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Já que anda tudo tão patriótico

14 Novembro, 2017

podemos deixar o Panteão por uns momentos e aproveitar para saber o que estão os vivos da nação a decidir em matéria da nossa soberania? O que está a acontecer com as negociações do PESCO – pacto de defesa sobre a cooperação estruturada permanente?

Os populares

14 Novembro, 2017

O que é assustador nesta historieta toda é pensar como os nossos responsáveis (?) políticos vivem ao sabor dos caprichos das redes sociais, que verdadeiramente definem a agenda, o debate – e, mais grave, a ação política. Foi isso que assistimos aquando dos incêndios de Pedrógão. Ou no caso do Urban Beach, discoteca conhecida pelos seus constantes desacatos. Ou no famoso livrinho para-meninos-e-meninas da Porto Editora. Basta alguém indignar-se, incendiar as redes sociais, e tornar o assunto viral, para que as pernas dos nossos governantes tremam que nem as dos banqueiros alemães.

Dúvida narcísica

13 Novembro, 2017

Confesso que gostava de saber se aquilo que o Abrantes escreveu sobre uma pessoa chamada Helena Matos saía da cabecinha dele ou lhe era sugerido. Podem dizer que isso não interessa nada. É verdade. Mas não é por isso que deixo de me interrogar sobre a motovação da prosa do dito Abrantes.

É a chamada compreensão lenta

13 Novembro, 2017

E portanto foi preciso escaqueirar a Catalunha para que este homem percebesse isso?

O presidente destituído da região autónoma da Catalunha, Carles Puigdemont, disse ao jornal belga Le Soir que uma solução diferente à independência é “sempre possível”.

 

Que Tal Fazerem à Geringonça uma Reportagem Igual à do Trump?

13 Novembro, 2017

A SIC quando resolve trabalhar para o sistema é um espectáculo! Consegue transformar a mais reles das governações no melhor sistema político jamais alcançado em Portugal. Como? Ora, fazendo uma reportagem falando SÓ nas supostas coisas boas IGNORANDO por completo as más. Mas não usa esta fórmula para todos. Se fosse o anterior executivo a fazer estes assassinatos políticos e económicos, a reportagem aos 2 anos de governação geringonça feita por esta TV, teria a abordagem que teve a do Trump: só com os  aspectos negativos. Alguém duvida?

Quem viu a reportagem de um ano de governação do Trump feita pela SIC não ficou indiferente ao facto de apenas se fazer uma abordagem ao que correu menos bem. É verdade! Não se falou na economia dos EUA que disparou para valores astronómicos nunca vistos; no menor desemprego de há 16 anos, nas empresas a regressarem em força; na redução de  20% dos combustíveis; no combate eficaz ao DAESH com mais avanços que em 8 anos; nas relações cordiais com a Rússia, essenciais à paz mundial (quem não se lembra da temível Guerra Fria que só terminou com Reagan e Gorbachev); na 3ª guerra Mundial que não ocorreu; na diplomacia internacional que ele soube gerir apesar de se temer o contrário; o rasgar de acordos onde  denunciou a falácia da protecção do ambiente dos países aderentes que continuam a ser os mais poluidores;  o brilhante discurso na ONU (vejam-no por completo aqui) , politicamente incorrecto, com grandes verdades incómodas, onde denunciou a hipocrisia deste organismo. Não. Fez-se uma reportagem onde só se enaltece os aspectos negativos (que os há, claro), se exige muita obra já feita, comparando um ano de governação a quase uma década do anterior. Isto é jornalismo?

A Geringonça, pelo contrário, em reportagem, teve direito a tratamento VIP. Não se falou num governo que começou com a entrega à borla do BANIF ao Santander só para assegurar um empréstimo ao Estado; não se falou do decreto feito na calada da noite para favorecer os banqueiros da CGD dispensando-os de entregar declaração de rendimentos; não se falou do boicote ao inquérito da CGD para que fosse arquivado; não se falou dos inúmeros assessores e adjuntos sem habilitações; não se falou do aumento em mais de 1000 boys e aumento de despesa dos gabinetes em 11%, em relação ao anterior executivo; não se falou da substituição das chefias da ANPC por boys   professores, advogados e outros profissionais sem qualquer experiência em fogos; não se falou na falência do Estado com as mais de 100 mortes encurraladas à sua sorte em fogos florestais; não se falou na vergonha do armamento furtado em Tancos cujos contornos são patéticos; não se falou nas mortes por  legionella em hospital público; nas refeições podres das cantinas escolares; das listas de espera em hospitais falsificadas; dos OE de 2016, 2017 e 2018 carregados de impostos indirectos que provocaram a maior colecta de sempre esvaziando os bolsos dos portugueses; da memorável Mariana que disse que era preciso buscar dinheiro a quem acumula dinheiro; das contas marteladas para o défice à custa de cativações e medidas pontuais; da falta de vergonha deste governo em não assumir responsabilidades sobre nada; das mentiras compulsivas e sucessivas de Costa; na dívida que desde a entrada deste governo SÓ subiu, continua a subir e está a atingir limites incomportáveis. Não. É só coisas boas…

É uma reportagem tendenciosa que enaltece uma paz social podre à conta de sapos engolidos pela extrema esquerda que não quer sair do poleiro sem deixar as sementes todas espalhadas pelo sistema  para que possa dar continuidade aos seus ideais comunistas. Um milagre da estabilidade falsa como Judas à base de muita hipocrisia que já  custou ao BE e PCP parte do eleitorado. Uma reposição de rendimentos mentirosa porque só abrange os mais ABASTADOS DA FUNÇÃO PÚBLICA  e nem esses escapam aos aumentos colossais de impostos indirectos que lhe roubam esses rendimentos sempre que saem de casa para o trabalho ou para o supermercado.

Quando a SIC se presta a um serviço de informação miserável, incapaz de o fazer com isenção e verdade, não está a fazer jornalismo. Está a fazer propaganda.

Querem mostrar isenção? Façam uma reportagem à Geringonça igual à do Trump. E tenham a coragem de ser honestos.

Fica a dica.

 

 

Celebre-se, pois

13 Novembro, 2017

 

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O Putsch da Cervejaria, ocorrido em Munique a 8 de Novembro de 1923, faz 94 anos. Entre alocuções apologéticas e críticas anti-nazis, há espaço para uma celebração simbólica e afectiva, e há também espaço para uma fervilhante reflexividade em iniciativas académicas e culturais. É bom que assim seja. Dado que a direita portuguesa se radicalizou, considero meu dever, como deputado do partido que representa a moderação reformista, recentrar, através da análise dos extremos, o debate político em Portugal. Tendo já feito a minha reflexão sobre a Revolução Bolchevique, dedico-me agora ao lado oposto do espectro ideológico.

O Putsch da Cervejaria foi objectivamente um dos acontecimentos mais marcante do século XX. O seu impacto mudou a geopolítica da Humanidade. Foi um “game changer” tão grande como a Revolução Francesa, em relação à qual falar do “grande terror” parece – porque é – um anacronismo face ao que significou no curso da história (principalmente por não ter sido a minha cabeça a saltar fora na guilhotina). Obviamente que a lenta mas inexorável conquista do poder por parte do Partido Nazi resultou de uma conjugação de factores e não da acção mitificada de um grupo de homens que muitos acasos poderiam não ter permitido. Mas permitiram: a Primeira Guerra Mundial, a República de Weimar, o Tratado de Versalhes, a perda das colónias, a crise de 1923 e a hiperinflação, a ocupação do Ruhr, o crash de 1929, a teorização orgânica do nazismo por esse brilhante estratega político que foi Adolf Hitler, um grande conspirador, um amante da pintura, da arquitectura e da música, um operacional e um teórico do nacional-socialismo.

Na Alemanha, foi possível recuperar uma nação destruída e desmoralizada, e fazer com que o orgulho regressasse às almas dos seus cidadãos. A economia, completamente arrasada, foi reerguida; a taxa de inflação, incapaz de se manter em intervalos adequados, foi posta nos eixos; o desemprego, que atingia uns inimagináveis 6 milhões de alemães, foi brutalmente reduzido; e o PIB per capita substancialmente aumentado. Em pouco tempo, a Alemanha passou de um país humilhado para uma das maiores potências mundiais.

A história é o que é. Para lá de todas as disputas que o tempo presente ainda convoca, o 8 de Novembro de 1923 é uma das chaves do século XX e uma das marcas mais poderosas da história universal. Emancipadora, pois claro, no contexto que a permitiu e a consolidou. Celebre-se, pois.

Tiago Barbosa Ribeiro

 

Portanto o PR vai deixar de fazer de conta que é sem-abrigo e namoradinho de Portugal, o PM vai deixar de fazer queixinhas…

13 Novembro, 2017

a Catarinhinha deixa de representar, o Jerónimo faz favor de deixar de fazer de rústico e tratam de explicar muito explicadinho o que está a acontecer
Legionela faz quinta vítima mortal

Este homem sofre do síndroma da Olívia patroa, Olívia empregada

12 Novembro, 2017

O apontamento multicultural

12 Novembro, 2017

E eis que chega o apontamento multicultural: Paddy Cosgrave o empresário de sucesso por trás da web summit fez um pedido de desculpas “Querido Portugal, peço desculpa. Sou irlandês. Culturalmente temos uma relação muito diferente com a morte. Nós celebramo-la. Isso não faz desta a abordagem certa uma vez em Portugal.” Caro Paddy deixe-se de antropologias de pacotilha. Quer mesmo falar de morte? Sabe quantas pessoas morreram com Legionella em Portugal nos mesmos dias em que era bajulado pelos políticos e afins ao regime? O nosso problema não são os mortos do Panteão. São os outros.

Ps. Já agora eu sei que a t shirt e o ar despenteado o desligam da imagem clássica do empresário. Mas as coisas são o que são: o senhor é empresário e ainda bem. Mas pf não dá abracinhos destes em eventos públicos aos dirigentes dos países que o acolhem. Quando ele for jantar a sua casa esteja à vontade. Até lá vamos manter a distância institucional. Também sei que o nosso PM parece não se ter importado mas isso não torna as coisas menos patéticas. Antes pelo contrário.mw-860

Ninguém morreu no jantar, o que é bom

12 Novembro, 2017

Uma das certezas acerca da morte, uma das que mais alento me dá, é a de saber que só serei recordado por pessoas que amei e que, portanto, não serei alvo da injúria final que consiste em figurar na lista de heróis nacionais com dever de Panteão Nacional. Nunca se sabe, porém, se até à data do repouso final terei o azar de fazer algo que os governantes do momento decidam ser de demérito tão vincado que justifique o derradeiro castigo de figurar na lista de nomes deixados ali ao frio do monumento. Assim sendo, por precaução, já tratei de deixar por escrito que é minha vontade ser enterrado com os comuns esquecidos em cemitério suburbano.

O Eusébio, por exemplo, não teve tanta sorte, coitado. Depois de morto não teve grande poder para que o deixassem em paz, obrigando a que figurasse num salão de festas para feirantes. António Costa já veio culpar o governo anterior pela autorização do banquete que o seu próprio governo autorizou, como o puto sebento que culpa o miúdo por quem copiou pela má nota no teste. Não é uma atitude suína porque os porcos são seres dignos: é uma atitude à António Costa, expressão que dificilmente conseguirá ser superada após a forma como lidou com mortes em incêndios. Por outro lado, bem vistas as coisas, ninguém morreu no jantar, pelo que, depois deste Verão, é motivo suficiente para se declarar um evento pacífico.

#JeSuisPortugal

Desde que José Sócrates se mostrava muito chocado na AR com as operações financeiras que não se via uma choque destes

11 Novembro, 2017

Costa: “Utilização do Panteão para eventos festivos é absolutamente indigna

O sentido das proporções de António Costa

11 Novembro, 2017

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Aquando de Pedrogão não se ouviu uma indignação.
Depois vieram os mortos de Outubro e continuou sem falar de indignidade.
Sobre os da legionella continua à espera de melhor oportunidade.

Já sobre um jantar ao pé dos mortos nao tem dúvidas: António Costa diz que jantar da Web Summit no Panteão Nacional é “absolutamente indigno” e “ofensivo”

As Cativações de Centeno Matam

11 Novembro, 2017

O recente caso escandaloso de legionella num hospital público (sim, num hospital… público!) não deixa dúvidas: As cativações de Centeno matam. Matou nas estradas pessoas que fugiam aos fogos por indicação das autoridades sem meios operacionais.  Mata agora pessoas que se dirigiam ao hospital para se tratarem porque a limpeza e manutenção dos equipamentos não estava a ser feita. Mata gente com doença oncológica por falta de assistência com 5 milhões já aprovados para os serviços de oncologia, mas suspensos. Matará ainda mais gente quando houver cheias ou sismos por falta de prevenção e meios, outra vez. Ou simplesmente enquanto esperam por cirurgia onde a limpeza de ficheiros impede de se saber a dimensão do drama. Sim, as cativações estão matar e não se ficam por aqui. As escolas já servem comida com larvas, ou  em decomposição, sem carne ou porções diminutas… e os cortes na GNR e PSP disfarçados com alunos que nem começaram o curso. Sem falar das verbas do OE 2018 que não cobrem integralmente as refeições a reclusos.

Para quem não sabe, “cativações” é o termo técnico para designar “suspensões”. Ou seja, é uma ferramenta usada pelos financeiros para TEMPORARIAMENTE suspender verbas e ganhar alguma folga financeira. Nunca pode ser definitivo. É como suspender o ar enquanto respiramos, estão a ver? Se o mantivermos suspenso, morremos. Aqui é exactamente o mesmo.

Quando se recorre a este mecanismo como forma exclusiva de contenção de despesa está-se criminosamente a retirar verbas ESSENCIAIS ao bom funcionamento dos serviços públicos que só nos hospitais vai em 9,2 mil milhões. Ou nos transportes onde 20% da frota está PARADA por falta de manutenção. Pior, está-se também a PARAR o país criando graves dificuldades de tesouraria em todas as empresas fornecedoras do Estado que, sem liquidez, ou se endividam ainda mais ou entram em insolvência. Bonito serviço, não?

Ora, eu não tenho dúvidas nenhumas que o nosso “CR7 das cativações” sabe disso. Isto é básico em gestão. Porém, ao seguir firme por esta trajectória está simplesmente a dizer de forma dissimulada “que se lixe”. Importa-lhe, tal como ao Costa, o momento. E o momento é de encobrimento, de cirurgia plástica às contas. Se depois algo correr mal, pouco importa pois tal como o próprio o disse “em 2018 já não será ele o Ministro das Finanças”.

O que importou nestes 2 anos de governação da geringonça, essa criação maravilhosa que junta 3 derrotados de esquerdas à frente dos destinos da nação, foi encher de regalias os de sempre: função pública e corporações. Veja-se a última preocupação destes ao querer reformas antecipadas aos funcionários públicos que entrem no desemprego ( inconstitucional ao abrigo do artº 13º)! Aqui não houve cativações. Abriu-se cordões à bolsa e todos os dias se prometeu mais e mais. Não só aos Funcionários Públicos  mas também investiram largamente e sem limites neles próprios. Não houve qualquer problema de verbas. Tal como Costa afirmou foi “chapa ganha, chapa distribui“. Claro, mas só para eles e função pública.

Ironicamente, precisamente quando o calendário nos lembra que o comunismo nasceu há 100 anos, sentimos na carne a aplicação ainda em modo muito inicial dessa ideologia de Marx. A concentração no Estado de TODAS as prioridades  só com elites e corporações deixando o povo com migalhas entregue à sua sorte. Pior: na teoria dos carniceiros comunistas, morrer por aplicação desta ideologia de sonho é apenas dano colateral das Revoluções de Outubro,  Novembro ou do raio que os parta, onde morrer não era um problema: RESOLVIA problemas. Ou seja, morrer gente não lhes tira o sono. Só o Focus Group que é preciso ir controlando para que a popularidade se mantenha alta e os votos correspondentes. Emoções? Quando não há, inventam-se. Tudo em prol da ideologia propagandista e de vaidade. Tal e qual os regimes vermelhos.

Por isso, as cativações vão continuar independentemente de quem morra. Porque o DINHEIRO DE BRUXELAS faz falta para pagar salários e reformas a esta malta e ele não pode falhar. Isso é que importa. Enganar a CE até onde for possível para manter o nível de vida que ambicionam.

O resto da população não passam de números. Mais um menos um, tanto faz.

Aqui ninguém se indigna?

10 Novembro, 2017

Agressão a agente da PSP em Lisboa

Felizmente que alguém que por ali estava se meteu no meio porque o outro agente saltava, saltava…

A palhaçada

10 Novembro, 2017

O que está a acontecer na Catalunha é uma palhaçada. Se Madrid tivesse contratado um grupo de sabotadores do independentismo catalão não arranjava melhor que este grupo de fartos de viver bem que confundem uma declaração de independência com uma ida às compras.
Agora é Forcadell – a presidente do parlamento catalão – que vem dizer que esta sessão a que presidiu no parlamento catalão e em que declarou a independência da Catalunha afinal não foi a sério

as novas bruxas de salém

10 Novembro, 2017
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Numa simples visita, hoje feita, por alguns dos jornais disponíveis on-line, encontramos algumas notícias curiosas de «assédio» sexual. Seguem apenas as mais salientes:

Por hoje é tudo. Amanhã haverá, certamente, mais.

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Carta Aberta a Jerónimo de Sousa

10 Novembro, 2017

Caro Jerónimo,

Soube que esteve eufórico a comemorar os 100 anos do Comunismo essa maravilha de ideologia que matou mais 100 milhões de pessoas no passado e ainda mata no presente. Sei que o seu entusiasmo o levou a dizer que foi o “maior acontecimento do século XX” e a ele “devemos os direitos laborais, mas provavelmente por ignorância ou cegueira ideológica – não o culpo – o único mérito que trouxe foi a apropriação dos bens privados, recorrendo ao saque violento e mortífero em nome dessa Revolução deixando povos na miséria a morrerem de fome para pôr em prática a doutrina de Marx, um fiasco Mundial. Nem sequer os direitos laborais nasceram do comunismo porque antes do nascimento do comunismo, em 1917, já em 1802 nascia a Primeira Lei de trabalho do REINO UNIDO; em 1831 nasciam as Primeiras regulações nos ESTADOS UNIDOS; em 1841 nascia a Primeira Lei de Trabalho de FRANÇA; em 1859 nasciam as Primeiras regulações no extinto Império AUSTRO-HÚNGARO; 1869 nasciam as Primeiras regulações na ALEMANHA; em 1867 nasciam as Primeiras regulações em PORTUGAL; em 1877 nasciam as Primeiras regulações na SUÍÇA; 1886 nasciam as Primeiras regulações em ITÁLIA; 1892 nasciam as Primeiras regulações na SUÉCIA e DINAMARCA; 1902 nasciam as Primeiras regulações em ESPANHA. Nem sequer o direito ao voto da mulher foi conquista vossa: foi introduzida na Constituição por Salazar. As vossas conquistas foi acoplarem-se aos governos reivindicando regalias para as corporações e elites.

Escolheu o Coliseu para os festejos num país capitalista de mercado livre. Mas deveria ter escolhido fazê-lo na Ucrânia, na China ou na Rússia junto com os povos que sentiram e respiraram esse “Sonho de um Mundo Novo” onde a Revolução está tão viva nas suas memórias que uns baniram por completo o comunismo, os outros nem sequer o festejam como sinal de vergonha. Sim, camarada Jerónimo, a Revolução de Outubro está viva, tão viva que por onde ela passou deixou um rasto de revolta e dor que o tempo jamais apagará. Nem mesmo os que o viveram cá, no Verão Quente, felizmente por breve período, o esquecerão tão cedo.

Não! nós Mundo não decretamos a morte ao Comunismo. Foi ele que morreu sozinho nas terras onde nasceu e foi enterrado lá por quem a ELE SOBREVIVEU. Vive ainda por cá porque ser comunista num país capitalista é uma doce utopia que não aleija. Só engorda os incautos.

E não! camarada, o Comunismo não é nem nunca será compatível com a democracia porque defende o totalitarismo do Estado e em ditadura ninguém é livre. É assim na Coreia do Norte que tanto elogia, na Venezuela que tanto admira, em Cuba que tanto louva. Mas onde nunca nenhum de vós sentiu desejo de permanecer. Como conseguem resistir a esses países idílicos onde vosso sonho está vivo?

Pare de dizer que fascismo é antagónico ao comunismo se ambas são correntes da ideologia marxista. Branquear a História e criar pós-verdades não altera os factos. São ambos “filhos da mesma mãe”. Lamento.

Quer a Revolução Socialista em Portugal? Esqueça! Ela jamais virá! Porque o povo português conhece Holodomor, Auschwitz, os Gulags, o Verão Quente, tem descendentes na Venezuela e acompanha o que se passa em Cuba e na Coreia do Norte. Pode ser ainda iletrado mas não é estúpido. Muito menos esquecido. Temos pena.

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É todo um estilo

9 Novembro, 2017

O ministro da Administração Interna terá exigido que militares da GNR ficassem no exterior da casa porque cão não parava de ladrar. Associação de guardas fez queixa do ministro ao comandante-geral. (…) Inicialmente, os guardas nem tinham forma de ir à casa de banho, sendo forçados a deslocarem-se à coletividade mais próxima da vivenda. Depois da primeira queixa, apurou o Observador, os militares já têm acesso a uma pequena casa de banho junto à piscina do ministro.
Enfim, se o homem é assim em público não admira que em casa seja um arrogante social, insuportável e intratável.

 

 

Estruturalmente conjuntural

9 Novembro, 2017

 

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“A direita não sabe ver uma reforma estrutural mesmo quando ela lhe entra pelos olhos adentro”. Foi com esta frase que José António Vieira da Silva respondeu às críticas do PSD sobre a falta de visão de futuro do executivo. Quando ouvi estas palavras da boca do político que foi Secretário de Estado da Segurança Social entre 1999 e 2001, Ministro do Trabalho e da Solidariedade Social entre 2005 e 2009 e que é o actual responsável pela mesma pasta, lembrei-me logo daquela anedota clássica do homem que tenta motivar o amigo doente a largar os cigarros, dizendo-lhe convictamente que deixar de fumar era tão fácil que ele próprio já o tinha feito várias vezes. Vieira da Silva partilha deste tipo de sabedoria: percebe tanto de reformas estruturais, que em menos de duas décadas já está a fazer a terceira.

Em 2001, ainda no tempo de António Guterres, colaborou naquela que, de acordo com o anunciado, salvava a Segurança Social “até ao final do século”; em 2007, com José Sócrates, liderou a que, de acordo com o anunciado, a salvava novamente, muito embora, dessa vez, apenas “até 2050”; e agora, de acordo com o anunciado, está outra vez a salvá-la! Estruturalmente, como não podia deixar de ser. Uma vez que, aparentemente, os salvamentos da Segurança Social estão sujeitos a uma espécie de lei dos rendimentos decrescentes, suponho que este terceiro só durará até 2025.

A ideia com que fico é que se o Ministro Vieira da Silva fosse nadador-salvador, era capaz de, após chegar com o náufrago a terra firme, voltar a atirá-lo ao mar só para ter o prazer de o salvar mais umas três ou quatro vezes.

 

O virar da página no SNS

8 Novembro, 2017

Incêndio no Hospital de Santa Maria, em Lisboa
Número de casos de legionella sobe para 38
Finanças bloqueiam cirurgias oncológicas no IPO-Lisboa
…

E receber o salário do seu pai parece-lhe bem?

8 Novembro, 2017

Numa espécie de redacção sobre os animais nossos amigos versando não os animais mas sim a implantação do comunismo em 1917 Jerónimo de Sousa escreve várias inanidades sobre o comunismo em si mesmo ea URSS que José Milhazes desmonta com saber que lhe vem do estudo e da experiência própria. Mas sobre o que vai na cabeça de Jerónimo de Sousa há uma frase fantástica, Escreve Jerónimo sobre o arrendamento na URSS “Em 1985, mais de 80% da população já tinha casa ou apartamento individual e as rendas não sofriam qualquer alteração desde 1928 representando apenas 3% a 4% do orçamento familiar.“ Digamos que nesse aspecto, o do congelamento das rendas, nós até começámos antes dos soviéticos – começámos em 1910 – e o resultado foi o que se viu: acabámos sem mercado de arrendamento e endividados desde a juventude até à velhice para pagar a casa que não, não era no centro da cidade, nem sequer na cidade mas sim na periferia.

Ora tendo Jerónimo de Sousa nascido em 1947 cabe perguntar-lhe se ele achava bem receber o salário que o pai dele recebia em 1928?

 

Quem sabe o juiz Neto Moura fez um acordão para o agressor de Coimbra e teremos várias chamadas de capa sobre o facto de alguém sucessivamente condenado por agressão grave continuar numa rica vida?

7 Novembro, 2017

 

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Aqui ninguém se indigna

7 Novembro, 2017

Revela o EXPRESSO que um dos agressores de Coimbra já foi julgou e condenou um deles por 7 crimes, quatro deles envolvendo agressões graves mas saiu sempre com pena suspensa. Também foi julgado e condenado por posse de arma proibida e condução sob o efeito de alcool. Foi sempre condenado a pena suspensa, pagamento de multas e trabalho comunitário.
Não sei se seria mais adequado caso o homem em causa tivesse cumprido pena de prisão mas espantosamente no mesmo país que quase parou por causa do acordão de Neto Moura não vejo que agora se discutam estes acordãos. Nem sequer deve haver tempo para questionar o seguinte: o condenado pagou as multas? Cumpriu o trabalho comunitário? Onde era esse trabalho?…

À atenção das redacções

6 Novembro, 2017

Há anos que isto dura:não se noticia aquilo de que se discorda. Temos reportagens sobre qualquer ajuntamento de dez pessoas e simultaneamente ignoram-se manifestações que reúnem um nº considerável de pessoas.

Não interessa se se discorda ou concorda. Estas manifestações aconteceram no passado sábado  mas os jornalistas quase não estiveram lá

A Escravidão dos Impostos em Portugal

6 Novembro, 2017

É simplesmente criminoso o que se anda a fazer em Portugal anos a fio. Com uma irresponsabilidade arrepiante governa-se para a “compra” de votos sem qualquer preocupação com o futuro. Depois pede-se com ar muito sério austeridade ao povo português (que não inclui nunca a classe política) à qual se junta sistematicamente aumentos de impostos. Quando não chega o aumento aos já existentes, inventam-se uns quantos mais. Isto não é governar. É roubar.

O saque começa sempre pelos mesmos: os criadores de riqueza. A eles cabe a responsabilidade em primeiro lugar para pagar os devaneios dos políticos. Como aquele filho adolescente, estão a ver? que passa o tempo todo a exigir aos pais que lhe pague todos os vícios e luxos só porque acha que tem esse direito por ser filho. Ora o Estado age para com os empresários do mesmo jeito, considerando o lucro como um vício capitalista que é preciso controlar e manter em níveis baixos. É pecado ser criador de riqueza. Assim, penaliza-se a classe  com obrigações fiscais diversas sobre a empresa (IRC, tributações autónomas, PEC) e depois sobre os trabalhadores (seg. social, fundo de compensação, acidentes trabalho, subsídio alimentação, formação anual, higiene e segurança). Feitas as contas é assim: um trabalhador que leve um salário de 1000€ bruto, custará à empresa, por subsídios férias e natal, 166,6€ (1000 x 14/12=1166,6€), 277,08€ de segurança social (1.000€ x 23,75% = 237,5€ x 14=3 325€/12=277,08€),  11,66€ de acidentes trabalho (1000€ x 1% = 10€ x 14 = 140€ / 12 = 11,66€),  131,47€ de subsídio alimentação (6,83€ x 21 dias úteis = 143,43€ x 11 meses = 1.577,73€/12 = 131,47 €) num total de 1 581,81€ ao qual se junta AINDA as despesas, algumas variáveis, com formação anual obrigatória, fundo de compensação de 1%, higiene e segurança e 136 dias pagos anuais de trabalho não efectivo correspondente a fins semana, férias e feriados.

Depois vem o contribuinte que com seus parcos rendimentos tem de entregar ao Estado quase metade do fruto do seu trabalho a esse vigarista travestido  no IRS e outra vez na segurança social (11%).

Mas o confisco não acaba aqui. Depois, o Estado obriga a pagar IVA (entre outras taxas e taxinhas) de todos os serviços e bens transaccionados. Ora, enquanto nas empresas o IVA é dedutível, ao nível particular, tirando aquelas despesas mínimas mas com limites à dedução no IRS, o resto é pagar e não bufar. Ou seja, se nos retiram quase metade à cabeça para impostos sobre o trabalho, o resto acaba por inevitavelmente ir para pagar impostos directos e indirectos sobre casa, transportes, comida, luz, água, gás, roupa, educação e lazer (quando é possível). Ou seja, no fim das contas, ou nos cortamos em despesas ou ficamos a dever. Poupar? Bem isso é quase uma miragem pois tal proeza é só de quem consegue privar-se de muito e mesmo assim…

Um Estado responsável e competente não precisaria senão do IVA, cuja taxa até podia aumentar, para fazer uma boa gestão do sector, onde se tributaria apenas TODAS as transacções de bens e serviços. Porque esse é o único imposto justo e aceitável.  Em resultado teríamos um impulso na economia com investidores a guerrearem para criarem riqueza no nosso país, emprego a disparar, nível de vida a melhorar, pessoas mais felizes e motivadas porque veriam mais dinheiro ao fim do mês impulsionando o consumo, salários com muita mais margem de negociação logo muito melhores e acima dos miseráveis 585€ de mínimo nacional. Sim, o investimento cria riqueza e a riqueza, quando acessível a TODOS atenua as desigualdades. E sem grilhetas, as pessoas produzem mais porque sabem que o retorno do seu suor, é delas. Só delas.

O Estado actual é ladrão autorizado que empobrece tudo o que estiver à sua volta sem sequer dar o retorno a quem sacrifica. Por isso tem de ser reduzido ao essencial com limites expressos na Constituição, parar de tributar sucessivamente e procurar no futuro ALIVIAR reduzindo a carga fiscal até à razoabilidade para devolver a liberdade aos cidadãos.

Porque imposto é escravidão, é roubo aos indefesos.

 

 

 

 

 

Não sabia que também era dada à beatice

6 Novembro, 2017

O julgamento de José António Saraiva e seu editor por uma passagem no seu livro é das coisas mais bizarras a enfeitar a espectacular paródia que já é a justiça portuguesa. Então, uma mulher chateia-se por alguém dizer que tirou fotos eróticas com o namorado? Após décadas de queixumes contra o heteropatriarcado e sei-lá-mais-o-quê que de forma tangencial possam ter a ver com a emancipação feminina, vamos agora borrar a pintura toda à conta de pudor por um relato de libertação? Que mal tem que uma mulher use a beleza do seu corpo para presentear o namorado com recordações do seu erotismo? Quebra a imagem da fêmea casta, esposa dedicada ao lar e às agruras da maternidade? Não é isso mesmo que se pretende, não ter amarras de pudores religiosos, ultramontanos e castradores da figura feminina como portadora de plenitude sexual?

Chamem-me antiquado, conservador, até opressor colonialista de um fascismo sem rosto humano, mas não consigo encontrar qualquer motivo de embaraço por uma criatura se dedicar a posar para fotografias do seu corpo. Perceberia tal coisa numa época retrógrada, quando esses actos poriam em causa, por pura mesquinharia, a capacidade de uma mulher ser esposa e mãe dedicada enquanto ser sexual, porém, em 2017, depois do enorme esforço para que a mulher deixasse de ser um mero apêndice da propriedade masculina, é altamente contraproducente apresentar tamanha insegurança sobre algo que não só não é motivo de embaraço como deveria ser de orgulho pelo à-vontade com o seu próprio corpo.

Uma coisa seria a publicação de tais fotos, sem consentimento, como, aliás, a própria Fernanda Câncio e o seu editor fizeram quando apareceu uma fotografia de uma alegada Angela Merkel nua em férias, alegação essa que Merkel, como mulher sem tretas, ignorou com a natural irrelevância do caso (o texto de Fernanda Câncio criticava a publicação da fotografia enquanto, ao mesmo tempo, na versão impressa, a fotografia ornamentava o artigo). Outra coisa é alguém ficar chocado por se saber que uma mulher tirou, no aconchego do lar, umas fotos sem roupa para o namorado.

E não, não ficaria chocado se num baú do sótão encontrasse fotografias do mesmo cariz com uma avó ou com a minha própria mãe. Ficaria, sim, feliz por constatar terem tido momentos de alegria terrena de alheamento total à feiura do dia-à-dia. Era o que mais faltava, perpetuar a ideia de que uma mulher não pode ou não deve vivenciar a sua sexualidade como bem entender.

 

TODO O PODER AOS SOVIETES!

6 Novembro, 2017

 DN 6 DE NOVEMBRO DE 2017 Medina admite subir taxa turística em Lisboa

BLASFÉMIAS 3 DE NOVEMBRO DE 2017 CML, o soviete do BE e do camarada Medina: Aumento de impostos

Ainda se fossem cães

5 Novembro, 2017

Depois dos tempos em que o agressor não era um agressor mas sim uma vítima da sociedade acabámos no grotesco de ser o perfil do agressor a determinar se a vítima, que tem de estar sempre isenta de mácula, pode ou não ser vítima. Afinal é a diferença do perfil do agressor que determina que em Lisboa tenhamos um caso e em Coimbra um facto da semana passada.

descubra as diferenças

5 Novembro, 2017
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A propósito de segurança privada

4 Novembro, 2017

Desesperados por ninguém ter filmado as agressões de que foram vítimas por parte dos seguranças  devem estar os homens que apresentaram queixas por agressão e sequestro na Festa do Avante em 2015.

Em Abril deste ano, 2017, ficou a saber-se que “Esgotadas as diligências de prova, não foi possível ao MP identificar o os autores dos factos”.

 

Bloco, onde andas tu Bloco?

4 Novembro, 2017

…Já teve lugar a conferência de imprensa do Bloco a culpar o Goveno pelo surto de legionella no Hospital São Francisco Xavier?

4 de Novembro de 2017: Legionella. DGS confirma 18 casos no Hospital São Francisco Xavier, em Lisboa

27 de Março, 2017: Bloco apontou que governo PSD/CDS-PP teve culpas no caso da legionella. O caso da legionella teve início em novembro de 2014 em Vila Franca de Xira provocou a morte de 12 pessoas em 2014 e infetou 375 pessoas. O Ministério Público (MP), na acusação, explica que apenas conseguiu estabelecer o nexo de causalidade em 73 das pessoas afetadas e em oito das 12 vítimas mortais.

12 de Novembro de 2014: Legionella Vila Franca de Xira. O Bloco de Esquerda requereu esta quarta-feira a ida ao Parlamento dos ministros do Ambiente e da Economia para dar esclarecimentos sobre a fiscalização da qualidade do ar, considerando que o executivo tem culpas no cartório ao reduzir a prevenção

Mais uma semana e o Woodstock mais o rock passam a manifestação do heteropatriorcado

3 Novembro, 2017

CML, o soviete do BE e do camarada Medina (2)

3 Novembro, 2017

A cada compromisso do PS com a extrema-esquerda cresce a camada da burocracia e dos cargos para os discípulos do prof. Boaventura. O acordo do BE com o PS na CML é um exemplo do que pagamos e dos problemas que nos estão a ser criados para que o PS possa governar. O acordo PS-BE prevê como aqui já dissemos a criação de lugares à medida para que  mais clientelas se instalem e a introdução de critérios que ninguém consegue avaliar mas que permitem aos oligarcas da CML escolherem quem bem quiserem recorrendo a argumentos ideológicos. Mas não só, temos também:

3.  agitação e propaganda

4. Aumento de impostos

«Aplicação das receitas da taxa turística em higiene urbana e transportes públicos nas zonas de pressão turística, com reavaliação do valor da taxa em 2018.» PORTANTO A TAXA VAI AUMENTAR

5.Manutenção de clientelas

«Atribuição automática da tarifa social da água». – TRATA-SE DE  UMA MEDIDA PURAMENTE DEMAGOGICA E AMBIENTALMENTE IRRESPONSÁVEL: MUITOS AGREGADOS FAMILIARES PAGAM MENOS POR ÁGUA DO QUE POR TELECOMUNICAÇÕES, NÃO TÊM QUALQUER MOTIVAÇÃO PARA POUPAR ÁGUA O QUE NUM PAÍS EM SECA É DE UMA INSANIDADE TOTAL

«Alteração dos regulamentos de acesso à habitação para proteger inquilinos em incumprimento por carência económica ou sob ameaça de despejo sem realojamento adequado.» PORTANTO A HABITAÇÃO SOCIAL É PERPÉTUA. ALIÁS NÃO SE PERCEBE SEQUER A FIGURA DO DESPEJO SE EM SEGUIDA SE TEM DE ASSEGURAR REALOJAMENTO. NOTE-SE QUE PARTE DA VERBA DO FUNDO DA SEGURANÇA SOCIAL VAI SER APLICADO EM HABITAÇÃO SOCIAL QUANDO O PREJUÍZO CHEGAR FAZ-SE MAIS UMA TAXA PARA CAPITALIZAR A SEGURANÇA SOCIAL

«Gratuitidade dos manuais escolares na escolaridade obrigatória, até ao 9º ano (por reembolso) no presente ano letivo, até ao 12º ano no próximo.»   NÃO HÁ GRATITUIDADE ALGUMA. ESTAMOS SIM PERANTE UMA DESPESA ABSURDA NO CASO ASSUMIDA PELA AUTARQUIA.

(segue)

Para Que Raio Serve o PAN?

3 Novembro, 2017

Andaram muito ocupados com a Morte do Galo em Seia que afinal é um ovo. Deram prioridade aos animais que quisessem passar a comer fora em restaurantes. Também não se esqueceram de criminalizar os maus tratos  nem de regulamentar a venda em comércios e internet dos patudos. O resto do tempo foi para defender os copos menstruais e ovos contraceptivos para pombos, ou o reconhecimento no Código Civil de um eventual terceiro tipo de “pessoa”, para além da pessoa singular e da pessoa colectiva já existente, para animais. Muito bem! Esqueceram-se no entanto, COMPLETAMENTE das PESSOAS, ANIMAIS e NATUREZA vítimas dos maiores incêndios florestais de que há memória em Portugal. Alguém os viu ou ouviu??

Só em Pedrógão Grande, o número de pessoas vítimas oficiais foram 67 (nem o INEM quis colaborar com a Comissão Independente de Investigação aos Fogos para não ter de revelar algo incómodo) com centenas hospitalizados. Animais foram mais de 500 mortos e cerca de 1200 assistidos. Com a tragédia de 15 de Outubro somaram-se ainda mais 47 pessoas falecidas, mais de 60 feridas e o dobro de animais perdidos na tragédia de Pedrógão. Onde raio está o PAN? Alguém viu esta gente a sujar os sapatinhos de verniz nas cinzas, preocupado com o ecossistema ou a falar com a população afectada? Ora essa! Gentes rurais por acaso dão votos no PAN?

Na verdade se não fosse a Sociedade Civil, outra vez, a mobilizar-se rapidamente acudindo logo no MESMO dia às vítimas destes mortíferos e criminosos fogos, animais e seus donos estariam já todos mortos de fome. Ouviram bem? MORTOS DE FOME. Com efeito, é preciso estar no terreno para ver a dramática e revoltante situação de abandono  a que estão sujeitos. Meu Deus! É impossível ficar indiferente a este sofrimento. São agricultores a suplicar por alimento para os animais sobreviventes. São pessoas aflitas porque não têm anexos para abrigar as ovelhas. Lágrimas por não ter como acudir aos bichos enquanto eles próprios sofrem também por terem perdido tudo.  Vá lá… vá lá… o PAN não quer saber mas pelo menos temos a romaria de cínicos do costume a visitar as zonas ardidas porque fica bem no focus group (menos mal). Fazer, concretizar no imediato e rápido, com dinheiros de donativos (não Estatais) nem pensar. É preciso BUROCRATIZAR ao máximo aquilo que não lhes pertence se não à Sociedade Civil para fazer render o peixe nas contas bancárias… Enquanto isso, que se desenrasquem! Não é? O Natal já está aí e só 32 casas de habitação permanente estão a ser concluídas em Pedrógão. Digam lá se isto é admissível com milhões de donativos onde parte até já foi para aquisição de equipamento hospitalar! Haja vergonha!

O PAN é um valente flop! Não serve efectivamente para nada. Dois anos já no Parlamento e não criminalizou a violência sobre idosos. Não se preocupou um único dia com pessoas que vivem na rua. Não emitiu um pio sobre crianças maltratadas e abandonadas. Nunca se debruçou sobre o Tejo que está a literalmente a MORRER. Tal como Costa, foram atrás daquilo que dá votos pouco se lixando para aquilo a que foram votados. São um embuste que à semelhança do BE se dizem tão preocupados com os mais desfavorecidos mas esquecem-se deles todos os dias. Porque esses como já disse não são funcionários públicos nem dão votos.

Oxalá o cidadão acorde e perceba rapidamente que esta gente não passa de burgueses preocupados com seu lugarzito no Parlamento e os ponha dali para fora. Parasitas a ganhar milhares de euros mensais junto com seus “assessores da treta” que nem árvores plantam em prol da natureza mas que a usam para se promoverem, precisam mesmo é de ir dar banho ao cão, ao gato ou ao periquito… lá de casa…  para bem  longe.

Porque o Parlamento precisa urgentemente tal como nossas florestas, de “limpeza e reordenamento”. Arrancar pela raiz as “ervas daninhas”  e renovar as “plantas mortas” para dar lugar a uma nova “reflorestação” política.

O PAN e todos que por lá poluem.

Estátua de sal te tornarás, povo que vota em Barrabás

3 Novembro, 2017

Esta onda de linchamento a tudo e todos, na minha opinião, não reflecte o fim da revolução sexual e sim o repúdio da sociedade contemporânea pelos progenitores. Não se fica pela censura de comportamentos inapropriados: arroga-se o direito de comoção colectiva e generalizada que vise expurgar, em última instância, as falhas da humanidade, assimilando na perfeição o conceito de Homem Novo. O Homem Novo é mulher, que também é homem, porque cada um é o que quiser ser a uma dada altura. Os nossos pais falharam, com a sua devassa sexual, com a falta de sensibilidade pelo pecado do heteropatriarcado. Como poderíamos nós, os seus filhos, frutos de luxúria pecaminosa, abdicar do Pecado Original de tão animalesca concepção?

Deus terá dito que pouparia os justos em Sodoma e Gomorra, mas não encontrou qualquer um que fosse merecedor de piedade. Talvez o erro de Deus tenha sido o da criação propriamente dita, que quem vê a floresta trata as árvores como sendo todas iguais (excepto eucaliptos, esses caíram em desgraça por outros motivos).

Acordem-me quando terminarem de extinguir as falhas da humanidade, ou, em rigor, a própria humanidade. Eu cá fico quietinho, devidamente cristalizado como a mulher de Ló, aquela que se atreveu a desobedecer por olhar para trás. 

CML, o soviete do BE e do camarada Medina

2 Novembro, 2017

A cada compromisso do PS com a extrema-esquerda cresce a camada da burocracia e dos cargos para os discípulos do prof. Boaventura. O acordo do BE com o PS na CML é um  exemplo do que pagamos e dos problemas que nos estão a ser criados para que o PS possa governar

  1. criação de lugares à medida para que  mais clientelas se instalem  

«Regularização de todos os precários da Câmara e das empresas municipais». – PORTANTO MAIS FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS E MAIS FUNCIONÁRIOS ADMITIDOS SEM CONCURSO

«Criação de gabinete de fiscalização da qualidade da alimentação escolar.»  AS CANTINAS ESCOLARES JÁ SÃO FISCALIZADAS. NAS ESCOLAS HÁ PROFESSORES QUE TÊM TEMPO LECTIVO PARA ACOMPANHAR AS CANTINAS. VAI APENAS CRIAR-SE OUTRA ESTRUTURA.

2.  introdução de critérios que ninguem consegue avaliar mas que permitem aos oligarcas da CML escolherem quem bem quiserem recorrendo a argumentos ideológicos

(SEGUE)

O professor Teixeira dos Santos nunca deu por nada?

2 Novembro, 2017

Podemos falar sobre este assunto? Ou a única violência de que se pode falar é a doméstica?

1 Novembro, 2017

A rua Luciano Castilho, em Coimbra, viveu uma autêntica manhã de terror.

 

«O McDonald’s foi onde começaram as coisas. Foram agredidas várias pessoas que estavam no restaurante, incluindo um senhor de 57 anos», afirma uma fonte que prefere não se identificar com medo de represálias. «Eles ameaçaram as pessoas, disseram que lhes cortavam o pescoço», refere.

Dois homens começaram a agredir várias pessoas dentro do restaurante McDonald’s. As cenas de violência continuaram fora do estabelecimento e, segundo uma testemunha, um jovem ficou com o rosto desfigurado. De acordo com várias testemunhas, o incidente aconteceu às oito da manhã desta quarta-feira, 1 de novembro.

«O INEM levou a namorada do jovem agredido, que estava em choque e o homem de 57 anos», avança a mesma fonte.

A Polícia de Segurança Pública de Coimbra foi chamada ao local, avançando aos populares que os agressores são conhecidos na zona pelo seu comportamento violento e que já cumpriram pena de prisão, tendo saído em liberdade há dois meses.

apelo aos indignados da justiça

1 Novembro, 2017
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Em tempo de grandes indignações contra juízes que invocam a Bíblia nos seus acórdãos, seria bom que os indignados do costume fizessem, pelo menos, alarido semelhante contra uma senhora juíza que, dizem os jornais, advertiu o réu que acabara de condenar a uma pena de prisão suspensa de quatro anos e meio a «não persistir mais» neste processo, quer isto dizer, a não recorrer da sentença que ela mesmo acabara de proferir. Ora, se isto não é uma ameaça ao Estado de Direito, onde um dos direitos fundamentais que assiste a qualquer cidadão é o de poder suscitar a revisão de uma sentença condenatória de um tribunal inferior para um de hierarquia superior, hão-de dizer-me o que será. É que, durante os próximos quatro anos e meio, se a condenação se mantiver, Carrilho poderá ir parar com os ossos à cadeia, o que, muito francamente, parece ser o sentido da advertência, ou ameaça, que a senhora juíza lhe terá feito. Esperemos, então, pelos protestos do costume e que a juíza seja chamada ao Conselho Superior da Magistratura e ao Supremo Tribunal de Justiça para esclarecer o sentido das suas (graves) palavras.

Tudo isto, naturalmente, para além da substância do processo, que não me interessa nada, menos ainda as duas personagens públicas envolvidas, por quem tenho idêntica desconsideração.

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Portanto os militares portugueses só respondem pelo material na Primavera?

1 Novembro, 2017

O general Rovisco Duarte considerou o facto de existir uma caixa de petardos a mais no material recuperado na Chamusca uma “ligeira discrepância” “perfeitamente compreensível”, dizendo que o material em causa era utilizado na instrução, podendo ter sido registada a sua saída e não ter sido na realidade consumido por várias razões, como por exemplo atmosféricas: “Se chove, a instrução pode ser interrompida e os rebentamentos podem não ser executados. (…) É material volante que saiu, uma caixa, não é tanto assim”    Eu até diria mais senhor general, e quando faz um sol abrasador podem lá os distintos militares andar preocupados com uma caixa de material volante? Para não falar nos dias  de vento forte em que uma pessoa nem consegue manter a compostura da farda: o melhor a fazer é deixar a caixa dos explosivos para trás que mais a mais o vento não a leva. E o nevoeiro, senhor general, o nevoeiro!? Coitadinhos dos militares a carregarem com uma caixa de petardos no meio do nevoeiro ainda fogem em debandada com medo do D. Sebastião. E na chuva temos de distinguir  a chuva forte da chuva miudinha. Por mim que nunca fui à tropa estou em crer que a miudinha é a pior – uma pessoa com aquela humidade no corpo esquece-se de tudo! – mas o senhor que é general saberá melhor se é com chuva forte ou miudinha que se torna mais difícil verificar quantas caixas saíram do paiol, quantas foram utilizadas e quantas regressaram. Desde que o homem foi à Lua que não se faz uma operação de tal complexidade!!! Mas na Lua como se sabe não chove.

Senhor general por mim estou por tudo e até admito que a segurança do material militar passe a ser uma alínea do boletim meteorológico mas pelas almas senhor general não diga essas coisas naquelas reuniões internacionais a que a tropa portuguesa tanto gosta de ir.