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Minoria desprotegida

4 Outubro, 2019

Haverá uma altura em que um projecto de legalização da eutanásia será aprovado na assembleia da república. Consistirá num texto com tretas muito bonitas sobre a liberdade, que serviria para ocultar o lado prático da coisa: o extermínio de velhos doentes, senis e sem recursos económicos. Em alguns casos, com o aval dos familiares dado enquanto recolhem as alianças do dedo do proto-cadáver para o posterior luto na loja de penhores. Como não terei nada a ver com isso, nunca poderia, em plena consciência, votar em qualquer partido que não rejeitasse liminarmente esta aberração. Assim sendo, não posso e não vou votar Iniciativa Liberal.

Iniciativa Liberal no RAP

4 Outubro, 2019

We will always have Paris

3 Outubro, 2019

Prefeitura de Paris concede a Lula título de Cidadão Honorário
Duas semanas após prefeita da capital da França receber Dilma, cidade concede honraria reservada a defensores dos direitos humanos, já dada ao cacique Raoni

Em breve:

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Pedido de esclarecimento ao PAN

3 Outubro, 2019

Encontrei este texto numa caixa de comentários que por ser pertinente resolvi aqui reproduzir com a expectativa de virmos a ser esclarecidos em abono da verdade:

” Muito se ouve dizer que “…voto PAN porque gostam dos animais…” e “…voto PAN porque tenho um cão…” ou “…voto PAN porque protegem os animais…”, mas há algo nesta ideia que me intriga e gostava muito que o PAN viesse publicamente esclarecer a sua posição quanto á organização PETA ( Pessoas pelo tratamento ético de animais).

O PAN APOIA ou REPUDIA a PETA ?

O motivo da minha dúvida tem a ver com duas pouco divulgadas particularidades dessa organização :
1- a PETA é totalmente contra o ser humano possuir outros animais, ou seja não devemos ter animais de companhia (ou outros);
2- a PETA ao longo dos anos eutanasia (mata) para cima de 75% dos animais que resgata.

Tendo em conta estes dois factos muito agradecia um esclarecimento.

No caso de repudiar a PETA deverá então fazê-lo não só em palavras mas ao nível das acções para bem da consistência.

Caso apoie a PETA então não deverá apresentar-se á sua base votante como um partido que luta pelo bem estar dos animal mas sim que é a favor do rapto (prática recorrente da Peta) e da morte desses mesmos animais.

Para suporte desta informação, e para que não se pense que esta dúvida é infundada junta-se os seguintes links :

1- Relatório oficial de um dos estados Americanos (noutros temos números iguais sobre eutanasia)
https://arr.va-vdacs.com/PublicReports/ViewReport?SysFacNo=157&Calendar_Year=2016

2- Reportagem vídeo onde se aprofunda estes dados e outros.
https://www.youtube.com/watch?v=IfO9PL-Z8II&list=WL&index=60&t=0s

3- Página dedicada à análise profunda sobre as práticas da PETA
https://www.youtube.com/watch?v=IfO9PL-Z8II&list=WL&index=60&t=0s

PS: Já agora pedia um esclarecimento sobre como podemos ter animais de companhia (cão e gato) dentro de 15 anos sem criadores? Devemos fiscalizá-los? Claro que sim, mas sem estes e com a regra que os animais adoptados têm de ser esterilizados como se dará a sua reprodução? Ou seja… se não protegermos a sua ética reprodução DENTRO DE 15 ANOS NINGUÉM TEM NEM UM CÃO NEM UM GATO….”

Rui Rio é um homem de palavra

3 Outubro, 2019

Rui Rio, com a frontalidade, lógica e honestidade que se lhe reconhecem, ao tentar distanciar-se politicamente de Passos Coelho, disse que os seus objetivos eleitorais eram três (por ordem de importância) :

1) ganhar formando uma maioria com o Cds

2) ganhar e formar uma maioria incluindo o PS

3) ficar em segundo, mas disponibilizar-se a viabilizar um governo PS (uma espécie de Geringonça2. “É melhor que nada” – disse ele em tempos.

Acontece que nenhuma sondagem dá a vitória ao PSD, nem de perto nem de longe. O cenário 1 é praticamente impossível e o 2 é muitíssimo improvável. Pelo que nos resta o 3. A noiva, mesmo que contrariada, quer casar com António Costa, não porque goste dele, mas porque tem ciúmes das outras potenciais noivas.

Rui Rio é um homem de palavra. Se disse isto, podem crer que o fará.

Portanto, para os eleitores que não são de esquerda, o PSD não pode ser uma possibilidade racional. Como alternativas credíveis, restam o CDS e sobretudo um partido novo, com ideias arejadas e muita vontade de agitar as águas no parlamento. Evidentemente, falo do Iniciativa Liberal, que hoje anunciou o seu “desprograma” que propõe a extinção imediata de 13 taxas e a revisão de “mais de 70 organismos do Estado redundantes ou desnecessários”.

Entre o 10º deputado do PSD em Lisboa ou Porto e um da IL, há alguma dúvida sobre o que é mais útil?

Declaração de voto

3 Outubro, 2019

 

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Iniciativa Liberal

3 Outubro, 2019
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Em 2003 a grande moda em Portugal era a blogosfera. Eram os tempos da Coluna Infame e do Blog de Esquerda. Pacheco Pereira tinha acabado de lançar o seu Abrupto e decidi também fundar o meu, acreditando que talvez existissem 10 pessoas por dia a lê-lo. A ideia original era chamar ao blogue “Posts de Pescada” mas o nome já estava tomado e, sem pensar muito, chamei-lhe Jaquinzinhos. Como leit motiv, uma frase: Blogue Sulista, Sportinguista e Liberal.

Era um blogue em que pretendia falar do meu Algarve, do meu Sporting e das minhas opções políticas. Em 2003 conhecia meia dúzia de pessoas que se reclamavam como liberais. Andavam pelos fóruns do Público e antes pelos grupos de discussão da Usenet. Alguns meses após ter lançado o Jaquinzinhos, a minha surpresa era completa. Não só o blogue atingira rapidamente os 1000 leitores diários como havia uma inesperada quantidade de outros blogueiros que defendiam abertamente um Portugal mais liberal. Afinal, éramos poucos, mas não tão poucos como imaginara. Mais tarde, grande parte desse universo blogueiro liberal aglutinou-se em dois blogues de referência. Insurgente e Blasfémias.

Desde sempre, em Portugal, o pensamento liberal foi mal-entendido tanto à esquerda como à direita. A esquerda com a sua habitual incompreensão com o funcionamento do mundo e com a incapacidade de entender como cresce uma economia e a sua sempre presente aversão ao sucesso. Em alguma direita, principalmente a direita nacionalista, a aversão ao globalismo e uma ideia de pulso forte sempre presente.

Coisas normais em países da Europa são vistas em Portugal como emanações de ultraliberalismo selvagem radical. As leis do trabalho da Dinamarca se aplicadas em Portugal dariam para semanas de greve geral. Em Portugal, recomendar a abolição do salário mínimo como nos países nórdicos seria o escândalo do ano. Sugerir um sistema de saúde como o da Holanda ou da Suíça causaria uma apoplexia generalizada nos filhos do Dr. Arnaut. Reclamar por um sistema de gestão de educação como o da Bélgica deixaria o Dr. Mário Nogueira e a Secretária Leitão às portas da morte.

Em Portugal dizem-se as maiores atoardas sobre o liberalismo. Ignorância, preconceito e negação do óbvio estão na origem desta incompreensão. Liberalismo é a defesa intransigente da liberdade individual. A liberdade de expressão e de opinião, seja ela boa ou má. A liberdade de escrever odes triunfais ou tweets inconsequentes, poemas ou amor ou banalidades. A liberdade de querer ser informado ou de querer ser ignorante, a liberdade de idolatrar deuses imaginários ou de ser descrente, a liberdade de mentir ou de falar verdade, de inventar, de interpretar, de discordar, de idolatrar os heróis da moda, a liberdade de ser querer ser feliz ou infeliz, amar ou odiar, ser snob ou humilde, a liberdade de não gostar de liberdade e até de ser contra a liberdade, a liberdade de meter os pés pelas mãos e apontar para o lado, a liberdade para mudar de ideias, liberdade de sermos incoerentes, liberdade de não reconhecer a asneira, liberdade de ler branco e dizer que se leu preto, liberdade de dizer sim e de dizer não. A nossa liberdade só tem um limite: em nada pode diminuir o espaço de liberdade dos outros. Não temos liberdade para usar violência, roubar, ameaçar, difamar ou impedir outros de acederem às mesmas liberdades que queremos para nós.

Ou, nas palavras de Fernando Pessoa: “O liberalismo é a doutrina que mantém que o indivíduo tem o direito de pensar o que quiser, de exprimir o que pensa como quiser, e de pôr em prática o que pensa como quiser, desde que essa expressão ou essa prática não infrinja directamente a igual liberdade de qualquer outro indivíduo”.

Naturalmente, se todos temos este conjunto de liberdades, também temos liberdade económica. Liberdade de comprar, vender, oferecer, arrendar, emprestar, empregar ou empregar-se, contratar, investir ou poupar, importar ou exportar. Liberdade de criar, conceber, correr riscos e de reter os proveitos eventualmente gerados pelas suas apostas ou pela aplicação das suas capacidades. Liberdade de procurar a sorte ou o azar.

Embora este conjunto de liberdades nasçam de uma declaração de princípios e não seja consequência de uma qualquer tentativa de otimização de resultados, a verdade é que na economia ainda não se encontrou nada que funcione melhor que a liberdade económica. Capitalismo, se quiserem. Todas as experiências alternativas colapsaram.

A liberdade económica e liberdade individual são a fundação das democracias liberais, mais ou menos imperfeitas, em que vivemos. E como se deve comportar o estado, numa sociedade liberal, para lá da gestão cuidadosa das óbvias funções básicas de soberania?

O estado não deve servir-se dos contribuintes, mas servir os cidadãos. As pessoas não trabalham para pagar impostos. Trabalham para viver. Pagam impostos porque o estado tem custos. E uma forma que o estado tem de servir os seus cidadãos é na criação de condições para que todos possam exercer em pleno as suas liberdades e fazer uso das suas capacidades. Ninguém devia assustar-se por receber uma carta das finanças, ninguém devia aceitar perder uma manhã para tratar dum papel que o próprio estado exige. Ninguém devia ter medo de criar um pequeno negócio por causa da burocracia, das obrigações absurdas e do fisco implacável. Por outro lado, a cultura da senha, da fila de espera, da superioridade do funcionário perante o cidadão indefeso é também um reflexo do estado que não respeita ninguém.

Servir os cidadãos é garantir-lhes o acesso a saúde e educação com qualidade. Garantir o acesso, permitindo que cada cidadão possa escolher a escola dos seus filhos ou o hospital onde quer ir de acordo com as suas preferências, é muito mais importante que criar estruturas mastodônticas que oferecem serviços de má qualidade, enquistados em regras de gestão do século passado, sem autonomia nem vontade. Note-se que isto não significa que o estado deve pagar ensino ou hospitais de luxo. Definidas as regras de qualidade mínima e preços de referência, todos os cidadãos devem poder aceder livremente aos serviços disponíveis pela sociedade dentro desses limites. Quem quiser diferente terá que pagar. Note-se que no regime actual apenas os cidadãos mais ricos podem escolher. Num sistema de livre acesso, todos podem. Não há nada socialmente mais justo que remover essas barreiras de classe social da frente dos cidadãos mais desfavorecidos.

Servir os cidadãos é também proporcionar-lhes uma rede de segurança que minimize o medo de correr riscos e auxilie quem realmente necessite de ajuda, nunca esquecendo que a melhor forma de ajudar é promovendo a criação de riqueza. Ao limitar o crescimento económico, por desconhecimento, iliteracia económica ou preconceito político, o estado é o principal responsável pelo elevadíssimo número de cidadãos que sempre necessitam auxílio. O que temos hoje é um estado que legisla constantemente contra a economia, coloca todos os entraves a quem quer criar riqueza, é inimigo do investimento e parece empenhado em diminuir seriamente a probabilidade de êxito de quem tenta investir.  Um estado que penaliza o sucesso através de uma fiscalidade asfixiante e de legislação absurda, mas que não dispensa de retirar para si uma fatia cada vez maior da riqueza criada.

Temos um debate político envenenado. Geralmente, são os que agitam a bandeira da solidariedade e que exigem publicamente que o estado consuma cada vez mais recursos com crescentes ajudas aos mais desfavorecidos que pedem legislação cujo principal efeito é a criação de um crescente exército de necessitados.

Como criar um estado que sirva os cidadãos em vez de se servir deles? Não há soluções milagrosas nem panaceias para todos os males, mas há evidências à frente dos olhos de quem quer realmente ver. Os países que mais crescem na Europa são todos mais liberais que nós e não há um único caso de crescimento sustentado e prolongado com governos de esquerda. Um absoluto zero. Com governos que pratiquem políticas económicas como aquelas que Bloco, Livre ou PCP defendem o resultado é sempre o mesmo, a miséria generalizada. A Venezuela não é um acidente isolado. É apenas mais um na interminável sequência de acidentes provocados pela política de quase tudo no estado e nada fora.

Não é com estas eleições que se vai mudar o que quer que seja. A estagnação portuguesa está garantida por muitos anos. Desde Guterres que as décadas de marasmo ficaram garantidas. Assistimos sempre ao mesmo filme. Um governo do Partido Socialista compra votos com o orçamento, é reeleito, sai à vista dos problemas, sejam eles pântanos ou troikas. Entra o PSD e ficam com o menino nos braços. À primeira oportunidade o PSD é posto fora, volta o PS e repete-se tudo. 4 anos a comprar votos à custa do contribuinte, mais 2 anos e sai de fininho.

Na comunicação social aplaude-se sempre a fase das dádivas e culpa-se sempre quem tenta por as contas em ordem. Confundem-se sintomas com cura. Durante a fase das prebendas, o PSD e o CDS são quase sempre incapazes de se manifestarem contra medidas depredadoras do futuro com medo de perderem clientelas eleitorais.

Há por isso um pequeno passo que pode ser dado. Eleger um deputado liberal. Um deputado liberal não compactuará com novas taxas e taxinhas, com aumentos de despesa, com hipotecas ao futuro. Não terá força para travá-las, mas terá uma voz de decência e racionalidade num debate inquinado.

Hoje, em toda a comunicação social, por todos os assuntos, são ouvidos os partidos com assento parlamentar. 5 à esquerda, PS, PCP, Bloco, a burla PEV e PAN. À direita só 2: PSD e CDS. Com a provável eleição da deputada do Livre o discurso ficaria ainda mais desequilibrado a favor da esquerda. 6 a 2.

Por mim, tentarei com prazer o 6-3. Depois de dezenas de anos a defender um Portugal mais liberal, vou votar na IL e esperar que mais de 20.000 pessoas no distrito de Lisboa façam o mesmo que eu. Não é fácil. Alguns erros devidos à inexperiência e a subida recente do PSD, cuja campanha eleitoral esteve muito acima das expectativas, ensombra ainda mais a baixa probabilidade de sucesso pelo regresso do “voto útil”. Mas entre contribuir para eleger um anónimo 10º deputado do PSD e o 1º da Iniciativa Liberal não pode haver espaço para grandes hesitações. No Domingo votarei na Iniciativa Liberal.

 

E aqui chegámos!

2 Outubro, 2019

Bernardo Silva foi esta quarta-feira acusado de má conduta pela Federação Inglesa de Futebol, no seguimento de um tweet alegadamente de cariz racista com o companheiro e amigo Benjamin Mendy. O jogador tem agora uma semana para apresentar mais uma vez a sua defesa e tentar fugir a qualquer castigo.

Para o DN a China começou com o comunismo

2 Outubro, 2019

DN:Manifestante alvejado no peito pela polícia em Hong Kong nos 70 anos da China

O momento “Luís, vê lá como fico a olhar… Achas que fica bem assim? Ou fica melhor assim? de António Costa

1 Outubro, 2019

Julho de 2017: O primeiro-ministro tinha férias marcadas para a primeira quinzena de julho e não as desmarcou, apesar da crise dos incêndios de Pedrógão Grande e do roubo de armamento dos paióis de Tancos.

Setembro de 2019: Costa pondera viagem aos Açores para acompanhar passagem do furacão “Lorenzo”

Querida Greta Thunberg, esta é a minha mensagem para ti…

30 Setembro, 2019

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O Mundo não te odeia. O Mundo não te quer mal nenhum nem te culpa de nada. A raiva que vês por aí é sobre quem usa crianças inocentes explorando um sentimento de medo e pânico genuínos para levar a cabo uma agenda onde estão envolvidos grandes interesses  pessoais, políticos e financeiros: teus pais e quem os comprou.

Eu também sou mãe de um menino que vê as televisões constantemente a falar no “Apocalipse Climático” iminente, que vê imagens de florestas todas a arder em simultâneo, de furacões, de inundações, de ursos brancos a morrer, do degelo, de golfinhos e baleias mortas na praia e que dizem ser das temperaturas a subir. Na SIC (uma estação de TV cá de Portugal) agora até já passam documentários sobre alarme catastrófico climático no Telejornal, em horário nobre e repetindo o mesmo documentário por 2 vezes! Quem é que com tamanha manipulação não fica com pânico?

Mas eu, ao contrário dos teus pais, não lhe alimento o medo. Informo.

Quando ele me pergunta se é verdade  que o planeta vai acabar em 12 anos respondo que há décadas  que os alarmistas do clima da ONU tentam convencer as massas que  era suposto já termos sido engolidos pelo mar  e os humanos, extintos;

Quando me pergunta se o clima está a mudar respondo que provavelmente sim mas sempre foi assim há biliões de anos e sempre assim será porque a terra tem vida própria e nós homens apenas podemos atenuar essas mudanças como no passado e nunca as poderemos impedir. Assim o explica 500 cientistas de todo o mundo numa carta dirigida a Guterres .

Quando me pergunta se há degelo nos pólos respondo que sim mas à medida que perde de um lado, ganha do outro segundo a NASA; que o  buraco de ozono está a fechar; o  planeta mais verde; as emissões de CO2 a reduzir apesar do CO2 não ser o problema  mas sim o NOX.

Quando me pergunta se o planeta está mesmo a aquecer respondo que segundo os dados existentes a tal curvatura do aquecimento que provocou alarmismo, não existe, foi forjada; os registos desde 1880  demonstram estabilidade nas temperaturas o que obrigou à falsificação de dados pelo IPCC para servir as agendas políticas.

Quando me pergunta se não está mais calor por causa de picos  registados em Julho respondo que sempre os houve e  segundo a imprensa: “Em 1884 já se falava num calor “tão intenso em Portugal que tinha danificado a vegetação”, bem como da “falta de água” em 1919. Já em 1930, “em Lisboa a temperatura subiu como nunca”, falando-se até num “calor tropical” que fez “numerosas pessoas desmaiarem nas ruas”. 

Quando me questiona sobre o urso polar faminto e moribundo respondo que a jornalista confessou que a foto foi descontextualizada para dar voz a uma narrativa que interessava aos alarmistas mas que o google já eliminou esse artigo na Natgeo.

Quando me questiona sobre foto de cães caminhando sobre a água de um rio em degelo na Groenlândia explico que essa terra no passado já foi verde e muito mais quente e é perfeitamente normal que volte a sê-lo mas que essa foto também foi usada para manipular opinião.

Por isso se fosses minha filha, em vez de pânico estarias a questionar OS DONOS DO MUNDO na ONU sobre a coincidência de tudo isto ter por base dados falsos e  manipulados e ninguém se importar;  a coincidência de termos  de pagar com muitos mais  impostos e mais elevados por  um planeta verde; a coincidência dos alarmistas desta agenda terem comprado vivendas à beira-mar, possuírem barcos, aviões a jacto e carros de alta cilindrada extremamente poluentes e não terem ainda mudado seus hábitos de vida;  a coincidência de todas as organizações e pessoas ligadas à “EMERGÊNCIA climática” estarem a receber muito dinheiro por isso; a coincidência da ONU estar falida precisamente quando te vão buscar para ser o porta-voz do apocalipse que eles há muito reclamam e que muito jeito dá aos bolsos dessas pessoas. 

Lutarias  pelo esclarecimento da verdade em nome dum planeta que é  de todos e não só de alguns e que esta teoria (com bases falsas) do aquecimento por culpa do CO2 vem empobrecer ainda mais  países emergentes com recursos naturais impedindo-os de se desenvolver como nós e ter a qualidade de vida que tu tens e que, ao lhes ser negado, rouba a infância a milhões de crianças que ao contrário de ti não podem fazer greve à escola pelo clima porque nem escola têm.  

Se em vez de  explorarem a tua inocência te ensinassem a questionar o modo de vida dos alarmistas – que não são mais do que eco-oportunistas –  e  a seguir o rasto do dinheiro em “nome das EMERGÊNCIAS climáticas” para eliminar o que alimenta os interesses económicos e políticos nessa agenda do clima, acredita que em pouco tempo nenhum deles iria querer saber do planeta para nada e o alarme acabava.

É claro minha querida que devemos lutar pela protecção do  ambiente porque o planeta é a nossa casa e dele dependemos para viver. Mas essa luta nunca deve ser pelo mesmo caminho por  onde jorra  o dinheiro  mas sim, em sentido contrário, de forma altruísta e desinteressada só pelo bem comum. 

Os dados estão lançados

29 Setembro, 2019

Tancos. O papagaio. Acusações de conspiração. O cerco ao PR. A regionalização encapotada. Há no ar uma opacidade que cobre tudo… Mas o que está para lá do que vemos? O que nos espera?

políticos em fuga

29 Setembro, 2019
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Tiago Barbosa Ribeiro, o representante do povo, na Assembleia da República, que gostava de trocar sms com Azeredo Lopes, apressou-se a dizer que “nada a dizer sobre essa matéria”, sendo que “essa matéria” é a escandaleira das armas de Tancos, de que ele parecia estar, ao tempo, bastante bem informado.

A reacção de Ribeiro segue, aliás, o padrão habitual do PS nestas “matérias”, sendo o mantra “à justiça o que é da justiça” o favorito de António Costa, no que é imitado por inúmeros discípulos, onde também já se incluem a devota Catarina Martins e o apóstolo Jerónimo de Sousa.

Só que esta farisaica posição, muito adequada para fugir a jornalistas e remeter as coisas para um limbo, fere gravemente o princípio basilar da democracia, que é o da representação. É que, quando a opinião pública pede responsabilidades a deputados, ministros e primeiros-ministros sobre casos judiciais ocorridos nos seus gabinetes, ainda que sem evidência de participação directa dos visados, não são responsabilidades criminais que se lhes estão a pedir, mas responsabilidades políticas. As criminais, o Ministério Público que apure se têm ou não lugar. Mas as políticas são os eleitores quem as têm de exigir.

A consequência de fugir às responsabilidades políticas pelos actos daqueles que estão sob a sua tutela tem uma consequência: o descrédito da política e dos políticos. E é por isso que, quando as coisas atingem a saturação, os cidadãos elegem quem denuncia estas situações e que, aparentemente, estão à margem de um sistema que já pouco diz às pessoas. Dito doutro modo, aqueles que se dizem horrorizados pelo surgimento dos populismos, são os seus principais causadores.

por que apoio o iniciativa liberal

28 Setembro, 2019
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Iniciativa_Liberal_símboloAprecio Assunção Cristas e acho que o CDS não encontrará, nos próximos anos, alguém à altura para a substituir. Que a estimem, independentemente do resultado do dia 6, é a minha recomendação. Não me importaria que Rui Rio ganhasse as eleições, embora saiba que, entre ele e Costa, as diferenças não são muitas, como ele mesmo fez questão de frisar, após a sua eleição como líder do PSD. A alternância é, contudo, o grande mérito da democracia, e faz-nos, neste momento, muita falta. Mas tenho a convicção de que o homem ficará entre os 25% e os 30%, o que lhe dará mais do que oxigénio suficiente para continuar em funções e ficar à espera que a geringonça se desfaça a meio da próxima legislatura. Por conseguinte, votaria, sem dificuldades, em qualquer um desses dois partidos, não fora o facto de achar que, nestas eleições, a Iniciativa Liberal será um destino mais adequado para o meu voto.

Sempre fui muito crítico do acantonamento do liberalismo num partido político. Entendo que o liberalismo é uma filosofia política sobre o estado e a sociedade e não um programa político para o estado e a sociedade. Por conseguinte, parece-me que todos temos mais a ganhar em que haja liberais no CDS, no PSD e até no PS (conheço alguns, não tão poucos quanto isso), que possam influenciar futuros governos desses partidos com políticas que privilegiem o indivíduo em vez do estado. O Adolfo Mesquita Nunes foi, nos últimos anos, um bom exemplo disso mesmo. Mas, se simpatizo com a ideia dos liberais se disseminarem por vários partidos, como poderia não aceitar que eles possam também estar em partidos que assumidamente se identificam com essa ideologia?

O surgimento do Iniciativa Liberal foi rodeado de muitos equívocos e não lhes fui meigo, por aqui, durante muitos meses. Hoje, que conheço algumas das pessoas que protagonizaram esses primeiros momentos, convenço-me de que foi amadorismo e impreparação, e não qualquer outra causa de ordem conspirativa, teorias para as quais, de resto, não costumo ter qualquer predisposição intelectual. Mas, se dúvidas pudesse haver, o Carlos Guimarães Pinto, que é um dos tipos mais capazes da sua geração, dissolveu-as todas. O Iniciativa Liberal é, hoje, uma agremiação política inteligente, séria nos seus pressupostos e finalidades, eficaz e que está a pôr muita gente a pensar neste país. Essa é a razão pela qual o partido está a ser temido e atacado: porque está a pôr as pessoas, muitas pessoas, a pensar. Um dia, numa troca de palavras escritas entre mim e o Carlos, ele disse-me que nunca tinha conseguido chegar a tanta gente como desde que era presidente do partido. Na altura, não fiquei convencido. Hoje, estou certo de que tinha toda a razão.

Por conseguinte, como posso eu deixar de votar num partido que diz, e diz bem dito, aquilo que eu ando a dizer há décadas? Não posso, evidentemente. Sobretudo numa altura política em que, nem o CDS, muito menos o PSD, dizem o que eu penso que deve ser dito. E é por essa razão, para além das anteriormente aduzidas, que apoio e votarei, nas próximas eleições, no Iniciativa Liberal.

O sítio não é tão bom para tomar uns copos

28 Setembro, 2019

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mas os manifestantes-activistas do clima podem deixar de importunar os residentes da Almirante Reis e meterem-se a caminho da Rua Pau de Bandeira, 11-13 na Lapa? É que o principal poluidor do mundo tem lá  a sua embaixada. De caminho tratavam de protestar contra isto, mais isto . e quem sabe os jornalistas presentes entre títulos arrebatados até podiam tentar falar com o sr embaixador e perguntar-lhe  se sabe alguma coisa sobre o estado das florestas em África ou para não ser tão abrangente fiquemos por Moçambique.

 

A bem dizer já chega de notícias, de campanha… enfim chega de tudo o que perturbe a radiosa propaganda da pátria socialista

27 Setembro, 2019

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Ps. Luísa Meireles é directora da LUSA, a agência noticiosa que está para o PS como a TASS para a URSS

Chamem o mandatário do BE e o caso Tancos resolve-se num ápice

27 Setembro, 2019

Mário Tomé, o militar mandatário do BE nestas eleições legislativas, e que, pasme-se,  segundo o mesmo BE tem uma  “uma posição antimilitarista”, ainda deve lembrar-se das assembleias do MFA, nomeadamente de uma, célebre, que teve lugar em Tancos no ano de 1975. Portanto convoca-se uma assembleia nos moldes das pretéritas do MFA e a coisa fica resolvida, no ponto prévio da ordem de trabalhos.

Outra hipótese é o dr Azeredo Lopes invocar o exemplo do capitão Fernandes, que orgulhosamente assumiu o desvio de 1 000 (ou 1500) espingardas G3 do Depósito Geral de Material de Guerra (DGME), localizado em Beirolas (Loures) para as entregar ao povo se por povo se entender a élite do Partido Revolucionário do Proletariado/Brigadas Revolucionárias (PRP/BR). Tendo em conta que o capitão Fernandes depois de tudo isto obteve o estatuto de refugiado político da ONU e ainda veio a ascender a  tenente- coronel nas Forças Armadas Portuguesas, o dr Azeredo Lopes tem à sua frente uma auspiciosa carreira política. Vai-se  aver ainda acaba a ser recebido pelo engenheiro Guterres nas Nações Unidas como activista de qualquer coisa.

 

Tiago Barbosa Ribeiro

27 Setembro, 2019

O socialista de vermelho carregado que durante os anos de Sócrates andou nas redes sociais a fazer fretes políticos e a defender raivosamente o governo do pobre provinciano integra a lista de candidatos a deputados pelo PS no distrito do Porto.

Ora, sabe-se agora a partir da acusação do caso Tancos que o deputado e novamente candidato a deputado foi conivente – se não mesmo activamente apoiante – de que o na altura ministro Azeredo Lopes fosse ao Parlamento mentir sobre assuntos da maior relevância para o Estado e a segurança dos Portugueses.

Que Tiago Barbosa Ribeiro não tenha nenhuma noção das suas responsabilidades enquanto suposto escrutinador em nome dos eleitores das actividades do governo, não me surpreende.

Absolutamente grotesco é a situação de o secretário-geral do partido e primeiro-ministro desta espécie de país o mantenha em 8º lugar como candidato efectivo pelo círculo eleitoral do Porto.

Mas vai-se a ver a composição da lista do PS e notamos que lá consta também Constança Urbano de Sousa que nos incêndios de 2017 e depois de 130 mortos se queixava de não ter tido oportunidade de gozar férias.

Percebemos que com o PS é mesmo assim, à descarada e com a soberba dos brutos.

TiagoBarbosaRibeiro

vítima sacrificial

26 Setembro, 2019
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azeredo5Mas alguém acredita que este pobre homem, habituado ao sossego dos gabinetes e à maciez de boas alcatifas e sofás, se atrevesse a fazer uma coisa destas, envolvendo armas, máfias e terroristas, sem que lho dissessem para o fazer e lhe garantissem segurança e recato? Isto, aliás, quando se faz faz-se a principiantes, porque qualquer tipo batido na política não se meteria em semelhante estupidez. De todo em todo, Azeredo não é nenhum Johnny Rambo e deve até desmaiar à vista de uma granada ou de um fuzil. Ele não é mais do que uma vítima sacrificial, usada, já por duas vezes, para que o resto do rebanho possa avançar.

Isso do não saber nada é sorte, coincidência ou opção?

26 Setembro, 2019

Portanto António Costa ministro não sabia nada do que fazia o primeiro-ministro. António Costa primeiro-ministro não sabe o que fazem os seus ministros.

A crença que nos é imposta

26 Setembro, 2019

Paulo Tunhas, no Observador:

O fanatismo – todos os fanatismos – não vive de nenhum sentimento absoluto da verdade do que se crê ou diz, de onde qualquer cepticismo se encontra arredado: vive do puro desejo de impor a sua crença aos outros. Por outras palavras, um fanático não precisa de se encontrar capturado por uma qualquer iluminação fantástica. Define-se sim pela necessidade de fazer crer que foi tocado por essa iluminação, como meio para a impor aos outros. É o desejo de a impor, e não qualquer efectiva expressão do seu íntimo mais profundo, que o move. Para mim, foi essa a inesperada lição de Greta Thunberg.

Mais aqui.

Nada disto importa, tudo isto é fado

25 Setembro, 2019

Impostos mais baixos é uma ideia excitante. Crescimento económico também, apesar de não me excitar tanto como a outros por se tratar de uma mera corrida inevitavelmente perdida atrás de dívida estratosférica sem qualquer reserva real de valor, só de uns números num jogo de monopólio em economês que não têm qualquer relação com o esforço do sapateiro ou do marceneiro em meter comida na mesa. Contudo, não é nada disso que vai a eleições. O que vai a eleições é o grau de conformidade dos portugueses a um modelo global de corrida atrás da própria cauda. Longe vão os clusters estratégicos, os empreendorings e os grandes desígnios nacionais: não há desígnios nacionais onde apenas há a tragédia que é definhar com a UE ou definhar mais ainda sem a UE. Quando uma civilização está em colapso, constroem-se pirâmides. Como tal, votamos no indivíduo que melhor nos assegure que amanhã não pareça particularmente pior que hoje.

Deixamos de ter filhos: é um problema real, pelo menos para mim, que espero envelhecer rodeado de brincadeiras de crianças. Consideramos condicionar velhos doentes para que desamparem a loja, poupando despesa: é um problema real, que espero envelhecer e não andar aqui a chatear ninguém sem sequer saber que o faço. Consideramos construir casas de banho para acomodar construções mentais que fizemos para dissociar biologia de preferência sexual e esta da individualidade de cada um: é um problema para mim, que quero poder ter uma vida sexual em privado, sem que o estado me coloque etiquetas de identificação. Assimilamos a previsão de Nietzsche da morte de Deus: é um problema real, pelo menos para mim, que fico desprovido do formalismo da autoridade, com o risco desta ser açambarcada por seitas rousseaunistas que a atribuem à abstracção “estado”, algo que é inerentemente absoluto (não há “um bocadinho de autoridade”, há autoridade ou não há). Engolimos a treta cientóide das alterações climáticas baseados em modelos apocalípticos em busca do colmatar de um sentimento de culpa renovado previamente atribuído ao “privilégio do homem branco”: para mim é um problema real, dada a quantidade de africanos puritanos que a Europa recebe impedindo a beleza da mini-saia ou do mui laissez-faire topless. Inventamos “polígrafos” e outros códices da verdade absoluta: para mim é um problema, que a busca da verdade absoluta é a própria tragédia da condição humana, coisa que sou (humano, isto é). Banimos livros porque uns bonecos aparecem a pinar com outros, não vá um miúdo deixar o YouPorn para ir a uma biblioteca ver tamanha badalhoquice: para mim é um problema, que a liberdade de publicar seja o que for é sagrada (na vossa casa, não na minha, idiotas, é sempre bom reforçar). Podia continuar por aqui fora.

Infelizmente, não vamos votar para resolver o que descrevi no segundo parágrafo. Assim sendo, para o que descrevi no primeiro, só me ocorre como solução para o jogo a opção de não participar nele.

Também sei que tinha dito que não voltaria a escrever até acabar a febre das eleições. Que seja então essa a promessa quebrada que têm contra mim. De volta à caverna.

E quer muito bem, o assunto da nossa campanha e dos nossos noticiários é o impeachment do Trump

25 Setembro, 2019

Catarina Martins não quer que Tancos seja “caso de eleições”

«Continuamente vemos novidades, Diferentes em tudo da esperança»

25 Setembro, 2019

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I’m not a crook

25 Setembro, 2019

the king can do no wrong

24 Setembro, 2019
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Quem não estiver familiarizado com o sistema político inglês, que é um sistema parlamentar puro, enxertado numa monarquia constitucional, julga que o rei pode tomar decisões políticas e que é responsável por elas. Pois não pode e não é.

Quem ler a decisão do Supremo Tribunal inglês de hoje e, sobretudo, prestar atenção à forma como está escrita e as fórmulas políticas que ela contém, terá uma boa pista para o entender. Nela,  pode ler-se que “O tribunal conclui que a decisão de aconselhar Sua Majestade a suspender o Parlamento foi ilegal”. Ou seja, não foi o acto da rainha que foi ilegal, mas o acto político de a “aconselhar” a fazê-lo, do qual é responsável o primeiro-ministro, como o é, de resto, por todos os actos políticos formais da monarquia inglesa.

Essa foi a forma que os ingleses encontraram, no século XIX, para permitir a coexistência da legitimidade monárquica com a democracia: como o rei não é designado pelo povo mas pela hereditariedade e pelo sangue, não tem legitimidade democrática e, consequentemente, não pode tomar decisões políticas, isto é, decisões cujos efeitos se façam repercutir sobre quem não teve oportunidade de o designar. Consequentemente, os ingleses inverteram o sentido de um velho princípio do absolutismo, que punha o rei acima da lei e do direito – “the king can do no wrong” -, acrescentando-lhe que, para se não equivocar, não poderá ser o autor material de qualquer decisão sobre os seus súbditos. Ou seja, a monarquia constitucional obriga a que o rei não tenha qualquer espécie de poder político autónomo de quem tem legitimidade democrática, o governo parlamentar.

Na situação actual do Reino Unido, a insistência de Johnson em querer envolver novamente a rainha neste processo, poderá ter como consequência, não só a dissolução do Reino Unido, mas também uma crise profunda, e quem sabe irremediável, da monarquia. Cromwell não teria feito melhor. Ou pior, consoante a perspectiva.

Para memória futura

24 Setembro, 2019

Os activistas, políticos, jornalistas, príncipes, gente da moda… que agoram andam com a adolescente sueca num altar rapidamente a vão trocar por outro ídolo-causa. É sempre assim: mudam de causa e de ídolo como quem troca de look. Não se esqueçam que estão perante uma miúda e uma miúda com problemas na sua mental. O que vai ser de Greta Thunberg quando crescer e os seus amigos célebres e poderosos já não lhe atenderem o telefone?

rule of law

24 Setembro, 2019
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Para se compreender o que se passa no Reino Unido, ou melhor, a gravidade do que se passa no Reino Unido por causa de um primeiro-ministro tonto que, se tivesse ido a votos antes de fazer disparates, ganharia as eleições e legitimidade para executar os seus planos, há que não esquecer que o sistema político-democrático inglês assenta em dois pilares fundamentais: no parlamento e na justiça. Isto é o seu rule of law, por sinal muito bem sucedido por vários séculos. Quando um primeiro-ministro consegue ser posto em causa por ambos, é mau sinal: para o primeiro-ministro, para a saúde do sistema, ou para ambos.

Os poderosos têm sempre os seus meninos-prodígio

24 Setembro, 2019

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A menina Greta, que não precisa estudar para elucidar o mundo sobre as alterações climáticas, causa o mesmo entusiasmo nas élites ocidentais que as funestas brigadas médicas do Cambodja, no tempo dos khmers vermelhos: sendo a medicina um saber burguês, entenderam os comunistas cambodjanos que os camponeses e as crianças substituiriam os intelectuais-médicos.

Por gentileza

23 Setembro, 2019

Pode alguém na Cimeira de Ação Climática, da ONU, avisar o sr Fernando Medina , edil de Lisboa, que a ausência de traços  a indicar as faixas de rodagem na 2ª circular não vai salvar o planeta?

O achamento de Costa

23 Setembro, 2019

Alguém acredita que o teatro e malabarismo à volta do caso de Tancos não era do conhecimento de António Costa?

Alguém acredita que Marcelo se deixaria passar por lorpa e pateta se não tivesse ele próprio conhecimento das – digamos assim – diligências de Azeredo Lopes?

Isto só não é uma escandaleira de proporções gigantescas porque, além de não haver Oposição, o povo deixou o país ser sequestrado por uma oligarquia que o deixa moribundo e mal-cheiroso.

Azeredo-2

 

O fundamentalismo vegetariano e vegan

23 Setembro, 2019

Não gosto de radicalismos. Sejam eles sobre o tema que forem. Para mim, tudo na vida tem de ter equilíbrio e bom senso. E definitivamente, esta onda do vegetarianismo/vegan obsessivo enerva-me. O fundamentalismo à volta desta crença chegou ao cúmulo de nos impor o sentimento de culpa por respeitarmos a nossa natureza biológica de omnívoros!

Recuemos no tempo. Nos primórdios da evolução humana, os nossos antepassados  primitivos comiam plantas e caçavam para a sua sobrevivência. À medida que foram evoluindo organizaram-se em sociedade e da caça, passaram a fazer a sua própria criação poupando assim a vida selvagem. A minha avó criava galinhas, patos, porcos e vacas. Vivia do que criava. Não o fazia por ignorância, por falta de cultura. Fazia-o por instinto. A nossa constituição biológica é testemunha que a nossa natureza é também comer carne. Só a título de exemplo, se o ser humano fosse vegetariano teria nascido com dentição e estômago de ruminantes e não caninos. A verdade é que fazemos parte de uma cadeia alimentar onde todos são imprescindíveis e a “morte” para alimentação não é chacina mas sim sobrevivência.

É certo que o corpo humano em adulto consegue viver só de plantas. Mas é errado dizer que vive melhor. Há nutrientes insubstituíveis que só  se encontram na carne, no peixe e  seus derivados  como é o caso da vitamina B12 e que nem os suplementos conseguem suprir eficazmente essa lacuna. A carência desta vitaminaimportante para a formação de células vermelhas, essencial para o sistema nervoso central, que previne o risco de quebras nos cromossomos, evita anemia megaloblástica  – encolhe o cérebro que como já foi provado, cresceu na nossa evolução até ao que é hoje graças ao consumo de carne. É sabido também que os nossos antepassados vegetarianos extinguiram-se enquanto nós evoluímos no que somos hoje graças à alimentação diversificada. Mais: provado está também que esta dieta não pode ser aplicada às crianças que viram reaparecer o RAQUITISMO, por via desta teoria alimentar  dita “saudável”. Por isso, afirmar-se que se vive muito bem só comendo vegetais não deixa de ser uma verdade com duas realidades: sim, o corpo adulto aguenta;ã não esta não é a dieta adequada ao ser humano!

Mas o pior é que os fundamentalistas da causa não se ficam por aqui. Para justificarem a sua teoria  auto-afirmam-se amigos dos animais e logo, deixam passar o sentimento de que só é amigo destes quem come plantas! É o contra-senso total! Então devo depreender que há espécies de seres vivos privilegiados que não devem ser comidos e outros que até o podem ser? Não serão as plantas elas também seres vivos, tão dignos de serem mantidos  como as galinhas os patos ou os porcos? Não terão elas até maior nobreza no papel ecológico e ambiental que desenvolvem no nosso planeta limpando todos os dias o ar que respiramos, muito mais importante que a galinha que se limita a comer e defecar?  E os insectos, quem os defende? Só os mamíferos ou peixes é que parecem ter direito à vida? Em que ficamos?

Acontece que todo os ser vivo é imprescindível  precisamente porque uns pertencem à cadeia alimentar de outros  e a sobrevivência de ecossistema depende da morte de uns em prol de outros para restabelecer o equilíbrio ambiental. Nada a fazer. São leis da natureza de que o Homem faz parte mas não as  altera porque se o fizer condena espécies. Não vejo nenhum radicalista a contestar a natureza carnívora do leão que caça a coitadita da gazela indefesa  e a come com violência ainda viva. Não deixa de ser um cenário bárbaro. Então porque não os põem a comer ervas ou ração? Porque deixam que ele continue a matar “inocentes” seguindo a sua natureza? Não será esta prática condenável e merecedora de intervenção? E nesta perspectiva, serão os animais herbívoros melhores seres do que os carnívoros só porque comem plantas? Haja coerência mas acima de tudo honestidade intelectual.

Sim é verdade que hoje se assiste a uma massificação da produção e matança animal. Que se lida com eles de forma cruel sem comparação alguma com o que se fazia no tempo da minha avó que cuidava deles todos os dias com carinho em condições mais dignas. Mas é aí que se deve intervir. Criar regras, limites a toda a selvajaria que por aí inunda e que deve ser criminalizada, fazer educação alimentar ensinando a comer de forma equilibrada sem excessos, seja de carne, seja do que for, isto é, reduzir os consumos. 

Não sou assassina de animais indefesos e não tenho pudor em fazer criação em casa. Gosto de comer carne, sim, e não vejo qualquer problema nisso. Manter-mo-nos fieis à nossa natureza é um direito que devemos viver sem culpas onde o fundamentalismo vegetariano/vegan  não tem lugar, seja na sociedade, seja na política, seja nas escolas, seja lá onde for.

 

Imagine-se o que seria se não tivesse de fazer de conta que não é destratada pelo Costa todos os dias

22 Setembro, 2019

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Ps. Se aquela proposta do PCP de cada deputado ganhar em função daquilo que ganhava antes de entrar na política for em frente a Catarina fica a ganhar como palhaça? Tendo em conta esta hipótese  a que há que juntar o facto de o grupo parlamentar do BE ficar mais ou menos na indigência porque boa parte deles nunca fez mais nada, apoio a proposta do camarada Jerónimo. (O líder do PCP esqueceu-se de explicar que ele ganha como metalúrgico mas os contribuintes lhe pagam como deputado e a diferença vai para o partido. Mas esse detalhe fica para depois.)

Os filhos do Vasco Granja

22 Setembro, 2019

O reitor proibiu a carne de vaca. Os alunos se pudessem proibiam toda a carne. Em Portugal, eles são os filhos e netos do Vasco Granja. Os filhos do Vasco Granja começaram por ser aqueles pequenos telespectadores que ele tratava por “amiguinhos” e a quem mimoseava semanalmente com “excelentes animações” provenientes da Bulgária, da Roménia, da RDA, da Checoslováquia, da URSS e às vezes, numa deriva para fora do Pacto de Varsóvia, do Canadá. No fim, lá vinha o rebuçado do Mickey ou outra animação do nefando capitalismo. Os amiguinhos e os filhos dos amiguinhos cresceram e revelaram-se uns monstros de presunção e ignorância. Entre muita animação, os filhos do Vasco Granja estão a impor uma ditadura.

Sugestão para o almoço

20 Setembro, 2019

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Enquanto se fritam as alheiras não esquecer que as inquisições voltam sempre. E têm sempre a servi-las os seus letrados e os seus bacharéis.

A regra agora é ser parvo

20 Setembro, 2019

“A regra agora é que todos os jantares oficiais têm peixe, porque temos o melhor peixe do mundo” afirmou  António Costa” com aquela fanfarronice que a ignorância exponencia quando interrogado sobre o consumo de carne. Ambientalmente a declaração de Costa é um disparate. Esta gente, reitor, PM…, não passam de uns  urbano-arrogantes.

Se querem mesmo passar do folclore para uma aitude ambientalmente sustentada podem ler isto . Quanto a esta declaração sobre o peixe em todos os jantares oficiais ainda se vai revelar uma espinha na garganta.

Hoje, quinta-feira, é dia de falar sobre as grandes obras à beira rio. Amanhã, sexta, alertamos para a subida do nível das águas do mar e estuários.

19 Setembro, 2019

Pelo cálculos da “Natureza zangada” do engenheiro Guterres quantos anos demoram o  aeroporto do Montijo e a cidade da água de Almada a ficarem submersos?

Da cara pintada de preto às caras de parvos

19 Setembro, 2019

Não há jornal e site noticioso que hoje não dê conta deste exercício penitencial do actual PM do Canadá: O primeiro-ministro canadiano disse esta quinta-feira que “lamenta profundamente” ter escurecido o tom de pele da cara numa festa, em 2001, reagindo a uma fotografia divulgada pela revista Time, em pleno arranque da campanha eleitoral no país.“Estou vestido com um fato de Aladino e maquilhado. Não devia ter feito isso (…) É algo que não considerei racista na altura, mas reconheço hoje que era. E lamento imenso por isso”

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Estas sessões de auto-crítica pelos actos praticados quando ainda não se vira a luz são um espectáculo indissociável dos totalitarismos, sobretudo dos marxistas, e integralismos religiosos. O problema do senhor Trudeau ter pintado a sua acra de preto é nenhum tal como é nenhum pintar-se de pele-vermelha ou chinês.

Mas o texto da Lusa sobre o assunto reservava outra surpresa: No fim escrevia a Lusa: «Líder do Partido Liberal do Canadá desde 2013, Trudeau tem desenvolvido políticas de proteção ambiental e de luta contra o aquecimento global, como um imposto nacional sobre o carbono e a nacionalização de um oleoduto.»

Pode a Lusa explicar como é que a nacionalização de um oleoduto pode ser classificada como políticas de proteção ambiental e de luta contra o aquecimento global? Porquẽ? O oleoduto público tem menos impacto ambiental que o privado?

E cerveja os “cérebros” vão continuar a consumir

18 Setembro, 2019

A propósito da proibição do consumod e carne d evaca na scanto«inas da Universidade de Coimbra, a Associação Académica explicou que cabe aos que são, “em certa parte, considerados os cérebros da sociedade”, pensar em soluções e “consciencializar toda a comunidade até porque estamos a ficar sem tempo”.
Já me tinha parecido de facto que os “cérebros” da nossa sociedade pensam pouco como se percebe pelos títulos abaixo

Queima das Fitas de Coimbra: mais de 100 comas alcoólicas numa semana

Coimbra: cortejo da Queima deixou nas ruas 25 toneladas de resíduos

O voto útil marginal

18 Setembro, 2019

Num debate ontem no Porto, com a presença de representantes do PS, PSD, CDS, IL e Aliança, foi claro para mim um muito razoável alinhamento de ideias entre o CDS (representado por Cecília Meireles) e a Iniciativa Liberal (representado por Carlos Guimarães Pinto). Embora menos, também foi possível perceber que tanto o PSD como o Aliança não são o inimigo. O inimigo é a esquerda, sem margem para dúvidas. E quem lidera a esquerda é o PS.

Tenho lido algumas teorias delirantes sobre as culpas do CDS e PSD na formação de novos partidos e o mal que isso pode fazer à direita, via diluição de votos. Em particular, no que diz respeito à Iniciativa Liberal, desenvolvem-se teses sobre a utilidade do voto neste novo partido. Ora, a este propósito convém lembrar a teoria do valor, recordando que o valor diz respeito à última unidade consumida (ver teoria subjetiva de valor). Transpondo para o voto e em particular para o distrito do Porto, o Carlos Guimarães Pinto não está a competir com os votos da Cecília Meireles ou do Rui Rio, nem sequer com os do Álvaro Almeida, seu adversário no debate de ontem (todos garantidamente eleitos). Está a competir com o terceiro ou quarto deputado do CDS e com 12º ou por aí do PSD.

Portanto, se a IL tem hipóteses (e tem, caso contrário não estaria a causar chiliques sortidos, desde adversários a terapeutas sexuais com colunas nos jornais), é doentio ou simplesmente néscio dizer que há desvio de votos dos grandes partidos que não servem para nada. Não, o raciocínio é marginal e só no dia 6 saberemos, com a eleição do último deputado pelo Porto, quais os votos úteis e inúteis. Repito: para quem tem dúvidas, a IL compete, no Porto, contra o 3º ou quarto deputado do CDS e para aí o 12º do PSD. Terá mais valor esse deputado marginal do CDS / PSD ou o CGP, presidente da IL?