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A filha da segunda figura do estado…

14 Novembro, 2019

Não vão pensar que são fake news, aqui vai a fonte da foto da filha da segunda figura do estado Português: https://www.instagram.com/p/B41pgRlFEmo/

Rita Ferro Rodrigues

O JN pode explicar o que é o “traje muçulmano”? Obrigada.

14 Novembro, 2019

jn: Fatima Habib só volta a jogar basquetebol se vestir traje muçulmano

E política com amor ao dinheiro dos outros é o quê?…

13 Novembro, 2019

Lido no Observador: ‘Joacine Katar Moreira fala agora para defender que “não se pode falar de salário mínimo nacional sem se falar de amor” porque “política sem amor é comércio”…

E política com amor ao dinheiro dos outros é o quê? Roubo, talvez?…

Começou

13 Novembro, 2019

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Basquetebol Muçulmana de 13 anos impedida de jogar por recusar mostrar braços

Pronto aí temos o que já se esperava: a muçulmana que é impedida de fazer algo pro causa de ser muçulmana, neste caso jogar basquetebol e a questão colocada de forma armadilhada desde o início.

Fatima Habib não foi impedida de jogar por ser muçulmana. Ela foi impedidade de jogar por não respeitar o equipamento. E ponto. Não interessa se é muçulmana ou ateia; hindu ou evangélica. O que interessa é que existe um equipamento que as pessoas aceitam vestir quando integram o clube.

Um pequeno conto que seria bonito se não fosse um adeus

12 Novembro, 2019

Na lareira crepita o carvalho insuficientemente seco para a combustão silenciosa. Na cama estralejam as falanges pelas gretas que enfeitam as artroses apensas ao velho. Padece de uma enfermidade incurável: vai morrer. Foi poupado ao conhecimento da maleita mortal pela inocência da infância, mas desde os nove que sabe que morrer é o seu destino. É duro viver uma vida completa sabendo que o destino é a morte; todavia, muitos têm sobrevivido inteiras décadas com a degeneração constante do corpo e da mente. Deve ser a alma que os manteve, dia após dia, ano após ano, década após década, até ao fim, até à conclusão do milagre que, durante um desprezável instante cósmico, do pó da Terra gerou vida.

Entra o filho: diz que é liberal. Com ele, entra um doutor que traz consigo a injecção letal. Com um afago na testa enquanto elabora a estratégia para tirar as velhas alianças de ouro dos dedos grossos pela artrite, suspira: “vou ter tantas saudades suas, paizinho”. O velho, que assinou o papel que o filho lhe trouxera sem perceber que do pedido de extermínio-digno-e-em-máxima-condição-de-higiene se tratava, pergunta: “vais matar-me?”

— O paizinho disse que chegou a altura de morrer.
— Pois chegou.
— Então?
— Então, não tenho pressa.
— Para quê adiar?
— Tens razão, meu filho.

Nisto, o velho saca da pistola que escondia na mão debaixo do cobertor. Pum, pum, pum. Três tiros. O doutor precisou do segundo para a simetria de miolos na porta da sala. Suspira e admite em voz alta para si próprio: “realmente, para quê adiar?”

Alguma vantagem havia de existir em não conseguirmos ter médico de família!!!

12 Novembro, 2019

Já há dois projetos sobre a eutanásia. O que separa o PAN e o Bloco? Os dois textos são muito parecidos, as diferenças estão apenas na forma e não no conteúdo. Por exemplo, os bloquistas referem-se ao “médico responsável”, como o clínico a quem é dirigido o pedido. Já o PAN chama-lhe “médico assistente”, à frente de quem o doente deve assinar o pedido.

.., Ou será que médico de família não há, a urgência está fechada, os exames são para o ano que vem, as maternidades não têm anestesistas  mas o “médico da eutanásia” está sempre de serviço?

E chegou a justiça dos afectos que é como quem diz os tempos do ódio à solta

12 Novembro, 2019

Num dia todos nós comprendemos que uma mulher mate o marido que a agredia e que é despropositado mantê-la presa. No outro somos capazes de alinhar trẽs arugumentos para explicar que outra mulher certamente muito transtornada tenha um filho na rua e o deixe num caixote e que há que apelar ao coração da justiça que a deve libertar imediatamente. No outro explode-se em fúrias porque um marido agrediu a mulher e não ficou logo preso ou porque uma mulher que deitou um cão recém-nascido ao lixo não foi constituía arguida.
É isto a justiça dos afectos: não há razoabilidade nem distãncia. No fim acaba-se na justiça popular. Aviso apenas que as primeiras pedras caem em cima dos seus mais particulares entusiastas.

Assassinos

12 Novembro, 2019

Este país prepara-se para legalizar, sancionar e enaltecer que pessoas que perderam o instinto, a determinação e a esperança para mais dias de vida sejam legalmente assassinadas por funcionário do estado. Para efeitos legais, é o reconhecimento oficial da ocupação de carrasco. Para os outros efeitos, é o reconhecimento do fim da linha para a ética como pilar do estado de direito. Para os doentes é uma declaração de falta de interesse, empatia e o reconhecimento que são dispensáveis. Dizem que é liberal. Assim sendo, ainda bem que não sofro desse distúrbio.

Do lado errado da história (como sempre) e ao lado da fraude

11 Novembro, 2019

Cronologia de um «golpe»

11 Novembro, 2019

2006 – Evo Morales é eleito presidente da Bolívia

2008 – Evo Morales consegue uma revisão da Constituição pela qual s presidente passa a ter mandato de 5 anos e pode ser reeleito. É expressamente indicado que o seu mandato seria considerado o primeiro para efeitos de reeleição.

2009 – Evo Morales alega que como a Constituição cria um novo país, uma refundação, os mandatos presidenciais começam do zero.

2010 e 2014 – Evo Morales é reeleito

2016 – Referendo para que deixasse de haver limitação no número de mandatos consecutivos do Presidente. Proposta é chumbada pelo povo.

2017 – Evo Morales recorre para o Tribunal Constitucional alegando que a limitação de mandatos é uma violação dos seus direitos humanos. Tribunal Constitucional aprova.

2019 – Evo Morales é novamente candidato. Quando estão contados 83% dos votos, EM encontra-se um primeiro lugar, mas com uma margem inferior aos 10% necessários para ser declarado vencedor na primeira volta. Contagem é interrompida sem ser apontada qualquer razão. No dia seguinte a contagem é retomada com 95% dos escrutínios apurados e Evo Morales tem uma vantagem superior aos 10%.  Declarou-se vencedor.

Início da contestação por parte da oposição e por parte de grande parte da população com milhões nas ruas. Crescente contestação levou forças policiais a abandonarem seguir o governo com receio de terem ordens para atacar população e recusam-se a obedecer. Manifestações populares diárias de centenas de milhar de cidadãos.

Evo Morales aceita intermediação da Organização de Estados Americano – OEA para a realização de uma Auditoria ao processo eleitoral. Relatório de Auditoria revela que houve fraude eleitoral generalizada e recomenda anulação das eleições marcação de novas quando for assegurada independência do Tribunal Eleitoral. Evo Morales aceita as conclusões e anuncia repetição das eleições e nomeação de novos membros para tribunal eleitoral. Contestação prossegue. Procurador Geral da República anuncia inquérito ás fraude eleitorais e manda deter presidente e vice-presidente do tribunal eleitoral.  Chefe das Forças Armadas afirma ser melhor o presidente afastar-se para ultrapassar crise política.

De forma concertada, Evo Morales, o seu vice.-presidente, o presidente do Senado (3º na linha sucessória) e o presidente do Congresso ((4ª), todos do partido de Evo Morales, demitem-se. Em principio a presidência interina será assegurada pela 2ª vice-presidente do Senado, Jeanine Ãnez.

 

 

Saudade, Silêncio e Sombra

11 Novembro, 2019

Vamos mesmo falar de populismo

11 Novembro, 2019

Marcelo Rebelo de Sousa apoia a defesa da mãe sem-abrigo que abandonou recém-nascido A embaixada de Cabo Verde em Portugal vai recolher mais informações sobre a cidadã que abandonou recém-nascido. Marcelo entende que a ação da mãe foi motivada pelo “desespero total”.

Populismo é o PR interferir nos outros poderes e condicioná-los a partir de umas declarações aparentemente bondosas. Muitas, provavelmente a maioria das pessoas que são julgadas e condenadas praticam crimes em “desespero total” e não é por isso que deixam de ser julgadas. Qualquer um de nós sobretudo se for mulher e tiver tido um filho consegue perceber o dramatismo inerente à situação vivida por aquela mulher e espera-se que isso seja ponderado na decisão das autoridades. Mas ver o PR a tratar o assunto como se ainda estivesse sentado nos estúdios de televisão não dá sossego a ninguém. Se isto não é populismo digam-me o que é populismo?

Um último momento Avante! antes de seguirmos com as nossas vidas

11 Novembro, 2019

To see and to act in advance, to follow new ways, is always the concern only of the few, the leaders.

— in “Socialism: an Economic and Sociological Analysis”, Ludwig von Mises, 1951 [trad. J. Kahane B.Sc. (Econ.)]

Ontem, com a publicação do texto “Da Direita e das direitas” de Jaime Nogueira Pinto, os pequenos circuitos de opinião de onde tenho assistido a tudo oscilaram entre a admiração sem reservas e a crítica à forma como os liberais foram caracterizados, em particular pela utilização de termos como “ultraliberais”, considerando-o uma assimilação do cânone lexical esquerdista com todos os perigos daí decorrentes para subsequentes conclusões.

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Eu se fosse aos independentistas catalães não ia por aí

11 Novembro, 2019
Se fizerem um pequeno exercício de memória os independentistas catalães perceberão que o fim da ETA foi ditado quando a França acabou com a política do santuário. Diversos governos espanhóis de diferentes cores usaram meios legais e ilegais para pressionar os franceses a acabar com essa perfídia miterrandiana: de compras de tecnologia francesa ao terrorismo de Estado os espanhóis usaram tudo o que estav ao seu alcance. Um dia a França irritou-se com os etarras porque estes estavam a desestabilizar o pais basco francês e foi o que se soube. É preciso não esquecer que uma parte da Catalunha está em França e se pelos ares do Eliseu passar a simples supeita que os independentistas catalães pensam conviver com os catalães franceses é provável muito provavel mesmo que o independentismo catalão tenha de enfrentar algo muito mais complexo que o estado espanhol: os serviços secretos franceses. Eu, se fosse independentista catalã, deixava-me estar em Espanha, fazia de conta que ali ao lado não havia país algum e moía o juízo aos espanhóis, coisa que dá grande notoriedade e sobretudo garante o direito a pensão de velhice e a certeza de a poder gozar.

“democracia representativa”

10 Novembro, 2019
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Ontem decorreram as eleições para a Comissão Politica Distrital de Lisboa do PSD

Trata-se de um importantíssimo órgão partidário, porque por ele passa, entre outras coisas importantes, a designação dos candidatos a 11 câmaras municipais do distrito de Lisboa, a composição da lista dos deputados eleitos por esse círculo eleitoral (48), onde o partido elegeu, nas últimas eleições legislativas, em baixo de forma, 12 deputados. Ou seja, boa parte do poder e da influência política do nosso país passa por Lisboa, contribuindo para os definir a importante Comissão Política Distrital do Partido Social-Democrata.

Numa eleição onde se discute e decide tanto poder, seria natural encontrarmos alguns milhares de pessoas a participarem nela. Lida, contudo, esta notícia, ficamos a saber que o número total de votantes foi de 1.888, menos de duas mil pessoas, sendo que a lista vencedora arrecadou a “expressiva” votação de 1.448 eleitores, nem 1.500 dos 10 milhões de portugueses residentes no país.

É este, portanto, o número de pessoas que elege o pequeno grupo que decidirá quem vai candidatar-se àqueles cargos, sendo que muitos dos escolhidos os virão a ocupar. E é a isto que se chama, em Portugal, “democracia representativa”.

Pode concluir-se que dos outros partidos não esteve ninguém? Devem estar a guardar-se para a próxima cena de pancadaria num clube de futebol

10 Novembro, 2019

Manifestação em Borba de apoio aos bombeiros junta mais de 300 pessoas. A manifestação foi feita em solidariedade para com os dois operacionais feridos há uma semana no quartel dos Bombeiros de Borba. Deputado do partido Chega, André Ventura, também esteve presente

Deixem Passos Coelho em sossego

10 Novembro, 2019

Tenho três razões para pedir que deixem Passos Coelho no retiro por onde tem andado. A primeira é egoísta. A segunda é calculista. A terceira é o que lhe quiserem chamar.

Web Summit de baunilha

10 Novembro, 2019

O sucesso da Web Summit, uma evolução natural das tradicionais feiras de gado, começa a ser questionado fora dos grupos de reaccionários criados por esta horda de revolucionários fofinhos. Aparentemente, depois das SCUT que gerariam retorno de quintiquilhões de euros só em eixos de ligação de turistas entre Castelo do Neiva e Salreu, ficou mais difícil convencer os ímpios da necessidade em desbaratar largos milhares de euros (sou um optimista) para que os maluquinhos do empreendedorismo “da net” possam, por dois dias, engatar uma tontinha influencer. Vai dai, entra a artilharia.

O professor Marcelo, que nos intervalos disponíveis entre aparições como imitador de Triboulet também é presidente disto a que chamam república, apareceu para o encerramento do certame prometendo que este se repetirá pelo menos durante mais nove longas humilhações. A cereja em cima da tarte da animada sessão de encerramento foi a declaração “não temos medo do futuro”. É que não se imagina nada mais acagaçante do que a ideia de não ter medo do futuro.

Esta é aquela noite

9 Novembro, 2019

Berlin_Wall_12EAST AND WEST GERMANS CLIMB THE BERLIN WALL FILE PHOTO.

Lembrem-se que as depressões não serão toleradas

8 Novembro, 2019

Há três motivos pelo qual Portugal é e continuará a ser um país jacobino, independentemente das novas forças partidárias no parlamento ou até por causa delas, ao demonstrarem uma aptidão para a ruptura.

Degradação irreversível das instituições
Do primeiro-ministro, que nem falar sabe, à oposição centrada na forma como deve o estado endividar-se, não no repensar do papel que este deve ter e num plano exequível para o atingir. Os velhos partidos, vistos pelos novos como ancien régime – quer pelos que trazem a redução do número de deputados à baila, quer pelos que se lamentam que a distribuição de deputados favorece a tirania de uma classe política em que não se revêem por se auto-catalogarem como virtuosos num sistema corrupto – não têm capacidade de regenerar os seus quadros, limitando-se a reciclar o velho modelo de “uma indignação por dia dá saúde e alegria” que reforça, através do reconhecimento, que não há nada que possam oferecer para mitigar a degradação das instituições.

Mensagem nova é a mensagem velha de virtude (ou do Homem Novo)
Da culpa decorrente do pecado original – num ambiente laico terá sempre que ser um new-ageísmo qualquer como a culpa do tetravó do bisavô por ter possuído um escravo – à proclamação de políticos virtuosos contra os degenerados que pretendem determinar todos os aspectos da vida das pessoas. Conquanto o caso do escravo é meramente tropical e facilmente adaptável a novas modas sem esforço, o da virtude é uma reciclagem ideológica das velhas lutas do IIIº Estado com a aristocracia e o clero que, desde 1789, têm atazanado – se não destruído – a vida dos simples habitantes dos lugares subjugados a mais um período de -ísmos rumo ao Homem Novo e suas variações.

Inexistência de uma elite cultural com relevo e independente do poder executivo
A saída profissional do intelectual é a nomeação política, a subserviência à agenda do jornal (ou publicação) perante uma abismal falta de público, a aquisição – ou supressão – partidária quer na academia, quer na imprensa, ou a total obscuridade que um sistema centralista origina. Como tal, são uma e uma só família num circuito de realimentação que não permite dissidência punida com esquecimento e desemprego. A ligeira abertura que foi permitida com o advento da comunicação digital em massa pelo cidadão interessado rapidamente foi obliterada com os brutais monopólios que são as redes sociais, estruturas que fragmentam a comunidade em castas estanques de auto-validação e providenciam doses de dopamina em forma de métricas de likes, uma substituição de tabaco para os tempos do politicamente saudável.

Se o leitor tem aversão ao marasmo, tenha paciência: nada do que aqui mudar será por intervenção local. Contudo, pode sempre manter a fé na possibilidade das coisas correrem mal lá fora, pelo que deve manter a esperança de que a sua vida pode sempre tornar-se pior. Importante é não desistir.

Dias de glória | 30 anos (5)

8 Novembro, 2019

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Uma artesã de uma freguesia de Lisboa tb serve?

8 Novembro, 2019

Web Summit 2018 - Opening CeremonyPara justificarem os estapafúrdios 700 euros que cobram pela camisolinha de lã os organizadores da da Web Summit  dizem que a mesma é tricotada por “artesãs locais no Condado de Donegal, na Irlanda.” Isto é assim por esse preço começo a tricotar hoje. O modelito é fácil, pelo que vejo não há cós duplos, nem combinações de cores. Mandem para este blogue a especificação da lã.

Orações, milhares delas

8 Novembro, 2019

Há imensas imagens daquele dia lindo, o mais belo de todos os dias belos a que assisti via televisão. Nenhuma dessas imagens expressa inequivocamente a beleza plena que emana da experiência que é assistir a tudo a directo, e muito menos do que deve ter sido a sensação arrebatadora em cada reacção nos braços da marreta a esmigalhar a edificação do Mal erigido em betão nos precisos momentos do embate. Ora et labora de São Bento de Núrsia, em que cada abalo do muro por força de martelo é uma assombrosa oração em si própria.

Foi no dia 9 de Novembro de 1989 que descobri que a fé não é a crença em divindades e sim a manifestação do real espírito humano. Foi o dia em que, com 15 anos de idade, chorei a ver televisão.

Dias de vergonha

8 Novembro, 2019

Isabel Moreira, deputada PS: “É um golpe mortal na nossa memória europeia fingir que não se percebe o seguinte: o comunismo é uma ideologia, com carácter utópico, como todas, que visa um objetivo de transformação social e económico “bondoso”. Almejar uma “sociedade sem classes”, do ponto de vista utópico”, não é antidemocrático. “

Dias de glória | 30 anos (4)

7 Novembro, 2019

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Wolfgang Rattay

Um homem de saia no Parlamento

7 Novembro, 2019

Não foi acaso nenhum. Nem sequer foi uma escolha inocente. A indumentária do assessor de Joacine Katar foi pensada do mesmo jeito que Rui Tavares pensou na Joacine para cabeça de lista do Livre: estratégia.

O Livre, que não ganhava nada com seu líder apostou na diferença – digamos que muito original – para chamar eleitorado, criando a ideia de ser extremamente inclusivo com os “desfavorecidos”. Já havia negras na política mas negras gagas, muito gagas, feministas radicais era revolucionário. Quem se lembraria de tal?

Ora, se com a primeira fase da estratégia funcionou às mil maravilhas e com isso elegeu um deputado, a segunda foi ainda melhor: colocar as pessoas todas a criticar o “pobre” transgénero” mostrando que somos um povo “mesquinho” e “conservador” adverso à diferença e assim  claramente dizer  ao país ao que vinha e porque era necessário uma pessoa como ela, Joacine, no Parlamento: acabar “radicalmente” com o preconceito e a discriminação das minorias. Como? Apresentando-se no primeiro dia ao Parlamento com um assessor de… saia. Foi perfeito!

Quase todas as pessoas caíram na “armadilha” e foram apanhadas a falar do óbvio, sem discriminação, mas foi o bastante para que toda a ala esquerda conseguisse passar a mensagem do Livre: “estão a ver como eles são “intolerantes” às minorias? Percebem agora porque o Livre faz tanta falta na Assembleia da República?”.

O ridículo das justificações para a saia do assessor não teve limites. Desde alegar que Afonso Henriques também as usou,  a comparar com o traje tradicional dos escoceses, tudo serviu. Só faltou falar sobre os romanos e egípcios mas deve ter sido só por mero esquecimento.

Ao contrário da maioria, desde o primeiro minuto desconfiei daquela indumentária e por isso não reagi de imediato. Preferi aguardar para ver se o tempo me mostrava a verdade por detrás daquela imagem que me intrigava e eis que me enviam esta foto: Alexandria Ocasio-Cortez com um apresentador activista LGBTQ no Congresso americano.

Dirão que são meras coincidências. Eu digo, são construções. É recorrer ao choque social para mostrar que são “diferentes” no tratamento das minorias.

Mas isso é falso. Se há grupo que menos importância dá às minorias são precisamente os radicais de esquerda. Eles não se preocupam com eles. Usam-nos. Mas não todos: as minorias pobres, brancas ou heterossexuais, não interessam para nada; os idosos e crianças abandonadas (ou traficadas) não lhes interessam para nada; os deficientes também são ignorados; os cristãos perseguidos e assassinados menos ainda. Na agenda só gente de outras raças (menos brancos) e LGBTQ. Precisamente os grupos que eles sabem que criam fissuras na sociedade porque esse é o objectivo.

Se as esquerdas radicais quisessem mesmo lutar pelas minorias não fariam nada para criar atritos com as maiorias, como é óbvio. Sendo  o objectivo a inclusão, não faz sentido nenhum provocar o desentendimento entre grupos, instigar ódios, impor agendas que privilegiam descaradamente e de forma completamente injusta uns em detrimento de outros.

Incluir pressupõe que haja aceitação e para haver aceitação de um grupo em relação a outro não pode haver luta entre eles. Tem de se baixar as barreiras que os separam de forma natural e sem recurso à violência nem por imposição da lei. O problema é que no dia em que as esquerdas radicais pararem de instigar a luta das minorias contra as maiorias, perdem voz, perdem poder, perdem as causas pelas quais dizem “lutar” e “morrem” politicamente.

Por essa razão, isto não passa de show-off. O assessor de Joacine sabia que ir de saia no dia da apresentação dos deputados no Parlamento iria pôr o país a falar dele. Sabia que não era a vestimenta apropriada para aquele evento. Que tal como numa discoteca, num casino, numa gala, numa igreja e tantos outros locais e eventos, onde não se entra como queremos e bem nos apetece, esse não é o “dress code” apropriado na casa da Nação. Mas o objectivo foi mesmo esse: quebrar o protocolo e criar histeria. A prova veio nos dias seguintes: foi à tomada de posse do Governo de fato (muito bem)  mas foi  ao programa da Cristina de calças quando, naquele contexto descontraído, podia ter ido de saias. E não, não foi por medo das críticas.

Portugal é um país muito tolerante e amigo dos estrangeiros. Por isso temos uma sociedade colorida por quase toda a parte até ao próprio Parlamento. Evocar racismo e descriminação é útil para os partidos políticos continuarem a  capitalizar votos à conta dele.

Metam uma coisa na cabeça: esta esquerda radical, onde se inclui o LIVRE, nunca dá ponto sem nó.  Com saias ou sem elas.

Dias de glória | 30 anos (3)

6 Novembro, 2019

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Anthony Suau/Time

Podemos portanto concluir que ainda não chegou a Alfândega da Fé a notícia do fim da escravatura?

6 Novembro, 2019

Lendo estas notícias somos levados a concluir que e que os alfandeguenses em vez de contratarem trabalhadores os sequestram.

2019. Duas pessoas foram acusadas de explorar um pastor durante sete anos em Alfândega da Fé. O pastor não tinha suporte familiar e vivia numa divisão adjunta a uma pocilga, em Alfândega da Fé. Era pago com um pão com chouriço e água, sem nunca receber um euro pelo trabalho.
2019. Julgado por angariar sem-abrigo por 50 euros para trabalho escravo. Nas ruas do Porto e de Gondomar, abordava sem-abrigo, toxicodependentes e mesmo pessoas com deficiência para os convencer a aceitar um emprego supostamente bem remunerado na agricultura, em Espanha. Mas na realidade era um angariador de mão-de-obra escrava, que recebia 50 euros por cada ser humano traficado. O indivíduo, de 47 anos, atualmente na cadeia por outros crimes, está agora a ser julgado no Tribunal de S. João Novo, no Porto, onde também respondem dois casais, um deles dono de empresas de exploração agrícola, acusados de escravizar as vítimas no país vizinho. Serviam de intermediários com os proprietários agrícolas espanhóis, ficando com o dinheiro das vítimas.

2016. Agricultor preso por escravizar. Durante dois anos foi escravizado, ameaçado, espancado e até privado de comida. Mantido em cativeiro e obrigado a trabalhar horas a fio, sem descanso. À segunda tentativa, a vítima, de 42 anos, conseguiu fugir do inferno que viveu em Sambade, Alfandega da Fé, para onde foi levado por um agricultor, detido pela Polícia Judiciária do Porto.

2015. agricultor foi condenado por manter cinco pessoas sob trabalho escravo na localidade de Santa Justa, concelho de Alfândega da Fé, no distrito de Bragança, aproveitando-se da sua vulnerabilidade e incapacidade de reação. Alguns dos trabalhadores encetaram fugas por várias vezes, mas o agricultor acabava por as encontrar e obrigava-os a regressar. O magistrado fundamentou a convicção do tribunal para a condenação e afirmou que “impressionou a ausência total de arrependimento” por parte do arguido.

2014. Treze condenados no maior processo de escravatura em Portugal. Esperavam-se 48 arguidos no maior processo de escravatura em Portugal, mas na sala do Tribunal de São João Novo, Porto, não estiveram todos presentes: eram pouco mais de 30. Dois dos condenados – José Manuel, a seis anos de prisão, Maria Helena Seixas, a cinco anos e seis meses – estão a ser investigados por outros crimes de escravatura, acusados de terem subjugado um casal, Manuel e Fátima Résio, durante “mais de 20 anos”.

2012 Sequestro e escravidão em Alfândega da Fé

RDA um mês antes da queda do Muro de Berlim

6 Novembro, 2019

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Discurso de Sua Excelência O Presidente da Convenção Nacional aos Justos

6 Novembro, 2019

Cidadonas e cidadões,

Dirijo-me a vós neste 3 de Rajab de 1441 para gentilmente aclarar qualquer dúvida que subsista por reminiscência de narrativa dolosa proveniente do vil ultraje que foi a pérfida e abracadabrante acusação sobre a honra deste vosso servo pelo antigo regime.

Onerado pelo povo para a prestação de serviço cívico para a restauração da virtude, compete-me exercer, na melhor da minhas capacidades e em plena representação da república, a função pedagógica que permitirá a devolução da moral à ordem pública, afastando de vez a ignomínia que o pérfido regime judicialista tentou, em vão, instaurar através da traição ao seu mais que fiel dignatário, este vosso concidadão.

A ganância e a cobiça do regime antigo permitiu que acusações ocas sobre a proveniência de dinheiro que na altura possuía colhessem efeitos em proditórios inimigos da república. Abjurando as responsabilidades cidadãs da justiça fraterna e dos valores superiores da liberdade e igualdade, o sistema judicial do antigo regime ousou inferir ilicitude sem oportunidade de defesa para alguns pequenos gastos de sobrevivência como se de corrupta ostentação se tratassem. Foi, por isso, com a certeza da reposição da Justiça, que todos os cidadãos dignos da Causa revolucionária festejaram a execução de traidores como Yves de la Rose. A bem da Causa e para que a história seja escrita por homens de bem, republicanos, revolucionários e lutadores pela virtude, passarei a esclarecer a proveniência de todo o dinheiro que, na altura, possuía.

Numa tarde primaveril de Sábado, quando era novo, a caminho da escola ouvindo os golos de Eusébio, fui sobressaltado pela visão da mais bela figura feminina que possais imaginar. Radiando um brilho de Hedonê num corpo de Bastet, aproximou-se de mim e disse: “pequenito, serás visitado por Algos; segue o outro caminho”. Não tendo dado atenção a esta visão por ainda não ter tido oportunidade de estudar o classicismo na Sorbonne por via do meu copista Domingos Farinho, foi necessária uma segunda visão, anos mais tarde, para que compreendesse. Esta segunda visão ocorreu numa manhã primaveril de Domingo, quando realizei o meu exame de inglês comercial: um lenhador muito bonito, envergando vestes de jornal, aproximou-se, abanou os voluptuosos seios, e por entre guinchos afirmou: “vai a Chelas, que há lá um gajo que te pode sodomizar”. Fui, e, de facto, havia em Chelas muitos gajos que podiam ir ao cu, mas, antes que cedesse às tentações carnais que desvirtuam o Homem, apareceu um bode com uma capa feita de estrelas, que, entre vários mées, me indicou ser no topo da montanha que encontraria o ouro dos incas que me estava destinado.

Sem saber qual era a montanha, duas horas depois, acabei por voltar a casa. Aí, ao ver um documentário da BBC Vida Selvagem, apareceu um monte que identifiquei imediatamente como sendo o pico de Carrauntoohil. Sem nada que fazer, fui para a Irlanda, onde, em Kenmare, encontrei um primo que andava no Tae-Kwon-Do e que me disse que devia fazer um retiro no Afeganistão antes de subir montes à procura de ouro de duendes.

Como sempre valorizei a família, liguei à minha mãe e pedi para que me tirasse uns 3 ou 4 milhões – não me recordo a quantia exacta – de um cofre que nós tínhamos para lá a incomodar num canto, passei por Lisboa e dirigi-me para Talocan, que é um sítio muito aprazível da província de Takhar. Aí, enquanto lia o “Código de DaVinci” do Dan Brown, o José Rodrigues dos Santos estrangeiro, apercebi-me que se autorizasse certas e determinadas coisas como ministro do ambiente, escusava de andar em aventuras pelo mundo em busca de dinheiro. Não coisas inúteis, só coisas de grande valor.

Assim foi, e, de repente, dei por mim a cair na tentação da corrupção. Porém, quando estava prestes a aceitar algumas luvas, a virtude revolucionária tomou conta de mim num acto de puro civismo e aí renunciei para sempre a qualquer bem material. Nisto, vim tomar café num sítio em Alvalade onde me encontrava às vezes com um senhor de Chelas, e, numa esquina, apareceu o homem da Regisconta, que me entregou uma mala. No interior, além de uns items pessoais como escova de dentes e muda de roupa interior, havia uma carta datilografada que explicava existir uma conta em meu nome na Suíça. Deixei o senhor de Chelas pendurado – Artur, se me estás a ouvir, liga-me; vamos conversar – e dirigi-me para a Suíça, onde me explicaram que, de quinhentos em quinhentos anos, o planeta Terra escolhe um habitante e concede-lhe cem milhões de euros, mais coisa menos coisa, para minimizar a pegada ecológica, mas, que desta vez, só poderia receber uns oitenta e tal já que o resto estaria reservado para os pais da Greta. Não podendo rejeitar a oferta sob risco de umas coisas legais do sistema suíço, dei por mim com algumas posses, que sempre geri com parcimónia, dedicação e ética republicana.

Que, perante esta história, o antigo regime tenha decidido lançar suspeitas sobre mim, só revela o quão a IIIª República não passava da continuidade do Estado Novo. Agora, que a verdade foi reposta e os traidores à revolução afastados da sociedade, é com o fulgor revolucionário que vos saúdo, concidadãos, nesta nova jornada rumo ao Homem virtuoso. Avé Portugal! Avé Comité de Salvação Pública! Hurra!

Os académicos estão a gozar, não estão?

5 Novembro, 2019

Os académicos britânicos, Roger Eatwell e Matthew Goodwin, autores do livro “Populismo” consideram que o caso de alegada corrupção de que é acusado o ex-primeiro-ministro José Sócrates pode incrementar sentimentos de nacional-populismo em Portugal.

Portanto a alegada corrupção do ex-primeiro-ministro não é um problema em si mesma é sim um problema porque pode incrementar os sentimentos de nacional-populismo em Portugal.

Não tenho a menor paciência para esta hipocrisia. O ex-primeiro-ministro  é um exemplo claro de populismo a que junta o problema da alegada corrupção e de uma absoluta falta de noção dos limites. E vêm os alegados académicos dizer-nos que o problema é que nacional-populismo pode crescer a reboque deste caso. O nacional-populista foi e é o Sócrates, o homem do cofre.

Dias de glória | 30 anos (2)

5 Novembro, 2019

Fall of the Berlin Wall 1989

Justin Leighton/Redux

Guilhotinar é bom

5 Novembro, 2019

No último fim de semana, para os habitantes daquela terra jacobina de virtude pelo ódio a que usualmente chamamos “redes sociais”, ocorreu mais um evento público demonstrativo da humanidade inerente à execução por guilhotina. Desta vez, o traidor foi um moço a quem chamaram “beto” à conta de um nome de família. Ao que consta, a opinião deve estar vedada a jovens que vivem com a mãe e que, miséria das misérias, não sofrem de falta de brioches para saciar a fome.

Não tendo imagens do evento para ilustrar esta nota noticiosa, deixo esta imagem da capa do JN sobre um outro beto, este do lado dos virtuosos que mandam miúdos para a guilhotina.

E assim se vão apagando as referências à família

5 Novembro, 2019

Porquê chamar Cuidador Informal ao que é família? Mas há cuidadores que não são família? Sim, há mas são muito menos como aliás o próprio estatuto reconhece ao definir como “cuidador principal”  “o cônjuge, unido de facto ou parente afim até ao 4.º grau da pessoa cuidada, que acompanha e cuida de forma permanente, que com ela vive em comunhão de habitação e que não aufere qualquer remuneração de atividade profissional ou pelos cuidados que presta à pessoa.”

 

Vamos falar de canção de intervenção?

5 Novembro, 2019

Dias de glória | 30 anos (1)

4 Novembro, 2019

Berlin_Wall_23

Patrick Hertzog/AFP

E vêm falar de populismo?

4 Novembro, 2019

Marques Mendes: Medina pode suceder a Centeno que está “em rota de colisão” com Costa

Ou este homem alucina e inventa o que diz ou alguém muito bem colocado lhe transmite estas informações. Um programa de fuga de informações, seleccionadas, dirigidas e habilmente manobradas tem não só lugar num canal de televisão como, em seguida, temos vários meios de comunicação a propagarem o que ali é dito.
Não conheço nada mais populista do que isto. É uma vergonha que não se desmonte esta insídia.

Isto é assim um pouco cansativo para não dizer tolinho

4 Novembro, 2019

“Viral – A epidemia de ‘fake news’ e a guerra da desinformação”. A O livro que explica a guerrilha cibernética que promoveu a eleição de Donald Trump
Portanto o voto nos outros eleitos à excepção de Trump e Bolsonaro decorre de aprofundados estudos, reportagens incontestadas e notícias assépticas?
Esta dualidade de critérios pressupõe ainda que os elitores do dito Trump e quejando são uns tontos fanáticos por contraste com os esclarecidos que voram nos outros candidatos.

Um país às vezes

3 Novembro, 2019

A urgência do Garcia da Orta funciona às vezes. Os ciganos são ciganos às vezes. A ADSE tem dinheiro às vezes… Somos um país às vezes. Só os impostos e a propaganda são para todos os dias.

Carta aberta à jornalista Alexandra Borges

2 Novembro, 2019

Como mãe, educadora e cidadã, permita-me estas palavras depois de ver a sua reportagem e debate sobre a Transexualidade:

Estou revoltada com a forma simplista como abordou este tema tão sensível e complexo. Chamou-lhe “investigação” mas não ouviu todas as partes. Não esgotou todos os testemunhos. Misturou conceitos. Distorceu o sentido às causas defendidas pelos opositores à Ideologia de Género. Rotulou de “teoria da conspiração” e “discurso de ódio” a toda e qualquer tentativa dos pais de esclarecimento do teor REAL  da Ideologia de Género escondido da sociedade. Como se isto não bastasse, não conseguiu sequer ser imparcial como se exigia.

Onde já se viu 2 jornalistas a tomar clara posição no debate?

Onde estão na sua investigação os testemunhos de quem mudou de sexo e se arrependeu para saber o que correu mal e o que pensam sobre este assunto? Não encontrou? Eu ajudo. São às centenas. É só escolher.

Veja aqui: https://www.youtube.com/watch?v=ZEM-fccs7kM

Aqui: https://www.acidigital.com/noticias/cada-vez-mais-pessoas-se-arrependem-de-mudanca-de-sexo-mas-censuram-estudos-84189

Veja aqui: https://www.youtube.com/watch?v=27qjn0v4Av4&feature=share&fbclid=IwAR1Bn-9TyGNn8mcmXucQwdZA2-iluQnDZiXEDqYB9X8WftKptL7WI564SuQ

Leia aqui: https://tvi24.iol.pt/internacional/caitlyn-jenner/caitlyn-pode-estar-arrependida-da-mudanca-de-sexo

Leia também aqui: http://www.cpadnews.com.br/universo-cristao/48679/centenas-de-pessoas-querem-voltar-ao-sexo-de-nascimento-diz-ex-transgenero-.html

Leia só mais este porque há muitos mais: https://www.gospelprime.com.br/ex-transgenero-lamenta-que-sociedade-esta-fabricando-criancas-transexuais/

Onde estão na sua investigação os estudos que mostram que há mais mortes APÓS as cirurgias do que antes delas?

Veja aqui: https://www.estudosnacionais.com/6877/quase-metade-das-cirurgias-de-troca-de-sexo-terminam-em-tentativas-de-suicidio-diz-estudo/

Veja também aqui: http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2013/10/belga-morre-por-eutanasia-apos-cirurgia-de-mudanca-de-sexo.html

Onde está na sua investigação a diferenciação clara e objectiva entre um TRANSEXUAL – um indivíduo que possui uma identidade de género oposta ao sexo designado e  fazem ou pretendem fazer uma transição de seu sexo de nascimento para o sexo oposto – , que é o caso do André da sua reportagem e os TRANSGÉNERO  que mudam o género sexual sem desejo de mudar o sexo designado? Não lhe parece importante debater esta diferença que neste último caso traz problemas designadamente no oportunismo que pode existir e colocar meninas ou meninos em risco? Que pode trazer desconforto e medo como já foi notícia no Reino Unido?  Veja aqui:

https://www.uol.com.br/universa/noticias/redacao/2019/10/06/no-reino-unido-autoridades-pedem-fim-de-banheiro-unissex.htm

Onde está na sua reportagem a diferenciação clara e objectiva entre IGUALDADE de Género e TEORIA DA IDEOLOGIA de Género? Não sabe? Acha que é a mesma coisa? Não, não é.

Leia aqui: https://observador.pt/opiniao/a-biologia-humana-nao-muda-por-decreto-lei/

Leia também aqui: https://blasfemias.net/2019/03/18/a-ideologia-de-genero-nao-e-ciencia-e-doutrinacao/

Ouça aqui uma médica: https://www.youtube.com/watch?v=f4K3pV_KvLg

Outra médica aqui: https://www.youtube.com/watch?v=HxeTzYL7cbM

Onde estão na sua investigação os estudos que mostram um crescimento repentino e explosivo na identificação de transgéneros no Reino Unido e nos Estados Unidos, por exemplo,  onde só nos EUA de um clínica de género em 2007 passou a haver 60! Quantos milhões envolvem? Que interesses verdadeiramente defendem estas políticas de promoção  da Ideologia de Género? Não lhe interessou investigar? Porquê?

Quantos psicólogos e médicos objectores desta ideologia ouviu? Sabe o que realmente defendem? Claro que não. Porque convém promover a falsa ideia que somos CONTRA a igualdade de direitos das pessoas.

Ouça esta psicóloga e veja o que realmente defendem as pessoas que se opõe à Ideologia de Género: https://www.youtube.com/watch?v=hLFB9cHFhJg

A sua reportagem está INCOMPLETA. Logo é um mau serviço público. Não informa. Desinforma. E isso é grave.

Porque enquanto desinforma há meninos como o James com 3 anos (agora com 7) a receberem lavagem cerebral de gente fanática pela Ideologia de Género. Não conhece o caso?

Veja aqui: https://www.youtube.com/watch?v=FtFZN_n2odY

E mais aqui: https://www.youtube.com/watch?v=dyfAifYthpI

E aqui: https://www.youtube.com/watch?v=chk7qKHsW_A

Sobre Ideologia de Género, partilho aqui a série documental em 7 episódios do jornalista norueguês, comediante e sociólogo, Harald Eia, de visualização obrigatória – legendados em português:

1. – Lavagem Cerebral, parte 1/7 – O Paradoxo da Igualdade:

https://youtu.be/G0J9KZVB9FM

2. – Lavagem Cerebral, parte 2/7 – O Efeito Parental:

https://youtu.be/ofKAw2hIJIA

3. – Lavagem Cerebral, parte 3/7 – Gay ou Hétero:

https://youtu.be/sED5qymZck0

4. – Lavagem Cerebral, parte 4/7 – Violência:

https://youtu.be/uIUd11R0gGw

5. – Lavagem Cerebral, parte 5/7 – Sexo:

https://youtu.be/i3I2rcBTjmE

6. – Lavagem Cerebral, parte 6/7 – Raça:

https://youtu.be/XespuNLgLQY

7. – Lavagem Cerebral, parte 7/7 – Inato ou Aprendido:

https://youtu.be/RgaZuPf4tiE

Espero ter contribuído para o seu  esclarecimento  nesta matéria para que de uma próxima vez seja capaz de fazer um trabalho com valor jornalístico.

Sou mãe e dei a cara num vídeo do “Movimento #deixemascriancasempaz” cujo o ÚNICO  objectivo deste grupo de cidadãos é INFORMAR a sociedade sobre as verdadeiras motivações da Ideologia de Género IMPOSTA nas escolas públicas que não promove a igualdade mas sim a doutrinação LGBTQ  lesando claramente os direitos dos pais:

Declaração Universal dos Direitos Humanos e a Constituição da República Portuguesa:

  • “Aos pais pertence a prioridade do direito de escolher o género de educação a dar aos filhos”
    – Declaração Universal dos Direitos Humanos, artigo 26º, nº 4.
  • “Os pais têm o direito e o dever de educação e manutenção dos filhos”
    “O Estado não pode programar a educação e a cultura segundo quaisquer directrizes filosóficas (…) políticas, ideológicas”
    – Constituição da República Portuguesa, artigo 36º, nº 5 e artigo 43º, nº 2.

Por isso, não admito que me chame, directa ou indirectamente de CONSPIRADORA ou de difusora de DISCURSO DE ÓDIO quando o  objectivo é apenas fazer o que lhe compete  como jornalista mas não faz: INFORMAR com isenção sobre as reais motivações da Teoria da Ideologia de Género nas escolas.

Nota final: não me venha com a ladainha de que os links disponibilizados neste e outros textos não são “fidedignos” porque estão publicados no YouTube ou porque os artigos não foram escritos pelos jornais de “referência” jornal Público, JN ou Expresso. Já todos sabemos que para termos acesso à informação FORA das AGENDAS POLÍTICAS jamais podemos ler só o que se publica cá dentro do país. É um facto. Se quiser provas do que acabo de dizer, também as arranjo.

Boas leituras!