do Kosovo, que foi protagonista de uma acção solidária, e responsável pela entrega em mão, no Kosovo, de 200 toneladas de comida e mais de 40 mil cobertores (veja aqui).
À frente da empresa líder no sector, em Março de 2008, aceita a proposta da SIC para entrada no capital social de uma das suas empresas, a DIALECTUS, com 90%. Isabel Monteiro era responsável da tradução de Informação desde 06 de Outubro de 1992. Em 2008 a SIC entra para 15 áreas (alienando todas elas 1 ano depois). A IPLAY, por ex., comprada por 3,5 milhões de € e vendida por 1€, um ano depois (veja aqui). No ano de 2008, a SIC, com 90% da DIALECTUS, desviou para a concorrência centenas de milhares de euros, a pagar o dobro da tabela interna estipulada, como provam cópias de facturas ( Foto nº 6, 7 e 8). Como qualquer sócio minoritário íntegro, esta e outras situações anómalas foram denunciadas (em vários mails existentes) e ignoradas com enorme hostilidade. No início de 2009, das 16 empresas compradas em 2008, poucas restavam. À DIALECTUS a SIC propôs a recompra das quotas com base num contrato de exclusividade por 3 anos, renováveis, com ajustes anuais e uma cláusula penal de 10 mil euros por cada mês de incumprimento. Foi na escritura que soube de uma dívida de 300 mil euros à banca e 80 mil € de tesouraria negativa. Para cumprir o contrato a empresa cresceu e passou de 14 empregados a 40. Porém, a SIC nunca cumpriu.
Em Junho de 2011, são notórias manobras de mercado quer entre tradutores, quer entre actores. Um grupo de tradutores, encabeçado por duas das fundadoras da futura empresa SPELL, (Foto nº 1), cria uma mailing list, onde inclui 64 pessoas, das quais 4 empresas concorrentes. Informação priveligiada da DIALECTUS esteve exposta: clientes, preços, prestadores de serviços, contactos. Os tradutores abordavam os profissionais que chegavam à empresa: denegriam a imagem e incitavam-nos a exigir o valor por eles praticado (30% acima do valor de mercado). Numa manobra orquestrada, cartelizaram o mercado, e impuseram um valor, enquanto freelancers, enquanto muitos deles praticavam uma tabela inferior para outras empresas, fragilizando a competitividade da Dialectus. A partir de Janeiro de 2012, falharam horários, e entregas atempadas de peças da Informação da SIC, cortando o diálogo com a empresa. Eram freelancers, desde sempre, alguns com duas décadas de tempo de casa. Não eram exclusivos. Trabalhavam para outras empresas junto de quem praticavam valores mais baixos. A SIC, a partir de Setembro de 2011 reduziu em 60% a facturação, e só veio a pagar as últimas facturas, 16 meses mais tarde, com uma Injunção. Quatro dias antes da renovação, a Dialectus é informada pelo telefone, pelo então Director Geral, da não renovação do contrato. E retiraram todo o trabalho. Ficou com 40 empregados, uma estrutura montada e sem 86% da facturação. Ou seja, nada.
Enquanto se precipitava a destruição concertada, por parte de alguns trabalhadores da Dialectus, a Buggin Media, uma empresa cópia, do ex-chefe dos técnicos (Foto nº 2), e que já tinha programas no ar assinados entra para o mercado e passa a ser fornecedora da SIC até hoje. Com uma morada falsa em Mirandela, quando nunca saiu de Oeiras, o dono Bruno Golias e os 13 empregados (todos ex-empregados Dialectus) têm agora um “Processo por Fraude e Burla agravada ao Estado”, a correr termos no DIAP de Oeiras, procº nº 1059/16.4T9OER, por terem recebido fundo de desemprego e garantia salarial até Dez de 2013, quando já tinham uma empresa montada e forneciam a SIC todo o ano de 2013, e em alguns casos, ainda em 2012.
Um sindicato, CENA, foi o rosto da campanha organizada para fechar as portas à Dialectus, e arrastar o seu bom nome na lama. Um dos arguidos do processo de Oeiras, é órgão social desse sindicato. Nesta manobra de difamação e calúnia, atribuíram a Isabel Monteiro a falência de 4 empresas que nunca existiram. Colaram a DIALECTUS à falência de empresas de Manuel Forjaz que Isabel Monteiro NUNCA conheceu sequer. Propagam a informação na Internet. Isabel Monteiro, que já a 06 Fevereiro 1998 ganhava o primeiro processo por difamação na internet (Foto nº 3), procede agora legalmente, exigindo a prova factual do que é divulgado na net, nomeadamente, a informação que lhe imputa 4 empresas da área insolventes.
Em Junho de 2013, o então advogado da Dialectus, coloca uma ação por incumprimento contratual contra a SIC, Procº nº 3850/13.4TBOER valor: 360.000,00 €. Em Setembro, sai apressadamente da Dialectus, alegando falta de disponibilidade. Quatro meses depois, em Janeiro de 2014, fecha “acordo” com a SIC, por 27500€, sem dar conhecimento a Isabel ou à DIALECTUS e mete o dinheiro ao bolso. (Foto nº 4 e 5).
Em 2013, a RTP dá cobertura a duas manifestações na porta da empresa, cujos vídeos circulam ainda hoje. Nunca abordaram a empresa ou confirmaram a informação que difundiram. Neste vídeo (veja aqui) estão Bruno Golias, que trabalhou na Dialectus 18 meses, dono da Buggin Media, “oficialmente” constituída em Abril de 2013, que já opera em 2012, e passa a fornecedor privilegiado na área de dobragem a partir do início de 2013 ( ele e 13 ex-empregados Dialectus), respondem agora ao MP de Oeiras e Seg. Social, por recebimento ilícito de fundo de desemprego e fundo salarial até Dez. de 2013, quando trabalharam (e assinaram programas) para o seu único cliente, a SIC, todo o ano de 2013. Processo Nº 1059/16.4T9OER, no DIAP de Oeiras. O 2º vídeo que circula na net (veja aqui) exibe os tradutores da SPELL, concorrentes DIRETOS da DIALECTUS há 18 meses. O contrato com a SIC que teria a primeira renovação a 31 de Março de 2012, é entregue à empresa SPELL constituída para o efeito 3 dias depois, a 4 Abril de 2012 que, tal como a Buggin Media, entra para o mercado e é hoje a fornecedora de Carnaxide: um grupo de tradutores freelancers que durante duas décadas, viram assegurado o volume de trabalho pago acima do valor de mercado e construíram as suas carreiras, tendo aprendido tudo o que sabiam com as várias acções promovidas ora pela Ideias & Letras, ora, mais tarde, pela Dialectus. Com estes tradutores, estão actores que a SIC, de forma inédita, contratou directamente para a segunda temporada da série “O Mundo de Patty”. Nunca em 25 anos contratou actores directamente, e nunca mais voltou a fazê-lo.
Em Março de 2014, a Dialectus, armadilhada pelos empregados e colaboradores, patrocinados pela SIC é, inevitavelmente, declarada insolvente.
Decorridos 3 anos, os lobbies instalados no mercado, continuam a perseguir, inclusive, novos profissionais, condicionando-os. Um mercado que movimenta 3 milhões anuais, e que até 1992 pertenceu a lobbies, durante 22 anos teve uma alternativa independente, onde a formação de novos profissionais, seguia o seu rumo por mérito. Com o fecho da DIALECTUS, o controlo e domínio do mercado volta para as mãos de alguns: retiram do mercado a empresa líder, e entram para o mercado 3 novas empresas.
As histórias, de pessoas ou empresas, contam-se com a verdade com base em factos. Todas as partes devem ser ouvidas, com total isenção. Mas aqui, neste Portugal onde os empresários são SEMPRE os malfeitores e os trabalhadores uns coitadinhos, não é assim.
Com as notícias que dão conta do desmantelamento do império SIC e dívidas de 189 milhões de euros (em parte, aqui, percebe-se porquê), achei que era o “timming” certo para este esclarecimento.
Mais do que informar, o meu texto de hoje pretende reflexão sobre as injustiças que se criam com falsos mitos de que a culpa é sempre dos empresários.
Fica aqui a prova que não é sempre assim.
FOTO nº 1

FOTO nº 2

FOTO nº 3

Foto nº 4

Foto nº 5

FOTO nº 6

FOTO nº 7

FOTO nº 8

Agressões que nunca são notícia
A 10 de Setembro soube-se que em Paris uma família judia foi sequestrada, torturada e roubada. Três homens penetraram na casa de Roger e Mireille Pinto e conseguiram também manietar o seu filho David. Enquanto os agrediam e lhes reviravam a casa faziam referência ao facto de a família Pinto professar a religião judaica o que, segundo os agressores, necessariamente levava a que naquela casa estivessem escondidos bens e dinheiro: “Vocês são judeus. Têm dinheiro!” e “Nós roubamos o dinheiro aos judeus para o dar aos pobres” foram as expressões repetidas insistentemente pelos três agressores, originários do continente africano, enquanto agrediam Roger, Mireille e David Pinto. Por cá as notícias sobre esta agressão ainda devem estar a ser redigidas.
Incompetência estrutural
Não há ano que passe em que a situação não seja a mesma. Nem mudança de partidos, nem de ministros, nem de leis e regulamentos alteram o facto de na educação continuar a vigorar o princípio da incompetência estrutural de todos os envolvidos.
As aulas acabam a meio de Junho, mas alunos e pais apenas conhecem os horários do novo ano horas antes do dia 15 de Setembro e do início das aulas… Professores são apenas colocados em finais de Agosto ou Setembro; auxiliares serão contratados durante mês de Setembro e Outubro já com aulas a decorrer. Programas escolares são alterados a meio de Agosto. Experimentalismos curriculares são decididos em Julho. Ministério permite que professores podem requerer alteração de colocação durante mês de Setembro, certamente com grandes vantagens pedagógicas… Início de Setembro e há uma vaga de fundo de baixas claramente fraudulentas. Escolas tem de percorrer processos burocráticos de semanas para substituir um professor de baixa médica. Escolas mantem-se «irresponsáveis » pela qualidade dos professores que ali trabalham por não ser da sua competência contratá-los ou dispensá-los. Proliferam os projectos e tempos de leccionamento totalmente estranhos ao ensino, apenas fruto de muita sociologia e ideologia de pacotilha, retirando tempo útil de aprendizagem. Associações de pais dominadas por pais-professores calam-se perante um cenário de ineficência e incompetência que se repete a cada ano.
Estamos em guerra?
«Portugal envia 160 homens para o Afeganistão a partir de abril de 2018»
Porque Portugal continua envolvido nessa guerra com a qual nada temos a ver? Que fantochada.
Que decidam, livremente
O direito à auto-determinação dos povos não é, nem pode estar dependente de constituições dos estados de que façam parte, sob pena de tal direito ser negado por nunca poder ser exercido. Tal direito é natural e como tal reconhecido pelo direito internacional, pela Carta das Nações Unidas e até, e bem, pela Constituição portuguesa.
Obviamente, é sempre melhor que o Estado de que tal parte se queira separar, seja liberal e democrático ao ponto de permitir o exercício livre desse direito. Tem sido assim felizmente , por exemplo no Canadá com o Quebeque, e foi assim na Escócia.
Em Espanha, o estado central faz finca pé em não permitir o exercício desse direito. O que só vai levar ainda mais gente para o campo da independência, e criará certamente conflitos escusados entre o poder autonómico e o poder central. Bem mais sensato seria livre e democraticamente, aceitar criar as condições para o exercício desse direito e só depois do resultado lidar seriamente com as consequências, se as houvesse. Da forma como governo central espanhol actua apenas levará a conflitos e a uma maior radicalização. Parece tudo fazer para que de facto eles saiam, agora ou mais tarde. Mas tem ainda tempo para emendar a mão e usar da sensatez por forma a que os catalães possam livremente decidir do seu destino.
Gastar o $$ dos outros
As promoções do pessoal da Polícia Marítima, das Forças Armadas e de outro pessoal militarizado em 2015 custaram quase mais de 10 milhões de euros do que estava planeado. (…) Para o ano de 2015, o memorando «previa encargos de 6,8 milhões de euros e o valor das promoções concretizadas ascendeu a 15,7 milhões, atingindo os 18,3 milhões se se considerar a aplicação das regras de reversão remuneratóris vigentes para o orçamento de 2016. (…)» Público, 16 de Setembro de 2017.
Quem foram os responsáveis por essa despesa não autorizada? Irá alguém devolver o dinheiro de promoções ilegais?
O que vem a seguir?
Hoje leio estas declarações de Sócrates: “António Costa e a cúpula do PS viraram-me as costas”
O que vem a seguir? Não sei mas sigo com particular interesse o julgamento de Barcenas, em Espanha. Quem é Barcenas? Ex-tesoureiro do PP, acusado de corrupção.
O actual PS é Sócrates sem Sócrates. E Sócrates vai tentar lembrá-lo ao PS.
Discriminações friendly
Ficção sobre as embalagens do LIDL
I

II

III)

Não sei se ria se chore
Informa-nos o PÚBLICO que 20 pessoas muito espontaneamente resolveram ocupar um prédio em Lisboa: «Lá dentro, cerca de 20 pessoas, que não querem dar a cara, arregaçam as mangas para limpar as devolutas fracções daquele prédio que dizem ser uma das propriedades que a câmara de Lisboa tem desocupadas pela cidade. “A casa já estava aberta, não foi preciso arrombar portas”, diz um dos membros do grupo que é doutorando em Sociologia, mas prefere manter o nome fora da conversa.»
Portanto o prédio é da CML que o tem vazio há anos e o «doutorando em Sociologia» declara que ocuparam o prédio para lutar não contra a má gestão que a CML faz do seu património mas sim contra «o avanço da “especulação imobiliária” que tem contribuído para o aumento das rendas e do preço das casas e empurrado as pessoas para fora da cidade»
O resto do texto intitulado Ocuparam uma casa para defender o direito à habitação em Lisboa e das declarações do doutorando em Sociologia seguem no mesmo tom. Pelo que ali é dito não duvido que o doutorando em Sociologia acabe catedrático e a perorar sobre as mais valias resultantes do fim do mercado de arrendamento. Quanto ao dito espaço vai muito provavelmente partilhar o destino daqueles outros que também iam ser maravilhas culturais e acabaram num chiqueiro de abandono.
Mais um afectado pela alasite fundamentalensys
E o Tony Carreira pode cantar no dia das eleições?
é que os concertos do Ton Carreiras arriscam-se a demorar o dobro do tempo por causa das comparações com as canções alegadamente copiadas.
Dia de eleições
Vão ser probidos os casamentos e funerais?
a maior ameaça
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Parece cada vez mais evidente que Kim Jong-un começou por ser, para a Rússia de Putin e para a China de Jinping, o que Fidel de Castro se prestou a ser, nos primórdios da década de 60 do século passado, para a URSS de Khrushchov. No caso, até com impressionantes similitudes históricas entre os dois chefes russos, que começaram por agradar ao Ocidente, que neles depôs esperanças que se revelaram, em relação ao primeiro, e se estão a revelar, em relação ao segundo, perfeitamente ingénuas e perigosas. O problema está agora em saber se Putin tem o ascendente sobre Kim que a URSS tinha sobre Fidel, ou se o líder coreano se serviu, por sua vez, de Putin e de Junping, para conseguir o poder nuclear que parece ter já alcançado, e fazer, com ele, o que muito bem lhe apetecer. O perigo maior que o mundo está a correr é exactamente por se não saber se Kim obedece ainda à voz do dono ou se está a correr em pista própria. Dito doutro modo, se há alguém que o segure, em caso de uma nova Baía dos Porcos, ou não. Infelizmente, os sinais que tem dado vão mais ao encontro da segunda do que da primeira hipótese. E é por isso que esta é talvez a maior ameaça à segurança global que o mundo alguma vez enfrentou.
Os Socialistas Capitalistas e Milionários
Não há ideologia mais hipócrita que o socialismo. Sustentado pela teoria da defesa dos oprimidos pelo grande capital, a verdade é que mais não fez do que grandes milionários que viveram às custas desta narrativa falaciosa e interesseira cujo o objectivo foi, e é ainda, alimentar o poder das elites (e respectivos familiares) e suas clientelas. A História Universal, não mente e é implacável quando nos relata os factos: além de criar milionários, o socialismo matou milhões de seres humanos por questões religiosas, orientações sexuais, raças, etnias ou simplesmente por lhes fazerem oposição e ainda deixou os povos na pobreza.
Da corrente original do socialismo científico de Karl Marx, já por si mortífera e violenta, nasceu o Nazismo de Hitler, um nacionalista socialista alemão e o Fascismo de Mussolini, outro nacionalista socialista na Itália. Se o “pai Marx” já era um burguês parasitário que vivia às custas da esposa burguesa (veja aqui), Hitler (aqui) e Mussolini (aqui) tornar-se-iam milionários depois da conquista do poder. Quem não conhece os discursos nacionalistas carregados de ódio contra o capital apelando à união nacional do proletariado destes senhores com vista à igualdade social? Pois é. Faz falta contar o que eles realmente fizeram ao seu pobre povo? Ainda no passado, Stalin o carniceiro mor da ex URSS também não ficou atrás no top da lista dos milionários (veja aqui). Ainda com dúvidas? Acha que isto só pertence ao passado? Então vamos ao presente.
A prova de que esta ideologia continua a enganar quem nela acredita é a quantidade de capitalistas milionários que ainda faz nos dias de hoje: Chavez morreu milionário (aqui); Fidel Castro morreu milionário (aqui); Mário Soares morreu milionário (aqui). Todos viveram como capitalistas no maior desafogo inimaginável. Terminou aqui? Não. Hoje Maduro segue os mesmos ensinamentos enquanto o povo venezuelano morre de fome. José Eduardo dos Santos, outro bom aluno do socialismo, também vive como um lorde capitalista com o povo angolano a morrer… de fome. Kim Jong o maluco da Coreia do Norte, gordinho e bem alimentado, segue pela mesma cartilha. E a fortuna do 1º ministro chinês (veja aqui)? Ainda tem dúvidas? Então vamos a mais casos.
Em Portugal a esquerda enche a boca para falar dos pobres que tanto os preocupa. Atacam os capitalistas ferozmente a quem atribuem as culpas das desigualdades sociais. Porém, estranhamente vivem todos na fartura em terras capitalistas de economia de mercado e não pensam abandoná-la. Não é bizarro? Nuno Santos anda de… Maserrati; Odete Santos é milionária acumuladora de dinheiro; Louçã vive numa casa luxuosa com recheio valiosíssimo; o Medina compra duplexes de luxo; o Sócrates viveu como um rei na França; Armando Vara também; Costa não dispensou os luxos de um duplex; Marisa é contra o euro e a EU mas não recusou o lugar milionário de eurodeputada (????). Mas afinal o que vem a ser isto?
A resposta é tão simples: apesar de defenderem um Estado forte que centraliza em si os principais sectores da economia para distribuir depois a riqueza de acordo com as necessidades de cada um, para assim criar um sociedade igualitária, a verdade é que esta ideologia é apenas para ser aplicada ao povo. NÃO SE APLICA A ELES. Porque assim, retirando a possibilidade de cada um, de forma individual, ser economicamente forte, CONTROLAM e DOMINAM seu eleitorado de forma a NUNCA perderem o poder. Esta é a VERDADEIRA ideologia escondida por trás da narrativa de defesa dos pobrezinhos.
O socialismo provou ser tão bom que onde foi implementado à força (sim, foi sempre à força), não vingou, faliu literalmente e todos seus povos tentaram sua libertação. Na Alemanha, onde foi construído um muro por iniciativa do lado pró-soviético para impedir a grande migração dos berlinenses, as pessoas arriscavam a vida para o saltar. Na Coreia do Norte onde se come insectos e ervas daninhas para sobreviver, onde se é executado por fazer uma chamada estrangeira, onde não há net e se vai preso por ver filmes estrangeiros, onde é ilegal vender bens, onde se morre de frio porque a electricidade é desligada à noite, onde as pessoas não são livres de dizer ou pensarem o que querem, Yeomni Park activista coreana, desafiou a vida aos 15 anos para não morrer. Na Venezuela, HOJE, milhares de pessoas desafiam a própria vida para sobreviver ou fugir. Faz falta mais exemplos ou podemos ficar por aqui?
Defender o socialismo com discursos pomposos e ocos para incautos, em terras capitalistas rodeado de todo o conforto que ele proporciona, não custa nada. Só revela a falta de vergonha na cara que esta malta da política tem e falta de respeito total pela nossa inteligência ao tratar-nos como ignorantes. Mostra também uma hipocrisia sem igual à qual o povo tem de reagir. Exigir. Nem mesmo Cunhal resistia ao capitalismo ao levar coca-cola aos netos, dar passeios pelos shoppings, ver filmes americanos entra tantas outras coisas. Afinal em que ficamos?
Porque ser rico, defensor do capitalismo e da liberdade individual é perfeitamente normal e aceitável. Faz parte da sua crença. É o RESULTADO da aplicação prática da sua ideologia.
Mas ser socialista capitalista e milionário, NÃO!
Algo me diz que devíamos discutir isto
Adoro o dia de eleições!
Levanto-me às oito, visto rapidamente os calções e a t-shirt do Che, calço as sandálias e corro para a mesa de voto. Adoro o dia de eleições: representa a democracia em funcionamento, a força fundamental que assegura a liberdade das pessoas. Dou à senhora/senhor/outro presidenta/presidente/presidento o meu cartão de cidadão, renovado há dias para o evento, só para ter a certeza que está tudo em ordem, apesar do anterior ainda ter validade por mais três anos. Sei de cor o número de eleitor, que confirmei com o serviço gratuito de SMS e re-confirmei com o serviço online com o meu Magalhães. “Vitor Manuel Gaudêncio Parreira da Cunha” — diz a senhora/senhor/outro presidenta/presidente/presidento —, “cidadão número 10926724, eleitor B traço 1016”. Mostro a toda a mesa a tatuagem no ante-braço, a do número de cidadão com código de barras, perante a aprovação dos meus superiores, um dos quais apresentando-me o boletim de voto, o cálice de onde sorvo todo o meu poder de cidadão. Hesito em profaná-lo com uma cruz, tal o êxtase de beleza que um simples boletim apresenta para um verdadeiro amante da democracia. Faço a cruz, devagarinho, sem sair das margens, bissectrizes exactas para uma escolha plena de consciência. Abandono o local de voto com a melancolia de fim de Verão, a de que passarei mais um longo ano apenas à espera de repetir o momento de dever e direito cívico.
Os meus filhos dizem-me que a televisão não funciona. “Claro que não, hoje não há televisão! É dia de eleições!” — respondo, bruscamente, que o papel de um pai é educar as crianças para o que realmente importa na vida. “Não há futebol, não há andebol, não há cinema, não há teatro, não há música, não há internet… até não há sol, o mar está revolto, com bandeira vermelha mais aquela roxa das alforrecas… não há restaurantes, não há bares, os piqueniques estão proibidos, não há postos de gasolina abertos e as portagens são novecentas vezes mais caras… e, já agora, digam à vossa mãe que não há sexo, graças a Deus, que hoje é dia de eleições”.
Burros de carga de obrigações
É aquilo em que os portugueses estão transformados, Isto agora anunciado
Condomínios obrigados a comunicar ao Estado os grandes proprietários Nos prédios de elevado valor onde haja um proprietário a deter mais de metade da permilagem, os beneficiários efectivos dos imóveis vão ter de ser identificados e comunicados ao Instituto do Registos e Notariado. O processo fica a cargo do condomínio.
é um exercício arbitrário e demagogo do poder. O Estado sabe perfeitamente quem detém o quê em cada edifício. A Autoridade Tributária e o Registo Predial detêm toda essa e muito mais informação sobre os edifícios e seus proprietários
Quando a verdade se torna traição à pátria
A nova economia
Os fabricantes de bolachas à semelhança da Porto Editora vão trabalhar com o Governo num novo modelo de bolacha.
Só não se sabe se a CIG aproveitará para participar na reformulação das bolachas propondo as bolachas Mário, Mari@, Maria&Mário e Maria+-
Quanto à Maria Torrada o ministério Público está a analisar em que medida não subjaz uma visão racista das bolachas a esta denominação que pressupõe como padrão a Maria não Torrada, branquelas portanto. Certo é que as novas e as antigas bolachas serão distribuídas gratuitamente aos trabalhadores da Autoeuropa para que estes não estranhem o passadio de fome quando ficarem entregues à gestão inspirada nas teses da professora Varela que invariavelmente acabam com o povo a pão e água, pelo que bolachas de água e sal são já uma pré-preparação
