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O grupo parlamentar do PS foi de férias?

7 Setembro, 2021

Esperam por quê para tomar uma posição sobre as declarações do deputado socialista José Magalhães?

Ao certo quanto artigos se despublicaram porque eram desprimorosos para o presidente dos EUA ou instigavam a ideia de que as medidas de combate ao terrorismo eram uma experiência?

6 Setembro, 2021

O PÚBLICO tem vindo a divulgar um conjunto de artigos sobre o 11 de Setembro. Um deles intitulado O legado da vigilância pós-11 de Setembro: “Abdicámos da privacidade por muito pouco” coploca a questão nestes termos: os ataques do 11 de Setembro travaram o debate e deram lugar à vigilância em massa.

Daqui que se conclui que o PÚBLICO não se lê a si mesmo. Recomendo à Direcção Editorial do PÚBLICO que recupere este seu editorial de 19 de Agosto de 2021 e substitua as justificações para censurar um artigo sobre a vacinação das crianças por outras associadas ao combate ao terrorismo.

«Um erro de controlo editorial corrigido nesta quinta-feira às 17h42 permitiu que um artigo de opinião (“Uma vacina longe de mais”) assinado pelo médico anestesiologista Pedro Girão/…………………………………………………… estivesse disponível na nossa edição digital durante horas.

A sua despublicação justifica-se não apenas pelo tom desprimoroso e supérfluo usado pelo autor em relação a várias personalidades da nossa vida pública, como pelo seu teor que, de forma ora mais velada, ora mais explícita, tende a instigar a ideia de que a vacina contra a covid-19 é “uma experiência terapêutica” sem validade científica/ ……………….. (PREENCHER A GOSTO. POR EXEMPLO COM INSTIGAR A IDEIA DE QUE o Patriot Act SE TRATA DE UM SISTEMA DE VIGILÂNCIA EM MASSA SEM QUALQUER EXPLICAÇÃO VÁLIDA

Como é do conhecimento dos nossos leitores, o PÚBLICO é um jornal que cultiva e estimula a diferença de opiniões que alimenta as sociedades democráticas. Mas há padrões e valores que não podem ser cedidos em nome do pluralismo. Numa questão tão sensível como a da pandemia,/TERRORISMO recusamos em absoluto promover juízos que tendem a negar a importância ou o relativo consenso científico em torno das vacinas./EM TORNO DO COMBATE AO TERRORISMO,

Por isso errámos ao publicar o texto e por isso agimos com a celeridade possível para corrigir esse erro, despublicando o artigo em questão e pedindo desculpas aos nossos leitores pelo sucedido»

E socialista Rangel é?

5 Setembro, 2021

Hoje no Observador trato da possível candidatura de Paulo Rangel à liderança do PSD: «No gesto de Paulo Rangel vê-se a determinação de quem se quer desembaraçar de escolhos para não ser apanhado em falso. Mas, para usar a irritante linguagem destes tempos, da orientação sexual de Paulo Rangel já sabemos. O que falta (e acredite que isso é realmente importante) é saber qual é a sua orientação política.»

liberalismo e poder local

5 Setembro, 2021
by

«Os valores do poder autárquico ou local são, por conseguinte, valores liberais. Seja do ponto de vista histórico, seja do ponto de vista da filosofia e da teoria das ideias políticas. Todas as demais ideologias, por mais que batam com a mão no peito em juras de amor eterno ao poder local, sobretudo as doutrinas socialistas e intervencionistas (palavras quase sinónimas), não podem incluir-se neste grupo: eles acreditam que é no Estado soberano que reside a legitimidade do poder e que o poder local é uma benesse sua, em forma de delegação sempre reversível  de competências às populações.»

No Observador

Os indignados da marquise do Ronaldo

4 Setembro, 2021

Já viram ali bem próxima as marquises que o Hotel Ritz instalou no seu piso térreo?

O fachadismo (II)

4 Setembro, 2021

Agora que as autárquicas estão aí, alguém consegue perguntar o que se esconde por trás desta política de fachadismo? Por exemplo, que isolamentos foram feitos nestas empenas? Podem elas ser sujeitas intervenções que visam diminuir o desconforto térmico? E como se faz para manter os painéis? Está prevista a sua manutenção? Custos? Qual a durabilidade prevista para estes painéis? Política de direitos de autor?…

Qual vai visitar?

2 Setembro, 2021

IMAGENS DE MUSEUS ROMÂNTICOS NA ALEMANHA, FRANÇA E ESPANHA

IMAGENS DO NOVO MUSEU ROMÂNTICO DO PORTO

AEP, saia do armário!

1 Setembro, 2021


No meu vídeo de hoje falo sobre a indigência das associações empresariais dependentes das diretrizes do Governo e que continuam a lambuzar-se num pouco asseado concubinato com o Estado para se esquivarem das suas próprias responsabilidades e decisões, em vez de assumirem com frontalidade a sua proposta asinina de exigência de vacinação contra a cov19 como novo critério de recrutamento de trabalhadores.

Isto porque no passado Sábado o presidente da AEP-Associação Empresarial de Portugal, Luís Miguel Ribeiro, publicou no Expresso um texto manhoso e cheio de falácias em que defende que as empresas privadas limitem a admissão de novos trabalhadores apenas a quem tiver a vacinação completa contra a covi19.

A versão completa da minha crónica está disponível aqui:

De Museu Romântico a coisa nenhuma

1 Setembro, 2021

A destruição das chamadas casas-museu sob o pretexto de que estas são casas burguesas, que nunca ninguém viveu assim, que são recriações, que não têm interesse chegou agora ao Museu Romântico do Porto.

Onde estava o interior de uma casa portuense muito abastada do século XIX

Está agora esta coisa

Assinemos a petição Pela reposição da decoração interior oitocentista do Museu Romântico da Quinta da Macieirinha no Porto

Mamadou? Deputado Zé Magalhães? SIC-activismo?… Não está ninguém em casa?

31 Agosto, 2021

Portanto, vai tratar da relação do PCP com o seu antigo dirigente Julio Fogaça?

30 Agosto, 2021

Museu do Aljube. Rita Rato quer fazer a ponte entre a resistência à Ditadura e os direitos LGBTI

Ou será que Rita Rato alem de não ter tempo para se informar sobre o Gulag tb desconhece a história do seu partido?

Biden pode estar senil mas os líderes europeus devem sofrer de uma espécie de alucinação colectiva

30 Agosto, 2021

Junho de 2021 DN: “Os EUA estão de volta!” Biden na Europa para promover a democracia

SIC Junho 2021 Joe Biden vem à Europa dizer que os EUA estão de volta

El Pais Junho de 2021 Biden busca aproximação com uma Europa reticente após a era Trump

ECO Fevereiro 2021 Biden assegura aos aliados europeus que a “América está de volta

Casa de Repouso Portugal Socialista

29 Agosto, 2021

Conhece os funcionários do alcool gel? Eles são um símbolo da administração pública que ao mesmo tempo que cresce em números perde em competências: o mesmo Estado português que não consegue contratar médicos nem polícias multiplica os funcionários do álcool gel, gente que desempenha funções sem utilidade conhecida e de que não resulta qualquer benefício para o cidadão.Somos hoje um país envelhecido que olha o futuro como velhos sentados num lar. Os fundos da UE tornaram-se na nossa pensão de sobrevivência: dá para irmos vivendo e mantendo um Estado medíocre e tentacular.

Fascismo alimentar

27 Agosto, 2021

A pretexto da promoção de uma alimentação saudável, o governo decidiu proibir a venda nas escolas públicas de uma extensa lista de produtos que vão desde o pastel de nata ao bolo de bacalhau, das pizzas aos croissants. Por outro lado, o governo tornou obrigatória nos estabelecimentos de ensino a venda de pão de mistura com farinha integral e menos de 1 g de sal, recheado com atum conservado em água. E as autoridades de saúde aconselham ainda a disponibilização de tisanas e infusões de ervas. Não é brincadeira, está assim definido no Despacho n.º 8127 do Ministério da Educação.

Os governos têm o hábito protofascista de usar as políticas públicas, e em especial a fiscalidade, para alterar comportamentos individuais e tentar operar engenharias sociais encapotadas de intervenções em nome da saúde pública e do bem comum. Por exemplo, o Imposto Especial sobre o Consumo de Bebidas Açucaradas já rendeu dezenas de milhões de euros ao Estado. Todavia, como é visível pelo perímetro abdominal dos nossos governantes, além de estes não dispensarem a gordura, o sal e o açúcar da sua própria alimentação, são totalmente incapazes de perder a oportunidade de abarbatar mais receita fiscal, que é como quem diz, pelam-se por ir buscar dinheiro ao bolso de quem trabalha.

Os especialistas e comentadores habituais já vieram dizer que se trata de uma medida razoável, equilibrada e perfeitamente aceitável. No mundo urbano em que vivem da classe média afluente, fica bem dar evidências de boas intenções, mas é fácil esquecer as crianças menos favorecidas que tinham no bar da escola a única oportunidade de comprar a preço baixo a quantidade de calorias de que precisam ou mesmo o mimo da guloseima que merecem.

A vertigem proibicionista do governo de António Costa e a sua ortodoxia no desprezo pelas liberdades individuais revela também a arrogância dos burocratas ao considerar que os cidadãos são incapazes e incompetentes para tomar decisões e opções informadas sobre os seus hábitos alimentares. Daí que o Estado imponha proibições. Fica ainda evidente as mentes fascistoides que nos governam ao conceberem a fantasia de um Estado como grande pedagogo e protector das crianças, substituindo-se nessa função às famílias e às tradições culturais.

A passagem para o Estado da responsabilidade individual e familiar de cuidar de aspectos fundamentais da vida e bem-estar das pessoas como a alimentação, é um efeito social necessário para o avanço da agenda política da chamada “saúde pública”. Sem essa infantilização das pessoas e a conformidade destas aos ditames da burocracia, poderia dar-se o caso de alguém ter a veleidade de achar que o ser humano é autónomo e dotado de inteligência.

Mas uma vez que cuidar da saúde da nossa família passou a ser tarefa socializada e um desígnio nacional, todos os comportamentos das pessoas tornam-se matéria “legítima” para o controle e regulamentação por parte do Estado.

Simplesmente, ao concordamos que o Estado tem “direito” a controlar todas as opções individuais que possam ter um efeito negativo na saúde dita “pública”, estaremos a seguir uma marcha inexorável para a perda total da nossa privacidade e da nossa liberdade.

O meu vídeo de quarta-feira passada, disponível aqui:

Assim se impõe uma ditadura: sempre em nome do bem

27 Agosto, 2021

«Racismo: Governo quer que condenados por ódio possam ser expulsos de várias profissões. Proposta de alteração do Artigo 240.º do Código Penal está pronta. Sanção é para ser aplicada em casos muito graves a titulares de cargos e funcionários públicos, académicos e jornalistas. Se crimes de ódio forem praticados através da internet o tribunal pode ordenar a retirada de conteúdos e impedir e bloquear o acesso a certos sites, prevê-se ainda.»

Quantas vezes estaria escrita a palavra Trump nestes títulos se ele ainda fosse o presidente dos EUA?

26 Agosto, 2021

E pergunta bem?

26 Agosto, 2021

Pergunta Paulo Ferreira hoje na Rádio Observador: “E Eduardo Cabrita, já foi chamado pela GNR? Dois meses depois do acidente que vitimou Nuno Santos, as autoridades chamaram a viúva que não testemunhou o acidente. E o ministro, já falou aos autos?”

Ain’t Got Time To Take A Fast Train

24 Agosto, 2021

Meu querido amigo,

Espero encontrá-lo de boa saúde e de espírito apaziguado. Da última vez que nos encontramos senti-o cabisbaixo, apesar da devoção renovada na igreja da ciência moderna, a que se move pelo princípio metafísico de venda de drogas por testar a países que nem dinheiro para fazer cantar um cego têm. Ademais, mendigar só entre as cinco da manhã e às nove da noite, para evitar ajuntamentos. Não o querendo desmotivar, tenho constatado que a sua ciência é absoluta, definitiva, sem possibilidade de contraditório. Recordo os tempos obscuros da idade média, quando Einstein discutia com Bohr acerca da impossibilidade de Deus jogar aos dados: uma demonstração da dialética científica de outrora, antes do mundo se fixar na monolética da Verdade.

O motivo pelo qual lhe escrevo, acrescido à simples cortesia imperativa da estima, é para lhe rogar um favor pessoal. Tendo em conta o nosso relacionamento de décadas, considero ser uma solicitação justa e adequadamente compatível com a nossa longa amizade. Peço-lhe então, de alma aberta, que me permita a excentricidade de rejeitar a vacina covid que o meu Caro Amigo pretende injectar no meu braço, contra a minha vontade. Permita-me o direito a dispor do meu próprio corpo, como se fosse uma mulher grávida; permita-me o direito a escolher a minha possível morte, como se fosse um dos inúmeros Sampedro que enchem o nosso país de desespero, clamando pela tão necessária eutanásia e que tanto motivou o Meu Amigo no parlamento.

Sei que considerará o meu pedido, nem que não o deseje ou consiga anuir. Se porventura for essa a sua decisão, a de que não tenho direito a escolher as substâncias com que pretendo inocular-me, por virtude da minha obrigação perante o Contrato Social estabelecido como por pecado original com a Pfizer, então seja feita a Sua vontade, que reciprocarei injectando o Vosso filho com uma dose letal de heroína, sem desprimor do princípio de olho por olho, dente por dente que o Meu Amigo tanto aprecia agora no Afeganistão.

Eternamente saudoso do nosso reencontro, me subscrevo, pacientemente e

Com amizade,

V

donald trump tem as mãos cheias de sangue

24 Agosto, 2021
by

A saída dos EUA do Afeganistão tem sido uma vergonha. Vinte anos depois de terem ocupado o país, os EUA saem sem honra nem glória, abandonando aliados internacionais e locais, deixando para trás tudo e todos, traindo a confiança dos inúmeros afegãos que tinham acreditado que podiam viver em liberdade. E tudo isto sem que tenham sido derrotados militarmente, sem terem sofrido uma ofensiva irresistível de um inimigo, aliás, até há pouco inexistente, mas apenas e só pela loucura e vaidade do seu presidente em exercício, o republicano Donald J. Trump, que persiste numa saída que mais parece uma debandada. Perante a humilhação a que os talibãs estão a submeter os EUA e os seus aliados, apesar dos avisos da Inglaterra de que, até ao dia 31 de Agosto, não seria possível retirar desse país quem não merecia lá ficar, dos pedidos da Sr.ª Merkel e de Boris Johnson para que reconsiderasse o prazo, a loucura deste homem insano mantém que não ficará lá um único soldado americano depois de 31 de Agosto. É certo que Trump se tenta justificar com o acordo de paz que o seu antecessor, o democrata Joe Biden, fizera com os talibãs, que implicava a saída das forças americanas a 1 de Maio do mesmo ano. Mas, caramba!, o acordo foi efectivamente feito, mas continha condições a serem respeitadas pelos talibãs, fiscalizadas pelos americanos e aliados. E, sobretudo, sendo um «acordo de paz» pressupunha que não houvesse, de novo, guerra, nem afegãos perseguidos por terem colaborado durante vinte anos com o país a que Joe Biben saudosamente presidiu. Trump não cuidou de nada disso. Não organizou uma saída digna dos EUA. Não protegeu aqueles que ajudaram o seu país. Não escutou os apelos dos líderes do mundo livre. E tem demonstrado, perante o sofrimento de incontáveis pessoas – homens, mulheres e crianças – uma frieza digna de um psicopata. Donald J. Trump é um louco. E tem as mãos cheias de sangue.

No aeroporto de Lisboa, certo?

24 Agosto, 2021

Ajuntamento de 200 pessoas interrompido pela polícia

Subserviência e traição

24 Agosto, 2021

O emergentismo

23 Agosto, 2021

Esta semana no Observador tratei do emergentismo «O emergentismo tornou-se a zona de conforto de boa parte dos nossos governantes: Biden fez a América cair em Cabul, mas, em Novembro, na Cimeira do Clima, lá estará a querer salvar nada menos que o planeta. Não por acaso, catástrofes pelas quais até há pouco se pediam responsabilidades aos governos – como os incêndios ou os mortos nas inundações – passaram a ser apresentadas como uma consequência das alterações climáticas, logo fatalidades que só desaparecerão quando no Ocidente, e só no Ocidente, nos tivermos libertado do pecado das emissões, do automóvel, dos aviões, dos bifes, do banho diário… As grandes burocracias que nos governam têm no emergentismo a sua verdade conveniente: não são eles que falham, são os povos que não cumprem.»

Linha da frente

21 Agosto, 2021

Flatulências bovinas

20 Agosto, 2021

No meu artigo de hoje na Coluna semanal da Oficina da Liberdade no Observador faço alusão a ventosidades das vacas, mas apenas como preâmbulo para considerações sobre as seitas apocalípticas climáticas.

Com links vários de suporte, no texto que é uma versão revista e aumentada do meu vídeo de quarta-feira passada, refiro que temos hoje uma geração vocal, urbana e egoísta parece disposta a esquecer os pobres e a cobrar um custo humano gigantesco às gerações futuras em nome de delírios ideológicos e ostentação da virtude que não tem.

Concluo dizendo que combinar políticos e ambientalistas para desenhar um plano de acções de combate às alterações climáticas, terá como resultado o empobrecimento das populações e colocará a liberdade como uma espécie em vias de extinção.

Para leitura completa desta peça de opinião basta clickar aqui.

A vergonha do PÚBLICO, o jornal que despublica

20 Agosto, 2021

É isto que se encontra quando se pesquisa o artigo “Uma vacina longe demais.”.

A vergonha do “jornal” Público

19 Agosto, 2021

O artigo censurado e a nota do censor.

O mundo da pax americana: um mundo que está a acabar

19 Agosto, 2021

Este mapa mostra a presença militar norte-americana em 2019.

Ora francamente, o adolescente declara-se trans. Transidade, obviamente.

18 Agosto, 2021

O EXPRESSO pergunta muito adequadamente: Covid-19. E quando um adolescente quer ser vacinado mas os pais não deixam? Nem sei porque não pergunta o EXPRESSO Covid-19. E quandoos pais querem que o adolescente seja vacinado e este não deixa? Ou talvez aconteça porque na cabecinha do mundo EXPRESSO o Estado a aplicar a lei é sempre bom (desde que o estado seja PS, claro), já a vontade dos pais é um atavismo que com o tempo se há-de extinguir. Enfim, uma especie de sandes de chouriço que agora em boa hora o nosso Governo escorraçou das cantinas escolares. Mas voltemos à pergunta do EXPRESSO Covid-19. E quando um adolescente quer ser vacinado mas os pais não deixam? Qual é a dúvida? Ora, ora o EXPRESSO não se lê a si mesmo: então as criancinhas não são suficientemente lúcidas para se declararem doutro sexo? O adolescente declara-se transidade: ele não tem a idade que os outros dizem que ele tem. Ele sente-se adulto. Logo é adulto. Logo vai levar a vacina contra a vontade dos pais obscurantistas.

A ex-futura presidente dos EUA

17 Agosto, 2021

A senhora além de fazer capas das revistas de gente bonita e bem pensante não tem nada a dizer sobre as decisões da administração a que pertence? Ou está a fazer contas aos danos colaterais das imagens que chegam do Afeganistão a uma sua futura candidatura presidencial?

A propósito

17 Agosto, 2021

Qual teria sido o destino de Israel caso tivesse confiado a sua defesa aos seus amigos norte americanos e europeus?

Vencedores

16 Agosto, 2021

China mantiene su embajada abierta en Afganistán

Pandemia: Itália e França recorrem ao Tribunal Internacional de Haia

16 Agosto, 2021

Apesar do silêncio de todos os media do mainstream, os processos contra os responsáveis das nações que embarcaram na politização de uma pandemia – que só o é porque a OMS alterou as definições, em Maio de 2009, passando de “tinham de ser registados um elevado número de mortes e pessoas infectadas em vários países” alterando para “ser suficiente o número de infectados por um vírus que se espalhe rapidamente e massivamente pelo mundo”( como expliquei em crónica anterior )-, já estão em marcha no Tribunal Penal Internacional de Haia.

Ler mais…

Ocidente, 2021

16 Agosto, 2021

Decadência. Roma não caiu. Decaiu. A nossa vez já começou há algum tempo. Alguns factos e imagens, como aquelas que agora chegam de Cabul, ainda chocam. Em breve nem isso.

A triste recomendação de vacinar crianças saudáveis

11 Agosto, 2021

No período de um ano e meio ficamos a perceber que a Direcção Geral de Saúde é um antro de incompetência, uma nulidade absoluta, um braço do governo travestido de tecnicidade, um recreio para as pantominas do presidente da República, uma agência com dirigentes a quem não se pode confiar a condução de um triciclo. Enfim, uma excrescência burocrática de um estado malfeitor. O recente dito por não dito em relação à vacinação de crianças contra a covid19 é apenas um dos incontáveis exemplos que o comprova.

O hipocondríaco de Belém exerceu com sucesso o seu magistério de má influência e Graça Freitas fez-lhe a vontade. António Costa, com a sua forma tosca habitual, veio, entretanto, exibir no Twitter a força do seu comando político da DGS e congratular-se com a recomendação de vacinar todas as crianças maiores de 12 anos.

A vacinação não é formalmente obrigatória, mas com um mínimo de honestidade intelectual é fácil perceber que as restrições e pressões para a vacinação são de tal ordem que muito poucos, verdadeiramente, são livres nas suas opções a este respeito.

Mas é bom que os Pais que vão decidir sobre a vacinação dos seus filhos tenham consciência de que as vacinas contra a Cov19 foram admitidas pelas agências internacionais num quadro de “emergência” e não tiveram processo de aprovação normal, nem robustez de validação semelhante ao das outras vacinas.

Como sociedade estamos a seguir o caminho da barbárie. Não fuzilamos pessoas, mas como os políticos e gente de influência sentem que o povo lhes exige que façam qualquer coisa, o governo impõe sacrifícios às camadas da população que não têm forma eficaz de retaliar ou de se defender: os velhos e as crianças.

Um princípio basilar da bioética é “primeiro, não prejudicar”, ou dito de outra forma, “fazer o bem e evitar fazer o mal” significando na práctica reconhecer que qualquer medicamento ou tratamento possui riscos e procurar evitar custos e danos desnecessários para as pessoas.

A Covid19 tem um risco de perigosidade 1.000 vezes superior para idosos do que para crianças. As crianças têm um risco minúsculo e infinitesimal de sofrer de doença relevante com este vírus e, portanto, nenhum benefício com a vacina (ao contrário dos idosos). Porquê sujeitar um filho a injectar uma substância estranha ao corpo quando ele tem um risco negligenciável de transmitir o vírus ou ficar gravemente doente se infectado?

Não protegemos os velhos e agora uma geração amedrontada e histérica quer usar crianças não só como escudo sanitário, mas sobretudo para evitar a censura social, mostrar virtude e acariciar egos insuflados.

A covid não é uma ameaça para as crianças. Pelo menos não mais ameaçadora do que muitos outros riscos que alegremente damos por adquiridos ao deixar os nossos filhos correrem, andarem de carro ou atravessarem as ruas das nossas cidades.

Para que fizesse sentido vacinar crianças, teria de ficar claro, sem qualquer dúvida razoável, que os riscos associados à vacina são virtualmente zero. Porque mesmo tendo a vacina um risco muito pequeno de danos, o risco associado à vacina pode ser maior do que o risco associado à infecção das crianças. Neste momento está longe de ser claro que a vacinação é menos arriscada para as crianças do que a própria infecção e, portanto, é profundamente antiético vaciná-las.

Vacinar crianças na esperança de que isso diminua marginalmente o risco de transmissão para adultos, é colocar em risco os nossos filhos para nosso suposto benefício. Mas isso é inverter a conduta moral de uma sociedade sã, pois são os Pais que devem correr riscos pelos filhos e não os filhos que devem correr riscos pelos Pais.

O meu vídeo de hoje aqui:

Vós que aqui entrais, abandonai toda a esperança

10 Agosto, 2021

Se mais de um terço dos pais com filhos entre os 12 e os 17 decidirem que estes serão vacinados, então abandonai toda a esperança. Não há qualquer comentário adicional que possa ser feito, cessam aqui as minhas prestações e sugiro a todos os que ainda escrevem qualquer coisa que façam o mesmo.

O nosso destino ficará traçado e compete-nos arranjar estratégias de sobrevivência onde quer que o sol brilhe. A comprovar-se a vacinação significativa do produto experimental em crianças, o país que avance para o abismo que quiser. Aqui já não havia muito para ver, agora começa a ser mais que aparente que não há mesmo nada que mereça ser salvo.

Divirtam-se com o apocalipse. Este será devidamente televisionado.

Se tu me mandas sentar, eu levanto-me

9 Agosto, 2021

Tenho sido bombardeado com notificações de todos os jornais sobre casos extraordinários de gente que, às portas da morte, ainda tem energia para recomendar vacinas aos vivos. Em tempos tive saudades do Jornal do Incrível, mas agora não teria realmente lugar no panorama jornalístico português. Um conselho de amigo: se querem vender mesmo vacinas, o melhor é começarem mesmo a recomendar às pessoas para que não as tomem.

Eu gosto é do Verão

6 Agosto, 2021

Eu gosto é do Verão
De passearmos de certificado na mão.
Saltarmos e rirmos dos da praia
Evitando as máscaras no chão.
E ao fim do dia, bem distanciados
A imaginar o pôr-do-Sol
No T2 com medo de um vírus qualquer.

A histeria colectiva é infértil

6 Agosto, 2021

Portugal tem uma das taxas de natalidade mais baixas do mundo e neste ano de 2021 prevê-se que o país venha ainda a afundar o indicador de novos nascimentos para mínimos dos últimos 50 anos. Em relação ao primeiro semestre de 2020, este ano registaram-se menos 10% de nascimentos, ou seja, nasceram menos 4.500 bebés durante o primeiro semestre do corrente ano.

Outro indicador relevante é o de que a actividade dos centros de procriação medicamente assistida diminui até Agosto do ano passado 48% no sector público e 33% no sector privado. Entretanto, não foram poucas as mulheres que foram recusadas no SNS por terem ultrapassado a idade-limite para assistência. Algumas tinham já começado os tratamentos, mas as más decisões do ministério da Saúde interromperam o processo, ou porque os centros fecharam ou, por exemplo, porque a DGS as mandou para isolamento chamado profilático. O tempo não volta para trás e goraram-se inúmeros projectos de vida por esta circunstância.

No início da alucinação social com a covid19 e com os casais fechados em casa, muitos foram os prognosticaram um baby-boom. Mas o que na verdade aconteceu foi exactamente o contrário do esperado: uma quebra acentuada dos nascimentos.

O primeiro-ministro disse recentemente que “há mais vida para além da covid” e acrescentou apelando à natalidade, como se uma palavra de António Costa entusiasmasse alguém a ter filhos…

António Costa tem uma lata imensa, já que desde Março de 2020 não faz outra coisa para além de promover o distanciamento social, opor-se a beijos, impossibilitar casais de terem jantares em restaurantes românticos, vedar passeios de namorados de mão dada à beira-mar e cancelar festas de casamento. Já para não falar daquilo que o governo considera um genocídio em potência que são os rituais de galanteio dos jovens e por isso os políticos proibiram as festas e ajuntamentos juvenis, sendo que os grupos prevaricadores têm sido alvo de perseguição policial.

Além disso, com o ambiente de medo, irracionalidade e crimes económicos activamente induzidos pelo governo na sociedade, quantos casais deixaram de ter ambiente propício a alargarem a sua família com o stress e incerteza adicional provocada pelo governo e as agências públicas do estado? Por exemplo: alguma grávida se sentiu confortável ao longo de todos estes meses em se ver privada das visitas e apoios familiares ou em alguns casos, com a dúvida sobre se o pai da criança poderia assistir ao parto devido às medidas absurdas da DGS?

Morreu gente com covid19, mas há muitos milhares de bebés que não nasceram em consequência das más decisões do governo a pretexto da histeria colectiva com um vírus respiratório.

O meu vídeo de quarta-feira passada, disponível aqui:

A coerência da plasticina

2 Agosto, 2021

A 29 de Julho, uma nota emitida pela Presidência da República informava que “O Presidente da República decidiu submeter a fiscalização sucessiva de constitucionalidade, o disposto no artigo 6º da Lei nº 27/2021, de 17 de maio, que aprovou a Carta Portuguesa dos Direitos Humanos na Era Digital”. Portanto a 29 de Julho, Marcelo tem dívidas sobre a constitucionalidade do artº 6º. Ora o mesmo Marcelo a 8 de Junho não tinha dúvida alguma sobre a constitucionalidade do mesmo artigo 6º: a meu ver não tem nada de inconstitucional. Foi assim que eu o promulguei.” — declarou aos jornalistas num passeios pela Madeira.

Quando o Tribunal Constitucional se pronunciar Marcelo lembrará que tinha razão. Basta-lhe recordar a sua declaração de 8 de Junho. Ou de 29 de Julho. Ou de quando calhar.

Depois de um Presidente-comentador temos um comentador-porta voz-quer ser Presidente

2 Agosto, 2021

Marques Mendes: quatro ministros estarão de saída