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A Paz

28 Junho, 2016

Portugal, 2016

27 Junho, 2016

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Estavam mais de 30 graus. O Verão anunciava-se em forte. Eu desembarcava na estação do Oriente. Ou mais propriamente eu ia trocar de comboio na estação do Oriente. Num dos cais filas de pessoas arrumavam-se diante dos postes, como se tivessem sido colocadas de castigo.

Mistérios da fé: quem não consegue mobilizar sequer o seu eleitorado dá ordens aos outros partidos. E há quem ache isto natural.

27 Junho, 2016

Obstina-se boa parte dos comentadores portugueses em que Rajoy tem de deixar a liderança do PP para que seja possível haver um entendimento com o PSOE de cuja liderança não percebo se pretendem também afastar Pedro Sánchez. Desculpar-me-ão mas com que legitimidade se pede, exige ou sugere a alguém que ganhou as eleições que se afaste? E já agora para ser substituído por quem? Alguém menos legitimado obviamente.

Brexit e comércio livre

27 Junho, 2016

Nos anos 80 a CEE representava 25% do PIB mundial. Isto implicava que a adesão de um país à CEE lhe permitia comércio livre com 25% do PIB mundial.

Em 2016 a União Europeia representa 15% do PIB mundial. Se o Reino Unido sair passa a 13%. 85% do PIB mundial está fora da UE.

Estes são os acordos de comércio que a UE tem com o resto do mundo:

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Não há acordos com as maiores economias do mundo: EUA, China, India, Brasil e Japão. Não há acordos com ex-colónias inglesas chave como a Austrália e a Nova Zelândia.

Compare-se com os acordos que a Suíça conseguiu:

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Nos anos 80 havia um dividendo comercial para quem aderisse à UE. Em 2016 parece haver um dividendo para quem conseguir sair da UE mantendo-se no mercado único através de um acordo com a UE (como é o caso dos países da EFTA).

que governo vai o psoe viabilizar?

26 Junho, 2016
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«Olha o futuro brilhante que tens à tua frente, Pedro!»

Um governo de direita do PP ou um governo da extrema-esquerda do Podemos? No primeiro caso, o PSOE deixa de ser alternativa à direita, pelo menos durante os próximos quatro anos. Na segunda hipótese, entregará, de vez, o que resta do velho Partido Socialista espanhol a Iglésias, não ao Júlio, o que nem seria de todo mau, mas ao Pablo, aquele que o quer secar até à medula. Disto, a conclusão só pode ser a seguinte: Pedro Sanchéz teve, na última eleição de há seis meses, uma oportunidade de ouro para fazer parte de uma solução de governo, que engrandecesse o seu partido e a sua liderança. Estava em segundo lugar e os seus deputados formariam, pelo menos, duas maiorias possíveis. Desbaratou-a, cegamente, ao apostar na erosão do PP, convencido que manteria, pelo menos, a segunda posição e que lideraria uma maioria parlamentar, à la Costa, com um Podemos domesticado e o Ciudadanos. Pois não manteve e, agora, com o Podemos só para ser vice do Iglésias. E, mais uma vez, do Pablo e não do Júlio. Um exemplo que merece reflexão.

venha lá esse referendo, catarina!

26 Junho, 2016
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Porque é certo e sabido que, o dia em que semelhante coisa for marcada em Portugal, será o dia seguinte ao do fim do governo da Geringonça: PS para um lado, PCP para o outro e o Bloco para o lado de «fazer uma nova Europa por cima das cinzas da actual». Como a política não vive de fantasias, Catarina, ficaria muito mal a António Costa e a Mário Centeno continuarem a aparecer por Bruxelas com semelhante cenário doméstico, no seu próprio governo. É que uma coisa são convergência tácticas para lixar o Passos e o Montenegro, coisa distinta é andar a reboque de chantagens alucinadas em relação à União Europeia. O último a meter-se em semelhantes cavalgadas chama-se David Cameron, ou melhor, chamava-se… Venha, então daí, esse referendo, cara Catarina. Ficávamos, talvez com a sua excepção, todos a ganhar. O que significaria que ganharíamos todos.

Catarina Martins: “isto é só o início”. E no fim quem paga a conta?

26 Junho, 2016

No arranque da X Convenção do Bloco de Esquerda, a coordenadora do partido olhou pelo retrovisor e lembrou as conquistas que foram feitas em matéria de recuperação de rendimentos e direitos sociais desde que, no dia 14 de setembro, num debate televisivo: conforme fez questão de lembrar, desafiou António Costa a “abrir a porta a uma mudança na política portuguesa”. Falou como se as decisões tivessem sido tomadas pelo Bloco de Esquerda e não de uma aliança com o PS e o PCP. Nove meses depois, Catarina olha para a frente, diz que “cumpriu a palavra”, e até anuncia medidas: a aprovação da lei da renda apoiada e o fim das apresentações quinzenais periódicas nos centros de emprego.

Num discurso de 25 minutos, usou um tom que nunca se lhe tinha ouvido. Puxou dos galões e enumerou as conquistas dos últimos meses: o aumento do salário mínimo nacional – “e ainda vamos continuar a aumentar” -, o fim do congelamento das pensões, a reposição das prestações sociais cortadas e outras reforçadas, a proteção das habitações contra as execuções das finanças, as reversões das concessões dos transportes públicos, a reposição dos feriados, a defesa da escola pública na guerra do fim dos contratos de associação, etc. “Cumprimos a nossa palavra, e isto é só o início”, disse.

Sofrimento católico

26 Junho, 2016

Quantos escoceses estariam preocupados com a secessão da Madeira? Nenhum. Mas, nós, os portugueses, nós estamos preocupados com a desagregação do Reino Unido. Porquê? Porque estamos habituados à ideia da união britânica. Porque somos conservadores. Porque, por muito que nos esforcemos para tirar a sacristia aos socialistas, é o paroquialismo que os define. 

Actualizando Catarina Martins um ano depois

25 Junho, 2016

A Grécia/ Inglaterra deu uma “grande lição à Europa mostrando que entre a democracia e a chantagem escolhe a democracia, provando que é possível vencer o medo”

“Para lá de toda a chantagem o povo grego/inglês respondeu à chamada e foi votar no referendo, numa votação expressiva e muito participada. Os gregos e as gregas/ingleses e inglesa querem ter poder de decisão sobre o seu futuro”, como os portugueses também “gostariam de ter“.

Quanto ao Governo português, Catarina Martins considerou que “envergonhou portugueses e portuguesas ao longo da última semana”, acrescentando que o executivo de Passos Coelho/António Costaesteve sempre do lado do sistema financeiro e da Alemanha e portanto não esteve nunca a defender os interesses da população portuguesa”. “O Governo português teve uma ação lamentável e felizmente não é ouvido na Grécia/Inglaterra“, considerou.

Politicamente o que parece é

25 Junho, 2016

Como sabia e sabe quem está nesta fotografia
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Dizem que cachaça é água

25 Junho, 2016

É curioso que, para quem acusa que “ganhou o medo” no Reino Unido, não se faça outra coisa que não tentar explicar a desgraça que aí vem com o Brexit. Atenção que não é para propagar medo, não senhor; é só porque nos preocupamos muito com o destino de financiadores líquidos da UE, esses desgraçados.

Ainda acham que o fado não fala da vida real?

25 Junho, 2016

Catarina explica

25 Junho, 2016

Explicação da Catarina Martins para o brexit:

Para Catarina Martins, de resto, “as políticas extremistas que têm dominado a União Europeia” estiveram também “em julgamento neste referendo [britânico]”. E foram chumbadas perante a hipocrisia dos líderes europeus. “A crise dos refugiados, os muros que se erguem, o vergonhoso acordo com a Turquia, a selva de Calais, estas políticas são União Europeia e moram aqui mesmo entre nós. Os dirigentes europeus que hoje parecem chocados com os britânicos querem iludir o mal que têm feito a toda a União Europeia.”

Nota: Um dos motivos para o voto “leave” foi a imigração. Os “leave” querem menos emigração e acreditam que saindo da UE conseguem controlar melhor quem entra no Reino Unido. Na interpretação da Catarina, os “leave” queriam uma política de portas abertas sem fronteira em Calais. Os “leave” queriam acolher refugiados e a UE meteu uma fronteira em Calais.

mais um vencedor

24 Junho, 2016
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Resposta dos governantes portugueses ao brexit

24 Junho, 2016

A saída do Reino Unido da União Europeia levará a:

  • aparecimento de movimentos separatistas semelhantes noutros países
  • aumento da concorrência fiscal entre estados europeus (dentro e fora da UE)
  • incorporação das ideias dos eurocepticos na política oficial dos países do Norte da Europa
  • redução do orçamento da UE e das ajudas aos estados mais pobres
  • menor tolerância dos estados ricos para com free riders que não cumprem regras
  • menor mutualização de risco entre os países
  • menor confiança dos investidores na dívida dos países periféricos
  • menor investimento externo em países que não se adaptam ao novo cenário

Tudo isto joga contra a actual estratégia de Portugal que consiste em esticar a corda e ir vivendo da tolerância e das ajudas europeias negligenciando a competitividade da economia num cenário que será cada vez mais concorrencial.

Esta é a resposta dos governantes portugueses a estes problemas:

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700 anos de uma União

24 Junho, 2016

O dilema europeu

24 Junho, 2016

O Artigo 50.º do TUE prevê os procedimentos para a saída de um Estado-Membro da União. Em princípio, deverá ser celebrado um Acordo que regule a saída, “tendo em conta o quadro das suas futuras relações com a União”. Tal acordo é celebrado pelo Conselho, deliberando por maioria qualificada.

O dilema da UE serão as condições desse acordo. Se cede ao Reino Unido, mantendo a sua participação naquilo que interessa (mercado único e livre circulação), libertando-o das obrigações, abre a porta para outras saídas a curto prazo e acrescentará mais um nível de complexidade às já muito complexas relações internacionais no espaço europeu (ver gráfico, (c) The International Spectator). Se, pelo contrário, decide fechar a porta, para mostrar que a saída tem consequências, o risco de fragmentação da União não será menor. Em várias áreas, o nível de integração é muito elevado e os custos de reverter essa integração são inimagináveis.

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outros vencedores do dia

24 Junho, 2016
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Sem UE, será a irrelevância

24 Junho, 2016
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A Europa estará em desagregação, dizem por aí muitos, congratulando-se ou lamentando-se com tal desejado ou temido facto. É possível que seja verdade. Que será confirmada ou travada com as eleições espanholas, já daqui a 2 dias.
Mas quem se congratula com a pulverização, deveria preparar-se para a irrelevância. Que será exponenciada com a vitória de Donald Trump e a implementação da sua “política isolacionista”. Sem a protecção do polícia americano e entretida com nacionalismos estéreis, a Europa será presa fácil das “invasões bárbaras” provenientes do leste e da Turquia.
Lá chegará o dia em que suspiraremos de saudades pela austeridade “imposta pela Europa neoliberal”.

o melhor do que aí vem não será melhor do que o pior do que aí está

24 Junho, 2016
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20160227_LDD001_facebookComeço por dizer que considero o projecto comunitário a mais generosa e nobre realização política dos nossos tempos, que foi um privilégio ter vivido nela e beneficiado dela, e que vejo o resultado do referendo inglês como uma tragédia de consequências incalculáveis. Apesar da retórica contra-corrente e dos exercícios múltiplos de história alternativa, a verdade é que, graças a ele, a Europa comunitária viveu, de 51 até aos dias de hoje, um extenso período de paz, desenvolvimento e prosperidade, de que todos beneficiámos, inclusivamente os seus críticos mais violentos. Isto, para mim, é o essencial.

Como qualquer realização humana, o processo comunitário é naturalmente sujeito a inúmeras críticas. Infelizmente, quando vejo que elas unem a extrema-esquerda e a extrema-direita, sou levado a desconfiar. É que é próprio da metodologia dos extremos realçar o negativo, para excitar as consciências e disso tirar dividendos rasteiros, obscurecendo e denegrindo o que é positivo. E, inequivocamente, apesar dos muitos aspectos negativos da integração europeia, as suas vantagens são-lhe infinitamente superiores, embora raramente sejam referidas quando é debatida sob o efeito das paixões.

Não pretendo fazer aqui a história desse processo, mas gostaria de realçar dois ou três aspectos que me parecem, nesta hora verdadeiramente dramática, não deverem ser esquecidos.

O primeiro, que a construção comunitária foi sempre um processo assumido de integração económica e política, e não um mero processo de cooperação internacional. O que foi criado em 51, e reforçado em 57, tinha por objectivo a partilha comum de soberania nacional em instituições supranacionais, e não apenas o derrube de fronteiras alfandegárias entre os estados-membros para a livre circulação de mercadorias. Um Mercado Comum, objectivo liberal que os tratados sempre enunciaram, não se fica pela livre circulação de mercadorias, mas de pessoas, capitais, bens e serviços. Isso não se conseguiria pela criação de um Zollverein geograficamente alargado (embora o Zollverein tenha proporcionado a unificação da Alemanha…), mas pela criação de condições para que as mercadorias sejam acompanhadas pelas pessoas e pelos capitais.

O segundo, que este processo deveria prosseguir pela integração gradualista e horizontal entre os estados-membros e os cidadãos através de «pequenos passos» (Jean Monnet), acreditando no chamado efeito de «spillover», segundo o qual os efeitos benéficos da partilha de espaços de soberania conduziriam a um estreitamento natural da integração, mas sem dirigismos ou imposições verticais de decisões políticas fundamentais e estruturantes. Infelizmente, não foi isso que aconteceu em Maastricht.

O terceiro e último é que a integração económica é sempre política, como é óbvio, e que isso também foi sempre assumido desde o início do processo. Naturalmente, a integração política não é sinónimo de unificação ou de perda integral de soberania, mas também não foi isso que aconteceu na Europa, apesar dos muitos erros cometidos ao longo dos anos.

É chegado, então, o momento de dizer que considero a integração comunitária europeia o único projecto verdadeiramente liberal que conheço na História (e, aqui, a «História» vai em maiúsculas…), e, perdoem-me a sobranceria, escuso-me a explicar porquê. As evidências são claríssimas e falam por si mesmas. Obviamente que este projecto teve inúmeras derivas burocratizantes e construtivistas, mas os liberais têm de começar a aprender que (felizmente) vivemos em sociedades plurais e que não pensamos todos da mesma maneira. Por consequência, é natural que a ordem comunitária tenha reflectido, também, aquilo de que não gostamos. Mas, honra lhe seja feita, o seu acervo fundamental – a liberdade de comércio, de circulação de pessoas, capitais e mercadorias, a defesa dos princípios liberais da propriedade e da iniciativa privada – permaneceu sempre intocado, e disso todos beneficiámos. Em Portugal, por exemplo, foi graças à União Europeia que a parte marxista da nossa Constituição Económica foi seriamente afectada. Um enorme ganho de que somos devedores.

O que correu mal, então, para se ter criado uma forte corrente europeia contrária à União? Infelizmente, e ao contrário daquilo que muitos hoje festejam, o que o Brexit e o êxito das Le Pens dessa Europa fora reflectem é o reforço dos motivos que levaram aos insucessos da União Europeia e não a sua diminuição. À esquerda e à direita, quando se critica «esta» Europa é porque ela não «resolveu» o problema do desemprego e das crises económicas de alguns dos seus estados-membros. Mas não é a ela que compete enfrentar esse problema, mas às pessoas dos estados-membros. O que se pede, então, não é mais liberdade económica, mas mais socialismo. E é esta demagogia que tem parcialmente triunfado nas nossas sociedades e que, em boa medida, deu ontem a vitória ao Brexit. Infelizmente, muitos liberais parecem contentes com isso.

Uma última palavra para dizer que, obviamente, a precipitação para a União Europeia de Maastricht, em 91, foi um erro, porque prematura, e que o Euro seria um erro sempre e em quaisquer circunstâncias. O receio francês (e inglês, diga-se…) da reunificação alemã causou uma aceleração contra-natura de um processo de integração que eventualmente lá teria chegado por outras vias e com melhores condições. Mas o peso da História é sempre determinante, e a memória, ao tempo ainda muito fresca, do que uma Alemanha unificada fizera num passado recente, levou a um salto artificial de construtivismo político, que hoje todos pagaremos. A União Europeia acelerou artificialmente a integração política de duas maneiras: com o aumento dos espaços da soberania integrada e com a generalização da co-decisão. Isto criou um poder de direito e de facto para o directório da União, ao qual faltou uma verdadeira Constituição política que lhe fixasse as regras fundamentais e os limites. Infelizmente, muitos liberais rejubilaram com o fracasso do Tratado Constitucional, esquecendo-se do verdadeiro sentido e alcance de uma Constituição. Mas, uma vez feita a asneira, a questão sobre o futuro da União Europeia tem sido mal colocada. Ela deveria ser esta: temos a certeza de que destruir Maastricht nos levará ao que existia antes dele, admitindo que fosse melhor do que aquilo que lhe sucedeu?

Dito doutro modo: há mundos melhores e piores para se viver. E tenho as maiores dúvidas de que aquele que se avizinha para a Europa dos próximos anos seja melhor do que o que conhecemos nas últimas décadas.

Brainexit Tuga

24 Junho, 2016

É com enternecimento que vejo pessoas das que apoiam um governo liderado por comunistas em Portugal a tentarem dar lições de democracia a ingleses. Com a bonomia com que se lida com um pirralho que não é nosso filho quando desata a interromper a conversa dos adultos, devemos permitir, com um sorriso nos lábios, que os grandes democratas portugueses dissertem sobre a desgraça que é para a coroa britânica deixar de respeitar o calibre das beterrabas vendidas nos supermercados.

Ainda não ouvi o que o dr. Costa e o prof. Marcelo terão a dizer sobre o caso, mas, como ontem foi noite de folia no São João e amanhã é o jogo da selecção com a Croácia, um daqueles países que também saiu voluntariamente de uma federação, lá terá que ficar para Segunda ou Terça-feira. Se não chover.

Os riscos de pernoitar fora por uma questão de segurança

24 Junho, 2016

Dois agentes da PSP ficaram feridos esta quinta-feira depois de terem sido atacados por um cão de raça perigosa. Os donos do cão, um casal jovem, tinham chamado a PSP na noite anterior. Foram aconselhados a pernoitar fora por uma questão de segurança uma vez que o cão demonstrava agressividade para com os donos. Os agentes regressaram à casa no centro histórico de Cascais esta quinta-feira e acabaram por ser atacados pelo animal. Dois agentes da PSP ficaram feridos esta quinta-feira depois de terem sido atacados por um cão de raça perigosa. Os donos do cão, um casal jovem, tinham chamado a PSP na noite anterior. Foram aconselhados a pernoitar fora por uma questão de segurança uma vez que o cão demonstrava agressividade para com os donos. Os agentes regressaram à casa no centro histórico de Cascais esta quinta-feira e acabaram por ser atacados pelo animal.

O problema de se optar por pernoitar fora por uma questão de segurança em vez de enfrentar o animal propriament dito seja ele um cão, um doido, um demagogo, uma figura sem caracter, um vigarista… é que quando se tenta voltar a casa o cão, o doido, a figura sem carcter, o vigarista já consideram e comportam como donos da casa. E sim isto tb tem a ver com o inquérito à CGD

O inevitável downsizing da UE

23 Junho, 2016

Fuck_euQuase sem excepção, sempre que um dos povos europeus tem a hipótese de se pronunciar directamente sobre algum assunto relacionado com a UE, a coisa chumba. Porque será?

Os eurofóricos e demais integracionistas que sonham com o Império, acham sempre que as pessoas não responderam à pergunta, mas que se deixaram tentar por «questões internas», «nacionalismo emergente», «populismo» e outros considerandos que tentam desvalorizar o que foi perguntado e respondido.

Mas pouco importa essa propaganda de 3ª categoria. Aconteça o que acontecer no Reino Unido, a UE terá obrigatoriamente de negociar no sentido de diminuir as suas áreas de intervenção. Seja como resultado de uma eventual longa negociação de saída do Reino Unido (o que levará outros Estados a querer o mesmo), ou se aqueles decidir ficar, os efeitos do referendo e da crescente hostilidade em vários países, levará ao mesmo resultado.

Afinal, se há coisa que todos desejam e aceitam e veêm as mais-valias (excepto comunistas, Frente Nacional e associados) é na existência de um Mercado Comum. Sobre isso quase todos estão de acordo. No que se diverge fortemente é em toda a cangalhada que lhe puseram em cima desde Maastrich. A dita crescente «integração» não é visivelmente bem-vinda nem desejada por quase ninguém excepto alguns euroforicos. E perde-se tempo e energias em disparates sobre disparates quando nem sequer ainda há um Mercado Único em muitas áreas. Aí sim, é que seria de trabalhar. Como aliás Cameron e outros dirigentes apelaram há poucos anos.

mais 5 anos de farra

22 Junho, 2016
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Cinco mil milhões caídos do céu estrelado dos contribuintes, para tapar os buracos de uma gestão ruinosa da qual não haverá responsáveis, e um crédito de cinco anos para pôr o barco a andar sem mais rombos no casco. Quem não gostaria de ter um negócio assim? A festa continua. E a bandalheira que se passa na Caixa, também. Até porque, daqui por cinco anos, quando, afinal, se constatar que a coisa continua a meter água, este Centeno, que hoje é o ministro que toma estas decisões com o dinheiro que nos pertence, já não será ministro. E responsáveis continuarão sem existir.

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Tá tudo doido

22 Junho, 2016

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PR na flash interview do jogo…

O accionista corno

22 Junho, 2016

Mário Centeno convocou uma conferência de imprensa para anunciar o valor necessário que os contribuintes gastariam para recapitalizar mais uma vez a Caixa Geral de Depósitos, esse banco tão bom que nem precisa de justificar os seus péssimos resultados (o accionista é o típico corno, é o último a saber).

Estava quase a dizer o número, eis que atira o microfone para o lago (ou algo assim).

Quase 3 anos depois, alguma novidade?

22 Junho, 2016

«Ministério Público investiga gestão da CGD no BPN»

um país de pides

22 Junho, 2016
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Nem a PIDE, a verdadeira, chegava tão longe na intromissão na vida privada dos cidadãos. Esta nova PIDE, que recebe o entusiasmo das esquerdas, quer passar a saber tudo, mas absolutamente tudo, a seu respeito, incentiva a denúncia e a delação, não lhe permitirá qualquer reserva de privacidade. As esquerdas justificam-se com a patriótica necessidade de combater a «fuga ao fisco», mas o fisco certamente teria, ou melhor, tem outros meios para se fazer respeitar. Já hoje a autoridade tributária compõe os sonhos maus dos portugueses, que apenas aspiram a não terem de se incomodar com ela, muito longe, portanto, de a tentarem defraudar. Este animus intrusivo reflecte bem uma mentalidade política, revolucionária e jacobina, para a qual não existe reserva de privacidade e tudo deve estar ao dispor do estado, do tal «interesse público» de que as esquerdas extremadas costumam arvorar-se em intérpretes e representantes. Em nome desses «elevados» princípios – que eles enunciam, interpretam e dizem defender – desrespeitam-se os fundamentos mais elementares da liberdade individual. É nestas ocasiões de «exaltação patriótica» que convém recordar o velho princípio segundo o qual quem troca liberdade por segurança acabará por perder as duas. Em Portugal já sobra muito pouco de ambas.

A fome acabou. Agora temos de combater o desperdício alimentar

22 Junho, 2016

Jornal de Notícias: Escolas em todo o país estão a confrontar os pais com um documento que os avisa da possibilidade de ser feita uma queixa à Comissão de Protecção de Crianças e Jovens (CPCJ), se os filhos repetidamente encomendarem refeições que depois não consomem. O desperdício alimentar já tinha motivado uma recomendação da Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares (Dgeste), que sugeriu aos estabelecimentos que solicitem o pagamento das refeições não consumidas.

É o caso, por exemplo, do Agrupamento de Escolas Carolina Michaëlis, no Porto. Fátima Soares, subdiretora da instituição, garante, porém, que “este é um procedimento preventivo”, que “a principal preocupação é que os pais saibam que os filhos encomendam as refeições e que depois faltam, o que gera desperdício”, e que “nunca foi feita queixa a uma comissão”. A situação, acrescentou, verifica-se, “sobretudo, com os alunos do escalão A, que têm as refeições gratuitas, e entre os mais velhos”.

A saber:

a) Se se disser que os meninos desrespeitam o que foi acordado com as suas famílias temos um problema. Se se designar a coisa como “desperdício alimentar” temos uma causa fofinha;

b) SE os alunos do escalão A não comem nas cantinas comem onde? Oficialmente as suas famílias não terão dinheiro para eles comerem noutro lado.

c) O que aconteceu aos alunos cheios de fome dos anos lectivos anteriores?

d) Onde estão as cantinas que até funcionavam durante as férias escolares por causa das crianças que não tinham que comer em casa? E que até serviam várias das refeições do dia?

e) Onde estão as crianças, a sfamílias, os directores e os activistas destas notícias?

CDU denuncia casos de fome em alunos de escolas do Porto

Directores dizem que é preciso evitar que as crianças desfaleçam nas escolas

Matar a fome na escola

Diga não à fome nas escolas

Dez mil chegam às escolas com fome

A tentarem criar parvos

21 Junho, 2016

Inquérito? Saber o que se passou? Sim, talvez. Mas não agora, nem pensar. Prejudica a recapitalização.

Os contribuintes tem de ser obrigados a meter sossegada e ordeiramente o que for preciso (4 mil milhões? ou 6? ou mais?). Depois e calhando, se há-de ver para que foi preciso o dinheiro.
É como se um primo meu tambem em dificuldadess me viesse pedir dinheiro, e eu naturalmente perguntasse «então o que aconteceu, o que se passa?, dizendo ele: pá agora não posso explicar, passa aí o cheque e calhando falamos depois...». Claro, a diferença, a grande diferença é que se calhar ao meu primo ainda poderia eu dizer «nem pensar», ou «não tenho». Já no caso da CGD, o contribuinte não tem essa possibilidade. Para o Bloco, PCP, PS e seus compagnons de route como os jornalistas económicos – sempre solidários com o sector financeiro falido, a Ferreira Leite, Bagão Félix, Lobo Xavier, e tutti quanti, é-lhes absurdo pensar que se deve saber o que se passou ANTES de passar o cheque. É paga e não bufes muito. Esses marmelos estão todos habituados a viver às nossas custas que lhes choca que sequer se questione: «desculpe, mas o meu dinheiro é para pagar o quê exactamente e a propósito de quê?».  Quem perguntar isso, é um perigo destabilizador do sistema financeiro e da pátria.

Claro que podem perguntar «e então o PSD e o CDS que nada fizeram durante 4 anos agora é que se preocupam?» Evidentemente tais partidos são risíveis, sob qualquer prisma. Isso não é novidade. E são dos que andaram igualmente a meter o nosso dinheiro em bancos falidos. Mas se por mero acaso e uma vez fazem o certo, valhas-nos isso, sendo o caricato problema deles, não de quem paga.

Chopin LOL! AHAH!

21 Junho, 2016
Mein-kampf-emoji

Assim compreende-se melhor.

Emoji, símbolos que permitem que a linguagem escrita seja entendida com humor. A dra. Gabriela Canavilhas, explicando que estava apenas a exercer o seu “direito ao humor” quando perguntou se a jornalista do Público “ainda não foi despedida”, abriu caminho a uma nova forma de crítica política. O “direito ao humor” é inalienável, assim como o direito de expressão. Assim sendo, cá vai o meu “direito ao humor”:

Canavilhas é burra. Ainda não foi despedida de deputada? 😂
Há aí gente que podia ser exterminada, para o bem de todos. 😙
Então, e o António Costa, esse asno? Já lhe caiu um piano em cima? 😜
Meu, li o João Galamba. Viva a cocaína. 😇

mais um bom negócio do eng.º sócrates

21 Junho, 2016
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Depois do estoiro da PT e do BES, chegou a hora da Oi, aquela companhia brasileira que foi o veículo utilizado para garantir os interesses estratégicos nacionais nas novas tecnologias da comunicação, que acabou de dar entrada a um pedido de recuperação judicial, por causa de uma pequena dívida de «65,4 bilhões de reais». Foi também essa empresa, e o plano estratégico com ela gizado pelos governos de José Sócrates e Lula da Silva, que salvou a PT de ser vendida ao «merceeiro do Norte», cujos baixos instintos comerciais a queriam apenas para obter lucro vil, em vez de a dedicar à filantropia. Assim, graças à intervenção de José Sócrates e ao uso atilado da «golden share» que o governo português lá tinha, conseguiu-se que a PT passasse a dar prejuízo. A PT, o BES e a Oi. Todas as três! Um verdadeiro prodígio e mais um negócio extraordinário, do qual o Eng.º Sócrates só se poderá orgulhar. E quem disser o contrário estará de má-fé e ao serviço do Passos Coelho.

TV BIGBRASIL

Se protestassem contra o fundamentalismo islâmico eram demónios?

20 Junho, 2016

Estados Unidos da América “Anjos” protegem funeral das vítimas do massacre em Orlando. Várias pessoas vestiram-se de anjos com o objetivo de proteger o funeral das vítimas do massacre em Orlando de um grupo de protestantes homofóbicos

dê algum sossego à sua mãezinha

20 Junho, 2016
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José Sócrates continua a presumir a estupidez inata do indígena. Depois de, nos seus anos dourados, ter nomeado Armando Vara para o Conselho de Administração da Caixa, com a evidente finalidade de manipular o banco para os seus interesses pessoais e políticos, o homem vem agora dizer que nunca interveio na «CGD para que fosse concedido qualquer crédito». Talvez não. Mas, se não, ele deve ser o primeiro interessado em que se esclareçam as muitas poucas vergonhas que se passaram na Caixa enquanto ele foi primeiro-ministro, entre elas esta do “financiamento” a fundo verdadeiramente perdido de Vale de Lobos. Porque, por ora, todas as aparências levam a crer ter-se tratado de um cambalacho para lhe forrar as algibeiras, e só uma auditoria profunda do que por lá se passou o poderá ilibar dessa suspeita. Por isso, em vez de andar a escrever artigos nos jornais a garantir que nada tem a ver com o assunto, José Sócrates deveria ser o primeiro a pedir uma auditoria externa às contas da Caixa  correspondente ao período em que teve responsabilidades políticas. Porque, como diz o velho cliché, sempre utilizado por políticos à rasca, «quem não se sente não é filho de boa gente». E a mãe de José Sócrates bem precisava de algum sossego…

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P.S.: Já agora que estamos a falar de José Sócrates, quando é que sai a acusação do Ministério Público? É que, quase dois anos depois de o prenderem preventivamente, para o que a lei exige a existência de fortes indícios da prática de crimes graves, ele continua a protestar, por aí, a sua inocência e da acusação não há notícias. De facto, só em Portugal é que se prende um sujeito que, meses antes, era primeiro-ministro e está-se, depois, dois anos sem dizer porquê. Seria necessário tanto tempo para lhe formular uma acusação? Se quando o prenderam os indícios já eram necessariamente (como a lei determina) muito fortes, ainda foram precisos mais dois anos para recolher a prova desses crimes? E como podem ser fortes os indícios da prática de crimes, sem a existência de provas muito consistentes que já os demonstrem na altura da prisão preventiva? Se me pedissem para inventar uma estratégia para o inocentar, francamente não era capaz de imaginar melhor.

Consenso pacifista

19 Junho, 2016

Após alguma reflexão, descobri a solução para que todos fiquem satisfeitos na luta contra o terrorismo (para pessoas normais), contra a homofobia (para pessoas capazes de apoiarem a geringonça do dr. Costa) e contra a islamofobia (para catolicofóbicos capazes de apoiarem a geringonça do dr. Costa). Como o Islão é uma religião de paz, como as armas matam e como há gays nas sociedades ocidentais, a solução consensual entre banir armas, banir muçulmanos e continuar gay/mulher/criança/católico/adepto-do-Benfica/pessoa-que-vai-à-praia é banir armas só a muçulmanos. O problema fica resolvido e ninguém é privado das suas liberdades, incluindo o muçulmano, que não precisa de armas para praticar o Islão, religião de paz.

Kitsch da Geringonça

18 Junho, 2016

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Nota: já se pode usar crianças em manifestações outra vez.

 

 

 

 

 

 

 

Marcha de orgulho no 96% do miúdo a matemática no 2º ano

18 Junho, 2016

Não sei para que serve uma “marcha de orgulho gay”. Serve para mostrar que as pessoas que participam, sendo homossexuais, têm orgulho em o ser? É que isto tem alguns problemas, sendo o mais relevante a premissa de considerarem que se incomodam com haver quem ache que a homossexualidade não é normal. Como acham que não é normal, vamos mostrar-lhes que temos orgulho? Mas, se é normal, temos orgulho em demonstrar-lhes que somos diferentes? E, se é normal, porque importa o que outras pessoas possam pensar? Eu não acho normal que alguém ache o António Costa tem um cérebro e não é por isso que se esforçam para tentar demonstrar que o tem.

Marchas de orgulho gay são um reconhecimento da comunidade de homossexuais da sua diferença. Uma marcha de orgulho heterossexual seria, obviamente, ridícula. E seria ridícula porque toda a gente diria que estariam a marchar por algo que é perfeitamente normal.

Ainda estou para perceber o que faz com que um homossexual normal decida passar uma tarde a desfilar para dizer aos desconhecidos que é homossexual. O que vale é que é uma marcha de orgulho gay e não uma procissão, que essas só incomodam a via pública com marchas de orgulho católico.

Capitalizar empresas com crédito

18 Junho, 2016

A propósito da capitalização das empresas portuguesas:

  1. Quando se fala em capitalização de empresas, o capital é o dinheiro que alguém mete numa empresa tornando-se dono de parte das suas acções e sendo remunerado pelos lucros da empresa.
  2. Em Portugal os donos das empresas procuram controlá-las com o mínimo de capital possível, recorrendo tanto quanto possível ao crédito, porque o risco de alguém meter dinheiro próprio na sua empresa não compensa. O lucro é penalizado e em caso de falência o accionista perde tudo o que investiu.
  3. Desta forma as empresas portuguesas funcionam com níveis baixos de capital, o que as impede de crescer dado que o que podia ser lucro é dirigido para pagar juros aos credores.
  4. Os governo anunciou várias medidas para “capitalizar as empresas”. Nenhuma delas envolve incentivar o lucro. Nenhuma delas envolve qualquer incentivo que efectivamente alguém injecte dinheiro numa empresa sob a forma de capital, com os riscos e as vantagens inerentes. Todas são uma forma de subsidiar o crédito ou de, como eles dizem, “apoiar” o crédito.
  5. Relativamente a incentivos a alguém meter dinheiro num negócio, que têm forçosamente medidas amigas do lucro, o que é que o governo fez ou anunciou desde que tomou posse? Travou a reforma do IRC, reverteu processos de privatização/concessão, aumentou o salário mínimo e ameaça aumentá-lo para níveis incomportáveis, ameaça aumentar o IRS do alojamento local e anunciou várias “apostas” que geram crowding out do investimento privado (e.g. programa de investimento na reconstrução urbana, programas de start ups).
  6. Para alem de um empresariado tradicionalmente desconfiado do Estado, devido aos diversos abusos do passado, que começaram com as nacionalizações, temos um sistema de “capitalização” de empresas pagos com impostos cobrados às empresas.

Mariana: Contabilidade e Falta de Senso

17 Junho, 2016
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A imagem que tenho da Mariana Mortágua é a de alguém que consegue dizer os maiores absurdos mantendo uma calma olímpica. A Mariana faz afirmações aparentemente fundamentadas. A forma como o diz faz com que se acredite e muita gente quer  mesmo acreditar nela. Mas a verdade é que das poucas vezes que tentei confirmar afirmações quantificadas feitas pela Mariana nada batia certo.

Vem isto a propósito de um artigo que a Mariana publicou há uns dias no JN chamado Caixa: Sensibilidade e Bom Senso, já aqui referido pelo Gabriel.

Um dos primeiros parágrafos reza assim:

“A necessidade de recapitalização da Caixa é normal. A crise desvalorizou os ativos e as exigências regulatórias de capital apertaram muito. O BPI (9% dos ativos do sistema), reforçou o seu capital em 1400 milhões. O BCP (15% dos ativos) reforçou em 4500 milhões. A Caixa (24% dos ativos) aumentou o capital em 850 milhões. O acionista único da CGD, o Estado, recebeu 2700 milhões em dividendos na década antes da crise. Agora deverá também recapitalizar o seu banco.”

Quando li isto, devo ter feito uma expressão de surpresa interrogativa, do género “mas onde é que eles vão desencantar estes números?” Só podem ser inventados. Virei a página e rapidamente esqueci. São tantas e tantas as invenções que nos surgem daqueles lados que era apenas mais um cão a morder um homem. Mas hoje vi um debate em que a Mariana Mortágua, com ar doutoral, plena de sapiência, cada vez mais arrogante, despejou todos estes números outra vez – leu o parágrafo – em debate com Adolfo Mesquita Nunes. Este, sempre bem educado, contestou apenas levemente o caso do BPI e recordou que o estado meteu mais na CGD em aumentos de capital do que o que recebeu de dividendos.

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Coerência

17 Junho, 2016

Por uma questão de coerência, espero ler os vossos textos sobre o atentado ginofóbico que vitimou a deputada inglesa. Estou à espera.