Sabem qual foi o fim do Robespierre ou saltaram esse capítulo?

As criaturas do coletinho seriam das primeiras perder a cabeça caso a sua revolução triunfasse.
O PREC não foi uma festa

Evidentemente irresponsáveis
Portanto levaram três anos e meio a dar pela falta?
O novo ou o velho regime?
Acho curioso atribuir-se ao estado (novo ou velho) o poder milagroso de colocar a economia a crescer ou a decrescer.
É que não vejo nas oligarquias (quaisquer que elas sejam) virtudes para tais feitos.
Não encontro no regime (vigente, passado ou futuro) nem a salvação nem a cura dos males do país.
Deposito isso sim a minha fé no indivíduo, na ordem espontânea, na cooperação voluntária, na inovação e na criação de riqueza que daí resulta e na superioridade moral de uma sociedade baseada na liberdade e no laissez-faire.
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Um país em ruínas

O país está todo a cair aos bocados. Esta semana foi em Borba onde 5 vítimas inocentes desapareceram num aluimento de uma estrada nacional, sinalizada por 5 vezes junto do Estado, e meses depois de Galamba ter reunido com os autarcas. Em 2001 foram 59 desgraçados que caíram do tabuleiro da Ponte Hintze Ribeiro em Entre-Os-Rios ,que colapsou. Em 2017, somaram-se centenas de pessoas que morreram queimadas na estrada — por falta de meios das autoridades —, outras morreram de legionella e de bactérias multirresistentes em hospitais públicos, devido à falta de manutenção. Como se não bastasse, ficámos a saber que esquadras, tribunais, escolas e hospitais estão em estado avançado de degradação, com equipamentos obsoletos ou inexistentes, e que pontes, viadutos e estradas nacionais encontram-se em perigo iminente. Por falar nisso, alguém já está a intervir nas fissuras da Ponte 25 Abril depois do alerta dos engenheiros? Claro que não. Costa não sabe de nada até que morra gente.
Mas como é possível receber um país da “ditadura” sem dívidas, com 50 milhões de contos de réis nos cofres e mais de 800 toneladas de ouro, a crescer, em média, 6% ao ano, e com a maior edificação de infraestruturas de qualidade (sem orçamentos inflacionados) em apenas 40 anos, e tê-lo abandonado pela “democracia” para ser, hoje, uma nação em ruínas e endividada por várias gerações?
A verdade, de que ninguém fala porque não convém, é que hoje se vive à custa da herança deixada pelo Estado Novo. Quer ver? Então prepare-se, porque a lista é longa e cheia de surpresas:
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Construção de Bairros Sociais. (Arco do Cego; Madre de Deus; Encarnação; Caselas; Alvalade; Olivais; Bairros para Polícias).
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Construção do Aeroporto Internacional da Portela.
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Construção do Aeroporto Marítimo de Lisboa. (Hoje extinto. Na Doca dos Olivais está actualmente instalado o Oceanário de Lisboa).
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Construção do Instituto Superior Técnico.
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Construção da Cidade Universitária de Lisboa.(Faculdade de Direito, Faculdade de Letras, Reitoria, Cantina e o Complexo do Estádio Universitário).
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Construção do novo Edifício da Escola Técnica Industrial Marquês de Pombal.
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Construção do Liceu Filipa de Vilhena, no Arco do Cego.
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Construção da Escola Técnica elementar Francisco de Arruda e mais oito similares.
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Construção da Escola Comercial Patrício Prazeres.
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Construção da Biblioteca Nacional.
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Construção do Instituto Nacional de Estatística.
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Construção do Laboratório Nacional de Engenharia Civil.
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Construção do Edifício do Ministério das Corporações e Previdência Social (Hoje Ministério do Trabalho).
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Construção do Metropolitano de Lisboa. (As primeiras 20 Estações).
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Construção da Ponte Salazar. (Incluindo os respectivos acessos).
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Captação e condução, para Lisboa, das águas do vale do Tejo.(Comemorada com a construção da Fonte Luminosa na Alameda Afonso Henriques).
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Plantação do Parque Florestal de Monsanto.
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Construção do Estádio Nacional (no Jamor) e alguns dos seus Anexos.
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Construção do Estádio 28 de Maio.
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Construção do Laboratório Químico Central do Instituto Superior de Agronomia.
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Construção do primeiro troço da Auto-estrada da Costa do Estoril.
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Construção do troço de Auto-estrada Lisboa a Vila Franca de Xira.
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Construção do Hospital Escolar de Santa Maria.
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Construção do actual Edifício do Instituto Ricardo Jorge.(Incluindo o arranjo paisagístico da área envolvente).
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Construção do Instituto de Oncologia.
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Construção do Hospital Egas Moniz.
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Assistência Nacional aos Tuberculosos.(Criada ainda na época da Monarquia e com sede em Lisboa foi, durante o Estado Novo muito ampliada, pela instalação de vários Sanatórios e criação de dezenas de Postos de atendimento espalhados por todo o território; alguns feitos de raiz e todos equipados com os meios humanos e materiais adequados; tornaram assim possível, a obrigatoriedade do rastreio anual às populações do Comércio, da Função Pública e Estudantil. Daqui resultou uma forte e efectiva regressão, para valores mínimos, do número de pessoas infectadas pelo bacilo).
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Electrificação da linha do Estoril.
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Exposição do Mundo Português.(Permitiu a criação da Praça do Império, hoje a Sala de Visitas de Lisboa. Nela se destacam as zonas ajardinadas, a Fonte Luminosa, o Museu de Arte Popular, o Espelho de Água e o Monumento aos Descobrimentos).
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Construção e regularização da Estrada Marginal, Lisboa – Cascais.
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Criação da Emissora Nacional de Radiodifusão.(Incluindo a criação da unidade de Porto Alto e o Centro de Preparação de Artistas da Rádio, de onde saíram muitos dos Cantores e Apresentadores portugueses de renome).
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Criação da Radiotelevisão Portuguesa.(Incluindo montagem das antenas retransmissoras necessárias à cobertura de todo o Território).
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Criação da Companhia Aérea de bandeira (TAP).(Incluindo a criação das Oficinas de Manutenção de Aeronaves, famosas em todo o Mundo).
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Construção da Nova Casa da Moeda.
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Construção do Edifício Pedro Álvares Cabral. (Destinado à Comissão Reguladora do Comércio do Bacalhau. Hoje abriga o Museu do Oriente).
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Criação da Junta Nacional do Vinho e construção do respectivo Edifício. (Hoje sede do Instituto da Vinha e do Vinho, IP).
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Construção do Palácio da Justiça de Lisboa.
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Construção do Edifício da Polícia Judiciária.
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Construção das Gares Marítimas de Alcântara e da Rocha do Conde Óbidos.
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Regularização integral do Parque Eduardo VII e construção da Estufa Fria.
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Construção de vários Mercados Municipais.(Dois exemplos apenas: Campo de Ourique e Arroios, este, na altura da sua construção, foi considerado o melhor de Portugal).
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Construção da Feira das Indústrias.(Na Junqueira; hoje Centro de Congressos).
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Construção do Palácio das Comunicações.(Na Praça D. Luiz. Hoje nomeado “Central Station”, está destinado ao Empreendedorismo e à Criatividade)
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Criação de várias Escolas do Magistério Primário(Continente e Ilhas).
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Construção das Escolas Primárias do Plano dos Centenários em quase todas as Freguesias do País e criação de Cantinas Escolares, adstritas a muitas delas.(Em duas décadas, 1930/1950, passou a taxa de analfabetismo, em valores aproximados, de 73% para 20,3% ; em 1957, apenas menos de 1% das crianças, em idade escolar, não recebia instrução).
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Criação dos Liceus Nacionais e dos Liceus Normais (Masculinos e Femininos), em todas as capitais de Distrito e dezenas de outros Liceus e Escolas Secundárias, espalhados por todo o País.
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Criação, ampliação e apetrechamento de cerca de quarenta Escolas Comerciais e Industriais, Escolas de Artes Decorativas e Escolas de Regentes Agrícolas.
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Construção da Escola Náutica Infante D. Henrique.(Em Paço de Arcos – Oeiras).
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Construção da Cidade Universitária de Coimbra.(Novos edifícios: Faculdade de Medicina, Faculdade de Letras, Faculdade de Ciências, Biblioteca Geral, Observatório Astronómico, Estádio Universitário, Complexo da Cantina onde, para além de uma excelente e moderna Cantina, se inclui a Escadaria Monumental, o Teatro Gil Vicente e as instalações da Associação Académica e ainda todo o reordenamento urbano da Alta).
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Construção do Hospital Escolar de S. João.(No Porto; Edifício idêntico ao do Hospital Escolar de Santa Maria, em Lisboa).
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Criação da Estação Agronómica Nacional.(Sacavém/Oeiras).
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Criação da Estação Nacional de Melhoramento de Plantas.(Em Elvas).
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Criação do Laboratório de Física e Engenharia Nuclear.(Na Bobadela – Sacavém, para onde se adquiriu e instalou um reactor atómico de investigação. Portugal tornou-se, então, o 35º País do Mundo, a dispor de tão moderno equipamento científico).
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Construção do Aeroporto de Pedras Rubras.(No Porto – Maia, hoje ampliado e com o nome de Francisco Sá Carneiro).
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Construção da Ponte da Arrábida(No Porto).
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Construção da Ponte Marechal Carmona.(Em Vila Franca de Xira).
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Construção dos Aeroportos das Lajes e de Santa Maria.(Nos Açores; com comparticipação estrangeira).58) Construção do Aeroporto do Funchal (primeira fase).
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Construção dos principais aproveitamentos hidroeléctricos nacionais, concretizados em dezenas de Grandes Barragens.(Por exemplo os sistemas do Rabagão, Cávado, Douro, Mondego, Zêzere e Tejo, incluindo a construção e ampliação, por todo o território, de Subestações e da Rede Nacional de distribuição de electricidade, em todos os escalões).
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Construção de inúmeras Obras de Hidráulica onde se incluíram dezenas de Barragens de médio porte para regadio e, nalguns casos, também para a produção hidroeléctrica.(Incluindo a construção de centenas de km de canais de regadio, secagem de pântanos, protecção das margens e correcção de alguns cursos de rios, por todo o Território Nacional).
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Construção de mais de 240 Pontes e Viadutos e ainda maior número de Pontões.(Já mencionadas três pontes, itens 15, 55 e 56, mas podemos acrescentar ainda, só a título de exemplo, o Viaduto Duarte Pacheco em Lisboa, a Ponte de Santa Clara em Coimbra; a Ponte sobre o Douro em Barca d’Alva; Pontes de Entre-os Rios, de Chaves, de Santa Clara – a – Velha no Concelho de Odemira, da foz do Dão – hoje submersa, etc., etc.).
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Melhoria geral da rede Rodoviária Nacional.(Em 30 anos apenas, entre Estradas Nacionais, Municipais e Caminhos em construção integral – com terraplanagens, pavimentações e reparações – o País foi enriquecido com mais de 21 600 km de Vias de Comunicação).
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Melhoria geral de toda a Rede Ferroviária Nacional. (Renovação parcial da via e das viaturas de passageiros e mercadorias; melhoria das passagens de nível, da sinalização, das comunicações telegráfica e telefónica entre Estações e completa modernização de todas as Estações de Caminho de Ferro).
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Ampliação e renovação, em todo o território, da Rede Telefónica Nacional(Incluindo também a melhoria geral de outros serviços de Telecomunicações: Telegrafia e TSF).
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Construção de cerca de duzentas Estações de Correios.
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Construção generalizada, por todo o País, de Redes públicas de abastecimento de água potável e Redes de saneamento.(Iniciou-se nesta época, a construção das primeiras ETAR, em alguns Concelhos).
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Execução de inúmeras Obras Portuárias por todo o Litoral português.(Leixões, Aveiro, Figueira da Foz, Lisboa, Sesimbra, Sines, Algarve, Madeira e Açores; menciona-se, por exemplo a construção de alguns esporões de protecção da costa, a construção e apetrechamento dos Portos de mar e Molhes, incluindo dragagens; construção de Cais, Docas, edifícios para as Capitanias, Lotas e ainda o apetrechamento dessas instalações com toda a espécie de equipamentos usados na movimentação e armazenagem portuária).
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Criação das Bases aéreas.(Ota, Montijo, Monte Real, Beja, etc. incluindo a aquisição no Estrangeiro de um vasto conjunto de aeronaves e equipamentos afins e a criação das OGMA, verdadeira escola de Mecânica fina de elevada qualidade, totalmente dedicadas à Construção e Manutenção de Aeronaves militares)
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Renovação da Base naval da Marinha.(No Alfeite; simultaneamente Escola Naval e Estaleiro de construção e reparação Naval onde se construíram e repararam várias dezenas de vasos de guerra de toda a espécie).
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Aquisição do Navio Hospital “Gil Eanes”.(O segundo deste nome, o qual constituíu um apoio inestimável à Frota Bacalhoeira).
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Criação das Casas do Povo e das Casas dos Pescadores.(Incluindo a construção de centenas dos respectivos edifícios).
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Construção de novos Hospitais e Sanatórios e beneficiação dos antigos.(Apenas dois exemplos, dos muitos construídos por todo o País: a construção do Hospital Rovisco Pais – Leprosaria – na Tocha com dezenas de edificações espalhadas por uma área total de 110 ha, aproveitando integralmente uma doação do grande benemérito; construção do Hospital Psiquiátrico de Sobral Cid – próximo de Coimbra – com 15 edifícios espalhados por uma área de 10 ha).
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Criação e implantação do Plano de colonização interna.(Permitiu grandes desenvolvimentos agrários em várias zonas do País, quase desabitadas e improdutivas. Um exemplo: Pegões, onde se aproveitou também uma doação do benemérito Rovisco Pais. Todos os colonos recebiam gratis, para além de uma casa de habitação, terreno para cultivar, sementes, algumas alfaias agrícolas e apoio pecuniário nos primeiros anos de instalação).
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Construção de dezenas de Palácios da Justiça, de Casas dos Magistrados e remodelação de muitos Tribunais.
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Construção de diversos Edifícios Prisionais, Prisões – escola e Residências de Guardas Prisionais.
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Construção das Centrais Termoeléctricas do Carregado e do Funchal.
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Contam-se por muitas centenas, as obras de recuperação efectuadas em Castelos, Igrejas e Catedrais, Museus e outros Edifícios e Monumentos Nacionais, Parques e Jardins.(Um pouco por toda a parte incluindo, geralmente, também as respectivas áreas envolventes.De referir ainda a construção de dezenas de Estátuas, Bustos e outros Monumentos evocativos de Grandes Portugueses e Assuntos Pátrios notáveis, que hoje adornam muitos locais públicos).
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Construção e guarnição dos Postos de Controlo Fronteiriço e Alfandegário ao longo de toda a Fronteira terrestre e junto aos Portos de mar e Aeroportos.
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Construção de diversos Silos, de grande capacidade, para o armazenamento de cereais.
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Construção de diversos Quartéis de Bombeiros.
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Construção de diversos Mercados Municipais.
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Construção de mais de uma centena de Bairros Sociais por todo o território.
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Construção de mais de uma dezena de Edifícios dos Paços do Concelho e construção do edifício da Junta Geral do Distrito Autónomo do Funchal(Complementarmente, quase todos edifícios dos Paços do Concelho existentes foram remodelados ou ampliados).
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Criação dos “Livros únicos” para os Ensinos Primário e Secundário.(Esta medida proporcionou grandes economias às Famílias portuguesas da época. Mais de 60 anos passados, após a primeira edição dos três primeiros Livros de Leitura do Ensino Primário, eles continuam a ser procurados nas sucessivas edições que o mercado reclama, porque a sua inegável qualidade, os mantêm valiosos e úteis).
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Criação das Pousadas de Portugal.
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Criação da FNAT.(Hoje INATEL).
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Construção de diversas Colónias de Férias para crianças.(Em Viana do Castelo e na Gala – Figueira da Foz , para só citar duas).
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Construção do “Portugal dos Pequeninos”.(Em Coimbra; uma obra muito apoiada pelo Dr. Bissaya Barreto)
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Construção da Creche/Infantário Ninho dos Pequeninos.(Em Coimbra; uma obra muito apoiada pelo Dr. Bissaya Barreto)
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Construção de diversas Casas da Criança.(Espalhadas pela Região Centro e também sugeridas e apoiadas pelo Dr. Bissaya Barreto).
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Instituição do ABONO DE FAMÍLIA, para todos os filhos de pais assalariados.
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Instituição da ADSE
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Aplicação efectiva e geral da Semana de Trabalho de 48 horas.
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Construção de vários Quartéis militares.(Por exemplo, Adidos da Força Aérea no Lumiar, Lisboa – hoje Hospital da Força Aérea, Comandos na Amadora, Caldas da Rainha, Viseu, Braga, etc.). De salientar também a ampliação e remodelação dos edifícios e apetrechamento de todos os Quartéis já existentes incluindo até, em alguns casos, a construção de habitações para Oficiais e Sargentos e suas Famílias).
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Desenvolvimento e apetrechamento sofisticado da Manutenção Militar, dos Hospitais Militares, do Laboratório e Farmácia Militar e também das Fábricas de Armas, Munições e Explosivos militares.(O fabrico nacional de variado material de guerra, de veículos específicos, navios para a Armada e até de aeronaves, veio permitir o desenvolvimento de capacidades e tecnologias muito avançadas para a época tornando assim possível, a exportação de produtos de alto valor acrescentado: Fábricas em Braço de Prata, Moscavide, Bracarena, Oeiras, Tramagal, Alverca, etc.).De referir aqui, igualmente, o esforço continuado, ao longo dessas quatro décadas, para melhorar e modernizar o Ensino e o Treino militar: Academia Militar, Escola Naval, Academia da Força Aérea, Navio Escola Sagres, Escolas de Pilotagem de Aviões – Aveiro, Sintra, Ota – Escolas de Fuzileiros Navais, Marinheiros, Pára-quedistas, Infantaria, Artilharia, Comandos, etc.: Vale de Zebro, Vila Franca de Xira, Mafra, Tancos, St.ª Margarida, Lamego).
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Acolhimento fraterno e seguro, prestado pelo Estado Português a inúmeros refugiados de guerra.(Entre os quais se destaca o Sr. Caloust Gulbenkian que, em agradecimento desse bom acolhimento e segura protecção, dotou adequadamente a Fundação que tem o seu nome, a qual tanto tem ajudado e cultivado sucessivas gerações de Portugueses, há mais de cinco décadas a esta parte, nos mais diversos ramos do Saber, da Arte e da Cultura).
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Concessão, pelo Estado Português, de apoios diversificados a muitos dos investidores privados nacionais e estrangeiros (grandes e pequenos) que, pelas suas iniciativas, criaram ou desenvolveram empreendimentos de vulto e dos quais resultou Pão, Trabalho, Formação, Segurança e Apoio a milhares de famílias portuguesas, apoio traduzido na criação de Bairros operários, Escolas, Creches, Cantinas, Postos Médicos, Colónias de Férias, Clubes de Futebol, Serões para Trabalhadores, etc.(Exemplos de Organizações e Indústrias então criadas, desenvolvidas ou introduzidas em Portugal: Siderurgia Nacional, Cuf, Lisnave, Setenave, Mague, Sorefame, Cometna, Fundições, Carris, Duarte Ferreira – Tramagal, Indústrias de Camionagem, de Montagem de Automóveis, Autocarros e Camions, Fabrico de Pneumáticos e Componentes mecânicos para Automóveis, Sacor, Cimenteiras, Construtoras Civis, Casa do Douro, Têxteis da lã e do algodão, Confecções, Fabrico de Fardamento Militar, Curtumes, Calçado e Chapelaria, Fósforos, Cordoaria, Agro-Alimentar, Indústria Conserveira, Moagem de cereais, Nestlé, Indústria Vidreira, Indústria Cerâmica, Philips Portuguesa, Standard Eléctrica, Siemens, Efacec, Indústrias de Cabos Eléctricos e de Motores eléctricos, Indústrias do Papel, Exploração Mineira, Indústria Farmacêutica, Companhias de Navegação, Grandes empreendimentos Hoteleiros e tantas mais). (Fonte Portadaloja)
Comparando com a actualidade, constatamos que 44 anos depois da “ditadura”, mesmo com a herança em património e dinheiro deixado pelo Estado Novo e milhões de euros de apoios da CEE, desde a nossa adesão em 1985, temos um país que: já faliu 3 vezes e vai a caminho do tetra; tem mais quilómetros de autoestradas por habitante que o Reino Unido ou Alemanha para ter muitas delas às moscas; fechou escolas por todo o continente para fazer o Parque Escolar que inflacionou em 450% sem estar sequer concluído; tem uma Expo 98 com milhões de prejuízo e luvas; tem um Euro 2004 com milhões de prejuízo, e também com luvas; tem um Metropolitano de Lisboa, Casa da Música e Casa do Cinema no Porto, Centro Cultural de Belém em Lisboa inflacionados e com luvas; tem uma Ponte Vasco da Gama com um contrato ruinoso; não tem um TGV mas terá de pagar indemnizações por isso; tem um aeroporto em Beja para aterrar gaivotas; destruiu de forma massiva o tecido empresarial onde só 2 empresas têm mais de 1000 empregados, quando em 1974 eram 71; destruiu o sector das pescas e agricultura; aumentou o desemprego; cobra ao contribuinte rendas colossais de negócios suspeitos com privados; encerrou serviços indispensáveis às populações isoladas e envelhecidas criadas pelo Estado Novo. Como é isto possível?
A verdade é que, com a liberdade e democracia, chegaram também os gatunos da Nação. Uma estirpe de gente sem escrúpulos, vestida de fato e gravata, que, em nome da democracia, se apropriou do erário público como se fosse deles, saqueando e destruindo sem pudor. Enquanto estes enriqueceram, o país foi emprobrecendo. Sob a falsa propaganda de que hoje se vive melhor, ficamos todos manietados a dívidas de créditos ao consumo, dívidas soberanas pagas com aumentos brutais de impostos todo os anos, salários miseráveis e muitos subsídios do Estado que nos torna dependentes, só para lhes eternizar o poder.
Num país que está no ranking dos que mais cobram impostos, não é aceitável morrer-se por negligência do Estado só porque simplesmente este se demitiu de cuidar e proteger seus cidadãos. E se isso acontece, não é porque agora Centeno resolveu cativar mais do que qualquer outro no passado. É sim, porque ao longo de décadas até aos dias de HOJE, ainda não se parou de roubar ao cidadão, desviando verbas essenciais vindas dos impostos, para encher os bolsos dos de sempre – políticos, empresários, banqueiros e amigos do sistema – , em detrimento da Nação.
cada um é como é
Foi particularmente desagradável ouvir António Costa sobre as responsabilidades indemnizatórias da tragédia de Borba. Escutar-lhe a frieza com que discorreu sobre o assunto, como se estivesse a falar das traquinices do seu camarada César, ou sobre uma questão orçamental. Já na primeira tragédia dos incêndios do ano passado, Costa revelara um distanciamento emocional próprio de um psicopata. Depois, emendou a mão, e tentou choramingar umas coisas para se mostrar sensível à desgraça alheia. Hoje, repetiu a graça. Outra vez com uma insensibilidade indigna de um homem com responsabilidades sobre outros homens. No limite do caso, Costa até poderá ter razão, e os herdeiros das vítimas não possam assacar responsabilidades ao estado central, mas ao município que tutelava a estrada. Só que, neste momento, ainda há cadáveres por aparecer de pessoas que viram as suas vidas horrivelmente interrompidas pelo desmoronamento de uma estrada pública quando lá estavam a passar. Qualquer tipo normal deixaria estes assuntos de mercearia para mais tarde e evitaria falar neles da forma despudorada como Costa falou. Mas cada um é como é.
o grande salto em frente
Por esta entrevista de David Justino, um senhor reformado que é qualquer coisa no PSD, ficamos a saber que a extraordinária «situação económica portuguesa» em que vivemos é devida ao ministro Centeno, também conhecido pelo «Cristiano Ronaldo das Finanças», estrela maior do governo do Partido Socialista. Da eventual utilidade das medidas tomadas pelo governo anterior, chefiado por um certo Passos Coelho, para que as coisas se mantenham menos mal, apesar das asneiras entretanto feitas, nem uma palavra. Mas também não é necessária, porque o partido onde Justino é uma coisa qualquer está em excelente forma e «dará o salto “assim que se aproximarem as eleições”». Ora, como o PSD está à beira do abismo, não é difícil imaginar onde esse atlético esforço o levará.
Há algo nisto tudo algo que me escapa
26 de Novembro de 2014

20 de Novembro de 2018

Ano da Graça de 2018
Quem és tu? És dos nossos ou és dos deles? Mostra-me a tua tatuagem código-de-barras. Ainda não decidiste? Ainda não sabes se és meu amigo ou meu inimigo? Ainda não te comprometeste para a vida? Há uma guerra em curso, rapaz! Ou estás por nós ou estás por eles. Não há indiferença. Não há análises caso a caso. Não há um caminho estreito entre beligerantes por onde se caminhe a salvo das balas. Não há meia-ideologia. És contra a tourada? Então és dos nossos, os do fim da austeridade e da preocupação constante com a extrema-direita ultramontana. És mulher? Então és dos nossos, porque, se não fores, és uma grande pêga vendida ao heteropatriarcado. Achas que devem existir reprovações no segundo ciclo? És deles, dos fascistas, dos porcos anti-imigração. Desconfias do Islão? És um racista meo-colonizador que abraça a tradição da escravatura do Deus católico. Anda lá! É igualdade ou liberdade? Escolhe, antes que eu escolha por ti. Tu não importas: o que importa é a tua tribo.
Procura-se
Pessoa do sector privado de preferência com filiação política na área da direita para responsabilizar pelas mortes de Borba.
Notícias de um dia normal
Setúbal. Estivadores tentam bloquear navio que atracou em Setúbal para carregamentos da Autoeuropa
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Desapareceu material militar a bordo de um navio da Marinha Portuguesa
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Em 2014, uma reunião dinamizada pela Direção-Geral de Energia e Geologia juntou o presidente da autarquia, um engenheiro deste organismo público e empresários do setor da extração dos mármores da zona de Borba e Vila Viçosa. Desse encontro saiu a proposta de serem construídas duas vias de acesso a Borba. Um deveria servir a população, ligando à atual estrada principal, outra deveria servir de acesso às pedreiras. Nem uma nem outra foram construídas.
….
“Um dia veremos quem tinha afinal razão!”
É com a frase “Um dia veremos quem tinha afinal razão!” que termina este video do EXPRESSO on line Porque é que se foge de um país que tem as maiores reservas de petróleo do mundo?
Tudo visto e resumido, segundo esta acutilante análise, o que está a acontecer na Venezuela é o resultado da baixa do preço do petróleo. Também se referem as sanções dos EUA e da UE. Sobre o regime venezuelano e a corrupção NADA. No fim descrevem-se as últimas medidas de Maduro – o aumento do salário mínimo e a criptomoeda – medidas que, enfatiza, a autora do dito video a oposição considera ilegais e os “académicos mantêm-se cépticos”. Remata em seguida esta analista de fina água:”Um dia veremos quem tinha afinal razão!”
Claro que quem tem razão são aqueles que estão a deixar de comprar o Expresso. Para isto lê-se o PÚBLICO que vende muita ideologia mas no meio do panfleto até tem informação e menos intriga do eixo Belém- São Bento.
E os papéis a andarem de secretária em secretária
Daniel Hannan – convidado
A convite do Blasfémias, o Eurodeputado pelo Partido Conservador e um dos fundadores do movimento “Vote Leave”, Daniel Hannan escreve sobre o Brexit.
Brexit on Theresa May’s terms would be the worst of all worlds
We are heading for the worst possible outcome on Brexit – an outcome more painful and humiliating than either staying or leaving. Under the proposed withdrawal terms, the United Kingdom would remain in the EU’s customs union. The arrangement would supposedly be temporary, but both sides privately recognise that it is so favourable to the EU, and so injurious to Britain, that Brussels would promptly lose any interest in further discussions. A deal sold in this country as a contingent backstop would be treated by Eurocrats as a definitive settlement. There would be no more talks.
It’s hardly as though EU officials are hiding their views. On Wednesday, I listened to Michel Barnier, the chief negotiator, explaining why Britain really ought to drop all this nonsense about striking its own trade deals and keep the existing tariff arrangements. From a Brussels perspective, you can see his point. A new customs union would mean that Continental companies continued to enjoy preferential access to Britain without increased competition from the rest of the world. It would turn the UK market – the second largest in the EU – into a bauble to be dangled by Commission trade negotiators in talks with their American or Japanese counterparts.
Such a capitulation would utterly change the balance of advantage. Until now, I have – with reservations – backed the proposed deal. As long as we were recovering our sovereignty, I was happy to make compromises in other areas. It had, after all, been a narrow vote: a mandate, as I kept arguing, for a phased and partial recovery of power, not a total rupture.
To the evident bewilderment of some Remainers, who had me down as the hardest of hard Brexiteers, I pushed for strong institutional links with our European allies. I wanted to keep many of our existing arrangements, including the rule that prohibits discriminating against products from another member state – the true basis of the single market.
I never bought the idea, loudly if airily voiced by some Eurosceptics, that we didn’t need a trade deal with the EU because WTO rules were enough. If WTO rules were enough, why were we seeking trade deals with Australia, America and the rest? As for the notion that a no-deal outcome was desirable, how could an expensive and acrimonious split with our closest neighbours be in anyone’s interests?
Still, as Theresa May has said all along, no deal is better than a bad deal. And it is hard to conceive of a worse deal than one that leaves us with the costs and obligations of EU membership but with no veto.
Allow me 60 seconds to explain why staying inside the EU’s customs union would be catastrophic for a trading nation like Britain. It’s not just that the customs union uniquely penalises us as the only EU state that trades more outside than within the bloc. Nor is it that just that the customs union would give Brussels 100 per cent control of our trade policy with zero per cent input from us. No, it’s something worse than that.
Under international trade rules, if Britain joined a customs union with the EU, it would be obliged to match any concessions made by the EU in trade agreements with third countries. But, critically, those third countries would not be obliged to reciprocate vis-à-vis Britain. Suppose, for example, that the EU struck a trade deal with India. Britain would have to copy every consequent change that the EU made in its procurement rules, its technical standards, possibly even its visa regime. But India’s equivalent concessions would apply only to the EU 27, not to Britain. The UK’s home market – the fifth largest in the world – would become a bargaining counter for Brussels negotiators to exchange for benefits to their own countries.
If you voted Leave and now object that staying in the customs union “wouldn’t respect the referendum result” or “would be Brexit in name only” then – I’m sorry to be blunt – you haven’t understood that last paragraph. Perhaps you just skimmed it: customs arrangements are not exactly thrilling things to read about. My guess is that supporters of this climbdown are relying on your ennui. They reckon you’re fed up with the whole business and will back anything that can be technically described as withdrawal. But a withdrawal that reintroduces the supremacy of European law, the automatic downloading of new regulations, the unilateral acceptance of EU labour and environmental rules and the common external tariff, while removing our say over all those things, is not a compromise; it is an act of self-mutilation.
I keep being asked by Swiss and Norwegian MPs what the devil we think we’re doing. They are as close to the EU as it is possible to be without becoming full members. Yet no one in their countries seriously wants to join the customs union and forfeit their trade deals with China and the rest.
In Brussels, meanwhile, they look on with incredulous joy. Never in their wildest dreams did they imagine that Britain might agree to, in effect, non-voting membership. One of the few arguments that can be made for the new proposal is that it kills off any prospect of a second referendum. Why? Because the EU would much rather keep us in permanent thraldom than have us back at the table as a full member.
Are there any arguments, from a UK point of view, for keeping the customs union? Only the generic arguments against change from those who have learned how to make a living out of an existing system. Businesses that have grown comfortable under the current rules don’t want disruption or new market entrants. But it is the job of politicians to think, too, of the businesses that don’t yet exist, to consider the opportunities that could come to Britain as a global trader, to weigh the advantages that would accrue to our economy if food, textiles and other basic goods fell in price, leaving consumers with more to spend on everything else.
When the Government’s proposals were revealed three months ago, I was one of a small number of Leavers to give them a fair wind. Like everyone else – including the PM – I could see that they were flawed. We had weakened our position through a series of earlier negotiating blunders: triggering Article 50 before preparing our contingency plans, agreeing to the EU’s absurd sequencing, conceding the Irish backstop in December – so putting ourselves in the impossible position of being responsible for what happened on the other side of the border. Our no-deal planning had been miserly and perfunctory, and the EU knew it. The question was not whether the Chequers scheme was ideal, but whether it was preferable to the other alternatives, namely no deal or no Brexit. I took the view that it was – just.
I also thought it overwhelmingly likely that the EU would reject it, as it had every other British proposal, and assumed that the PM would then have no option but to offer something looser. After all, she had gone as far as any British leader could go to accommodate the EU – arguably further.
It now looks as if I was wrong. The EU did indeed reject the proposals, and in calculatedly mocking language. But instead of taking things off the table, Britain appears to be rushing forward with more concessions.
Was this the plan all along? I heard from sources on the EU side that British officials were proposing an all-UK customs union backstop at least eight months ago. My hunch is that the EU’s call for the jurisdictional annexation of Northern Ireland was only ever a stalking horse. Removing that proposal would allow the UK-wide customs arrangement to be presented as some sort of British win, a way to preserve the Union. In reality, though, the EU would get what it wanted all along: commercial control over our economy.
How can we get out of this mess? One option is to forget about a trade deal with the EU and concentrate only on the basic arrangements that all countries have with their neighbours – exchange of information, landing slots, border co-operation. There would be a short-term cost, no question; but it would be preferable to accepting the Carthaginian terms now on the table; and the cost would be mitigated if, like Singapore following its split with a larger neighbour, we cut taxes, streamlined regulations and opened our markets to the world.
A second option is to offer an ambitious trade deal accompanied by technological ways to “de-dramatise” (to use the EU’s favourite word) the Irish frontier. Logistically, it’s feasible. Politically, it would require a somersault from the EU. We would be gambling on the EU backing down.
A third option is to join EFTA and keep, at least for now, our EEA obligations. I can’t help noticing that Norway is managing pretty well with such a deal: it is the world’s wealthiest nation with, according to the UN, the highest quality of life. Its nearest rival in the happiness league, Switzerland, has an even better deal, in EFTA but outside the EEA. I favoured that model from the beginning, though we may have left pure EFTA membership, à la Suisse, too late.
All three options, though, are preferable to a customs union. Even the risk of an extension of Article 50 and a second referendum – which would presumably be boycotted by Leavers on grounds that it violated the promises given in the first – would be preferable to becoming a Euro-colony. We are the world’s fifth economy and fourth military power, for Heaven’s sake. Let’s start acting the part.
(Artigo publicado inicialmente no The Telegraph)
Lá vai ele
Lá vai ele a caminho da pedreira. Calções de banho numa mala, cuecas lavadas na outra. Não é uma tragédia, é uma ocorrência desagradável após uma Web Summit tão bem sucedida. Tragédia era no tempo do outro, em que uma redução de impostos levantava calhaus da calçada para atirar aos indignos representantes do povo. É uma criança que desmaia por fome na escola? É uma velhinha que morre sozinha no corredor do hospital? Faz sequer frio no contentor pediátrico do São João? Vai fechar a maternidade da senhora Louçã? Foi bem pior quando em Pedrógão arderam as árvores que o Passos Coelho não mandou abater, o bandido. Uma pedreira à beira da estrada previne incêndios.
Lá vai ele a caminho da pedreira. Calções de banho numa mala, cuecas lavadas na outro. Em directo em três, dois, um…
O enigma do Brexit
Numa colaboração do Blasfémias com o respeitado think-tank Centre for Policy Studies, fundado por Margaret Thatcher, partilhamos artigo de Oliver Wiseman.
Os Conservadores passaram os últimos dias enfrentando uma série de questões difíceis: Apoio o projecto da Primeira-Ministra para acordo do Brexit? Tenho confiança na Primeira-Ministra? Tal como bem documentado nas primeiras páginas dos jornais, alguns deputados já se decidiram sobre estes temas. Muito mais, suspeito, permanece incerto.
O imediatismo e a importância daquelas questões apenas aumentam à medida que se aproxima a data para o Brexit. Já ao virar da esquina, votos muito relevantes – e grandes decisões – se aguardam. E, dada a posição dos Unionistas, do Partido Trabalhista e do grupo de deputados mais eurocépticos favoráveis a um “Brexit duro”, a Primeira-Ministra enfrentará uma batalha difícil para consegui passar o seu acordo na Câmara dos Comuns, se e quando o momento chegar.
Por detrás destes dilemas históricos está uma série de igualmente difíceis e complicadas questões secundárias: Está a Primeira-Ministra certa quando diz que existem apenas três opções: o acordo dela, um não-acordo ou um não-Brexit? É correcto os apoiantes do Brexit no Executivo dizerem que se poderia voltar à mesa de negociações? Quão mau seria um Brexit sem acordo? Que novas concessões poderiam ser obtidas de Bruxelas por um hipotético novo Primeiro Ministro? Não existem respostas directas nem decisões fáceis nos intrincados caminhos do Brexit.
Estivesse eu na posição de apoiante do governo nas próximas semanas e estaria tentado pela alternativa de um acordo tipo EFTA apresentada entre outros pelo deputado George Freeman. Este lembra que foi uma solução que agradou a Lady Thatcher. Foi algo que uniu os trabalhistas Steven Kinnock e Frank Field na sua defesa – o primeiro um destacado europeísta, o segundo um apoiante do “leave”.
Falhando isso, seria para mim difícil discordar de Liam Fox, Secretário do Comércio que, numa inversão de uma frase da Primeira Ministra, diz agora que um acordo é melhor que um não acordo.
O acordo em cima da mesa tem muitas falhas, e rumores de que Bruxelas quer que os termos não satisfatórios do “backstop” sejam a base para o futuro relacionamento do Reino Unido com a União Europeia apenas aumentarão os receios de que a Grã Bretanha terá dificuldades em se colocar numa posição que maximize as oportunidades criadas pelo Brexit.
A alternativa, todavia, é um não-acordo.
Mesmo a versão “suavizada” apresentada por Iain Martin na sua coluna do Times não é suficientemente agradável. Tornou-se ainda menos apelativa pela forma pouco séria como o governo se preparou para uma eventualidade destas.
Contudo existe uma razão superior pela qual votar contra qualquer acordo que seja apresentado nos Comuns seja um risco assim tão grande.
Dizer não ao acordo de May significaria colocar a economia britânica na completa incerteza, independentemente de quem fosse líder da oposição. Mas o facto de Jeremy Corbyn e John McDonnell poderem vir a ser poder em caso de queda do governo deveria alterar os cálculos políticos dos Conservadores.
No advento da crise financeira, à medida que as famílias britânicas sentiam os efeitos de uma aguda recessão, McDonnell declarou orgulhosamente: “Eu sou um Marxista. Isto é uma clássica crise da economia. Esperei por isto uma geração inteira.”
Tudo o que ele e Corbyn fazem sugere que vêem um não-acordo do Brexit como uma oportunidade semelhante. Só que desta vez não são deputados obscuros, mas estão sim na liderança do partido Trabalhista.
O custo do Brexit correr mal é assim mais do que o impacto imediato no comércio ou na confiança na economia. Uma saída desordenada não é só uma machadada no PIB a curto e médio prazo. Também dá à extrema esquerda a oportunidade de tomar o controlo da economia britânica – e provocar um estrago permanente. Isso é algo que os deputados Conservadores não deveriam perder de vista durantes as próximas decisivas semanas.
Editor CapX.
Artigo original publicado em CapX.
Os implicados das agressões em Alcochete deviam ter esperado por uma viagem do Sporting à Bélgica
«Um homem atacou um polícia belga com uma faca esta terça-feira em Bruxelas, confirmou o ministro do Interior da Bélgica, através do Twitter, e acabou por ser baleado pela polícia. De acordo com o jornal De Standaard, o incidente não está a ser tratado como um ataque terrorista. Na Radio 1, uma rádio belga, o ministro do Interior afirmou que o atacante “não assume motivações terroristas” nem aparece na base de dados das autoridades como uma possível ameaça.»
Borba não é uma tragédia. É um crime
O socialismo arruinou os transportes públicos
Numa investigação da SIC ficamos a conhecer o estado lastimoso e crítico da nossa ferrovia. Segundo essa reportagem temos: 20% da frota parada para manutenção; peças que são retiradas de uns comboios para outros; 20 locomotivas Alstone 2600 e comboios parados nos armazéns do EMEF mas alugamos a Espanha por 11,5 milhões; que em 20 anos houve zero investimento em comboios; que dentro de 15 anos toda a frota atingirá o limite de idade; que há cada vez mais supressão de comboios e só 400 aquisições novas podem travar esta degradação. Pergunta-se: como raio é isto possível numa empresa estatal onde todos os anos são injectados milhões de euros através do OE?
Não é preciso grande esforço para entender o que está por trás desta miserável prestação de serviço público. Na verdade, a resposta até nos entra pelos olhos adentro: as empresas públicas não são geridas, são usadas.
Todos sabemos dos problemas crónicos financeiros de milhões de euros anuais de prejuízos que são cobertos com injecção de dinheiros públicos. Mas poucos questionam porque razão é assim e porque nada se faz para contrariar isso. Isto porque a classe política teima em fazer crer que é normal uma empresa pública ter prejuízos porque não tem fins lucrativos. Nada mais falso.
Uma empresa pública gere-se exactamente como uma empresa privada mas com uma variante: não tem por objectivo o lucro, o que não quer de todo dizer que pode ter prejuízos. Assim, embora possa e deva gerar lucros, estes têm de reverter obrigatoriamente para o melhoramento do serviço e redução de custos para o utente e não para outros fins. Dito de outra forma, uma empresa pública que tem lucros tem de o aplicar em benefício dos consumidores. Daí a razão da sua existência: melhor serviço ao menor custo para o utente, em serviços essenciais, livres de especulação. Isto em teoria.
Acontece que nenhuma empresa pública é assim. O que vemos são preços sempre a subir em troca de uma prestação de serviços cada vez mais medíocre. E os transportes públicos são dos mais flagrantes exemplos que existe.
A razão é simples: desde 1975 que o socialismo, para engordar o número de eleitores, alimenta a máquina do Estado com muitas empresas públicas (durante o PREC muitas foram nacionalizadas) onde depois faz muitas contratações desnecessárias, com regalias absurdas, salários astronómicos, sem qualquer responsabilidade, com a ajuda dos sindicatos, apenas para criar o máximo de dependentes estatais e pelo caminho encher generosamente alguns bolsos.
Só para dar uma ideia desse regabofe, a CP tem maquinistas a ganhar 50 000€/ano de acordo com a folha de salários e tem mais 195 itens que engordam a remuneração tais como: abonos de produção, subsídios fiscais, ajudas de custo e subsídio de agente único, subsídio de antiguidade. Só por se apresentarem ao trabalho recebem mais 6€/dia, de um tal subsidio de assiduidade. Assim, os subsídios representam 54% dos encargos com salários. Mas calma, isto não fica por aqui. O tempo de escala é de 8h ou seja 40h/semanais mas em média o tempo de condução é de… 3 a 4 horas! Isto sem falar das administrações que são pagas com salários de luxo quer façam um bom ou mau trabalho na gestão. Na Carris até há barbearia para uso privativo de todo o pessoal activo e não activo. Tanto na Carris como no Metro e STCP, pagam-se complementos de reforma aos ex-trabalhadores para que este seja igual ao último salário. Estes complementos não têm limite (excepção da STCP) podendo um reformado com 4000€ usufruir desse acréscimo pago pela empresa. Além disto temos as baixas pagas a 100% em que a empresa paga a compensação necessária para que o empregado receba o mesmo salário sem estar a trabalhar. A juntar a estas regalias, todos os familiares dos empregados activos e reformados (cônjuges, pais, irmãos, filhos, enteados) podem viajar de borla. Há também remédios à borla na Carris que gozam ainda, veja lá, 30 dias de férias! Não é giro?
Ora, nestas empresas, nem mesmo a serem pagos largamente acima da média, com condições extraordinárias, conseguem ser produtivos, não ter atrasos, não fazer greves sistemáticas por tudo e nada e sobretudo não apresentar prejuízos. Não! O que têm é sempre pouco e nunca chega. Por isso não param de exigir. Porque mesmo sem dinheiro o Estado, o “patrão”, cobre sempre quando falta. Paga o contribuinte burro!
Acontece que uma empresa pública não pode dar nada acima dos seus recursos financeiros. Tem de gerir. E gerir não é dar tudo e mais alguma coisa para depois suprir os buracos com os impostos dos cidadãos ou empréstimos à banca, que depois nem sequer pagam.
É por isso que, só a CP, teve prejuízos de 112 milhões de euros em 2017 e até ao final desta legislatura vai receber 2,5 mil milhões do Estado. Isto apesar de em 2015 o Estado ter injectado, nesse ano, em empresas públicas, um total de 2,7 mil milhões com a REFER como principal beneficiária. Como é que chegamos a esta degradação da ferrovia com tantos milhões enterrados, vindos dos nossos impostos?
Simples: essa bandeira ideológica socialista de que o Estado gere bem e dá melhores condições aos utentes, é tão falsa como dizer que o socialismo reduz a pobreza. Socialismo só consegue gerir a riqueza dos outros enquanto houver. É um sistema parasitário que vive do “hospedeiro” até lhe provocar a morte.
Por essa razão, a CP só foi eficaz enquanto se usufruiu do que já existia, antes da nacionalização dos Caminhos de Ferro.
Brexit | convidado: Eamonn Butler, Director do Adam Smith Institute
O Blasfémias convidou o Director de um dos mais importantes e prestigiados think-tanks do mundo para partilhar com os seus leitores um texto original, escrito hoje, sobre o Brexit e a actual situação política no Reino Unido.

Brexit
One reason I voted for Brexit in the UK’s referendum two years ago is that I thought it would be interesting. But I didn’t think it would be this interesting. For a start, Prime Minister David Cameron had invested so much of his reputation (and taxpayers’ cash) to secure a Remain vote that he quit next day—leaving his Conservative Party in turmoil through the leadership contest that resulted. In that lengthy process, all the main candidates messed up in one way or another, leaving only Theresa May. So the UK ended up with a leader whose abilities had not been properly tested in an election.
Mrs May is no liberal, and is a control freak. After a few months in office at 10 Downing Street, with the polls looking good, she decided to hold a snap election, hoping to give herself a bigger parliamentary majority and strengthen her Brexit negotiating hand. But her centrally-run campaign was a disaster and left her relying on the votes of the Northern Ireland pro-Unionists to get anything through Parliament at all.
With Parliament so tight, any MP who wants to exert pressure on the Prime Minister can do so, simply by saying how unhappy they are. Pro-Brexit and Anti-Brexit MPs have been doing just that, every day for the last year. So as each bit of the UK-EU agreement has been discussed and settled, the Pro and Anti forces have raised the temperature another few notches.
Now, the UK’s withdrawal agreement is supposedly complete. But the big sticking point is the land border between Ireland (an EU state) and Northern Ireland (part of the UK). The EU is terrified that goods will cross the border, untaxed, into its protectionist territory, so are insisting on a ‘temporary’ special status for Northern Ireland. That fracturing of the UK is unacceptable to the Unionists, and to very many Conservatives. And, they ask, how temporary would this arrangement be when both the UK and the EU have to agree before it is dismantled. Brexiteers fear we will never get untangled.
But they still like other parts of the agreement: UK control of its fisheries, the end to automatic free migration to the UK, the right of the UK to fashion its own laws and regulations, continued access to financial markets, and the prospect of a liberal future trading arrangement between the UK and the EU.
Still, many people on all sides believe that Theresa May’s team—many of whom have been in the thick of EU politics for decades—has been too weak in its negotiating strategy. They dislike the way the UK caved in to the EU’s insistence that it would not even talk about future trading relationships until the ‘divorce’ deal was agreed. So Theresa May is in Brussels this week trying to get solid commitments on those relations, in order to help sell the withdrawal agreement to Parliament. But MPs know that words in Brussels are cheap: they may never translate into genuine free UK-EU trade. Some suspect that Brussels is just as likely to give the UK a punishment beating instead.
The plan was to have the UK and EU finalise the withdrawal agreement at a grand Summit at the end of November—in time for legislation to be passed for the UK to leave the EU on 29 March. But that might not be feasible. Growing numbers of MPs are now saying that Theresa May has been incompetent and should step down as Conservative leader and Prime Minister. It takes letters from 48 MPs to a Party committee Chair in order to initiate a new leadership contest: 23 MPs have publicly done so, and others may have done so privately. So Theresa May could be fighting colleagues to keep her job, rather than drinking champagne in Brussels.
And because she promised MPs a ‘meaningful vote’ on any withdrawal agreement, the proposal will go to the House of Commons in the next few days. Will they pass it? Nobody knows. The Northern Ireland Unionists and a number of Conservative Brexiteers will certainly vote against. Labour Opposition MPs may also be split—but they will be tempted to cause trouble for the ruling Conservatives, given the government’s lack of a majority.
So it is quite likely that Parliament will throw out the draft agreement—or insist that Mrs May return to Brussels to re-negotiate the unpopular ‘transition’ clauses. Time will be short: a new agreement would have to be completed within three weeks. The EU has said there is no chance of a renegotiation: but is that just brinkmanship? Do they really dare risk a no-deal exit by such a large and important country? Again, nobody knows.
If Brussels did make concessions, then the revised agreement would again have to be approved by the UK Parliament—and, of course, to the other EU member states. Who knows if it would prove acceptable to all sides that time? If not, the whole cycle starts over.
For the past two years, people have asked me how I think Brexit will turn out. Every time, I have said that I have not the foggiest idea, and that anyone who claims to know is a fool or a liar. I really have no reason to change that assessment now. Indeed, we live in interesting times.
–
Eamonn Butler
Director, Adam Smith Institute
Parece-me que alguém está a fazer uma grande faena na Interpol. Se é em verso ou prosa não se sabe mas vale uma saída em ombros
Novembro: Próximo presidente da Interpol deverá ser russo. Alexander Prokopchuk, um antigo major-general do Ministério do Interior russo, deverá ser eleito presidente da Interpol na próxima semana, revela este domingo o britânico The Times.
Marcelo: touradas e jogo de cintura


Do jornal regional “O Mirante” de 2015-02-11.
*
Sua Santidade está pensar particularmente nos venezuelanos, certo?
Poesia dedicada a Manuel Alegre
Burros de carga
A propósito de touradas
este cartaz é fantástico

e a Hermínia sublime
O “Sol e Toiros” ainda acaba a ser exibido com bolinha
Tourada
Uma rematada pouca vergonha
Faena socialista

Já sabemos que António Costa é uma prostituta política, sempre pronto a contorcer princípios e a fazer malabarismos opinativos se isso lhe trouxer vantagem para a sua manutenção no poleiro e sobrevivência no poder.
Carlos César é um pau para toda a obra do líder do PS e um serventuário do caudilho. Alguém imagina que este desautorizasse ou sequer divergisse do discurso de Costa?
Vem isto a propósito da suposta polémica dentro do partido socialista sobre o IVA nas touradas que mais não é do que uma farsa, uma encenação. Na verdade do que se trata é de um arranjo entre os dois personagens para tentar não desagradar a ninguém, uma artimanha para salvar a face da ministra Graça, uma tramoia para amouchar o insuflado poeta Alegre e uma forma de se apresentarem ao povo em versão de dois heterónimos socialistas: Costa, o bom e civilizado. César, o mau e grosseiro. Mas no final do mise-en-scène o PS surge como a irmandade onde todos têm lugar.
Mesmo os incautos se aperceberiam facilmente que as características de bondade e civilidade acima referidas não têm relação harmoniosa com a personagem que se pretende descrever, embora os atributos imputados ao segundo caso não sejam desapropriados.
Todavia, quero prevenir os totalmente ingénuos de que tudo isto serve somente para desviar a atenção da realidade quotidiana do país. Os media empenhados ajudam a veicular para a opinião pública controvérsias imaginárias, deixando o máximo número possível de pessoas entretidas com histórias sobrenaturais e viagens a mundos paralelos.
Falem de touros. Mas burros os portugueses não são.
*
E já lá vai o PAN a caminho do empalhamento ao lado dos dodós
Informa o site AbrilAbril: Dirigente do PAN envolvida em grupo paramilitar com ligações à extrema-direita
Ainda se fosse ligação à extrema-esquerda! Agora à extrema-direita!! Passando isto para linguagem animal alguém está a colocar as formigas-voto no carreiro e ai de quem pensar em desviar uma formiga-voto do seu destino. Daqui até às eleições vai ser um nunca acabar de ligações à extrema-direita entre os compagnos de esquerda.
O PCP está a tratar de fazer do PAN uma espécie extinta
A CGTP é o totoloto das empresas rodoviárias
15 de Novembro. Praça de Espanha. Princípio da tarde. Passam autocarros a caminho da manifestação da CGTP. Semi-vazios.
Podem chamar-me como vos originar maior proveito
Na igreja aqui da paróquia há um padre que todas as semanas se repete sobre a importância da comunidade. A igreja está aberta, não tem um daqueles cartazes sobre direito de admissão e muito menos um daqueles sobre não se vender fiado. Às vezes entro, desligo o telemóvel e sento-me a olhar para as figuras e para o altar, a pensar na vida e essas coisas que as pessoas fazem em silêncio. Antes de entrar tinha os ascultadores postos, como muitas outras pessoas da minha idade, que passam a pender no meu pescoço como outrora penderia um fio ornamentado com um crucifixo. Não são particularmente diferentes: ambos simbolizam a ligação a comunidades, agora a comunidade dos que escrevem canções para mim e para os meus, outrora aos que passaram mensagem semelhante sobre a condição humana. Talvez seja rezar, talvez não seja, o que é, seguramente, é um momento de alívio do ruído externo que impede ver a realidade com clareza. Deus é muito pouco mencionado na minha relação com Ele.
Estamos sozinhos no mundo. Nascemos e morremos sozinhos. Alguns procuram o alívio da solidão na tribo de lenhadores com barbas iguais, outros na família, outros ainda na comunidade paroquial e, principalmente os que mais conheço, em ideologias. Há uma imagem de João Baptista nesta igreja. Há outras no Facebook, nos partidos e nos jornais e blogues. Ao fim do dia, adormeço na mesma sozinho, independentemente da sorte de partilhar a cama com alguém. É por as coisas serem como são, pela condição solitária da existência humana em mundos que se encerram em cada indivíduo, que grupos normativos me incomodam cada vez mais. Se vos agrada, podereis chamar-me de conservador, de ultramontano, de socialista ou até de filho da puta. Só não me chamem de liberal, que isso é o que se denomina o João Miguel Tavares, e eu, com a consciência tranquila, posso afirmar que não vos fiz mal algum.
«ispetáculo»!
Afinal de contas, esse estrondoso sucesso que é a Web Summit tem uma conta para pagar. Eu pensava, que dado o estrondoso prestígio da coisa, ela não só se pagaria a si mesma, como nos traria um lucro financeiro colossal. Ora, as notícias que por aí foram plantadas na semana passada sobre os enormes ganhos que o faraónico certame de vaidades trará à pátria, tinham alguma coisa de apocalíptico: na verdade, anunciavam, veladamente, uma continha anual de pelo menos 11 milhões de euros, que se terão de entregar, durante dez anos, às mãos ansiosas do sorridente sujeito que organiza a coisa. Como o Dr. Costa não brinca em serviço quando se trata de promover a sua augusta figura, já mandou dizer, também pelos jornais do regime, que podemos todos dormir em paz, porque a singela conta será paga com «fundos europeus». O prestígio enorme de tudo isto, que faz babar de inveja as bocas abertas de filandeses, suecos, dinamarqueses, e de outros povos que nos ajudarão a pagar a festa só pelo orgulho de o fazerem, será suficiente para que o arrojado Costa se disponha a assinar os contratos e os cheques que forem precisos. Até porque, se eles nos fizerem um manguito, sempre cá temos à mão os papalvos dos contribuintes. Eles já estão habituados.

AVISO: tourear permanentemente os princípios pode prejudicar gravemente a sua saúde

terrorismo
Foram detê-lo a casa, numa tarde de domingo, para ir depor num inquérito a que ele mesmo voluntariamente se apresentara duas semanas antes. Nessa noite já dormiu em instalações prisionais, com os movimentos e a sua liberdade toldados. Na segunda-feira não foi ouvido. Na terça também não: havia uma greve, e entre o direito à greve e à liberdade a nossa Constituição opta pelo primeiro. Começou na quarta, já com três noites de calabouço. Desconhece-se quando terminará de ser ouvido: é que o inquérito é de «especial complexidade»… Durante esses dias entraram-lhe casa dentro e fizeram «buscas»! Levaram-lhe papéis, como se fosse concebível que alguém mantivesse em sua casa provas que o incriminassem, meses passados sobre os factos de que é suspeito. Apreenderam-lhe o computador da filha menor, onde certamente terá escondido os planos diabólicos desse negro dias que foi o atentado terrorista de Alcochete. Acusam-no, agora que está detido há dias, de cinquenta e tal crimes, sendo um deles, precisamente, o de «terrorismo». Parece que o homem faltou gravemente ao respeito a algumas personalidades. Pessoas de grande seriedade, e isso, em Portugal, é crime sem remissão. Mas, por mim, quanto ao «terrorismo», a haver crime só se for de estado.
O que sabes tu, Jerónimo?
Reformas e pensões: um chorrilho de mentiras
: «Só há duas coisas certas a respeito das pensões em Portugal: uma é a constante preocupação do actual governo com a necessidade política – tanto mais urgente quanto as eleições se aproximam – de garantir algum tipo de aumento ao eleitorado dos vários tipos de pensionistas; a outra, pretensamente legitimadora da primeira, é esconder a impossibilidade de manter a médio-longo prazo o actual sistema de pensões, anunciando dia-sim dia-não aumentos que, em muitos casos, nunca virão a ter lugar, pois não haverá dinheiro para tal, ao mesmo tempo que prolonga no papel a data da reforma mas depois não a aplica!»