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Sobre a “morte assistida” ou mais precisamente sobre ma fraude deliberada de linguagem.

31 Janeiro, 2017

José Ribeiro e Castro: Isto da “morte assistida” é uma hipocrisia e uma mentira pegada. Uma fraude deliberada de linguagem. Morte assistida é o que se passa todos os dias nos hospitais, com os doentes que são cuidados clinicamente até ao último momento. Morte assistida é o que se passa naquelas famílias que assistem e acompanham, com carinho, os seus familiares nos últimos dias e momentos de vida. O meu irmão morreu, há pouco, assistido, no hospital. A minha avó paterna morreu, assistida, em casa, quando eu era criança. É a primeira morte de que me lembro. O meu avô materno morreu, assistido, no hospital. O meu avô paterno morreu, assistido e acarinhado, em casa de meus pais. A minha mãe, a minha avó materna e o meu pai morreram todos subitamente, pelo que não foram assistidos. O médico e a família apenas puderam constatar os óbitos.
Não se pode despenalizar a morte assistida, porque a morte assistida não está penalizada. A assistência na morte é um dever de todos os próximos dos moribundos: médicos, familiares, outros profissionais de saúde, cuidadores em geral. Não só é legal, como é devida.
Este debate não é sobre morte assistida. Este debate é sobre eutanásia, isto é, sobre morte provocada.
Também eu, se não morrer de morte súbita, ou violenta, ou de acidente, terei certamente uma morte assistida: ou em estabelecimento de saúde ou social, ou em minha casa com a família. Não temos que nos preocupar com isso. Já é assim

Não querem perguntar nada aos outrora estrepitosos defensores dos Estaleiros de Viana?

31 Janeiro, 2017

2013 e 2014

CGTP acusa Governo de avançar para “negócio ruinoso” de “venda nos olhos” nos estaleiros de Viana

Multidão contra a morte dos Estaleiros de Viana

Bloco avança com queixa por subconcessão dos estaleiros não ter seguido Contratação Pública

Protesto em Lisboa contra subconcessão dos Estaleiros de Viana

Fecho do estaleiro em Viana pode aumentar até 12% desemprego do distrito

Ana Gomes apresenta queixa-crime devido à subconcessão dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo

Mais de 2.500 pessoas participaram no sábado na iniciativa “A construção naval não pode morrer”, dinamizada pela Câmara local

JANEIRO DE 2017
Subconcessionária de estaleiros de Viana espera contratar 400 trabalhadores até final de 2018 O presidente da WestSea, subconcessionária dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo (ENVC), afirmou hoje ter uma carteira de encomendas de 80 milhões de euros, estimando, até final de 2018, empregar cerca de 400 trabalhadores.  

E quem não salta é panasca!

31 Janeiro, 2017

A agitação mediática em Portugal sobre o Presidente dos Estados Unidos está ao rubro. Não tínhamos tanta agitação desde o dia em que o Salazar ganhou o concurso de “Maior Português” da RTP. Continuem.

o poder é tramado. perdê-lo, mais ainda

30 Janeiro, 2017
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O mínimo que pode dizer-se destes primeiros dias de administração Trump é que o novo presidente tem sido absolutamente desastrado na forma como se tem relacionado com a opinião pública, parecendo ignorar que o tempo de a chocar, para ganhar eleições, já lá vai, e que agora é mesmo o presidente dos EUA. É evidente que Trump não conta com qualquer estado de graça e que a comunicação social não lhe é simpática. Mas ele devia sabê-lo e agir em conformidade ou, pelo menos, tendo isso em consideração e como um sério aviso. Posto isto, se a entrada de Trump no poder presidencial é inaudita, a saída de Barack Obama ainda o é mais, De facto, não há memória, repito, não há memória de tamanha falta de fair play do presidente substituído em relação ao substituto. No caso, Obama poderia achar miseráveis as políticas de Donald Trump. Mas um pouco de sensatez ou de menos vaidade e dependência do poder, obrigá-lo-iam a estar calado. Mas não: Obama optou a continuar a palrar (parece que é disso que vive) e a incentivar os americanos a irem para as ruas contra o seu sucessor. O homem não consegue respirar fora da Casa Branca.

o brasil que aí vem

30 Janeiro, 2017
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lg-b90ce311-3a4b-4deb-9ce5-25466a84f283Hoje foi preso Eike Batista. Lembro-me de o ver idolatrado por quase todo o Brasil, quando era um dos homens mais poderosos do seu país e do mundo. Eike já era rico antes de ser multimilionário, como ficou, pelo menos na aparência, durante os anos de Lula da Silva. Embora a sua história de ascensão e queda não esteja ainda bem explicada, parece provado que Eike beneficiou de vantagens políticas que as suas relações muito próximas do poder permitiram alcançar e que caiu quando esses poderosos o deixaram de ser. A sua entrada no mundo do pré-sal, que ditou a sua glória e ruína, terá sido conseguida com cumplicidades políticas e em troca de favores milionários. Mas muito há ainda para explicar. Caído em desgraça, há que dizer que Eike se portou com uma inusual dignidade em momentos que são certamente de extrema dureza para si e para os seus, o que é de louvar e admirar. Eike Batista não é, certamente, um criminoso de delito comum.

Há, por estes dias e pelo Brasil, quem esteja muito feliz com a «limpeza» que a «Lava-Jato» está a operar no país, operação que está a decapitar verdadeiramente a elite política e financeira que o dirigiu nos últimos anos. Afiança-se que o Brasil que sairá disto será muito melhor do que aquele que estava. Eu não estou muito certo que venha a ser assim.

O problema da «Lava-Jato» não é nem da operação, muito menos de mandar criminosos e corruptos para a cadeia. É que parece que quase ninguém escapará ao seu crivo rigoroso, o que diz mais do próprio país do que de quem vai preso. É que algo de profundamente errado aconteceu no Brasil dos últimos trinta anos para que aqueles que hoje o governam sejam praticamente todos corruptos. Se é verdade que os anos do lulismo elevaram à normalidade o velho coronelismo brasileiro, aquela sensação de que o país é património pessoal de quem o governa, também não duvido que o lulismo é um filho, e um filho bastardo, desse sistema, que não inaugurou e que duvido venha a terminar com a sua derrocada. Um sistema destes, ainda que muito agravado recentemente, tem certamente razões na História que não se apagam, nem mudam com facilidade, nem à força das grades das prisões. Se é que alguma vez mudará.

E sobre o dia seguinte há uma preocupação evidente: quem é que substituirá as centenas, ou milhares, de líderes e dirigentes políticos afectados pela «Lava-Jato»? Sendo certo que as elites dirigentes não se criam por geração espontânea e que não há um escol de virtuosos a aguardar que o poder os chame e lhes seja confiado, a nova classe dirigente federal e estadual terá de vir, forçosamente, de quem anda na política local. O que faz antever o pior.

Alguém Sabe Dizer em que Escolas de Contrato de Associação Está a Chover?

30 Janeiro, 2017

Ainda bem que Tiago Brandão acabou com os contratos de associação de escolas que figuravam no top 50 das melhores do país e que de acordo com estudo feito, ainda por cima ficam mais baratas 400€ por aluno. Vejam só! Assim, deixou de haver concorrência com quem mais chuva mete, quem tem mais buracos no chão ou tectos a cair, quem leva mais cobertores para não ter frio. Tinha algum jeito haver escolas com excelentes condições no privado a serem comparadas com as degradadas e muitas, inacabadas do público, que a Parque Escolar  simplesmente ignorou? É desonesto. Assim, eliminadas deixam de existir para  as estatísticas. E mais nada! Ler mais…

Excelente notícia para a Irene

30 Janeiro, 2017

A Irene sempre quis ser tratada por Mohamed. Agora, já pode. O seu irmão, Mariana, enfrentou uma discriminação brutal por ser um coninhas com nome Brutus. Foi na escola Alexandre Herculano, o que justifica plenamente ser o cu de Judas (previamente conhecido por Luísa) do sistema escolar. Em frente a uma Padaria Portuguesa, até tinha alunos com cabelo da cor do do Trump que não usavam chinelos de meter o dedo nas aulas, como recomendaria o Pablo Iglesias do Podemos (previamente conhecido por Angelina Jolie), para o progresso do Pé de Atleta, que não discriminamos coisas que combatem a obesidade. Os juros subiram outra vez, mas agora podemos chamar-lhes Rufina, que não perde nada em subir já que era baixinha.

Felizmente, o ministro Lucinda Ribeiro (previamente conhecido como Eduardo Cabrita) cá está para resolver os problemas sérios do país, possibilitando que qualquer Afonso tornado Gabriela opte pela eutanásia antes de assistir à inauguração do Aeroporto Mário Soares no Montijo (previamente conhecido como cu de Luísa).

Esqueceram-se de convidar a fada Maléfica para a festa? Pois é, o PCP nunca dorme.

30 Janeiro, 2017

As palavras tornaram-se na nossa prisão

30 Janeiro, 2017

Patrão. Ao usar a palavra patrão diga sempre “eu não estou aqui a defender os patrões”.

Eutanásia. Repare-se que a palavra eutanásia vai sendo substituída por “morte digna”. A dos outros será indigna? Já agora como esta a regulamentação das barrigas de aluguer?

Não usar expressões como futuras mães ou mulheres grávidas. Deve dizer-se pessoas grávidas para não ofender os transgender e os intersexo

Se todos são o Hitler, ninguém é o Hitler

30 Janeiro, 2017

waveJornais, televisões e restantes meios de comunicação, a sacra simbiose entre comunistas e capitalistas que trocam escrutínio por liberdade nos negócios, continuam a incansável guerra que divide a humanidade em três facções: os estúpidos, os que tratam todos como se o fossem e os espectadores. Desde que a facção dos espectadores venceu as eleições americanas, somos presenteados com hipérboles coloridas do apocalipse e respectiva subida da Besta dos confins da Terra. Em parte por falta de sexo, em parte pelo prazeres terrenos serem inaceitável resquício da condição humana, a comunidade que trata todos como estúpidos decidiu que é uma obrigação global o acolhimento de indivíduos que, tal como eles, desejam o Homem Novo. Fora dos seus condomínios, naturalmente. A diferença entre progressistas e bárbaros é que uns querem quotas para mulheres em cargos públicos, outros querem incluir mulheres na contagem de vacas que constam no curral. Tirando a forma de catalogação, é tudo a mesma coisa.

O apoio patológico de progressistas à islamização do ocidente é fácil de perceber: tudo que seja abolir herança cristã é bem-vindo, nem que tal implique mudarem o nome para Mimosa e deixarem a ocupação de justiceiros sociais em biquini e daiquiri numa mão e iPhone na outra para matéria prima de espectaculares explosões de vísceras.

Se todos são o Hitler, ninguém é o Hitler. Com, pelo menos, uma notícia por dia – quota mínima – a tentar explicar que Trump é o novo führer, corremos o risco de, um dia, e caso Trump decida criar fornos crematórios para jornalistas, aplaudirmos a iniciativa. Nunca um grupo, o dos que nos tratam a todos como estúpidos, se esforçou tanto para aniquilar o respeito pela dignidade humana no seu desejo de obliteração.

No mesmo dia em que o idiota do primeiro-ministro canadiano, em resposta a uma não notícia, se coloca em bicos de pés para abrir a porta a quem quer esteja impedido de entrar nos Estados Unidos, leva com um tiroteio numa mesquita no Quebec, que é por causa do cheiro das tintas. Leva, não, levou meia-dúzia de desgraçados inocentes da leviandade com que os governantes-hollywood, os vulgarmente designados homens de carisma, dizem bojardas. A haver gente para levar um tiro, é de lamentar que não sejam os que nos tratam como estúpidos, como o próprio Trudeau, já que, ao menos, só se estragava uma casa.

Jornalistas, estais a tornar Trump em herói. Não fazeis a mínima ideia do que estais a criar. Recordai: os espectadores começaram a tomar uma posição. Não vai ser bonito.

Do paternalismo na hora de fazer títulos

29 Janeiro, 2017

«Incêndio em prédio da Estefânia atinge casal sem-abrigo.» Um casal sem-abrigo ficou ferido num incêndio num prédio devoluto da rua de Dona Estefânia, em Lisboa… O incêndio no prédio onde o casal — uma mulher de 35 anos e um homem de 41 — pernoitava aconteceu durante a madrugada, cerca das 02:30, e terá sido provocado, acidentalmente, por um deles, adiantou a mesma fonte.

Este título seria assim caso o autor do fogo não fosse sem-abrigo?

 

Eutanásia, sim, mas aproveite-se a chicha

28 Janeiro, 2017

Vem aí a discussão sobre a eutanásia e Portugal, mais uma vez, fica aquém do progresso ao considerar que esta actividade consiste apenas na facilitação para a cessação da vida a quem o solicita. Há os casos holandeses, em que pessoas com Alzheimer, mesmo que não solicitem, poderão ver a sua vida eutanasiada por vontade dos parentes que, por um lado, não estão para tratar deles e, por outro, beneficiam de partilhas da herança antecipada. A crise atinge toda a gente. Há os casos belgas, de extermínio de adolescentes deprimidos (ou, por definição, “adolescentes”), que podem beneficiar da cessação de andarem a chorar pelos cantos com eyeliner preto, sujando assim cortinas tão difíceis de lavar. Porém, não há casos práticos de eutanásia com posterior reaproveitamento do cadáver, apesar da abundante literatura, como no Frankenstein, da Mary Shelley.

O problema da eutanásia em todos os países em que é praticada é o desperdício de recursos humanos perecíveis. Infelizmente, e Portugal quer ir pelo mesmo caminho, todas as legislações sobre o assunto são omissas no que concerne à utilização dos novos cadáveres para causas nobres como a psicologia robótica ou o canibalismo. Sim, a ciência é importante para muitas pessoas, incluindo os cientistas, mas não faz qualquer sentido, em pleno século XXI, que um cadáver fresquinho não possa ser devidamente comido em condições de máxima higiene por quem necessita saciar uma normal orientação gastronómica. O canibalismo não é uma escolha, já se nasce canibal: é uma orientação como outra qualquer, como o veganismo ou a coprofagia. Quem somos nós para decidir que um boi é passível de ser comido e a Dona Rosa deve ser desperdiçada através de enterro para usufruto único dos vermes do solo? Em que é a Dona Rosa menos que uma vaca? Ninguém quer obrigar quem não é canibal a comer carne humana, por isso não me venham com falsos moralismos da mais pura canibalofobia: quem quer, come; quem não quer, põe na beira do prato e não opina.

Escolas como a Alexandre Herculano têm problemas que transcendem muito meras infiltrações: no menu escolar nunca se viu um prato destinado a canibais. É assim que queremos alimentar as nossas crianças, com chicha de suíno? Aproveitemos a discussão pública sobre a eutanásia para sensibilizar a sociedade para o desperdício, lutando por um mundo melhor onde a carne humana pode ser consumida sem ser necessário o barbarismo – e a ilegalidade – de andar a comer indigentes sem qualquer protecção de controlo e higiene pela ASAE. Enquanto comem o Sr. Eurico, os estudantes podem ler sobre a dicotomia entre enfiar na racha ou enfiar no cu do livro do grande valter hugo mãe ou discutir o aborto que aprenderam anos antes, que a nostalgia e a contemplação também têm lugar no sistema de ensino.

A nova saída do aeroporto de Lisboa

28 Janeiro, 2017

Os argelinos, sim aqueles que estavam tão desesperados para ficar em Portugal que desataram a fugir na pista do aeroporto tendo “conseguido transpor a rede de proteção do aeroporto de Lisboa” foram julgados e absolvidos.

Em primeiro lugar a a entidade ofendida (ANA – Aeroportos de Portugal) não apresentou queixa. Em segundo concluiu o tribunal não poder “condenar estas pessoas só porque a sua fuga causou alarme social. Obviamente que o comportamento é censurável, mas isso não chega para os condenar dos crimes de que estão acusados”.

Não posso estar mais de acordo. Penso mesmo da próxima vez que aterrar na Portela seguir-lhes o exemplo. É que evito aquele tempo imenso do passeio dentro do aeroporto, mais a saída e ainda  poupo o dinheiro do parque á pessoa que me vai buscar. Assim combino que me apanham naquela bomba de gasolina da 2ª circular – tenho de ter cuidado para passar a rede no sítio certo – aproveita-se para abastecer e comer qualquer coisa. Não sou menos que os argelinos pois não?

A Hipocrisia do Salário Mínimo

27 Janeiro, 2017

É claro que todos queremos as melhores condições de vida possível mas a pergunta é: estamos a fazer o que é correcto para obter isso? O problema do salário mínimo é que é uma imposição e tudo o que é imposto só cria miséria. Se fosse esse o caminho, não teríamos a miséria de salários que temos.

O problema começa no facto do salário mínimo não ser mínimo para o patronato. Com efeito, aos 557€ somam-se imensos custos. Primeiro  23,75% para a TSU que o eleva para 690. Depois há que somar o custo de 3 meses de salário pagos pelo empregador de férias, subsídio férias e subsídio de natal. Acresce ao custo o facto destes valores corresponderem a apenas 11 meses efectivos de trabalho o que eleva já para 877€ o valor do SMN. Mas há mais: a este valor somam-se custos variáveis com seguro de acidentes trabalho, medicina de trabalho e formações contínuas. Ou seja, no final são mais de 900€ pagos de SMN por cada trabalhador! São cerca de 343€ (variáveis) de encargos fixos além do salário. Assim, é fácil de ver quem é o responsável por este diferencial tão grande e que  promove a precariedade: o Estado. Ler mais…

Ninguém terá lido esta notícia por cá?

27 Janeiro, 2017

Practican en Holanda la eutanasia a una octogenaria sin su autorización. La Comisión para la Eutanasia en Holanda alerta de que un médico ha practicado el suicidio asistido a una anciana que sufría una enfermedad mental, sin que la paciente haya solicitado morir en ese momento, y haya mostrado su rechazo mientras se le inyectaba la dosis letal. El doctor consideró que la mujer vivía en “sufrimiento innecesario” y que era momento de acabar con ello. La octogenaria, que padecía Alzhéimer, estaba “triste” y vagabundeaba por los pasillos del centro de mayores donde su marido la ingresó por no poder hacerse cargo de ella, dado su deteriorado estado de salud.
Para calmarla, se le dio una primera dosis de sedante en una taza de café y una segunda dosis en inyección. Cuando parecía que se estaba durmiendo, el doctor intentó inyectar la medicina letal, ella le empujó mostrando una actitud negativa a la eutanasia. No obstante, el doctor decidió continuar con el proceso y la mujer murió poco después.

Ao menos fica a brilhar

27 Janeiro, 2017

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A Academia de Ciências de Lisboa aprovou um documento com título “Sugestões para o aperfeiçoamento do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa”, de acordo com a Lusa. Ou, em Português dos portugueses, sugerem polir um poio.

Chuva e fermento

26 Janeiro, 2017

Bem sei que uma escola do Porto encerrou hoje por chover no seu interior, pondo em risco candeeiros Siza e lindas mármores italianas saídas da pedreira do Zé de Baltar, o que é irmão do presidente da junta de freguesia. Bem sei que a Andaimes Armando, empresa certificada em armar barraca, ficou de meter capoto naquilo, que pintando a coisa de um tom mais escuro enquanto se mantém o telhado como um coador já é suficiente para atenuar o impacto visual das inundações. Porém, não se pode falar disto hoje, porque há questões muito mais importantes a merecerem a opinião dos opinadores: as declarações de um empresário da panificação (ou Trump, também pode ser o Trump).

Perante a blasfémia proferida por este nosso irmão panificador, a de que flexibilizar o mercado de trabalho não seria má ideia – a bem dizer -, a sociedade reagiu com a indignação penitente por iniquidade gerada do pecado singular da ovelha tresmalhada. Os sacerdotes dirigiram-se ao púlpito – o do Daniel Oliveira já não é o do Bloco de Esquerda, é o do Expresso, que o Balsemão paga melhor, mesmo assim – e enunciaram as preces com a fé de que, orando, acalmariam a ira divina e resgatariam o desígnio deste povo escolhido para a Terra Prometida, que consiste em ser governado por palhaços de fato de treino.

Metam o gajo no forno! Queimem o porco capitalista!

O que levou um dos nossos irmãos a cometer a injúria dilacerante do divino direito de se aumentar o salário mínimo até que todos recebam como se tivessem sido contratados pelo Balsemão, ninguém sabe. Sabemos que o Daniel Oliveira dedicou umas palavras ao caso e que 3200 bestuntos carregaram no símbolo do like, o que está bem. Para a próxima, senhor padeiro, já sabe: dedique-se a falar do que não sabe, que isso é a chave da popularidade. Se o tentar por tempo suficiente, alcançará o maná que o elucidará para o caminho, verdade e vida que é a opinião única de um povo unido que jamais será vencido. Nem vendido.

Mandem mais dinheiro. A dívida é impagável.

O homem devia ter pedido um subsídio, um apoio, um programa…

26 Janeiro, 2017

agora defender que se altere aquele prodígio de regulamentos que faz de qualquer empresa uma espécie de campo de treinos do legislador isso é que não!


Para a próxima proponho que peça
a) Linha de apoio por promoverem uma política de género nas contratações
b) subsídio por promoverem um produto mediterrânico, o trigo
c) subsídio por promoverem produtos alternativos ao trigo como os legumes nas salaads e a alfarroba
d) financiamento a fundo perdido por recuperarem o mosaico hidraulico
e) patrocínio estatal por dinamizarem a saídos dos mais velhos de casa e desse modo contribuírem para o envelhecimento activo
f) apoio para o combate à anorexia que levam a cabo de cada vez que abrem o forno e sai de lá aquele cheiro a pão quente
…
Para já esta lista de pedidos serve para que o gestor da Padaria Portuguesa passe de desapiedado capitalista a empresário de rasgo, integrado nas políticas mobilizadoras de uma sociedade dinâmica e avançada. Até pode passar 95% da massa salarial para o salário mínimo que ninguém nota.

Portanto o contribuinte que compra atoalhados no hipermercado

26 Janeiro, 2017

vai ter de pagar impostos para que os turistas possam ter uma loja no Chiado onde comprar um paninho da louça e uma toalha para as mãos a preços nem direi parisienses mas mais suiços?

Lendo os jornais

25 Janeiro, 2017

pode concluir-se que na fronteira entre os EUA e o México não existe muro algum? O Trump vai iniciar a construção desse muro ou prolongar o poucochinho muito poucochinho que existe? Aquilo da Operation Gatekeeper do Clinton nunca aconteceu?

Carta de Uma Cidadã Revoltada

24 Janeiro, 2017

Caro Rui Vilar,

Depois de tomar conhecimento que recorreu da decisão do Tribunal para a obrigação de entrega dos documentos da CGD, solicitados pela Comissão de Inquérito Parlamentar, permita-me estas palavras:

Caso não lhe tenham dito ainda, o Sr. não é “o Dono Disto Tudo”. Nem este país é a Venezuela. Aqui vivemos em democracia. O cargo que vai ocupar é de um Banco PÚBLICO, ou seja, suportado por todos os contribuintes deste país. O mesmo que dizer, NÓS. E se somos nós que o pagamos, somos “accionistas maioritários”. Temos por isso, uma palavra a dizer. Ler mais…

Big Brother mediático

24 Janeiro, 2017

Portugal vive num estado de permanente Big Brother, não o líder do estado omnipresente e omnisciente de “1984”, e sim o do programa televisivo da TVI, o que foi sofrendo iterações com títulos diferentes mantendo todo o princípio inalterável. O programa consiste em enfiar um conjunto de pessoas que não representam vivalma do país excepto os próprios em casa decorada como cenário televisivo e transmitir a coisa, esperando que, mais cedo que tarde, um vá às trombas a outro e alguém se meta da cama do tatuado às escuras por um cego. Refiro-me, naturalmente, à comunicação social.

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Coisas fantásticas

24 Janeiro, 2017

A imprensa progressista espanhola está indignada com o desaparecimento da página em castelhano da Casa Branca. Curiosamente essa mesma imprensa deslumbra-se com a recusa dos independentistas catalães em usar o castelhano em Espanha.

Agora felizmente ninguém vai morrer de fome

24 Janeiro, 2017

Ns idos de 2009 começou a mania das cantinas sociais. Não havia autarca que não abrisse a sua cantina social. Tinham de funcionar para almoços e jantares mesmo nas férias escolares. Na época criticar essa opção equivalia a ser transformado num mostro que queria que as crianças e os velhos morressem de fome. Afirmar como então fiz que seria muito mais adequado fornecer alimentos às famílias estava ao nível do rançoso. Agora que o Governo anunciou “Cantinas sociais substituídas por distribuição de cabazes alimentares Governo apresenta estudo que mostra desperdício e ineficácia” espero pelas explicações dos militantes das cantinas.

Nacionalismo do que gostamos é refresco

23 Janeiro, 2017

Muita gente fala do regresso dos nacionalismos. Por exemplo, Timothy Garton Ash escreve no Observador que “este mundo em que os nacionalismos se reforçam mutuamente é também um mundo em que tanto o poder relativo como a coerência interna do Ocidente estão a sofrer uma enorme erosão de ambos os lados do Atlântico”. Imagino que seja assim que se vêem as coisas quando estamos na academia ou num think tank. Aqui, nos subúrbios, não vejo regresso de nacionalismos, vejo o nacionalismo que sempre conhecemos perder a vergonha ao ponto de se demonstrar no poder. Sim, é o mesmo nacionalismo que, na rua, não acha que o tipo que atira um camião contra uma multidão seja um francês, independentemente do que disser no seu passaporte.

Quando uma Catarina Martins diz que devemos estar preparados para a saída do euro, isso não é nacionalismo? Quando aquele palerminha que aparece ao lado do primeiro-ministro (eu sei, assim não é fácil identificar) diz que as pernas dos banqueiros alemães até tremem se ameaçarmos não pagar as dívidas, isso não é nacionalismo? Quando vamos sacar fundos estruturais e quando criamos PPP ruinosas para construir auto-estradas entre Moimenta da Serra e Moimenta do Vale, isso não é nacionalismo? Quando um país teso discute outro aeroporto para Lisboa, isso não é nacionalismo? Quando não construir linhas de TGV era ficar “fora da rede ferroviária transcontinental”, isso não era nacionalismo? Quando o país pedinte se queixa de uma tirada do Schäuble, porque é “ingerência na democracia nacional”, e que já não é ingerência quando se trata de criticar a eleição de Trump, isso não é nacionalismo? E a grande esperança no Tsipras e no Syriza, que iam mostrar a esses nazis do alemães como era, não é nacionalismo? O Brexit é nacionalismo, mas o discurso do PCP, da Bloca e da agremiação de loucos que é hoje o PS, quando sugerem sair do euro, isso já não é nacionalismo?

Então, agradeço que me expliquem o que é o nacionalismo. Talvez o muro do Clinton não seja nacionalismo, talvez só o segmento do Trump seja. Tentem explicar-me o que é nacionalismo sem recorrer a pessoas. Ficarei agradecido, mas esperarei sentado.

Afinal, Para Que Serve a CGD?

23 Janeiro, 2017

É curioso como de repente a CGD deixou de ter importância. Agora, já não é urgente a recapitalização de 5 mil milhões negociada à pressa com Bruxelas. Já não importa que esteja sem administração há 1 ano. A CGD é tão importante para a economia portuguesa que a puseram a “vegetar tranquilamente” à espera que nova equipa http://observador.pt/2016/12/01/paulo-macedo-tera-aceitado-convite-para-a-administracao-da-cgd/ entre em funções. É um silêncio ensurdecedor. Ler mais…

E se os oito mais ricos deixassem de ser tão ricos o que ganhavam os pobres com isso?

23 Janeiro, 2017

É um clássico: todos os anos temos aqueles dois a três dias em que somos informados de que o dinheiro de meia dúzia de ricos é idêntico ao de vários milhões de pobres. Este ano a aritmética da riqueza versus pobreza informou-nos que as “Oito pessoas mais ricas do mundo detêm a mesma riqueza que os 50% mais pobres”. E logo começou o arrazoado da indignação, não tanto com o facto de haver pobres mas sobretudo com o facto de haver ricos.

É Inconstitucional? Siga para “Bingo”!

23 Janeiro, 2017

O caso não é inédito. Já com a CGD tínhamos assistido a um episódio escandaloso de decreto-lei ilegal,   feito à revelia da Constituição para aprovar no escurinho da noite, a isenção de apresentação de declaração de rendimentos para o novo corpo administrativo. Agora com o novo decreto-lei da TSU, a história repete-se. Se Costa diz mata, o outro, Marcelo, diz esfola. É a sintonia perfeita entre PR e Governo que Marcelo tenta disfarçar fingindo dar puxões de orelha. Mas quem o viu na primeira entrevista na SIC sabe bem que Marcelo é quem lidera a geringonça. Quem haveria de dizer que por baixo de tantos beijinhos e afectos haveria de estar alguém com perfil de “pequeno ditador”, a galgar a democracia, em aliança com o auto-denominado “Senhor” de Portugal? Ninguém.

Não se trata apenas de um caso de não concordância entre parceiros de maioria parlamentar, oposição e Costa. Nem sequer pelo facto de ter sido feito e promulgado em modo “expresso” em 2 dias. É mais do que isso. É inconstitucional.

Porque  este decreto altera os artigos 100º e seguintes do Código dos Regimes Contributivos da Segurança Social, os mesmos ao abrigo do qual este foi feito. Ora essa alteração, não estando salvaguardada pelas excepções consagradas na lei que diz claramente que só o pode fazer em caso pontual de estímulo à criação de postos de trabalho, apoio à reinserção de desempregados, apoios em situação de catástrofe ou calamidade pública, é inconstitucional! Com efeito, devido à sua natureza, se por um lado há retorno em pensões ou prestações sociais, por outro trata-se de um imposto, logo, sem retorno. E assim, só pode ser criada por lei da Assembleia da República ou pelo Governo com autorização desta.

O mais curioso desta novela “cubana”(mais uma!), é que o nosso Presidente é formado em Direito e mesmo assim, promulgou-o. E para piorar o cenário, era, no passado, veemente contra este tipo de medida que considerou inconstitucional. Mas assinou e mais nada. Quem é que o vai fazer agora, salvaguardando os interesses nacionais, se Marcelo afinal governa com o Babusha?

Ficou assim vergonhosamente à vista de todos a promiscuidade existente entre “o senhor feliz” e “o senhor contente”, que seguem suas trajectórias de auto-promoção popular, com mais selfies, abraços, beijinhos e muitas promessas,   a borrifarem-se simplesmente para as consequências num país que era suposto ser democrático.

Numa terra onde poderes “dormem juntos” em vez de respeitar o princípio da separação, onde  “um” diz mata “outro” esfola pisando a Constituição, não é democracia. É “ditadura dissimulada”.
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A entrevista de Marcelo

22 Janeiro, 2017

Caríssimos Maria de Belém e Henrique Neto, o País deve-vos um pedido de desculpas

O meu muro é um muro inclusivo

22 Janeiro, 2017

Escreve a Rádio Renascença «Francisco. “O perigo em tempos de crise é procurar um salvador que nos proteja com muros”»
É certo que sendo a Rádio Renascença uma emissora católica o Papa é assim lá de casa mas esta mania de tratar o Papa pelo nome próprio lembra-me aqueles betos que falam da mãe e do pai como se todos tivéssemos de partilhar o pai e a mãe deles. Mas vamos ao que interessa, aos muros propriamente ditos. Não sei se sua santidade está a par do assunto ou se é só um falar mas muros ou projectos deles é o que não falta por esse mundo fora nomeadamente entre a sua Argentina natal e o Paraguai. Mas também não é preciso ir tão longe pelo menos para a Renascença que se mudou para uma mais que murada quinta na Buraca. Ora que coisa mais linda seria derrubar os muros dessa quinta? Afinal do lado de fora desse muro não faltam pessoas interessadas em usufruir os espaços agora preservados pelos muros (bem altos) da Quinta do Bom Pastor. Falar dos muros dos outros é fácil não é?

Marcha do gajedo contra o medo

22 Janeiro, 2017

Representação de matrona com ar de acidentada na estrada que só um cego chamaria de querida.

A marcha de mulheres contra o Trump é um conceito com piada. Não tínhamos esclarecido que foram brancos sem formação universitária – vulgo “brancos não instruídos” – que deram a vitória a Trump? Houve uma diferença tão significativa entre o voto feminino que demonstre, claramente, que as mulheres rejeitam Trump? E as mulheres que não rejeitam Trump, são o quê? Homens? Então, serei eu gay? Estou confuso.

Qual o propósito de marchas segregadas, particularmente num país como os Estados Unidos? Não seria estranho a marcha dos pretos contra Obama? Ou a marcha de heterossexuais a favor da exposição de pêlos púbicos de Madonna? Ou a marcha de brancos cobertos com lençóis com configuração pontiaguda na cabeça (calma, refiro-me aos Nazarenos da Andaluzia)? Ou ainda, a marcha de trolhas com criativos piropos de ordem mesmo em frente à marcha das mulheres?

Parece que foram quase cem mulheres, entre as filiadas nas associações de lésbicas (inclui o Bloco) e as filiadas nos partidos que as equiparam a vacas (sim, o PAN). Cem contando com o patriarcado que as acompanhou, no caso de algumas senhoras que trouxeram o marido, sem esquecer os dois ou três panascas muito indignados por as mães não terem providenciado mudança de sexo logo à nascença para agora a poderem reverter.

E, pronto, já acabou. Vamos ao almoço de Domingo. Beijinhos para todas.

cartas revolucionárias

21 Janeiro, 2017
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Carta do camarada José ao camarada Ricardo.

Camarada Ricardo,

Espero que te mantenhas firme e hirto no combate ao fascismo. Nós, pela célula revolucionária que dirijo, só pensamos no dia em que o socialismo reine sobre a terra e em que as desigualdades entre os homens (e as mulheres) desapareçam. Para as continuarmos a combater, manda daí, se fazes o favor, mais daquelas fotocópias de que tanto gosto. É que, se és pelo socialismo, és pela igualdade. E, hás-de convir, ela está ainda bem distante entre nós.

Hasta la vitoria, siempre!

José, o carismático

 

Carta do camarada Ricardo ao camarada José.

Camarada José,

Os teus pedidos são ordens para mim! Queres as fotocópias pela mula habitual ou serve outro destino? Desta vez mando mais do que o costume, para que a igualdade seja, finalmente, uma realidade entre nós.

Saúda-te, de punho erguido e firme,

Ricardo, o vermelho.

 

Carta do camarada José ao camarada Ricardo.

Camarada Ricardo,

Podes mandar pela mula do costume. Já está habituado. Mas não te esqueças que a igualdade entre nós ainda é um sonho distante. Não desistiremos até que ela seja plenamente realizada.

Entretanto, fica sabendo que aquele reacionário do Norte, o merceeiro, atacou, sem pré-aviso, um dos nossos quartéis generais. Os camaradas Henrique e Zeinal estão preocupados. Vais ter de mandar mais fotocópias pela mula do costume, para organizarmos a contraofensiva revolucionária. E manda muitas.

Morte ao fascismo e a quem o apoiar!

 

Mensagem do camarada Carlos enviada, em cópia, aos camaradas José e Ricardo.

Camaradas,

Começa a ser muito cansativo andar com tanta fotocópia às costas. E perigoso, porque, um destes dias, os serventuários do fascismo começam a dar conta de tanta movimentação revolucionária. Vejam lá se usam meios mais subtis para o combate ao fascismo.

Ah, e, já agora, parem de me chamar “mula”.

Os ricos que paguem a crise!

Carlos, o Chacal da Lusitânia

 

Carta do camarada Ricardo ao camarada Zé-Zé-Dú-Dú,

Heróico Camarada Zé-Zé,

Preciso, com urgência, de muitas fotocópias. Há sérias ameaças de um novo PREC, só que, desta vez, de direita. O teu emissário em Portugal manda dizer que não tem fotocópias para me entregar. Só pode ser brincadeira, certo? Por favor, não te esqueças da ajuda que te dei para enfrentares o colonialismo. Conto contigo!

Nem mais um soldado para as colónias!

Ricardo, o Nelson Mandela europeu

 

Resposta do camarada Zé-Zé.Dú-Dú ao camarada Ricardo

Camarada,

Não sei do que estás a falar. Não me lembro de me teres ajudado com fotocópias e, se ajudaste, não sei onde as meti. A memória, com esta idade, já não ajuda. Assim de coisas antigas, só me lembro dos poemas do camarada Agostinho. Todas as noites recito um, ao deitar, da varanda do palácio. Quanto ao PREC de direita, já te safaste de um de esquerda. Vai correr tudo bem.

A Pátria é de todos e o resto é bolos!

Zé-Zé-Dú-Dú, o gabiru do Terceiro Mundo

 

Carta do camarada Ricardo ao camarada José,

Camarada José,

Já oiço os fuzis da reacção. Sinto os tanques do fascismo. Começou o PREC da direita! Salve-se quem puder!

Ricardo, o Allende da Península Ibérica.

Fim de comunicação.

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Podemos falar de isolacionismo, fim da democracia, destruição dos valores do mundo civilizado?

21 Janeiro, 2017

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Catarina a fazer grande a nossa agricultura

21 Janeiro, 2017

O Bloco de Esquerda (BE) quer que todas as cantinas públicas usem produtos nacionais. Catarina Martins diz que é uma forma de proteger a agricultura nacional

Riquezas, não querem mandar estes cartazes ao Trump?

21 Janeiro, 2017

Para desenjoar um bocado das televisões

20 Janeiro, 2017

Tenho muitas esperanças em Trump, algumas delas confirmadas hoje. Admito que acho bastante parolo que num país se opine sobre as escolhas livres de outro, principalmente quando não achamos grande piada se um país que vai financiando os desmames da balofa classe política que nos pastoreia faz o mesmo sobre as nossas opções, as que eles vão pagar. Mas, pronto, vamos lá.

A maior esperança que tenho em Trump, que já hoje foi confirmada pelos inúmeros comentadores que balbuciaram tretas nas redes sociais, nas televisões e nos jornais, é a de colocar socialistas a criticarem veementemente o discurso proteccionista e sinteticamente idêntico aos dos vários partidos nacionais da dita esquerda quando proferido pelo presidente norte-americano. É que uma pessoa muda os nomes e a coisa é igualzinha, mas não dá para mais naquelas cabecitas.

Isto fez-me pensar no que leva os socialistas a odiarem Trump. Não é pela conversa de gajas – tipos que levam jornalistas de férias que lhes escrevem artigos laudatórios mostra bem o que “homens de carisma” pensam das mulheres –, é pelo discurso contra os radicais islâmicos. Com necessidade de um cachorro para afagar na sua imensa bondade, a esquerda europeia encontrou o pote no fim do arco-íris em malucos que até lhes violam os filhos desde que permitam que apregoem o eterno amor pelos desgraçados, desgraçados estes que nunca permitiriam no seu condomínio, que ali é só gente que usa o garfo e faca.

E essa é a segunda grande esperança que tenho em Trump: a de que a grande maioria silenciosa abdique do medo de tratar este putedo mediático do sentir-bem progressista como merecem e devem ser tratados.

Quanto ao resto, o problema é lá deles, dos americanos.

O problema é dia em que o PS não for preciso para governar

20 Janeiro, 2017

Pedro Nuno Santo: “O PS não precisa da direita, nunca mais, para governar. É uma vitória muito importante”.

Aleluia

20 Janeiro, 2017

Foi preciso o Trump chegar à presidência dos EUA para que nas nossas televisões tivesse acontecido uma conversão súbita às vantagens do comércio livre.

Depois de anos a clamarem contra o imperialismo americano e a defenderem políticas patrióticas – ai a banca que vai ser espanhola, ai a PT que é sangue do nosos sangue, ai a CGD que é nossa… – os pivots e comentadores televisivos indignam-se pq o homem defende exactamente o mesmo que eles.

Por fim, não poderiam essas sapientes almas deixar de nos dizer pq não gostam de Trump mas sim pq ganhou ele as eleições?

Obrigados!

Claro, erro meu

20 Janeiro, 2017

Claro que não se pode manter Guantanamo, Helena. Manter implicaria que nunca se tinha fechado, como foi prometido e cumprido logo em 2009. O que Trump vai fazer é reabrir Guantanamo. E está-se mesmo a ver que será horrível.

E depois há isto, logo hoje, que até tinha marcação no dentista. Bem, pelo menos escuso de tratar os dentes.

wwiii

Cenário cataclísmico

20 Janeiro, 2017
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trumpfireDizem que o diabo chega hoje e com ele o apocalipse. É o fim do Mundo, mas está um frio de rachar.