Saltar para o conteúdo

Trabalha Tuga!!

7 Abril, 2017

Trabalha todos os dias como um mouro para pagar as suas contas e impostos? Não faz férias, corta nos passeios em família, restaurantes, cinema, roupas e actividades dos miúdos para aguentar a austeridade imposta? Pronto. Tenho uma boa notícia para si. A Avoila, essa inútil senhora,  vai convocar mais uma manifestaçãozita dia 26 (mais uma 6f) para obrigar o governo a dar mais umas regalias à função pública, aquela que ele engordou e que você já suporta com muitos sacrifícios. Sorria porque caso eles aceitem, é você quem vai suportar mais  essas despesas.  Ler mais…

Quem se mete com o PS leva

6 Abril, 2017

A troika foi-se embora e, pelo que sei, não se mudou para a Entidade das Contas. – Luís Patrão, secretário nacional do PS para a Administração, sobre irregularidades nas contas do PS detectadas pelo Tribunal de Contas.   Até parece que a ECFP [Entidade das Contas e dos Financiamentos Políticos] não gostou do sucesso e da dimensão que tiveram as primárias, quer financeiramente, quer de adesão.

Sócrates, o homem rodeado de gente parva

6 Abril, 2017

Portanto José Sócrates era líder partidário e primeiro-ministro no dizer de muita gente inebriante. Um homem que tinha um projecto para o país. Um homem que resistia a tudo concluía-se nos painéis de comentário.  Depois, sem que ningúem o soubesse, tinha uma segunda vida que passava pelo amigo Silva. Espantosamente além daquele amigo Silva ninguém mais, fosse no PS, fosse no governo de então, fosse entre aqueles que com ele privavam, ninguém mesmo achou este tipo de vida um bocadinho estranho?

Diário de bordo de J. Bruce Sampaio, Presidente da White Star Line, proprietária do RMS Titanic

5 Abril, 2017

 

sampaio

 

10 de Abril de 1912

Southampton ficou para trás e navegamos agora, a alta velocidade, em direcção a Nova Iorque. Estou muito contente com o nosso Comandante, o Capitão Edward J. Sócrates. É neste momento claro para todos que decidi correctamente quando despedi o anterior oficial, o Capitão P. S. Lopes. Dei-lhe a oportunidade de liderar o navio à experiência, durante os testes marítimos em Belfast, mas fartei-me dele em pouco tempo. Estava a deixar o meu querido Titanic à deriva.

 

11 de Abril de 1912

Estou cada vez mais convencido que interpretei bem o sentimento da tripulação, o Comandante Lopes não era um homem decidido, faltava-lhe rasgo e ferocidade. Até chegou a constar na embarcação, imagine-se, que aproveitou uma folga na agenda para dormir uma sesta! Completamente imperdoável. Não é, pois, de estranhar, que um dos seus oficiais tenha pedido a demissão, e que um conhecido palestrante londrino de assuntos marítimos tenha deixado de palestrar.

 

12 de Abril de 1912

Hoje recebemos alguns avisos sobre a presença de icebergues na nossa rota. O Capitão Sócrates ordenou que se aumentasse a velocidade. “Quanto mais rápido navegarmos, mais depressa deixamos o gelo para trás”, afirmou, convictamente, perante o olhar de admiração dos seus fiéis. Que maravilha, que diferença para aquele sem rumo do S. Lopes.

 

13 de Abril de 1912

Icebergues, icebergues, e mais icebergues, o telégrafo não pára. Estou farto desta conversa. Há mais vida para além dos icebergues! O Comandante concorda comigo.

 

14 de Abril de 1912, 23h50m

Acordei há uns minutos com um barulho, parece que raspámos em qualquer coisa. Já falei com o Capitão Sócrates, que me disse para estar tranquilo. Ele terminou agora mesmo a 4ª actualização do Plano de Emergências e Casualidades, o PEC IV, que se destina precisamente a estes pequenos contratempos.

 

15 de Abril de 1912, 01h30m

Estou com água gelada pelos joelhos, mas o Comandante já me veio acalmar e até referiu que a minha circulação vai beneficiar deste episódio. Que homem extraordinário, domina todos os temas e assuntos! Nota-se bem que se dedicou aos estudos, não é como aquele boémio do Capitão P. S. Lopes. Se bem que, neste momento, parece algo nervoso. Pelos vistos tinha tudo controlado e foi traído pelo Imediato T. Dos Santos, um mariquinhas que se pôs a enviar S.O.S. mal viu a proa debaixo de água.

 

15 de Abril, 02h00m

A música continua boa!

 

15 de Abril, 02h20m

glu glu glu

 

15 de Abril, 17h

Estamos no RMS Carpathia, que nos retirou da água, a caminho de Nova Iorque. Alguns sobreviventes estão revoltados com as condições deste barquito austero, e os oficiais do Titanic, apesar de bem instalados, incitam-nos com gritos de “isto não se aguenta!” De facto, podiam-nos ter salvo com mais pompa, não se percebe a falta de solidariedade. Decidi que vou escrever as minhas memórias, tenho muito para contar sobre os últimos tempos. Acima de tudo não me saem da cabeça aqueles testes marítimos com o Capitão S. Lopes. Que falta de rumo, meu Deus, andávamos mesmo à deriva!

 

 

Se não for muito incomodar

4 Abril, 2017

Poderiam os senhores jornalistas dizer-nos o que aconteceu nas últimas horas na Venezuela?

Primavera em flor

4 Abril, 2017

Há pouco para comentar. O governo entrou em regime permanente, ou seja, as suas acções já não são noticiáveis. Por um lado, é muito positivo não ligarmos à governação: um governo em regime permanente é aquele que se limita a assegurar a reeleição ou, neste caso, a eleição; por outro lado, há costa livre (trocadilho intencional) para que façam o que quiserem sem serem importunados pela comunicação social e pelos comentadores do regime.

Hoje em dia, quem precisa de um Daniel Oliveira se só serve para dizer bem, receber a jorna e nem perder tempo a organizar manifestos e petições por coisas abstractas perante o mugido simpático da comunicação social? Para que servem os debates permanentes entre os socialistas de todos os partidos se não considerarmos o pretexto útil para a jantarada que se segue? Para que serve aos socialistas pagar um salário ao Paulo Baldaia se a Fernanda Câncio até está disposta a imprimir e distribuir jornais sozinha em troca de alguém fora do clube do Bairro Alto ler sobre o seu fetiche, aquele que consiste na associação fálica a objectos em forma de crucifixo? De que adianta mais um Prós e Contras, mais uma Quadratura, mais uma despedida às aves nocturnas e aos filhos da noite? Porque insistem as televisões em mais reuniões da Tupperware a que chamam debates? Ou, pior, “informação”?

Este governo merece todo o mérito por nos ter cansado, por nos ter aborrecido até à indiferença. Mais perigoso que isso seria, pelo menos para já, completamente impossível. Mais cedo ou mais tarde até acabaremos por esquecer que o sono é o maior aliado dos audazes.

Estamos Lixados

3 Abril, 2017

Se pensava que ter todas as esquerdas, inclusive as que não saíam da oposição devido aos seus miseráveis 10%, AGORA no governo, a sua vida e a do país melhoraria e passaríamos a viver na prosperidade, com melhores políticas sem custos para os contribuintes, enganou-se. Tirando os funcionários e pensionistas públicos, tudo o resto continua igual para pior. Continua a  austeridade sem se saber porquê pois apesar de termos o “melhor défice” (risos!!!) e supostos “bons indicadores económicos” (gargalhadas!!!!)  temos de desembolsar mais impostos , pelo segundo ano consecutivo. Temos que aguentar com mais cortes em todos os serviços do Estado que os degradam a níveis insuportáveis. Temos de viver com menos ao fim do mês porque somos sugados pelos impostos camuflados. Só isto? Não. Carregaram-nos com mais 10 mil milhões  a bancos que sairão direitinho de impostos pagos por nós… Maravilha. A austeridade é boa  e as esquerdas fazem-na  prosperar … Ler mais…

Os protectores

3 Abril, 2017

O que está a acontecer com a lei das rendas é um bom retrato do que se vive no país: a esquerda das causas declara que há um problema e logo se aprova legislação em tropel dita de protecção. Dá bons títulos e produz péssimos resultados mas isso não interessa. O primeiro-ministro investe o dinheiro da Segurança Social no sector imobiliário, num segmento dito de cariz social. Os auto-denominados parceiros sociais assistem mudos e calados a este negócio de alto risco com o dinheiro das contribuições do trabalho. Sindicatos indignados, jornalistas loquazes, patrões preocupados… todos mas todos se calam pois o respeitinho perante o poder socialista é algo não se explica mas se sente.

Às vezes, a espécie dá-nos motivos de orgulho

2 Abril, 2017

TELEMMGLPICT000124830011-large_trans_NvBQzQNjv4BqDfH7F16Xk0VA0Enc8HeGHmbNgqPxT2sd8GGDdDmTO7U

Yellow car owners hold rally in support of pensioner whose ‘ugly car’ was targeted by vandals.

Um Aeroporto Merecido

31 Março, 2017

E pronto! Depois do episódio do Presidente do Eurogrupo, tinha de aparecer logo a seguir outra polémica, à boa maneira portuguesa, para nos distrairmos das reais preocupações do país. Durante mais uns dias em vez de se falar de coisas sérias, do Estado que entrou em défice ou das dívidas dos hospitais que subiram 59 milhões, durante o mês de Fevereiro, andaram todos indignados com a atribuição do nome de Cristiano Ronaldo ao Aeroporto do Funchal. A decisão não é consensual mas convenhamos, não é caso para tanto espalhafato. Sejamos honestos. Num país onde há uma praça na Amadora com o nome de Hugo Chavez e um Panteão Nacional com restos mortais de Eusébio, indignam-se porquê? Ler mais…

Die Büste

30 Março, 2017

image

O busto luz e reluz
Caramelo, alcaçuz,
Engomado a verniz.
O seu septo de dor
Fundido a calor
Entortou-lhe o nariz.

Olha p’ráqui ou p’ráli
E também olha p’ra ti,
Com olhar desigual.
Quererá fazer xixi?
Está a apertar o pipi?
Parece qu’é anormal.

Ah! Mas é ele, o tal,
O que é fenomenal!
Que imagem desengonçada!
Mas, complementa, afinal,
A dos colhões de metal
Que já está bem coçada.

Centeno 2 : 4 – 3

29 Março, 2017

estudo-biblico-2

 

Quem já assistiu a uma cena de caça no National Geographic compreende perfeitamente o acerto da estratégia do governo e da maioria parlamentar em relação aos 243 mil milhões de euros que compõem a dívida pública portuguesa. É bem sabido como esta actividade predatória se processa: o leopardo aproxima-se da gazela com o maior estardalhaço possível, rugindo e saltitando desde longe, e o doce antílope, em atitude sacrificial, vai ter calmamente com o felino e oferece o pescoço à mortífera dentada.

A sábia natureza não chegou a este estádio evolutivo por acaso. Ao facilitarem a vida aos predadores, as presas, além de evitarem correrias cansativas e pouco dignificantes, dão também um importante estímulo aos carnívoros mais inseguros ou preguiçosos, informando-os de que são facilmente comidas por qualquer um. É este tipo de mecanismo que também se encontra na espécie humana, nomeadamente nos liceus. Daí o enorme carinho que todas as moçoilas sentem pelo fanfarrão que espalha aos quatro ventos as histórias íntimas dos dois, fazendo do kiss and tell uma das mais nobres actividades em recintos escolares. E se forem histórias inventadas, melhor ainda.

O nosso actual elenco dirigente percebe bem estas idiossincrasias dos caçadores. Daí que não passe um dia sem levantar poeirada na savana financeira. Uns dizem para esperar pelas eleições na Alemanha, outros que mais vale atacar já, e os restantes vão cantando de galo em animados grupos de trabalho. O importante é que se anuncie que a montaria ao credor está na agenda oficial. É o que se costuma fazer nas dedicadas ao javali, e os bichos nunca fugiram por causa disso. Claro que tudo isto é muito tell sem nenhum kiss, mas é nesse pormenor que reside toda a elegância.

Foi por causa desta particularidade biológica e cultural que o trabalho do ex-ministro das finanças Vítor Gaspar não foi muito apreciado. É verdade que ele foi o único que conseguiu renegociar efectivamente a dívida pública portuguesa. Mas fez tudo com tanta discrição que deu logo para ver que se tratava de um homem sem maneiras. E os governantes que representam os países credores viveram um autêntico pesadelo. Perderam umas valentes massas de uma forma tão disfarçada que os seus eleitorados nem chegaram a dar por isso. Esse secretismo foi, para Wolfgang Schäuble, por exemplo, muito constrangedor. O homem sonhava desde há muito com o dia em que, perante dezenas de câmaras de televisão e microfones da rádio, anunciaria aos contribuintes alemães que tinha perdido o dinheiro deles num empréstimo incobrável aos portugueses. Vítor Gaspar, com a sua atitude reservada, tirou-lhe esse prazer. Há quem diga que foi esse o motivo que o levou, envergonhado, a baixar-se respeitosamente perante o homólogo germânico em plena reunião da Eurozona. Uma forma de pedir desculpa pela desadequada circunspecção. Também há quem diga que Gaspar se baixou porque Schäuble é paraplégico. Mas esses nunca leram a Bíblia e não conhecem a cura do paralítico em Cafarnaum. Mário Centeno, que de acordo com Teodora Cardoso até já fez um milagre, poderá em breve fazer outro. É só proferir, cheio de gabarolice e em voz alta: “levanta-te e anda cá, Wolfgang, para te pregar um grande calote”.

 

A fluidez de género

29 Março, 2017

Mal entrou no café, Jorge sentiu os calores da caminhada. “Será a menopausa?” – questionou a moça ainda pouco carregada pelas rugas dos seus cinquenta anos como estudante universitário. Senta-se para ler o jornal, cruzando as pernas como uma senhora das antigas para prevenir o olhar de homens com perversão heteropatriarcal e treinados para afiar o olhar no pénis das moças. Jorge detesta as cronistas conservadores, daí que sinta a necessidade de comprar o DN, que o senhor da tabacaria encomenda só para ela, um jornal que tem como público-alvo os candidatos a cortesãs. Começa a ler o cronista Fernanda Câncio, pessoa que, normalmente, escreve sobre os temas que lhe interessam, os da fluidez que o putedo tem nos obséquios da Corte. Jorge imagina Fernanda nu, coisa que só algumas eleitas poderão ter visto, como o Carlos Santos Silva ou o empregado de limpeza da namorada com gosto pela fotografia que deixava fotos do sexo espalhadas pela casa. Será verdade o que se diz sobre correlações do tamanho do nariz com tamanhos de outros apêndices corporais? O clitóris de Jorge é enorme, mais parecendo um pequeno pénis que a natureza, de forma perversa, quis determinar, sem sucesso, ao pretender atribuir uma paralisia determinística à fluidez inerente dos géneros.

Jorge pensa nas quotas para mulheres e constata que poderá beneficiar destas, se a contratação ocorrer no minuto em que a sua fluidez de género oscila para o lado feminino. O relógio mental de Jorge é do tipo suíço, batendo exactamente trinta vezes por hora no género feminino e outras trinta no género masculino-rabeta, o género que alguns heterossexuais apresentam quando querem estar de bem com a madame que conhece intimamente todos os clientes e pessoa com maior capacidade de ampliar carreiras de forma perfeitamente desinteressada em troca de pequenos momentos de exploração intestinal com remos. Jorge já se imagina como presidenta, de vestidinho justo, a meter as mãos no rabo de um Putin como genuína sapatada entre companheiras de equipa desportiva por lance memorável. Miragens para um homem como Jorge: a direita manda nisto tudo e nunca permitiria que uma rapariga tão inteligente como ela pudesse ascender a cargos sem ajuda da legislação.

Dr. Costa, primeiro homem português a obter um cargo de governação através das quotas, que pela vontade dos eleitores não ia lá, tem a obrigação de avançar com a lei das quotas antes que seja tarde demais para Jorge, como já começa a ser para a concretização do seu outro sonho de menino, o de ser mãe.

De alegado em alegado até ao branqueamento final

28 Março, 2017

Escreve o Expresso: Mulher do alegado terrorista condena ataque
Ora se o terrorista é alegado a mulher dele pede desculpas de quê? Nesse caso devia escrever-se Mulher do alegado terrorista condena alegado ataque

Ou tendo em conta as questões de género e o direito à privacidade do alegado terrorista era bem  melhor apresentar assim oa ssunto:  Alegada mulher do alegado terrorista condena alegado ataque

Mas ainda não está bem porque note-se as vítimas também podem ser alegadas. Quem nos garante que culpam o homem que alegadamente as matou? Quem nos afiança que não se suicidaram ou resolveram participar no alegado ataque do alegado terrorista que era alegadamente casado com a alegada mulher que alegadamente o condena porque alegadamente ele cometeu um acto alegadamente terrorista?

Onde estão os vossos judeus?

28 Março, 2017

No Conselho de Direitos Humanos da ONU Hillel Neuer, diretor do United Nations Watch, pergunta o que se faz questão de omitir; “A Argélia tinha 140.000 judeus, Argélia, onde estão os vossos judeus? O Egito tinha 75.000 judeus, Egito, onde são os vossos judeus? A Síria, que tinha dezenas de milhares de judeus, onde está os vossos judeus? No Iraque, havia 135.000 judeus, onde estão esses judeus?”.

A UE está morta (e o Paul McCartney também)

27 Março, 2017

Procurando no YouTube, encontram-se, neste ano de 2017, dezenas de vídeos acerca da alegada morte de Paul McCartney em 1966. Cinquenta anos depois, ainda há maluquinhos dispostos a encontrarem provas que vão das capas dos discos — não apenas Sgt. Pepper’s mas também todos os outros — a referências nas letras e mensagens ofuscadas, estas apenas decifráveis, com muito boa vontade, quando ouvidas invertendo o áudio.

Não é só cá, onde quase um ano e meio após a formação da Geringonça ainda há quem ache que isto vai correr bem, que há malucos a rodos. Não tenho escrito por isso mesmo: compreender o mundo actual é perceber estes doidos e, admito, cada vez menos me parece possível fazer mais do que encher o armário de enlatados. Ou, ouvindo o que diz a Le Pen, esperar para ver o que farão os malucos dos dois lados da barricada para a destruição da UE, quer os que querem acabar com ela, quer os que destruirão o que resta na tentativa de a manter.

Por outro lado, o substituto do Paul McCartney é muito bom: até acho que é melhor que o original. É preciso dar crédito a quem quer que tenha feito o casting.

O Défice de 2016 é um Embuste

27 Março, 2017

O défice que nos apresentaram é uma perigosa bomba relógio. Não há mérito nenhum nos 2,1%. Muito menos prova que usando outras políticas se consegue os mesmos objectivos como disse Marcelo. O que há são malabarismos grotescos, diria quase criminosos, de “chico-espertice tuga” que escondem o maior embuste, depois de Sócrates, fundamentado em mentiras, patranhas e ilusões para o iletrado cidadão. Uma falta de respeito por toda uma Nação a quem se pede constantemente sacrifícios fingindo ser pelo bem de todos. Uma mentira abençoada pelo PR que nos deveria fazer corar de vergonha. Infelizmente. Ler mais…

Da próxima vez que o PR aparecer aos saltos

27 Março, 2017

passo para este video que descobri graças a Alexandre Mota

Da luta de classes ao ressentimento

27 Março, 2017

 A esquerda e os jornalistas-activistas deixaram cair os operários para apostarem no ressentimento. Os radicais islâmicos são os grandes beneficiários da troca da luta de classes pelo multiculturalismo. Assim  chega aqui um cidadão marroquino que pretende “uma orientação islamita mais radical” para o seu país (de cuja capital Lisboa dista tanto quanto de Madrid) e Portugal trata-o como se ele fosse um defensor da democracia: concede-lhe asilo, mais cama, roupa lavada, uns subsídios e presumo que alimentação confeccionada segundo os ditames da sua “orientação islamita” devidamente identificados naquele manual para “Acolhimento de refugiados” editado pela a Direcção-Geral da Saúde que nos recomenda coisas tão extraordinárias quanto “Fique atento aos seus próprios preconceitos e preferências e coloque-os de lado

vasco, pedro, weber e a riqueza das nações…

26 Março, 2017
by

Vasco Pulido Valente é, sem qualquer hesitação, o tipo que há mais anos melhor pensa e melhor escreve na imprensa portuguesa. Há, porém, coisas em relação às quais nem a melhor inteligência é capaz de superar a formação provinciana da Universidade portuguesa dos anos 60. Aqui, nesta passagem da sua crónica de hoje do Observador, na qual Vasco insiste na leitura weberiana sobre o capitalismo e a religião («a Europa protestante, onde o capitalismo encontra um leito macio, e a Europa católica (Portugal, Espanha, França e a maior parte de Itália – a Grécia ortodoxa por definição não conta), onde a Igreja por séculos e séculos habituou as gentes à irresponsabilidade pessoal e à dependência do padre»), percebe-se que, afinal, ele não conseguiu ultrapassar a conversa de que a Igreja era uma coisa linear, apostada no obscurantismo das massas e no pauperismo das nações. Tivessem-lhe falado, nos bancos da Universidade, em Covarrubias, Molina, Suarez, Mariana, Azpilcueta e ele certamente faria, hoje, outra ideia sobre as origens do capitalismo moderno.

É, aliás, um registo muito semelhante, e eivado dos mesmos vícios, ao que tem feito, nos últimos anos, o meu amigo Pedro Arroja, para quem as conclusões sobre a influência do sentimento religioso no pensamento económico são, embora ele julgue que não, iguais às do VPV: o capitalismo não funciona nos países católicos, porque é coisa inventada pelos protestantes. Embora, no caso do Pedro, ele conheça muito bem os escolásticos de Salamanca. O que adensa mais ainda o mistério…

o bordel do regime assume-se?

26 Março, 2017
by

A Caixa Geral de Depósitos???

recordar o passado em azurém

25 Março, 2017
by

MMMRS

Lendo este interessante artigo do Observador, sobre as eleições à Câmara de Lisboa antecipadamente perdidas pelo PSD, fica-se com uma melhor ideia do aproveitamento canhestro que em várias freguesias se tem feito sobre a “inevitável” demissão de Passos Coelho se o próximo resultado autárquico em Lisboa for mau. Na verdade, nos últimos anos, desde há muito tempo, as prestações do partido, nessa autarquia, têm variado entre o mau e o péssimo, pelo que não é de admirar que assim continuem nos próximos tempos. Ora, entre aqueles que têm vindo a insinuar que o futuro de Passos passa pelo resultado de Lisboa, ressalta Luís Marques Mendes, literalmente, o Marcelo Rebelo de Sousa dos pequeninos, que, quando foi líder do PSD (sim, ele já por lá andou), o melhor que conseguiu na capital foi um terceiro lugar, com 15,74% dos votos, quase ex-aequo com o quarto lugar do movimento independente de Helena Roseta, que sacou 10,21%, sem partido nem recursos. Nessa altura, e perante esse desse lastimável resultado, não consta que Mendes se tenha demitido da chefia do laranjal, donde só saiu em eleições internas, que apenas convocou por sido pressionado para isso. Assim, ao Marcelo de Azurém, que todos os domingos tem destilado fel sobre Passos, deixaria apenas a nota de que não me parece que o actual líder do PSD seja da estirpe de quem se deixa derrotar por tipos politicamente menores. Como, por exemplo, Luís Filipe Menezes…

O Fim do Mundo em Cuecas

24 Março, 2017

Foi o fim do mundo em cuecas esta semana por causa de uma frase, completamente descontextualizada  (claramente propositado) e depois manipulada, alegando ser do socialista holandês, Dijsselbloem. Ora, nossa querida CS escreveu que o Presidente do Eurogrupo terá dito que ” os países do sul gastavam o dinheiro todo em álcool e mulheres.” Porém a frase foi precisamente esta:  “Na crise do euro os países do Norte mostraram solidariedade para com os países do Sul. Como social-democrata, a solidariedade é para mim extremamente importante. Mas quem a pede, tem também deveres. Não posso gastar o meu dinheiro todo em álcool e mulheres e depois disso ir pedir a vossa ajuda. Este princípio vale para o nível pessoal, local, nacional e também europeu”. Dijsselbloem AFINAL falou na 1ª pessoa, dando-se como exemplo. Porquê então toda esta indignação? Ler mais…

Para uma Europa que vive obcecada com a laicidade não será de uma fé cega desatar tudo a rezar pelas vítimas de terrorismo…

23 Março, 2017

mais pelas cidades onde os terroristas atacam em vez de mais laicamente se apostar nas polícias e nas leis para tornar mais difícil a vida na terra aos terroristas propriamente ditos?

Se bem percebo

23 Março, 2017

o mundo está a ser assolado por uma vaga de violência originada pela intolerância da extrema-direita xenófoba e protagonizada pelos budistas. É isso não é?

Londres e a irrealidade

23 Março, 2017

Bvy7mhwCYAAUPU6

O que se sabe de certeza certa é que o canibalismo islamista voltou a atacar. Como sabemos o que vem a seguir: a exibição ritual de piedade genérica e avisos contra a ameaça da “deriva islamofóbica”.

o desígnio

22 Março, 2017
by

Afonso Henriques ofereceu-nos a independência e a soberania. Foi esse o seu desígnio. Por ele, enfrentou a mãe, o primo e o Papa. Anos passados, Nuno Álvares Pereira e o Mestre de Aviz desafiaram-nos a ser uma nação, para depois, com Henrique e João II, nos tornarmos um império. Em nome disso enfrentaram Castela e o  Adamastor. D. Manuel demandou pelo reino do Preste João e morreu sem o achar. Sebastião José de Carvalho e Melo sonhou com um Estado-Razão que ombreasse com as «luzes» da Europa. Por ele atacou o clero, a nobreza e o povo, e pagou pessoalmente por isso. O sonho de um reino português do Brasil levou Pedro de Alcântara a proclamar o «grito do Ipiranga», para depois tentar retomar os laços com a origem rectangular. Manuel Fernandes Tomás trouxe-nos a liberdade burguesa e a Constituição. A República proclamou a soberania nacional e defendeu o Império que a Monarquia ameaçara perder. Salazar quis-nos «orgulhosamente sós»,  contra o mundo, e Abril devolveu-nos a cidadania da Europa e a democracia.

Hoje, com o país pós-troika à deriva, finalmente é-nos oferecido um novo desígnio nacional, um objectivo a atingir, uma meta a alcançar, uma quimera pela qual valerá a pena viver e recomeçar: a cabeça, o escalpe, o toutiço pestilento do senhor Dijsselbloem! Costa, Marcelo, Santos Silva, César e – hélas! – Mota Soares, em uníssono, como um corpo único da nação, devolveram-nos o orgulho e o sentimento de pertença à pátria. Podiam era tê-lo feito há mais tempo, quando o homem ainda estava vivo e dava luta, até porque bons motivos para isso não lhes faltaram. Mas é sempre mais seguro bater num morto. Só é preciso enterrar.

dijsselbloem_e_centeno1449bf13

“Polícia! Estão cercados, saiam com as mãos no ar e deitem-se na balança”

22 Março, 2017

 

mochilas

 

Deu entrada na Assembleia da República uma petição contra o peso excessivo das mochilas escolares assinada por cerca de cinquenta mil portugueses. É muita assinatura! É como se durante um jogo do Sporting no Estádio José Alvalade, daqueles com casa cheia, todos os adeptos presentes colocassem o seu nome num papel com o intuito de salvaguardarem as colunas vertebrais dos seus filhos. E estou certo que os pais sportinguistas, não fosse o caso de os piquenos se deslocarem para o colégio de motorista, o fariam sem hesitações.

No texto dessa petição podemos ler que a Organização Mundial de Saúde recomenda que a mochila deve ter, no máximo, 10% do peso da pessoa que a transporta. Pelas minhas contas, baseadas no saudoso papel azul de 25 linhas, são necessárias duas mil folhas para acomodar cinquenta mil assinaturas, o que corresponde a quatro resmas de papel de escritório com 2,5 kg cada. O meu primeiro desejo, portanto, é que os 10 kg de papel utilizados na petição não tenham sido transportados para o Parlamento numa mochila. Ou então, a terem sido, que a pessoa responsável pela entrega pese no mínimo 100 kg. Claro que, nesse caso, sugiro-lhe que vigie a tensão arterial e o estado das coronárias.

Em relação à possibilidade de o legislador se intrometer nos sacos da criançada, não obstante a minha desconfiança generalizada a respeito do bom senso dos nossos deputados, parece-me bem. Já é tempo, depois de tantos séculos de discriminação, de conferir aos gordinhos uma vantagem competitiva no ambiente escolar. Quando estiver um polícia armado com uma balança e uma calculadora à porta do liceu, a pesar os alunos e a determinar os respectivos 10%, as faltas de material vão começar a atingir com muito mais intensidade os magros, deixando os roliços com mais hipóteses de sucesso escolar. É até provável que os pais mais exigentes, ansiando por bons resultados académicos, engordem os filhos à força para que estes possam transportar os livros de todas as disciplinas (e aqui está um aspecto que a OMS, certamente, se esqueceu de considerar). Tendo feito grande parte do meu percurso educativo na qualidade de gordo, gostava muito de ter contado, nessa altura, com uma lei deste tipo. Até imagino as miúdas mais giras (e magras) da minha turma a pedirem-me com voz suave: “Serginho, minha bolinha adiposa, leva por favor os meus cadernos na tua pasta que eu já estou nos 17% e tenho medo de ir presa; eu depois compenso-te com um beijo nas traseiras do pavilhão de Educação Física”.

Se alguma coisa há a apontar a esta petição é, sem dúvida, o seu âmbito demasiado restritivo. Toda a atenção é dada às mochilas escolares, descurando outros tipos de receptáculos com alças como, por exemplo, as mochilas de campismo. Já vi passar, à minha porta, grupos de escuteiros a caminho dos bosques, carregados com verdadeiras monstruosidades. É evidente que passar duas ou três noites a dormir no meio da natureza exige uma multiplicidade de equipamento, vestuário e alimentação que nunca ficará abaixo dos 10% do peso dos jovens campistas. Penso por isso ser necessário exigir ao Governo a instalação de cacifos nas diversas matas do país, para que os escuteiros lá possam deixar o material de um acampamento para outro.

Como não há bela sem senão, o alargamento do espectro legislativo vai provocar, quase de certeza, efeitos negativos noutras áreas. Estou a lembrar-me, mais especificamente, da música. Sabendo-se do peso de um violoncelo, de uma tuba ou mesmo de uma guitarra, é de esperar que os nossos jovens se concentrem na aprendizagem de instrumentos mais leves. Em resumo, vamos continuar ao som do cavaquinho e da gaita-de-beiços, tocados ao ritmo dos ferrinhos. Pelo menos enquanto formos um povo com falta de peso.

 

As mulheres portuguesas

21 Março, 2017

adorariam que aquele senhor dos caracóis tivesse razão. Infelizmente não tem. Os homens deste país há largo tempo que só espatifam dinheiro com o que não vale a pena.

Chico, pára de chatear a tua irmã, racista-xenófobo-sexista

21 Março, 2017

Antigamente, quando nos indignávamos com alguma coisa, ainda tínhamos o site das petições electrónicas para extravasarmos a frustração. Hoje em dia, após a monção de manifestos de economistas incomodados e jarretas avulsos, as exigências para que o mundo mude à nossa feição são actividades que já não encaixam entre gatos do Facebook e mais uma lambidela ao nosso Querido Primeiro pelos precários dos Truques da Imprensa Portuguesa. Vai daí, entram os palhaços, que sempre quebram a monotonia do trapezista-líder e o desconforto de ver o contorcionista Centeno a esmigalhar os ossos que possam restar.

Jeroen Dijsselbloem, pessoa de nome que traduzirei por “flor de diesel”, disse umas coisas, umas palermices dentro do género socialista que, num dia qualquer, pareceriam banais se ditas por um daqueles comentadores de gesso com molde Adão e Silva que ornamentam as televisões. Porém, nem hoje é um dia normal, nem as esganiçadas portuguesas — refiro-me ao dr. Carlos César, naturalmente — estão para deixar passar em branco a existência de concorrência na traulitada. Diz-nos o dr. César, então, que o flor de diesel “é o tipo de criatura que não faz falta na União Europeia”, isto por oposição ao tipo de criatura que faz muita falta, como, permita-se a concessão à modéstia, o dr. César.

Já as malucas do Bloco, talvez por falta de diagnóstico, talvez por verem pilas coloridas em tudo que seja ajuntamento molecular, decidiram que o flor de diesel é um preconceituoso, racista, xenófobo e sexista, características que, em abono da verdade, dizem muito mais sobre quem as identifica do que sobre o alvo da caracterização. O meu conselho para os bloquistas é que, se forem apanhados na desgraça de gastar tudo em bebida e sexo, aleguem ter sido tudo em sumos detox e homens moçambicanos, para não caírem na malha do preconceito xeno-sexista.

Perante catástrofes desta dimensão ainda há gente que se preocupa com coisa pouca, como a dívida pública ou próximo resgate. São também estas as criaturas que não fazem falta nenhuma à União Europeia.

Offshores e Gestão Privada na CGD?

21 Março, 2017

Se a hipocrisia matasse em Portugal, muitos políticos da ala esquerda cairiam fulminados com as recentes declarações sobre a Caixa. Dizia BE que recapitalização da CGD permitia que o banco continuasse público e por isso sentia-se confortável com isso. Costa também garantia que o banco continuaria público após a operação. E Jerónimo, para não destoar, rezava pela mesma cartilha. Mas,” hélas! ” , não temos governo com palavra porque a palavra não serve para honrar mas sim, enganar. E aí com o maior desplante inimaginável, assistimos à privatização camuflada no… Luxemburgo! Querem melhor sítio para dissimular impostos enquanto se vende dívida perpétua a privados institucionais num total de 930 milhões? Vem agora a CGD dizer que esses boatos são infundados. Serão mesmo? Permitam-me que duvide.  Também assim  diziam quanto ao fecho de balcões e despedimentos… ou na TAP que dizem ser pública mas quem manda nela são os privados. O tempo dirá… Ler mais…

Do sul

21 Março, 2017

E no fim o outro acha que a culpa é das mulheres!!!!

21 Março, 2017

Sanções. Marcelo nega indignação contra BCE que nega indignação contra Portugal.BCE nega indignação contra Marcelo e contra Portugal. Portugal nega indignaçao contra Marcelo e contra BCE. Portugal e BCE negam indignação contra Marcelo. Marcelo e Portugal negam indignaçao contra BCE… e assim sucessivamente.

Força Catarina!!!!

20 Março, 2017

Na continuidade das questões levantadas pelo Vítor eu proponho mesmo um salário máximo para os futebolistas. Não é possível, não é admissível, não é justo que um jogador como o Ronaldo  possa ganhar mais que uma equipa inteira doutro club qualquer ou dez equipas ou sabe-se lá quantas equipas. O Ronaldo deve ter um ordenado máximo definido pela lei. Exactamente como o BE define para as empresas. É realmente vergonhoso que o Ronaldo à semlhança da família Soares dos Santos se aproprie (como dizia aquele rapaz que está no BE a fazer a quota masculina) da riqueza da empresa. Todos e todas devem pode jogar no Real Madrid, os golos devem ter quotas, o campeonato deve dar lugar a uma espécie de educação para a cidadania e os jogadores devem ter contratos para toda a vida. Ao pé de casa, claro. Como se sabe eu até nem gosto de futebol.

O SNS anda a falhar no caso Catarina Martins

20 Março, 2017

Catarina Martins disse, a quem quis ouvir — e, infelizmente, a quem não quis —, que as empresas privadas não podem continuar com esta desgraça que consiste em alguns dos trabalhadores receberem mais do que os outros. Não podemos, portanto, viver numa economia de mercado, restando-nos então a fatal “alternativa” ao capitalismo, a que consiste em vivermos de ar e vento na gruta da demência de um simpatizante do Bloco, ou seja, em casa dos pais. “Há uma alternativa”, dirão, mas sem perguntarem primeiro aos paizinhos se tinham disposição para a suportar. Adiante.

Cristiano Ronaldo é um trabalhador que recebe mais que os gestores da empresa para qual trabalha. Neste caso, a proposta bloquista é ambígua: não sabemos se se reduz o salário do futebolista ou se se aumenta o do gestor. Já no caso da desgraçada que limpa a casa da Catarina Martins enquanto esta faz discursos grandiloquentes — discursos estes que também funcionam como documentário da National Geographic para quem nunca teve o prazer de estar internado num manicómio — não haverá nada a fazer: a senhora deve ser uma precária/auto-empregada, pelo que o seu salário pode ser qualquer um desde que não exceda o dela própria.

Ainda bem que andamos a combater o populismo com o realismo pastoral da esquerda indígena.

Sócrates Tem Pressa? Azar.

20 Março, 2017

Sócrates, o “injustiçado” e seus advogados estão indignados com Joana Marques Vidal por ter alargado e bem, os prazos de acusação.  Estão com muita urgência de ver o Processo Marquês arquivado “convictos” que conseguirão provar que  isto não passa de uma cabala para impedir Sócrates de regressar à vida política. De facto, as ligações  do ex-ministro ao Freeport, Monte Branco, Face Oculta, CGD, PT, OI, VIVO, BES, Marquês e Lula, não passam de mera diversão mediática de juízes  sem nada mais para fazer, senão linchar políticos e amigos de políticos. Está de caras. Não? Ler mais…

Os subalternos

20 Março, 2017

Esta é a lição que Sampaio nos deu em 2004: em Portugal existe quem mande – a esquerda que para o efeito obedece ao PS – e depois temos os subalternos que não vale a pena dizer que são de direita porque na verdade eles vivem num não lugar que, por prudência, definem como “não ser de esquerda”, A mesma não esquerda que viveu com fatalismo o afastamento de Santana foi incapaz de fazer uma verdadeira oposição a Sócrates e até vivia no temor de que lhe ouvissem uma palavra menos própria sobre os comportamentos impróprios do primeiro-ministro. A isto junta-se que passavam a vida a lastimarem-se por não terem um líder tão dotado quanto José Sócrates.

E o camarada acha que assim com os números dados por uma agência de rating patriótica, nacionalizada nossa tipo a CGD alguém nos emprestava dinheiro?

20 Março, 2017

Da série Catarina Martins quer e não quer

20 Março, 2017

Empresas privadas: Catarina Martins quer limitar teto salarial de administradores

Banco público: Esquerda deixa passar salários milionários na CGD

Terras rasteiras

18 Março, 2017

Salvamos a Holanda da “extrema-direita”! Foi graças ao nosso empenho na luta contra o “populismo” e na defesa da “democracia” e “pluralidade” que conseguimos, mais uma vez, derrotar os “fascistas” “xenófobos”, “homofóbicos”, “heteopatriarcais” e “misóginos”. Com o resultado “histórico” que os “progressistas” holandeses obtiveram será possível assegurar a “liberdade”, o “direito internacional” e a “decência”, contrariamente aos desejos dos retrógrados “legalistas”, “economicistas” e “nacionalistas” que obtiveram o segundo lugar e que, estranhamente, não encontraram marxistas-leninistas, trotskyistas e outros dementes para se coligarem numa “histórica” “vitória” da “pluralidade”, “centralidade” e “respeito democrático” que permitisse alcançar a “esperança”.