Saltar para o conteúdo

Para uma Europa que vive obcecada com a laicidade não será de uma fé cega desatar tudo a rezar pelas vítimas de terrorismo…

23 Março, 2017

mais pelas cidades onde os terroristas atacam em vez de mais laicamente se apostar nas polícias e nas leis para tornar mais difícil a vida na terra aos terroristas propriamente ditos?

Se bem percebo

23 Março, 2017

o mundo está a ser assolado por uma vaga de violência originada pela intolerância da extrema-direita xenófoba e protagonizada pelos budistas. É isso não é?

Londres e a irrealidade

23 Março, 2017

Bvy7mhwCYAAUPU6

O que se sabe de certeza certa é que o canibalismo islamista voltou a atacar. Como sabemos o que vem a seguir: a exibição ritual de piedade genérica e avisos contra a ameaça da “deriva islamofóbica”.

o desígnio

22 Março, 2017
by

Afonso Henriques ofereceu-nos a independência e a soberania. Foi esse o seu desígnio. Por ele, enfrentou a mãe, o primo e o Papa. Anos passados, Nuno Álvares Pereira e o Mestre de Aviz desafiaram-nos a ser uma nação, para depois, com Henrique e João II, nos tornarmos um império. Em nome disso enfrentaram Castela e o  Adamastor. D. Manuel demandou pelo reino do Preste João e morreu sem o achar. Sebastião José de Carvalho e Melo sonhou com um Estado-Razão que ombreasse com as «luzes» da Europa. Por ele atacou o clero, a nobreza e o povo, e pagou pessoalmente por isso. O sonho de um reino português do Brasil levou Pedro de Alcântara a proclamar o «grito do Ipiranga», para depois tentar retomar os laços com a origem rectangular. Manuel Fernandes Tomás trouxe-nos a liberdade burguesa e a Constituição. A República proclamou a soberania nacional e defendeu o Império que a Monarquia ameaçara perder. Salazar quis-nos «orgulhosamente sós»,  contra o mundo, e Abril devolveu-nos a cidadania da Europa e a democracia.

Hoje, com o país pós-troika à deriva, finalmente é-nos oferecido um novo desígnio nacional, um objectivo a atingir, uma meta a alcançar, uma quimera pela qual valerá a pena viver e recomeçar: a cabeça, o escalpe, o toutiço pestilento do senhor Dijsselbloem! Costa, Marcelo, Santos Silva, César e – hélas! – Mota Soares, em uníssono, como um corpo único da nação, devolveram-nos o orgulho e o sentimento de pertença à pátria. Podiam era tê-lo feito há mais tempo, quando o homem ainda estava vivo e dava luta, até porque bons motivos para isso não lhes faltaram. Mas é sempre mais seguro bater num morto. Só é preciso enterrar.

dijsselbloem_e_centeno1449bf13

“Polícia! Estão cercados, saiam com as mãos no ar e deitem-se na balança”

22 Março, 2017

 

mochilas

 

Deu entrada na Assembleia da República uma petição contra o peso excessivo das mochilas escolares assinada por cerca de cinquenta mil portugueses. É muita assinatura! É como se durante um jogo do Sporting no Estádio José Alvalade, daqueles com casa cheia, todos os adeptos presentes colocassem o seu nome num papel com o intuito de salvaguardarem as colunas vertebrais dos seus filhos. E estou certo que os pais sportinguistas, não fosse o caso de os piquenos se deslocarem para o colégio de motorista, o fariam sem hesitações.

No texto dessa petição podemos ler que a Organização Mundial de Saúde recomenda que a mochila deve ter, no máximo, 10% do peso da pessoa que a transporta. Pelas minhas contas, baseadas no saudoso papel azul de 25 linhas, são necessárias duas mil folhas para acomodar cinquenta mil assinaturas, o que corresponde a quatro resmas de papel de escritório com 2,5 kg cada. O meu primeiro desejo, portanto, é que os 10 kg de papel utilizados na petição não tenham sido transportados para o Parlamento numa mochila. Ou então, a terem sido, que a pessoa responsável pela entrega pese no mínimo 100 kg. Claro que, nesse caso, sugiro-lhe que vigie a tensão arterial e o estado das coronárias.

Em relação à possibilidade de o legislador se intrometer nos sacos da criançada, não obstante a minha desconfiança generalizada a respeito do bom senso dos nossos deputados, parece-me bem. Já é tempo, depois de tantos séculos de discriminação, de conferir aos gordinhos uma vantagem competitiva no ambiente escolar. Quando estiver um polícia armado com uma balança e uma calculadora à porta do liceu, a pesar os alunos e a determinar os respectivos 10%, as faltas de material vão começar a atingir com muito mais intensidade os magros, deixando os roliços com mais hipóteses de sucesso escolar. É até provável que os pais mais exigentes, ansiando por bons resultados académicos, engordem os filhos à força para que estes possam transportar os livros de todas as disciplinas (e aqui está um aspecto que a OMS, certamente, se esqueceu de considerar). Tendo feito grande parte do meu percurso educativo na qualidade de gordo, gostava muito de ter contado, nessa altura, com uma lei deste tipo. Até imagino as miúdas mais giras (e magras) da minha turma a pedirem-me com voz suave: “Serginho, minha bolinha adiposa, leva por favor os meus cadernos na tua pasta que eu já estou nos 17% e tenho medo de ir presa; eu depois compenso-te com um beijo nas traseiras do pavilhão de Educação Física”.

Se alguma coisa há a apontar a esta petição é, sem dúvida, o seu âmbito demasiado restritivo. Toda a atenção é dada às mochilas escolares, descurando outros tipos de receptáculos com alças como, por exemplo, as mochilas de campismo. Já vi passar, à minha porta, grupos de escuteiros a caminho dos bosques, carregados com verdadeiras monstruosidades. É evidente que passar duas ou três noites a dormir no meio da natureza exige uma multiplicidade de equipamento, vestuário e alimentação que nunca ficará abaixo dos 10% do peso dos jovens campistas. Penso por isso ser necessário exigir ao Governo a instalação de cacifos nas diversas matas do país, para que os escuteiros lá possam deixar o material de um acampamento para outro.

Como não há bela sem senão, o alargamento do espectro legislativo vai provocar, quase de certeza, efeitos negativos noutras áreas. Estou a lembrar-me, mais especificamente, da música. Sabendo-se do peso de um violoncelo, de uma tuba ou mesmo de uma guitarra, é de esperar que os nossos jovens se concentrem na aprendizagem de instrumentos mais leves. Em resumo, vamos continuar ao som do cavaquinho e da gaita-de-beiços, tocados ao ritmo dos ferrinhos. Pelo menos enquanto formos um povo com falta de peso.

 

As mulheres portuguesas

21 Março, 2017

adorariam que aquele senhor dos caracóis tivesse razão. Infelizmente não tem. Os homens deste país há largo tempo que só espatifam dinheiro com o que não vale a pena.

Chico, pára de chatear a tua irmã, racista-xenófobo-sexista

21 Março, 2017

Antigamente, quando nos indignávamos com alguma coisa, ainda tínhamos o site das petições electrónicas para extravasarmos a frustração. Hoje em dia, após a monção de manifestos de economistas incomodados e jarretas avulsos, as exigências para que o mundo mude à nossa feição são actividades que já não encaixam entre gatos do Facebook e mais uma lambidela ao nosso Querido Primeiro pelos precários dos Truques da Imprensa Portuguesa. Vai daí, entram os palhaços, que sempre quebram a monotonia do trapezista-líder e o desconforto de ver o contorcionista Centeno a esmigalhar os ossos que possam restar.

Jeroen Dijsselbloem, pessoa de nome que traduzirei por “flor de diesel”, disse umas coisas, umas palermices dentro do género socialista que, num dia qualquer, pareceriam banais se ditas por um daqueles comentadores de gesso com molde Adão e Silva que ornamentam as televisões. Porém, nem hoje é um dia normal, nem as esganiçadas portuguesas — refiro-me ao dr. Carlos César, naturalmente — estão para deixar passar em branco a existência de concorrência na traulitada. Diz-nos o dr. César, então, que o flor de diesel “é o tipo de criatura que não faz falta na União Europeia”, isto por oposição ao tipo de criatura que faz muita falta, como, permita-se a concessão à modéstia, o dr. César.

Já as malucas do Bloco, talvez por falta de diagnóstico, talvez por verem pilas coloridas em tudo que seja ajuntamento molecular, decidiram que o flor de diesel é um preconceituoso, racista, xenófobo e sexista, características que, em abono da verdade, dizem muito mais sobre quem as identifica do que sobre o alvo da caracterização. O meu conselho para os bloquistas é que, se forem apanhados na desgraça de gastar tudo em bebida e sexo, aleguem ter sido tudo em sumos detox e homens moçambicanos, para não caírem na malha do preconceito xeno-sexista.

Perante catástrofes desta dimensão ainda há gente que se preocupa com coisa pouca, como a dívida pública ou próximo resgate. São também estas as criaturas que não fazem falta nenhuma à União Europeia.

Offshores e Gestão Privada na CGD?

21 Março, 2017

Se a hipocrisia matasse em Portugal, muitos políticos da ala esquerda cairiam fulminados com as recentes declarações sobre a Caixa. Dizia BE que recapitalização da CGD permitia que o banco continuasse público e por isso sentia-se confortável com isso. Costa também garantia que o banco continuaria público após a operação. E Jerónimo, para não destoar, rezava pela mesma cartilha. Mas,” hélas! ” , não temos governo com palavra porque a palavra não serve para honrar mas sim, enganar. E aí com o maior desplante inimaginável, assistimos à privatização camuflada no… Luxemburgo! Querem melhor sítio para dissimular impostos enquanto se vende dívida perpétua a privados institucionais num total de 930 milhões? Vem agora a CGD dizer que esses boatos são infundados. Serão mesmo? Permitam-me que duvide.  Também assim  diziam quanto ao fecho de balcões e despedimentos… ou na TAP que dizem ser pública mas quem manda nela são os privados. O tempo dirá… Ler mais…

Do sul

21 Março, 2017

E no fim o outro acha que a culpa é das mulheres!!!!

21 Março, 2017

Sanções. Marcelo nega indignação contra BCE que nega indignação contra Portugal.BCE nega indignação contra Marcelo e contra Portugal. Portugal nega indignaçao contra Marcelo e contra BCE. Portugal e BCE negam indignação contra Marcelo. Marcelo e Portugal negam indignaçao contra BCE… e assim sucessivamente.

Força Catarina!!!!

20 Março, 2017

Na continuidade das questões levantadas pelo Vítor eu proponho mesmo um salário máximo para os futebolistas. Não é possível, não é admissível, não é justo que um jogador como o Ronaldo  possa ganhar mais que uma equipa inteira doutro club qualquer ou dez equipas ou sabe-se lá quantas equipas. O Ronaldo deve ter um ordenado máximo definido pela lei. Exactamente como o BE define para as empresas. É realmente vergonhoso que o Ronaldo à semlhança da família Soares dos Santos se aproprie (como dizia aquele rapaz que está no BE a fazer a quota masculina) da riqueza da empresa. Todos e todas devem pode jogar no Real Madrid, os golos devem ter quotas, o campeonato deve dar lugar a uma espécie de educação para a cidadania e os jogadores devem ter contratos para toda a vida. Ao pé de casa, claro. Como se sabe eu até nem gosto de futebol.

O SNS anda a falhar no caso Catarina Martins

20 Março, 2017

Catarina Martins disse, a quem quis ouvir — e, infelizmente, a quem não quis —, que as empresas privadas não podem continuar com esta desgraça que consiste em alguns dos trabalhadores receberem mais do que os outros. Não podemos, portanto, viver numa economia de mercado, restando-nos então a fatal “alternativa” ao capitalismo, a que consiste em vivermos de ar e vento na gruta da demência de um simpatizante do Bloco, ou seja, em casa dos pais. “Há uma alternativa”, dirão, mas sem perguntarem primeiro aos paizinhos se tinham disposição para a suportar. Adiante.

Cristiano Ronaldo é um trabalhador que recebe mais que os gestores da empresa para qual trabalha. Neste caso, a proposta bloquista é ambígua: não sabemos se se reduz o salário do futebolista ou se se aumenta o do gestor. Já no caso da desgraçada que limpa a casa da Catarina Martins enquanto esta faz discursos grandiloquentes — discursos estes que também funcionam como documentário da National Geographic para quem nunca teve o prazer de estar internado num manicómio — não haverá nada a fazer: a senhora deve ser uma precária/auto-empregada, pelo que o seu salário pode ser qualquer um desde que não exceda o dela própria.

Ainda bem que andamos a combater o populismo com o realismo pastoral da esquerda indígena.

Sócrates Tem Pressa? Azar.

20 Março, 2017

Sócrates, o “injustiçado” e seus advogados estão indignados com Joana Marques Vidal por ter alargado e bem, os prazos de acusação.  Estão com muita urgência de ver o Processo Marquês arquivado “convictos” que conseguirão provar que  isto não passa de uma cabala para impedir Sócrates de regressar à vida política. De facto, as ligações  do ex-ministro ao Freeport, Monte Branco, Face Oculta, CGD, PT, OI, VIVO, BES, Marquês e Lula, não passam de mera diversão mediática de juízes  sem nada mais para fazer, senão linchar políticos e amigos de políticos. Está de caras. Não? Ler mais…

Os subalternos

20 Março, 2017

Esta é a lição que Sampaio nos deu em 2004: em Portugal existe quem mande – a esquerda que para o efeito obedece ao PS – e depois temos os subalternos que não vale a pena dizer que são de direita porque na verdade eles vivem num não lugar que, por prudência, definem como “não ser de esquerda”, A mesma não esquerda que viveu com fatalismo o afastamento de Santana foi incapaz de fazer uma verdadeira oposição a Sócrates e até vivia no temor de que lhe ouvissem uma palavra menos própria sobre os comportamentos impróprios do primeiro-ministro. A isto junta-se que passavam a vida a lastimarem-se por não terem um líder tão dotado quanto José Sócrates.

E o camarada acha que assim com os números dados por uma agência de rating patriótica, nacionalizada nossa tipo a CGD alguém nos emprestava dinheiro?

20 Março, 2017

Da série Catarina Martins quer e não quer

20 Março, 2017

Empresas privadas: Catarina Martins quer limitar teto salarial de administradores

Banco público: Esquerda deixa passar salários milionários na CGD

Terras rasteiras

18 Março, 2017

Salvamos a Holanda da “extrema-direita”! Foi graças ao nosso empenho na luta contra o “populismo” e na defesa da “democracia” e “pluralidade” que conseguimos, mais uma vez, derrotar os “fascistas” “xenófobos”, “homofóbicos”, “heteopatriarcais” e “misóginos”. Com o resultado “histórico” que os “progressistas” holandeses obtiveram será possível assegurar a “liberdade”, o “direito internacional” e a “decência”, contrariamente aos desejos dos retrógrados “legalistas”, “economicistas” e “nacionalistas” que obtiveram o segundo lugar e que, estranhamente, não encontraram marxistas-leninistas, trotskyistas e outros dementes para se coligarem numa “histórica” “vitória” da “pluralidade”, “centralidade” e “respeito democrático” que permitisse alcançar a “esperança”.

Só Pode Ser da Primavera

17 Março, 2017

A explicação só pode estar na aproximação da Primavera onde os passarinhos cantam, as flores florescem, as paixões nascem para se entender esta euforia à volta do défice de 2,1% (Sócrates conseguiu 2,6% antes de falir) e das melhorias económico-financeiras que ninguém vê nem sente e muito menos aplaude, a não ser claro o nosso Governo com o devido colinho do Presidente da República.  Costa diz que contra factos não há argumentos; Marcelo fala em preconceito dos investidores com governo BE e PCP; Centeno lamenta-se da injustiça dos mercados que não entendem todo este esforço à volta do incrível défice. Realmente estar apaixonado é outro nível.  Cega. Ler mais…

Há aqui qualquer coisa que não bate certo

17 Março, 2017
  1. A Casa de Acolhimento para Crianças Refugiadas (CACR), em Lisboa, perdeu o rasto a 15 adolescentes entre os 15 e os 17 anos, em 2016, avança a edição desta sexta-feira do Público. Um dos migrantes tinha apresentado sinais de ter sido vítima de tráfico de seres humanos – é uma rapariga que vinha da Nigéria e que tinha mostrado comportamentos de isolamento. – FACE A ISTO PENSAMOS NÓS OU PENSO EU QUE SE PROCURA ACTIVAMENTE SABER DESSES MENORES

2. Dora Estoura, coordenadora da CACR, disse ao Público que apesar de os desaparecimentos serem “naturalmente uma fonte de preocupação”, que não era necessário “criar alarmismos”, lembrando que a instituição é um espaço livre e que as saídas dos menores sem regresso são habituais. Em 2015, 29 dos 66 menores que o centro acolheu também desapareceram do seu radar. – PELOS VISTOS LIBERDADE É SINÓNIMO DE IRRESPONSABILIDADE: EM 2015 DESAPARECERAM 29, AGORA 15… MAS SÃO OU NÃO CRIANÇAS REFUGIADAS? E SE SÃO REFUGIADAS VÃO PARA ONDE? QUE TIPO DE DOCUMENTOS TÊM? 

3. Mas a organização do Conselho da Europa está preocupada com a situação em que vivem os menores vítimas de tráfico em Portugal e incitou as autoridades portuguesas a melhorar a assistência que lhes dão, com apoio na habitação, educação e assegurando uma monitorização da sua reintegração na sociedade PORTANTO AS CRIANÇAS REFUGIADAS FOGEM PORQUE NÃO TÊM APOIO NA HABITAÇÃO? QUANTO AO APOIO NA EDUCAÇÃO ESTAS CRIANÇAS REFUGIADAS NÃO VÃO À ESCOLA?

NADA BATE CERTO NESTA HISTÓRIA

 

Os Ricos Não Produzem Pobres

16 Março, 2017

Os ricos de facto são uns chatos com a mania das grandezas a encher o país de shoppings cheios de lojas de marcas a preços acessíveis! Esse Belmiro deve ter a mania deve, que é dono de Portugal. Tem algum jeito a Sonae que já tem os “Continentes”,  acumular com mais negócios na indústria e no comércio a retalho, criando milhares de postos de trabalho para obrigar as pessoas, coitadas, a trabalhar para ele? 
    

E o IKEA? Quem pensa ele que é ao invadir nosso país assim com artigos super baratos para a comodidade do lar? A terra dele não chegava pra ter de nos impingir esses produtos que todos correm para comprar? Mas que lata!

    

Para não falar dos chineses… Ah! Os chineses que se reproduzem a velocidade da luz, inundam-nos de armazéns cheios de tudo e mais alguma coisa, abertos quase 24h por dia  só pra nos fazer derreter o salário, que depois usam pra estacionar uns quantos BMW de topo à porta? Desgraçados!

    

E a Apple? A maior responsável por quase todos terem 1 iPhone, aquela màquina insuportável que faz tudo e mais alguma coisa e cabe na palma da mão.

    

Isto sem falar daquele rico nojento do Zuckerberg que foi inventar o Facebook só pra nos viciar e depois enriquecer à conta dos miseráveis que não conseguem viver desligados dum mundo que ele tornou global. E como se não bastasse, em vez de distribuir sua fortuna por todos os utilizadores, cria fundações para ajudar na cura de doenças. Shame On you!

    

E a BMW, Mercedes, Ferrari e por aí fora… Quem precisa de carros com todas as comodidades e mais algumas, que nos levam para onde queremos quando o Costa tem bicicletas eléctricas que chega pra todos? Companhias aéreas privadas? Cruzeiros? Com tantos barcos pneumáticos a preços ridículos e muito mais ecológicos.

    

Os ricos não produzem pobres. Essa demagogia foi inventada  pela esquerda radical das Marianas e Catarinas, que, secretamente,  lhes reconhece mérito e deles precisam para que se crie a riqueza que  depois numa revolução provocada, irão confiscar para criar 1 sociedade comandada por eles, onde a igualdade, não a equidade, irá prevalecer: todos iguais, todos sem oportunidades, todos sem liberdades, todos pobres. Uma sociedade a preto e branco. Um regime totalitário onde o único rico é o Estado.

    

A riqueza dum país está na quantidade de ricos que consegue criar para que essa riqueza chegue a todos. E é nessa construção de sociedade livre que se diminuiu a pobreza.

Portanto quem ganha as eleições governa?

16 Março, 2017

Pasmo com o entusiasmo que vai na pátria com o facto de Geert Wilders não ir governar porque perdeu as eleições. Ora Portugal é governado por um partido que perdeu as eleições. Bastaria que alguns partidos fizessem na Holanda o que o BE, o PCP  e o PS fizeram em Portugal e teriam um governo de derrotados.

Mi(ni)stério da Fé

15 Março, 2017

 

 

MT

 

Fiquei muito surpreendido com as declarações de Miguel Tiago sobre Teodora Cardoso, afirmando que o milagre não estava no défice mas sim no facto da Presidente do Conselho de Finanças Públicas ainda ter salário e emprego. É inacreditável a escalada que os comunistas estão a levar a cabo na montanha da monstruosidade: nos bons velhos tempos do socialismo soviético o pior que podia acontecer a uma pessoa que pisasse o risco era ser convidada a desanuviar a cabeça numa estância de neve siberiana; agora a violência atinge tal ponto, que se chega a propor sujeitar um ser humano aos processos de despedimento por justa causa característicos das economias liberais! Tão desmedida é a punição sugerida, que temos de concluir que a crueldade está a invadir as estruturas do Partido. Qualquer dia, em vez de pentearem os dissidentes com uma picareta, tal como aconteceu com Trotsky, ainda os vão sujeitar a um contrato de trabalho precário ou a uma outra barbaridade capitalista qualquer. Ainda por cima, meter o deputado Miguel Tiago a tratar deste assunto só serviu para confundir e atemorizar a pobre senhora. Tendo saído à noite pela última vez ainda durante os loucos anos 20, ficou certamente intrigada ao ver-se tão bruscamente confrontada por um segurança de discoteca. “Queres ver que me esqueci de pagar o cartão do Maxim´s naquele maravilhoso réveillon de 1923?”, pensou a Dra. Teodora, assustada com tamanho rapagão.

Mas deixemos estes detalhes insignificantes e concentremo-nos na sempre essencial “questão essencial”. E aí não há dúvidas de que a razão está do lado do camarada Miguel. E isso não é de estranhar, dado o carácter científico do marxismo. A execução orçamental de 2016 não foi nenhum milagre, como poderemos facilmente comprovar se, como fez o nosso Presidente, a analisarmos à luz dos acontecimentos da Cova da Iria. Imaginemos que Nossa Senhora faz uma conferência de imprensa no Ministério das Finanças, revelando que pretende testar uma vez mais a resistência das azinheiras do Concelho de Ourém. Imaginemos também que anuncia aos jornalistas presentes que se vai servir da auto-estrada A2 para fazer essa deslocação. A acontecer, isso seria, claramente, um milagre. Agora vamos supor que a Virgem Maria, vinte minutos antes de se mostrar novamente ao povo de Fátima, é apanhada pelas câmaras de vigilância a meter gasolina numa estação de serviço da A1. Nesse caso, infelizmente, teríamos de concluir que tudo não passava de uma vulgar aparição, igual às muitas que ocorreram há 100 anos. O caso de Mário Centeno é parecido: anunciou que atingiria um défice baixo através da via do crescimento económico, mas, na realidade, foi visto várias vezes a percorrer o habitual caminho dos cortes e dos impostos. É verdade que, em alguns momentos, como quando foi surpreendido a aumentar as taxas dos combustíveis ou a dar talhadas no investimento público, ainda soltou um “são rosas, senhores, são rosas”. Todavia, exceptuando os beatos em êxtase, ninguém viu flores algumas. E esses beatos, recorde-se, também acreditavam que o PEC IV de José Sócrates ia salvar o mundo. Já para não falar da fé que depositavam na sua milionária herança do volfrâmio.

 

É uma Caixa Portuguesa. Com certeza

15 Março, 2017
by

partilha-linha-capitalizar_v2

Numa Caixa portuguesa fica bem
Empréstimos para os amigos
Se do Rato humildemente chega alguém
Senta-se à mesa da administração

Para assinar um contrato com registro
Que o Caixa nunca diz não
Para levar financiamento
Basta apenas um ministro
que faça uma recomendação

Muitos milhões para dar
Sem hipoteca nem penhor
Sem seguro ou garantia
Avalista ou fiador

Fomos comprar o Millennium
Numa operação de requinte
A promessa de imparidade
Paga agora o Contribuinte…

É uma Caixa portuguesa, com certeza!
É, com certeza, uma Caixa portuguesa!

No conforto requintado do meu banco
Estão vazias as gamelas
Faltam quatro bi para capitalizar
O futuro das clientelas

Bastam poucos milhõezinhos para alegrar
As suas vidas singelas
De caviar, queijo e vinho
E papel verde, verdinho
A voar pelas janelas

Muitos milhões para dar
Sem hipoteca nem penhor
Sem seguro ou garantia
Avalista ou fiador.

Fomos comprar o Millenium
Numa operação de requinte
A promessa de imparidade
Logo paga o Contribuinte

É uma Caixa portuguesa, com certeza!
É, com certeza, uma Caixa portuguesa!

É uma Caixa portuguesa, com certeza!
É, com certeza, uma Caixa portuguesa!

Uma entrevista duplamente notável

15 Março, 2017

A entrevista realizada pelo Observador a José Rentes de Carvalho e publicada em dia de eleições na Holanda é notável em dois sentidos: em primeiro, pelas perguntas bizarras; em segundo, pelas impecáveis respostas apesar das perguntas.

Quando se pergunta a um autor se teme as consequências dos leitores por ter declarado uma intenção de voto, eu corro para as pipocas. Alguém se lembra de perguntar ao Pedro Abrunhosa se teme as consequências dos fãs por ter declarado apoio ao António Costa? Ou de perguntar ao Camané se teme as consequências dos entusiastas do fado por se permitir parecer maluquinho? Ou de perguntar ao António-Pedro Vasconcelos quando começa a aplicar leme no caso de falha do motor número um durante a descolagem de um A320 após V2? É que, dito desta forma, parece que as pessoas só devem temer as consequências por declararem intenção de voto a pessoas que não são devidamente consagradas pelo papado da comunicação social.

A uma dada altura, Rentes de Carvalho acaba a declarar que “a sua pergunta denota irrealidade”. Pois denota, e pouco importa, para o caso, saber qual é a pergunta. Por isso mesmo, toda a entrevista é um tratado sobre quem vota em eleições: é a enorme maresia de gente, não a infinitesimal fracção de nacionais que trabalham na comunicação social. Já era tempo de abrirem os olhos, mas, convenhamos, tal não alteraria em nada o destino. É que as eleições deste ano, em qualquer país europeu, começaram a ser decididas há vinte anos.

Fartou-se, ‘prontos’

14 Março, 2017

Fartei-me do Santana como primeiro-ministro, estava a deixar o país à deriva – mas não foi uma decisão ad hominem. (…) Hoje faria o mesmo. De vez em quando é preciso dar voz ao povo – e percebi qual era o sentimento do povo.” Jorge Sampaio

“Caixa, portuguesa com certeza!”

14 Março, 2017

“Caixa portuguesa com certeza!” A publicidade à CGD que anuncia milhões para capitalizar “as nossas empresas” remata com esta expressão: “Caixa portuguesa com certeza!” Pois certamente que só pode ser português (ou venezuelano) um banco que acumula prejuízos decorrentes de empréstimos políticos que não podemos conhecer. Desde que a OPA da Sonae sobre a PT, em 2007, foi chumbada porque a PT era a pátria, porque Portugal não se vendia e outros arrebatamentos similares que acabaram com Granadeiro a teorizar sobre as empresas que eram “sangue do nosso sangue” que não tínhamos slogans destes. Nem negócios destes.

Cristas, a ausente

13 Março, 2017

Assunção Cristas ao jornal Público: «O CDS foi sempre, no Governo, e antes na oposição, um partido muitíssimo activo e na linha da frente do escrutínio da actuação da supervisão bancária. (…) nunca os temas da banca foram discutidos em profundidade em Conselho de Ministros».

Ora, enquanto Cristas foi ministra, o Governo de então fez um primeiro resgate à CGD (2012), nacionalizou o BANIF (2013) e aprovou a resolução do BES (2015). Tudo somado, foram torrados pelo governo de que fazia parte, pelo menos 7 mil milhões de euros. No último caso ficamos a saber que assinou de cruz por «estar de férias». Nos outros dois casos revela que nada foi falado «em profundidade». Seja isso o que for, parece que em vez de «muito activo» houve uma enorme inércia e em vez da «linha da frente», Cristas e o seu partido nem sequer na retaguarda estiveram, primando pela total ausência. Afinal, o que estavam lá a fazer? Mas alguém acredita que isto foi assim?
Toda a história é muito mal contada e deixa a suspeita sobre do porquê agora tentar tirar o cavalinho da chuva.

Machadite europeiensis

13 Março, 2017

Nos últimos anos a Europa produziu uma doença mental única: pessoas cujas perturbações mentais se traduziam por agredir geralmente com machados os seus concidadãos enquanto gritavam vivas a Alá. Alguns destes doentes tinham até vindo de longe, o que nos devia fazer reflectir sobre a relação entre o ar das nossas cidades e o despoletar dessa bizarra patologia pois não havendo notícia destas almas alguma vez terem atacado quem quer que fosse nos seus países de origem, uma vez chegados à Alemanha ou França passaram a sofrer da tal machadite europeiensis. Perante esta psiquiatrização do que outrora se chamava terrorismo resta saber que domínio da medicina será chamado a explicar o que está a acontecer nas relações entre a Turquia e a Holanda.

Não, não é o regresso do PREC

13 Março, 2017

A crença de que estamos a reviver um PREC no país é uma daquelas narrativas reconfortantes que nos permitiria acreditar que um dia haveria um novo comício na Alameda, passado o qual o país perceberia à evidência a loucura que o tomara e reentraria rapidamente na normalidade. Não só agora não vai ser assim como nem sequer foi bem assim em 1975.

Os Donos Disto Tudo

13 Março, 2017

Em 2008 um terramoto financeiro abalava o Mundo: o intocável e respeitado coordenador-chefe da NASDAQ Bernie Madoff,  era acusado de mega fraude num esquema Ponzie. De ascendência judia, este talentoso corretor, percebendo a volatilidade dos mercados bolsistas, idealizou um esquema onde só haveriam ganhos sem riscos, prometendo 10% de retorno a quem investisse num Fundo de entrada limitada e exclusiva. As fortunas recebidas iam directamente para a conta pessoal de Madoff sem nunca passar pela Bolsa. Para manter as aparências construiu um escritório para servir de fachada. Noutro, escondido, funcionava o cérebro das operações fictícias em bolsa, com software para falsificar toda a documentação. Por se tratar de supostos “investimentos em Fundos de Alto Risco”, muito pouco regulamentados nos EUA, foi poupado pelo SEC – Security Exchange Comission, e andou décadas sem ser descoberto.  E mesmo quando foi fiscalizado, esqueceram-se de verificar sua inscrição no mercado bolsista. Apenas lapso? Só mesmo a queda de Wall Street com a falência dos Bancos americanos pôs fim ao embuste. Mistério… ou talvez não. Ler mais…

Eles Já Não Enganam Ninguém

10 Março, 2017

Depois da Galpgate e Caixagate, o caso da FCSH com aquela meia dúzia de putos selvagens do BE a impedir a liberdade de expressão, é só mais um no universo da geringonça. Já percebemos que faz parte. Está-lhes no ADN. Democracia e liberdade, é quando eles querem porque eles é que mandam. Mesmo que esse poder tenha sido descaradamente roubado aos eleitores portugueses em Outubro de 2015. Eles mandam e mais nada. Porque são esquerda e à esquerda tudo se permite e tudo se perdoa.  Por acaso estes “democratas” alguma vez mandaram calar Sócrates? Claro que não. Ler mais…

Acham mesmo que o Darwin tem razão?

9 Março, 2017

Século XXI

Século passado
article-2057769-000C696C00000258-511_468x400

Tempo de antena ao socialismo revolucionário

9 Março, 2017

Ontem, durante o programa Opinião Pública da SIC Notícias, Gonçalo Romeiro, 29 anos, teve direito a mais de 6 minutos de tempo de antena para apoiar efusivamente o boicote da conferência de Jaime Nogueira Pinto na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Referindo-se ao Estado Novo (e passo a citar) como “um dos regimes mais brutais do século XX” (o que deveria levar todo o Ministério da Educação a chicotear-se em praça pública), toda a intervenção merece ser ouvida para se perceber que o que está em causa não é a mera burrice de alunos com analfabetismo político e subsequente cedência inaceitável da direcção da faculdade a estes. É que Gonçalo Romeiro, apesar de se identificar apenas como “um jovem”, é um dos membros do movimento Socialismo Revolucionário identificado pelo Bloco de Esquerda numa tentativa de “entrismo”, como noticiado pela Sábado em Janeiro deste ano. O que ele diz é que os média não investigam a quem dão voz. Bem, deste post não se pode então queixar.

Ó tempo volta para os anos de Sócrates

8 Março, 2017

Anabela Neves está no seu melhor registo dos anos de Sócrates

O Cânone Ocidental

8 Março, 2017

biblioteca

 

A Assembleia da República resolveu entregar o Prémio Direitos Humanos 2016 a António Guterres. Infelizmente, devido a um extraordinário azar, a atribuição de tal honra ao novo secretário-geral da ONU violou o regulamento previamente elaborado no âmbito deste galardão. Como a entidade que fez as regras foi a mesma que decidiu o vencedor, é natural que este contratempo tenha acontecido. E quem nunca desrespeitou uma resolução de ano novo que atire a primeira pedra.

Quando confrontado com este caso, Pedro Bacelar Vasconcelos, Presidente do júri que decidiu o prémio, encerrou a questão chamando idiota a quem não concordava com esta escolha. Gostava por isso de congratular o Deputado do PS; “idiota”, palavra que Dostoiévski usou como título de um dos seus livros, é um insulto que merece a minha estima. Se Bacelar Vasconcelos fosse um broeiro qualquer teria utilizado um palavrão tosco e deselegante para lidar com a situação. Mas como estamos a falar de um Professor Universitário e insigne constitucionalista, é natural que tenha recorrido à mais alta literatura para tratar do caso. E é por isso que proponho, como forma de prestigiar ainda mais o Parlamento, que os nossos políticos passem a usar sempre esta nobre metodologia, nomeadamente através do recurso ao cânone literário quando é necessário acalorar o discurso. Atentemos num exemplo do que seria o debate parlamentar, se todos partilhassem a cultura livresca do tribuno socialista:

 

 

– Tem a palavra o Sr. Deputado do PSD. Peço-lhe que fale alto, pois V. Exa. tem a voz subterrânea (Fiódor Dostoiévski).

 

– Muito obrigado, Sr. Presidente. Se falo baixo é apenas para não me enervar, uma vez que as graçolas do Sr. Primeiro-Ministro são lamentáveis; pensará talvez que se encontra n’ a taberna (Émile Zola).

 

– Protesto, Sr. Presidente, protesto… o Sr. Deputado, com estas afirmações, mostra apenas a sua senilidade (Italo Svevo). Não passa de um tartufo (Molière) desavergonhado, um verdadeiro filho da Madame Bovary (Gustave Flaubert).

 

– Cale-se mas é, seu Fausto (Johann Wolfgang von Goethe) socialista; venderam a alma ao diabo para constituir essa geringonça Frankenstein (Mary Shelley) e agora não querem ouvir umas verdades. Este Governo Drácula (Bram Stoker) está agarrado ao pescoço dos contribuintes, sugando-lhes todos os recursos. O país está a dirigir-se impetuosamente para o coração das trevas (Joseph Conrad).

 

– Senhores Deputados, por favor, este debate já me está a provocar uma náusea (Jean-Paul Sartre). Como Presidente deste covil (Franz Kafka), peço-vos que se concentrem no nó do problema (Graham Greene).

 

– Sr. Presidente, o ilustre Deputado do PSD é useiro e vezeiro neste tipo de observações; o grupo parlamentar do Bloco de Esquerda já foi muitas vezes alvo da grosseria deste tolo (Edward Bond).

 

– Tolas são as vossas tias, suas mulherzinhas (Louisa May Alcott) esganiçadas. Agarrem-se menos às folhas de erva (Walt Whitman) para ver se não dizem disparates. Repito: estamos na presença de um executivo de salteadores (Friedrich Schiller), que se agarrou à máquina do Estado como um polvo (Frank Norris).

 

– Essa conversa é um nonsense completo (Edward Lear). O senhor, qual rinoceronte (Eugène Ionesco), leva tudo à frente com a sua falta de educação. É um verdadeiro monta-cargas (Harold Pinter) de impropérios.

 

– A bancada do CDS gostaria de se solidarizar com o colega do PSD, apoiando a sua denúncia deste inominável (Samuel Beckett) Governo, que se abateu, como a peste (Albert Camus), sobre Portugal. É o poder das trevas (Lev Tolstói) liderado por um homem sem qualidades (Robert Musil), e terá como consequência mais uma geração perdida (Aldous Huxley).

 

– Sr. Deputado, não é por envergar botões de punho dourados, qual Príncipe (Maquiavel), que ficou mais inteligente. Podemos dizer de V. Exa., com propriedade, que se transformou num autêntico asno de ouro (Apuleio).

 

– E o senhor, apesar de se armar em cândido (Voltaire), não passa de um percevejo (Vladimir Maiakovski). Sugiro que tire umas férias para relaxar. E pode aproveitar para escrever as suas memórias… Diário de um ladrão (Jean Genet), dará um belo título.

 

 

E já chega, fico por aqui. Deixo-vos com esta história contada por um idiota, cheia de som e fúria, sem sentido algum (William Faulkner? William Shakespeare? Outro William qualquer? Todas as anteriores?)

 

 

Fico contente por saber que se acontecer o costume na banca as mulheres também decidiram como habitualmente

8 Março, 2017

No Novo Banco “já existe paridade de género no número total de colaboradores verificando-se até uma superioridade numérica de colaboradoras mulheres na faixa etária até aos 45 anos”, disse ao i António Ramalho, CEO do NB.

Segundo se informa

8 Março, 2017

no comentário 10 no texto que fiz para o Observador na RGA que votou a moção que solicitava a proibição da conferência de Jaime Nogueira Pinto na FCSH estavam  35 pessoas e a moção foi aprovada por 24

Não foram as ameaças a impedir a conferência de Jaime Nogueira Pinto. Foi o medo.

7 Março, 2017

O facto de a conferência não ter lugar, não quer dizer que não aconteça nada. Antes pelo contrário, estão a acontecer inúmeras coisas e nenhuma delas é boa. Para começar, os intolerantes que conseguiram que a conferência fosse anulada alargaram não só o seu poder, mas também o seu âmbito de actuação: a acusação de fascismo, colonialismo, machismo… ou o que lhes der na telha, cairá cada vez mais sobre os mais inesperados alvos. Por exemplo, sobre professores da casa, sobre outros potenciais convidados (naturalmente, para lhes evitar as invectivas, os painéis de debate estreitar-se-ão, não vá outra vez ouvir-se falar mal da FCSH – Faculdade de Ciências Sociais e Humanas) e sobre o próprio quotidiano da faculdade. Seria interessante, por exemplo, perceber qual o poder desta tribo ululante na hora de se decidirem avaliações, projectos de investigação e contratações.

Prémio Título Militante

7 Março, 2017

PÚBLICO: “Pressão dos estudantes trava organizadores de conferência com Nogueira Pinto”

Operação cerco

7 Março, 2017

Passámos claramente para outra fase, as máscaras estão a cair. Já não há qualquer preocupação em disfarçar. O cerco vai apertar-se para já em torno daqueles que ainda detêm poder suficiente para questionar a verdade oficial sobre a nossa situação económico-financeira e, o que ainda é mais importante, ocupam cargos que podem colocar em Bruxelas essa verdade oficial em causa. Por isso, de um momento para o outro, Carlos Costa e Teodora Cardoso ficaram no olho do furacão. É preciso legitimar e apresentar como indispensável o seu afastamento. A operação cerco já começou.

Já vimos isto no passado quando as mesmas pessoas montaram um cerco ao então PGR, Souto Moura