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Ó inclemência, ó martírio

14 Maio, 2016

os preços do arrendamento estão a subir e a dificultar a procura de autonomia” – lêe-se no DN a propósito da dificuldade de arrendar casa em Lisboa. A reportagem escrita a partir de Marte intitula-se: Rendas afastam jovens do centro histórico de Lisboa

Em Marte não se sabe claro que estes jovens aspiram a algo que era impossível na geração dos seus pais: alugar uma casa em Lisboa, fosse onde fosse.

Não quererá o DN fazer uma reportagem com  pessoas de 40 e 50 anos intitulada: Como eu tive de comprar um andar na periferia? Ou Quando eu fiz de conta que vivia na casa de uma tia octagenária para lhe herdar o contrato de arreendamento. Ou ainda Quando eu dei mais que um ordenado mínimo para que uma agência me mostrasse uma casa para alugar e afinal nem a casa nem a agência existiam

No fim de toda esta maravilhosa legislação de protecção aos inquilinos, Lisboa e Porto passaram para o podium das cidades europeias que perderam mais população

14 Maio, 2016

1910 – Implantação da República a 5 de Outubro. Publicação a 14 de Novembro do Decreto com data de 12 de Novembro que no seu artigo 9º congelava as rendas por um ano: “O senhorio de prédios urbanos pode arrendá-los pelo preço que lhe convier; mas, durante um ano a contar da data da publicação deste decreto, não poderá aumentar o preço da renda, e, se tal fizer, presumir-se-á que quis contrariar as obrigações ou restrições impostas pelo decreto, incorrendo por isso na pena de desobediência.”

1914 – O Decreto 1079 de 23 de Novembro alargou o congelamento das rendas a todo o país e ilha adjacentes, mantendo-se de fora tal como em 1910 apenas as rendas mais altas. Contudo este decreto não se limitava a alargar o âmbito geográfico do congelamento das rendas pois no seu artigo 3º institui não só a obrigação penal de arrendar casas devolutas mas também obriga a arrendá-las pela renda em vigor à data da saída do decreto: “Nenhum proprietário de prédios urbanos devolutos, com ou sem escritos, que hajam sido destinados a arrendar-se (…) poderá recusar, sob pena de desobediência qualificada, novos contratos que lhe sejam propostos, pelas rendas dos últimos”.

1917 – Lei 828 corrige e detalha os procedimentos a seguir nos despejos e procura controlar os aumentos ilegais das rendas.

1918 – Sai a 29 de Junho com data de 27 o Decreto 4499 que para lá de continuar a particularizar os despejos associa no seu artigo 45º o congelamento das rendas ao estado de guerra: “Enquanto durar o estado de guerra e até um ano depois de assinado o tratado de paz é expressamente proibido aos senhorios e aos sublocadores aumentar a importância das rendas. Esse artigo 45º será precisamente objecto de maior detalhe para acautelar as situações de incumprimento através de um outro decreto, o 4952, publicado a 13 de Novembro com data de 2 desse mês.

1919 – A guerra terminara mas a situação e excepção das casas arrendadas ou para arrendar manteve-se: a 17 de Abril o Decreto 5411 mantém o congelamento dissociando-o de condições excepcionais como fora o estado de guerra. O congelamento das rendas deixa de ser excepção e torna-se regra.

1920 – A 18 de Agosto sai a Lei 1020. Uma Lei em que o Estado legislador protege o Estado inquilino: Não poderá ter seguimento qualquer acção de despejo de prédios urbanos de que seja inquilino o Estado” estabelece esta Lei.

1923 – A 10 de Setembro sai o Decreto 9118. No seu preâmbulo abundam as referências a abusos por parte de senhorios e inquilinos. Mais uma vez se detalham as circunstâncias em que os despejos poderão correr. No seu artigo 7º este decreto determina que as rendas até então congeladas poderão ser aumentadas. Simplesmente os coeficientes autorizados são muito inferiores ao aumento do custo de vida e dos salários registado nos anos anteriores.

1928 – A 30 de Março sai o Decreto 15.289. Este abre a possibilidade do aumento de algumas rendas, embora para valores inferiores ao aumento dos preços. Contudo escassos dias depois, a 4 de Abril, um novo decreto, o 15.315, anula os artigos 30º e 55º do Decreto 15.289 precisamente aqueles, sobretudo o 30º, que procuravam alargar o âmbito das excepções ao congelamento.

1943 – Invocando os casos abusivos de aumentos de rendas e de despejos efectuados ao abrigo do Decreto 15.289, sai a 22 de Janeiro de 1943 o Decreto 32.638 que determina o congelamento das rendas entretanto aumentadas ao abrigo do decreto 15.289 e a suspensão dos despejos ainda não efectuados.

1948 – A 22 de Junho sai a Lei 2030. Essencialmente alinha o valor das rendas pelo valor matricial dos prédios, ou o rendimento ilíquido que é atribuível a estes, referente a 1937. As rendas habitacionais poderiam voltar a atualizar-se por reavaliação fiscal, que fica interdita em Lisboa e Porto. Esta situação vai permanecer até 1985. A degradação do valor das rendas torna-se um fenómeno imparável: em 1969 o conselheiro Gonçalves Pereira, sob ordem do Ministro da Justiça, elabora um estudo em que se conclui que as rendas estavam entre um quinto e um quarto do valor que teriam se acompanhassem a desvalorização da moeda.

 

1974 – O Decreto-lei 217/74 de 27 de Maio determina no seu artigo 9º “São congeladas por trinta dias as rendas de prédios urbanos aos níveis praticados em 24 de Abril passado.” Quatro meses depois, a 12 de Setembro, sai o Decreto-lei 445/74. O legislador vê o arrendamento como uma espécie de mal transitoriamente necessário enquanto a auto-construção, as cooperativas de habitação e a oferta pública de habitações não responderem à procura. Enquanto essa solução não chega o legislador determinou para todo o País a suspensão da reavaliação fiscal das habitações para efeitos de actualização das rendas. É suspenso também o direito de demolição a que alguns proprietários recorriam para contornar as dificuldades nos desejos e institui-se a obrigatoriedade de arrendar para os fogos vazios há mais de 120 dias. As rendas a pedir nos novos contratos de arrendamento estão condicionadas por uma tabela inserida neste Decreto que toma como valor-padrão os montantes pedidos nos anteriores contratos. As percentagens de aumentos previstas para os novos contratos dão em muito casos valores francamente anedóticos sobretudo se se tiver em conta os aumentos salariais entretanto registados.

1975 – A 14 de Abril de 1975 é publicado o Decreto-lei 198-A/75. Este decreto legaliza as ocupações selvagens de prédios devolutos, obrigando os respectivos proprietários a celebrarem contratos de arrendamento com os ocupantes. No caso em que não fosse possível determinar o valor da renda a partir da tabela inserida no Decreto-lei445/74 esta teria o valor de um sexto do salário mínimo nacional que à data da saída deste decreto ainda era de 3.300$ o que dava uma renda de 550$.

1976 – O Decreto-lei 420/76 regula o que se pode grosseiramente definir como direitos de herança em contratos de arrendamento. Considerando que “A caducidade dos arrendamentos para habitação, resultante da morte do arrendatário, conduz frequentemente ao despejo de pessoas que, vivendo na habitação arrendada, por vezes há vários anos, se defrontam com insuperáveis dificuldades de realojamento.” este decreto estabelece o direito de preferência no novo contrato de arrendamento não só aos familiares directos do arrendatário falecido como àqueles que consigo vivessem em economia comum e aos próprios hóspedes que este tivesse mantido na habitação. Por ironia, o arrendamento tornara-se um bom negócio para quase todos à excepção do senhorio: muitos inquilinos alugavam quartos e partes de casa por valores superiores aos que pagavam de renda aos respectivos senhorios. Esses hóspedes não só podiam agora tornar-se inquilinos como o seu direito a um novo contrato de arrendamento suplantava o do senhorio que necessitasse do local para habitação própria. 

1977 – A Lei n.º 63/77 conferiu aos arrendatários habitacionais um direito de preferência na aquisição de habitação própria. A casa própria era vista como a situação ideal enquanto o arrendamento se torna sinónimo de arcaísmo e exploração. Muitos senhorios acabarão a vender aos seus inquilinos as habitações que outrora lhes tinham alugado e cujas rendas estavam congeladas. Outros negoceiam com os inquilinos indeminizações a troco das quais estes últimos deixam as casas cujo valor no mercado de compra e venda aumenta exponencialmente a partir do momento em que estão vazias.

congelem-se!

14 Maio, 2016
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1276715642733O Diário de Notícias, órgão oficial do geringoncismo, acaba de lançar o mote: as rendas no centro de Lisboa estão a preços especulativos e afastam, por isso, os jovens que lá gostariam de viver. Duas constatações imediatas: esta pouca vergonha só acontece em Portugal, porque, se formos a Londres, Paris ou Madrid, os jovens, em começo de carreira, já têm bons empregos que lhes permitem pagar as rendas que lhes são pedidas por proprietários cheios de consciência social e amor ao próximo. Assim, quando um problema desta gravidade é detectado, o que deve ser feito? O governo deve intervir, de imediato. E, neste caso, a solução é tão evidente, que há apenas há uma saída: congelar as rendas das grandes cidades portuguesas, começando por Lisboa e Porto, de preferência com efeitos retroactivos. Quem tinha razão era o Doutor Salazar, esse grande social-democrata, sempre preocupado com os mais pobres e necessitados.

Fado do incubado

14 Maio, 2016

Venha cá. Dispa as cuecas e deite-se na marquesa. Não dói nada. Pode sentir um bocadinho de frio. É das luvas. Eu tento manter o ambiente quentinho, mas estes edifícios têm uma caixilharia que deixa passar tudo. Pode sentir uma impressão. Não se contraia. Isso. Relaxe.

Lá este o pequenino. O pequenino ou a pequenina, ainda não dá para ver. Mas olhe que me parece… Não tenho a certeza… Quando souber, digo-lhe a si ou à mãe? Depois vemos isso. Tenha cuidado com o peso, não aumente muito. Não, isso é um mito, não tem nada que comer por dois. Vá controlando. Um miminho de vez em quando não faz mal. Não pode é continuar a fumar, isso pode criar sérios problemas ao bebé da sua amiga.

A grávida tem ADSE? E a mãe? Muito bem. Posso perguntar-lhe porque está disposta a passar pelos enjoos, pés inchados e dores nas costas pela sua amiga? Ah, é a sua ex-mulher, peço desculpa, não tinha isso aqui. O pai também pode vir à próxima consulta. Não, só se forem três ou quatro, não cabem aqui quatrocentos potenciais pais. Vou tratá-la por “mãe”, OK? Não sei o que me parece tratá-la por “incubadora”. A outra mãe não se importa? Quer dizer, a mãe mesmo, não a cuba. Sem ofensa. Isto é difícil. Quem paga a consulta? A mãe? Mas não pode! Não pode! A incubada não pode receber compensações por ser a cuba, isso seria degradante. Não, tem que pagar a senhora. Isto é mais fácil no SNS, onde pagam os outros contribuintes.

⁕⁕⁕

Uma interrupção? Sim, sim. Trigémeos? Foi FIV. Ai não é a mãe? Pois, barriga de aluguer. Desculpe, desculpe, “incubadora de substituição”, tem razão: o manual de estilo só chegou na semana passada. Não imagina o trabalho que temos tido, ainda não o pude ler. Deite-se aí. Tire as cuecas. Ora então… Pronto, já está. Não custou, pois não? Aqui tem a baixa, pelo stress. São trinta dias. Leve também uma baixa para a mãe a sério. Olhe, leve também para o pai. Pronto, para os pais. Pais potenciais. Vou imprimir uma resma.

A partir deste momento a discussão sobre a UE perde qualquer sentido. Só nos resta emigrar

14 Maio, 2016

A Comissão Europeia está a avaliar a hipótese de regular eletrodomésticos como chaleiras e torradeiras, para reduzir as emissões de dióxido de carbono.

sexta-feira, 13

13 Maio, 2016
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Azar.

13 de Maio de 2016

13 Maio, 2016

Contratar barrigas de mulheres SIM

Contratar colégios NÂO

 

só boas notícias

13 Maio, 2016
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Quanto pior estiver a economia portuguesa, maior a probabilidade de escaparmos às sanções da União Europeia. Tudo corre conforme o previsto.

plano b, c e d, se for preciso

13 Maio, 2016
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A estratégia orçamental do governo baseia-se na presunção de que as medidas económicas já tomadas aumentaram o rendimento das famílias mais pobres, o que promoverá o consumo interno e, consequentemente, o crescimento da economia. É um erro económico, já anteriormente demonstrado e para o qual foi alertado.

Por isso, é conveniente que vão reparando nestas notícias, que correspondem à situação real do país e não às teorias do Krugman, e corrijam o rumo, antes que a situação torne inevitável virem-nos novamente aos bolsos, de forma violenta, para cumprirem os critérios comunitários do défice das contas públicas. Como, aliás, está a fazer o governo da geringonça grega.

um conselheiro mal aconselhado

12 Maio, 2016
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image.aspxÉ um regalo terminar a manhã de um dia de antevéspera de fim-de-semana a ouvir, na TSF, os disparates do Sr. Conselheiro de Estado Francisco Louçã sobre o processo de impeachment que corre no Brasil. Fundamentalmente, a tese do Sr. Conselheiro é de que este processo constitucional e fiscalizado pelo Supremo se trata de um golpe de estado promovido pelos grandes interesses capitalistas e financeiros brasileiros, contra um governo popular, que tanto e tão bem fez ao povo.

Infelizmente, a tese do Sr. Conselheiro não bate com a realidade: é que esses «grandes interesses» estiveram, desde sempre, instalados nos governos de Lula e Dilma, a começar pelas grandes construtoras, como a Odebrecht e a Camargo Corrêa, cujos donos e gestores se encontram presos graças à investigação que conduziu ao impeachment. O Sr. Conselheiro de Estado, conhecido inimigo do grande capital, deveria, por isso, estar satisfeito, em vez de triste.

Depois, quando o Sr. Conselheiro se queixa, também, de que os urdidores do «golpe» têm sinistras ligações aos antigos apoiantes da ditadura militar e aos coronéis do sertão, há três nomes que lhe têm de ser arrojados às fuças, para ver se tem mais pudor no que diz: Paulo Maluf, José Sarney e Collor de Melo. O Sr. Conselheiro sabe quem são, não sabe? Ou melhor, sabe quem foram, porque, desde os primeiros tempos do governo Lula, que qualquer um destes três cavalheiros é seu aliado e faz parte da base de apoio governamental. O Sr. Conselheiro de Estado Francisco Louçã deveria, portanto, escolher melhor as suas companhias políticas.

Por fim, o mais grave: a esquizofrenia, tão característica da extrema-esquerda, de ler entre as linhas e descobrir as «forças ocultas»: onde o Sr. Conselheiro deveria ver os resultados de uma pressão popular de milhões de brasileiros, que vieram para as ruas do país exigir que os seus representantes, no fim de contas, os representassem, única coisa que fez os deputados mexerem-se, ele vê conspirações em gabinetes plutocráticos. O problema do Sr. Conselheiro é só um e apenas um: ele não acredita na democracia. Nem seria de esperar outra coisa de quem sempre esteve, e continua a estar, na extrema-esquerda.

O mundo mudou em 15 dias: Sócrâncio, a dolorosa separação

12 Maio, 2016

Durante anos, fui levado a crer que qualquer pessoa que mencionasse Sócrates e Câncio na mesma frase estava a incorrer numa violação abjecta de privacidade, uma associação sem escrúpulos entre pessoas e as suas vidas privadas que em nada permitia inferir sobre a ética de elogiar o governante em artigos de opinião com a partilha em privado do leito. Nada mais natural: não esperaria que a mulher do Costa viesse para o jornal dizer que o PM é o idiota que todos sabemos ser, presa que está à afectividade e carinho humano com quem partilha a vida e que lhe providencia sustento e, consequentemente, tolhe o discernimento.

Eis que agora descubro que Câncio, voluntariamente, muda o discurso da vida privada, optando por revelar à Visão que aquilo que não era da nossa conta, a sua relação com o meteossexual mais famoso das cidades que se chamam Vila, afinal é da nossa conta, das pessoas que compram revistas. E logo na revista Visão, cujo nome apela ao sentido mais essencial ao vouyeurismo.

Que terá acontecido para que Câncio tenha mudado de ideias ao ponto de revelar que sim, que privou com o pénis do engenheiro e que o expôs, em toda a glória da triste bravura de uma governação de crise de meia-idade, aquela que consistiu em comprar-nos um Porsche sob a forma de um aeroporto em Beja como prolongamento de uma virilidade alimentada pelo desejo de parecer atraente ao eleitorado, em cartas de amor escritas num jornal?

Seja qual for o motivo, nada será igual. Ficará para sempre conhecida como uma primeira-dama não oficial cujos artigos de opinião mais não são do que aquelas causas toscas que se procuram arranjar para fingir que companheiros de governantes têm cérebro, mesmo que o tenham, que isto de ter cabeça própria é muito bonito mas é para ficar guardadinho no interior do lar.

Por outro lado, com estas revelações, fico triste por Câncio. Não havia nada a esconder e Sócrates nem sequer se dignou a levar a namorada como ornamento para as inaugurações, privilégio que concedeu apenas a Teixeira dos Santos, o candeeiro de pé presente aquando do anúncio da vinda da troika. Teria sido mais agradável ter tido a Fernanda lá, que, convenhamos, é bem mais bonita.

tudo a aumentar

11 Maio, 2016
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Com o governo da geringonça é sempre tudo a aumentar:

É graças a tantos aumentos que certamente já aumentou também o rendimento disponível dos portugueses.

Entretanto o totalitarismo avança

11 Maio, 2016

PAN AVANÇA COM PROJECTO PARA QUE ANIMAIS DEIXEM DE SER CONSIDERADOS COMO COISAS: Outra insuficiência apontada à lei que criminaliza os maus tratos, quer por activistas quer por juristas que estudaram o assunto, relaciona-se com o facto de ela se restringir aos bichos considerados de companhia – deixando assim de fora um enorme universo de animais

Amanhã teremos o estigma das baratas que pisámos e dos ratos que envenenámos.

Ao certo o que se estuda nas aulas de palhaço?

11 Maio, 2016

INE divulga hoje taxa de desemprego no 1º trimestre com analistas a estimar nova subida

… Antes que isto se complique mais a Catarina Martins pode explicar qual é o plano para sairmos da treta?

 

Senhor jardineiro, o azeite falou

11 Maio, 2016

azeiteolivaIsto das escolas estatais e privadas já mete nojo. Anda muito bem António Costa a destruir o ténue equilíbrio que nos permite existir como país e nós todos entretidos com a fumaça de uns números inventados sem grande criatividade para justificar as nossas dúvidas existenciais sobre se pertencemos ou não à grande elite opinativa do país. Tudo que seja discurso de maricas, lá estamos nós, como alcoviteiras, a casar gays, a trazer-lhes filhos via cegonha que terão uma instrução básica de trampa geradora de Ruis Tavaress e, finalmente, a preparar o seu suicídio assistido, decerto, por fartos de aturarem tanta gente que pensa o país.

Portugal é o país mais esquizofrénico que conheço, capaz de perder horas a fio a discutir como o país seria bom se não fosse, inexoravelmente, uma valente bosta. Como se fosse, sequer, verdade. Sim, o país consegue ser mesquinho, mas enquanto existirem Tiagos Barbosas Ribeiross e Joãos Galambas, a nossa preocupação devia ser o perigo de afogamento por azeite.

genial

11 Maio, 2016
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A Série Boaventura.

princípio da confiança

10 Maio, 2016
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marionogueiraAbra uma escola privada num local onde não exista nenhuma escola pública.

Arrisque o seu capital, tempo e trabalho onde o estado não quis arriscar.

Depois contrate professores e funcionários, de preferência com contrato efectivo de trabalho para combater a famigerada «precariedade laboral».

Para melhorar a qualidade da sua escola vá buscar dinheiro ao banco e avalize pessoalmente o empréstimo com os seus bens pessoais.

Assuma compromissos com fornecedores.

Com muito esforço, ao fim de alguns anos a sua escola é um sucesso: os alunos aprendem e obtêm bons resultados nos exames nacionais.

Um dia, um governo cheio de ministros iluminados, resolve olhar para o local onde você fez a sua escola e constata que não existe lá nenhuma escola em que possa mandar.

O ministro da tutela pega no dinheiro dos contribuintes e cria lá uma.

Depois corta o financiamento que lhe dava para receber os alunos que não podem pagar propinas e, sabendo que por isso você vai falir, congemina a pilhagem de todos os seus alunos para a nova escola feita por ele. A isto chama «justiça social».

Manda-o para a falência e condena ao desemprego os seus professores e funcionários.

Você terá de pagar-lhes pesadas indemnizações.

Se tentar manter a escola a funcionar e, para poder pagar aos trabalhadores, atrasar pagamentos ao estado, responderá criminalmente por isso, porque você cometeu o grave crime de entregar o esforço do seu trabalho aos seus empregados e não soas cofre públicos.

E deve ser isto também o «princípio da confiança» que os cidadãos devem ter no Estado de direito, que a Constituição consagra e que o Tribunal Constitucional tanto invocou para que não se reduzissem os salários dos juízes e demais funcionários públicos.

Descrispação

10 Maio, 2016

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Esta guerra das escolas já a descrispação que o Prof Marcelo prometeu?

É melhor falar com a mana para acertarem as ideias

10 Maio, 2016

Mariana Mortágua “não poupou críticas a Luís Marques Mendes que, na véspera, tinha criticado a decisão do Governo de pôr termo aos contratos de associação com colégios privados. (…) “É a renda. O que Marques Mendes defende é a renda do colégio privado”
A “renda” que Marques Mendes defende no caso para os colégios privados é a mesma que a mana da senhora deputada que por sinal é a deputada Joana defende para a ADSE. Com a diferença que Marques Mendes não defende que apenas os filhos dos funcionários públicos possam frequentar os colégios com contratos de associação enquanto a mana deputada da senhora deputada mais a senhora deputada e o seu Governo defendem e impõem que apenas os funcionários públicos possam ter acesso aos serviços de saúde privados pagos com a renda da ADSE.

2016: líderes políticos europeus celebram acordo para eleições

10 Maio, 2016

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Aqui chegados é sempre a descer!

Avante camarada, avante. Até à contratação final

10 Maio, 2016

Governo admite contratar professores despedidos de colégios privados

Mistérios da fé com fotografia de estadista a acompanhar

10 Maio, 2016

Novas contas à reforma: quem trabalhou mais ganhará mais

Só resta saber donde virá o dinheiro…As notícias sobre a Segurança Social tornaram-se em Portugal um prolongamento dos segredos de Fátima

Fechem lá as escolas privadas!

9 Maio, 2016

Ouçam, querem fechar as escolas privadas, deixem fechar. Vai ser chato para os socialistas e bloquistas, que terão que colocar os filhos na escola pública, mas se nós sobrevivemos, eles também sobreviverão.

Mas qual liberdade?

9 Maio, 2016

Às vezes fico impressionado como há tanta gente que parece desconhecer o país onde vive. Num zapping vejo uns pais na tv a reclamar que lhes querem «tirar a liberdade de escolha de escola», ou limitar «liberdade de educação» ou «liberdade de escolha de projecto educativo»

Mas qual liberdade pensam que existe na educação? Nenhuma. Acaso acham que temos uma Constituição liberal que permita tal coisa? Tenham juízo. Temos, como deviam saber de cor e salteado, uma Constituição socializante que impõe como tarefa do Estado criar as escolas necessárias para a população, toda.  «Ah, tá mal». Está sim senhor. «Devia ser assim ou assado». Devia sim senhor. Mas para isso mudem a Constituição.

Já era tempo. Agora, não vivam é iludidos de que temos um sistema de liberdade, quando vivemos ainda os resquicios da herança salazarista e de todos os demais estatismos socializantes que viam (e vêem) na educação compulsiva e estatal a melhor forma de controle e conformação dos cidadãos. Não vale a pena é andar a reclamar para meia dúzia aquilo que os demais não tem. E que ainda para mais viola a Constituição. Então mudem-na faz favor.

As cantinas são a nova RDA: não os deixam comer bananas

9 Maio, 2016

Catarina Martins quer “obrigar as cantinas públicas (de escolas, autarquias, hospitais ou estabelecimentos prisionais) a utilizar a produção agrícola local”.

Singulares

9 Maio, 2016

a cobertura das manifestações em Atenas. Os seus autores devem estar a concorrer ao Prémio Jornalista Desentendido do Ano.

o socialismo reinventa-se

8 Maio, 2016
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bernie-sanders-having-birdiesandersA partir dos Estados Unidos da América, covil do capitalismo selvagem e do impiedoso desregramento financeiro, o socialismo reinventa-se. Felizmente, quando tudo parecia irremediavelmente perdido, sobre os escombros de Wall Street, ergue-se quem ainda defende as grandes causas e valores da humanidade, obrigando os ricos a devolver parte da sua riqueza àqueles a quem a espoliaram e aumentando o salário mínimo para os pobres e necessitados. Afinal, a esperança mora ainda nos EUA, e não necessariamente sob a forma de um passarinho. Catarina e Jerónimo devem estar embevecidos.

O que foi Sócrates fazer ao Marão?

8 Maio, 2016

Mostrar que, se quiser, e se a justiça não o importunar muito, pode alterar o xadrez da política nacional.

Homoerotismo inaugural

8 Maio, 2016

parem-de-escavarParece que o barómetro moral da Geringonça, a tal agremiação de maluquinhos que compõe a troika governativa, esteve na inauguração de um buraco, um dito túnel que, crendo o Chiado o cu do mundo, deve ficar algures entre o Inferno e o lugarejo que o deu à luz, isto crendo numa das sete versões existentes da biografia ficcional (todas escritas por um amigo) do suspeito por corrupção e obviamente culpado por magnetismo homoerótico. Foi no Marão, lugar onde já nem mandam os que lá estão.

As pessoas que sabem o sentimento d’A Direita já terão decidido que foi uma afronta digna de Alka Seltzer®, produto farmacêutico que referem amiúde, provavelmente pela popularidade entre os jovens de sexualidade alternativa que se afagam em fila indiana – juro que é uma expressão pré-geringonça – para serem os próximos a serem escolhidos para ajuntos da monstruosidade, isto com a certeza de que, sem intervenção do estado e do Espírito Santo, nunca se poderão reproduzir, para bem de todos nós.

Não crendo falar pel’A Direita, resta-me falar por mim: quanto mais a criatura aparecer, melhor. Eu era menino para o meter num programa da RTP, talvez a ser entrevistado sobre todas as coisas que já demonstrou desconhecer por moça com pernas particularmente demonstrativas do conteúdo do programa, alguém que tivesse estagiado nas viagens a Bruxelas patrocinadas pela doutora Estrela e bem distante do José Rodrigues dos Santos, que esse ainda não tatuou a testa com o símbolo da sobrevivência, como fizeram Raúl Vaz ou António José Teixeira, só para citar dois dos mil e trezentos.

Como diria o Sócrates – o outro – ao homónimo, “pá, sê sempre o que desejas parecer”.

Acho que há uma escola laica, que um gajo disse que a viu

6 Maio, 2016

Tenho visto discussões entre “escola laica” e escolas privadas associadas a religiões, mas das religiões sérias. Não percebo nada. Não há escolas laicas em Portugal, só escolas que seguem a mais estrita das ortodoxias, a praticante do Sagrado Coração do Ministério da Educação e seu Excelso Papa, Sua Eminência Doutor Professor Doutor Mário Nogueira. O esforço que um gajo tem que fazer em casa para explicar aos miúdos que aquilo do Santo Socialismo é tudo treta é, essa sim, uma tarefa que exige extrema devoção e fé depositada na esperança de um país livre de seitas.

E como diz o da matemática, isso sim, é liberal.

olha, olha, e não é que o presidente marcelo foi a moçambique?

5 Maio, 2016
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visitamarcelo

Há horas que não lembram ao Diabo

5 Maio, 2016

O Luís Aguiar-Conraria é um homem inteligente, diria até de uma completa anormalidade entre os indivíduos de esquerda que escrevem coisas em jornais. Há mais pessoas inteligentes na esquerda, claro; só não contam porque, pelas circunstâncias da vida, optaram por fazer o frete à cambada de incompetentes que nos governam, uma opção legítima, diga-se de passagem, mas que obscurece a capacidade intelectual destes num rame-rame de loucura e contradição constante. O Luís não, sublinho. Vai daí a minha surpresa com o artigo do Observador, aquele que não é passível de ser rebatido pelo mesmo motivo que não se rebate um texto do Arnaldo Matos. Fiquei a pensar nas hipóteses que o levariam a escrever aquilo e conclui que o mais provável é ser uma destas duas: 1) toda a gente que escreve em público tem dias maus, às vezes acontece; 2) é uma brincadeira do Luís para tentar demonstrar que a Direita (ele capitaliza) também se indigna, como a Esquerda, a que tanto manda tirar crucifixos de escolas (“não é por mim, que nem tenho filhos, é pelo bem dos outros”), como decide que os homossexuais querem assimilar a iconografia e simbologia religiosa/tribal do casamento (“não é para mim, que nem sou gay, é para um amigo anónimo que é”). Tendo sido este o caso, o da provocação, não sei se a indignação da Direita correspondeu às expectativas, porém, duvido muito que tenha correspondido.

Note-se, também, que os meus parêntesis são uma demonstração do individualismo liberal. Talvez eu mude de ideias quando vir homossexuais gratos por terem casado em vez de heterossexuais de meia-idade a agitar essa bandeira alheia. Como diz o da matemática, isso sim, é liberal.

o fundo da questão de fundo

5 Maio, 2016
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Liberalismo vs. estatismo, mais ou menos estado, mais ou menos governo, socialismo ou capitalismo, propriedade privada ou pública, distribuição estatal de rendimentos vs. livre-mercado, planificação ou ordem espontânea, individualismo ou colectivismo, enfim, para quê tantas questões complexas quando o fundo da questão de fundo é muito mais prosaico e simples?

as biografias de cunhal

5 Maio, 2016
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Por que tanta gente, à esquerda, tem um interesse quase mórbido no que possa ser a direita portuguesa?

Consideremos, desde logo, que não será por altruísmo desinteressado, nem pela vontade de ajudar. A velha dicotomia de Carl Schmitt, do «amigo-inimigo», que, segundo o velho professor alemão, representava a própria essência da política, mantém-se válida em Portugal, e não creio que tenha chegado o dia da véspera do seu fim.

Não sendo, então, por amor, como naquela velha anedota matrimonial, será certamente por interesse. E o interesse é claro. E é antigo.

É claro, na medida de que a esquerda, sobretudo a esquerda bem-pensante, sempre se arrogou de uma superioridade moral para determinar aquilo que a direita indígena deve ser. E, nesta táctca, porque de uma táctica se tratou e trata, a direita não é moderna, porque não aceita as causas fracturantes da esquerda, não é social nem generosa, porque não subscreve as políticas estatistas da esquerda, nem sequer é culta, porque não segue o que a esquerda lê e atreve-se mesmo a ter leituras originais que, para a esquerda, são desviantes. Em suma, a direita não presta e não serve, porque… não é de esquerda.

E é antigo porque, desde a fundação do regime que a direita político-partidária foi aquilo que a esquerda deixou e quis que fosse. Desde logo na constituição do CDS, que, para ser tolerado (e mal) teve de estar, segundo a mirabolante fórmula do Professor Freitas «rigorosamente ao centro». Ou seja, poderia estar em toda a parte, menos à direita. Depois, mais tarde, a direita foi diabolizada por causa da «cultura»: segundo os corifeus da intelectualidade esquerdista indígena, a direita portuguesa era profundamente ignorante e analfabeta, «a mais estúpida da Europa», quiçá do mundo. A intelligentsia, por essas épocas, estava à esquerda, sobretudo na que «produzia» com subsídios do estado, e os sucessivos ministros e secretários de estado da Cultura, mesmo os que pertenciam a governos de direita, reconheciam-no com generosos subsídios, não fossem desancados nos jornais do regime. Mais recentemente, quando alguma direita se afirmou timidamente «liberal», logo o liberalismo foi crismado de coisa do diabo, como impiedade de ricos contra pobres, uma espécie de hooliganismo político-intelectual, que o Dr. Pacheco Pereira tão bem descreve, para seu gozo pessoal e vingança de supostas ofensas partidárias.

Em face disto, no tempo presente, alguma direita liberal acanha-se e rejeita a rotulagem. Em vez da histórica díade da geografia política, refugia-se numa tríade que as pessoas comuns não compreendem. Nem aceitam, para clara felicidade da esquerda, que assim realiza a sua táctica e mantém a direita refém da sua vontade. Por conseguinte, a direita, sobretudo a liberal e libertária, se quer ganhar identidade e espessura, tem de cuidar mais de si e deixar o que a esquerda queria que ela fosse à própria esquerda. E não tem que ter medo de rótulos: em vez de se deixar afastar por o que eles possam ter sido, deverá apropriar-se deles e determinar-lhe o conteúdo. Quanto ao Dr. Pacheco Pereira, que continue a escrever biografias de Álvaro Cunhal.

Não há nada como a concorrência

4 Maio, 2016

Andaram de táxi nos últios dias? Eu andei e de uber tb. Posso dizer-vos que os táxis estão bem mais civilizados, limpos e uberizados se quisermos. Donde proponho que se deixe a concorrência actuar e para que os senhores Moreira da CMP e Medina da CML não fiquem tristes pode criar-se uma frota típica, tipo rancho com taxistas que digam palavrões, gritem.. e ficamos todos contentes.

A RTP tem que cumprir a sua função

4 Maio, 2016

Deveria José Rodrigues dos Santos, na RTP, ter mostrado um gráfico que explica o que já todos sabem, que o governo Sócrates foi uma desgraça para a dívida pública? Para os neo-urbanos-parolos, como aquele achado da psiquiatria que dá pelo nome de Tiago Barbosa Ribeiro ou para aquele jovem já no topo da carreira de carroceiro, João Galamba, não, não se deve dizer, que as pessoas ainda deixam de votar neles se perceberem a verdade. Como se as pessoas já não tivessem deixado de votar neles, tornando necessária a coligação com estalinistas e esganiçadas com capacidade para amplificarem a mensagem da estupidez humana do ligeiro virulento para níveis de elefantíase pandémica. 

Porém, têm alguma razão. Se a RTP não for a máquina de extrema precisão e devidamente oleada de propaganda socialista, para que serve, então, a tal de RTP?

a doença infantil do pcp

3 Maio, 2016
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Para tentar compensar o colaboracionismo táctico com o Partido Socialista, essa agremiação esquerdista que foi sempre «a doença infantil» do comunismo português, o partido do camarada Jerónimo tem utilizado a estrutura sindical do camarada Arménio, que ronca, de tempos a tempos, algumas ameaças sobre Costa, para o pôr em sentido e convencer a populaça que a revolução ainda mora na Soeiro Pereira Gomes. Numa época de profunda crise da «revolução», em que até já Mário Nogueira abandonou a luta de classes para assumir a pasta sombra da Educação, as roncadelas de Arménio deveriam ser suficientes para que, mudando alguma coisa, tudo ficasse na mesma. Mas não são: em breve, o PCP terá de tomar decisões sérias: ou se mantém comunista ou tombará com a doença que Lenine diagnosticou, e que Álvaro Cunhal sempre soube evitar. Os tempos que aí vêm não serão tempos de indecisão.

A geração mais bem preparada de sempre só come junk

3 Maio, 2016

O doutor Fernando Rosas tem problemas sérios de compreensão. Talvez a mãe o tenha deixado cair ao chão ainda muito pequenino. Mas há quem ainda coma disto, em Portugal, no século XXI; é o que há nas cantinas universitárias. Eu explico:

rosas-ditadura

Entretanto, no Twitter

3 Maio, 2016

Agora há no Twitter contas oficiais dos ministérios com conteúdo deste teor:

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e tem razões para isso

2 Maio, 2016
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«Marcelo “tranquilo” com as contas do país»

E tem excelentes razões para estar, como se depreende desta notícia, também no site do mesmo pasquim.

Aguardam-se, agora, as judiciosas explicações do economista João Galamba, embora o Presidente da República já nos tenha sossegado a todos.