Uma sugestão
A BRP espera sobretudo que haja uma aposta nas pessoas com formação e educação porque metade do trabalho em Portugal pode vir a ser substituído por automatização com robots.
Cláudia Azevedo (da Sonae) vice presidente desta nova associação e proprietária do PÚBLICO pode começar por apostar nas pessoas com formação e educação no próprio PÚBLICO. Por exemplo, dar formação qb para que o PÚBLICO compare a documentação exigida nos EUA para votar com a exigida em Portugal para o mesmo acto antes de fazer títulos como estes: Republicanos bloqueiam proposta de lei que facilita acesso ao voto nos EUA. O acesso ao voto é dificultado nos EUA?
De caminho podem também fazer um seminário que nos explique o Covid nos diversos países do mundo é uma catástreofe e no Brasil um resultado da gestão do presidente em funções.
Processo de radicalização negacionista em curso
A situação adensa. A sequência da chapa de matrícula do vírus passou do alfabeto grego para versões de iPhone. Sem características de marketing que garantam a evolução para a variante épsilon, estamos agora bombardeados com a versão ligeiramente melhorada da delta, a delta plus. Antes bastava um Prius para um indivíduo emanar a aura de bonzinho, de agente interessado na salvação dos pecados do mundo, uma versão moderna de um Jesus ao alcance de qualquer um com dinheiro para gastar. Agora é mais complexo, é se é AstraZeneca, Pfizer ou Samsung Watch. A Nike já não tem chinesinhos analfabetos a usar as suas minúsculas mãozinhas para nos dotar de aparatos exultantes da individualidade da moda. Já não expressamos a individualidade através da escolha do template para a tatuagem a partir do catálogo. O penteado já não tem nome e os EUA já não se encontram virando à esquerda na Gronelândia. Enfim, Pfizer ou AstraZeneca ou a puta que vos pariu que ficais em casa sem poder ir para a praia.
A “ciência médica”, como se a medicina fosse ciência. Não é, nunca foi. Foi sempre, como tem que ser, a tentativa de aplicação de alguma evidência empírica à vida prática. Medicina é “isto funcionou para um monte de pessoas, espero que funcione para si, se quiser tentar”. Engenharia também não é ciência. Engenharia é “temos feito pontes assim e não têm caído”. A ciência é outra coisa: é sobretudo uma dúvida catalisadora de novas dúvidas. Isto não é ciência, isto é religião, é bastante má, por sinal. Amém, bem-aventurados que aqui entram e de onde não sairão.
Bem-vindos à sociedade da informação. Aqui podereis encontrar tudo menos qualquer uma das duas: nem informação, nem sociedade. Podeis encontrar, sim, fotografias do novo Prius no Instagram, provas da toma de umas injecções autorizadas excepcionalmente dada a situação de emergência que é terem morrido uns 10 lisboetas.
Obrigado, Doutora Merkel. Compreendo que é suposto não entrarem ingleses para o Algarve enquanto alemães vão de sandálias com meias para a França, Grécia e Croácia. Está na altura de calçar uns patins. Podem ser Nike ou até Pfizer.
Resposta do condomínio
O Telmo levanta aqui uma questão interessante a que vou tentar responder baseado na minha interpretação pessoal do pulso da população. Vou fazê-lo como se um burocrata designado estivesse a fazer uma acta da reunião de condomínios deste prédio que é Portugal:
Dada a situação de calamidade catastrófica e avassaladora que nos atormenta como nação desde a chegada da variante alfa, contando que ainda existem letras suficientes do alfabeto grego para atingirmos a situação de estupor e a posterior situação de extermínio com a variante omega, é do interesse nacional rejeitar liminarmente quaisquer directrizes, leis, constituições e vontades de eutanásia por covid de negacionistas em prol do bem comum que consiste em assegurar que a geração de miúdos nas escolas são devidamente educados como uns coninhas que não terão qualquer problema em depositar-nos mais de um ano no lar sem visitas para o nosso bem. Esperamos também que nos enterrem, quando morrermos da variante alfa-beta-teta-teta-zeta e/ou da vacina, embrulhados em dois sacos plásticos para não contaminarmos as minhoquinhas, tão fofas.
Passaporte covid
Na Directiva Europeia relativa ao direito de livre circulação, nomeadamente nos artigos 27 e seguintes, encontram-se, entre outras, as seguintes considerações a propósito das restrições admissíveis por razões de saúde pública:
- “Não podem ser utilizadas justificações não relacionadas com o caso individual ou baseadas em motivos de prevenção geral”;
- “O Estado-Membro que tiver emitido o passaporte ou bilhete de identidade deve permitir a reentrada no seu território, sem quaisquer formalidades”;
- “Exames médicos não podem ter carácter de rotina;
- “Qualquer decisão deve ser notificada por escrito às pessoas em questão”.
Se em Portugal já estamos habituados a que se desconsidere o Estado de Direito e a Constitucionalidade das normas e medidas tomadas a pretexto da covid19, será de perguntar qual a base legal em que se funda a União Europeia para deixar passar legislação sobre o chamado “passaporte covid” flagrantemente contrárias aos princípios de livre circulação fundamentais a esta organização.
Que Deus vos perdoe, porque a nós não compete
Não se pode. Há requisitos para opinarmos: temos que cumprir os desígnios superiores que nos integram no nicho correcto.
Pode-se lançar uma acção em tribunal acusando a vacina de uma farmacêutica que tomamos há 30 anos de ser responsável pelo nascimento de um bebé autista, mas não se pode referir números absolutos de mortes atribuídas a vacinas. Pode-se referir números absolutos diários de mortes decisivamente por covid sem discriminar se são por covid, com covid ou com cheirinho de covid, mas de vacinas, não.
Importante é a percentagem, o número por 100.000 vacinados. É como aquele número de 8 milhões de judeus no holocausto: uma ignomínia. Na realidade foram só cerca de 350 por 100.000 terráqueos. Vá lá, não digam que o holocausto não valeu a pena: se há coisa que não se poderia acusar os nazis era a de lançarem vacinas mRNA sem testes exaustivos em coisas com semelhança suficiente a humanos.
Amén, biodanza, biociência e bioeconometria.
Portugal, o pedinte-pândego
Transcrição da comunicação presidencial
Portugueses,
Eu disse que não voltaríamos atrás no confinamento. O governo, aproveitando a oportunidade para me enrabar, usou os lisboetas como lubrificante. Isto não é assim, pelo que anuncio hoje que o governo está demitido. Pouco me importa se voltam a ganhar eleições: se tal acontecer, limpai as mãos à parede. Portanto, como o governo vai com as couves, podeis circular normalmente em todo o lado. Informo também que concederei indulto presidencial a qualquer português com multas associadas à fantochada covid que prove com fotografia ter espirrado na cara da Mariana Vieira da Silva.
Sem outro assunto, desejo a todos um excelente fim-de-semana.
Fechem tudo! Tudo! Nem evacuem! Tudo fechado!
Parece inevitável encerrar Lisboa. Não faz nenhum sentido, não há qualquer argumento para o fazer, não há um único benefício que se obtenha com o estrondoso sacrifício, daí ser inevitável.
O governo vai obter o dinheiro que precisa da UE para queimar, as pessoas vão continuar a ser vacinadas como se daqui a uns meses não estivessem a ouvir que a vacina terá que ser anual para ser eficaz (e depois bianual, e depois uma por cada pequeno-almoço), o presidente está farto disto… Só vantagens para fechar tudo.
A turba hipocondríaca considera enfiar a terceira máscara na cara e a quarta na patareca, tudo está bem, para quê voltarmos à incerteza que era a condição humana até 2019?
Os padrecos das UCI, lá nas suas capelinhas, pedem mais, mais, mais, e mais ainda, não se sabe bem o quê, mas mais, como se antes de 2020 tivessem as unidades vazias. Não estavam, estavam cheias, só não tinham o glamour covid, logo eram dispensáveis, meros descamisados, uns velhos caquéticos.
Os pundits (em português, “as putas”) alertam para alertas e culpam os irresponsáveis que vão a baptizados em vez de estarem quietinhos a pagar o Adão e Silva para fazer o que quer que o Adão e Silva vai fazer (pista: nada, não faz nada).
Está tudo bem e vai tudo ficar ainda melhor. Fechem tudo.
Dois milhões, sem espinhas
Uma câmara municipal, contentores de lixo com acesso através de cartão electrónico personalizado e dois milhões de euros com o objectivo de separar espinhas de peixe com mais de 15 cm das espinhas com menos de 15 cm.
A história é contada no meu vídeo de hoje:
E Marrocos estuda sozinho?

Algumas horas depois de o termos referido aqui no Blasfémias começa a ser noticiada a Operação Marhaba, ou seja a abertura de uma rota marítima com Marrocos, para já durante o Verão. A Espanha e Marrocos estão envolvidos numa tremenda crise diplomática que levou a que nos portos espanhóis não esteja prevista acontecer este ano a chamada Operación Paso del Estrecho que anualmente é montada para que os milhares de marroquinos que vivem em Espanha vão de férias ao seu país.
O que ganha Portugal com esta transferência para Portimão da Operación Paso del Estrecho? Há anos que se detectatam tentativas de criar rotas de migração clandestina de Marrocos para Portugal. Assumirmos o papel de Espanha na chamada Operação Marhaba – e note-se que aqui se está perante migração legal – não é uma decisão inócua e vai aumentar a pressão marroquina sobre a migração para Portugal. É isso que queremos? Como e quem vai fazer o controlo fronteiriço em Portimão?
Não fossem os jornais espanhóis e nem sabíamos do assunto. Agora a avaliar pela noticia do PÚBLICO tudo nos vai chegar envolto num palavrado de cruzeiro de férias: «Marrocos tenciona ampliar o seu número de rotas marítimas para a Europa e o porto de Portimão consta nos planos, escreve o El Mundo esta quarta-feira. A rota ligará Tanger ao Algarve e servirá como uma alternativa mais em conta para a viagem de emigrantes marroquinos»
A abertura de uma rota marítima com Marrocos é um assunto muito sério, com implicações sobre a imigração que não se podem escamotear.
Parece que importante é mesmo o futebol, não é?
Operação Marhaba: ouviu falar? Os marroquinos sim. Para nós é um assunto administrativo
Opération Marhaba 2021 : le Maroc cherche à inclure le port de Portimao au Portugal
Opération Marhaba : le Maroc négocie avec le Portugal pour ouvrir une ligne maritime
Portanto no momento em que Portugal tem o controlo de fronteitas de pantanas prepara-se para abrir uma ligação marítima com Marrocos como se tratasse de uma ligação banal. Tipo Lisboa-Funchal. Quem acompanha com regularidade a imprensa espanhola sabe as exigências colocadas por este tipo de ligação. Aqui nem uma palavra. Os jornais de Marrocos e de Espanha falam do assunto, dão-lhe destaque . Em Portugal o PR comenta futebol.
O que se sabe sobre isto em Portugal?
Marruecos quiere llevarse la Operación Paso del Estrecho a Portugal
El Ministerio de Fomento marroquí negocia con el Gobierno portugués utilizar el puerto de Portimao para los súbditos que residen en España
Os jornais espanhóis informam-nos da possibilidade desta operação que implica a passagem de milhares de cidadãos marroquinos via maritima até agora para Espanha. Não só quase nada sabemos sobre estas negociações como elas acontecem numa fase em que o SEF esta a dezfazer-se. O que dizem os partidos a isto? Vamos continuar a ser informados pelos jornais espanhóis?
Hoje na rádio Observador, Júlio Magalhães chamou a atenção para algo que de tão banalizado já passa por normal mas de facto não é: “convidei vários presidentes de câmara para serem comentadores em televisão e a grande maioria diziam-me que não tinham tempo, que não podiam ter um compromisso de estar na televisão todas as semanas com horário fixo. Não tinham tempo para isso. (…) Parece que é muito mais fácil ser presidente de câmara em Lisboa e no Porto porque estes conseguem estar na televisão, tẽm tempo para isso.”
… mas a pretexto da Covid19 “sacrificamos a nossa liberdade coletiva para salvar vidas individuais“.
Escreve Miriam Cates, deputada britânica e o seu artigo completo pode ser lido aqui.
E a propósito do súbito mas generalizado medo de viver fica outra passagem para reflexão:
Não vivemos apenas para evitar a morte. O sentido das nossas vidas não vem principalmente da sua extensão, mas dos nossos relacionamentos, das nossas responsabilidades, dos nossos sucessos e fracassos. A morte, especialmente na velhice, é uma parte normal da vida e, embora obviamente toda morte seja uma tristeza, isso não significa que devamos sacrificar as coisas que fazem a vida valer a pena em prol de um curto aumento na longevidade.
Vamos ao que interessa: o Medina comentador político vai pedir a demissão do Medina presidente da CML? Ou vice versa?
«Medina considera “delírio desesperado” e “aproveitamento político” pedido de demissão de Moedas. Medina afirmou que viu este pedido de demissão como “uma tentativa de aproveitamento político absolutamente evidente”.»
Portanto o dr Medina que vive de aproveitar politicamente tudo o que pode, considera-se agora objecto de uma “tentativa de aproveitamente político”. Vá lá, repita estas frases lindinhas que espalhou por Lisboa aquando da “Web Summit” de 2016, (época em que não havia medinazinha neste mundo que não se achasse na necessidade de criticar o muro que o Trump ia construir na fronteira com o México que por sinal até já estava construído.)

A farsa do IVAucher
O programa IVAucher lançado por António Costa e que decorre até ao final deste Verão é uma farsa.
Depois de o Governo ter dizimado os sectores da restauração, turismo e cultura com restrições absurdas a pretexto da covid19, vem agora dizer que quer apoiar os negócios que deixou em crise com as suas próprias políticas. É o equivalente a confiar ao ladrão a tarefa de restituir o produto do seu próprio roubo.
A propaganda oficial é que o governo está disposto a abdicar de 200 milhões de receita do IVA para que os consumidores gastem esse dinheiro em restaurantes, hotéis ou espectáculos culturais. Simplesmente, à boa maneira socialista, criou-se um mecanismo complexo de apuramento, validação e reembolso do IVA que nem comerciantes nem consumidores conhecem ou entendem bem como funciona.
Se fosse mesmo para ajudar os sectores de actividade mais afectados, bastaria ao Estado deixar temporariamente de cobrar IVA. Mas, o objectivo não é esse e muito menos há intenção de aliviar os portugueses da carga fiscal. Pelo contrário, conforme se diz no preambulo deste programa, o Estado tem em vista é criar incentivos à emissão de faturas e dificultar a evasão fiscal e, na práctica, obriga à utilização de meios eletrónicos de pagamento.
Ao concurso público para implementação deste programa concorreu apenas uma única empresa privada, a quem o Governo se dispõe a pagar até 6 milhões de euros de honorários.
O concurso público lançado pelo Governo para a aquisição de serviços de processamento de comparticipação de pagamentos eletrónicos com cartões bancários é surreal. Desde logo porque houve apenas dois operadores privados candidatos. Ou melhor, apenas um, porque os dois candidatos pertencem a um mesmo e único grupo empresarial de Fintech, com accionistas Brasileiros bilionários.
O Estado compromete-se a pagar a esta empresa a que foi adjudicado o contrato um montante de até quase 6 milhões de euros de honorários. Ou seja, o Estado tira 6 milhões de euros aos portugueses em impostos, para depois lhes dar subsídios. A habitual pescadinha de rabo na boca.
Mas a propaganda política em torno do IVAUcher é ainda mais enganadora. O IVA dos sectores seleccionados pelo governo não é de 23%: tem taxas reduzidas entre 6% e 13%. E de acordo com as regras do IVAucher, se até ao final do programa um consumidor gastar 10€ todos os dias num restaurante, acumulará um saldo de IVA de 85€. No entanto, para gastar esse dinheiro em refeições futuras do mesmo valor de 10€ por dia no mesmo restaurante o consumidor teria de voltar mais 17 vezes ao estabelecimento entre Outubro e Dezembro para gastar todo o seu saldo disponível.
Por outro lado, claramente não são os Portugueses mais pobres que beneficiam do IVAucher. Como é fácil de perceber, só as famílias economicamente mais desafogadas têm capacidade de gastar dinheiro em restaurantes, hóteis ou concertos.
O que é certo é que o montante de IVA usado pelo consumidor no âmbito deste programa será subtraído à dedução à colecta em sede de IRS. Lá está: o Estado dá por um lado para tirar do outro.
Para aderir ao programa tanto os comerciantes como os consumidores terão obrigatoriamente de associar ao portal das Finanças, não só os seus números de contribuinte, como os números de cartões multibanco ou pagamento electrónico que estão, por sua vez, associados a contas bancárias.
Claro que o governo já veio dizer que ninguém terá acesso às contas bancárias dos contribuintes e que não haverá cruzamento de dados. No entanto, sendo a Autoridade Tributária, a Direção-Geral de Finanças e a Agência de Gestão da Dívida Pública as três as entidades do Estado responsáveis pelo IVAucher, por elementar prudência vou guardar bem a carteira e estar bem atento a que ninguém tente meter a mão no meu bolso. Ou seja: não contem comigo para aderir à farsa.
O meu vídeo de ontem sobre este tema pode ser visualizado aqui:
Camaradas
Sinais
Estado de necessidade
AVANTE: «A farsa de Tiananmen. O suposto massacre na Praça Tiananmen, em 1989, nunca ocorreu, confirmam documentos secretos da embaixada dos EUA em Pequim, divulgados pelo Wikileaks. »
A ver e ouvir
Para o ano, outro qualquer irá para a berlinda no encontro do MEL.

Provavelmente já não se lembra do pânico gerado pelo “mortífero” vírus da gripe suína. É normal. Infelizmente o Homem tem memória curta. Mas eu vou lhe recordar aqui como tudo aconteceu, nesta reportagem, e depois, veja as semelhanças com a actual do novo corona. E não, qualquer semelhança não é mera coincidência. Você, de facto, está a ser manipulado.
Ler mais…Evidentemente
É esta a situação dos internados hospitalares em Portugal.
Visitas não há. Telemóvel pode ter-se mas nem todos os doentes os conseguem usar. Se for esse o caso não há qualquer comunicação.
Resta o telefonema para saber alguma coisa, telefonema atendido por favor e com a indicação: não vale a pena telefonar, se houver novidade nós avisamos.
Aos sábados, domingos e feriados não há informações.
Nos outros dias, com sorte consegue falar-se “com alguém”.
Isto vai durar até quando? E de caminho para quando a criação de canais de comunicação com as famílias que não sejam apenas o ir à sorte, a ver se se consegue obter uma informação?
Passamos a vida a ouvir histórias de famílias que abanadonam os familiares nos hospitais. Curiosamente os mesmos hospitais tratam os pacientes como se eles não tivessem famílias: altas, transferências, mudanças de serviços… tudo é comunicado como facto consumado.
Sinais de vida
Em directo de Liubliana, o repórter da RTP antecipa o jogo da selecção nacional tendo como fundo uma praça onde o tocador de acordeão sem máscara recebe moedas de transeuntes igualmente livres de obrigações de indumentária que os assemelhem a princesas árabes das 1001 noites.
Agora acho que é para legalizar canábis. Não sei se para fumar com máscara. Nunca fui a Liubliana, não faço ideia se fumam muito lá, mas sei que fiquei com vontade. Ainda dizem que a RTP não faz serviço público.
Expresso: « Na pandemia, as mulheres dedicaram 31 horas por semana às tarefas domésticas. São quatro dias de trabalho não pago»
São os filhos, sobrinhos, netos que tratam dos seus familares e se vẽem atirados para a categoria de “cuidador informal” por mais que expliquem que são filhos, sobrinhos, netos. Agora temos este chavão do “trabalho não pago” que invade tudo. Todos os aspectos da nossa vida acabarão estatizados.
“MOÇÃO APRESENTADA NO CONGRESSO DO PAN: Precisamos de transitar para um novo modelo de Ser Humano: um modelo que nos faça descer do pedestal em que nos colocámos e nos devolva ao lugar de onde nunca deveríamos ter saído: sermos uma entre muitas espécies existentes num planeta vivo”
Acho muito bem! Com os humanos devidamente descidos do pedestal, as cadeiras no parlamento devem ir para os bichos e como tb não vamos colocar os bichos num pedestal e devemos promover a igualdade entre os bichos deve ir a bichararada toda. Adaptando-se o parlamento ás necessidades de cada espécie: fazem-se aquários para os peixes, colocam-se ramos para as aves… enfim vamos é descer do pedestal!
Na sequência das propostas dos gatos vegetarianos agora apresentada no congresso do PAN defendo até que se candidatem os bichos aos pares em nome da tolerância, da inclusão e da mudança de mentalidades , tipo lobo-veado; águia-coelho; tubarão-humano…
Não duvido que a bicheza na hora de ser muleta do PS sera mais razoável.
Podem enxofrar-se à vontade
Aos enxofrados com a Junta de Freguesia da Azambuja por esta ter declarado “que em todo e qualquer espetáculo que eventualmente venha ainda a realizar-se este executivo terá em consideração na escolha dos artistas o facto de os mesmos se terem ou não manifestado contra as nossas tradições!” venho recordar que esta é a prática consensual nas contratações dos poderes municipais.
Há décadas que ums corte de artistas vários são contratados pelas autarquias e juntas por serem da cor política certa. A Azanbuja assumiu em relação às touradas aquilo que os demais praticam por razões políticas.
A vida para lá da bonecada progre das empenas

Homem morto a tiro e três pessoas esfaqueadas em rixa entre moradores de prédio: Portugal é hoje simbolizado por essas empenas cobertas por murais progressistas em prédios onde a degradação avança. Tudo paisagem para ver ao longe. Ao pé nada faz sentido.
A ver e a ouvir
A infecciosidade da cloaca da classe dirigente
PSP, 23 de Maio: “As pessoas já não têm tanto medo do vírus e, portanto, o vírus já não está a favor da polícia“.
António Costa, hoje: “Em particular à população mais jovem: procurem proteger-se realizando os testes sempre que vão ter com amigos“.
Estas e outras vomitivas boutades são mote para o meu video de hoje onde defendo que não existe qualquer razão, nem nenhuma circunstância que justifique a manutenção de restrições ou regras especiais a pretexto da covid19.
Visualizar clicando aqui:

O emplastro socialista

João Paulo Rebelo, secretário de Estado do Desporto, é o protótipo do emplastro socialista: oscila entre o discurso do sucesso e do eu não tenho qualquer responsabilidade nisso como aconteceu com as celebrações do Sporting que a 1 de Maio anunciava estarem a ser preparadas e a 12 já não tinham nada a ver com a sua pessoa.
Hoje, 31 de Maio, declara que a “Champions foi um sucesso desportivo” e que “as pessoas percebem que são testes”. Este homem é uma anedota.
A máscara do hipocondríaco militante
Abaixo uma galeria de imagens do hipocondríaco militante, apenas deste mês de Maio.
A incongruência do protocolo de uso de máscara não é para ter lógica. Serve apenas para vincar a liberdade de que goza a oligarquia e a obediência que é exigida por esta à generalidade da população.
Quem pode, faz como entende. Sobre os que não podem, lança-se o estigma do mau cidadão.

VAI PARA A TUA TERRA: DESCUBRA AS DIFERENÇAS
VAI PARA A TUA TERRA NA VERSÃO DO BEM:
VAI PARA A TUA TERRA NA VERSÃO DO MAL:
Aguardam-se explicações
Ou esta imagem é falsa. Ou a partir de hoje terminaram em Portugal a obrigatoriedade do uso de máscara e as proibições para ajuntamentos.


