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Quantas vezes estaria escrita a palavra Trump nestes títulos se ele ainda fosse o presidente dos EUA?

26 Agosto, 2021

E pergunta bem?

26 Agosto, 2021

Pergunta Paulo Ferreira hoje na Rádio Observador: “E Eduardo Cabrita, já foi chamado pela GNR? Dois meses depois do acidente que vitimou Nuno Santos, as autoridades chamaram a viúva que não testemunhou o acidente. E o ministro, já falou aos autos?”

Ain’t Got Time To Take A Fast Train

24 Agosto, 2021

Meu querido amigo,

Espero encontrá-lo de boa saúde e de espírito apaziguado. Da última vez que nos encontramos senti-o cabisbaixo, apesar da devoção renovada na igreja da ciência moderna, a que se move pelo princípio metafísico de venda de drogas por testar a países que nem dinheiro para fazer cantar um cego têm. Ademais, mendigar só entre as cinco da manhã e às nove da noite, para evitar ajuntamentos. Não o querendo desmotivar, tenho constatado que a sua ciência é absoluta, definitiva, sem possibilidade de contraditório. Recordo os tempos obscuros da idade média, quando Einstein discutia com Bohr acerca da impossibilidade de Deus jogar aos dados: uma demonstração da dialética científica de outrora, antes do mundo se fixar na monolética da Verdade.

O motivo pelo qual lhe escrevo, acrescido à simples cortesia imperativa da estima, é para lhe rogar um favor pessoal. Tendo em conta o nosso relacionamento de décadas, considero ser uma solicitação justa e adequadamente compatível com a nossa longa amizade. Peço-lhe então, de alma aberta, que me permita a excentricidade de rejeitar a vacina covid que o meu Caro Amigo pretende injectar no meu braço, contra a minha vontade. Permita-me o direito a dispor do meu próprio corpo, como se fosse uma mulher grávida; permita-me o direito a escolher a minha possível morte, como se fosse um dos inúmeros Sampedro que enchem o nosso país de desespero, clamando pela tão necessária eutanásia e que tanto motivou o Meu Amigo no parlamento.

Sei que considerará o meu pedido, nem que não o deseje ou consiga anuir. Se porventura for essa a sua decisão, a de que não tenho direito a escolher as substâncias com que pretendo inocular-me, por virtude da minha obrigação perante o Contrato Social estabelecido como por pecado original com a Pfizer, então seja feita a Sua vontade, que reciprocarei injectando o Vosso filho com uma dose letal de heroína, sem desprimor do princípio de olho por olho, dente por dente que o Meu Amigo tanto aprecia agora no Afeganistão.

Eternamente saudoso do nosso reencontro, me subscrevo, pacientemente e

Com amizade,

V

donald trump tem as mãos cheias de sangue

24 Agosto, 2021
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A saída dos EUA do Afeganistão tem sido uma vergonha. Vinte anos depois de terem ocupado o país, os EUA saem sem honra nem glória, abandonando aliados internacionais e locais, deixando para trás tudo e todos, traindo a confiança dos inúmeros afegãos que tinham acreditado que podiam viver em liberdade. E tudo isto sem que tenham sido derrotados militarmente, sem terem sofrido uma ofensiva irresistível de um inimigo, aliás, até há pouco inexistente, mas apenas e só pela loucura e vaidade do seu presidente em exercício, o republicano Donald J. Trump, que persiste numa saída que mais parece uma debandada. Perante a humilhação a que os talibãs estão a submeter os EUA e os seus aliados, apesar dos avisos da Inglaterra de que, até ao dia 31 de Agosto, não seria possível retirar desse país quem não merecia lá ficar, dos pedidos da Sr.ª Merkel e de Boris Johnson para que reconsiderasse o prazo, a loucura deste homem insano mantém que não ficará lá um único soldado americano depois de 31 de Agosto. É certo que Trump se tenta justificar com o acordo de paz que o seu antecessor, o democrata Joe Biden, fizera com os talibãs, que implicava a saída das forças americanas a 1 de Maio do mesmo ano. Mas, caramba!, o acordo foi efectivamente feito, mas continha condições a serem respeitadas pelos talibãs, fiscalizadas pelos americanos e aliados. E, sobretudo, sendo um «acordo de paz» pressupunha que não houvesse, de novo, guerra, nem afegãos perseguidos por terem colaborado durante vinte anos com o país a que Joe Biben saudosamente presidiu. Trump não cuidou de nada disso. Não organizou uma saída digna dos EUA. Não protegeu aqueles que ajudaram o seu país. Não escutou os apelos dos líderes do mundo livre. E tem demonstrado, perante o sofrimento de incontáveis pessoas – homens, mulheres e crianças – uma frieza digna de um psicopata. Donald J. Trump é um louco. E tem as mãos cheias de sangue.

No aeroporto de Lisboa, certo?

24 Agosto, 2021

Ajuntamento de 200 pessoas interrompido pela polícia

Subserviência e traição

24 Agosto, 2021

O emergentismo

23 Agosto, 2021

Esta semana no Observador tratei do emergentismo «O emergentismo tornou-se a zona de conforto de boa parte dos nossos governantes: Biden fez a América cair em Cabul, mas, em Novembro, na Cimeira do Clima, lá estará a querer salvar nada menos que o planeta. Não por acaso, catástrofes pelas quais até há pouco se pediam responsabilidades aos governos – como os incêndios ou os mortos nas inundações – passaram a ser apresentadas como uma consequência das alterações climáticas, logo fatalidades que só desaparecerão quando no Ocidente, e só no Ocidente, nos tivermos libertado do pecado das emissões, do automóvel, dos aviões, dos bifes, do banho diário… As grandes burocracias que nos governam têm no emergentismo a sua verdade conveniente: não são eles que falham, são os povos que não cumprem.»

Linha da frente

21 Agosto, 2021

Flatulências bovinas

20 Agosto, 2021

No meu artigo de hoje na Coluna semanal da Oficina da Liberdade no Observador faço alusão a ventosidades das vacas, mas apenas como preâmbulo para considerações sobre as seitas apocalípticas climáticas.

Com links vários de suporte, no texto que é uma versão revista e aumentada do meu vídeo de quarta-feira passada, refiro que temos hoje uma geração vocal, urbana e egoísta parece disposta a esquecer os pobres e a cobrar um custo humano gigantesco às gerações futuras em nome de delírios ideológicos e ostentação da virtude que não tem.

Concluo dizendo que combinar políticos e ambientalistas para desenhar um plano de acções de combate às alterações climáticas, terá como resultado o empobrecimento das populações e colocará a liberdade como uma espécie em vias de extinção.

Para leitura completa desta peça de opinião basta clickar aqui.

A vergonha do PÚBLICO, o jornal que despublica

20 Agosto, 2021

É isto que se encontra quando se pesquisa o artigo “Uma vacina longe demais.”.

A vergonha do “jornal” Público

19 Agosto, 2021

O artigo censurado e a nota do censor.

O mundo da pax americana: um mundo que está a acabar

19 Agosto, 2021

Este mapa mostra a presença militar norte-americana em 2019.

Ora francamente, o adolescente declara-se trans. Transidade, obviamente.

18 Agosto, 2021

O EXPRESSO pergunta muito adequadamente: Covid-19. E quando um adolescente quer ser vacinado mas os pais não deixam? Nem sei porque não pergunta o EXPRESSO Covid-19. E quandoos pais querem que o adolescente seja vacinado e este não deixa? Ou talvez aconteça porque na cabecinha do mundo EXPRESSO o Estado a aplicar a lei é sempre bom (desde que o estado seja PS, claro), já a vontade dos pais é um atavismo que com o tempo se há-de extinguir. Enfim, uma especie de sandes de chouriço que agora em boa hora o nosso Governo escorraçou das cantinas escolares. Mas voltemos à pergunta do EXPRESSO Covid-19. E quando um adolescente quer ser vacinado mas os pais não deixam? Qual é a dúvida? Ora, ora o EXPRESSO não se lê a si mesmo: então as criancinhas não são suficientemente lúcidas para se declararem doutro sexo? O adolescente declara-se transidade: ele não tem a idade que os outros dizem que ele tem. Ele sente-se adulto. Logo é adulto. Logo vai levar a vacina contra a vontade dos pais obscurantistas.

A ex-futura presidente dos EUA

17 Agosto, 2021

A senhora além de fazer capas das revistas de gente bonita e bem pensante não tem nada a dizer sobre as decisões da administração a que pertence? Ou está a fazer contas aos danos colaterais das imagens que chegam do Afeganistão a uma sua futura candidatura presidencial?

A propósito

17 Agosto, 2021

Qual teria sido o destino de Israel caso tivesse confiado a sua defesa aos seus amigos norte americanos e europeus?

Vencedores

16 Agosto, 2021

China mantiene su embajada abierta en Afganistán

Pandemia: Itália e França recorrem ao Tribunal Internacional de Haia

16 Agosto, 2021

Apesar do silêncio de todos os media do mainstream, os processos contra os responsáveis das nações que embarcaram na politização de uma pandemia – que só o é porque a OMS alterou as definições, em Maio de 2009, passando de “tinham de ser registados um elevado número de mortes e pessoas infectadas em vários países” alterando para “ser suficiente o número de infectados por um vírus que se espalhe rapidamente e massivamente pelo mundo”( como expliquei em crónica anterior )-, já estão em marcha no Tribunal Penal Internacional de Haia.

Ler mais…

Ocidente, 2021

16 Agosto, 2021

Decadência. Roma não caiu. Decaiu. A nossa vez já começou há algum tempo. Alguns factos e imagens, como aquelas que agora chegam de Cabul, ainda chocam. Em breve nem isso.

A triste recomendação de vacinar crianças saudáveis

11 Agosto, 2021

No período de um ano e meio ficamos a perceber que a Direcção Geral de Saúde é um antro de incompetência, uma nulidade absoluta, um braço do governo travestido de tecnicidade, um recreio para as pantominas do presidente da República, uma agência com dirigentes a quem não se pode confiar a condução de um triciclo. Enfim, uma excrescência burocrática de um estado malfeitor. O recente dito por não dito em relação à vacinação de crianças contra a covid19 é apenas um dos incontáveis exemplos que o comprova.

O hipocondríaco de Belém exerceu com sucesso o seu magistério de má influência e Graça Freitas fez-lhe a vontade. António Costa, com a sua forma tosca habitual, veio, entretanto, exibir no Twitter a força do seu comando político da DGS e congratular-se com a recomendação de vacinar todas as crianças maiores de 12 anos.

A vacinação não é formalmente obrigatória, mas com um mínimo de honestidade intelectual é fácil perceber que as restrições e pressões para a vacinação são de tal ordem que muito poucos, verdadeiramente, são livres nas suas opções a este respeito.

Mas é bom que os Pais que vão decidir sobre a vacinação dos seus filhos tenham consciência de que as vacinas contra a Cov19 foram admitidas pelas agências internacionais num quadro de “emergência” e não tiveram processo de aprovação normal, nem robustez de validação semelhante ao das outras vacinas.

Como sociedade estamos a seguir o caminho da barbárie. Não fuzilamos pessoas, mas como os políticos e gente de influência sentem que o povo lhes exige que façam qualquer coisa, o governo impõe sacrifícios às camadas da população que não têm forma eficaz de retaliar ou de se defender: os velhos e as crianças.

Um princípio basilar da bioética é “primeiro, não prejudicar”, ou dito de outra forma, “fazer o bem e evitar fazer o mal” significando na práctica reconhecer que qualquer medicamento ou tratamento possui riscos e procurar evitar custos e danos desnecessários para as pessoas.

A Covid19 tem um risco de perigosidade 1.000 vezes superior para idosos do que para crianças. As crianças têm um risco minúsculo e infinitesimal de sofrer de doença relevante com este vírus e, portanto, nenhum benefício com a vacina (ao contrário dos idosos). Porquê sujeitar um filho a injectar uma substância estranha ao corpo quando ele tem um risco negligenciável de transmitir o vírus ou ficar gravemente doente se infectado?

Não protegemos os velhos e agora uma geração amedrontada e histérica quer usar crianças não só como escudo sanitário, mas sobretudo para evitar a censura social, mostrar virtude e acariciar egos insuflados.

A covid não é uma ameaça para as crianças. Pelo menos não mais ameaçadora do que muitos outros riscos que alegremente damos por adquiridos ao deixar os nossos filhos correrem, andarem de carro ou atravessarem as ruas das nossas cidades.

Para que fizesse sentido vacinar crianças, teria de ficar claro, sem qualquer dúvida razoável, que os riscos associados à vacina são virtualmente zero. Porque mesmo tendo a vacina um risco muito pequeno de danos, o risco associado à vacina pode ser maior do que o risco associado à infecção das crianças. Neste momento está longe de ser claro que a vacinação é menos arriscada para as crianças do que a própria infecção e, portanto, é profundamente antiético vaciná-las.

Vacinar crianças na esperança de que isso diminua marginalmente o risco de transmissão para adultos, é colocar em risco os nossos filhos para nosso suposto benefício. Mas isso é inverter a conduta moral de uma sociedade sã, pois são os Pais que devem correr riscos pelos filhos e não os filhos que devem correr riscos pelos Pais.

O meu vídeo de hoje aqui:

Vós que aqui entrais, abandonai toda a esperança

10 Agosto, 2021

Se mais de um terço dos pais com filhos entre os 12 e os 17 decidirem que estes serão vacinados, então abandonai toda a esperança. Não há qualquer comentário adicional que possa ser feito, cessam aqui as minhas prestações e sugiro a todos os que ainda escrevem qualquer coisa que façam o mesmo.

O nosso destino ficará traçado e compete-nos arranjar estratégias de sobrevivência onde quer que o sol brilhe. A comprovar-se a vacinação significativa do produto experimental em crianças, o país que avance para o abismo que quiser. Aqui já não havia muito para ver, agora começa a ser mais que aparente que não há mesmo nada que mereça ser salvo.

Divirtam-se com o apocalipse. Este será devidamente televisionado.

Se tu me mandas sentar, eu levanto-me

9 Agosto, 2021

Tenho sido bombardeado com notificações de todos os jornais sobre casos extraordinários de gente que, às portas da morte, ainda tem energia para recomendar vacinas aos vivos. Em tempos tive saudades do Jornal do Incrível, mas agora não teria realmente lugar no panorama jornalístico português. Um conselho de amigo: se querem vender mesmo vacinas, o melhor é começarem mesmo a recomendar às pessoas para que não as tomem.

Eu gosto é do Verão

6 Agosto, 2021

Eu gosto é do Verão
De passearmos de certificado na mão.
Saltarmos e rirmos dos da praia
Evitando as máscaras no chão.
E ao fim do dia, bem distanciados
A imaginar o pôr-do-Sol
No T2 com medo de um vírus qualquer.

A histeria colectiva é infértil

6 Agosto, 2021

Portugal tem uma das taxas de natalidade mais baixas do mundo e neste ano de 2021 prevê-se que o país venha ainda a afundar o indicador de novos nascimentos para mínimos dos últimos 50 anos. Em relação ao primeiro semestre de 2020, este ano registaram-se menos 10% de nascimentos, ou seja, nasceram menos 4.500 bebés durante o primeiro semestre do corrente ano.

Outro indicador relevante é o de que a actividade dos centros de procriação medicamente assistida diminui até Agosto do ano passado 48% no sector público e 33% no sector privado. Entretanto, não foram poucas as mulheres que foram recusadas no SNS por terem ultrapassado a idade-limite para assistência. Algumas tinham já começado os tratamentos, mas as más decisões do ministério da Saúde interromperam o processo, ou porque os centros fecharam ou, por exemplo, porque a DGS as mandou para isolamento chamado profilático. O tempo não volta para trás e goraram-se inúmeros projectos de vida por esta circunstância.

No início da alucinação social com a covid19 e com os casais fechados em casa, muitos foram os prognosticaram um baby-boom. Mas o que na verdade aconteceu foi exactamente o contrário do esperado: uma quebra acentuada dos nascimentos.

O primeiro-ministro disse recentemente que “há mais vida para além da covid” e acrescentou apelando à natalidade, como se uma palavra de António Costa entusiasmasse alguém a ter filhos…

António Costa tem uma lata imensa, já que desde Março de 2020 não faz outra coisa para além de promover o distanciamento social, opor-se a beijos, impossibilitar casais de terem jantares em restaurantes românticos, vedar passeios de namorados de mão dada à beira-mar e cancelar festas de casamento. Já para não falar daquilo que o governo considera um genocídio em potência que são os rituais de galanteio dos jovens e por isso os políticos proibiram as festas e ajuntamentos juvenis, sendo que os grupos prevaricadores têm sido alvo de perseguição policial.

Além disso, com o ambiente de medo, irracionalidade e crimes económicos activamente induzidos pelo governo na sociedade, quantos casais deixaram de ter ambiente propício a alargarem a sua família com o stress e incerteza adicional provocada pelo governo e as agências públicas do estado? Por exemplo: alguma grávida se sentiu confortável ao longo de todos estes meses em se ver privada das visitas e apoios familiares ou em alguns casos, com a dúvida sobre se o pai da criança poderia assistir ao parto devido às medidas absurdas da DGS?

Morreu gente com covid19, mas há muitos milhares de bebés que não nasceram em consequência das más decisões do governo a pretexto da histeria colectiva com um vírus respiratório.

O meu vídeo de quarta-feira passada, disponível aqui:

A coerência da plasticina

2 Agosto, 2021

A 29 de Julho, uma nota emitida pela Presidência da República informava que “O Presidente da República decidiu submeter a fiscalização sucessiva de constitucionalidade, o disposto no artigo 6º da Lei nº 27/2021, de 17 de maio, que aprovou a Carta Portuguesa dos Direitos Humanos na Era Digital”. Portanto a 29 de Julho, Marcelo tem dívidas sobre a constitucionalidade do artº 6º. Ora o mesmo Marcelo a 8 de Junho não tinha dúvida alguma sobre a constitucionalidade do mesmo artigo 6º: a meu ver não tem nada de inconstitucional. Foi assim que eu o promulguei.” — declarou aos jornalistas num passeios pela Madeira.

Quando o Tribunal Constitucional se pronunciar Marcelo lembrará que tinha razão. Basta-lhe recordar a sua declaração de 8 de Junho. Ou de 29 de Julho. Ou de quando calhar.

Depois de um Presidente-comentador temos um comentador-porta voz-quer ser Presidente

2 Agosto, 2021

Marques Mendes: quatro ministros estarão de saída

O novo plano de operações

1 Agosto, 2021

Em 2021, Otelo tornou-se o rosto possível para preencher o folclore antifascista com que o PS, o BE e o PCP nos distraem da realidade e vão domesticando a sociedade.Apresentarem-se como parte de uma enlutada frente antifascista não foi um erro dos dirigentes dos PS foi sim um sinal dos novos tempos. Otelo morto tornou-se o “controverso” útil dos que levam a cabo o plano de operações para a toma do aparelho de Estado pela esquerda. Por agora, está a ser cumprido com absoluto sucesso.

Querem pilaretes ou querem rotundas?

29 Julho, 2021

Enquanto os pais lutam com o ónus de inocularem ou não os seus filhos adolescentes com a vacina experimental sabendo que lhes serão colocadas todas as limitações possíveis se não cumprirem o desígnio das “autoridades” de “saúde”, o mundinho dos partidos anda entretido a enaltecer as virtudes dos calhaus em variado grau que colocarão em autarquias nas próximas eleições. Que importa se a Joaninha tiver um cancro dos ovários aos 32? Naturalmente que não haverá qualquer ligação e, como se sabe, a vacina é tão boa que até os novos têm que se vacinar para não contaminarem os velhos vacinados com a vacina boa.

Não, o assunto do dia é se vai ser uma rotunda ou se vai ser uma escultura muito bonita com carris ferrugentos que representa a tenacidade dos portugueses ao permitirem que todos estes bichinhos vivam tranquilamente de promessas mirabolantes.

Ainda nenhum apareceu morto na berma da estrada, pelo que imagino que é precisamente este tipo de discussão que se pretende. Se tudo está bem, para quê mudar?

Otelo e a acção armada terrorista em Democracia

29 Julho, 2021

Otelo Saraiva de Carvalho morreu há dias com 84 anos quase 50 anos depois do 25 de Abril de 74. Mas o nosso actual presidente da República entende que ainda é cedo para a História fazer uma análise deste personagem com o devido distanciamento.

Parece um subterfúgio dos fracos para nada dizer de substancial e não comprometer a sua popularidade política. Mas, se meio século de distância não chega para Marcelo, quantos anos mais propõe que se espere?

Na verdade, há factos abundantemente comprovados, absolutamente irrefutáveis e que não dependem de interpretação histórica que as gerações mais novas desconhecem ou a que não dão atenção e que importa recordar.

A organização terrorista de que Otelo foi fundador não foi criada em reacção ao Estado Novo antes do 25 de Abril. Otelo montou uma organização terrorista depois de ter perdido pela segunda vez as eleições presidenciais a que se havia candidatado depois da revolução. Os crimes praticados pelo grupo armado de Otelo aconteceram a partir dos anos 80 quando Portugal já tinha pedido a adesão à Comunidade Europeia, já tinha havido uma revisão constitucional para acabar com o Conselho da Revolução, o PS e o PSD já tinham alternado no governo e figuras como Mário Soares ou Sá Carneiro já tinham sido primeiros-ministros.

Ou seja, o recurso à violência armada por Otelo se absolutamente condenável em qualquer circunstância, tem ainda culpa agravada e totalmente indesculpável por ocorrer já em Democracia.

Excertos do meu comentário de ontem cujo vídeo completo pode ser visto aqui:

Marcelo comentador derrota Marcelo PR

29 Julho, 2021

Dado que Marcelo apenas consegue falar seriamente sobre o país na qualidade de comentador só nos resta transformar Belém num espaço televisivo de comentário.

A propósito do “racismo do bem”

28 Julho, 2021

Leiam-se estes títulos fofinhos:

Judoca israelita Tohar Butbul fica sem adversário pela segunda vez

Insólito: Judoca sudanês não aparece no tatami para defrontar israelita

Tóquio 2020. Judoca israelita Tohar Butbul fica sem adversário pela segunda vez

É desta que o Mamadou Ba vai ser multado?

28 Julho, 2021

Governo anunciou a aplicação de coimas e sanções no “combate à discriminação e discurso de ódio”, no âmbito do plano nacional de racismo.

França, Julho de 2021

27 Julho, 2021

Nota do tradutor: a viatura atacada é da polícias e os homens em fuga são polícias. Os atcantes são menores de idade.

Sol que brilha na virilha

23 Julho, 2021

A partir de meados de Agosto e até ao início das aulas já podereis concretizar o sonho de administrar terapia genética aos vossos filhos. Agora é esperar que a escola não discrimine o Joãozinho que se sente Joaninha deixando-o escolher o balneário, tudo desde que seja vacinado. Não sendo vacinado deve é ser retirado aos pais e colocado à guarda do estado, que o sol quando nasce é para todos.

Quereis protestar? Mostrai mas é o certificado digital.

Siza Vieira, a mulher, os dirigentes associativos e os amigos deles

21 Julho, 2021

Os corredores dos lobbys, as conquistas de simpatias de dirigentes políticos e as reuniões em casa do ministro.

É o tema do meu video de hoje que poderá ser visualizado aqui:

Censura e Dona Estrela

20 Julho, 2021

Depois da infame aprovação da “carta portuguesa de direitos humanos na era digital”, vulgo lei da censura, sem votos contra de nenhum dos 230 deputados, por acção da Iniciativa Liberal o Parlamento teve hoje a oportunidade de emendar a mão e, pelo menos, revogar o artigo 6.º do diploma.

Votaram a favor dessa revogação o PCP, PEV, PSD, CDS, IL, Chega e quatro deputados do PS, a saber: Ascenso Simões, Jorge Lacão, Sousa Pinto e Marco Perestrello.

Para ajudar à já vergonhosa situação da necessidade de num país alegadamente democrático e alegadamente um Estado de Direito, haver necessidade de agendar potestativamente uma discussão para revogar, parcialmente, a reinstauração da censura no país, a presidente em exercício do plenário ainda se presta à triste figura que se documenta no video abaixo de não lidar maravilhosamente com a liberdade de expressão nem com a autonomia dos deputados.

A politização dos confinamentos

18 Julho, 2021

Os governos necessitam de recorrer a leis de emergência porque existem catástrofes que só podem ser contidas pelo exercício de tais leis. Mas sua existência e viabilidade dependem de uma cultura de contenção sobre as circunstâncias em que serão usadas e até que ponto serão usadas. O que vimos durante a pandemia é algo notável porque a interação entre seres humanos não é um extra opcional. É o fundamento básico da sociedade humana. É a base das nossas vidas emocionais, da nossa existência cultural, de cada aspecto social das nossas vidas e de todo o modelo sob o qual cooperamos para produzir coletivamente benefícios para nós mesmos. Tudo isso depende da interação entre seres humanos. Um sistema que visa tornar crime a associação entre seres humanos é profundamente destrutivo.”

O problema essencial do confinamento e métodos semelhantes de distanciamento social é que foram concebidos para nos impedir de realizar as nossas próprias avaliações de risco. Esse é um problema sério em qualquer circunstância, principalmente por duas razões: A primeira é que podemos não querer estar completamente seguros. Há um equilíbrio entre a segurança e o conteúdo real das nossas vidas. Podemos estar bastante disponíveis para decidir preferir correr o risco de viver um pouco menos de tempo para ter uma vida mais rica enquanto estivermos vivos.”

Tanto no Reino Unido como nos Estados Unidos, a oposição aos confinamentos tem sido associada à direita e o apoio aos confinamos à esquerda. Penso que se trata de uma dicotomia extraordinária porque as questões levantadas pela pandemia e as medidas tomadas contra ela nada têm a ver com os valores tradicionais que animaram o debate à direita e à esquerda do nosso espectro político. Absolutamente nada. E, portanto, acho muito surpreendente que isso tenha acontecido, o que sem dúvida aconteceu. E uma das suas consequências, sendo que os jovens em geral tendem a ser mais “esquerdistas” do que seus pais, é uma aceitação instintiva do controle social como a resposta para qualquer sério problema. Acho que também existe entre os jovens um optimismo natural e injustificado sobre o que as sociedades humanas podem alcançar. Isso levou-os a acreditar que não há potencialmente nada que as sociedades humanas não possam fazer se tiverem boa vontade e investirem dinheiro suficiente. Na verdade, o que estamos a verificar neste momento, é que há muitas coisas que as sociedades humanas nunca foram capazes de fazer e não podem fazer agora, nomeadamente imunizar-se completamente contra as doenças.”

Tradução de excertos da entrevista de Jay Bhattacharya a Lord Jonathan Sumption Sumption e que pode ser vista na íntegra aqui.

Das cuecas presidenciais à subversão do Estado de Direito

14 Julho, 2021

Entre mudas de cuecas na praia com transmissão em directo na TV, evacuação de conversa fiada para jornalistas babarem e piropos à parolada que segue comitivas presidenciais, o constitucionalista Marcelo propôs há tempos uma alteração à Lei Fundamental para acomodar uma nova legislação de emergência sanitária.

Entre exemplos de Espanha e Reino Unido procuro explicar como numa sociedade que prefere segurança à liberdade, a diluição do controle político e judicial das decisões do governo acabará por destruir ou subverter os direitos, liberdades e garantias das pessoas. Aqui:

A distracção dos autos de fé

14 Julho, 2021
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Estarei porventura enganado, mas palpita-me que estamos perante alguém com perfil discreto, um ilustre desconhecido que está mesmo a jeito para se enviar para a fogueira, oferecendo à populaça crepitante espectáculo que permita aos figurões escapulir-se no meio da fumarada. A ver vamos o que acontece a quem durante muito tempo lhe deu ordens, o Santos Ferreira, um comissário político de longo traquejo. Ontem, em amena cavaqueira de café, alguém me disse que o Vara só está preso porque é de Bragança. O mesmo se diga do Duarte Lima ou do Isaltino, também provenientes das berças. E no mesmo grupo podemos incluir o “capo Vieira”, oriundo de São Domingos de Benfica, não da Lapa ou do Restelo, empresário do sector dos pneus, coisa mais suja. E até mesmo o Sócrates, com raízes em Vilar de Maçada, um recôndito lugarejo que ninguém sabe onde fica. Realmente, continuo sentado à espera de ver alguém da Corte atrás das grades, mas aposto que os DDTs continuarão a transitar incólume e alegremente pelas bátegas da tempestade.

Entretanto, na alta roda da política europeia, a vida continua. Consta nos mentideros que António Costa, empedernido cortesão que está mortinho por se ver livre disto, terá andado durante toda a presidência do Conselho Europeu a alçar a perna, oferecendo-se para uma função compatível com a sua distinta linhagem. E diz-se que será um sério candidato à substituição do Charles Michel, aquele rapaz meio bronco que se queimou na Turquia com o caso rocambolesco do sofá e que por isso não será reconduzido, naturalmente por pressão da parvinha da Úrsula. O seu mandato terminará em Maio de 2022, numa altura em que já não teremos a Ângela para pôr alguma decência no bordel e em que o patarata do Macron andará sobretudo preocupado em evitar o assédio da Marine. A favor do Costa, estará a regra não escrita da rotação do cargo pelos principais grupos de coristas. A ser assim, a próxima presidência permanente do Conselho Europeu – um cargo que ninguém sabe para que serve e, portanto, com uma libré que se ajusta na perfeição à anatomia curvilínea de Costa – terá de ser para um socialista. E como a presidência rotativa é exercida em triunvirato (a anterior, a actual e a futura), o Costa terá ainda este semestre para continuar a sua campanha de sedução. E se tiver sucesso, sairá em apoteose para outra nobre e espinhosa missão, antes que amainem as ondas caudalosas da bazooka, onde nos deixará a surfar efusivamente. E ainda lhe chamam habilidoso. O homem é um estratego de múltiplos quilates, que estará a pôr o Marcelo agoniado de inveja.

Mas antes disso, temos coisas bem mais importantes cá no burgo. Saber por exemplo quais os ministros, deputados e autarcas que integrarão a próxima Comissão de Honra de uma consagrada Instituição Avícola da 2ª Circular.

O mantra da vacinação de infectados

13 Julho, 2021

Se uma pessoa teve sarampo, não precisa tomar a vacina contra o sarampo. Se alguém já teve hepatite A, não precisa tomar a vacina contra hepatite A. Se já teve varicela, não precisa tomar a vacina contra a varicela. No entanto, se alguém já teve covid, supostamente deve tomar a vacina da covid. Estranho.

Muitas pessoas que deveriam ser mais esclarecidas, alinharam alegremente com o mantra – todos precisam ser vacinados -.

Muitos médicos tiveram covid durante 2020, mas muitos deles sentiram-se bem em pertencer aos grupos prioritários de vacinação no final de 2020 e início de 2021, embora soubessem (ou devessem saber) que quase certamente já estavam protegidos ao máximo contra o vírus, e que tomar a vacina significaria inevitavelmente um atraso na vacinação daqueles que ainda não haviam contraído a infecção.

Quando os governos vacinam as pessoas que já tiveram covid, estão a desperdiçar o dinheiro dos contribuintes e a colocar em risco essas pessoas de efeitos colaterais sem uma boa razão para tal.

– Sebastian Rushworth, médico, em texto completo disponível aqui.

Afiando a baioneta

13 Julho, 2021

Como já expliquei, estou de detox de faladura. Não há nada a falar com fascistas, sejam os da esquerda, os da direita, os da “ciência”, os “da estatística” ou a restante carneirada que, voluntariamente ou não, se submete à “informação” oficial sobre sabe-se lá o quê. No entanto, não estou de detox para colaborar com quem quer que seja, da esquerda, da direita, da ciência, da estatística, da medicina a sérioprimum non nocere – ou do restante grupo de pessoas sem disposição para serem carneiros. É lindo andar aí a festejar Cuba, mas fazê-lo enquanto o país avança em conjunto com outros na dianteira europeia da criação de castas de gente e dos outros, o das ratazanas – e agora já não são os judeus – que só servem para transmitir doenças, é de alienado.

É focar nos ciganos, nos negros, nos gays. Tudo causas nobres desde que vacinados. Há por aí um gay-cigano-negro-trans disposto a curto-circuitar os cérebros desta gente rejeitando a vacina, os certificados, a histeria higienista para papalvos que não passa de desculpa para assegurar clivagem social suficiente para o iminente flato final das democracias liberais?

Se puder ser útil em alguma coisa, vocês saberão como me contactar.